All language subtitles for Richard Stanley - The Island of Dr. Moreau - English with German Subs

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Original subtitles

Nosso avi�o caiu no intermin�vel Pac�fico sul.

Estivemos � deriva por dias entre a vida e a morte.

No sexto ou s�timo dia,

os dois homens que tinham sobrevivido comigo...

come�aram a brigar pela �ltima cantina de �gua.

Lutavam como animais, n�o como homens

Pare!

Eu lutei pela minha vida, t�o brutamente quanto eles.

Absolutamente, sem mais sobreviventes.

Se sente melhor?

Onde estou?

Voc� est� numa embarca��o chamada Ombak Penari.

Quem � voc�?

Meu nome � Montgomery.

E o seu?

Edward Douglas.

Eu estava indo para Djakarta.

Meu avi�o caiu.

Eu estava numa miss�o pelas Na��es Unidas.

O acordo de paz.

Tinha muito sangue naquela balsa.

Voc� era o �nico sobrevivente.

Eu preciso usar um r�dio o mais r�pido poss�vel.

Fique calmo.

Ainda estou hidratando voc�.

N�o tem r�dio nesse barco.

Vou pagar o capit�o do barco...

para te levar a Timor,

o que vai durar cerca de quatro dias depois de eu desembarcar...

no meu pequeno para�so de ilha.

O que voc� est� me dando?

Oh, voc� vai gostar. Eu gosto.

� meio Jimi Hendrix.

N�o, espere! Pare, pare, pare.

Voc� � m�dico?

Estou mais para veterin�rio.

Um minutinho.

Tudo bem, n�o seja rude.

A� est� voc�.

Onde estamos?

� a ilha do Moreau. Houve uma mudan�a de planos.

Voc� precisa vir com a gente.

Bem, talvez eu devesse ficar.

Temos um r�dio, tiramos voc� daqui em dois dias.

A escolha � sua.

Pode ficar no barco, mas esses caras s�o meio animais.

Capit�o Penari aqui gostou de voc�,

se entende o que eu digo.

Realmente � melhor que voc� venha comigo.

Posso ajudar com o resto?

Tudo bem. Os outros v�o lev�-los.

Os outros?

Os nativos?

Sim, os nativos.

Como chegaram aqui?

Os holandeses foram os primeiros brancos...

que colonizaram a ilha em 1890.

Plantaram caf�.

Os americanos tomaram na II Guerra Mundial.

Os japoneses, compraram e tentaram fazer um resort,

que foi � fal�ncia.

Eu tinha um coelho quando era crian�a.

Chamava-se Kesey.

Morreu. Por descuido meu, infelizmente.

Eu nunca fui muito bom com animais.

Ele � uma beleza.

Ele, ela.

O que se passa na sua cabe�a?

Meu Deus!

Segure.

Oh, por favor.

N�s n�o comemos carne,

mas tenho certeza que o doutor abrir� uma exce��o.

� nosso convidado especial inesperado.

Vai ser nosso pequeno segredo, certo?

Vamos.

� um centro de comunica��es impressionante.

Exceto que s� eu posso consert�-lo, e ele estava quebrado antes de n�s sairmos

Vou deix�-lo funcionando em breve, n�o se preocupe.

Eu tenho que pedir a voc�...

para n�o sair da casa principal.

As pessoas que fundaram esse projeto...

est�o com medo que voc� tor�a o tornozelo e nos processe.

Well, it's a litigious world. Bem, � um mundo litigioso.

Sim.

Fique bem aqui. N�o vou demorar.

Desculpe.

Tudo bem.

Quem � voc�?

Eu simplesmente estou aqui.

Vim no barco com Montgomery hoje de manh�.

Voc� veio do mar?

Bem, originalmente eu venho da Inglaterra.

Inglaterra? � uma outra ilha.

Eu li sobre ela em v�rios livros.

Meu nome � Edward Douglas.

Voc� tem lindas m�os.

- T�o bonitas. - Oh, Obrigado.

Voc� � desta ilha?

Meu pai me trouxe aqui.

Doutor Moreau?

De onde voc� � originalmente?

Se conhecendo?

Ela � bonita.

Ela � fera!

Eu consegui um lugar pra voc� l� em cima.

Maravilha.

Eu vi o Pr�mio Nobel.

Acho que me lembro de Moreau.

Ele n�o tinha sumido?

Pensei que ele estivesse morto.

N�o, ele ainda est� trabalhando.

Por que exatamente ele ganhou esse pr�mio?

Ele inventou o velcro.

Sei.

H� quanto tempo ele est� aqui?

Dezessete anos.

Ele ficou... obcecado com sua... pesquisa com animais.

Ativistas dos direitos dos animais o tiraram dos EUA.

Voc� n�o podia enjaular um rato sem ler para ele os seus direitos.

H� quanto tempo voc� est� aqui?

Eu escrevi um estudo que foi publicado,

e n�s come�amos a nos comunicar,

E ent�o h� 10 anos atr�s eu cheguei aqui...

Para ajudar nas pesquisas.

E acabei...

Deixe-me mostrar seu quarto.

Muito agrad�vel.

Olha... eu n�o quero incomodar.

Assim que voc� puder colocar o equipamento de r�dio funcionando,

Eu posso...

Ir�o mandar um avi�o para mim.

Por que voc� trancou a porta?

Para o seu pr�prio bem.

Lindo!

Meu Deus.

Escuta! Vou te ajudar a sair desta ilha.

Se voc� prometer...

n�o fazer ou dizer qualquer coisa que for machucar meu pai.

Temos de ir agora!

Eddie, h� muitos fen�menos inst�veis l� fora.

Est� tudo bem.

Veio do barco.

Ele tem cinco dedos.

Cinco dedos, como voc�. V�?

Olha, olha.

- Bom - Cinco dedos!

Bom.

Meu nome Assassimon.

Assassimon.

Assassimon! Voc� precisa nos ajudar a encontrar o Mensageiro da Verdade.

R�pido.

Vamos! Vamos! Vamos, r�pido!

� �rduo o caminho para se tornar um homem.

Cedo ou tarde, queremos algo que � ruim:

Andar de quatro.

Beber �gua da fonte.

Rosnar em vez de falar.

Farejar no ch�o e se esfregar nas �rvores.

Comer carne ou peixe.

Fazer amor com mais de um, de todas as formas.

Tudo isso � ruim.

N�o s�o coisas que os homens fazem.

Mas n�s somos homens, n�o somos?

Somos homens porque o Pai nos fez homens!

Mensageiro da Verdade.

Outro �cinco-dedos� veio ouvir a lei e sabedoria.

O Pai mandou chamar voc�?

Voc� est� aqui para ajud�-Lo no Seu trabalho?

O outro �cinco-dedos� est� atr�s de n�s. Ajude-nos por favor.

O Pai! O Pai!

Traga o "cinco dedos".

Solte-o.

Solte-o.

Entregue a arma.

O que?

Entregue a arma.

Ele est� muito assustado. D�-lhe a arma.

- N�o! - Saia!

N�o.

Ele n�o vai machuc�-la.

Eu imploro, por favor n�o os confunda.

Para tr�s.

Para tr�s!

Pare!

Pelo amor de Deus, pare!

Se acalme, Sr. Douglas.

N�o d� mais dor �s vidas j� diminu�das deles.

Por que voc� fez isso?

Voc� sente o calor? Porque eu sinto.

Eu n�o tolero o sol!

Nem o que ele faz comigo, com todos n�s...

e com toda a vida na terra.

Devemos retornar � central.

Guarde a arma se ela te conforta.

Sr. Douglas, antes de tudo, em nome da propriedade,

eu gostaria de apresentar minhas crian�as.

Ol�. Eu sou Waggdi.

Como vai, senhor, sou Azazello.

Meu nome � M'Ling.

Voc� j� conheceu minha linda filha, Aissa.

Majai, se apresente, por favor.

Ele n�o vai te fazer mal, Sr. Douglas.

S� est� tentando ser educado.

Ele s� quer apertar sua m�o.

Obrigado.

Esse � o espet�culo mais absurdo que eu j� testemunhei.

Olhe para si!

Entendo que deve ser chocante para voc�.

No entanto, eu devo chamar a aten��o para que...

eu tenho uma alergia ao sol,

e � por isso que tenho que usar esse creme.

Veja essas pessoas!

Veja ele!

Sr. Douglas...

Eu n�o acho que tenho habilidade intelectual...

para condensar 17 anos de estudos e experimentos...

em 17 minutos de explica��o.

Por, enquanto, o que basta � dizer...

que as pessoas que voc� viu...

vivendo sob meu cuidado e prote��o...

s�o animais que nos quais enxertei genes humanos...

no curso de uma s�rie de estudos cient�ficos...

projetado por mim.

Voc� j� considerou...

que voc� pode ter perdido totalmente a cabe�a?

Isso � sat�nico.

"N�o julgues, Sr. Douglas, para n�o ser julgado...

pelos mesmos par�metros.

e deixe aquele que nunca pecou atirar a primeira pedra."

"N�o h� paz para os �mpios" disse o Senhor

Eu acho que talvez n�o seja a hora de continuar.

N�s temos o jantar �s 8.

Eu espero que voc� esteja com outro estado de esp�rito...

e mais receptivo.

"Perdido nas areias do deserto...

um corpo de le�o e cabe�a de homem...

move lentamente seu corpo.

A escurid�o cai novamente.

Mas agora eu sei que 20 s�culos de sono profundo...

foram transformados em pesadelo pelo ninar de um ber�o.

Que animal � esse, cuja hora chegou afinal...

e que se arrasta at� Bel�m para nascer?"

M'Ling, isso foi lindo.

Muito obrigado. Vamos brindar.

� sua sa�de.

Bem, Sr. Douglas. Muita gentileza sua em se juntar a n�s.

Por favor me diga, o Diabo ainda o persegue?

O que voc� quer dizer com o Diabo?

Voc� parece ter rela��es com ele.

Permita-me lhe falar algo sobre o Diabo,

no que eu sei dele.

O Diabo � aquele elemento na natureza humana...

que te faz destruir e degradar.

O que voc� v� nessa ilha...

que n�o seja destrui��o e degrada��o?

Bem, eu poderia te dizer facilmente.

N�o, por favor n�o fa�a isso. N�o, N�o.

Por 17 anos, eu tenho me esfor�ado...

para criar uma demonstra��o de refino...

na esp�cie humana.

E foi aqui, nessa pequena ilha,

que eu, senhor, encontrei a ess�ncia do Diabo.

O que voc� quer dizer?

Eu vi o dem�nio em meu microsc�pio,

e o aprisionei.

Eu suponho que voc� poderia falar,

no senso da linguagem metaf�rica,

que eu o cortei em peda�os.

O dem�nio, Sr. Douglas, que achei...

n�o � mais do que uma s�rie chat�ssima de genes.

� com grande seguran�a que eu lhe falo...

que L�cifer... filho da manh�...

j� era!

Eu n�o vejo como essa imensa bobagem...

pode justificar essas monstruosas deformidades.

Muito simples, eles representam um est�gio no processo...

de erradica��o de elementos destrutivos...

da psiqu� humana.

E eu estou quase alcan�ando a perfei��o,

de uma criatura divina que � pura, harmoniosa,

absolutamente incapaz de mal�cia.

Se no meu trabalho...

Eu tenho perdido parte da forma humana...

por um focinho, garra, ou casco,

isso n�o � de grande import�ncia.

Estou mais perto do que voc� pode imaginar, senhor.

O que � isso?

Fricass� de Coelho, Mestre.

Pare com isso! Oh, Deus.

Tire isso da minha frente!

Azazello, quem � o respons�vel por isso?

Sr. Montgomery quem solicitou.

Oh, v� para a cozinha. Saia.

Todos voc�s, v�o lavar as m�os.

Sr. Montgomery considera isso uma fonte de divers�o...

Eu acho.

Ningu�m me viu matar...

exceto voc�.

Bem, isso eu n�o tenho como saber.

O que voc� quer dizer?

N�s vimos um na floresta com a cabe�a arrancada.

E quem foi respons�vel por isso?

Foi Lo-Mai.

Santo Deus.

Seu tolo.

Quero todos fora do complexo amanh�.

e, Sr. Douglas, talvez n�s possamos te entreter...

um pouco mais do que voc� previu.

N�s teremos um julgamento amanh�.

N�o matar por prazer.

N�o matar por �dio.

N�o matar nunca, e ningu�m. Essa � a lei.

Essa lei foi quebrada.

Ningu�m escapa. Ningu�m escapa.

Ningu�m escapar�.

Quem � ele?

Quem fez isso?

Mal � aquele que viola a lei.

Est� ouvindo, Lo-Mai?

Est� ouvindo?

Lo-Mai.

Eu te perd�o, meu filho.

Pai!

Lo-Mai violou a lei.

Ele matou um ser vivo.

Oh, meu Deus!

O que voc� fez?

Sinto muito, Pai.

Voc� n�o quer que eu proteja a lei?

Onde voc� arrumou essa arma?

A lei diz pra n�o matar!

Por nenhum motivo.

Cuide para que o corpo seja respeitado.

Sim, Mestre.

Vi pouco de Moreau quando a crise estourou.

Ele estava sempre no laborat�rio...

trabalhando para perseguir seu sonho de criar uma ra�a humana perfeita.

Nada se falou sobre minha tentativa de fuga.

Montgomery, que um dia foi um neurocirurgi�o brilhante,

foi reduzido a carcereiro de bestas.

E agora ele se tornou o meu, tamb�m.

Ele ficou completamente amarelo.

Quase opaco. V�?

Jesus!

Nada.

Vamos ter de aumentar a dose.

Pegue a pistola da inocula��o, M'Ling.

Voc� me chateia.

Vai, vai.

Boa menina. Boa menina.

Oi, querida.

O que voc� est� dando a eles?

� uma combina��o de endorfinas e horm�nios.

Impede que eles retrocedam.

Retroceder a que?

Bem, isso n�o � bonito.

Parece que melhora o humor deles.

Essa � a minha contribui��o.

Eu coloco um pouco de metanfetamina, morfina,

cogumelos e outras coisas.

Deixa-os tranq�ilos...

faz com que voltem para receber mais.

Isso n�o o trouxe de volta.

- O que? - Ali.

Venha! Venha!

Est� tudo bem.

Venha pegar sua inje��o.

Venha aqui.

Hyena.

Hyena.

Olhe minhas m�os.

Est� tudo bem.

N�o vamos te machucar.

Est� bem, est� bem. Venha.

Hyena... Venha!

Isso, venha!

O que foi?

Dor...

acabou.

O que?

O que voc� est� fazendo?!

O que est� acontecendo?

- Cristo. Ele arrancou. - O que?

Ele arrancou o implante.

Os implantes os deixam submissos.

Precisamos ach�-lo,

dar uma inje��o nele, e lev�-lo de volta ao complexo.

Uma ca�ada, Mestre. Ca�ada.

Sim, ca�ada.

Azazello gosta de uma boa ca�ada.

Pegue ele! Pegue ele!

Aqui � a Bioesta��o Helix, chamando todos os canais.

Algu�m est� me ouvindo?

Voc� tem certeza que sabe usar isso?

Sim. Eu fa�o muitas chamadas para o doutor.

Eu leio os livros e aprendo.

Eu fa�o isso funcionar.

Sem isso voc� n�o faz.

Pegue!

Pra quem voc� acha que vai ligar?

O que vai dizer quando achar algu�m na linha?

"Mayday, mayday, Estou sendo mantido em cativeiro por uma dama porca"?

Vai vender Aissa para o circo?

Voc� sabe, ela n�o � como... n�s.

Ela � muito meiga, todos s�o,

mas ela precisa de inje��es tamb�m,

N�o vai consegui-las fora dessa ilha.

Tem tanta coisa que n�o compreende!

Por que voc� n�o fuma isto?

Talvez comece a entender.

N�o existe como sair da ilha. Deve encarar o fato.

Por que fui trazido aqui?

Foi de prop�sito, n�o foi?

N�o consigo achar a Hyena.

Acho que dever�amos, antes que os outros tenham a mesma id�ia.

Minha nossa. Voc� me assustou.

Como voc� est�?

Como voc� est�?

Eu acho que vou perecer com esse calor.

N�o consigo suportar.

Quanto mais fico aqui, pior fica,

e eu... digo, esse maldito Montgomery...

n�o conserta nada,

Estou morrendo de calor.

Meu conversor de temperatura est� vazio.

Poderia ench�-lo, por favor?

Est� bem melhor.

Deus, sim. Oh, sim, Deus!

Oh, por favor.

Com for�a. Com For�a.

Meu Deus!

N�o t�o forte!

Voc� n�o tem id�ia do qu�o forte voc� pode ser.

Voc� deve ser muito cuidadoso.

Pai, eu preciso falar com voc�.

Claro.

O que?

Estou mudando.

N�o h� nada a ter medo, querida.

Agora, deixe me ver.

Sim, tem algumas mudan�as.

Deixe me dar uma olhada.

Seus ouvidos est�o se desenvolvendo.

Estou horr�vel.

N�o. Querida, como voc� pode dizer isso?

Voc� � um anjo.

Voc� � linda por dentro.

Voc� � linda por fora.

Voc� � uma criatura extraordin�ria.

Me ajude.

Essas coisas pequenas...

s�o s� uma quest�o de desequil�brio qu�mico,

s� isso.

N�o, n�o, n�o fique desapontada.

Eu quero ser como voc�.

Eu nunca serei como voc�?

Bem, espero que n�o!

Eu digo, como voc� seria se fosse como eu?

V�? Eu fiz seu sorriso.

Que surpresa!

Eu n�o queria assust�-los.

Pensei ter ouvido um barulho,

e vim ver o que era.

Olha, eu ouvi voc�s. Est� tarde, mas ouvi.

Quer um biscoito?

N�o.

Estava escutando a m�sica.

Ela � interessante...

Estava tocando?

Talvez tenha sido voc�.

De qualquer maneira,

ela me lembrou um homem chamado Schoenberg...

o mesmo tipo de m�sica...

Eu gostaria de mostrar uma coisa...

que pode interess�-los.

Relaxem todos.

Olha...

tem um tipo de m�sica tonal,

que soa...

mais ou menos assim.

Mas h� outro tipo,

e um homem chamado George Gershwin...

que tocava isto.

Lindo!

Eu sei, meu filho.

Pai, preciso perguntar uma coisa.

Por favor.

O que eu sou?

N�s te chamamos de Pai, mas n�o somos como voc�.

O que somos n�s?

Voc�s s�o... voc�s s�o minhas crian�as.

Voc�s todos s�o minhas crian�as, entende?

Acho que talvez seja melhor...

irmos pra l�,

para discutirmos isso,

e eu poderia explicar a voc�s exatamente...

Agora, fiquem calmos, por favor.

Eu quero lhes falar algo muito importante.

Apenas fiquem calmos.

Relaxem e se sentem se puderem, por favor...

porque...

vejam, uma das coisas que...

Diga-me...

por que faz a dor...

se somos seus filhos?

Voc�s s�o meus filhos,

mas a lei � necess�ria.

Se n�o houver mais dor...

ent�o, n�o haver� mais lei?

Sempre haver� lei.

- A dor acabou. - Santo Deus!

O que est�o fazendo?

Andar de quatro.

Essa � a lei.

Sugar nossa �gua, essa � a lei.

N�o somos homens.

Comer carne e peixe qualquer hora.

Essa � a lei!

Agora eu sou a lei!

Ningu�m escapar�.

Essa � a lei.

Ainda existe lei?

Ainda existe, sim.

Como pode existir lei sem o Pai?

Ele n�o nos deixou.

Isso � o que vou falar aos outros.

Que seu esp�rito est� nos vigiando.

N�s devemos esperar um sinal.

Est� tudo bem.

N�o fosse voc�,

eu diria que seu pai fracassou...

E muito.

Mas voc� n�o � como eles.

Nem como eu.

Voc� � algo muito, muito mais refinado.

� o processo.

Estou mudando!

Existe um ant�doto que Montgomery costumava me dar.

Est� no laborat�rio.

Para deter minha regress�o.

Por favor... Me ajude!

"N�o julgues,

para que n�o sejas julgado...

pelos mesmos par�metros.

Os valores que aplicas...

ser�o aplicados contra ti.

N�o critiques as fraquezas do outro...

sem considerares as tuas pr�prias.

Hip�crita! Confessa teus pr�prios erros...

e n�o ver�s...

a menor frivolidade cometida por teu irm�o.

Tamb�m n�o atires p�rolas aos porcos...

ou ser�o esmagadas por eles.

E, finalmente... n�o d� aos c�es o que � sagrado."

Do que ela precisa?

O animal, ou a mulher?

- O que estou procurando? - Est� zangado.

"N�o atires..."

Escute, escute.

N�o me provoque

Do que preciso?

Do que preciso?

Diga-me do que preciso!

Cad� o ant�doto? Cala a boca!

Cala a boca! Onde est� o ant�doto?

Desgra�ado!

- Onde est� o soro? - Calma!

Quem � o animal?

Quem � o animal?

Fique calmo. Calma.

Temos de pensar e chegar a um acordo!

Diga.

Eu destru� o ant�doto.

Todo ele.

Hyena.

Mate-o!

Eu tenho o fogo que mata.

Eu sei onde tem mais. Fogo que mata.

Eu sei onde tem mais.

Mostre-nos...

e n�s o deixaremos ser um de n�s.

Eu n�o quero mais dor.

Tira.

Tira!

N�o somos homens.

Essa � a lei.

Essa � a lei!

Queime.

Ningu�m escapar�.

"Apesar de dar meu corpo... para ser queimado...

sem amor, nada sou.

E apesar de dar meus pertences para alimentar os pobres...

e meu corpo para ser queimado,

sem amor... nada sou.

O amor n�o � invejoso."

Sabe, Sherlock Holmes uma vez perguntou ao Dr. Watson:

"J� reparou como o latido do c�o � noite...

� not�vel?"

Dr. Watson disse: "N�o ouvi nenhum latido."

Sherlock disse: "Por isso � t�o not�vel!"

Bem, as coisas n�o deram certo.

Moreau queria transformar animais em humanos...

e humanos em deuses.

Mas o lance � instinto e raz�o, instinto e raz�o.

O que � instinto para um cachorro?

Ca�ar. Matar, Mestre.

Correr com a matilha.

Eu quero ir para o c�u dos c�es.

Agora somos homens.

Ele disse...

que ele estava mais perto do seu objetivo...

do que eu poderia imaginar.

Voc� lembra?

Eu cheguei a acreditar...

que ele salvou minha vida...

quando, na verdade...

todo tempo...

ele queria tirar ela.

ele queria...

me usar.

Ele queria usar meu DNA...

para parar sua regress�o.

Bem, de qualquer forma...

Ele est� morto...

e Montgomery est�...

louco...

E ele...

Bem, ele destruiu todo o soro.

Saiam!

Saiam!

As armas.

Como vai, senhor?

Acho que nos conhecemos.

Drip, drap, drip, drap.

"Para vai, chapeuzinho?

Minha ferinha.

Pegue!

Devagar, ferinha,

ou irei machucar voc�

Lembra...

De como o Mestre me castigava?

Ele nunca tocou sua pele macia, tocou?

Diga a eles...

que eu sou a lei.

N�o acreditem nele!

Ele n�o � a lei!

Bom garoto.

�Cinco dedos�.

Por favor diga a eles que eu sou Deus.

Voc� est� certo.

Voc� � um deus.

N�o!

Novamente.

Voc� � um deus.

Voc�s s�o todos deuses.

Diga a eles...

que me obede�am como faziam com o Pai.

Voc�s mataram o Pai.

Voc�s comeram sua carne.

Ent�o quem � o novo Pai?

Quem � o Deus N�mero Um?

Quem eles devem obedecer?

Ele?

Ou ele?

Voc� sabe...

deve haver um Deus N�mero Um.

Pai...

por qu�?

Voc�! Fique!

Douglas, fique aqui.

Fique conosco.

Eu voltarei. Eu voltarei.

Eu vou voltar.

Deve haver pessoas que possam...

Bem, m�dicos, cientistas...

que entendam o que Moreau estava tentando fazer.

Eles poderiam desenvolver um ant�doto, parar a regress�o.

Chega de cientistas.

Chega de laborat�rios. Chega de experimentos.

Pensei que voc� tinha entendido.

Precisamos ser o que n�s somos...

n�o o que o Pai tentou fazer de n�s.

Caminhar em duas pernas...

� muito dif�cil.

Talvez de quatro seja melhor.

Isso � um registro verdadeiro do que vi...

deixei de incluir somente a latitude e longitude da ilha.

Um alerta a todos que pensam em seguir os passos de Moreau.

Tento deixar estas lembran�as perdidas na minha mem�ria...

feito nuvem distante...

Mas, �s vezes, essa nuvem se espalha...

nublando o c�u.

Nessas horas, eu olho para os homens homens,

e percebo alguma semelhan�a...

com o povo-animal.

Parece que a natureza animal vem � tona...

e o que fica n�o � nem animal nem humano...

mas uma desequilibrada combina��o de ambos.

T�o desequilibrada quanto qualquer cria��o de Moreau.

Sigo meu caminho...

amedrontado.

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