All language subtitles for The Phantom Stagecoach - Ray Nazarro - 1957

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

DILIGÊNCIA FANTASMA (1957)

Vamos.

Ei!

Vá mais devagar!

Vá mais devagar!

- Meu ouviu? - Sim, ouvi, senhor.

Vamos.

Vamos, garotos.

Largue essas rédeas. Largue-as!

- Agora, levante as mãos. - Vocês não roubarão

essa diligência de novo. Seus ladrões miseráveis...

Vamos. Não temos chance.

- Sam. - Ele não pode ouvi- lo, senhor.

- O que aconteceu? - Acalmem- se, pessoal.

O que aconteceu, senhor? Como se salvou?

Pulei antes da diligência parar. Eles estavam em três.

O condutor matou um. O corpo está lá dentro.

Talvez conheçam o homem.

Obrigado por trazer a diligência. Me chamo Joe Patterson.

Esta é minha linha de diligência.

Nunca vi esse homem antes.

Três assaltos em dois meses. Não sei o que está havendo por aqui.

Isso é muito difícil para você, Joe. E não está ajudando minha reputação.

Espero que minhas outras diligências não tenham problemas.

A que vem do norte já deve estar chegando.

Ei, Shaw, pode assumir?

Me ajudem com esse homem, rapazes.

Esse não parece ser nosso dia de sorte. O que terá dado errado?

Nada que não possamos corrigir na próxima vez.

Impediremos o Patterson de transportar cargas nem que

tenhamos que destruir todas as suas diligências.

- Você quer parar o Wells Fargo? - Até agora eles só tem contrato

com o Patterson. Mas se os negócios melhorarem,

o Wells Fargo assumirá e estaremos acabados.

Não haverá espaço para nós dois.

Kincaid nunca esteve no rancho ou na cidade.

Ninguém o reconhecerá. Então não perderemos nada.

Parece que ele terá um funeral de primeira.

Lá dentro, cavalheiros.

Lá dentro.

Você enterrará aquele assaltante no nosso cemitério?

Joe Patterson disse que pagaria pelos dois enterros.

- Bem, eu não faria isso. - Nem eu.

- Mas o Joe está pagando tudo. - Consegue imaginar isso?

Saia pelos fundos. Veja o que pode descobrir.

ESCRITÓRIO DE TRANSPORTE

- Bem, é melhor fechar sua linha, Joe. - Sim, não é seguro para cargas

- nem para passageiros. - Não é mesmo.

Três ataques em dois meses, uma diligência incendiada.

Prefiro andar no deserto do que usar essa diligência de graça.

- Não vou fechar a linha. - Te atacaram de novo, hein?

É uma pena. Fiquei triste pelo Sam.

Ele era mais que um condutor, era um bom amigo.

- Alguém reconheceu o outro homem? - Não.

Martin, temos que colocar um fim nesses roubos.

Te ajudarei com o que tiver, Joe. É só pedir.

- Bem, preciso de um condutor. - Tudo bem.

- Vim a esta cidade atrás de trabalho. - Depois do que fez hoje...

- O trabalho é seu. - Ótimo.

Este homem trouxe a diligência. Martin Maroon,

dono da linha de transportes. Como se chama?

- Meu nome é Glen Hayden. - Olá.

Olá. Pegarei minha mala

e irei para o hotel.

Sr. Hayden, o que esse cavalo faz amarrado aqui?

Eu o trouxe. Pertencia ao bandido morto.

Pensei que alguém poderia reconhecê-lo.

Algum de vocês já viu esse cavalo antes?

Não acho que ele será reclamado. Mas tenho uma sugestão, xerife,

- se quiser ouvi- la. - Tudo bem.

Diga.

Bem, um cavalo sempre acha o caminho de casa, não?

Deixe-o ir e siga-o.

MWK.

Alguém era dono desta sela.

Tentarei sua sugestão esta tarde.

Obrigado, xerife. Gostaria de acompanhá-lo.

Você é bem-vindo.

Vamos.

Ganhei, Tom. Te disse que venceria.

Meus cavalos não estão descansados como o seu.

Todo homem tem uma desculpa quando perde para uma mulher.

Tom Bradley, essa é a última vez que viajo com você.

- Prefiro viajar de mula. - Cheguei 10 minutos antes.

O que me custou um ano de crescimento.

Tom, não. Todos estão vendo.

Eu não me importo.

Me desculpe, Sr. Patterson.

- Pare, Tom. - Tudo bem.

Ei, por que todas essas pessoas estão aqui paradas?

- Não temos tanto trabalho. - Houve outro assalto.

- Sam Clayton está morto. - Sam está morto?

- Um dos bandidos o matou. - Tio Martin, isso é terrível.

- Eu sei, Fran. - Você é boa no cavalo, senhorita.

- Obrigado. - Se mantivesse a fêmea

- na frente, você poderia ter ganho. - Não preciso de lições, senhor.

Sei como usar meus cavalos e ela sabe cavalgar.

Vá com calma, Tom. Esse homem trouxe a diligência.

Acho que estou um pouco chateado sobre o Sam.

Tenho que descarregar. Vou mover os cavalos.

Essa é minha sobrinha. Francis, esse é o Glen Hayden.

Se soubesse que o cenário era tão bonito por aqui,

tinha vindo antes.

Você ainda está com a minha mão, Sr. Hayden.

Espero que não seja pela última vez, Srta. Francis.

Vou falar com o Tom, depois voltarei para o rancho.

Tudo bem.

LINHA DE DILIGÊNCIAS PATTERSON

Farei com que te deem um bom quarto no hotel.

Obrigado.

Desculpe se te ofendi. Não estava tentando criticar

a forma que conduz, só queria elogiá-la indiretamente.

Então, você é especialista nisso também?

- Tom, ele não disse nada tão terrível. - É melhor se tornarem amigos.

Vocês trabalharão juntos. Ele vai conduzir para o Patterson.

- Ele aceitou um trabalho e tanto. - Sim, depois da morte de hoje,

sei o que enfrentarei. Espero que o mesmo

não aconteça contigo.

E se fosse você, não viajaria sem um guarda.

Mas não sou você. E vou repetir, senhor,

não preciso de lições.

Veio lá de trás.

Ei!

Saia daí!

- Foi baleado? - Não, me cortei num prego.

- Passou por ele no beco? - Não.

- Não passou? - Eu disse que não.

- Ele foi na sua direção. - Ele deve ter se escondido

até eu passar. Como ele era?

Só vimos poeira.

Quem quer que seja, ele se foi. Certo, pessoal.

Não há nada aqui para vocês. Vamos sair daqui.

Xerife, ele matou o cavalo que eu trouxe.

Eu não devia ter esperado. Você teve uma boa ideia.

Obrigado. Aonde posso cuidar disso?

Venha ao meu escritório.

Talvez eu possa ajudar.

Com o que está preocupado? Aquele homem e a Fran?

Não.

Farrow? Eu disse a ele o que fazer.

Sabe o que está me incomodando? Terem matado o Sam.

- Algo deu errado, só isso. - Você me prometeu...

Descobriremos o que houve mais tarde, Tom.

Agora, volte ao trabalho e não fique tão triste.

Ouça, Sr. Maroon. Nós fizemos um acordo.

Falaremos sobre isso mais tarde.

Tinha um remédio por aqui. Arde, mas é bom.

- Agora não consigo encontrar. - Temos óleo para cavalo.

Vou pegar.

- Óleo para cavalo? - Levante a manga.

Não sou cavalo.

Nem sou enfermeira, mas vou passar o óleo para cavalo.

É bom para tudo. Não vai te machucar.

- Agora, levante a manga. - Tudo bem.

Sabe, sempre sonhei com uma enfermeira bonita, caso precisasse.

Sério.

Sr. Hayden, seus elogios não me impressionam.

Não é elogio. Você tem um espelho.

Cabelo bonito, olhos bonitos, sorriso bonito e...

- E você é muito persistente. - Bem, faço o melhor que posso.

Nesse meu novo trabalho, espero que aposte corrida

- até a cidade comigo um dia. - Não aposte nisso.

- Tom te ensinou a cavalgar? - Porque seria o Tom?

- Foi um bom palpite? - Aprendi a cavalgar no Leste.

- Só está visitando? - Estou vivendo aqui agora.

Quando meu pai faleceu, o tio Martin me chamou para

cuidar da sua casa para ele. Isso foi há quase 8 meses.

Vejo que estou atrasado, mas tentarei alcançá-la.

Talvez você deixe eu te visitar no rancho um dia desses.

Você terá que pedir ao tio Martin. Ele é meu guardião.

Pedirei a ele.

Espero não ter que ser baleado num assalto para vê-la novamente.

Não brinque. Você pode morrer.

- Você iria ao meu funeral? - Pare de falar assim.

- Como está o braço? - Está melhorando bem.

Quem atirou naquele cavalo estava muito assustado.

Sabe, não consigo imaginar que alguém nesta cidade gostaria

- de ferir o Joe Patterson. - Não o Joe.

- Seu negócio. - Ninguém aqui

está interessado no seu negócio. Ele tem contrato com o Wells Fargo,

- mas eles não são assassinos. - Tenho certeza de que não são.

Acho que falamos alto demais sobre aquele cavalo.

- Vejo que sim. - Ainda pode checar aquela sela.

Senhora, seria impossível achar o homem com aquelas três iniciais.

- Aqui está. - Obrigado.

Joe, você conhece alguém que te odeia com as iniciais MWK?

- Não... - Tudo bem.

Desculpe pelo jeito que a cidade te recebeu, Sr. Hayden,

- mas tentaremos fazer melhor. - Sim, estou feliz que esteja aqui.

É difícil conseguir e manter bons empregados.

Sr. Patterson, não é da minha conta, mas acho que sei de um jeito

em que pode se livrar desses problemas.

- Queria eu saber como. - O xerife disse que tem contrato

com o Wells Fargo. Por que não vende a eles?

Eu poderia. Eles são grande, mas querem expandir.

Na sua idade, por que não vende? Deixe eles se preocuparem.

Eles tem dinheiro para colocar 6 guardas armados em cada diligência.

- Você não. - Tive muitas bolhas,

suei muito, consegui muitos cabelos brancos construindo esta linha.

Não vou fugir dela só por que está com problemas.

- Aí está sua resposta. - E aí está seu braço.

- Bom como novo. - Bem, obrigado, enfermeira.

Acho que devia vê-lo, ao menos, duas vezes ao dia.

Então veja-o. Ele é todo seu.

Gostaria de encontrar o homem que matou aquele cavalo.

- Atacou como uma cascavel, não? - Sim, e é mais difícil de encontrar.

É uma pena. Ele deve ser a chave deste mistério.

Sabe, ela está certa. Ele pode nos levar

ao que procuramos melhor do que o cavalo.

Vou desfazer as malas e te vejo mais tarde, Sr. Patterson.

Certo.

- Adeus, Fran. - Adeus.

Adeus.

Sabe, ele é um ótimo rapaz. Gostei dele.

Ele esqueceu seu casaco.

Por que não leva para ele no hotel? Ele estará esperando.

- Fran fará um deles muito feliz. - Sim.

Tom Bradley não gostará disso.

Atrasado, não?

- Enlouqueceu? - Não.

Mas você sim. Matar aquele cavalo

e atirar no Hayden. Onde estaríamos se fosse pego?

Onde estaríamos se aquele cavalo trouxesse o xerife aqui?

Aquele cavalo nunca esteve aqui. Você sabe disso.

Você gosta de puxar o gatilho. Agora o xerife sabe que

- há alguém suspeito na cidade. - Não tenho que me explicar

- a você pelo que eu fiz. - Você poderia ter esperado.

Está com problemas, Tom?

Isso está ficando fora de controle. Concordei em acabar com o

negócio do Patterson para ficarmos com ele.

Não com nenhuma morte, como a do velho Sam.

- E não concordarei com nenhuma. - Bem, esperava que não

houvesse nenhuma. Isso não é coisa de criança.

- Queremos algo grande. - Bem, isso não muda nada.

Roubar a diligência é uma coisa. Não vou me misturar com

nenhuma matança. Estou desistindo.

Tom, você não pode fazer isso. Você significa muito para mim.

- Você fala das minhas informações. - Não, falo de você.

Minha casa é sua. Somos amigos.

- Fran gosta de você. - Vamos nos manter nesse assunto.

- Estou desistindo. - Não deixarei você fazer essa tolice.

Nós vamos controlar todo o transporte por aqui,

de passageiros e cargas. Não deixaremos mais ninguém crescer.

Olhe, te prometi uma porcentagem quando conseguíssemos a linha, não?

Sim, e gostaria de estar vivo para desfrutá-la.

Você estará.

Você é inteligente, rapaz. Essa sua ideia te trará muito dinheiro.

Essa é sua criação.

Placas de ferro de dois centímetros.

Não há perigo para quem estiver dentro.

E ninguém do lado de fora poderá acertá-los.

Então, sem mais nenhuma morte. É isso que quer, não?

- Isso te satisfaz? - Bem...

Tudo bem. Certo.

Sim, ela estará pronta pela manhã.

Por sinal, roubaremos você perto de King's Pass.

Lembre-se, saque sua arma e largue-a quando mandarem.

Isso é tudo.

Sim, isso evitará que seus passageiros atirem.

Volte para a cidade e nos deixe cuidar disso.

- Não deixe de falar com eles. - Não teremos mais problemas.

Se fizermos isso junto, dará tudo certo para nós, rapaz.

Por sinal, passe no meu escritório de manhã pra pegar uma carga extra.

Carga? De você?

Bem, parecerá bom, não? Entregar alguns dos meus negócios

para o Patterson.

Tom deixou o Patterson para trabalhar para você.

Ele pode mudar de lado, não? E pode trazer o xerife aqui esta noite.

Ele não fará isso. Ele quer fazer parte

da minha família. Ele precisa de mim.

- Eu preciso dele. - Você precisa dele?

Você não está pensando bem, Farrow. Sabe, podemos precisar de alguém

para levar a culpa se algo der errado.

Quem melhor que o Tom?

- Olá, Fran. - Tom!

- Não te vi o suficiente hoje. - Não viu, hein?

Agora que está aqui, você pode me ajudar a escovar o Sugarfoot.

Ele pode esperar.

Não seja difícil, Sr. Bradley.

Por favor. Está me machucando.

- Você está louco. - Sim, por você.

Vamos falar sério.

Tudo bem. Falarei.

- Tenho grandes planos para nós. - Para nós?

É claro.

Você acha que só gosto de você, Fran?

- É mais profundo. - Bem, eu...

Ouça-me! Nem sempre tenho a chance

de falar contigo.

Terei dinheiro um dia e serei o chefe.

E terei um lugar como esse. E uma esposa como você.

- Isso pode demorar bastante. - Não quer casar e ter filhos?

- Claro, mas... - Comigo?

Não direi ''sim''.

E não direi ''não''.

- Então tenho uma chance? - Sim, você tem uma chance, mas...

- Tudo bem. - Tom, por favor...

Tudo bem. É a primeira vez que diz isso.

É o suficiente por ora.

- Boa noite. - Boa noite.

Muitas pessoas tem chance. Não é, Sugarfoot?

ESTÁBULO LINHA DE DILIGÊNCIA PATTERSON

Está perfeito, Slim. Obrigado.

Esse é o golpe perfeito. O pessoal sentirá pena de você.

Espero que sim. Aja naturalmente

quando os rapazes te pararem na passagem.

Ei, olhe o que o Maroon está fazendo.

Ele não está com medo da diligência do Patterson ser assaltada.

Entregando alguns negócios ao seu próprio concorrente.

Isso é amizade verdadeira.

Não, Jane. Nada acontecerá.

E se acontecer, estarei ao seu lado.

Se acontecer? Você disse ''se''.

Você acredita que algo possa acontecer.

- Não acredito, não. - Acredita sim.

Pensei que estivesse no negócio de cargas, Maroon.

Assim como o Joe Patterson. Se não mostrarmos que

acreditamos nele, como ele continuará?

Apoiem o Joe.

Ninguém roubará esta diligência. Não com Tom Bradley conduzindo.

Ei, Joe, mande a diligência partir. Tenho uma carga que tem que

- ser entregue até anoitecer. - Você é gente boa, Martin.

Amigos precisam ficar juntos.

Venha, querida.

- Está na hora de embarcar? - Está tudo pronto.

- Pode embarcar. - Não se preocupe, Sra. Wiggins.

Você não precisa se preocupar. Por que ficará aqui.

São e salvo. Mas eu disse ao Walter

- que se formos atacados... - Você está ficando

agitada de novo, Jane.

Bem...

Não. Eu não irei.

- Mas, Jane, você prometeu. - Ninguém nos roubará hoje, senhora.

Não com isso a nosso favor.

- Tom, entre por um instante. - É claro.

Hayden fará a segurança para você.

Para que preciso dele? Tenho me saído bem sozinho até agora.

Tom, essa linha é minha. Hayden irá ajudar

até eu conseguir mais condutores. Quero dobrar todas as viagens.

Ter proteção extra. Então, deixe-o fazer sua segurança.

- O que há de errado nisso? - Ele não está aqui para

assumir seu lugar. Você trabalhará para mim

enquanto quiser, e sabe disso. Agora, apertem as mãos.

Preciso de vocês dois.

Pronto. Isso é ótimo.

Ei, Patterson. Vamos viajar

antes que minha esposa perca a coragem.

Tom, cheque essa corda aqui atrás.

Daremos proteção dupla a vocês neste viagem.

Hayden, há vários cartuchos sob o assento, caso precise.

Certo.

- Como isso aconteceu? - Ideia do Patterson.

- É melhor parar os rapazes. - É tarde demais.

- Eles partiram há uma hora. - Vá atrás deles, pegue um atalho,

- impeça- os. - Não há tempo.

Tom.

- Suba e comece a viagem. - Claro.

Você não terá problemas hoje.

- Martin, o que acha? - Acho que conseguirão.

- Quanto tempo essa viagem leva? - Oito horas.

- Com os mesmos cavalos? - Não, trocaremos por novos

no Pop Sullivan, do outro lado de King's Pass.

Há sempre seis cavalos lá.

- Onde aprendeu a usar cavalo? - Cavalos e mulas.

4 anos na cavalaria.

- Já lutou contra algum apache? - Não, eu não.

Me deu a chance de praticar tiro.

- Já matou alguém? - Não tenho certeza.

- Mas já atirei bastante. - Odiaria ter que matar.

Vi meu pai ser baleado pelas costas quando tinha 6 anos.

- Odeio mortes. - Às vezes, não tem como evitar.

O que você faria se a diligência fosse assaltada agora mesmo?

Sua arma está carregada, não a minha.

O quê?

E te chamarei de mentiroso se mencionar isso na cidade.

É assim que protege sua diligência, seus passageiros e o Patterson?

Patterson me paga para conduzir. Enganarei, lutarei, correrei

contra um homem, mas não matarei.

Você mudaria de ideia se tivesse que decidir

entre sua bala e uma flecha apache.

Não há apaches por aqui.

- Quanto tempo até King's Pass? - Menos de 4 horas.

Talvez não devêssemos viajar com as correspondências.

Te disse que não queria fazer essa viagem.

- Sua mãe não está tão doente. - Bem, se fosse a sua mãe,

você não reclamaria tanto.

Vamos! Vamos lá!

Ei, Langton. Algum sinal deles?

Nem mesmo poeira.

Eles saíram há 4 horas.

Como consegue comer? Juro que ''encheria a pança''

mesmo que estivesse sendo enforcado.

Bem, se fosse minha última chance com uma boa refeição...

Com um atraso assim, não viajaremos até anoitecer.

Ninguém te forçou a vir conosco, Sra. Wiggins.

Eu fui forçada pela doença da minha sogra.

Deve ser a mesma dor de cabeça de sempre.

Jane, pode parar, por favor? Qual é o problema com você?

Aquela Fran Maroon é uma coisinha linda, não?

Sim.

Ela é uma coisinha linda. Se acha que essa é a palavra certa.

- Sem querer ofender. - Vamos nos casar.

É? Quando?

Eu não sei. Mas nos casaremos.

Ela disse isso?

- O que quer dizer? - Nada, mas...

Geralmente, quando uma jovem aceita se casar, ela marca uma data.

Será em breve. Vou me demitir deste trabalho.

- Vou me juntar ao Maroon. - Parece bom.

Alguma carroça do Maroon já foi assaltada?

Não.

- Me pergunto o porquê. - Acho que é por que

a diligência do Patterson transporta dinheiro, a do Maroon, não.

Entendi.

Então, se juntará ao Maroon assim que falirem o negócio do Patterson, hein?

- O que quer dizer com isso? - Está claro que alguém quer

falir o Patterson. E quando isso acontecer,

você perderá o emprego. Assim, se juntará ao Maroon,

casará com a Fran, ficará com uma parte dos negócios

e terá um final feliz.

Não gostei do jeito que disse isso. E não gosto de você.

Sei disso desde ontem.

Vocês são pagos para conduzir a diligência ou para falar o dia todo?

- Resolveremos isso mais tarde. - Quando quiser.

Talvez estejam de férias, mas eu não estou.

Devia estar louca para entrar nesta diligência.

Hayden.

Amarre essa carga com segurança.

Tom está vindo.

Lembrem-se, queimaremos essa diligência.

Se houver algum passageiro, ele pode voltar andando com o Tom.

Não.

Vá mais devagar.

Não posso. Olhe lá.

- Cadê a minha arma? - Deve ter caído.

Está louco? Tire o pé do freio.

Qual é o problema? São só cavalos fugindo.

Não são cavalos fugindo. Isso é um truque.

Alguém está conduzindo aqueles cavalos.

Você tem uma arma. Use-a

A roda ficou presa na pedra.

- Fui atingida. - Segure- se.

Eles pararam.

- Por que o Tom não parou? - Ele não estava conduzindo.

Se soltarmos a roda, ainda podemos alcançá-los.

Não, aquele outro homem já nos viu o suficiente.

Certo, vamos soltar a roda da pedra.

- Você e sua condução. - Você e sua mira.

Não acertou nada.

Ei! Ei!

Minha esposa foi atingida. Me ajudem.

Parem a diligência.

Minha esposa. Minha pobre esposa.

Não foi nada demais. Você é uma mulher de sorte,

- Sra. Wiggins. - De sorte?

Por estar aqui sangrando até a morte?

- Morrendo? - Não, você ficará bem.

- Foi superficial. - Leve- nos para casa, por favor.

Agora mesmo.

Eles pararam. Talvez tenham quebrado uma roda.

- Posso dar a volta por eles. - Não faremos isso.

- Seria suicídio. - A diligência tem que continuar.

Por quê? Você perdeu a carga

- e tem uma passageira ferida. - Você nos levará de volta para casa.

Direto. E não parará para nada!

Sim, Sr. Wiggins. Foi isso que o Tom disse.

Alguém foi inteligente ao preparar uma diligência como aquela.

Não pareceu te preocupar pelo jeito que colocou o pé no freio.

Te disse que achei que os cavalos estavam fugindo.

Deixe-me dizer-lhe algo mais. Enquanto eu estiver conduzindo,

nunca mais tire essas rédeas das minhas mãos.

Tudo bem. E se eu viajar

numa diligência com você de novo, mantenha sua arma carregada.

- O que está tentando dizer? - Quanto tiver certeza, te conto.

Vamos voltar para a cidade.

Ei, Joe, a diligência está voltando!

- Tom. - Outro assalto.

- Você dá muito azar. - Leve- me para casa.

- Leve- me para casa. - Ela foi baleada.

Leve-a para o meu escritório. Chame o médico.

Então, não há motivo de preocupação? Olhe meu braço.

Nunca mais andarei na sua diligência.

- Cadê a carga? - Caiu durante o ataque.

Eles nos atacaram de outra diligência neste lado de King's Pass.

- Quantos homens? - Não sei.

Sequer vi o condutor. Foi estranho.

- Sem condutor? - E a diligência não tinha janelas.

- Por quanto tempo isso irá continuar? - Aonde conseguiriam uma diligência

- dessas? - Eu não sei.

- Graças a Deus que voltaram à salvo. - Por que nunca te roubaram, Sr. Maroon?

- Sua carga é valiosa. - Eu não sei.

- Não tenho resposta. - Esses ataques parecem direcionados.

Que tipo de comentário é esse que fez para o meu tio, Sr. Hayden?

- Srta. Francis, isso não é problema seu. - Tire as mãos dela!

Ei, parem com isso! Estão agindo como tolos.

Devia prender os dois.

Se ele voltar a te incomodar, me avise.

Só quero incomodar aqueles homens. O que faremos sobre o ataque de hoje?

Você os viu. Sabe quem são?

Te disse que não vi ninguém.

Mas há uma diligência fantasma armada com bandidos.

Temos que reunir uma posse e caçá-los.

Voltar a essa hora para King's Pass? Não chegaríamos antes de anoitecer.

Bem, se esperarmos amanhecer, não sobrará nenhuma trilha.

- O vento apagará tudo. - Não parece sensato

sair no meio da noite quando podemos fazer um trabalho melhor

- amanhã de manhã. - Isso é sensato.

- Concordo com o xerife. - Talvez seja melhor fechar a linha.

Não colocar mais passageiros em perigo.

- Espere outro dia, Joe. - Partiremos de manhã.

- Você será bem- vindo, se quiser. - Partirei agora...

- Se conseguir um cavalo rápido. - Pegue qualquer um dos meus.

Obrigado. Posso chegar em King's Pass

em duas horas e pegar alguma trilha antes de anoitecer.

- Sinto muito sobre tudo isso, Joe. - Sei que sente, Martin.

Se deixaram alguma marca, sei que a encontrará.

Farei uma lista de cavaleiros para amanhã.

Fran.

Fique aqui mais um tempo. Vou partir agora.

- Eu te encontro em casa. - Tudo bem.

- Hayden deve encontrar marcas lá. - Hayden não voltará.

- O que fará? - Você estará à salvo.

Direi ao Farrow e aos rapazes para esperarem por ele.

- Farrow o matará. - Pare de reclamar, Tom.

- Você quer ganhar, não? - Não quero ser enforcado

- por fazer parte disso. - Então fique aqui e não abra a boca.

É melhor eu ir. Hayden já está com uma boa vantagem.

Você ir até lá está noite não resolverá nada.

Bem, não deixarei o Hayden mostrar que eu estava errado.

E se ele encontrar um trilha? E se aqueles bandidos ainda

estiverem por lá e o emboscarem? Todos me culparão.

Fique à vontade. Selaremos o Coley,

ele é rápido.

Mandei colocar novas ferraduras nele ontem.

Obrigado. Alcançarei o Hayden,

e se aquela diligência deixou alguma trilha,

seremos capazes de segui-la antes de escurecer.

Se encontrarem alguma pista, iremos com vocês amanhã.

Deve haver alguma marca naquela estrada.

Uma coisa eu te digo. Enforcaremos todos

que estiverem envolvidos nisso.

Bem, eu não sou à favor de enforcamento, xerife.

Sam foi morto à sangue frio. E quem o matou tem que pagar.

Você está certo sobre isso. Vamos.

- Xerife. - Hayden.

Não imaginou isso, não é?

Bem, um velho pode mudar de ideia. De qualquer forma,

sendo xerife, tenho esse privilégio.

Bem, duas cabeças pensam melhor que uma.

A diligência deixou uma trilha. Olhe isso.

A roda da frente entortou depois de acertar aquela pedra.

Isso deixou a marca mais larga do que das outras rodas.

Venha cá.

Um dos cavalos está usando uma ferradura diferente.

Não devemos ter trabalho para seguir isso.

Ei, para um condutor de diligência, você fala mais como detetive.

Eu sou.

Investigador especial do Wells Fargo.

- Por que não disse isso ontem? - Eu não chegaria tão longe

se todos na cidade soubessem disso.

Você está certo sobre isso. Manterei seu segredo, filho.

- Estou feliz em tê- lo aqui. - Bom, xerife.

- Temos mais de uma hora de luz. - Talvez nós...

Talvez não.

Aquele é o Farrow. Empregado do Maroon.

Isso não me surpreende.

Vejo que não conseguiremos fugir juntos, filho.

- Os atrairei enquanto busca ajuda. - Não, eu farei isso enquanto

- volta para a cidade depressa. - Mas, xerife...

Faça o que eu disse. Volte para lá.

Tudo bem. Boa sorte.

Tudo bem.

Lá está ele.

Para onde o Hayden foi? Você tinha um trabalho fácil

na cidade e devia ter permanecido assim.

- Podemos fazer ele falar. - O Hayden reconheceu algum de nós?

Responda-me!

Coloque-o no cavalo.

- Por que não ficou na cidade? - Há quanto tempo o Farrow

- e os outros saíram? - Que diferença isso faz?

Por que sei o que acontecerá em seguida.

Riorden pegou o melhor cavalo do Joe para encontrar o Hayden.

- Farrow e os rapazes pegarão os dois. - Pode ser que não peguem.

Farrow pode trazê-los aqui. Eles podem ser vistos e seguidos.

E nós seríamos pegos em flagrante.

E isso ajudará a enforcar todos nós.

Maroon.

Maroon?

Então, era você o tempo todo? E você, Tom.

- Cadê o Hayden? - Ele fugiu.

O maior bando de ratos que já vi.

Maroon, o respeitável...

- O que quer que façamos com ele? - Não podemos deixá-lo ir.

- Ele sabe de muita coisa. - Te disse que não participaria

- de mais nenhuma morte. - Claro que não, Tom.

Deixe o Farrow cuidar disso.

Pare, Tom!

Você deixou ele fazer isso. Deixou o Farrow matá-lo pelas costas.

Você assassinou o Sam. Agora assassinou o Riorden.

Me escute, Tom.

Você está metido nisso até o pescoço.

Você fará o que eu quiser ou receberá o mesmo que o Riorden.

Então?

Acho que eu estava errado.

- Estou do seu lado. - Assim é melhor.

- Leve a diligência para o rancho. - Como levaremos a diligência

para o seu rancho com a garota lá?

Leve-a para perto do rancho esta noite. Mandarei a Fran a cidade pela manhã.

- Então você leva para o pátio. - E depois?

Depois a colocamos numa carroça e a levamos para a fronteira.

Isso é inteligente. Se não formos pegos.

Não seremos. O que acha, Tom?

Isso deve nos tirar desse problema, não?

Sim. Acho que sim.

- Bom. - E o xerife?

Enterre-o. Limpe esse lugar.

Não deixe nada aqui. Saiam daqui e cubram

todas as suas trilhas. Sem provas, sem culpa.

- Os vejo pela manhã. - Estaremos prontos.

Diga ao Barney que ele tem uma semana para colocar ferradura

nestes cavalos, por que quero que ele faça um trabalho melhor do que

- da última vez. - Certo, tio.

Se eu não estiver aqui quando voltar, não se preocupe.

Vamos transportar uma carga hoje e acompanharei os rapazes.

Certo. Adeus.

Até mais.

Aí está o sinal. Vamos levar isso

para o rancho depressa.

- Bom dia, Sr. Barney. - Bom dia, Fran.

Meu tio disse para colocar ferraduras nestes cavalos.

Bem, não sei quando voltarei. Amarre-os ali.

Ei, o que está havendo?

- É uma posse? - Pode se chamar assim.

Ontem à noite, o xerife e o Hayden foram perseguidos

perto de onde o Hayden viu aquela diligência fantasma.

Hayden voltou. O xerife, não.

Os assaltantes ainda estão nas colinas?

Esperamos que sim. E queremos pegá-los.

Outra coisa, Fran.

Hayden disse que o Farrow estava liderando os homens que os perseguiram.

Farrow?

Vamos sair para fazer algumas perguntas ao seu tio.

- O que está havendo? - Srta. Francis, a que hora

os homens do seu tio chegaram ao rancho ontem a noite?

- Eu não sei. - Eles estão lá agora?

Podem estar. Não tenho costume de acordá-los.

Farrow trabalha para o seu tio. Assim como Spencer,

Langton e Williams. Eles estavam na gangue

- que me perseguiu ontem. - Está tentando dizer...

Fran, o Hayden não só trabalha para mim.

Ele é um investigador do Wells Fargo.

Encontramos isso no escritório do seu tio ontem a noite.

Olhe as iniciais.

MWK?

Sim.

São as mesmas iniciais gravadas na sela do homem que matou

o Sam Clayton.

Isso não envolve meu tio necessariamente.

Não.

Mas queremos saber o que isso fazia no seu escritório,

bem como lhe perguntar outras coisas.

Seu tio não falou nada sobre essas iniciais quando encontramos a sela.

Talvez ele não soubesse nada sobre elas.

- Ele terá a chance de dizer isso. - Tudo bem.

Vamos perguntá-lo.

Não deixem de cobrir tudo.

Vamos, cubra-a. Temos que sair daqui.

Farrow, está vendo algo?

Nada.

- Langton? - Tudo pronto.

Certo. Vão para as suas carroças.

Langton, leve a carroça que carregará a diligência com o Tom.

Quero ela na frente para eu poder ficar de olho.

Tom, você conduz. Langton, vigie o Tom.

- Como assim? - Não confio mais em você.

Você perdeu a coragem.

- Você está errado. - Arriscarei isso.

Depois que atravessarmos a fronteira com a diligência,

- você não precisa voltar conosco. - Isso é tudo que...

Não reclame. Suba na carroça.

Estaremos seguros em três horas.

- Hayden ainda está vivo. - Ele não significa nada

para nós agora.

- Langton, pode me fazer um favor? - É claro, Tom.

Diga ao Maroon que ele estava errado sobre mim.

O quê?

Diga lhe que não perdi minha coragem.

Vamos logo. Aquele tolo está voltando para a cidade.

Depressa.

Sigam em frente. Pegaremos o Tom.

São as carroças do Maroon. Estão se separando.

- Por que estão atirando? - Vá com a metade para a fronteira.

Nós vamos atrás dos outros.

Fran, espere.

- Isso não é lugar para você. - Se meu tio está com eles,

quero enfrentá-lo.

Parece que o Hayden está liderando eles.

Siga em frente.

Aí está. Bem na sua frente.

Toda a sujeira. Maroon está por trás de tudo.

- Eu estava com ele. - Farrow está morto.

Aí está a diligência fantasma. Estávamos levando-a para o

- outro lado da fronteira. - Outro lado da fronteira?

- Nesta estrada? - Acho que perdi a direção.

Eu diria que a encontrou.

O que fez hoje apagará parte do que fez ontem.

Está dizendo que meu tio realmente estava por trás disso?

- Assim como eu. - Sinto muito, Sr. Patterson.

Estou triste a enjoada ao mesmo tempo.

Acho que nós dois estamos.

- Sr. Hayden, eu... - Não precisa dizer, Fran.

Tenho certeza de que tudo dará certo para a maioria de nós.

Inclusive para mim, espero.

- Pegamos todos os outros. - É melhor levá-los para a cidade.

Só vou até aqui.

- Fran, você não teve nada com isso. - Não, farei as malas e irei embora.

Não há nada que possa fazer, Sr. Patterson.

Bem, posso tentar. O Wells Fargo se ofereceu

para comprar minha linha. Venderei sob uma condição:

Que te façam gerente com direito a uma porcentagem, Hayden.

Obrigado, Sr. Patterson. Esta é a oportunidade

- que eu estava procurando. - Você a conseguiu.

Mas não fará diferença se não estiver aqui.

- Por que não fica, Fran? - Não, vou passar um mês no Leste.

Preciso de tempo para pensar. Adeus, Glen.

A diligência partirá às oito da manhã.

- Estarei nela. - E a estarei conduzindo.

Te vejo pela manhã.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.