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Bem-vindos ao Last Week Tonight.
Eu sou John Oliver. Muito obrigado pela companhia.
Foi uma semana cheia.
Xi Jinping se encontrou com Vladimir Putin,
Trump colocou a tia bêbada mais malvada do mundo
como procuradora general interina de Washington
e, claro, aconteceu isso:
Do Vaticano, um anúncio totalmente inesperado.
Temos um papa. Um papa estadunidense.
O papa Leão XIV, de Chicago.
A melhor manchete veio da cidade natal dele, Chicago,
no estilo de Chicago: "Nosso papa!".
É, temos um papa de Chicago.
O cardeal Robert Prevost agora é o papa Leão XIV.
E Chicago passou a semana especulando com entusiasmo
sobre os toques de Chicago que ele vai dar ao papado.
O Corpo de Cristo vai ser um pão com molho de carne do Portillo's.
O lema da igreja vai ser que cachorro quente
não se come com ketchup, mas se uma criança quiser, tudo bem.
E tivemos centenas de piadas
sobre como Malorts vai ser o novo vinho sacramental.
E se você não é de Chicago e pergunta: "O que é Malorts?",
saibam que não é uma bebida,
e sim um ritual de iniciação da cidade inteira.
É um licor com o sabor, cheiro e a energia em geral
do que um vilão do Batman usaria para envenenar a água.
E o incrível é que é provável que o papa Bob tenha provado.
Mas vamos focar na guerra comercial do presidente.
Semana passada, Trump chamou a atenção
quando parecia tentar preparar o povo para problemas econômicos desse jeito:
Talvez as crianças tenham duas bonecas no lugar de trinta, sabe?
E talvez as bonecas custem um pouco mais do que antes.
Que coisa mais estranha de se dizer.
É mais uma foto do álbum caótico de Trump tendo algo a ver com crianças.
"As crianças vão ter duas bonecas no lugar de trinta"
entra na lista junto com o grito com o menino do gramado
e quando ele perguntou a uma criança se acreditava no Papai Noel,
porque "aos sete anos já está no limite, certo?"
E quando perguntaram sobre os comentários
alguns dias depois, Trump dobrou a aposta:
Você disse, e vou citar:
"Talvez as crianças tenham duas bonecas no lugar de trinta".
Isso.
"E talvez as bonecas custem um pouco mais do que antes.
Eu não acho que uma linda bebezinha de 11 anos
precise de 30 bonecas.
Ela pode ter três ou quatro.
Tem tanta coisa aí!
"Uma linda bebezinha de 11 anos"?
Não chame alguém de 11 anos assim. Primeiro, é esquisito,
e segundo, se chamar uma menina de 11 anos de "bebezinha",
ela vai te matar!
E também, achar que a idade principal de brincar com bonecas é 11 anos
é um erro impressionante.
Todos sabem que os brinquedos por idade são: Blocos de um a três anos,
bonecas dos três aos sete
e o telefone dos oito anos até a nossa morte.
E, incrivelmente, no Air Force One, ele triplicou a aposta:
Só digo que não...
Que uma jovenzinha de dez anos,
de nove anos, quinze anos,
não precisa de 37 bonecas.
Ela pode ficar muito feliz com duas, três, quatro, cinco.
Todos os jeitos que esse homem se refere às meninas
faz minha pele querer virar do avesso.
Dito isso, eu também gostaria de ver ele continuar para ver
quantas variações de idades e números ele pode usar.
"Só digo que uma jovenzinha de dez anos, nove anos,
de quinze anos, de quarenta e cinco com um coração jovem,
não precisa de 37 bonecas.
Ela pode ser feliz com duas, três, quatro, seis, oito,
mas também nove e, de certa forma, dez.
Dez bonecas a deixam feliz, não? Ou talvez onze.
Não podemos descartar 12. Doze é um bom número.
Doze apóstolos, doze dias de Natal,
ou 12 Homens e uma Sentença, Henry Fonda, que homem, não é?
Aqueles homens estavam muito bravos, muito bravos,
temos que tirá-los do país se vieram de forma ilegal.
Querem saber? 13 bonecas. É minha oferta final."
Agora parece que ele acha que garotas de 15 anos brincam com bonecas.
Ele já viu uma garota de 15 anos?
Que pergunta boba, claro que já, ele era amigo de Jeffrey Epstein.
Mas a questão é que Trump está certo, os brinquedos vão ficar mais caros.
Mattel, que faz a Barbie, disse que vai aumentar os preços
dos brinquedos nos EUA por causa das tarifas.
O CEO da Mattel disse que não vão fabricar brinquedos nos EUA,
mas vão aumentar os preços, e Trump deu uma resposta esquisita:
Se a Mattel... Não sei.
Foram o único país que disse:
"Vamos para o Canadá ou para outro lugar".
Tudo bem, ele pode ir.
Vamos botar uma tarifa de 100%, ele não vai vender um brinquedo nos EUA,
que é o maior mercado deles.
Certo...
Esquecendo que no espaço de uma única frase humana
a Mattel passou de empresa a país e a homem,
parece que Trump vai declarar guerra a eles.
Sabem o que significa, crianças? Os gravetos vão voltar!
O graveto: Jogue, pegue, coloque fogo, olhe para ele.
É o único brinquedo que você precisa,
e que sorte, é o único que você vai ter.
De certa forma, faz sentido Trump jogar isso nos brinquedos.
Ele pode fingir que são coisas frívolas.
Mas a questão é que exportações para os EUA já diminuíram,
e logo vão ser sentidas no aumento de preços em várias cosias.
Se você se pergunta se a guerra comercial idiota do Trump
vai machucar muita gente...
O papa é católico e agora um cara chamado Bob de Chicago?
A resposta óbvia dos dois é sim.
E agora, isso:
E agora, Brian Kilmeade brincava com bonecas, e tudo bem.
- É uma gola redonda, para homens. - Sim.
Eu tinha uma para o meu Falcon.
Você colocava no pescoço dele.
Claro.
Se vocês se perguntam por que Brian brincava com bonecas, era um Falcon.
É diferente.
Meu pai se incomodava, ele dizia que eu brincava com bonecas,
mas eram homens.
Eu amo tudo do Falcon.
O golpe de kung-fu, os olhos de águia, tudo funciona.
Eu lembro de brincar com o Falcon.
Sim.
Com os olhos de águia e o golpe de kung-fu.
O único brinquedo que você precisa é o Falcon Olhos de Águia.
O Ken confundia a minha geração.
Confundia?
É, não sabíamos se brincávamos com ele junto com os Falcons.
Eu tentei colocar um Ken na coleção de Falcon quando pequeno,
mas isso é outro assunto.
Você tinha um Falcon, mas queria um Ken?
Você tinha um Ken da Barbie?
Eu convenci meus pais a comprar um para eu o transformar em homem.
Eu lembro de pegar um Ken emprestado e botar com meus Falcons.
Foi a melhor ideia. O Ken ficou muito feliz.
Muita gente da geração anterior dizia: "Ele brinca com bonecas."
Não, é o Falcon.
Uma figura de ação.
Exatamente.
Tem cabelo real, olhos de águia, golpe de kung-fu.
Tudo que você precisa.
- Tinha o He-Man também, lembra? - Não.
E AGORA
Continuando.
O tema principal de hoje é sobre política e religião,
as principais respostas na pergunta do Family Feud:
"Motivos para não falar mais com o seu pai."
Número um, política. Número dois, religião.
Número três, "nós conversamos, mas é uma conversa mesmo?"
Eu sei que é pouco dizer que tem muita coisa acontecendo,
então talvez não tenham visto, mas semana passada
foi apresentado um grande caso envolvendo política e religião
para a Suprema Corte:
A Suprema Corte ouviu os argumentos de um caso que pode ser histórico,
que pode permitir escolas religiosas receberem dinheiro público.
No centro do caso, St. Isidore of Seville,
uma escola charter virtual católica proposta em Oklahoma,
operada pela arquidiocese local.
A escola quer ensinar a doutrina católica
e receber dinheiro público, algo nunca permitido antes
no sistema de escolas charter.
É, uma escola online, Saint Isidore, luta pelo direito
de ser a primeira escola charter religiosa nos EUA.
Isso é surpreendente por vários motivos,
um deles é que assim eu descobri que Santo Isidoro é considerado
o santo patrono da internet.
O que parece errado,
achei que santos patronos só representavam coisas atemporais,
como as artes ou os órfãos,
não o meio que hoje está cheio de vídeos de IA de gêmeos presidentes.
Não sei exatamente o que os santos deveriam vigiar,
mas isso me parece um desperdício do tempo deles.
A escola se considera um ministério da Igreja Católica.
Muitos temem que se ela receber verba pública,
vai ser mais um passo no terreno escorregadio
que vai quebrar a separação entre Igreja e Estado.
A Suprema Corte
não vai tomar uma decisão antes do próximo mês,
mas não quero falar sobre essa escola em particular,
e sim do grupo chave da causa, a Alliance Defending Freedom, ou ADF.
Mesmo que não reconheçam o nome, vocês com certeza conhecem a obra.
A ADF se considera a maior organização legal do mundo
para avançar o direito divino de toda pessoa
de viver e falar a verdade.
E nesse vídeo promocional celebrando os 25 anos deles,
eles reforçam muito a ideia de defesa de direitos e liberdade:
Por 25 anos, nós seguimos essa vocação.
A missão de se levantar, de defender, de perseverar,
de ser a voz da fé,
da liberdade.
O ex-chefe dos bombeiros de Atlanta Kelvin Cochran, ganhou...
Hoje, a Suprema Corte dos EUA,
em um dos casos de maior interesse do mandato, decidiu...
Jack, você começou uma grande caminhada em 2012, ontem você...
A liberdade religiosa é um direito pré-político,
que é parte da nossa dignidade como humanos.
Pertence a todos nós.
Está bem...
Mas eu tenho um problema com a frase "a liberdade religiosa
é um direito pré-político que é parte da nossa dignidade
como humanos".
Eu escutei umas 50 vezes e não sei que merda ela quis dizer.
É o equivalente jurídico da manchete real:
"Disney funde Hulu Live TV com Fubo, resolvendo processo de Venu".
As palavras parecem estar no lugar certo,
mas agora eu não entendo mais nem as que eu achava que conhecia.
A mulher que disse isso, Kristen Waggoner, é diretora da ADF.
E se acham que ela parece alguém
com um escritório cheio de produtos do Mickey e da Minnie, vocês erraram.
Porque ela tinha um escritório assim, mas se livrou dos produtos
depois que a defesa da Disney aos direitos LGBT
"arruinarem sua beleza".
Então aposto que vocês estão se achando bem estúpidos.
Mas como já devem ter adivinhado, a "liberdade" pela qual lutam
é, no máximo, muito seletiva.
Entre outras coisas, defenderam o confeiteiro cristão
que se negou a fazer um bolo para um casal gay no Colorado,
orquestrou o ataque à droga abortiva mifepristona na Suprema Corte
no ano passado
e está por trás do caso Dobbs, que anulou o direito ao aborto.
E quando perguntam sobre o último, eles tomam o crédito, mas pouco:
Qual foi o papel da ADF no caso Dobbs?
Trabalhamos muito próximo do Mississippi desde o começo.
Participamos da criação do projeto das 15 semanas.
Os coordenamos e assessoramos em toda a parte legal.
E, na Suprema Corte, estivemos sempre ao lado deles
oferecendo toda a ajuda possível.
Vocês se consideram advogados participantes da causa?
Denise já falou tudo que pode falar sobre nossa participação.
Não podemos responder mais perguntas.
Certo, mas só para clarificar.
Vocês escreveram os argumentos centrais do caso?
Novamente, não podemos falar nada sobre nosso envolvimento
além do que Denise já falou.
Certo.
Uma coisa sobre relações públicas: Evitar sua cliente de responder algo
é um ótimo jeito de a fazer parecer a desgraçada mais culpada no planeta.
Um porta-voz não se intromete assim se a resposta for "não".
Se alguém me pergunta:
"Foi você quem sugeriu que o monstro do cereal
pareça a mistura de um tufo de pelos pubianos com Gary Busey?"
e alguém se intrometer para falar:
"Não podemos comentar sobre o envolvimento do John",
vocês teriam certeza de que eu criei esse matagal.
Mas por mais que não queiram parecer que eles estão no controle,
a questão é que a ADF teve muitos sucessos.
Desde 2011, representaram diretamente 15 partes vitoriosas na Suprema Corte.
Desde a fundação, participaram de 77 vitórias.
Desde enfraquecer as leis para contraceptivos
na Lei de Saúde Acessível a eliminar a lei
que dava um espaço sem protestos em volta de clínicas de aborto.
Eles têm muito mais poder do que muitos imaginam,
e, eu vou dizer, eles usam esse poder para o mal.
De acordo com um documento estratégico interno de 2024,
seus objetivos incluem: Parar esforços para elevar
orientação sexual e igualdade de gênero
a categorias protegidas como a raça no direito,
e restaurar as ideias de matrimônio, família
e sexualidade que refletem a ordem criativa de Deus."
Que fique claro, Deus não tem ordem criativa,
só caos criativo.
Ele não precisava criar o universo e tudo nele em seis dias.
Isso é um comportamento de mania.
Ele claramente estava cheirado.
É a única explicação para termos o pichiciego-menor,
um animal que parece uma cauda de camarão
fazendo um 69 com uma galinha morta.
E quando os líderes da ADF conversam entre si,
às vezes eles demonstram espanto com o sucesso deles:
Eu queria que a ADF fosse maior que a ACLU em tudo:
Equipe, orçamento, casos, impacto,
e o medo que geramos no coração dos oponentes.
Em um sentido cristão.
Em um sentido cristão. Amor cristão que mata.
É um sentimento e tanto,
mas "Amor Cristão que Mata"
seria um nome incrível para uma banda de metal.
Isso foi há oito anos,
e a influência da ADF cresceu desde então.
Mas, de alguma forma, conseguiram ficar despercebidos.
Todo mundo sabe quem é a NRA e o que apoiam,
mas a ADF conseguiu evitar esse nível de fama,
o que funciona bem para eles.
Por isso, hoje vamos falar sobre a Alliance Defending Freedom:
Sua história, sua forma de agir e seus próximos alvos.
Primeiro, vamos ver como surgiram.
A ADF costumava se chamar Alliance Defense Fund.
Foi fundada em 1994 por evangélicos de destaque
para criar um fundo para pagar advogados
que enfrentassem a ACLU e outros do tipo.
Um dos principais fundadores foi James Dobson,
um homem que não parece uma pessoa real,
e sim a resposta de IA para: "Como eles são sem o capuz?"
Não é a primeira vez que falamos sobre Dobson,
falamos dele no programa sobre Mike Pence.
Ele é fundador da Focus on the Family.
Ao longo dos anos, ele desencorajou o casamento inter-racial,
disse que bater nas crianças não adianta se batem muito fraco
e que o casamento gay pode levar a isso:
Que tal um casamento grupal, ou um casamento entre pais e filhas?
Que tal um casamento entre um homem e o burro dele?
Tudo que seja supostamente ligado aos direitos civis
vai ser possível.
Citando James Dobson em cada orgasmo dele:
Jesus Cristo, caralho!
É absurdo por muitos motivos, mas quando preconceituosos fazem isso,
eu meio que quero que continuem.
"Esperem, se os gays se casarem,
logo eu vou ter que ir a um casamento de um homem com um burro?
Qual presente eu compro?
Fizeram a lista em uma loja de departamento e em um pet shop.
Que ridículo! E se eu me atrasar?
Vou ter que sentar com a família da noiva?
Tem cheiro de cocô!
E se acabar a comida humana, o que vou comer, um prato de feno?
Vou comer um prato de feno com um garfo?
Eu quero ver se entendi, eu vou vestir um terno,
comer feno com um garfo, tomar água de um tanque
e ver uma dança de burros?
Tudo porque legalizamos o casamento gay?
Não, muito obrigado!
Não se eu puder evitar!"
Para liderar a nova organização, Dobson chamou Alan Sears,
que presidiu a organização da fundação até 2017.
Durante o mandato dele, apoiaram quatro leis estaduais
para penalizar o sexo gay e lutaram contra leis
que legalizam o casamento gay.
Ele também foi coautor de um livro chamado "A Agenda Homossexual",
que, infelizmente, não é tão divertido quanto vocês gostariam.
Nele, ele descreve os direitos dos gays
como a maior ameaça à liberdade religiosa,
e que os ativistas gays fazem uma guerra de propaganda
como a que Hitler fez de forma magistral na Alemanha Nazista.
Uma avaliação espetacular do livro na Amazon disse:
"Por que heterossexuais são tão obcecados pelo sexo homossexual?
Eu acho o sexo heterossexual ridículo,
mas não sinto a necessidade de fazer um livro sobre ele.
Eu só evito.
Portanto, este livro não é gay o bastante para mim.
Que pena."
O que é uma crítica incrível: Seu livro é péssimo,
você é obcecado por mim, seja mais gay.
Eu dou cinco estrelas para essa crítica de uma estrela.
A questão é que, desde o início, o trabalho da ADF foca
em atacar os direitos e a dignidade de pessoas gays,
assim como o acesso ao aborto e a possibilidade para cristãos
discriminarem pessoas que ofendam a sua fé.
E esses ideais não mudaram, mas a organização cresceu demais.
Possuem mais de 450 funcionários em escritórios dentro e fora dos EUA,
e uma rede de cinco mil advogados trabalhando para eles.
Eles também possuem um programa de treinamento,
chamado Blackstone Legal Fellowship.
Um estudo recente mostrou que mais de 60 ex-alunos deles
trabalham em tribunais federais, com 18 em tribunais de apelação.
Dado curioso: Uma palestrante frequente do programa era Amy Coney Barrett.
Ela foi convidada cinco vezes.
Mas, na audiência de confirmação para a Suprema Corte, disse:
"Nada nas minhas interações com pessoas do programa Blackstone
indicou qualquer discriminação sob qualquer base."
Eu acho difícil de acreditar, já que quando ela dava as palestras
a bibliografia do curso incluía o livro A Agenda Homossexual.
E eu não digo que ela leu o livro, mas uma sala cheia de gente que leu
vai passar uma energia que não é "te vejo no orgulho gay".
E não é só ela que tem conexões com a ADF.
O atual Presidente da Câmara, Mike Johnson,
trabalhou para eles por quase uma década.
Aqui vemos ele em 2005, como conselheiro legal sênior deles.
Ele foi à Fox News para defender o direito importante
de se dizer "Natal", mas ele foi tirado do ar
por assuntos mais importantes:
Vimos muita repercussão contra as lojas que proibiram de falar "feliz Natal".
Certamente, cada vez mais pessoas percebem como é fácil se posicionar
contra esta censura imprópria.
Muita gente visita nosso site, SayChristmas.org,
para aprender os fatos e a lei.
É um grande avanço.
Mike Johnson, advogado sênior e porta-voz da Alliance Defense Fund.
Muito obrigado.
Obrigado.
A seguir, uma explosão em uma usina nuclear.
Os detalhes em instantes.
E pinguins lutam contra o peso das festas, descubra como.
- Olhe só. - Que lindos.
Certo, primeiro, que pena ser trocado por uma explosão em uma usina nuclear.
Mas é pior para a explosão, trocada pelos pinguins gordos.
Que não estão lutando contra o "peso das festas", seus hereges!
Estão lutando contra o peso do Natal.
Vocês ouviram Mike Johnson!
Visitem o site dele!
Mas não foi só a guerra contra o Natal.
Na ADF Johnson também lutou para criminalizar o sexo gay.
Ele escreveu colunas dizendo que relacionamentos homossexuais
são inerentemente antinaturais, e que a sociedade os proteger,
polígamos, poliamorosos, pedófilos e outros
vão ser os próximos para pedir proteção também.
Em essência, eles são assim.
Mas como eles têm tanto sucesso?
Uma forma importante é a quantidade de projetos de leis que fazem.
Só ano passado eles trabalharam com mais de 100 projetos em 24 estados
e no Congresso,
e 25 deles viraram leis.
E quando os estados estavam aprovando leis sobre banheiros
para limitar o acesso das pessoas trans,
a imprensa notou que muitas usavam termos muito semelhantes
ao projeto modelo feito pela ADF.
Pelo menos uma lei estadual era uma cópia palavra por palavra.
O caso Dobbs se originou com uma lei do Mississippi
que veio de um modelo de lei feito pela ADF.
Ele proibia o aborto depois de 15 semanas.
É um limite específico porque queriam encontrar o número chave
para forçar a Suprema Corte a reconsiderar o precedente.
Basicamente, a ideia era aprovar uma lei que geraria um processo
para chegar até a Suprema Corte.
E todos sabiam disso na época.
Quando o governador do Mississippi assinou a lei, ele disse:
Provavelmente vão nos processar em meia hora.
E tudo bem por mim.
Primeiro, todos nesse vídeo
parecem já ter feito um inferno na vida de um garçom.
Segundo, claro que ele não liga de ser processado.
É uma das coisas que menos incomodam o governador Phil Bryant.
Além de supostamente ajudar Brett Favre
a usar fundos da Previdência Social para fazer um estádio de voleibol
na universidade onde a filha dele joga.
Bryant dirá que é uma distorção completa do ocorrido.
Ele se importa tanto em corrigir isso que processou o Mississippi Today
e a Sports Illustrated por falarem no assunto.
E ele com certeza não vai gostar que eu repeti isso aqui.
Provavelmente vão nos processar em meia hora.
E tudo bem por mim.
Mas o importante é que a ADF
teve uma estratégia do começo ao fim para o caso Dobbs, e funcionou.
E o último componente chave para o sucesso do grupo
é vender o resultado desejado para o público.
O que muitas vezes significa mostrá-lo para um público simpático à causa
que dizem ter a liberdade violada.
A ADF faz o impossível para projetar histórias
que parecem virtuosas para se mostrarem como vítimas.
Vejam a explicação de Kristen Waggoner:
Temos que recuperar a cultura.
E precisamos que se comprometam,
que contem suas histórias de forma vitoriosa.
Precisa, mas vitoriosa.
Sejam contadores de histórias, contem suas narrativas.
Nós vencemos quando a história se espalha.
Sim, ela quer que as histórias sejam contadas de forma "vitoriosa".
Ou seja, se mostrarem como defensores dos cidadãos de bem
cujas liberdades individuais estão sendo atacadas.
E não como vários advogados em uma sala de reuniões
dizendo: "Amor cristão que mata".
Mas é difícil ouvir "nós vencemos quando a verdade se espalha",
já que a relação da ADF pode ser meio controversa.
Por exemplo, há alguns anos tentaram proibir atletas trans
em esportes juvenis no Arizona.
Uma parte chave foi esse depoimento de uma adolescente, Grace,
sobre o que aconteceu com o time dela no campeonato estadual de softball:
Chegamos ao campo motivadas para dar de tudo, jogar o nosso melhor
e mostrar como treinamos duro.
Mas essa determinação virou confusão e dúvidas
quando vimos que nossas adversárias tinham um homem biológico
que se identificava como mulher.
Isso afetou o foco e a motivação de todo nosso time,
porque pensamos no impacto deste novo jogador.
E, claro, a equipe adversária venceu.
O menino as deu uma vantagem física e mental
que não conseguimos alcançar.
Eu soube de histórias assim com meninas de outros estados,
mas nunca achei que aconteceria na minha escola.
Eu tenho uma ótima notícia: Não aconteceu.
Não aconteceu na sua escola.
Porque não tinha uma menina trans na equipe adversária.
A treinadora nos contou que acharam que ela era trans
porque tinha cabelo curto e jogava bem.
E o time da Grace perdeu, e perdeu de 16 a 6.
Foi uma surra tão grande
que não dá para culpar uma jogadora em particular.
Além de tudo, Grace não é uma estudante qualquer.
Acontece que ela é filha de Kristen Waggoner.
É a nepobaby transfóbica suprema.
Ou, dizendo de forma mais vitoriosa,
pessoa transfóbica de ascendência nepotista.
Mas não são só anedotas.
Nos seus projetos anti-trans, a ADF cita, de forma barulhenta,
estudos e pesquisas chamativos.
Quando um condado na Geórgia estava debatendo permitir
que alunos usem o banheiro que preferirem, um membro da ADF
falou com o Comitê de Educação e disse que a ciência mostra
que para a grande maioria dos jovens trans,
isso era só uma fase.
O Colégio de Pediatria dos EUA acabou de publicar um artigo
dizendo que se os jovens passam pela puberdade,
então 98% dos meninos voltam para seu sexo biológico.
Noventa e oito por cento,
quando passam pela puberdade, voltam ao sexo biológico
e a confusão de gênero se cura.
Que estatística chocante.
É quase tão chocante
quanto ouvir que 79% das tartarugas sofrem de insônia,
que 45% dos estadunidenses sente prazer sexual no umbigo
e 98% dos famosos no Spirit Tunnel da Jennifer Hudson
dizem amar a experiência.
Acontece que é fácil ser chocante quando só se fala merda.
E o Colégio de Pediatria dos EUA parece uma organização de prestígio,
porque o nome parece o da Academia de Pediatria dos EUA.
Este é o grupo que faz recomendações políticas
com base na vasta experiência dos seus 67 mil membros.
Mas o outro é um grupo pequeno, fundado em 2002
por médicos conservadores contra a adoção por casais gays.
Desde então, eles dão à ADF
argumentos sob medida sobre temáticas trans.
Vale dizer que pesquisadores e médicos denunciaram várias vezes este grupo
por dados incorretos.
Por exemplo, se rastrearmos esse número de 98% até a fonte,
vem deste livro de 1987 chamado "A síndrome do menino maricas",
que um pediatra nos contou que é baseado nos estudos
de um pequeno grupo de meninos visto como doente mental
em quem usaram táticas de conversão
por não se encaixarem no estereótipo masculino.
Não é de forma alguma o estudo compreensivo sobre jovens trans
que esse cara disse que é.
Sinceramente, parece mais uma tentativa institucional
para fazer um grupo de meninos nos anos 80 se sentirem mal
pelo que sentiram com a cena do vôlei em Top Gun.
Mas a melhor forma de ver a estratégia da ADF
é ver suas tentativas de enfraquecer leis
que proíbem a discriminação contra pessoas gays e trans.
Eles tentaram de várias formas na Suprema Corte.
A primeira tentativa foi há uma década,
no caso da Confeitaria Masterpiece.
Podem se lembrar que era sobre Jake Phillips,
que se negou a fazer um bolo de casamento para um casal gay.
A negação violou a lei anti-discriminação do Colorado.
Ele foi a todo lugar na mídia, geralmente junto com Waggoner,
para contar que se tratava de princípios confeiteiros:
Primeiro, eu quero dizer que sirvo a todos que entram na minha loja,
inclusive David e Charlie.
Eu aceito pessoas com todos os estilos de vida.
Mas eu não faço certas mensagens.
Eu não faço bolos de Halloween,
não faço bolos que incentivem
coisas sexuais ou contra os EUA,
ou coisas que insultem os outros, inclusive
aos clientes que se identificam como LGBT.
Alguém já pediu um bolo insultando o público LGBT?
Já, sim.
Sério?
As pessoas querem bolos discriminando contra os gays?
Querem.
Tive alguns pedidos, e os rejeitei também.
É uma mensagem que não posso criar.
Certo, primeiro, sim, aconteceu mesmo.
E segundo, eu queria que Megyn Kelly...
Perdão pelo susto.
Que o deixasse continuar descrevendo as regras de bolo:
Sem bolos de Halloween, nem gays, nem de unicórnios,
porque o chifre parece um pênis, nem Harry Potter por causa da bruxaria,
mas aceito bolos da J.K. Rowling por outros motivos.
E nem bolos da Vila Sésamo por motivos que todos podemos ver.
A ADF dizia que Phillips não negou o serviço,
só se negou a promover a mensagem do casamento igualitário.
O que é ridículo, especialmente porque, de acordo com uma investigação,
a loja dele já tinha rejeitado seis casais de mesmo sexo,
incluindo um casal de lésbicas que só queria comprar cupcakes
para sua festa de comprometimento com a família.
Quando uma dessas mulheres ligou fingindo ser uma criadora de cães
planejando um casamento entre um cão dela e um do vizinho,
Phillips aparentemente não viu problema.
E mais, quando outro casal de lésbicas
perguntou por que ele não faria um bolo para a cerimônia delas,
ele disse que não faria um bolo para uma cerimônia
entre pessoas do mesmo sexo
assim como ele não faria um bolo de pedófilo.
E não tem nada a ver,
mas como seria um bolo de pedófilo?
Parece que, legalmente, eu não posso dizer
que é um bolo gigante de madeira de onde sai o Drake, então não direi.
Mas eu acho que é uma coisa estranha de se falar.
O caso de Phillips chegou à Suprema Corte,
mas a decisão foi limitada e não deu à ADF
um precedente claro para empresários cristãos
de lojas com produtos artísticos poderem se negar a servir casais LGBT.
Então eles tentaram de novo com um caso parecido,
com uma designer de sites de internet do Colorado, Lorie Smith,
que se negou a fazer sites de casamentos para casais gays:
O estado do Colorado me obriga a criar
uma obra de arte personalizada e única,
uma expressão comunicando e celebrando outra visão do matrimônio,
uma visão que vai contra minhas crenças fundamentais.
Ela quer que a Suprema Corte diga que ela não precisa obedecer
a lei do Colorado que proíbe que estabelecimentos
discriminem contra casais gays.
A advogada dela diz que isso vai contra o papel de Lorie como criadora
e a liberdade de expressão.
A questão é se o governo pode usar a lei
para forçar os cidadãos a falarem o que não acreditam.
É, não se trata de casamento gay, se trata de forçar os cidadãos
a falarem coisas que não acreditam.
O que é muito irônico, vindo das mesmas pessoas que trouxeram
a obrigação de falar "Natal"!
Fale! Você tem que falar!
O caso de Smith foi um de vários apresentados pela ADF no país todo.
A ideia era trazer casos em diversos distritos
na esperança de ter resultados diferentes,
o que aumenta as chances da Suprema Corte intervir.
Foi o que aconteceu aqui.
A ADF apresentou casos de uma fotógrafa de Kentucky,
de cinegrafistas de Minnesota
e dois artistas do Arizona que fazem artigos de papelaria.
E o caso de Lori Smith chegou à Suprema Corte,
que foi quando a imprensa começou a ver estranhezas no caso.
Como o fato de ser construído sobre uma hipótese.
Como dizia no documento legal da ADF, Smith, na época,
não trabalhava com casamentos, mas queria garantir
que caso ela trabalhasse, poderia recusar legalmente.
De fato, na época do processo,
ela nunca tinha recebido pedidos de casais gays.
Depois ela disse ter recebido um pedido um dia depois do processo ser feito.
O pedido veio de alguém chamado Stewart,
perguntando sobre um site para o casamento com um Mike.
Mas acabou que era um homem hétero que, na época do pedido,
estava casado com uma mulher há quase uma década,
e depois jurou que nunca pediu nada a Lori Smith.
E por que ele pediria?
Mesmo que ele estivesse noivo de outro em segredo, e não estava,
e tivesse escolhido dar a notícia do noivado secreto
com a criação de um site artístico, o que ele não faria,
no mínimo ele escolheria alguém especializado em sites do tipo.
E, sendo sinceros, ele não faria isso,
porque, acreditem se quiserem, ele era designer de sites de internet!
Imaginem como deve ter sido receber essa ligação.
"Adivinha só, amigo?
Uma mulher disse que você vai fazer um casamento gay,
e a Suprema Corte está envolvida.
Você precisa avisar sua esposa."
E não para por aí.
Outros casos
nessa enxurrada de demandas eram tão fracos quanto.
A ADF garante que os clientes são pessoas de verdade,
que têm ou tiveram negócios reais
que trabalham com casamentos ou pretendem entrar no ramo.
Mas o Washington Post descobriu que dois dos três negócios
citados no pedido da ADF à Suprema Corte
haviam parado de trabalhar com casamentos.
Uma tinha se mudado do lugar do processo em Louisville,
mas a ADF disse que ainda estava disposta a trabalhar lá,
apesar de ficar a quase 1000 km de onde ela morava.
Não só isso, mas a ADF criou empresas para alguns clientes.
Alguns advogados do grupo assinaram documentos de incorporação
e ajudaram a escrever as políticas da empresa.
Em um caso, somente um mês antes de formalizarem o processo.
Mas nada disso importou.
Quando o caso de Smith chegou à Suprema Corte,
ela teve uma decisão bem mais favorável que a ADF conseguiu com a confeitaria.
Como a juíza Sotomayor escreveu na sua opinião dissidente,
era a primeira vez na história da Corte
que garantiram a uma empresa aberta ao público
o direito constitucional de se negar a servir membros
de um grupo protegido.
E, mesmo com todos os processos,
a ADF garantia que só estava defendendo os fracos.
Apesar de suas posturas cuidadosas e vitoriosas,
vamos lembrar que em 2003 esse grupo fez um pedido à Suprema Corte
para que cumprissem proibições estaduais contra a sodomia,
e tentou cumprir a proibição do sexo gay na Índia e em Belize,
que ainda luta por financiamento para agências de adoção baseadas em religião
que se recusam a atender casais do mesmo sexo,
que no momento estão lutando contra a proibição de terapias de conversão.
E por mais medidas que sejam suas declarações públicas,
é bom escutar o que falam por trás das portas.
Como neste discurso de 2020
para os alunos do seu programa Blackstone.
Um advogado da ADF apresentou uma palestrante convidada
para o que ele disse ser o "tema do dia",
que era como falar de temas sensíveis de forma vitoriosa.
Ela leu um tratado homofóbico e fez seus comentários:
O Dr. Robert Reilly nos ajuda a explicar
essa visão do corpo humano ao refletir sobre os órgãos
e suas limitações.
Os órgãos genitais masculinos encaixam perfeitamente
com os genitais femininos.
São um encaixe biológico perfeito.
Em contraste, o ânus é só um órgão excretor.
É uma saída, não uma entrada.
É feito para eliminar matéria fecal.
Quando usado no sexo homossexual para substituir a vagina feminina,
é sujeito a uma atividade para a qual claramente não foi projetado.
Um dos indicadores disso é o dano físico causado.
Fim da citação.
Muita gente ainda compartilha desse entendimento do corpo humano
e quer que seja vista como ideal.
Não só é uma homofobia muito antiga e obscura,
mas "órgãos genitais masculinos são um encaixe biológico perfeito
com genitais femininos?"
Acho que muitas mulheres podem dizer: "Encaixe perfeito?"
Eu não quero ser maldoso, mas tem muito espaço para se melhorar.
A questão é que, apesar do que dizem, todos os casos da ADF
servem à visão de mundo deles,
onde o aborto e os direitos das pessoas gays e trans sejam passado.
E eles vão continuar atacando esses direitos
enquanto dizem de forma alegre que isso é a favor da liberdade.
Mesmo o caso da escola que a Suprema Corte vai examinar,
o que é nominalmente sobre fundos para escolas charter,
pode ter um fim mais amplo.
Porque a escola garante que não vai negar alunos
com base em orientação sexual,
identidade ou expressão de gênero,
mas a política deles é que, para todos os assuntos,
a escola interage com alunos, docentes e demais funcionários
com base no seu sexo biológico.
E permitir que fundos do contribuinte vão diretamente para uma escola
com políticas assim parece nos levar para mais perto
do objetivo da ADF de eliminar o status
da comunidade LGBTQ dos EUA como cidadãos protegidos.
Então, o que podemos fazer?
Infelizmente, pelo estado atual da Justiça,
grande parte está fora do nosso alcance.
Mas acredito que, no mínimo,
vale a pena saber exatamente o que enfrentamos.
Porque pelo menos com a NRA você entende o objetivo final.
Eles dizem na sua cara: Eleger uma arma para o Congresso.
É o que eles querem.
Mas a ADF é diferente.
Eles se esforçaram muito para colocar um rosto amigável
em uma ideologia cheia de ódio.
E se aproveitam muito das pessoas não saberem
como eles são tóxicos e enganadores.
Mas para ficar claro, é um grupo que fala vitoriosamente
sobre liberdades individuais, enquanto gera medo
sobre jogadoras que não existem, estudos que não se aplicam
e bolos de pedófilo que ninguém nunca vai pedir.
E é importante sabermos que, no fim das contas,
a ADF é, fundamentalmente, como os bancos
em um casamento imaginário de burros.
Ou seja: Cheia de merda.
E agora, isso:
E agora, mais reflexões adoravelmente bizarras
do comentarista John Kruk, dos Phillies.
Quando acha que vão atualizar o uniforme do árbitro?
As calças têm pregas. Isso saiu de moda há 30 anos.
Quer saber? É uma ideia excelente.
As pregas saíram de moda.
É, saíram.
Ele está olhando. Ele concorda.
Ele diz: "Quer saber, John? Tem razão. Elas são horríveis".
Tivemos uma bela conversa com o Nick no ônibus ontem à noite.
Sobre RBI?
Não foi sobre beisebol. Falamos sobre colonoscopias.
Com quem você viu o jogo?
Com quem foi caçar esquilos?
Ruell Hollis Martin.
É um interbases excelente escolhido pelos Dodgers.
É mesmo?
Sim.
Ele teve um acidente na fazenda e cortou parte do dedo.
Vou falar com esse garoto. Não tenho mais o que fazer.
Veja se assusta ele.
Ei!
Malachi com o aviso.
Ele não perde.
Eu adoro esse nome.
É um ótimo nome.
Quando tivermos um filho juntos, vamos chamar de Malachi.
Que bela imagem.
Perdão. Falei em voz alta.
Não importa o que ele coma.
Você disse para ele?
Como torce para os Mets, espero que engasgue um pouco.
Um de um.
Mas como é seu filho, espero que não morra.
- Obrigado, John. - De nada.
E AGORA
Esse foi nosso programa, muito obrigado pela audiência. Até semana que vem.
Boa noite.
NOSSA LUA DE MEL
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