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Original subtitles

Não há nenhum ramo da medicina

no qual um órgão morto seja deixado...

DOUTOR EM MEDICINA

...só na odontologia, em tratamentos de canal.

Quando um dedo está gangrenado, ele tem que ser amputado

porque está infectado por bactérias

o que é tóxico e vai matar o paciente.

Se você acha que pode se livrar de um dente infectado e tóxico

e não ter consequências,

você está se iludindo.

24 DE NOVEMBRO DE 1994

A partir desse dia, minha vida virou uma merda

mas eu ainda não sabia.

A tão esperada viagem de formatura.

Todo ano, milhares de formandos do ensino médio

passam uma semana totalmente chapados

comemorando esse momento único que é o final do ensino médio.

Esse, à esquerda, sou eu

indo para outra festa.

-Cala a boca! Já disse! -Desculpa!

Você sempre faz isso.

Infelizmente, foi com esse cara que eu arranjei uma briga.

Ei, cara! Para! Tudo bem com você?

-Cai fora! -Ô meu chapa, se afasta! Calma!

Eu não tinha ideia que aquele soco que quebrou meu dente

acabaria com meu mundo.

Aqui aparecem aquelas sete palavrinhas.

Você precisa de um tratamento de canal.

Se você nunca viu isso antes,

se prepare!

Isso é um tratamento de canal.

Furam seu dente com uma broca...

tiram a raiz...

colocam uma resina no lugar...

e você toma seu rumo.

A CAUSA RAIZ

A vida sempre acerta as contas com você.

10 ANOS DEPOIS

Você está curtindo férias na Tailândia

e seu coração começa a acelerar.

Você sente falta de ar...

sua visão embaça...

e você acha que vai morrer.

Então você descobre que era só um ataque de pânico.

Bom, recomendo que você comece a tomar o Lexas-M de 10ml.

É um antidepressivo.

Podem haver efeitos colaterais, mas não há com que se preocupar.

Na hora, me toquei que os médicos, que tratavam minha doença crônica,

estavam atirando no escuro..

Li os efeitos colaterais de tudo que me receitaram:

fadiga, náusea, tontura, agitação, ganho de peso...

e impotência.

Quando disse que minha vida tinha virado uma merda,

não estava exagerando.

Os ataques de pânico deram lugar a fadiga crônica.

Eu estava um trapo,

era uma causa totalmente perdida.

Doze horas de sono pareciam uma só.

Todo dia eu levantava pensando: "Será que isto vai acabar?"

Por que me sinto tão cansado, tão pra baixo,

tão ansioso e confuso?

Mas seguia acreditando na máxima: "Aceita que dói menos".

Ia pro banheiro como um zumbi,

encarava o espelho,

e me fazia a mesma velha pergunta:

"O que há de errado comigo?"

Mas ainda conseguia sorrir, porque é isso que fazemos, certo?

Sorrimos.

Ignoramos a verdade que está bem na nossa cara.

Seguimos em frente, sorrindo.

"Sorria, mesmo com o coração doendo

Sorria, ainda que ele esteja partido

Cerramos os dentes e sorrimos.

Eu fiz a única coisa que achei que podia.

Saí procurando por respostas.

Fiz e refiz exames de sangue.

"Talves você tenha hipoglicemia." Exames de sangue.

Aí, vem a medicina natural

e você começa a tomar um monte de suplementos

até que se enche e vê que gastou um dinheirão pra sair tudo no xixi.

Depois vêm os programas de autoajuda e você se toca que é um idiota.

"Já sei! Tenho apneia do sono!"

Então começa a fase da cura espiritual e você faz todo tipo de curso,

equilibra todos os seus sete chacras

e por que não uma leitura da aura?

Fiz reflexologia, iridologia, cinesiologia,

terapia e é bom saber algo de endocrinologia.

Tome ervas chinesas. Tente as ventosas.

Isso é uma loucura! "Por que não tentar a moxabustão?"

Me pisotearam no shiatsu enquanto procurava um novo guru.

Sim, tentei a neurolinguística,

andei sobre brasas...

fiz minha autoafirmação diária e não esqueci das visualizações.

Usei cristais. Fiquei de cabeça para baixo.

Tentei todas as formas de bioressonância

e todo tipo de estudo das frequências corporais.

Visitei o oráculo de uns dez videntes.

Isso me ajudou a ficar zen.

Aqui eu vejo problemas de saúde.

Fui a um quiropata.

Consultei um homeopata.

Equilibrei os meridianos. Fiz massagem havaiana.

Fiquei dez dias só tomando sucos,

desde que acordava até à noite.

Verdade. Nada além de sucos por dez dias.

Comi só produtos orgânicos. Virei macrobiótico.

Me desintoxiquei. Fiz limpeza intestinal

e muitas limpezas do fígado.

Foram mais de 12 enemas de café.

Tomei banhos frios e me meti em banheiras com gelo.

Revivi vidas passadas com terapia de regressão hipnótica.

Foi incrível.

Incursionei nos códigos da cura e nos códigos cristãos.

Gritei enquanto socava travesseiros.

Li um caminhão de livros

e até experimentei maconha medicinal.

Participei de rituais xamânicos.

Isso foi bem legal.

Fui a um retiro depois do outro.

Isso foi divertido.

Fiz cromoterapia, aromaterapia,

hipnoterapia.

"Você já tentou a urinoterapia?"

"Você precisa tomar o extrato de shilajit."

Cara, tentei de tudo.

Tentei a Nova Era, um tipo autoajuda.

Fui abençoado por gurus e participei da Movimento Oneness.

Pisei na terra descalço.

Pra não falar dos produtos de marketing multinível

que comprei pra me curar.

Também experimentei o kambô.

"Kambô? O que é isso?" - você pergunta.

É a vacina do sapo. São as secreções de um sapo da Amazônia usadas por xamãs

para limpar as toxinas.

Isso entra na sua pele queimando, você desmaia e vomita por 20 minutos.

Você deve achar que é brincadeira,

mas tenho cicatrizes pra provar.

Por incrível que pareça,

essas são as coisas que tentei que ajudaram.

Mas todo dia, ainda acordava cansado...

ansioso e confuso.

Comecei a achar que eu era um caso perdido.

E se eu te disser que 98% das mulheres que têm câncer de seio...

AUTORA DE CONHECER OS DENTES

...fizeram tratamento de canal do mesmo lado

em que o câncer apareceu?

E se eu te disser que a maior influência tóxica

no corpo de uma pessoa doente vem de um dente com tratamento de canal?

E se eu te disser

que o melhor método de prevenção cardiovascular,

chamado Bale & Doneen,

não aprova tratamentos de canal por causa das bactérias?

Das pessoas que me procuram com doenças crônicas...

DOUTOR EM MEDICINA

...quantas delas têm na etiologia de sua doença

um problema dentário?

Diria que quase todas.

A vasta maioria das doenças degenerativas crônicas

começam...

CARDIOLOGISTA, AUTOR DE DENTE TÓXICO

...com problemas bucais, infecções, toxinas,

e somente os que são tratados

apresentam respostas positivas para sua doença.

Recebi uma paciente

de pouco mais de 40 anos

em boa forma, que tinha uma alimentação saudável,

e que me procurou por que sofria de terríveis dores nas costas.

O primeiro dia que entrou na minha sala,

andava curvada, apoiada numa bengala de quatro pontas,

e tomava sedativos para sua dor crônica 24 horas por dia.

Ela se sentou e me pediu que aplicasse injeções nas suas costas

par aliviar a dor.

Eu disse: "Posso fazer isso,

mas gostaria de entender melhor o que aconteceu com você."

Ela respondeu que tinha dores nas costas e que procurou um ortopedista.

O ortopedista pediu uma ressonância magnética,

disse que ela tinha uma hérnia de disco e a operou para retirar esse disco.

Seis meses depois, ela piorou.

O ortopedista pediu outa ressonância,

disse que o disco tinha se movido

e que ela precisaria remover duas lâminas vertebrais.

Ele fez a laminectomia das vértebras L4 e L5.

Laminectomia é a cirurgia para a remoção dos ossos da parte inferior da medula.

Dessa forma, os discos e os nervos têm mais espaço.

Foi nesse momento que eu a vi, e ela havia piorado.

O que descobri no exame que fiz

foi que ela tinha uma inflamação na mandíbula.

Disse: "Você fez algum tratamento dentário antes dessa dor nas costas?"

Ela respondeu: "Pensando bem, eu fiz.

Tive uma infecção num dente e fiz um tratamento de canal.

Mas não deu certo.

Então tive que fazer o canal de novo.

Esse também não deu certo.

Então tiraram a raiz do dente, puseram um preenchimento no lugar

e fizeram um implante."

Eu disse: "Vamos ao consultório

tentar algo novo. Vou anestesiar esse dente.

Se sua dor nas costas estiver relacionada à esse dente

e eu sedar o nervo do dente,

isso pode melhorar sua dor nas costas.

Essa pode ser a razão da sua dor por que depois de duas cirurgias,

as chances de uma terceira ter sucesso não são boas."

Ela disse: "Estou dentro."

Apliquei a anestesia local em seu dente

e esperei 15 minutos. Quando voltei à sala,

ela estava em pé, fazendo assim.

Perguntei: "Como se sente?" Ela disse: "Melhorei 90%."

Conclui: "Sua dor deve estar associada ao dente.

Só queria ter certeza.

Em três dias, repetiremos o procedimento.

Preciso saber se não é só um alívio passageiro,

tipo autossugestão... algo psicossomático que passou."

Repetimos o procedimento, e ela disse:

"A dor sumiu. Vou voltar ao dentista

pedir que retire esse maldito implante."

Em poucas semanas, sua dor nas costas,

exceto pelo trauma da cirurgia, tinha desaparecido.

O tratamento de canal ainda é uma prática muito comum em odontologia

por que ninguém quer perder um dente.

Cada vez mais pessoas começam a perceber...

DOUTOR EM CIRURGIA ORAL

...que tanto a literatura moderna quanto a tradicional,

atestam ser impossível esterilizar o sistema de canais radiculares.

Dentistas tradicionais acreditam...

FUNDADOR DA MERCOLA.COM

...que não há problema com os canais, mas eu discordo.

Acho que eles são uma fonte escondida de toxinas.

Os canais tratados têm um problema inerente...

CIRURGIÃ DENTISTA

...porque sabemos

que não se pode deixar tecido morto no corpo.

Se qualquer órgão do seu corpo, como o apêndice,

contém tecido morto, ele não se regenera.

Nesse caso, temos que removê-lo

pois ele se torna um reduto de bactérias, o que é incompatível com a saúde.

O mesmo é valido para um dente.

Dentes são estruturas vivas com irrigação sanguínea e contêm um nervo.

Quando um dente morre ou está infectado

e decidimos fazer um tratamento de canal,

mesmo o melhor endodontista, especialista em nervos e raízes,

pode fazer um excelente trabalho ao limpar o canal principal de qualquer dente.

Mas o que ele não pode é fazer o mesmo com milhares de os túbulos dentais.

Ao cortar um dente ao meio ou olhá-lo num microscópio,

poderá ver milhares de túbulos que se ramificam em diferentes direções

e ângulos a partir do canal principal.

Os microtúbulos são grandes o bastante para armazenar bactérias...

AUTOR DE CÓDIGO DO CORPO

...e nada mais.

O problema é que se temos de 9km a 12km de microtúbulos

em cada dente

é impossível esterilizá-los.

Então, após terminar o tratamento de canal,

infelizmente, as bactérias ainda permanecem dentro do dente

e esse dente se torna um ambiente propício

para a proliferação de bactérias.

Mas o sistema imunológico do paciente

não tem mais acesso a esse dente

por que no tratamento de canal

a irrigação sanguínea e o nervo foram cortados

e o corpo não consegue mais mandar suas defesas imunológicas

para ajudar a manter a infecção sob controle.

De 70% a 90%...

AUTOR E EDUCADOR

...de todos os problemas médicos têm origem na boca.

A odontologia convencional segue focada numa mentalidade mecanicista newtoniana

segundo a qual os dentes não se conectam ao resto do corpo.

No entanto, embriologicamente, os dentes se desenvolvem a partir dos mesmos tecidos

que originam o sistema nervoso simpático e parassimpático.

A irrigação sanguínea na boca literalmente absorverá qualquer toxina

através do sistema linfático e as envia para a tireoide, timo, coração

e para o resto do corpo. Então há uma conexão direta.

O dente não é como uma pedra...

DIRETOR MÉDICO, CONSULTOR SÊNIOR DA PARACELSUS

...na boca. Ele é amplamente conectado.

A polpa dentária é amplamente conectada ao sistema linfático,

ao sistema nervoso autônomo, mais que qualquer outro órgão.

Está conectada à orofaringe,

os nervos sensitivos que conduzem impulsos para o cérebro,

e a todo sistemas de meridianos.

Todo dente se conecta energeticamente através do sistema de meridianos

a certos órgãos e glândulas. Por exemplo,

na parte superior da mandíbula, os últimos dois molares e este pré-molar

na realidade se conectam energeticamente ao seio esquerdo

e deste lado ao seio direito.

E 95% das vezes,

mulheres que têm câncer de seio e se submeteram a um estudo termográfico

também apresentam machas de calor na mandíbula do mesmo lado do seio doente.

97% dos pacientes com câncer de seio

com idades entre 30 e 70 anos, testamos todos os pacientes,

fizeram um tratamento de canal ou tiveram uma inflamação dentária.

A discussão sobre a relação energética

entre os dentes e o resto do corpo é muito interessante.

Cada dente se encontra sobre um meridiano específico da acupuntura...

ODONTOLOGIA BIOLÓGICA

...relacionado a certos órgãos, tecidos e grupos de vértebras e músculos

e podemos observar uma relação direta.

Por exemplo, cito uma garota de 19 anos.

Em seu primeiro ano de faculdade, ela fez um canal num dente da frente.

Esse dente está relacionado aos rins e à bexiga.

Ela começou a ter infecções na bexiga e nos rins

Tentou todos os tratamentos conhecidos,

tomava antibióticos regularmente e não conseguia melhorar.

Quando me procurou, examinei o canal daquele dente.

Vi a relação direta entre os problemas e falei pra mãe dela.

Foi difícil por que ela tinha 19 anos e era um dente da frente,

mas eu disse: "Em minha opinião,

o que realmente precisa ser feito é a extração desse dente"

Não era o que elas queriam ouvir e foram tentar outros tratamentos.

Três meses depois,

ainda sofrendo com problemas crônicos nos rins,

na bexiga e no trato urinário,

ela extraiu o dente e isso pôs fim ao problema.

Faz anos que ouvi um médico dizer:

"Não consigo aceitar a ideia

de que eletricidade passe por esses meridianos.

Nunca vi um meridiano em nenhum cadáver que examinei."

E eu disse: "Bem, quando você puder fazer um ECG em um cadáver,

vou te mostrar um meridiano

por que não se pode encontrar eletricidade em pessoas mortas."

Ao observar a realização de um EEG, ECG ou electromiografia,

estamos olhando a eletricidade que passa pelo corpo

e isso é totalmente comum.

Cada dente está em um diferente meridiano

então aqueles caminhos energéticos que discutimos,

percorrem áreas específicas.

Se olharmos o dente do siso,

falamos sobre o intestino delgado e o coração.

Seguindo adiante, na parte superior, encontramos estes molares,

e estamos olhando para o seio e tireoide.

Deste lado está o pâncreas

e aqui está o baço.

Seguimos para os pré-molares que são os pulmões e o intestino grosso.

Os caninos, que levam esse nome por serem afiados como a visão,

estão conectados aos olhos,

bem como ao fígado e à vesícula biliar.

Chegamos aos quatro dentes da frente, os de cima e de baixo

que estão conectados ao trato urinário ao canal anal,

às glândulas suprarrenais, à hipófise,

aos rins e a tudo que está relacionado ao trato urinário.

Eu uso um equipamento que foi originalmente chamado de EAV -

eletroacupuntura de Voll.

Insiro eletricidade no corpo e coleto dados a partir dai.

Enquanto testo os dentes, a pessoa segura uma barra na mão

e essa barra é o ponto de coleta.

Ao tocar um dente, ele entra no circuito.

Então introduzo,

tocando um ponto específico de acupuntura,

introduzo eletricidade no corpo

para ver se ela tem caminho livre para o meridiano.

Dessa forma podemos ver onde a eletricidade está sendo bloqueada.

Começo a perguntar sobre a saúde da pessoa

e elas dizem: "Nossa! Como você sabe disso?

Nem te disse que tinha esse problema."

Quando a eletricidade não pode passar, há comprometimento daquele meridiano.

Muitas pessoas têm problemas para aceitar

que estão adoecendo por causa dos dentes.

Há mais ou menos um ano...

DOUTOR EM MEDICINA, HOMEOPATIA

...avaliamos 60 pacientes nossos que tinham câncer

e 96% deles tiveram uma infecção num dente

no mesmo circuito que alimentava seu câncer primário. 96%!

Sei que pode parecer estranho,

mas sempre quis aprender a surfar.

O sol, a névoa d'água...

e aquela sensação de conquistar uma força além de seu controle.

Talvez seja algo simbólico.

Depois de todas as minhas tentativas e percalços,

ainda me sentia apostando minhas fichas nos números errados.

Você sabe que está doente quando, por milagre, atrai uma gata maravilhosa

que é areia demais para o seu caminhãozinho e...

não consegue ter uma ereção.

Sei que todos dizem isso, mas...

"Isso nunca aconteceu comigo."

É claro que ela foi embora rapidinho.

Quando isso iria terminar?

Eu chegaria ao topo,

superando tudo que passei

ou isso seria o meu fim?

Só conseguia pensar nisso.

Até meus amigos e minha família eram menos importante.

"O que há de errado comigo? Você está tão hipocondríaco.!

"Por que está tão solitário?"

"Se fortaleça e vá em frente."

"Acho que é depressão."

"Por que tanta ansiedade?"

"É tudo da sua cabeça."

Me sentia vazio por dentro.

Ninguém que tenha um abcesso no corpo o ignoraria.

O mesmo vale para um abcesso dentário.

O problema é que eles, normalmente, são assintomáticos.

A maioria dos que me procuram e que têm canais tratados

acabam com a infecção nesse canal, e o dente não dói.

Ninguém me procura com dor de dente.

Se queixam de artrite, fadiga,

câncer, problemas cardíacos.

Isso aparece quando o canal é escaneado

porque há perda óssea devido à infecção crônica no dente.

A odontologia convencional acredita que o mais importante é salvar o dente,

e se o paciente morre... é o preço pago por salvar o dente.

Não aceitam a ideia

de que coisas mortas devem ser retiradas do corpo.

Foi chocante pra mim porque há membros da mesma família...

CIRURGIÃ DENTISTA

...em quem eu fiz tratamento de canal

porque não me ensinaram a questionar

se a infecção residual teria alguma implicação negativa

na saúde geral do paciente.

Acho que a primeira pesquisa sobre tratamento de canal

que claramente demonstrou quão tóxico é esse procedimento

foi o trabalho do Dr. Weston Price.

Ele pesquisou canais dentários por 25 anos

e descobriu que eles podem ser a causa de quase qualquer coisa

desde doenças mentais até distúrbios cardíacos ou artrite.

Quando Weston Price começou a tratar os canal de seus pacientes,

descobriu que muitos adoeciam,

então começou a pesquisar.

Ele extraia o dente, o esterilizava fora da boca,

se certificando de que não tinha sobrado nenhuma bactéria,

o inseria sob a pele de um coelho

e concluiu que o coelho apresentava qualquer doença que o paciente tivesse.

Problemas cardíacos, no fígado,

artrite, doenças neurológicas ou qualquer outra,

E ainda mais surpreendente, ele retirava esse dente

e, sucessivamente, o inseria sob a pele de outros 20, 30, 50 coelhos

e todos desenvolviam a mesma condição médica

da pessoa que forneceu o dente.

Assim, há uma conexão direta entre o patógeno desse dente morto,

as correntes galvânicas e os diferentes metais na boca.

Tenho o exemplo

de um paciente com enfisema que tomou esteroides por mais de um ano.

Achei uma infecção por estreptococo na mandíbula

no lugar onde um dente havia sido removido há 15 anos.

Assim que tratei a infecção na mandíbula

seu enfisema desapareceu.

A boca é um depósito de resíduos tóxicos que impacta o resto do corpo.

Agora, o Dr. Price era dentista, e tratamentos de canal tinham virado moda.

Antigamente, se você era pobre

e não podia pagar um dentista,

tinha que arrancar o dente.

Quando alguém tinha dinheiro e precisava ir ao dentista,

dizia: "Sei que fui um pouco negligente.

Quero saber se você consegue salvar meu dente

porque se eu sorrir, as pessoas vão pensar que sou pobre

se eu não tiver dentes.

Logo, a decisão de mumificar os dentes era mais do paciente que do dentista.

Tudo pra manter o dente na boca,

com uma linda coroa dentária de ouro,

poder sorrir e todos achariam que a pessoa tinha dinheiro

porque via os dentes de ouro.

Infelizmente, as escolas de odontologia vêm a boca

como se ela fosse de um manequim,

onde se pode fazer qualquer procedimento

sem que haja impacto direto no resto do corpo.

No entanto, isso está longe da verdade.

Dados recentemente coletados mostram

que a causa número um de infartos

é o tratamento de canal dentário.

Assim de simples. Nenhuma correlação ou conexão entre causa e efeito.

Se você faz um curso na Bale & Doneen,

que é líder em prevenção cardiovascular,

ouve que eles não aprovam que se façam tratamentos de canal

porque aquela bactéria percorre seu corpo

e é conhecida por atingir o sistema cardiovascular.

Uma coisa que me irrita como cardiologista

é que muitos médicos de família,

clínicos gerais, cardiologistas e até amigos meus cardiologistas

veem um paciente infartado e o colesterol está bom,

os lipídios também, não há pressão alta,

nenhum outro fator de risco. Essas coisas não deveriam ser ditas aos pacientes

mas eles falam

e, no fundo, pensam: "Que paciente azarado!"

Você sabe que a maioria dessas coisas não é genética?

Essa pessoa esteve bem nos primeiros 25 ou 50 anos de vida.

Agora isso mudou. Não são seus genes.

É seu corpo tóxico, e se pudermos tratá-lo

sua saúde e energia voltarão

e você pode ter uma boa vida.

Como gosto de ilustrar minha fala, vou usar este cenário:

estou dirigindo meu carro e a luz do óleo acende.

Posso dar uma martelada na luz do óleo.

Isso resolveria o problema, não é?

Não, porque isso é só um sinal, um sintoma de que algo está acontecendo.

O que faço é olhar profundamente

e achar o problema específico ou a causa raiz

Desculpem o trocadilho, mas, quase sempre, é um problema no dente.

E o sol nasceu outra vez.

Vou ao banheiro como sempre,

e me faço a mesma pergunta:

"O que há de errado comigo?"

Como de costume, ia começar outro teste.

Mais uma modalidade de cura.

Usaria um aparelho chamado antena Lecher,

que checa informações do seu sangue

detectando uma vários fatores que podem te deixar doente,

e a antena balança, se há algo errado.

É emocional?

Não.

É um parasita?

Não.

São metais pesados?

Não.

É dentário?

Sim.

É uma obturação com amálgama?

Não.

É um canal infeccionado?

Você tem um canal infeccionado.

Apesar do procedimento estranho,

foi a primeira vez que alguém me disse que a razão da minha fadiga era um dente.

Achei bizarro, até que fui pesquisar.

ODONTOLOGIA BIOLÓGICA

Minha busca começou nos livros.

O problema básico com tratamentos de canal

é o que chamo de procedimento inevitavelmente falho.

Inevitavelmente falho considerando

que a razão para fazer um canal é que você vai ao dentista com dor.

Um dente dói.

Você quer se livrar da dor, lógico.

O problema é que, ao te livrar da dor,

o dentista remove o nervo, a polpa,

as irrigações sanguíneas e o ligamento periodontal.

Basicamente, o dente

passa por um processo de mumificação enquanto ainda está na sua boca.

Esse dente está morto.

Não sente mais nada, nem a dor.

Mas existe um abcesso, está infeccionado,

e se você colocar uma sonda e medir,

achará biotoxinas do tipo mais agressivo que existem na natureza.

Entendi melhor a partir de podcasts, YouTube, Skype, artigos.

Digeri tudo que ouvi.

O tratamento de canal de um dente pode ser um tipo de infecção silenciosa.

Extraí inúmeros dentes com tratamento de canal

que pareciam perfeitos no raio X,

e mesmo depois de extraí-los e limpar bem a cavidade,

ainda encontrávamos uma grande extensão de osso morto,

um cisto ou até pus e infecção no local.

Então descobri o pai da odontologia biológica,

Hal Huggins.

Se você tem ruptura do apêndice...

VOZ DO DR. HAL HUGGINS

...vai preenchê-lo com cera e fechar com uma coroa de ouro?

As mesmas bactérias estão lá,

só que as que estão na boca podem ser piores.

Mas todos os dentes com canal precisam ser extraídos?

A resposta é não.

Só os das pessoas que se interessam por sua saúde.

Mas ainda tem algo que não bate.

Se os dentes com tratamento de canal tivessem tantos problemas...

por que mais gente não saberia?

POR QUE DENTISTAS NÃO SABEM...

Aproximadamente 95% dos dentistas têm um aparelho de raio X em seus consultórios

que é bidimensional,

o que significa que ao fazer um raio X

podem ver somente a largura e a altura do dente.

Não se vê profundidade e é preciso tirar uma foto do canal

e ela ficar boa.

Mas fazendo outro tipo de raio X, chamado tomografia de feixe cônico,

que é quase uma tomografia,

conseguimos ter uma visão tridimensional do dente

e ver que esses canais têm abcessos

está ao redor do dente

o que não é visível num raio X bidimensional.

Durante minha formação,

atendi uma paciente em quem fiz uma tomografia

Ela tinha alguns problemas emocionais,

fadiga crônica e mais um monte de coisas.

Estávamos revendo sua tomografia com um técnico,

que não era um dentista holístico. Ele era um técnico da empresa.

Eu disse: "Vamos só ver os dentes com tratamento de canal

e virar a imagem para ver se encontramos alguma patologia."

Quando viramos a imagem,

ele disse: "Nossa! A coisa aqui está feia.

tem um cisto aqui e outro ali."

Sempre vejo raízes de dentes que parecem bem no raio X,

mas o raio X não é um bom parâmetro.

Ele só cria problemas para as pessoas.

Todo canal feito em um dente contém tecido morto

e isso é um reduto para bactérias.

Analisamos 87 canais de dente bem feitos,

muitos feitos por endodontistas e muitos mais feitos por dentistas.

Descobrimos que não importa quão bem o canal foi feito

a vasta maioria apresentava em alto grau de toxidade.

Nenhum dos 87 estava atóxico.

As toxinas frequentemente são o material residual das bactérias.

Podem ser também uma parte da bactéria

como a parede celular da bactéria,

mas muitas vezes são resíduos de bactérias.

Uma das maiores autoridades do mundo em toxinas biológicas

é Boyd Haley, da Univ. de Kentucky.

O Dr. Haley descobriu e publicou que as toxinas de um canal de dente

são iguais em toxidade ao padrão

pelo qual todas as toxinas biológicas são medidas, o sulfeto de hidrogênio.

Ele também revelou que as toxinas de um canal de dente

se equivalem em toxidade ao botulismo,

uma das piores intoxicações conhecidas.

Todos os canais são infectados, sem exceção.

Um amplo estudo foi feito,

oficialmente, pela sociedade de odontologia holística americana.

Foram testados 30 000 canais tratados

durante anos e todos estavam infectados

sem nenhuma exceção.

Havia um laboratório na Univ. de Kentucky chamado

Tecnologias de Classificação de Afinidades.

Era o laboratório do Dr. Boyd Haley,

o responsável pelo departamento de química.

Ele criou um teste de laboratório no qual se inseria um bastão

de algodão

por baixo do dente que poderia estar com problemas

e se empurrava o bastão sob a gengiva. Ao removê-lo,

se obtinha uma amostra do fluido

que seria enviado ao laboratório

para realização de um bioensaio

no qual se investigava a presença de material tóxico vindo da raiz do dente.

Esse laboratório não existe mais,

mas tenho um relato de um antigo paciente

que tinha fadiga crônica.

Ele me procurou e quando o examinei,

pensei :"Acho que seu problema está num dente com a raiz intoxicada.

Vá ao dentista e faça o teste."

Ele foi , fez o teste e estes são os resultados.

O teste detecta estas seis enzimas

que são parte do que chamamos de ciclo de Krebs.

Este ciclo demonstra a parte da célula que produz energia,

ou seja, como estas enzimas são capazes de gerar uma molécula de açúcar

e extrair energia delas.

Se estas enzimas estão bloqueadas, a célula não consegue produzir energia

e são as biotoxinas que bloqueiam as enzimas.

O que eles faziam era retirar essa amostra dos dentes,

dos saudáveis e dos com problemas,

incuba-las com essas enzimas

e a partir de um sistema de mensuração

dimensionar a gravidade do bloqueio.

Neste paciente, que apresentava uma média de 93% de inibição,

as enzimas estavam bloqueadas.

Numa ação coordenada com os dentistas de todo o país,

mais de 5.000 dentes extraídos que passaram por um tratamento de canal

foram submetidos ao Dr. Haley para testes.

Todas as amostras eram tóxicas.

E só para garantir

que isso não era relacionado só com o dente e a boca,

eles também testaram dentes extraídos com propósitos ortodônticos,

ou seja, dentes saudáveis

extraídos para abrir espaço para outros.

Nenhum deles inibiu qualquer enzima.

PATÓGENOS DE ALTO RISCO

Essa foi a evidência final. Essa era a causa e o efeito,

a prova de que um canal não pode ser esterilizado dentro da boca.

Não se pode dizer

que uma infecção dentro de um canal pode sempre ser resolvida.

Isso não é percebido localmente

porque o dente com o canal tratado se desconecta do nervo

e não tem mais sensibilidade.

É por isso que o paciente não sente o efeito tóxico.

Não se pode sentir algo morto.

É incrível quando um paciente vem ao meu consultório

e digo: "Vou te dizer o que você tem:

insônia, problemas de memória,

estresse, impulsividade,"

e sigo enumerando

Muitas vezes começam a chorar porque, normalmente, sou o primeiro médico

que descreve, sem que eles digam,

o que está acontecendo com eles.

Os outros médicos com quem se consultaram

dizem: "É da sua cabeça.

Tome estes antidepressivos e vai melhorar."

Os especialistas em canais defendem procedimento que realizam, certo?

Eles, na medida do possível, tentam tranquilizar as pessoas.

Não sei o que pretendem,

não quero dizer que não se interessam

pela saúde e bem-estar de seus paciente.

Na verdade, eles realmente acreditam na eficácia do procedimento,

que ele funciona,

e não acham que há uma infecção crônica.

Mas as evidências científicas contradizem esse fato.

Opiniões não contam.

A ciência demonstra que um canal tratado está sempre infectado

e que a única diferença é que alguns são um pouco mais tóxicos

e estão mais infectados que outros.

Quando era garoto, sempre corria para o seu consultório.

Os garotos me gozavam.

"Correndo pro dentista?"

Ele era um excelente dentista.

Seu nome era Dr. Brann.

Ele sempre me deixava entrar cinco minutos antes

pra poder ver seu laboratório.

Ele me deixava mexer nas coisas e me explicava o que eram.

Eu adorava.

Eu dizia que ia ser dentista quando crescesse.

Ele me dava um tapinha na cabeça e dizia: "Que bom."

Só que nunca me disse o quanto isso era difícil!

Depois, entendi.

São oito anos de faculdade,

estudando dezenas de matérias,

as de odontologia, e também psicologia, anatomia e bacteriologia.

ODONTOLOGIA PEDIÁTRICA

NOSSO AMIGO, O DENTISTA

O VALOR DE UM SORRISO

Descobri que nos EUA,

25 milhões de tratamentos de canal são feitos a cada ano.

Esse dado chamou minha atenção

mas, mais que isso, me fez pensar:

"Por que eu?"

Por que nem todo mundo tem problemas de canal como eu tive?

Muitas vezes me perguntam:

"Por que um canal tem um impacto generalizado na saúde de uns

e não na de outros?

A razão é:

todos somos suscetíveis às toxinas mas em diferentes graus.

É sabido que algumas pessoas podem fumar

por 60 ou 70 anos e não ter sintomas aparentes de doença,

enquanto outras fumam por um ou dois anos e desenvolvem um carcinoma.

Cada pessoa processa as toxinas de forma diferente

e alguns pacientes são capazes de lidar com um tratamento de canal

sem sobrecarregar seu sistema imunológico.

Embora haja outros pacientes, sempre encontramos alguém

que tem o sistema imunológico dramaticamente afetado por um canal.

Minha prática é bastante seletiva.

A maioria dos que me procuram têm doenças crônicas sérias.

Provavelmente, na população em geral,

isso não foi detectado

porque quem atende esse paciente está tratando da pressão alta,

da dor crônica nas costas, Não associa esses sintomas

e nem se pergunta se isso pode ter relação com um questão dentária.

É muito importante que a odontologia e a medicina andem juntas.

É importantes que médicos estejam atentos

à importância da boca e os dentistas ao fato de que

alguns procedimentos que eles realizam na boca

impactam forte e seriamente a saúde do corpo.

Um exemplo perfeito: nos encaminharam um paciente

no quarto estágio de um câncer de garganta..

Afinal de contas, ele tinha tratado dois canais.

As radiografias não mostravam nada

e milhares dentistas que o atendessem

diriam que elas estavam normais.

Os patógenos presentes nesses dois canais

estavam na garganta, onde estava o câncer.

Extraí os dois dentes e tratei a mandíbula com ozônio,

homeopatia e prata iônica.

Em três semanas,

o quarto estágio do câncer tinha revertido completamente,

segundo a tomografia TEP, exames de sangue e visual.

Esse é o impacto de um canal de dente intoxicado.

Há um estudo que relaciona doenças e canais,

publicado em um respeitado jornal de oncologia nos Estados Unidos,

que mostrou que 90% de todos os cânceres de próstata

continham em seu tecido as bactérias cancerígenas

que vêm do canal tratado.

Me senti péssima porque tinha feito muitos canais.

e cheguei a pensar

que queria fazer isso pelo resto da vida.

Pensava: "Como pode ser?"

Isso vem sendo feito há tanto tempo.

Há até especialização na área.

Mas quando colegas começaram a me apresentar

diferentes pesquisas,

eu, obviamente, cheguei a conclusão

que não queria mais fazer tratamentos de canal.

Não podia mais afirmar que não estava prejudicando pessoas em algumas situações.

Afinal, quando você faz um canal,

interrompe o fluxo de energia para diferentes órgãos, podendo afetá-los.

Não se pode acabar com uma infecção se o sistema imunológico não está bem

com completo acesso a todas as partes infectadas

e ela seja uniformemente eliminada quando um canal é feito.

A analogia que costumo usar é:

o meu consultório tem uma porta de correr.

Você está de um lado da porta e ela está fechada.

Você está segurando luzes de natal

e quer saber se todas acendem.

Eu estou do outro lado da porta

e tenho uma extensão ligada,

mas há uma porta entre nós.

Não conseguimos juntar as pontas.

Se alguém vier e começar a lixar a porta,

quanto tem que ser lixado para que possamos juntar as pontas?

Um pouco não basta. Tem que ser aporta toda.

Só quando a porta toda for removida,

poderemos fazer a conexão.

Exatamente como no corpo.

Ele se reconecta totalmente e a eletricidade pode passar.

Depois de tudo que descobri, soube que tinha que tirar meus dentes.

Procurei um dentista biológico

e a primeira coisa que ele disse:

"Você sofreu um trauma no dente da frente?"

É. Foi aquele soco na boca

Como eu fui tão idiota só pra defender aquela donzela em apuros?

Vamos dar uma olhada no raio X.

Vê essa descoloração aqui? É onde está a infecção.

É uma infecção profunda

que está causando seus problemas de saúde.

Vamos extrair o dente com canal

e com a broca

vamos remover o ligamento periodontal abaixo do osso

e te daremos um novo dente, feito de zircônio

que se ligará aos dentes laterais.

Em três ou quatro meses, isso vai sarar

e você notará uma melhora substancial em seus níveis de energia.

-Sim. -Alguma pergunta?

Não.

Vamos começar.

Agora, não quero que você pense logo que tira o dente,

vai acordar com energia ilimitada.

O dano foi feito.

Você tem que se cuidar

e passar por uma desintoxicação: fazer limpeza do fígado,

dos rins, do intestino.

Jornada dura.

Mas, aos poucos, você começa a sentir sua saúde voltando.

É claro que se você tratou um canal

e está convencido da informação que estou dando

e da ciência por trás desses fatos

você quer tirar isso do seu corpo,

quer que isso pare de impactar negativamente sua saúde.

Bem, você precisa achar um dentista que saiba o que está fazendo

porque isso envolve mais que uma simples extração.

Remover o dente com o canal tratado é só o primeiro passo da solução.

Depois, a área precisa ser drenada para extinguir as bactérias

porque as mandíbulas não são como pedras.

São ossos esponjosos

onde bactérias e toxinas se infiltram

e também têm que ser drenados e tratados.

E , na minha opinião, é aqui que o uso do ozônio é indispensável

Pra isso, é só inserir uma agulha fininha

na área e injetar o ozônio.

Esse gás penetra em todas áreas adjacente a esse túnel principal,

em todas a região infeccionada.

É interessante

porque há paciente em que injeto o gás aqui

e eles sentem que ele percorre toda a mandíbula até o outro lado,

sobe e passa por trás do olho.

Não há como fazer uma cirurgia e limpar toda a extensão da mandíbula.

No caso do gás, ele trata todas as áreas por onde passa,

e os pacientes sentem como se a área estivesse encolhendo.

A mandíbula tem uma densa rede de nervos.

Você sabia que esses nervos não retransmitem informação?

Não é como aqui que vai para a medula e de lá para outro lugar.

Estes nervos vão diretamente para o meio do cérebro

onde ocorre a regulação do sistema nervoso.

São chamados nervos cranianos.

Esses são os maiores nervos do corpo

e vão direto a uma área que é muito delicada e protegida.

Por isso, se alguém tem uma infecção latente crônica

com biotoxina nessa área, ela pode afetar o cérebro,

a regulação do cérebro, a energia e muitas outras coisas.

Por exemplo, atendemos uma mulher com Tiroidite de Hashimoto,

uma doença autoimune, que teve origem em um citomegalovírus

do local de extração de um terceiro molar,

associado a íons de níquel de um aparelho ortodôntico.

Com a remoção dessa duas substâncias da tireoide e da fontes,

a doença desapareceu completamente.

As doenças autoimunes têm uma razão de ser.

O corpo não se ataca sem motivo.

Há algo lá que está causando essa reação.

O médico deve estar alerta. Se ele quer a cura,

principalmente do câncer, tem que abordar esses fatores.

São fatores estressantes no corpo que desviam a atenção imunológica.

Se o sistema imunológico diz:

"Não deixe que as toxinas entrem no cérebro e me matem",

ele está permitindo que as células cancerígenas

cheguem aqui ou na próstata ou no intestino.

Os mais incidentes.

Ou nos pulmões. Esses são os quatro mais comuns.

Suas chances de ter câncer aumentam significativamente

e isso acontece devido à ignorância dos chamados especialistas

que não querem aceitar este fato,

embora ele esteja claramente provado.

Fazendo a análise das bactérias

descobrimos que há mais de 53 tipos num canal tratado.

Entre elas há 28 diretamente envolvidas com a saúde do coração,

que são conhecidas pela literatura científica

por criar certos problemas cardíacos.

Algumas especializadas em atacar a válvula cardíaca.

Muitas causam a chamada endocardite,

uma inflamação das artérias coronárias.

Sabemos que há estudos no

Jornal da Associação Americana de Odontologia

que demonstram que ter um ou mais canais tratados,

estatisticamente falando, aumenta a chance de infarto,

pura e simplesmente.

Cada vez há mais evidências que a causa da doença arterial coronariana

é a inflamação do endotélio, o tecido que reveste os vasos.

O que temos que fazer na medicina

é entender a causa dessa inflamação

porque o corpo

tenta isolar essa inflamação

usando o colesterol e o cálcio.

O que temos aqui é o que chamamos de placa,

a mesma que se tem nos dentes,

ou seja, uma película bacteriana recobrindo uma superfície

e que é coberta por uma camada de cálcio.

Isso é o mesmo que acontece nas artérias coronarianas.

A solução não é tentar se livrar do colesterol,

que se dirige a essa área, que o corpo pôs lá,

para proteger-nos da inflamação.

A solução está em tentar entender a causa da inflamação.

Uma infecção dentária é grande parte disso

devido à disseminação das bactérias da boca

na corrente sanguínea e daí para as artérias coronárias.

Este processo pode ocorrer,

mas pode ser interrompido se observado por um médico que sabe o que está fazendo.

Fazemos um teste para identificar essas toxinas orgânicas

no qual podemos ver se o corpo, por assim dizer, está impregnado

por essas toxinas oriundas de um canal.

Podemos mensurar a quantidade dessas toxinas, chamadas xenoestrógenos,

que são moléculas orgânicas cancerígenas.

Assim que removemos a fonte tóxica do paciente,

recomendamos a sauna de infravermelhos.

Você vai suar.

Alguns agentes nutricionais

também podem te ajudar a se livrar dessas toxinas.

Nosso programa básico consiste em descobrir os nutrientes que faltam

e repô-los.

Alguns deste são suplementos orais, outros são intravenosos

como a terapia com vitamina C.

Usamos a terapia de campos magnéticos porque há células que não geram energia.

Essas células não têm energia e suas membranas

não controlam bem o que entra e o que sai.

Se as expusermos a um campo de pulsos magnéticos,

as membranas são recarregadas

e essa célula consegue se desintoxicar.

No período de três a seis meses, às vezes um pouco mais,

podemos suspender tudo,

seus níveis se normalizam

e você consegue restabelecer sua saúde.

Comecei a me sentir bem

e fiz a EAV de novo para ver se meu fluxo de energia estava legal.

Mas algo estava errado.

Descobri que tinha outro bloqueio.

Desta vez, em um dos meus dentes do siso.

Me aprofundei e fiz uma tomografia.

Me disseram que era uma cavitação, algo que ninguém quer ter.

Azar o meu!

Também tinha que ser tratado.

O primeiro passo era descobrir o que é cavitação.

Cavitação é basicamente uma infecção residual na mandíbula,

resultante da extração de um dente.

Se o local da extração não é meticulosamente curetado e limpo,

bactérias se infiltram na ferida

e vivem lá pelo resto da vida do paciente,

Todo osso do corpo é conectado à outro

por um ligamento. Seu dente se conecta à mandíbula

pelo que chamamos de ligamento periodontal.

Depois de extrair um dente,

o dentista também vai tirar o ligamento.

Sem aquele ligamento, o osso vai se regenerar

e sua mandíbula se recompõe.

Mas se o médico extrai o dente e não tira o ligamento,

o espaço onde o dente estava pode fechar em cima e formar uma cavidade.

O ligamento periodontal continua ligado na tomada.

Isso impede a comunicação

e o corpo não é capaz de mandar osteoblastos e osteoclastos

para o local da extração e preenchê-la com osso saudável.

Forma-se uma barreira.

Esse será um lugar que o corpo vai usar como um depósito de sujeira -

lixo tóxico, bactérias, fungos -

e isso não dói. Pode nem ser visível num raio X comum,

mas ainda está lá.

Então o ligamento periodontal impede a cura.

Num estudo de 5 mil cavitações

formadas após a extração do dente do siso,

4 999 não tinham sido curadas.

Só uma das 5 000 não apresentava problemas.

A maioria das pessoas nos Estados Unidos

e nos países desenvolvidos

que tiveram dentes extraídos por qualquer razão também têm cavitações

e o que o está dentro do buraco não é diferente -

e isso pode parecer nojento ou um exagero, mas não é -

é a mesma gangrena infecciosa.

Essas cavitações na mandíbula

podem desencadear doenças importantes,

doenças neurológicas graves, como a esclerose múltipla.

Mas essas cavitações podem ocorrer por outros fatores.

Pode ter tido um problema de coagulação

ou uma lesão jogando futebol,

algo que danifique o osso numa região específica.

A razão mais comum é a extração de um dente

mas não do ligamento periodontal,

consequentemente, aquele vazio onde o dente estava

nunca é preenchido com osso saudável.

A segunda razão mais comum é que as bactérias que estão no canal

encontram uma microfratura na superfície daquela raiz específica

e naquele buraco no osso e cria um vazio

e, dessa forma, não é incomum que ocorra uma cavitação próxima ao canal.

Os dentes do siso são os locais mais comuns.

Os dentes do siso são os únicos pelos quais passam quatro circuitos

em vez de dois -

o do coração, do intestino delgado

do sistema simpático e parassimpático.

Há pessoas que têm problemas no funcionamento da glândula adrenal

devido à infecção no local da extração do dente do siso.

Essa infecção no osso

pode demorar 50 anos para aparecer,

e embora não se sinta dor no local, isso destrói completamente a sua vida.

Quando a adrenalina não é suficiente, aparecem problemas para dormir

e você não consegue lidar com o estresse.

Isso leva a não suportar coisas como

música altos, barulho,

multidões barulhentas

e pessoas discutindo.

O que acabei de descrever é uma pessoa que vive numa caverna.

Por exemplo, tirei meu dente do siso

durante meu curso.

Trinta anos depois, desenvolvi uma arritmia cardíaca

e não conseguia melhorar.

Tomava vitaminas na veia,

tentei a homeopatia, mas nada me fazia melhorar.

Então, um dia, pensei:

"Será que tenho alguma cavitação?"

Aquele dente do siso, por onde passa o meridiano do coração,

estava causando problemas.

Se você puder fazer uma tomografia de qualidade da mandíbula,

terá muito mais garantia

que não tem um processo de cavitação

ocorrendo na sua mandíbula.

Se o dentista descobrir isso e tirar aquela porcaria dali,

retirar o ligamento e a área cicatrizar,

o paciente pode melhorar.

Uma pergunta que nos fazemos é:

"Há alguma coisa a fazer antes desse procedimento

para melhorar minhas chances de cura

de um procedimento cirúrgico como uma cavitação

ou da remoção de uma raiz de canal?"

Uma das melhores coisas que se pode fazer

é ter uma alimentação adequada, comer coisas saudáveis,

ingerir proteínas, vitaminas e minerais suficientes.

Quando tirar esse dente,

você quer tem certeza que aquela tomada está realmente bem limpa.

Você quer tirar o ligamento periodontal.

Se houver uma infecção, você quer se livrar dela

e sarar.

Prefiro deixar que o corpo preencha esse espaço com osso.

Isso leva pelo menos três meses.

Você quer ter certeza que está curado,

que não há uma cavitação.

Digamos que esteja curado. Como substituir o dente?

Há algumas opções.

Uma delas é não substituir, deixar pra lá.

Outra é usar algo removível,

mas muitos não gostam porque é desconfortável.

A outa opção é colocar uma ponte,

preenchendo assim aquele espaço.

Há dois tipos de ponte.

A tradicional, que eu não gosto,

é quando se tem que mutilar os dentes que estão de ambos os lados

para segurar o dente que falta.

Ao mutilar esses dentes,

aumentam as chances de você precisar tratar o canal.

Prefiro usar uma prótese parcialmente removível,

onde os dentes pilares, como são chamados, ou dentes de apoio

têm uma preparação mínima para segurar o dente que será reposto.

A única desvantagem desta última é que ela periodicamente afrouxa

e precisa ser cimentada de novo.

Mas, é claro que a melhor opção é cuidar bem de seus dentes e gengivas

com um completo programa de saúde de bucal e nunca precisar fazer um canal,

mas digamos que não aconteceu.

Como aconteceu comigo e com muita gente,

vamos dizer que houve um trauma e você não teve opção.

Não dá para andar por aí sem um dente da frente.

Não é bom para os negócios.

Que tipo de ponte vou usar? Que tipo de implante?

Fazer um implante é fixar um parafuso no osso

que tradicionalmente é de titânio.

Hoje, há também implantes cerâmicos.

As vantagens e desvantagens,

bem, com o titânio, o problema é que você está inserindo metal no osso.

O titânio é conhecido como um hapteno.

Isso significa que os íons do titânio podem induzir uma resposta autoimune.

Se há uma predisposição genética a algo como a Tiroidite de Hashimoto,

doença celíaca, esclerodermia, lúpus,

ou artrite reumatoide, essa doença pode aflorar

e, até mesmo, se o implante for removido, e elas já apareceram

você passa a ter problemas que não tinha.

Além disso, alguns metais vão diretamente para o sistema de meridianos.

É como colocar uma colher na tomada

e ficar mexendo e enterrando mais.

Isso encurta o meriano.

Estamos vendo que muitos médicos que nos encaminham seus pacientes

e também pacientes que pesquisam

não querem ter metal na boca.

Querem eliminar qualquer coisa que possa criar uma corrente elétrica.

Por isso, agora usamos implantes de zircônio

que são mais como a cerâmica.

Esse implante é totalmente não metálico, mas parece com o de titânio

e funciona como ele,

porém é considerado mais biocompatível com os tecidos e com o paciente.

Implantes de zircônio interferem no corpo muito menos que os de titânio.

Afirmo que eles são 100% bons,

e ainda são mais tolerados pelo corpo

que os de titânio.

Boas práticas médicas incluiriam isso e é o que queremos.

Queremos a melhor medicina.

Queremos dar às pessoas coisas que não as prejudiquem mais que ajudem.

Canais são um dos tratamentos mais perniciosos,

tóxicos, influências escondidas na saúde.

Se você está se esforçando para entender por que está tão doente

e tem vários canais tratados,

por favor avalie essa questão.

Não quero que você ache que estou viajando

ao dizer que a única razão da minha fadiga crônica

era meu canal tratado.

Minha busca me fez acreditar

que todas as doenças crônicas se devem a uma sobrecarga tóxica.

Essas toxinas vem de várias fontes

desde junk food até toxinas ambientais ou emoções tóxicas.

Estamos todos aprendendo sobre os efeitos tóxicos

das frequências eletromagnéticas

e não podemos descartar os patógenos.

O que posso dizer é que até estancar a fonte tóxica,

removendo meu canal, não conseguia melhorar,

não importa o que fizesse.

Essa foi a última peça do meu quebra-cabeça.

A causa raiz, por assim dizer .

Seu dentista diz que você precisa fazer um canal.

Além de sair correndo dali, que opções você tem?

Se o dente precisa ser removido,

certifique-se que o dentista é holístico,

que vai retirar a infecção e o ligamento periodontal.

Quando o dente for extraído e a boca tiver cicatrizado,

você tem três boas opções.

A primeira é uma prótese cerâmica parcialmente removível.

A segunda é um implante de zircônio.

No entanto, 99% dos dentistas recomendarão um implante de titânio,

mas ele é tão prejudicial quanto o canal.

Só aceite implantes é de zircônio.

Sua terceira opção é a boa e velha dentadura.

Mantenha seu sorriso!

Estou lendo este livro sobre Gandhi.

Ele não tinha problemas dentários como eu.

Há rumores de que ele usava dentadura que punha e tirava toda noite.

Mas suas palavras eram tão lindas quanto seu sorriso.

Dizia que mesmo que só você acredite,

a verdade ainda é verdade.

Pode chegar a 80% ou 90% o número de pessoas

total ou parcialmente doentes devido a um dente infeccionado.

Isso pode ser um milagre.

Pode ser a salvação de um paciente. Atendi milhares de pessoas

que tinham esse problema e quando ele foi tratado

as pessoas realmente melhoraram.

Meu mentor. o Dr. Hal Huggins, me disse há 20 anos:

"Não dá pra se secar no chuveiro."

É uma afirmação simples, mas profunda. Um problema não pode ser resolvido

se a causa continua presente

enquanto você tenta resolver a situação.

A medicina e odontologia de hoje

são duas áreas importantes para nossa saúde,

mas elas não interagem.

Se os médicos interagissem mais, poderíamos ajudar muito mais,

promover a melhora de mais gente

e fazer o que se supões que devemos:

curar pessoas.

Em cada dois de nós, um morre

por problemas cardíacos ou de câncer.

Temos que ter uma estratégia para ambos.

Garanta que sua higiene bucal é adequada

e coloque em prática um programa

para minimizar a quantidade de patógenos na sua boca que entrarão

na corrente sanguínea.

Há outro ditado que diz:

"Um novo conceito nunca é imediadamente aceito

enquanto o velho não desaparecer para dar lugar a ele."

Então, cada um que ouça isso,

saiba que o desafio de fazer a verdade ganhar o mundo

está em suas mãos.

Hoje em dia, há aproximadamente 25 milhões de tratamentos de canal

sendo feitos por ano nos Estados Unidos.

Uma das amplas ações de saúde pública

que poderíamos fazer no mundo

é esclarecer o importante papel

que têm as infecções dentárias e toxinas

e, talvez um dia, os tratamentos de canal

sejam algo do passado visto que ele não agrega nada

à saúde como um todo.

Sou só um cara e essa é a minha verdade.

Essa verdade me libertou.

Sinto essa liberdade todo dia quando acordo.

Está presente em minhas alegrias, tristezas

e amizades.

E caso você se pergunte se consigo ter uma ereção...

não tenho problema com isso.

Retomei minha vida...

por isso não quero que a minha verdade seja para poucos.

Sou cineasta e passei por uma fornada épica.

Talvez isso tivesse que acontecer comigo.

Legendas: Márcia Maciel

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