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Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
A justi�a hist�rica exige que as pessoas,
especialmente a gera��o jovem,
conhe�am os nomes e grandes feitos dos guerrilheiros,
onde havia muitos representantes da na��o do Cazaquist�o.
Artistas e historiadores deveriam encontrar as melhores melodias,
palavras e cores para perpetuar a mem�ria dos her�is,
que enfrentaram a morte 1000 vezes,
e que se sacrificaram pela vit�ria.
Adi Sharipov.
Descansem.
Dez minutos.
22 DE MAIO DE 1941, PRIMEIRO M�S DA GUERRA
Sim.
Estou!
Estou te ouvindo.
Sim, estou ouvindo!
Fale, eu ou�o voc�!
Camarada Comandante do Batalh�o, eu...
N�o, isso n�o � preciso.
Pegue sua tropa e v� para a rodovia Grodno.
Poplar, voc� est� me ouvindo?
Assuma a defesa sob as linhas de frente da Vila de Khorov.
Voc� cobre a retirada do acampamento regimental.
Aqui � Birch, me responda! Poplar, voc� est� me ouvindo?
- Voc� precisa aguentar por mais um dia! - Poplar, voc� me ouve?
Ent�o,
dirija-se a este ponto, uma semana marchando a partir da�.
Esse � um ponto de encontro!
Entendeu?
Sim, senhor, permiss�o para ir?
V�.
Responda!
Adi?
Poplar!
Aqui � o Birch!
Poplar!
Voc� est� me escutando?
Se n�o chegarmos ao ponto de encontro...
Aqui � o Birch, responda-me!
Aja de acordo com a situa��o.
Poplar?
Voc� me escuta?
E o radialista?
- Fez contato? - Ainda n�o, senhor.
Poplar? Responda-me!
Consegue me ouvir?
Camarada Comandante,
estamos com pouca muni��o.
Camarada Comandante?
Estamos quase sem muni��o.
Agrupe.
Agrupem!
Radialista!
Senhor!
Senhor, o r�dio!
Est� quebrado.
Comandante, quebrou.
Belostok.
Senhor, parece que estamos cercados.
Soldados do Ex�rcito Vermelho,
cumprimos a ordem do Comandante do Batalh�o.
Agora...
Vamos ao ponto de encontro.
Vamos, sigam-me.
AT� O LIMITE DA HONRA
� agora.
Como voc� est�, Alyosha?
Estou bem, senhor.
Ent�o vamos.
Senhora?
Algum alem�o aqui?
N�o.
Eles foram embora ontem.
Como voc�s vieram parar aqui?
N�s...
Est�vamos na floresta.
Senhora?
Pode nos dar um pouco de �gua?
Voc�s devem estar com fome.
Entrem, volto em um minuto.
J� volto.
Tenho uma noiva perto de Brest.
Planejamos nos casar em setembro.
Ela se chama Yana.
Ela tem dedos t�o delicados.
N�o consigo me lembrar do rosto dela.
Coma.
Experimente.
Vamos ver se serve em voc�.
S�o as roupas do meu marido e filhos.
V�o manter voc�s aquecidos.
Pegue essa aqui, vai caber em voc�.
- Pegue. - Obrigado.
Os alem�es levaram minha vaca.
Esse leite j� � velho.
N�o se ofendam, por favor, � tudo que eu tenho.
Coma algo voc� tamb�m.
Querido?
Os alem�es viram a foto dos meus filhos.
Ambos com o uniforme
de soldados do Ex�rcito Vermelho.
Os alem�es atiraram neles.
Ajudem-me a enterr�-los.
Por favor.
Senhora.
Obrigado.
N�s vamos voltar...
Algum dia.
Quando esse dia chegar�?
Ele chegar�.
Senhora.
Senhor!
Os alem�es est�o aqui.
Vamos, r�pido!
Meu Deus!
Leve as batatas!
V�o!
Saia do carro!
V� para a linha!
V� verificar a casa!
Sim, senhor.
Venha aqui.
Entre!
Verifique a cabana!
Verifique na esquerda!
Venha aqui.
Peter, tudo limpo.
Venha aqui.
N�o h� nada aqui!
Eu tamb�m n�o encontrei nada.
O que � isso?
Continuem.
Mais cinco quil�metros
at� o ponto de encontro.
Vamos r�pido!
ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com
Abdigali?
Fique aqui.
Se algo acontecer,
v� embora.
Cuidado! Granada!
Fujam!
N�o erre!
Por aqui!
Por aqui!
M�os para cima!
Ele est� aqui.
Pare!
H� uma emboscada.
Vamos embora, vamos!
Senhor, minha perna, n�o consigo ir.
Descansar!
Vamos!
Alyosha!
- Alyosha! - Comandante!
Grisha!
Pronto.
R�pido!
R�pido!
Vamos pelo p�ntano.
N�o, vamos nos afogar l�!
- Viu aquilo? - O qu�?
Olhe.
- Siga-me. - Sim, senhor.
Em linha �nica!
N�s os levamos para o p�ntano.
N�o v�o sobreviver.
�!
Sem chance. Vamos!
Vamos voltar!
Montem um acampamento aqui.
Monte voc�.
Quem voc� viu antes?
Meu av� Qairanbai.
Talvez ele tenha nos ajudado.
Estou com fome.
Bem, ent�o peguem o que tem, pessoal.
Obrigado, Helmut.
Voc� serviu uma �tima mesa.
Coronel Rankenau!
Bem-vindo � Bielorr�ssia!
Sim.
Longe de Paris.
- Des�am do caminh�o. - Tem raz�o, senhor, por favor, vamos.
Sente-se.
- Aqui. - Obrigado.
No caminho para c�, encontramos russos acabados.
Aqui, um trof�u.
O resto escapou.
Os partid�rios.
N�s os enforcamos,
eles atiram em n�s.
Os partid�rios?
Apenas bandidos.
Entendo, vamos fazer uma boa ca�ada.
Vamos atr�s desses partid�rios.
Voc� � bom em receber convidados, Major.
Uma ordem para atacar Moscou foi recebida.
O F�hrer quer entrar em Kremlin no outono.
Grandes forma��es de tropas est�o sendo movidas para c�.
Essa �rea precisa ser limpa dos restos dos russos.
Ambos, seus ex�rcitos e bandidos.
Os partid�rios.
Sim.
Boa ca�ada para n�s!
Boa ca�ada!
Ficaria muito mais gostoso frito com sal.
Vamos fazer uma fogueira para cozinhar alguma coisa.
N�o, vai ajudar eles a nos localizar.
J� faz uma semana.
Eles se esqueceram de n�s.
Ambos, os alem�es
e companheiros.
Nos juntaremos aos nossos companheiros,
mais cedo ou mais tarde.
O que h� com voc�, Mitya?
Est� doendo, senhor.
Bem aqui.
Que droga.
Nossa neglig�ncia me deixa com tanta raiva.
Eu entendo.
Entende?
Tem certeza que entende?
Sua estepe est� longe, voc� n�o precisa se preocupar.
Temos uma p�tria m�e para todos.
Nossa p�tria m�e nos esqueceu.
� hora de nos dispersar.
Mandar cada um de volta para sua pr�pria cidade natal.
Eu, voc�, todos.
Antes que seja tarde.
Adi!
Adi!
Covarde!
O que est� acontecendo aqui?
Ele continuou falando sobre ir embora.
N�o aguentava mais ouvir.
Irm�o?
Camarada Comandante.
Precisamos fazer alguma coisa.
Vamos declarar um desertor e mat�-lo.
Por que dever�amos declar�-lo desertor?
Ele fica falando sobre ir embora.
E da�?
Voc� n�o quer voltar para casa?
Eu quero voltar para casa.
Mas s� quando a guerra chegar ao fim.
E o mais assustador agora � que n�o sabemos quando termina.
Tivemos a primeira luta juntos.
Nenhum de n�s fugiu.
E Mitya n�o � um covarde.
N�o seja t�o r�pido
em julgar as pessoas, Abdigali.
Eles podem estar em um momento de fraqueza.
Avi�o escoteiro.
O que est� procurando?
Por n�s?
"Respeitamos o seu esp�rito.
N�o � tarde demais para se render".
O que acha, comandante?
Vamos lutar.
Fazemos tudo menos lutar aqui.
Estamos apenas vagando pelo p�ntano.
N�o, Comandante,
� hora de ir para casa.
Quem mais pensa assim?
Todo mundo pensa assim.
Estou certo, gente?
N�o podemos andar assim para sempre.
Vamos para casa.
Bem, voc�s que sabem, mas eu vou embora.
Afundando.
Estou afundando!
Eu estou afundando!
Estou afundando!
Eu estou afundando!
Me ajudem, estou afundando.
N�s somos os trabalhadores e camponeses,
os Soldados do Ex�rcito Vermelho!
Fizemos o juramento � p�tria!
O que a p�tria significa para n�s agora?
Significa n�s!
Significa nossos pais!
Significa nossos irm�os e irm�s!
Nossas esposas e filhos!
Sim, sentimos falta deles, queremos abra��-los.
Mas primeiro, devemos esmagar o inimigo.
S� ent�o podemos ir para casa.
Perdemos o �nimo.
Bem...
Devemos ir.
Onde voc� est� indo?
Voltem.
Parem!
Coloquem as coisas no ch�o.
Judia?
N�o.
Ela n�o � judia.
Ela � da �sia.
Olhe para ela, � uma t�pica asi�tica.
O que vamos fazer com elas?
Apenas atirem nelas.
Senhor, n�o.
Eu deveria mand�-la para minha noiva.
Fa�a dela um macaco de estima��o.
Para o lado.
V�.
Vamos!
Senhor!
Senhor.
Por favor, atire em mim tamb�m.
N�o olhe para tr�s!
Olha!
Harch! Me siga.
O que � isso no ch�o?
Talvez seja p�o ou�
TERCEIRO M�S DA GUERRA
Bandidos!
Atirem!
Cuidado.
Voc� est� bem?
Misha, encontre o r�dio.
Camarada?
� caf�.
Camarada Comandante,
fiz contato!
Recebi uma ordem!
Para o tenente j�nior Adi Sharipov:
Ficar em uma determinada pra�a e formar um destacamento partid�rio.
O codinome � Sasha.
Minha m�e.
O que faremos com ele?
Conduza o grupo para longe.
Vamos.
Colete a muni��o.
Desculpe, irm�o.
Camarada Comandante!
Agora estamos prontos para lutar.
Uma m�o?
Enterre todos.
H� meu Kolkhoz por perto.
Lembro-me do juramento.
Eu poderia trazer muita comida.
Seria bom ter algo para comer.
E eu poderia ver a minha m�e.
Entre.
Coronel Rankenau.
Permitam-me apresentar Khomutov.
Um homem de coragem e ideias.
Sr. Khomutov.
Parab�ns por ter escolhido o lado certo.
O senhor � natural deste pa�s?
Sim, nasci aqui em Yepishevo.
Meu av� era dono desta aldeia.
O governo sovi�tico enviou ele e a sua fam�lia para a Sib�ria.
Mas voltei para casa mais tarde.
Bom.
Isso � muito bom.
Camarada Comandante!
Descansar.
Ali est� a minha casa.
Vou encontrar minha m�e e j� voltar com um pouco de comida.
Certo, Grisha.
Troque de roupa.
Deixe sua arma e documentos.
Abdigali, Pavel!
Deem cobertura para ele.
Estou indo.
Tenha cuidado.
Pare, n�o se mova!
- Venha aqui. - Droga.
- �ltima coisa que precisava. - Venha aqui.
Eu mandei vir aqui!
Parado!
N�o.
R�pido, rapazes!
Peguem ele!
Os alem�es, senhor!
Sigam-me!
M�e.
- Ouviu isso? - Por aqui, atr�s das casas.
Que os esp�ritos nos ajudem.
Atirem!
R�pido!
Abram fogo!
Cuidado!
Vai, acabe com ele!
Atirem!
Acabem com ele!
Abdigali,
o que voc� murmura toda vez antes de uma luta?
Pe�o aos esp�ritos por ajuda.
Comandante!
O Grisha,
ele se explodiu com uma granada.
Deixe isso para l�.
N�s podemos confiar em voc�?
Fa�o um juramento se voc� quiser.
N�o sei se isso vale muita coisa.
E o bandido chamado Sasha e o seu bando?
O que voc� sabe sobre eles?
H� um grupo de guerrilheiros liderado por algu�m chamado Sasha.
Os bandidos.
E n�s somos militares aqui.
A grande Alemanha colocou um pre�o pela cabe�a de Sasha,
cinco mil Reichsmarks.
E uma terra de dom�nio aqui.
Voc� tem que revelar esta informa��o para os habitantes locais.
E especialmente
para os partid�rios.
Conte a ele sobre o Pastor.
Mas acima de tudo,
h� um homem.
Vamos cham�-lo de Pastor.
Esse Pastor tem que se juntar ao grupo de Sasha.
Esta importante opera��o,
foi confiada a voc�.
Parem, pessoal!
Quem � o seu comandante?
Sou eu.
Voc� � o Kazakh?
Sou eu.
Lutei na Guerra Civil em suas terras.
Karp Yermolaevich.
Sasha.
Os partid�rios?
- Sim, os partid�rios. - Deixe-nos juntar a voc�s.
Quem s�o elas?
Elas s�o as minhas filhas.
Tamara e Anyuta.
- Ol�. - Oi.
Ambas s�o professoras?
Parecem garotas da cidade.
Vejo que elas puxaram a m�e.
Sim, est� certo.
S�o iguais � m�e.
S� falo isso para que ningu�m as machuque.
N�o se preocupe.
Vamos proteg�-las.
Mas esses vestidos n�o s�o adequados para a floresta.
E voc�, garoto, v� para casa.
N�o, eu vou com voc�.
N�o vai atirar, vai?
Olha s� para ele.
Sua m�e vai se preocupar com voc�.
Ela foi enforcada.
Estou sozinho.
Pavel?
De onde voc� �?
Da Pol�nia.
De Pinsk.
Um lugar com uma natureza linda.
Voc� deveria visitar depois da guerra.
N�s vamos.
Minha m�e � russa e meu pai � georgiano.
Eu sou bielorrusso.
Significa que a Bielorr�ssia se tornou uma segunda p�tria para n�s,
n�o � mesmo?
Eu sou de Uman.
N�s nos mudamos para c� durante a fome.
Entrei para um clube de radio amador.
Depois fui para escola de aprendizagem de f�brica.
Eles tinham ra��o suplementar.
Agora entendo por que sempre tenta pegar mais uma batata.
Arsenii, voc� est� quieto.
Meu pai me ensinou: "Fale menos e fa�a mais".
Isso mesmo.
Falo s�rio.
Camarada Comandante?
Voc� vai escrever um livro sobre n�s?
Definitivamente.
Apenas vamos sobreviver.
Bem, ent�o�
Espero que n�o se esque�a de mim.
Entre.
Um radiograma do Pastor.
Obrigado.
"Nenhum grupo sob o comando de Sasha nesta regi�o.
Talvez o grupo errado,
continue procurando. Pastor".
Isso � imposs�vel.
Diga a ele para continuar procurando.
Lutei em Uralsk durante a Guerra Civil.
Meu pai est� enterrado l�.
Estamos aqui de todos os cantos de nosso grande pa�s para proteg�-lo.
QUINZE MESES DE GUERRA -Onde est�o os canh�es, tanques, avi�es?
Onde est�o Budyonny e Voroshilov com a cavalaria?
Onde est�o todos?
Sim, eu entendo.
Parem.
- Saia da�! - Parado!
Quem � voc�?
Somos os soldados do Ex�rcito Vermelho!
Abaixe suas armas ou vamos atirar!
Ele soa como cazaque.
Ele n�o � russo.
Fale com ele em cazaque.
Quem � voc�?
Quem voc� �?
Sou o Kazakh.
De onde voc� �?
De Semei.
E voc�?
Eu sou de Pavlodar.
S�o amigos!
Seus homens s�o s� esses?
N�o, alguns est�o por a�.
Qual deles?
Makar!
Apresente-se.
Eu sou um vigarista, chefe.
Fui enviado na linha de frente.
Mas nossa linha foi destru�da por bombas, ent�o estou aqui.
Por que preciso de um vigarista?
Estamos em guerra com a Alemanha.
Eu sou local.
Estou pronto para morrer pelo meu pa�s.
Deixe-me participar.
Tudo bem, Makar.
Mas h� disciplina aqui, lembre disso.
Eu entendo, chefe.
Isso � guerra.
Quem mais?
Volodya!
Comandante?
Fale.
Vladimir Onischenko, soldado do Ex�rcito Vermelho.
Eu peguei um pacote e fui capturado, mas eu consegui fugir.
Ent�o � isso.
Uma mulher me deu.
Ela disse que eu pareceria menos suspeito para os alem�es com isso.
Tudo bem.
Duas metralhadoras Maxim, rifles de assalto,
minas terrestres e caixas de cartuchos.
Nada foi usado.
Onde conseguiu isso?
Encontrei um estoque de armas dos nossos soldados.
Eles deixaram quando tiveram que se retirar.
Uma Browning.
E uma Browning! Voc� � um verdadeiro her�i, garoto.
Muito bem.
O que � isso?
N�s bombardeamos um caminh�o alem�o.
Estava cheio de roupas.
Vasya Zarecky se ofereceu para mant�-lo por qualquer valor.
Ele fala alem�o como um nativo.
Vasya!
- Sim? - Venha aqui.
Voc� fala alem�o?
Sim, senhor.
Prove isso.
Por que eu a trouxe aqui?
Eu deveria t�-la deixado em casa.
Mas decidi lev�-la direto para as fronteiras.
Agora estou ficando louco.
Ela chegou em casa?
Onde ela est� agora?
Sua esposa?
Sim, minha esposa.
Eu a levei comigo.
Quando tudo come�ou, mandei-a de volta para casa.
E n�o consigo dormir desde ent�o.
Fico pensando nela.
Torcendo...
Que ela tenha chegado em casa.
Mas e se ela n�o conseguiu?
Sim...
Vamos torcer que ela esteja segura em casa.
Sabe, minha m�e costumava dizer:
"Seja corajoso em suas prova��es,
por mais dif�ceis que sejam".
E quanto a sua fam�lia?
Bem...
Minha esposa e filhos,
est�o em casa.
Em Qaskelen.
Eu tor�o...
para v�-los um dia.
Espero que Zhamal tenha chegado em casa.
Oficiais, estou pronto!
Voc� se parece com um alem�o!
A partir de agora, Vasya,
voc� vai fazer reconhecimento.
- Os prisioneiros s�o todos seus. - Sim, senhor.
Mas ainda n�o temos prisioneiros.
Ter�o, Vasya.
- Semyon! - O qu�?
Nosso Comandante Sasha � muito legal!
Um homem de verdade, os alem�es t�m medo dele.
E ele � respeitado pelos nossos.
Voc� joga xadrez, Major?
N�o, n�o jogo.
Que pena.
Eu poderia te ensinar.
Pode ser.
Nossas tropas est�o perto de Moscou.
E eu, um oficial da ativa,
o Coronel Rankenau tem que sentar aqui, no meio do nada.
Para ficar lidando com alguns res�duos da sociedade.
Entre!
Radiograma, senhor.
Pastor encontrou Sasha.
Eles est�o indo para a Vila de Sukromlya.
Klaus!
O que � isso?
Nada demais.
Encontrei alguns fugitivos no meu caminho.
Olha, eles sujaram o meu tanque!
Sinto muito por voc�.
Eu poderia ter tido uma pausa para o caf� agora.
Ficaremos felizes em ajudar.
Voc�s s�o nossos salvadores.
Ent�o voc� pode armar uma emboscada aqui.
Voc� pode ficar em casa,
sem sair por cinco dias.
Bem, fique a vontade, por favor.
Eu estarei de volta depois da luta.
Sim.
N�o h� cavalos l�.
Apenas um tanque terr�vel.
Preparando uma emboscada para n�s.
Bom trabalho.
Acordeonista, espere.
- O qu�? - Voc� toca valsa?
Sim.
Toque ent�o.
Vamos dan�ar.
Camarada Comandante,
posso ter uma dan�a?
Pare!
- Quem � voc�? - Quero ver seu comandante.
- Senha? - Eu n�o sei a senha.
Deixe-me ver seu comandante.
Eu sou Fedor Tsarkov.
Da Vila de Pryszcza.
Deixe o cavalo.
- Boa noite, pessoal. - Ol�!
Boa noite, sente.
Voc� se esconde aqui na floresta,
e n�o faz ideia de que os alem�es v�o executar os alde�es amanh�.
Conte mais.
H� uma vila pr�xima.
Chama-se Pryszcza.
Os alem�es definiram uma tarefa para recolher o p�o at� de manh�.
Se n�o conseguirmos,
eles v�o atirar em n�s.
De cabe�a, nosso superintendente ordenou que prendessem as pessoas
e recolhessem todo o p�o que tivessem.
Atiraram nos presos.
Sem acusa��es ou julgamentos.
Nada.
Os alde�es me enviaram para encontrar os partid�rios
Ent�o, por favor, digam-me, partid�rios.
O que devo fazer?
O que falo aos alde�es?
Estaremos l� pela manh�.
E podemos atacar imediatamente.
N�o.
N�o podemos atacar � luz do dia.
Vamos perder muito.
Eu tenho uma ideia.
R�pido!
Quarenta habitantes da aldeia de Pryszczyk ser�o executados
por desobedecer �s ordens do comando alem�o.
E por manter contato com os partid�rios.
Amanh� de manh�,
mais quarenta habitantes ser�o executados.
Isso continuar� at� sua aldeia�
Parem!
Quem mandou executar esses russos?
A norma da sua aldeia � de 70 sacos de p�o!
Afaste-se, major.
Eu vim para colocar as coisas em ordem aqui.
Pegue esses prisioneiros,
tranque eles em um celeiro.
Vou falar primeiro com o seu Major.
A execu��o continuar� mais tarde.
Senhor!
Qual � o seu ramo?
Eles s�o os partid�rios! Est�o armados!
- Prenda-os! - Abaixem as armas!
Comandante!
Eles colocaram um pre�o pela cabe�a de Sasha.
Cinco mil Reichsmarks.
E mais terras de dom�nio.
Querem nos presentear com nossa pr�pria terra.
Seremos generosos tamb�m.
Dois quil�metro de terra para cada um com fronteiras, � claro.
Vasya, onde voc� aprendeu alem�o?
Minha av� era alem�.
Ol�, Coronel Rankenau.
Nosso grupo de suprimentos foi destru�do, na vila de Pryszcze.
O qu�?
Foi o grupo de Sasha.
O que diabos est� acontecendo?
Estou farto desse Sasha.
Devemos mat�-lo a qualquer custo.
Vou mat�-lo com minhas pr�prias m�os.
Vou atirar nele.
Chame o Khomutov.
Desculpe?
Chame o Khomutov!
- Sim, senhor. - R�pido!
Parece tranquilo.
Vamos l�, talvez eles tenham algo para comer.
Fique abaixado.
Vamos esperar escurecer.
Borsch.
Ele saiu ontem.
N�o h� mais nada que eu possa oferecer.
Voc�s viram meu marido?
Seu nome � Timofei Savicki.
Ele foi se juntar aos guerrilheiros.
Desculpe, nunca o conheci.
Partid�rios, voc�s est�o cercados!
Espere.
N�o atire.
Vamos desistir.
Est� louco?
O que voc� est� falando?
� a �nica op��o.
Pense nessas crian�as.
Eles matariam elas.
Mitya.
Nossa luta acabou.
Parece que � o nosso destino.
Vamos nos render!
Nos perdoe se puder.
Que Deus te ajude.
Meu amuleto da sorte.
N�o se esque�a de devolver.
Tentando fazer piadas aqui, � s�rio?
Desgra�ado.
Uma ordem, Camarada Comandante!
"Para o grupo de Sasha: Siga para as florestas de Kletnyanski.
Junte-se ao grupo de Korotchenko".
Confirmado.
Dirija-se para o lugar determinado.
- Abdigali! - Aqui.
Precisamos de mais carro�as e cavalos.
Chame Karp Yermolaevich.
Sim, senhor.
Camarada Comandante,
tenho um problema.
As baterias sobressalentes do r�dio foram perdidas.
O qu�?
Como isso aconteceu?
Voc� a�! Com uma faca!
Saia da�.
Quer devolver minha faca?
Saia logo da�.
Makar?
Vou pedir para ir em miss�o de reconhecimento.
Assim teria menos com que me preocupar.
Se preocupar com ele?
Eu vou tamb�m.
N�o, Anya, voc� n�o pode.
Voc� � uma garota muito gentil.
Voc� n�o vai lidar com isso.
Eu sou igual a voc�.
Al�m disso, voc� � uma garota da cidade.
Eu cresci aqui, conhe�o todas as trilhas.
Serei uma boa batedora, voc� vai ver.
Eu sei que voc� est� obcecada com aquele batedor dos olhares severos.
Olhares severos?
Ol�, meninas, conversando?
- Pessoal! - Para o acampamento!
Eu sinto muito!
Hora de se divertir.
Os alem�es!
Eles est�o aqui!
Encontramos eles!
Por aqui!
Comandante!
Recarregando. Pronto!
Os alem�es!
Eles mataram Mitya!
Mantenham suas posi��es!
Recuem!
Mandei recuarem!
Zhylbek!
Setecentos metros, duzentos metros.
Fogo!
Recuem!
Est�o se retirando!
Eles se foram!
V�o!
Eu me sinto mal pelo nosso acampamento.
Me sentia em casa l�.
E agora precisamos sair.
VIG�SIMO QUINTO M�S DA GUERRA Nosso pa�s � t�o grande.
N�o ficaria surpreso se cheg�ssemos a Sakhalin um dia.
� demais, Karp Yermolaevich.
Se fosse um melhor atirador do que um grande contador de hist�rias,
ter�amos derrotado os alem�es h� muito tempo.
Karp Yermolaevich.
� como se algu�m estivesse nos seguindo.
Nos ca�ando.
Comandante! Sasha est� aqui.
Obrigado.
- Coronel, senhor, pe�o que informe... - Ent�o � voc�!
Sasha!
O Sasha.
Bem, sim, sou eu.
Ouvi muito sobre voc�.
Mande seu pessoal descansar.
E n�s...
Precisamos conversar.
Temos muito o que discutir.
Ouvimos muito sobre o seu grupo.
Aqui est� o meu grupo.
Tamara!
Eu quero...
Preciso te dizer uma coisa.
Desde a primeira vez que nos vimos,
n�o consigo parar de pensar em voc�.
Voc� est� sempre na minha mente.
Quando voc� sai em miss�es de reconhecimento,
eu enlouque�o de preocupa��o.
Eu te amo.
Eu tamb�m te amo.
Papai!
V�o at� seu pai.
Papai!
Camarada Comandante,
ela diz que � uma mensageira.
Uma mensageira?
Por quem est�vamos esperando?
Por Shura.
Shura est� sob vigil�ncia.
Por isso ela me enviou.
Qual � o seu nome, Mensageira?
Svetlana.
Olha s� para ela.
Svetlana.
Ent�o, o que Shura disse?
Tire meu cabelo das tran�as.
Tamara!
Ajude a menina com suas tran�as.
Voc� est� bem?
"Hoje, �s 12h,
no desvio da esta��o ferrovi�ria de Mostickaya.
Haver� um trem com mulheres capturadas.
Elas v�o ser enviadas para a Alemanha.
O trem ficar� l� durante tr�s horas, at� passar um comboio com o equipamento.
Ajude a salvar as mulheres".
Senhor, um radiograma do Pastor.
O tapume da esta��o de trem de Mostickaya.
Eles compraram sua isca.
Isso � �timo!
Helmut, prepare meus rifles!
Sim, senhor.
Peguei voc�, Sasha.
Parem, fiquem quietas!
Mandei ficarem quietas, n�o entenderam?
Lide com os vigias em sil�ncio.
Eu disse para ficarem quietas!
Vamos l�.
Ele n�o entende ou o qu�?
Otto, traga elas aqui.
Um,
dois, tr�s,
quatro,
- cinco� - Conte mais depressa!
Otto, o que foi?
N�o toque.
Me d� isso.
Sete,
oito,
nove,
dez.
Entrem no vag�o! Vamos!
Se apressem!
- Entrem! - Vamos, para dentro.
Vamos, r�pido!
Que os esp�ritos nos ajudem.
Andem logo, vamos.
- Para de reclamar! - Que eles nos ajudem.
O trem est� saindo, entrem.
Os partid�rios!
Calma, meninas! Vamos embora!
Est�o livres!
Se apressem.
Voc�s s�o livres.
V�o!
R�pido!
Zhylbek?
Zhamal?
Precisamos ir.
Vamos logo.
Vamos.
Andem logo, vamos embora!
Vamos!
Zhylbek, leve elas embora.
N�s vamos cobrir voc�.
Sua Zhamal est� viva, voc� a encontrou.
Pavel, siga-me.
Tire elas daqui!
Barre o caminho.
Leve-os para o p�ntano.
- Voc� viu meu marido? - Pergunte isso mais tarde.
- E minhas crian�as? - Seja r�pida.
Voc� viu meu marido?
Cerquem eles!
Levem-os para o Coronel!
Est�o cortando nossa fuga.
Querem nos levar com vida.
Veremos sobre isso.
Esteja pronto, Major.
Estou, senhor.
Vamos ver essas bestas agora.
Sim, veremos.
Fogo.
Cuidado.
Vamos.
V�o, acelerem o ritmo!
Espera.
Espere.
Pavel?
Que sua alma descanse em paz.
Am�m.
Aquele Sasha!
Ele conseguiu levar o seu companheiro tamb�m!
E ele quase nos matou!
Voc� viu os olhos dele?
Aqueles eram os olhos da na��o que n�o podem ser derrotados.
Eles se foram novamente.
E o Pastor est� desaparecido.
O que diabos est� acontecendo?
Desculpe.
Eu esperava que voc� chegasse em casa em seguran�a.
Agora voc� est� comigo, tudo ficar� bem.
Comandante?
Tamara.
Tamara, onde voc� est�?
Voc� est� aqui.
Pens�vamos que voc� estava morto.
Venha, precisamos conversar.
- Boris. - Sim, senhor.
Ca�mos em uma emboscada.
Pavel�
Ele morreu.
Acho que h� um traidor entre n�s.
De quem voc� suspeita?
Ainda n�o tenho certeza.
O que voc� est� pensando?
Timofei Petrovich?
A floresta � como uma casa.
� dif�cil dizer adeus.
Embora a morte ande em nossos calcanhares,
� uma pena deixar a floresta para o inimigo.
Os alem�es!
Est�o chegando!
Muitos deles!
E com metralhadoras.
- Quantos? - Vimos um batalh�o.
Sasha, voc� os bloqueia.
Leve-os para o p�ntano.
Todos v�o para Artyomovka!
Eles nos seguiram,
de alguma forma fugimos.
Alde�es dizem que eles chegaram recentemente,
roubando-os e ferindo-os.
Eles vieram especialmente para destruir os partid�rios.
Eles t�m metralhadoras.
Camarada Comandante, n�o entendo.
Eles usam uniformes alem�es, mas falam russo.
Um cara da aldeia foi morto por nada.
Precisamos ir.
Onde est� o Pavel?
Vamos.
R�pido!
Volodya?
Onde voc� est� indo?
Voc� me assustou, comandante.
Estou indo mijar.
E o acorde�o?
Vai tocar para algu�m?
Bem...
Est� sempre comigo.
Estou acostumado com ele.
Eu cuido dele.
Pode ir l�.
Eu n�o quero mais.
D� ele para mim.
Quem vive perversamente dificilmente morrer� honestamente.
Vamos falar dos neg�cios.
Uma ordem do Centro.
Um ataque a Kursk � convocado.
Novo armamento, os tanques Panther e Tiger.
Nossa tarefa � preparar as esta��es Belinkovich e Boni
para a chegada e envio de tropas regulares.
Troca de tropas?
N�o, s�o as que est�o l�.
Temos que desmatar a �rea aqui.
E aqui.
Melhore a prote��o da ponte que cruza o rio Besed.
A coluna do tanque passar� por l�.
Os partid�rios n�o devem interromper o avan�o do blindado.
Em Belinkovich,
h� uma companhia dos alem�es
Cerca de cinco quil�metros da ponte.
Eles est�o indo para a ponte muito em breve.
Eles est�o se preparando
para uma mudan�a na divis�o de tanques.
Devemos explodir a ponte do rio Besed.
Capit�o, informe.
N�s vamos nos dissolver.
Pego meu grupo e vou para Belinkovich.
Chame um ataque a�reo contra n�s.
Zhylbek, voc� limpar� o caminho de Sasha at� a ponte.
H� um campo minado com arame farpado.
Ent�o, v�o juntos.
Entendido.
Sasha,
voc� explode a ponte.
Entendido.
O sinal para iniciar uma opera��o,
ser� um sinalizador vermelho.
O sinal para recuar,
ser� a explos�o da ponte.
Entenderam?
- Sim, senhor. - V�o.
Sim, senhor.
Aqui est� uma diretriz secreta.
Uma diretriz secreta?
Sim.
Em breve estaremos no processo
de limpeza do territ�rio de todos os eslavos.
Precisamos desta terra vazia e desolada.
Ol�, Coronel Rankenau.
Ol�, Major.
Colocaremos as minas � noite.
Lembrem-se.
Se eles atirarem, fiquem de p�.
N�o se abaixem.
Leve um tiro apenas no peito.
H� muito explosivo atr�s de n�s.
Se eles levarem um tiro...
Todos em Berlim poder�o ver aquela bola de fogo.
Entendido?
Sim, senhor.
AN�NCIOS
Espere pelo sinal.
O que foi isso?
Algu�m atirou.
Boa sorte, pessoal.
Que os esp�ritos nos ajudem.
Exploda!
Proteja o Coronel!
Isso � pelo Pavel!
Isso � pelos meus companheiros!
Comandante, vamos.
Vamos logo, gente!
Eles est�o aqui!
Sigam eles!
Devemos resgat�-lo.
R�pido!
Sigam eles!
Companheiros!
Mantenham suas posi��es!
Lutem!
Aproximem-se deles!
N�o os deixe escapar!
Mantenham suas posi��es!
Vasilii, leve o alem�o embora!
Em frente!
Zhylbek, para esquerda.
Companheiros!
Mais r�pido!
Mais r�pido!
Mais r�pido!
Tamara, para tr�s.
Tenham cuidado, est�o com o Coronel!
Aumentem o fogo!
N�o fa�am prisioneiros!
Pai.
De jeito algum!
N�o recuem!
- Tamara? - Voc� errou um!
Comandante!
Comandante foi morto!
Pai?
Volte.
Sua hora ainda n�o chegou.
Tudo bem.
Levantem.
O coronel foi capturado.
E n�o sabemos o que aconteceu
com a diretiva secreta.
Os partid�rios tamb�m podem colocar as m�os nisso.
Levar� um m�s para reconstruir a ponte.
A opera��o do transportador das divis�es de tanques foi sabotada.
Limpem o escrit�rio.
Recolham os documentos.
� perigoso ficar aqui, vamos embora.
Adi Sharipov, nasceu em 19 de dezembro de 1912,
na vila de Marinovka, leste do Cazaquist�o.
Durante a Grande Guerra Patri�tica, ele foi o l�der de um grupo partid�rio,
e passou 28 meses nas florestas da Bielorr�ssia.
Ele escreveu em seus livros
sobre a coragem dos partid�rios, nas linha de frente.
Ele faleceu em quatro de novembro de 1993.
Aumentem o fogo! N�o fa�am prisioneiros!
Alma-Ata.
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