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Original subtitles

Bem-vindos ao Last Week Tonight.

Eu sou John Oliver. Muito obrigado pela companhia.

Foi uma semana cheia.

O assessor de segurança nacional de Trump foi demitido,

Mark Carney ganhou as eleições no Canadá.

O oponente conservador dele parecia que teria uma vitória enorme,

até que as semelhanças com Trump viraram um problema.

Os eleitores canadenses parecem ter focado nisso:

Eu acho que a pessoa em quem votei é a melhor para enfrentar Trump,

porque Trump, sinto muito, mas é um cuzão.

Sabe o quanto você precisa ser um cuzão

para motivar eleitores em um país onde você não é o presidente?

Nos próximos quatro anos, vamos ver avós irritadas em Mônaco,

com óculos de luxo, dizendo: "Eu voto em três questões:

Carros de corrida, cassinos e parar as idiotices que Trump diz"?

Mas vamos direto para o tema principal de hoje: Imigrantes.

Mais uma vez o grupo do ano

pela revista Bode Expiatório da Direita.

Na campanha,

Trump prometeu pegar pesado contra os imigrantes,

e o governo dele fez questão de demonstrar isso.

Convidaram o Dr. Phil para uma operação da ICE,

e fizeram postagens que dão nojo em redes sociais, como essa:

"Resposta sensorial: Deportação de ilegais",

com sons de correntes e algemas.

E esse que, de alguma forma, é ainda pior:

Hora de fechar

Não precisa ir para casa

Mas não pode ficar aqui

CONTROLE DE FRONTEIRA

Eu sei quem quero que me leve para casa

É de verdade.

Usaram Closing Time do Semisonic.

Claro que não é a música certa, o certo é não usar uma música.

Porque "Reel de Instagram sobre deportação"

é uma combinação de palavras que não deveria existir,

como "vencedor do Oscar, Mr. Beast"

ou "nudes de Steven Miller"

ou "Bill Belichick fala sobre a relação com namorada de 24 anos".

Semisonic condenou o vídeo e disse: "Não autorizamos ou aprovamos

o uso da nossa música pela Casa Branca.

A música é sobre alegria, possibilidades e esperança,

e eles não entenderam a mensagem."

É claro que não!

Segundo o baterista da banda,

ela é sobre a ansiedade pela paternidade,

sobre sair do útero como se fosse um bar fechando.

E claro que todos sabíamos e entendemos isso pela letra.

"O bar vai fechar, você é um bebê, saia desse útero

e termine seu uísque e sua cerveja.

Não precisa ir para casa, mas não pode ficar aqui."

Parece que cada dia traz notícias piores quanto à política de deportações.

Algumas são tão surreais

que os jornalistas locais precisam checar os fatos,

como neste segmento patrocinado:

Esta noite, Fato ou Ficção, patrocinado por America's Finest Carpet

Esta noite vamos analisar um comentário

que teria sido feito pelo diretor de Imigração e Alfândegas.

Podem ter visto hoje a notícia de que o diretor do ICE, Todd Lyons,

disse que quer a agência sendo administrada como Amazon Prime

para seres humanos.

E isso é verdade.

Sim, é verdade.

E vamos pensar nessa emissora e no patrocinador,

America's Finest Carpet.

Verificar que o diretor do ICE quer expulsar humanos

com a velocidade de absorventes entregues no mesmo dia

claramente não é o objetivo do seu segmento Real ou Ficção.

É para responder perguntas como:

"Tubarões testam positivo com cocaína?",

"Mulher presa por ataque com pão de canela?"

e "Ford cria Raptor muito gay?".

Vão gostar de saber que foi real.

Mas a intenção por trás da ideia de ser um Amazon Prime é importante.

O governo fala tanto em priorizar criminosos perigosos,

mas na prática parecem valorizar a velocidade, o volume e o circo

antes de todo o resto.

É melhor resumido pelo fato de que, em um comício na terça,

Trump mostrou ao público um vídeo grotesco

de homens deportados para uma prisão salvadorenha,

marchando para fora do avião e tendo as cabeças raspadas.

Ele apresentou o vídeo dizendo ao público empolgado

que esses homens eram "os piores dos piores".

Mas quando o 60 Minutes investigou,

não acharam antecedentes criminais para 75% dos homens nos voos.

O próprio governo reconheceu que pelo menos um deles,

Kilmar Ábrego García, foi enviado por um erro administrativo.

Há semanas eles se esforçam para dar motivos para explicar

por que não teve problema em mandá-lo a uma prisão fora do país,

o que é difícil, pois ele tinha um mandato judicial

o protegendo de ser deportado para El Salvador

e não tinha antecedentes criminais.

Em um momento, Trump postou uma foto dele mesmo

com uma foto da mão de García que circulava na internet.

Colocaram uma indicação de que as tatuagens nos dedos dele

eram um código secreto que significava MS-13.

Vários especialistas em gangues desmentiram isso,

dizendo que as tatuagens do MS-13

costumam ter as letras M, S, e os números 1 e 3.

Mas em uma entrevista na terça, Trump não só defendeu a imagem,

ele diz que as letras e números que claramente foram inseridos depois

estavam tatuados na mão dele.

E ele se negou a mudar de ideia durante um tempo agonizante.

Vocês podem ter visto clipes, mas vale assistir aos 90 segundos,

porque é realmente incrível:

O homem que você disse que não é parte de uma gangue,

quando olharam nos dedos dele tinha escrito "MS-13".

Isso está sendo debatido.

Espere, espere, ele tinha "MS-13" tatuado nos dedos.

São tatuagens que algumas pessoas interpretaram assim.

- Mas vamos continuar. - Espere, Terry, Terry.

- Não tinha escrito "MS-13". - Não faça isso.

Dizia "MS-13".

Isso foi uma montagem.

Uma montagem? Terry, você não pode...

Você ganhou a chance da sua vida para fazer essa entrevista.

Eu escolhi você porque nunca falar em você,

mas tudo bem.

Eu escolhi você, Terry, mas não está sendo bonzinho.

Ele tinha "MS-13" tatuado.

Vamos concordar em discordar. Vamos a outro assunto.

Terry, Terry, quer que eu mostre a foto?

Eu vi a foto.

E acha que era uma montagem?

Então, então...

Vá olhar a mão dele. Tem "MS-13" tatuado.

Podem interpretar assim as tatuagens. Eu não sou especialista.

- Eu quero falar da Ucrânia. - Não, não, Terry. Não.

Não...

Tinha "MS" muito claro. Não é interpretação.

Por isso não acreditam mais nos noticiários, porque são falsos.

Na foto de El Salvador não tem as letras.

Mas vamos continuar. Não aparecem em Salvador.

Mas agora tem?

Não! Só na sua foto. A Ucrânia, senhor.

Terry, ele tem "MS-13" nos dedos. Certo?

- Certo, vamos investigar. - Mas que desserviço.

Por que não diz que sim e passa para outro assunto?

Existem dúvidas.

Terry, Terry, Terry, Terry.

Você está no inferno, Terry.

Terry, este é o inferno.

Eu fico chocado por Trump não beber álcool,

porque é a conversa mais típica de um bêbado em uma lanchonete.

E com todo o respeito, Terry, mas não mude de assunto.

Sei que você tem outras perguntas, mas se o presidente dos EUA

quer dizer que essa montagem amadora é de verdade,

deixe ele pegar a foto e falar de novo.

Aponte para esse M na fonte Helvética e faça o presidente dizer:

"Sim, eu acho que esse M sem arte e mais escuro que o resto da tatuagem

é de verdade".

Faça ele dizer: "Sei que esse homem foi até um tatuador e disse:

'A caveira dá medo, mas prefiro um três alinhado

diretamente no osso do dedo.

Pode fazer ele não se esticar e nem deformar

com as curvas naturais da mão humana,

e também parecer que foi feito por uma máquina de escrever?'"

Porque, Terry, às vezes, quando Trump dá seus sermões racistas,

você precisa cortá-lo para frear o ódio que entra no mundo,

mas se ele quer dizer para o país que essa imagem mal editada

é prova de uma grande ameaça à segurança dos EUA,

você tem a obrigação de deixar que ele fale!

E para constar, se Trump quer comprovar essas alegações,

é melhor fazer isso no tribunal, e não na TV,

e depois de ter mandado alguém para uma prisão estrangeira.

Mas Ábrego García é só uma das muitas histórias terríveis

quanto à imigração, como turistas detidos durante semanas,

cidadãos dos EUA presos pelo ICE

e vídeos assim:

Podemos ver um agente usando um martelo grande

para quebrar a janela traseira do carro.

Mary Lou disse que os agentes focavam no esposo dela, Juan,

mas o chamavam de "Antonio".

Que é o nome de outro homem que mora no prédio deles.

Juan achou que era um caso de confusão de identidade

e ligou para a advogada, que o mandou ficar no carro

até ela chegar.

Mas no lugar de esperar a advogada, o agente quebrou a janela,

invadiu o carro e arrastou o casal para fora.

Não havia motivo para detê-lo.

Seguimos as regras do país, fizemos tudo certo.

Por isso temos uma advogada.

Isso, eles querem fazer tudo do jeito certo.

Temos um processo de pedido de asilo.

E não é perfeito, mas ele não inclui o passo:

"cara quebra seu carro com um martelo enquanto grita o nome de outro".

Mas essa é só a ponta do iceberg,

então hoje vamos falar sobre Trump e as deportações.

A violência desse governo, o desrespeito pelas leis

e aonde isso pode parar.

Vamos começar dizendo que Trump começou mais rápido que na última vez.

Nos primeiros cem dias,

ele fez 181 ações executivas especificamente sobre imigração.

Isso é seis vezes mais

que nos primeiros cem dias do primeiro mandato.

E isso é de propósito.

Como disse o líder de um grupo anti-imigração

que fez o plano do governo

"O plano é fazer tudo de uma vez em todo lugar."

O que parece menos uma política do governo

e mais um DVD pirata vendido no metrô.

E para isso, eles aplicaram uma grande variedade de táticas.

Às vezes eles foram criativos e olharam em estatutos antigos

para buscar trapaças para acelerar as deportações.

Já falamos que tentaram usar uma interpretação obscura

da Lei de Imigração e Nacionalidade

para deportar pessoas se a Secretaria de Estado

tiver motivos para acreditar que sua presença aqui

poderia ter consequências negativas sérias para a política externa.

Esse foi o motivo usado

prender estudantes como Mahmoud Khalil.

E essa foi claramente uma tentativa direcionada

para que não apoiem a Palestina, mas também deram golpes mais amplos

com uma base de dados federal que investiga até a menor interação

com as forças da lei

para eliminar vistos e colocar milhares de alunos internacionais em risco.

E alguns casos foram absurdos,

como esse aluno de pós-graduação,

a quem disseram que tem 15 dias para deixar o país:

Suguru Onda, doutorando na Universidade Brigham Young em Utah

perdeu de repente seu status de residência legal nos EUA

após uma revisão de antecedentes.

Mas Onda, japonês, não tinha antecedentes criminais,

só duas multas por excesso de velocidad e outra por pescar muitos peixes,

segundo a advogada dele.

Isso é ridículo. Se você pode ser deportado por pegar muitos peixes,

então estou preocupado com Henry Winkler.

Em poucos dias, poderemos vê-lo em uma prisão em El Salvador.

E com certeza a Casa Branca vai justificar

fazendo uma montagem ruim de uma tatuagem do MS-13 no pescoço dele.

E eles reverteram essa decisão específica,

mas parece o resultado inevitável de uma campanha com base no medo

por uma suposta epidemia de crimes de imigrantes,

que, como já falamos, foi um grande exagero.

Mas eles prometeram deportações em massa, e até fizeram cartazes

para as pessoas as exigirem, e estão com problemas para cumprir.

O governo nega, mas aparentemente disseram a agentes do ICE

para multiplicar agressivamente o número de prisões,

passando de algumas centenas por dia para pelo menos 1200 a 1500 por dia.

A ideia é que cada oficial faça 75 prisões por dia.

E com todas as promessas do governo de focar nos piores,

onde focariam em quem tem antecedentes criminais,

como uma ex-diretora do ICE disse há três meses,

era improvável que isso fosse durar:

Sarah Saldaña acredita que se o número de prisões não crescer na velocidade

que o governo espera,

ele pode abandonar a estratégia de focar nos piores

e começar a atacar locais comunitários,

como locais de recrutamento de trabalho temporário.

Isso me preocupa muito, porque não é...

Não é exagero pensar que pode ser o próximo passo.

Se os números não agradarem,

vamos atrás do mais fácil.

Isso, e deveriam evitar o mais fácil.

É o que eu tento fazer.

Se eu sempre fosse atrás do fácil, eu diria que "os piores primeiro"

não descreve tanto a política de imigração de Trump,

mas descreve seus filhos.

Mas eu evito dizer isso porque eu tenho padrões.

Então não vou dizer.

E o governo parece desesperado para prender qualquer um.

No norte de Nova York, a polícia para motoristas hispânicos

por violações mínimas

e, se não tiverem documentos, são entregues ao Controle de Fronteira.

Em um momento, milhares de pessoas receberam e-mails dizendo explicitamente

para, por favor, saírem imediatamente dos Estados Unidos.

Alguns foram enviados por engano para cidadãos dos EUA,

e outros para imigrantes com o direito legal de estar aqui.

A questão é que o governo toma ações às vezes direcionadas,

outras vezes arbitrárias, mas em geral muito racistas

e sempre cruéis.

E, às vezes, extraordinariamente:

Hoje o governo recebe críticas de defensores de imigrantes

por deportar dois filhos estadunidenses de uma hondurenha sem documentos,

incluindo um de quatro anos.

De acordo com um grupo de ativistas, ele foi mandado para Honduras

sem seus remédios para um câncer em estágio quatro.

Atacar a famílias com filhos pequenos é ir atrás dos piores de todos?

Primeiro, falamos que a prioridade seriam os piores.

- E estão fazendo isso? - Sem dúvidas.

Mas priorizar uma coisa não é esquecer do resto.

Nós falamos desde o primeiro dia, se você está aqui ilegalmente,

não está à salvo.

Certo, primeiro, Tom Homan pode apodrecer no inferno.

Eu não esperaria mais do homem que responde à pergunta:

"Como seria o Shrek como um ogro branco?".

E o governo insiste que a mulher "escolheu"

que os filhos fossem deportados com ela, mas os advogados garantem que não.

E seja como for, entre colocar um menino no avião sem os remédios

e os cortes para as pesquisas na NIH,

o governo parece ser ativamente pró-câncer infantil.

Parece que existe a chance de Trump colocar um tumor cerebral como ministro

e RFK comê-lo ou apontar e dizer que é culpa do Wi-Fi.

Mas uma estratégia audaciosa para evitar os processos legais

é invocar a lei de estrangeiros inimigos de 1798,

que permite que o presidente detenha ou deporte não-cidadãos

sem uma audiência com base no país de origem ou cidadania

se ele considerar que o país iniciou uma invasão ou incursão predatória.

Ela foi usada para justificar a prisão de imigrantes japoneses,

italianos e alemães durante a Segunda Guerra.

Mas Trump a invocou de novo, dizendo

"ela nos deixa fazer muitas coisas que não poderíamos sem ela."

Ele fez uma declaração absurda que uma gangue da Venezuela

chamada Tren de Aragua, ou TdA, invadiu os EUA.

Ele usa essa desculpa para prender pessoas em operações,

etiquetá-los como membros de gangue e deportá-los.

Alguns foram mandados para CECOT, uma famosa mega prisão em El Salvador.

E se só a viram nos vídeos de propaganda de Trump,

ou na sessão de fotos grotesca de Kristi Noem,

vale a pena conhecer o quanto ela é terrível:

Cada prisioneiro é designado para um dos oito setores,

cada um aproximadamente do tamanho de um hangar de avião.

São prisões dentro da prisão.

Lá dentro, é uma prisão perpétua. Nunca vão sair dos seus setores.

Cada setor tem mais de 24 celas grandes.

Com cerca de 80 presos em cada, mas isso pode variar.

Em cada cela: Vasos sanitários, uma pia de concreto para tomar banho

e um barril de água para beber.

Há várias filas de beliches de metal, sem colchões, lençóis ou privacidade.

É, é terrível.

O ministro de justiça e segurança de El Salvador disse, orgulhoso:

"Quem entrar na CECOT nunca mais vai sair.

Só vai sair em um caixão."

E "só vai poder sair em um caixão"

é uma afirmação horrível, não importa onde seja.

Mesmo que seja em um cartaz na frente de uma loja de caixões seria exagero.

Eu entendo que querem vender, mas abaixem o tom.

E é imperdoável mandar qualquer um para lá, não importa a acusação.

Mas vamos lembrar que os EUA fizeram isso sem o processo legal,

e, em muitos casos, sem causa.

Lembrem-se que nos primeiros aviões, três quartos das pessoas

não tinham antecedentes criminais.

E Tom Homan garante que isso não significa nada,

porque muitos em gangues não possuem antecedentes,

mas você não deveria mandar as pessoas

para uma masmorra eterna na América Central só por achismo.

E as provas do governo em alguns casos são muito fracas.

Como Andrys Hernández Romero, um estilista venezuelano

que pedia asilo nos EUA

para evitar perseguição por suas opiniões políticas e por ser gay.

A revista Time tirou uma foto dele

tendo a cabeça raspada ao chegar em CECOT.

O fotógrafo disse que ele chorava e pedia pela mãe.

E como a advogada dele disse,

as provas que o governo mostrou para justificar isso são ridículas:

No caso de Andrys,

a única prova que o governo apresentou no julgamento de imigração

foram essas fotos das tatuagens dele.

São coroas que, segundo o governo, podem ser símbolos do Tren de Aragua.

As coroas aparecem com os nomes dos pais dele.

A explicação mais plausível é que seus pais são seu rei e rainha.

Uma porta voz do Departamento de Segurança Nacional disse nas redes

que as investigações da inteligência vão além

das tatuagens de gangues.

Ela diz que as redes de Andrys mostram que ele é parte do Tren de Aragua.

Verificamos dez anos de postagens, e só encontramos isso.

Isso é de causar raiva.

Essas são as provas?

O que nesse homem diz que é um integrante violento de gangue?

Para mim, ele só ameaça as bochechas sem realces.

E, a propósito, não existem tatuagens ligadas à TdA.

Um especialista que escreveu um livro sobre eles

disse que gangues venezuelanas não se identificam por tatuagens.

Parece que o governo Trump

se apoia em um guia de validação do estrangeiro inimigo,

com um sistema de pontuação.

Precisam de oito pontos

para considerar que alguém é membro do Tren de Aragua.

Mas a exigência não é grande.

Você ganha quatro pontos só por ter tatuagens

denotando participação ou lealdade à TdA,

o que não existe.

Você ganha quatro pontos por mostrar marcas ou usar roupas

que indiquem lealdade à TdA.

Isso inclui roupas de streetwear de luxo,

incluindo camisas de basquete dos Chicago Bulls.

Mas isso é uma grande palhaçada, porque se é só isso,

então 75% da cidade de Chicago é da TdA de outubro a abril.

E de alguma forma, ainda fica mais idiota.

As tatuagens e redes sociais ligaram outro venezuelano,

Jerce Reyes Barrios, à gangue Tren de Aragua.

Os documentos judiciais incluem essa foto do Facebook

de 14 anos atrás,

onde ele faz

o que os oficiais dizem ser um "sinal de gangue".

A noiva dele nos disse que era um símbolo do rock.

Os agentes da imigração também marcaram a tatuagem de coroa

como um símbolo de gangue,

mas não mencionaram que a coroa está em cima de uma bola.

Jerce era jogador de futebol na Venezuela.

Segundo a advogada, a tatuagem homenageia seu time favorito,

o Real Madrid.

Isso é patético!

E quanto a essa foto com supostos símbolos de gangue,

se é assim, Rihanna, Fergie e o ex-presidente George W. Bush

são parte do Tren de Aragua.

E, quando confrontado, o governo não se retrata.

Logo no início, violaram as ordens judiciais

para desviar os aviões de deportados a caminho de El Salvador.

E mesmo com a Suprema Corte ditando explicitamente para facilitar a soltura

de Abrego García em El Salvador, eles exigiram ficar de sacanagem

quanto ao significado exato de "facilitar".

Quanto a Trump, quando perguntado se as pessoas enviadas a El Salvador

mereciam um processo justo, ele respondeu isso:

Temos milhares de pessoas prontas para ir.

Não dá para julgar todo mundo.

Um juiz não pode dizer: "Não, precisa de julgamento,

o julgamento dura dois anos".

Nosso país seria muito perigoso

se não pudéssemos fazer o que temos direito de fazer.

Mas não é assim que funciona.

Não se pode recusar o processo legal por ser inconveniente.

Por isso as ordens judiciais

não terminam com: "Se não, tudo bem. Faça como preferir."

E tudo pode piorar,

porque felizmente a justiça

tentou limitar o uso de Trump dessas duas leis,

mas também parece ter apoiado uma nova estratégia diabólica,

que envolve uma medida legal de décadas atrás

chamada "Registro de Estrangeiros".

Ela permite que o governo exija que pessoas sem documentos

se registrem com o governo e carreguem provas desse registro.

E é claramente uma armadilha.

Se você se registra e dá seus dados, você vira um alvo fácil,

mas se não se registra ou não carrega a prova,

pode ser acusado por um delito federal, ser considerado um criminoso

e assim vai poder ser deportado.

Isso já está acontecendo.

Pessoas no Texas e no Arizona foram acusadas com esse mecanismo.

Como não encontram criminosos o suficiente para deportar,

eles deram um jeito de transformar mais gente em criminosos para isso.

É uma medida desesperada, mas deprimentemente eficaz.

Isso sem entrar nos outros planos que eles mencionaram.

Marco Rubio disse que buscam ativamente outros países para mandar gente,

e o governo falou de considerar supostos membros de gangue

como combatentes inimigos.

Eles também tentam parar quem ficar no caminho deles.

Semana passada, prenderam uma juíza em Wisconsin

por supostamente ajudar um imigrante a fugir do ISCE,

e na quinta o ICE fez um circo para entregar um mandado

como parte da investigação desses cartazes,

colados há meses com informações sobre agentes do ICE.

Até soltaram vídeos dramáticos deles chegando

à casa dos pais do alvo deles, que, com motivo, se surpreenderam:

Um vídeo de drone desta manhã mostra agentes do ICE

entrando em um bairro de Irvine.

Annie Yang e YuZong Chang continuam em choque

após serem acordados por agentes da Segurança Nacional.

Nós acordamos com isso.

Os vizinhos filmaram a cena na rua.

Disseram ter ouvido: "Temos um mandado.

Saiam com as mãos para cima" em um megafone.

Nunca havia acontecido.

Eu me senti em um filme. Foi surreal.

É, mas temo que seja a vida real.

Usaram 17 veículos e agentes armados para recriar A Hora Mais Escura

contra um adorável casal mais velho,

procurando um cara que colou cartazes avisando sobre exageros do ICE.

Curiosidade: Adivinhem quem estava nessa operação?

O diretor interino do ICE que falou sobre a Amazon Prime.

Adivinhem quem não estava? Quem eles procuravam,

que aparentemente se mudou para Nova York no mês passado.

E, para constar, a Amazon não cometeria esse erro.

E é um absurdo que quase nos faz rir,

mas também dá medo e é muito perigoso.

E isso nos leva ao centro de tudo:

Trump vende a gritos a mentira para os seguidores dele

de que vai protegê-los de ameaças existenciais,

mas só amplia os poderes e a violência do Estado

para deportar maquiadores, fãs de futebol azarados

e crianças de quatro anos com câncer.

E o que podemos fazer?

Uma parte depende de políticos eleitos.

E temos que reconhecer que vários Democratas famosos

foram a El Salvador para chamar atenção ao fato,

o que é melhor que a abordagem de outros,

com alguns Democratas anônimos

dizendo: "Deveria ser a grande questão para o partido? Provavelmente não."

E reclamando: "No lugar de debater as tarifas e a economia,

vamos cair na armadilha por causa de um cabelereiro."

O que dá muita raiva,

ainda mais quando muitos eleitores parecem entender o problema

de deportar pessoas sem um processo para uma prisão perpétua,

até em estados conservadores.

Aqui, Chuck Grassley é confrontado em uma reunião pública em Iowa:

Vão trazer aquele cara de volta de El Salvador?

- Isso! - Isso!

Isso!

Não.

Por que não?

Porque não está nas mãos do Congresso.

A Suprema Corte disse para trazê-lo de volta.

Se o presidente não respeita a Constituição...

Ele desafia a Constituição.

Você está no Comitê Judiciário.

Trump não se importa.

Se me mandam pagar uma multa de $1200 e eu recuso, isso vale?

Porque a Suprema Corte deu uma ordem e ele recusou.

Exatamente! Exatamente!

Esse homem que com certeza tem uma multa real de $1200

tem toda a razão.

O presidente claramente

não está seguindo a lei, como deveria.

E se os seus representantes eleitos não fazem reuniões públicas,

você ainda pode mostrar seu interesse pelo assunto.

Ligue e diga que, se eles acreditam no processo legal,

que se esforcem para rejeitar a Lei de Estrangeiros Inimigos

e emendar a parte da seção 237 da Lei de Imigração

que permite a Marco Rubio

decidir se a liberdade de expressão de alguém é uma ameaça.

Enquanto isso, temos que ajudar os imigrantes a se defenderem.

Lembrem-se, em julgamentos de imigração o seu advogado não é garantido.

E, sem um advogado, as chances são praticamente nulas.

Se puderem, apoiem ONGs como essas

que oferecem serviços legais para imigrantes,

ou procurem as da sua comunidade.

E essa é uma questão

onde eu acho que protestos públicos possuem um valor prático.

Porque isso vai chegar aos tribunais,

e os juízes precisam saber da opinião pública.

Porque pode fazer a diferença.

O ex-integrante da Suprema Corte William Rehnquist escreveu:

"Nenhum juiz com honra daria um voto

por achar que a maioria do público quer que ele vote desse jeito.

Mas, em certas questões, os juízes são influenciados

pelas grandes ondas da opinião pública."

E eu diria que o momento atual não pede só uma grande onda,

mas uma porra de uma tsunami.

Porque é um completo absurdo.

É importante lembrar nossos oficiais eleitos

que todas as pessoas merecem segurança, proteção e um processo legal.

Porque, citando o segmento local de notícias

patrocinado por tapetes mais estranho dos EUA,

isso é uma porra de um fato.

E agora, isso:

E agora, canais locais celebram o dia mais idiota

Dia Nacional de Scampi com camarões.

Muito nichado.

Eu amo Scampi com camarões!

Eu amo um prato com camarões, mas prefiro com macarrão.

- Sim. - É muito básico.

Tipo um fetuccini com camarões.

Não é básico.

É o Dia Nacional do Scampi com camarões.

Dia Nacional do Scampi com camarões.

- Que beleza. - Legal.

Scampi com camarões. Eu estou focada nisso.

Incrível!

Pode ter alguma promoção na cidade. Vamos dar muita sorte.

Aproveitem, não economizem no camarão.

Se os camarões tivessem TV, iam gostar de ver Estrelas do Mar.

- Essa foi boa. - Quem escreveu o roteiro?

Scampi com camarões.

Pode pegar o meu.

Sério? Não vai comer? Por quê?

- Não sou fã de frutos do mar. - Carl!

Eu tenho camarões em casa implorando para serem comidos.

Isso, vamos comer.

- Hoje vamos comer camarões. - Isso aí.

Neste dia, em 1992, começaram as revoltas

após a absolvição dos policiais acusados

pelo uso excessivo de força contra Rodney King.

E AGORA

Continuando.

Por fim, vamos falar rapidamente sobre beisebol,

o passatempo oficial dos EUA.

Não confunda com o passatempo não-oficial, clicar "lembrar mais tarde"

em atualizações de programas.

Vamos falar sobre as ligas menores.

São uma rede de times que funcionam como uma fábrica de jogadores.

Existem 120 equipes menores de temporada completa,

cada uma afiliada a uma equipe principal.

E, se sua cidade tem uma, podem conhecê-las

graças a promoções chamativas como essa do ano passado,

dos Capitães de Lake Country, em Ohio:

Pensamos em arrancar duas fileiras e trocar por vasos sanitários,

e fizemos isso com a ajuda da Roto Rooter.

Posso perguntar por que escolheram os vasos sanitários?

Porque é incrível. É hilário.

Eu queria ver se poderíamos usar.

Eu amei tudo, desde a camiseta dizendo "amo uma rebatidinha"

até os vasos sanitários,

que não parecem assentos de estádio,

e mais uma versão sanitária de A Chorus Line.

E, apesar de não funcionarem, esse cara está a duas cervejas

de dizer: "Que se dane, vou cagar aqui mesmo".

Os times de equipes menores são ótimos nas publicidades.

Eles precisam.

Os contratos dos jogadores são administrados pelos times maiores,

mas eles são responsáveis por outros custos que podem ser grandes.

Por isso eles fazem de tudo para chamar a atenção das pessoas.

Começando pelos nomes,

como os Hambúrgueres Espartanos de Hub City,

ou os Camarões Jumbo de Jacksonville, ou as Nozes de Modesto.

Esses são só os com nome de comida.

Também temos os Esquilos Voadores de Richmond,

os Porcos de Aço de Lehigh Valley e os Pôneis Grunhindo de Binghamton.

Esse parece menos o nome de um time

e mais como os australianos chamam uma bicicleta.

"E aí, parceiros, estou pedalando loucamente

com meu pônei grunhindo.

Estou loucão."

Os nomes dos times ficam cada vez mais criativos,

porque um recomeço chamativo aumenta as vendas de ingressos.

Aqui, uma executiva de marketing de um time do Alabama

nos conta da aposta que fizeram com o nome do time

que valeu muito a pena:

O grupo de donos hesitou muito em usar "lixo" no nome.

"Não quero o nosso nome associado com lixo.

Não podem usar 'lixo', não vai pegar bem, não vai vender."

Mas como vendeu!

Os Pandas do Lixo de Rocket City,

com seu logo com um guaxinim em uma nave de lixo

decolaram.

Vendemos $2,3 milhões em mercadoria antes do primeiro jogo.

É claro que sim!

Não acredito que esses donos não queriam essa ideia.

Se me contar que a sua ideia para vender coisas

é colocar um guaxinim em uma nave de lixeira,

minhas três primeiras reações seriam:

"Boa ideia, você vai virar bilionária."

Não pode deixar de comprar quando sabe que isso existe.

Dito isso, vamos, Pandas do Lixo!

PDL para sempre!

Além de trocas de nomes,

os times também fazem noites temáticas que podem ser estranhas e incríveis.

Os extintos Giratórios de Lowell fizeram uma noite do plástico bolha,

onde quase 3700 fãs estouraram plástico bolha ao mesmo tempo.

Querem ouvir como foi? Claro que sim:

Certo, preparar, apontar, já!

Estourem essas bolhas!

Ideia perfeita, execução impecável.

E se perguntarem: "Não é muito trabalho para produzir um som

que parece um prato quente de fajitas?"

Calem a boca, cacete!

Permitam a diversão!

Mas tem mais.

Uma noite, os Chihuahuas de El Paso jogaram a partida toda

com essa camiseta insana.

O próprio diretor esportivo deles disse:

"Eu nunca vou esquecer da primeira vez que vi.

É tão terrível, é perfeita."

E eu concordo muito.

Só pensem no time adversário.

Como se concentrar em um jogo onde, para onde quer que olhem,

veem um chihuahua gigante encarando as suas almas?

Depois teve a especificidade incrível da noite de Helen McGuckin.

O que é noite de Helen McGuckin? Que bom que perguntaram.

Em 2018, os Cães Charleston receberam uma avaliação no Google

de uma mulher chamada Helen McGuckin

dizendo: "Acabei de passar", e dando duas de cinco estrelas.

A resposta foi que dedicaram uma noite inteira para impressioná-la

e tentar fazer com que mudasse a avaliação.

Ela foi convidada e aceitou ir, mas mudou de ideia de última hora.

No lugar de abandonar a ideia, chamaram a administradora deles

para interpretar Helen McGuckin.

Ela estava nervosa, mas eles a convenceram dizendo: "Finja

que é o Dia do Profissional de Administração,

e seja você mesma e se divirta.

Mas se falarem 'oi, Helen', você pode acenar."

Aqui está ela interpretando Helen McGuckin.

E, para mim, ela arrasou.

Por causa da genialidade da equipe,

diferente da Helen, eu dou cinco estrelas, cacete!

As equipes

às vezes mudam de nome por uma noite ou alguns jogos.

Os Gatos de New Hampshire este ano vão ser as Batatas Espaciais.

E os Poodles de Amarillo

mudam de nome às vezes para "Bezerros Fritos"

em homenagem aos testículos de boi que vendem nos jogos.

Em 2018, os Chefes de Syracuse, hoje os Mets de Syracuse,

tiveram um jogo como Os Dispositivos de Syracuse.

Especificamente, o Brannock.

Se acham que não sabem o que é Brannock, estão errado.

É esse negócio de medir pés.

Foi inventado em Syracuse,

e queriam homenageá-lo de várias formas.

Eles criaram esse mascote

e apresentaram os jogadores adversários no telão

botando a cara deles dentro de um pé.

O pé direito se forem destros, o esquerdo se forem canhotos.

Mas esperem, porque melhora.

Minha mudança favorita foi dos Esmeraldas de Oregon,

que triplicaram as vendas de mercadorias

para quase $1 milhão em uma única temporada

por jogarem de vez em quando como Baleias Explosivas.

Esse já é um bom nome,

mas fica melhor ao saber que se refere a um caso famoso de 1970,

quando uma baleia morta e fedida apareceu na costa de Oregon,

e o controle de rodovias do estado achou uma boa ideia

usar explosivos para detonar o cadáver

e deixar as gaivotas comerem o resto.

Essa é a baleia em questão.

E, se nunca viram o vídeo do que aconteceu depois,

vou deixar o canal local da época contar a história:

Nossa câmera parou de filmar logo após a explosão.

O humor da situação de repente virou uma tentativa de sobrevivência.

Tinham pedaços enormes de baleia por todo lado.

Tivemos que evacuar rapidamente,

os espectadores fugiram dos restos e do cheiro forte.

Felizmente nenhum humano se feriu tanto quanto esse carro,

mas todo o público ficou coberto de partículas de baleia morta.

Quer dizer...

Como não escolher um nome de time homenageando esse momento histórico?

E todas essas mudanças foram perfeitas, mas tivemos alguns erros recentes.

Por exemplo, os Baianos de Chesapeake em Maryland

usaram o nome alternativo "Pegadores de Ostras", com esse logo:

Eu sei, eu sei!

Os fãs disseram rapidamente

que essa parte não parecia só uma ostra em uma luva de beisebol.

A imagem foi tirada das mercadorias, e um representante disse: "É difícil,

mesmo depois de uma revisão interna e externa do logo,

nenhum de nós viu o que a internet viu."

Mas os fãs protestaram. Tiveram comentários como:

"Queremos a luva com a ostra em um boné ou terá rebelião",

e: "Mercadorias sem a luva clitóris? Por favor!".

Então eles anunciaram que voltariam com a imagem da ostra,

por tempo limitado.

E uma parte dos lucros

iria para uma caridade que luta contra o câncer cervical.

O que realmente mostra

que todos os envolvidos entenderam bem a tarefa.

E não foi o único erro de marketing.

Ano passado, os Terremotos de Rancho Cucamonga

quiseram homenagear as jaquetas de mariachis

mudando o nome para Chaquetas.

Mas tiveram um pequeno problema:

Quando a equipe lançou a nova marca em março,

o gerente esportivo Grant Riddle disse que não sabiam que a palavra

significa outra coisa no México: É gíria para masturbação.

Eles tiraram imediatamente o nome das redes por algumas horas,

preocupados com o erro.

Desenvolvemos a marca, testamos,

falamos com a comunidade latina local e pedimos a opinião deles.

E também as famílias do time, com a liga principal,

com a comunidade de mariachis.

Todos falaram que era demais, que era incrível.

É.

É, aposto que falaram.

Porque eu também diria que é incrível

se eu soubesse que um time de beisebol profissional

ia lançar uma marca de produtos sobre masturbação.

Olhem, eu amo tudo isso, até os erros.

Minha única crítica

é que alguns times não fazem o bastante.

Alguns tem o nome sem graça do seu parceiro da liga principal,

como os Meias Vermelhas Worcester, os Ursinhos de Iowa.

Outros são escolhas óbvias, como os Bisões de Buffalo

e os Santos de Saint Paul.

O que é decepcionante.

Ao não reconhecer a excentricidade da liga maravilhosa que fazem parte,

eles estão perdendo dinheiro.

E é aqui que nós entramos.

Eu tenho uma oferta muito especial.

Estamos dispostos a usar nossos recursos e nossa estupidez

para dar a um time de beisebol de liga menor

uma marca totalmente nova: Novo nome, novo mascote,

faremos até mesmo uma noite temática.

Vai ser personalizado e sob medida.

Prometo que vamos dedicar tanto tempo, energia e recursos a isso

como fazemos para expor o lado sombrio do sistema penal de EUA.

Ou talvez até mais.

E vamos fazer com o espírito

do time, cidade e liga que você faz parte.

Só precisam aceitar alguns termos simples.

O primeiro é que não podem fazer perguntas, dar ideias

e precisam aceitar o que inventarmos.

Eu sei que parece arriscado, mas não se preocupem.

Não vamos dar genitais de ostras, ou uma cara flutuante de cachorro,

e nem vamos fazer um novo nome explicitamente sobre masturbação.

Mas queremos muito fazer isso. Por favor, venham comigo.

Sinceramente, do jeito que o mundo está,

eu diria que todos precisamos muito disso.

Se você é um time de beisebol de liga menor, por favor,

mandem e-mail para johnoliver@buntstuff.com.

Se os escolhermos e fecharmos contrato, eu prometo que sua nova marca

vai ser tão espetacular que até Helen McGuckin vai amar.

Esse foi nosso programa, muito obrigado pela audiência.

Nos vemos na semana que vem. Boa noite.

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