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OURO
Como vai o acampamento?
- Muito bem. - E o teu amigo Louis, está bem?
Está a recuperar, aos poucos.
Ainda bem, porque se o acusam de homicídio...
... podia ficar em prisão preventiva.
O caso Merlot.
- Suspeitam dele? - Digamos que está no ar.
O juiz suspeita de vocês.
Não vou ficar aqui.
Fala com o Vincent por causa dos contratos.
Obrigado
O cabrão que mandaste, que disparou sobre a minha filha...
Quero-o.
A velha Quinteiro gostou do teu sócio.
O Vincent, não é? Acha que ele é brilhante.
Sim, sim.
Tem ideias para tudo.
Acha que é um bom partido para a Clara.
Gostava que ele lhe ligasse, que passassem tempo juntos.
Na Guiana ou no Brasil, como ele quiser.
Dava-me descanso, se tirasse a gorda da minha vida.
Duvido. Está apaixonado por uma das minhas putas.
Sim?
- Por qual? Aquela que... - Sim.
Garota de programa!
- Ela vai comê-lo. - O cabrão?
- Vivo ou morto? - Diz-me onde ele vive.
Por favor, por favor.
Senhores e senhoras... Declaramos aberto
o Campeonato Anual de Curiós de Caiena.
Cada prova é um concurso de canto em contra-relógio.
A duração da prova é de cinco minutos.
O número de vocalizações será certificado por Madame Barnaté,
a notária aqui presente.
Senhoras e senhores, por favor...
exigimos silêncio absoluto durante toda a prova.
Chamo os dois primeiros concorrentes.
É a tua vez.
Silêncio, por favor.
O senhor Serra informou-nos de que a distribuição dos lucros
já não é de 90-10, mas sim 70-30.
É muito generoso da parte dele.
Redigi uma cláusula adicional ao seu contrato.
Aconselho-o a assinar antes de que ele se arrependa.
Muito bem.
Podemos dizer que a Belaçaí começou bem.
A vossa holding em Curaçao recebeu uma transferência
de uma sociedade brasileira chamada Açaí Beach.
É fisicamente perigoso levantar dinheiro em território francês
com um cartão de débito de um paraíso fiscal.
- Pensamos num sistema. - Muito bem.
O nosso banco em Curaçao informou um banco francês
de que dispõe de uma certa quantia de dinheiro.
O banco francês terá todo o prazer em fornecer-lhe a mesma quantia.
Negociei juros de 0,7% porque eles gostam de nós.
Os fundos que tem em Curaçao funcionarão como garantia.
Aqui tem. Cheques, cartão de crédito.
A documentação de abertura de conta está no envelope.
- Escolhi um cartão platina. - Obrigado
Falamos de quanto exactamente?
Se lhe disséssemos não seria surpresa.
- Onde estão? - É a final.
Está muito renhido.
Pontuação final: 32 a 30.
O vencedor da edição de 2016 do Campeonato de Curiós de Caiena...
... é Eddy, de Maripasoula.
O teu pássaro perdeu. É normal. É velho.
Tem 12 anos. Já não sabe fazer nada.
Quantos anos seriam num homem?
54 anos.
- Sim, é velho. - Pronto, esquece.
Então, o Merlot...
O juiz está a investigar.
Na noite da morte dele há pessoas que me viram na zona.
Isso não é nada. Não têm motivo.
A polícia sabe quem sou e para quem trabalho.
- Podem adivinhar o motivo. - Adivinhar não é provar.
Só precisam de uma testemunha. O miúdo estava em casa do Merlot.
Estava lá quando estávamos a tratar do Silva.
Esteve connosco no acampamento.
Sabe tudo o que fazemos e por que o fazemos.
Ouve, ainda preciso dele.
Se fosse atropelado, seria o fim do mundo?
Mandaste-o explorar. E o que é que ele nos trouxe?
Não posso tratar do miúdo. O que mais posso fazer?
- Gerir o teu bar em Saint-Elias? - Sim, podes fazer isso.
Ou podes vir comigo e resolver o teu problema.
É aqui.
Matas o tipo e deixas a arma que matou o Merlot.
Está a sair. É o tipo de verde.
- E o outro? - Não faço ideia.
Está no sítio errado à hora errada.
Se voltar com ele, força. Até nos ajuda.
Vou esperá-los lá dentro.
Estás preparado?
Não sei.
Espero-te na esquina.
Levanta-te. Senta-te.
Falas francês?
Tens droga?
Guarda-a. É para ti. Fuma-a.
Pronto, já chega. Larga.
Como te sentes?
Melhor.
Como está a minha brasileirinha?
Qual é o teu signo?
- Sagitário. E tu? - Gémeos
- Esperam-te boas surpresas. - Sim? E a ti?
Correu tudo bem em Caiena?
Sim, correu tudo bem. Estive a trabalhar.
- Nunca "estar" em Caiena. - O que disseste?
Nunca "estar" em Caiena.
Nunca estive em Caiena.
Nunca estive em Caiena.
Podemos ir os dois, se quiseres.
Não fiz jantar porque não sabia se vinhas.
- Mas fiz compras. - Eu também fui às compras.
- O que é isso? - Não sei.
- Não sabes como? O que é? - Vê tu.
És louco.
- Experimenta. - É lindo.
- Obrigada. - Não tens de agradecer.
Dá uma volta.
Sim, fica-te muito bem.
- Pareço francesa. - Estás muito linda.
Como são as francesas?
- São insuportáveis. - Porquê?
Gostam de sentimentos. Gostam que falemos com elas,
que as ouçamos, que as protejamos. São insuportáveis.
Mas é simples. Está com uma miúda.
Perguntas o que faz na vida, qual é a profissão e assim.
E passado pouco tempo, olhas para ela e dizes:
"És tão bonita que tenho de te beijar". E beija-la
- Não. - Sim.
Mas estou a dar uma de mauzão. Antes era muito tímido.
As raparigas...
- Tímido como? - Era tímido. Tinha medo.
Por exemplo, estava louco por uma amiga minha.
Tinha medo de lhe dizer. No dia em que lhe disse...
... deu-me uma nega.
- O que é uma nega? - É quando ela diz que não.
- Não. - Sim.
- E de mim, tens medo? - Claro. Claro que tenho medo.
Mas eu sou uma puta, nunca digo "não".
Já não és uma puta, Anita.
- Então ainda tens medo? - Sim.
Sabes o que é um PACS?
Quanto está aí?
No total, uns 12 a 13 quilos.
A metade do Serra e a outra metade para os Quinteiro.
Waki, tens consciência dos riscos?
Não tenho opção. Entendes?
Agora há pessoas que contam connosco.
O que vais fazer?
Vais falar com o Serra e dizer que fechas a empresa?
Por que voltaste?
O Vincent, o pequeno génio.
Ele tem visão de futuro para a Belaçai.
Não queres ouvi-lo? Eu quero.
Quero vê-lo desenvolver a Belaçaí com o Serra.
E depois disso, ficamos com ela.
Diga ao seu cliente que, se não houver acordo hoje,
na próxima segunda-feira partirá de avião para o Brasil.
Diga-lhe que não haverá outras propostas.
Diga-lhe que se aceitar, quero resultados e não fumaça.
Quero dados, lugares e provas materiais.
O meu cliente diz que
confia mais na justiça francesa do que na brasileira
e que está disposto a ajudar-vos.
Este é o nosso sumo. Um quilo de açaí por litro.
É espesso e feio. Lamento, Waki.
E custa três euros.
Isto é o que fazem no Brasil.
Um quilo de açaí para quatro litros.
É bonito, líquido e custa seis euros.
É o que queremos fazer.
- Não sabe a nada. - Mas é isso que vamos fazer.
Desculpa, Louis, mas podes mandá-lo parar de cantar?
É muito chato.
Queres abrir uma fábrica?
Exactamente Que faça tudo do princípio ao fim.
Transporte, transformação, embalamento, tudo.
Mais vendas e comunicação. Abrimos lojas.
Pequenas lojas em todo o lado, como em centros comerciais.
Fazemos o mesmo no Brasil.
Açaí Beach. Faremos o mesmo, sim?
- Vou ensinar-vos uma coisa. - És milionário?
Não, mas não deve demorar. É o meu relatório de estágio.
Salto a parte cultural de ajudar os indígenas. Não interessa.
Há um pormenor importante a compreender.
É a diferença entre o estado da baixa produção...
... e o mercado em pleno apogeu. - Isso também não nos interessa.
Isto é o futuro.
Estudo de viabilidade, investimentos necessários,
Previsão de lucro. Primeiro e segundo ano.
Margem bruta e margem líquida. Podem ver.
Em cinco anos conseguimos valores de seis algarismos.
E não menciono a parte da cosmética.
Não.
O açaí pode usar-se em cremes anti-rugas.
- Sabias, certo? - Não. Devia saber?
- Muito bem. - Não vejo nada.
O teu computador, as imagens, os teus números não são nada.
És difícil, Waki. Não é nada quando não compreendemos.
Desculpa, tu és simpático, mas fazes coisas e vende-las.
Eu proponho fazer o contrário. Temos resposta aos subsídios?
- Não. - Muito bem.
- Temos de fazer mais RP. - Fazer o que?
RP, relações públicas.
Por exemplo, uma reportagem no Guyane 1.
Uma entrevista. Somos simpáticos, mas ninguém nos ajuda.
Tu eras óptima.
Não, obrigada.
- Porquê? - Ela disse que não.
Muito bem. Se queremos interessar os outros países...
... é imprescindível ter produção biológica.
Sim, Elarche?
Porquê? Há algum problema com o telefone?
No aeroporto daqui a duas horas.
Como somos inteligentes, usamos o E219,
autorizado na Holanda, e Bélgica e "bio" em Espanha.
- Boa noite. - Boa noite.
Então?
Uma situação no bairro de Chicago.
Dois toxicodependentes. Homicídio seguido de suicídio.
Até aqui nada de importante.
Mas a arma do crime é interessante.
Foi a mesma que matou Patrice Merlot.
São dois coelhos de um golpe só.
E um dos toxicodependentes pode ser o responsável
pelo tiroteio no supermercado.
São três. Qual é o problema?
- Conheces o juiz Lantieri? - Não.
É o nosso novo juiz de instrução. Chegou a Caiena há oito meses.
É jovem, ambicioso e próximo do Berthier da Cayenor.
A sua paixão é a luta contra a extracção ilegal de ouro.
- "Erradiquemos a máfia do ouro". - Estou a ver.
Ainda bem. Porque ele também te vê. E não vê o mesmo que tu.
E hoje, todos o ouviram gritar no Palácio da Justiça.
Não vai deixar o caso Merlot.
Cria um complô criminal com múltiplos homicídios,
e tu estás no meio do tabuleiro.
Até descobriu um sítio ilegal de extracção de ouro.
Esse seria o teu motivo. Vai agir nos próximos dias.
Como descobriu o sítio?
Tomás Pereira de Souza, o Tomasinho.
Deviam tê-lo extraditado. Vão deixá-lo dez meses.
O tempo necessário para organizar um processo.
Bem jogado.
Não te tomo mais tempo. Creio que tens muito que fazer.
Obrigado.
Olá, sr. Agente. Meninas, vão dar uma volta.
Serra.
Tenho uma coisa para te mostrar.
Tu com a Anita.
A Anita contigo.
Também tenho vídeos.
Agora o teu trabalho não é vigiar-me, é proteger-me.
Se me acontecer alguma coisa, és estrela porno na Internet.
- Entendido? - Sim, cabrão.
Assim que souberes de algo, avisas-me. Entendido?
Temos um juiz de instrução em cima de nós.
- Porquê? - Por tudo
O Merlot, o acampamento, os tiroteios...
O Tomasinho contou tudo. Avisei o Waki. Será prudente.
Agora temos de fechar o acampamento.
- Eu posso ir. - Não, tenho de ir eu.
Pelo menos, com a Belaçaí está tudo bem. Podem analisar as contas, se quiserem.
Está tudo bem. Há mais alguma coisa?
A Sarah Bernhardt.
Uma mina assim precisa de pelo menos dois anos
para ser explorada devidamente. Não teremos dois anos calmos.
Eu sei. Pensei nisso e tenho uma ideia.
Tens sempre ideias.
- Vou voltar a Paris. - Desculpa?
Volto, valido o estágio e regresso com o diploma.
Um jovem diplomado da Mines de Paris
instalado na Guiana que dirige uma empresa agro-alimentar
podia querer diversificar o negócio...
... e dedicar-se ao ouro, por exemplo.
Monto uma empresa,
reúno fundos e solicito uma concessão.
Sarah Bernhardt pode ser nossa, mas legalmente.
Fazemos o pedido, conseguimos...
... abrimos a mina e explorámo-la.
Não, tu irias explorá-la. Com o nosso historial,
jamais conseguiremos uma concessão.
- Isso não interessa. - Não! Isso interessa.
Tens uma ideia melhor?
Vou pensar.
Continuas a querer ficar com o miúdo?
Tem facilidade em fazer negócios.
- Seja com quem for. - Eu sei.
A nós dizem-nos: "Largas tudo ou levas 20 anos".
Levamos 20 anos sem problema. Mas ele?
- Não podemos ter a certeza. - Eu sei.
Quando estiver lá...
... vou à floresta e vejo se ainda preciso dele.
Logo te digo.
A tua empresa já existe, sabes? Chama-se "Delícias Guiana".
Fazem sumo, compotas, embalam e pasteurizam.
Fazem quase tudo.
Menos o açaí.
- Talvez não lhes interesse. - Mas tu vais interessá-los.
É um truque que sabes fazer muito bem, não é?
Eu sei o que vou fazer.
Vou pedir-lhes dinheiro. Uma pequena ajuda à indústria.
E a seguir passamos à promoção, sim?
Vi os teus vídeos na Internet. Os vídeos humanitários.
Eras muito boa, Nathalie.
- Não. - Mas porquê?
Uma má recordação.
- Mas seria bom para a Belaçai. - Não vou aparecer na televisão.
A ONG onde trabalhava enganou-me.
Trabalhávamos em explorações ilegais.
Tratávamos os ilegais, os doentes.
O chefe da ONG vendia as coordenadas à Cayenor.
Não o suportei, disse-lhe...
Fui castigada.
E foi violento.
Naquela altura tinha problemas de dependência.
Usaram-no contra mim.
- E acabaste aqui, com o Serra? - Sim.
Ao menos ele não finge.
É verdade.
És um inútil!
O acampamento está fechado. Partem esta noite.
- Quanto há? - 6,312 kg
São 80 gramas a cada um. Diz-lhes.
Muito bem.
O Júnior está à tua espera no cais com uma piroga.
Embarcam todos e sobem o rio. Não vão a Saint-Elias.
A cada cinco quilómetros, pára na fronteira brasileira...
... e desembarca-os dois a dois. - As mulheres também?
Claro. Têm pernas como os outros.
Quando acabares, atira as armas ao rio e volta a Saint-Elias.
Certo.
Vai chamar o Vao. Quero falar com ele a sós.
- Sim, Sr. Serra? - Toma, é a tua parte.
- O meu ouro? - Oitenta gramas.
Gostavas de ter um bónus? Tenho um trabalho para ti.
Depende.
Ficas aqui à espera da polícia.
Quando eles chegarem, dizes que o acampamento é teu.
Que foste tu que o encontraste. Inventas qualquer coisa
para explicar que estás sozinho.
E se te falarem do Antoine Serra, não o conheces.
Combinado?
Decide. Tenho pressa.
- Quanto? - Cem gramas.
Pelo menos 200. Pelo menos 200, senhor.
Muito bem, 200.
Mas porquê eu?
Porque a tua cara inspira-me confiança.
Até a mim.
- Antoine Serra. Não conheço. - Sim, é isso.
Quando eles abrirem os sacos, estamos mortos.
Estamos a roubar o Serra e os Quinteiro.
Não, o Serra rouba os Quinteiro.
Olá, Louis. Serves-me uma cerveja?
- O Serra não está? - Não.
Diz-lhe que amanhã não é bom para ir à floresta.
Sobretudo de manhã.
Amanhã de manhã não vale a pena ir à floresta.
Dilma, acaba de arrumar as tuas coisas. Vamos embora.
- Onde está o Claudio? - Está na cabine com os rapazes.
Rapazes, temos de ir antes que amanheça.
- Despachem-se. - Vamos já. Estamos prontos.
Seguro.
Podem vir.
Que confusão é esta?
Onde estão os outros?
Aparentemente está sozinho.
Vim aqui e encontrei ouro. Um pouco.
Montei um acampamento com os rapazes e trabalhámos.
Depois, um dia...
O Tomasinho veio e disse que isto era dele.
Os rapazes não aceitaram.
Lutaram e foram atrás do Tomasinho.
Perseguiram-no. Os mortos estão ali, monsieur.
E depois?
E depois, só tristeza e miséria.
Não há mercúrio, não há ouro.
Os rapazes foram-se embora. Levaram o ouro que eu encontrei.
Não posso fazer nada. Estou cansado.
Fiquei aqui à espera. Talvez eles voltem.
- Talvez - Não sei.
A versão do velho confirma-se.
Os depósitos de gasolina estão rebentados. Não encontramos mercúrio.
São disparates.
Duas motobombas, equipamento eléctrico.
Ele não montou isto sozinho.
- Eles foram avisados. - Não há nada que o prove.
Eles sabem fazê-lo.
Se o sítio fosse rentável, haveria aqui 30 pessoas.
Avisados ou não, não deixariam tanto material.
Para eles, são anos de trabalho É tudo o que têm. sr. juiz.
- Julga que sim? - Sim.
- Muito bem. Vamos desmantelar. - Muito bem.
Vamos desmantelar.
Ouve, sou o Berthier,
o chefe da maior mina oficial na Guiana.
Se me disseres o nome do teu chefe,
dou-te um contrato na Cayenor e os documentos que ele implica.
O que me dizes?
Trabalhei na Cayenor durante 10 anos e nunca tive documentos.
- De quem é aquela cadeira? - É minha.
É de Antoine Serra.
- É minha. - É de Antoine Serra, repete.
Não sei quem é.
É de Antoine Serra! Percebes o que eu digo?
- Já chega! - Não sei.
E ele? Levamo-lo para Caiena? Vai prendê-lo?
Pode ser que conte outra história
Deixem-no ir.
Vai dizer aos companheiros que o sítio está fechado de vez.
Libertem-no.
- Sim? - Vou regressar.
Encontraste o que procuravas?
Sim.
Ainda precisas do miúdo?
Falaste com eles? Do casamento?
Não é um casamento. É um PACS.
- Já te expliquei que não é igual. - Pronto, está bem.
É uma coisa francesa.
- Mas sim, disse. - E o que disseram?
Nada. O que queres que digam?
- Concordam? - Sim.
Vincent?
Preciso de ti.
- Vamos buscar o Serra. - O quê? Agora?
- Sim, agora. - Está bem. Vou já.
Vincent...
Ele vai matar-te.
O que?
Eu tenho a certeza.
Toma.
Vens?
Vou já.
Anda.
Ripadas por: darkdevil
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