All language subtitles for The.Saga.of.Hemp.Brown.1958.Rory.Calhoun.Beverly.Garland.John.Larch.[720p]

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Original subtitles

*** MEU SANGUE, POR MINHA HONRA ***

Alto!

CAVALARIA DOS EUA

Desculpe, Sra. Ford. A estrada é muito acidentada.

Obrigado, Tenente. Quando é que chegaremos ao forte?

Daqui a cerca de três horas.

O seu marido está tão ansioso como você. Ordenou-me que fizesse uma viagem sem parar.

Tenente!

Desculpe-me, senhora.

Olá, Tenente. Uma cascavel mordeu o meu cavalo. Eu tive de...

Tenente Brown.

Sargento Givens.

Bem, o que é que está aqui a fazer, sem o seu uniforme?

Bem, Tenente, depois daquele meu último ferimento, eu renunciei.

Tive uma extraordinária ideia para fazer uma fortuna.

Trabalho numas minas de ouro há 2 anos. A ideia foi boa, mas, as minas não.

- Não tinham ouro nenhum. - Lamento ouvir isso.

Receio que tenha nascido para o Exército. Sabe que o Exército e o ouro são incompatíveis?

Ouça, eu gostava mesmo que me desse uma boleia até Fort Beaver, senhor.

Estava com ideias de, talvez, me voltar a alistar lá.

Tragam a carroça. Terei todo o prazer em ajudá-lo.

Ajudem-no com o equipamento dele.

Sra. Ford, quero apresentar-lhe o Sargento Givens.

Com a sua permissão, ele irá viajar connosco até ao forte.

Ex-Sargento Givens, senhora. Espero não estar a incomodar.

Nada disso, Sr. Givens.

O que é que acha, senhor?

Acha que haverá oportunidade para eu prestar serviço sob o seu comando outra vez?

Receio que isso dependa do Coronel.

Prosseguir a marcha!

Alto!

A pedra rolou para a estrada.

Primeiro, termine o trabalho para o qual eu o contratei e, depois embebede-se o que quiser...

mas, não até lá.

Muito bem. Ouçam-me todos. Terminem o trabalho e terminem-no bem.

E dispersem-se. Não quero ver ninguém junto, nem apanhado junto...

até nos encontrarmos no rancho do Pablo, nos arredores de San Juan, dia 08 de Julho.

Muito bem. Tirem isto do caminho!

Dá-me a arma dele.

TESOURARIA DO EXÉRCITO DOS EUA

Givens?

O que é que aconteceu?

O pagamento?!

Tem uma mente rápida, Tenente. Sempre gostei disso em si.

Porque é que eu estou amarrado?

Está a desiludir-me. Logo depois de eu ter dito aquilo acerca da sua mente.

Já não é a pessoa que dá ordens. Não a mim. Agora, sou eu quem as dá.

Nem sequer precisa de me chamar "senhor".

Estes cavalos deixam pegadas bastante nítidas, não deixam?

São fáceis de seguir.

Os soldados? A Sra. Ford?

Não se dê ao trabalho de rezar por eles, Tenente.

Também me devia ter matado, Givens.

Para o seu próprio bem.

Eu preciso de si vivo.

Muito bem, já pode desmontar.

Nunca irá safar-se desta, Givens.

Tenho uma enorme confiança nisto, Tenente.

Vou-lhe deixar o seu cavalo e a sua arma.

Irá ser enforcado, Givens. Irá ser enforcado!

Isso é algo ingrato, Tenente, quando eu lhe salvei a vida.

Daqui a pouco, irá libertar-se dessas cordas e, depois, ficará livre.

Se for inteligente, continuará a dirigir-se para Norte, para lá da fronteira.

Mas, se bem o conheço, não o fará.

Mas, isso também me convém.

Porque, se não conseguir escapar, irá ser capturado pela Cavalaria.

E, será melhor ter uma boa história preparada.

Uma história mesmo muito boa.

Eu já disse ao tribunal que o ex-Sargento Jed Givens deixou um falso rasto para Norte.

É por isso que as patrulhas não encontraram nada.

Nem o Givens, nem uma única moeda de ouro do baú do dinheiro para pagamento.

Estou convencido de que o falso trilho que o Givens deixou...

significa que o grupo dele seguiu numa direcção diferente. Provavelmente, para Sul.

Novamente o ex-Sargento Givens.

Baseia toda a história da sua defesa, no facto da presença dele lá.

É claro.

Diria que esta fotografia corresponde ao homem que identificou como Sargento Givens?

Sim, esse é o Givens. Não dúvida nenhuma sobre isso.

Tenho aqui uma cópia do relatório oficial que mostra que o Sargento Givens morreu em batalha.

Numa emboscada pelos índios.

Tenente Brown, pode, por favor, explicar a este tribunal como é que viu um homem há 8 dias...

uma vez que ele está morto há mais de 3 meses?

Acusação nº 1... homicídio. Não foi provada.

Acusação nº 2... roubo. Não foi provada.

Acusação nº 3... Ausência do posto de serviço por covardia.

Culpado.

Cito o 100º artigo das regras de guerra. "Quando um oficial é condenado por covardia...

a sentença deverá ser a dispensa desonrosa.

A sentença deverá também dizer que o crime, nome e local de prática do delinquente...

deverá ser publicado em todos os jornais. E, depois de tal publicação...

deverá ser considerada uma vergonha para qualquer oficial que se associe a ele".

Irá viver, Brown. Viver. Sabendo que o país inteiro está ciente daquilo que é.

E daquilo que fez.

Provavelmente, desejaria que o enforcássemos.

Coronel, eu tenho um pedido especial.

O que é?

Gostaria de ficar com esta fotografia do Jed Givens.

Irei utilizá-la para provar que o Givens ainda está vivo.

Irei prová-lo, nem que isso demore o resto da minha vida.

Este tribunal encerra a sua sessão.

Tem uma arma apontada a si. Não se vire.

Não se mexa.

O que é que você quer? O que é que eu fiz?

Suponhamos que você me diz.

Ando, apenas, a deambular. À procura de ouro, prata, qualquer coisa.

E não encontrei muito disso.

E, presumo, que tenha parado, por acaso, junto daquela carroça destruída?

Não. Andava à procura de lenha. E aquilo era uma bela carroça da Cavalaria.

Houve um grande assalto aqui na semana passada.

Um autêntico massacre. Aquilo só serve para lenha, agora.

Está bem. Estou, apenas, a verificar as coisas.

Caramba. Assustou-me bastante, soldado. Mas, sem ressentimentos. Beba um café.

Não, obrigado. Preciso de ir até Snag Pine.

O café tornará a viagem mais curta.

Espere um pouco.

Não tem marcas... nem nada.

Deve mesmo aquele... Hemp Brown.

Peço desculpa pelo incómodo, avozinho.

*** ESTÁBULOS ***

*** ARMAZÉM GERAL DE SNAG PINE *** *** ALF SMEDLEY ***

Eu estava no andar de cima, a arranjar os quartos.

O Alf é o meu irmão.

Ele está ausente, agora.

Há alguma coisa que possa fazer por si?

Eu, apenas, gostaria de comprar algumas camisas, calças...

Essas ficam-lhe bem.

Estas devem servir-me. Onde é que posso mudar de roupa?

Ali mesmo.

Vou-lhe arranjar uma camisa.

Talvez também leve um par de calças de couro, se as tiver.

Tenho um antigo par delas, por aqui algures.

Isto é grátis.

Obrigado.

O Alf diz que teremos uma tempestade por aqui, em breve. Vai cá ficar a noite?

Não. Eu irei viajar.

Poderá molhar-se.

O Alf, geralmente, não se engana relativamente às tempestades.

Estas deverão servir.

Lembro-me do "cowboy" que as vendeu.

Ele também era grande.

Por falar em homens grandes, eu ando à procura de um.

Aqui está uma fotografia dele.

Pensei que ele pudesse ter passado por aqui e pergunto-me se o viu?

Não.

Não, não me lembro de ninguém como ele.

Talvez ele tenha passado pela cidade, e você não se tenha apercebido?

Senhor, quando um homem passa por esta cidade, eu apercebo-me dele.

Ora, tome. Fique com estas calças de couro.

Amelia...

Alf! Nós não estávamos a fazer nada.

A sério!

Quem está aí?

Tenha calma, irmão mais velho. Eu só estava a trocar de roupa.

Vai para o teu quarto. Agora!

Muito obrigado, Miss. Obrigado pela sua...

ajuda.

- Já tem tudo aquilo que precisa? - Sim.

- Pode desfazer-se destas roupas algures? - Sim.

Vejamos, tenho aqui uma camisa, calças, as calças de couro...

E tudo o resto. É verdade... e este chapéu.

Fica tudo por 21 dólares... certos.

Vejamos... uma moeda de 20 dólares em ouro, mais um. 21 dólares, certos.

Quem é?

- Abra a janelinha da porta. - Não irei fazer tal coisa.

Mas, eu quero vê-la.

- Que ideia tão estranha. - Vamos, abra.

Valha-me Deus.

O Alf vai ficar muito zangado.

Onde é que arranjou isto?

Não sei. Não me lembro.

Eu acho que se lembra. Foi um homem que lhe deu isto, não foi?

Por favor, senhor. O Alf irá ouvi-lo.

Vai estragar tudo.

Suponho que possa perguntar ao Alf. Talvez ele saiba?

Por favor, senhor. O Alf tem um temperamento terrível.

Então, é melhor ser você a dizer-me.

Aquele homem deu-ma. Aquele homem na fotografia que me mostrou.

Ele esteve aqui, ele...

Muito bem, senhor. Bem me parecia que havia aqui algo estranho.

O Givens... o homem que lhe deu isto. Quando é que ele esteve aqui?!

Nunca ninguém tinha sido capaz de derrotar o Alf antes. Ninguém.

Ele tirou isto a uma mulher que matou! Agora, quando é que ele esteve aqui?!

Há cerca de 6 noites.

Para onde é que ele foi?

Ele não disse. Mas, ele estava a dirigir para Sul.

- Estava alguém com ele?! - Não. Ele estava sozinho.

De onde é que ele veio? Onde é que você vive?

Ouça, senhor, eu não sei de nada. Eu, apenas, o vi naquela noite.

Ele queria comprar um cavalo fresco, mas, nós não tínhamos nenhum para lhe vender.

Um cavalo fresco. A dirigir-se para Sul.

Senhor, o broche...

Posso ficar com ele?

Porque não?

"CAVALOS À VENDA. ÉGUA JOVEM- 22 dólares.

PARELHA TREINADA - 53 dólares. DÓCIL ÉGUA PRETA - 15 dólares."

Sinto muito, senhor. Eu nunca vi esse homem.

E, certamente, nunca lhe vendi nenhum cavalo.

- Obrigado. - Claro.

CAVALOS PARA VENDA

Olá.

Você é o proprietário disto?

Sou eu. Dê-me um minuto e já o atendo.

Não tenho nenhum negócio para si. Só lhe queria fazer uma pergunta ou duas.

Uma pergunta, então? Está bem, pode fazê-la.

Ela tem a certeza de que não teve sorte comigo. Ela acredita mesmo que vou levá-la ao canto coral?

Sinceramente, eu acho que sim.

Então?

Ando à procura de um homem que lhe poderá ter comprado um cavalo. Aqui está a foto dele.

Não. Não posso dizer que alguma vez vi este homem.

Talvez o Tenente o tenha visto.

- Estamos preparados para partir, Tenente. - Óptimo.

Sim, eu vi este homem a cavalgar num cavalo castanho e branco.

- Ele não era um Sargento da Cavalaria, no entanto. - Ele é um civil, agora.

Vejamos, foi na terça-feira passada. Não, foi na segunda-feira.

Eu estava numa patrulha regular quando o vi.

Ele estava sozinho. A 12 ou 16 km da cidade.

Num cavalo castanho e branco? Em que direção é que ele viajava?

Sul. Ele cavalgava em direcção a Sul. E nós íamos para Norte...

Este é o Hemp Brown.

Obrigado.

BAR "O MATADOURO"

Dá-me mais um para a viagem, por favor.

Vais viajar mais "leve".

Não vais precisar dessa arma pesada.

Então, abre a fivela do coldre e larga-a.

Devagar e lentamente.

Agora, chuta-a para aqui.

Vais ter de fazer melhor do que isso.

Parece que sim.

Ouça, ambos, o que é que estão a fazer? A tentar armar uma confusão?

Tratem disso lá fora, onde há muito mais espaço.

Isto é um assunto particular, velhote.

Não tem nada a ver consigo e ninguém lhe irá fazer mal.

Ficar-lhe-ia muito grato se me escrevesse algo.

Vou buscar um lápis e algum papel.

Lápis e papel.

O que é que tem em mente, Tenente? As suas memórias?

Não... a tua confissão.

Acha mesmo que me irá conseguir fazer confessar?

É isso que tenho em mente.

Você não me consegue assustar. Porque não me pode matar.

Ambos sabemos disso.

Não terei de te matar. Apenas... aproximar-me o suficiente disso.

E irás confessar.

Ensinaram-lhe muitas coisas em West Point, não é verdade?

Ensinaram-lhe qual é o significado de honra.

Não lhe ensinaram a verdade. Sabe porquê?

Porque um homem de honra é um idiota.

Olhe bem para si. Um homem de honra.

Levado a Tribunal Marcial por algo que não fez.

Algumas semanas depois de você ser transferido, eu estava a comandar uma patrulha.

Os índios atacaram-nos e eu fui baleado na cabeça.

Foi um tiro com sorte. Com sorte porque, apenas, me acertou de raspão.

E colocou-me algum juízo na cabeça.

Mostrou-me quão idiota eu era em estar a arriscar a minha vida por alguns dólares por mês...

para que os agricultores pudessem ir para Oeste, criar filhos e porcos.

E sabe o que é que eu fiz?

Retirei todas as minhas insígnias, toda a minha identificação e coloquei-a no corpo mais próximo.

O Exército deu-me como morto em combate.

Chamou-me "herói".

Givens... você é louco.

Não há nada de mal com o meu cérebro. Que tipo de cérebro é necessário ter...

para deitar a mão ao dinheiro do Exército como eu fiz? O meu tipo de cérebro.

Vou ser mais rico do que qualquer general.

Até poderei ter algum para si, se você fôr inteligente.

- Pronto? - Você nasceu um idiota...

e morrerá um idiota. Irei certificar-me disso.

Sim, está tudo pronto. Espero que você fale devagar.

Muito bem.

Qual é a data de hoje?

É o dia 04 de Julho. Não ouve os fogos de artifício?

Escreva isso no topo da folha.

Suponho que seja o Bo Slaughter, o proprietário disto.

Sim, sou eu.

Aqui vamos nós.

Eu, Bo Slaughter...

sou testemunha...

que, no dia designado...

na presença de um tal Jed Givens...

vivo e de boa saúde...

ouvi-o confessar...

que no dia...

Tio Bo, podes-me dar mais fogo de artifício?

Senhor, o que é que está a fazer com essa arma?

Isto foi, apenas, um aviso, senhor.

Tem algum sítio para onde ir? Algum outro sítio?

Sou um homem fácil de convencer, velhote.

Está bem, velhote. Estou de saída, estou de saída.

"Matadouro", não é? Você tem um belo sentido de humor, velhote.

A cadeira.

Traz-lhe uma bebida.

Em que direcção é que ele seguiu?

Acho que tenho algo na sala das traseiras da qual você poderá precisar.

Uma cama vazia.

- Obrigado. - É por conta da casa.

- Em que direcção? - Neste momento, você precisa daquela cama.

Não de conversar.

Por favor, em que direcção?

Sul.

Sul?

Sempre para Sul.

Rapaz, vai-me buscar aquele pedaço de papel, está bem?

Esqueceu-se de assinar.

Desculpa por teres tido de ver aquilo, rapaz.

SAN JUAN.

Você vai para Sul. Eu vou para Sul. Quero boleia.

É melhor que nos entendamos. Atire-a para aqui.

Eu vou lá para trás e instalar-me. Você fique aqui e conduza a carroça.

Mas, não pode, senhor, eu protesto, tenho uma...

Assim que eu entrar na carroça, comece a conduzi-la.

Sinto muito, não estamos a contratar ajudantes hoje.

Peço desculpa, senhora. O seu marido não me disse que estava aqui.

O meu marido?

Ouça, importa-se de ir para outro sítio?

Peço desculpa. Preciso de uma boleia, uma cama e preciso de dormir ainda mais.

Para que depois possa encontrar um sítio onde possa comprar um cavalo.

Apenas, esqueça que eu aqui estou.

Estou cansado.

Terrivelmente cansado.

Bolanos, venha cá.

Dê-me uma ajuda como ele. Quem é ele?

Como é que eu vou saber? Temos de nos livrar dele.

Livrarmo-nos dele? Quer matá-lo?

Ele está meio morto pela exaustão. E parece que foi espancado.

Ajude-me a colocá-lo no beliche.

No beliche? Mona, não podemos.

Como é que ele apareceu aqui, afinal?

Ele apanhou-me de surpresa. "Aliviou-me" da minha arma.

Muito bem. Agora, já me vai ajudar?

Mona...

Não podes colocar um homem no teu beliche.

Acha que eu não me consigo defender?

Mas, não sabemos que tipo de homem ele é! Ele pode ser um homem mau.

O que é que ele vai roubar? O seu chapéu? Os meus "collants"?

Está bem, está bem.

Para Sul.

Sempre para Sul.

Sempre para Sul.

Não consigo compreendê-lo.

Para Sul.

O que é que tem o Sul?

Quer a sua arma?

O Bolanos ficou com ela.

É melhor fazer as coisas com calma. Se ele souber que acordou, irá expulsá-lo.

Sente-se melhor?

Sim.

Em que direcção é que estamos a ir?

Em direcção a San Juan. Fazemos um espectáculo lá.

Isso fica para Sul?

Parece os gansos no Outono. Só consegue pensar no Sul.

Sussurrou a palavra "Sul" enquanto dormia.

Acorda e a primeira coisa com que se preocupa é com a sua arma.

Sente-se nu sem ela?

Conhece algum sítio onde eu possa comprar um cavalo?

Passamos por três cães da pradaria, uma serpente real...

e um pequeno lagarto. Nenhum deles estava a vender cavalos.

Está com muita pressa, não está?

É curioso. Tive um sonho onde alguém me estava a limpar a face.

Você.

Você não fala como um pistoleiro.

Acha que eu sou um?

Foi espancado. Tem muita pressa para chegar ao Sul. Sente-se vazio sem uma arma?

Parece-me um pistoleiro.

Eu tive outro sonho.

Talvez sonhe demasiado.

Como é que se chama?

Foi o sonho mais bonito que tive desde há muito tempo.

Havia uma rapariga.

Ela tocava nas minhas bochechas com os dedos.

E nos meus lábios.

Estava a ter um pesadelo.

Não.

Não. Eu gostei.

Mona! Acorda o teu príncipe encantado.

Aqui está um belo sítio para nos livrarmos dele.

O homem que procura? Acha que ele poderá estar aqui?

Poderá.

Podia-me ter pedido.

Você fê-lo quando a tirou?

Cuidado!

Está aqui sozinho?

Estou sozinho.

Porquê a arma?

Porque é que você tem uma? É um daqueles bandidos a regressar.

Do que é que está a falar?!

Apenas aquilo que eu disse.

Nancy Leacock. Era a sua esposa?

Durante mais de 40 anos, a Nancy e eu...

Porque é que veio até aqui, senhor?

Ando à procura de um homem.

Eu quero comprar um cavalo.

Não há cavalos de sobra.

Os jovens levaram-nos para San Juan para se juntarem ao grupo de busca pelos bandidos.

Aqueles malditos, vis, assassinos de mulheres.

Eles mataram a sua mulher?

Conseguiu ver bem algum deles?

Cheguei tarde demais. Eles estavam ir embora. E a Nancy estava... a morrer.

Lamento, Sr. Leacock.

Muito bem, volte para aquelas rédeas. A próxima paragem será em San Juan.

Ouça, forasteiro, você não é o produtor deste espectáculo. E eu não permitirei...

Ainda nos podemos dar bem. Mas, está a tornar tudo bastante difícil.

Não o encontrou? O homem que anda à procura.

Desta vez não.

Não desta vez. Talvez da próxima vez ou da vez a seguir a essa.

Mais cedo ou mais tarde.

Uma rapariga poderá ter muito pelo que ansiar.

Ou pouco.

Isto já é alguma coisa.

Pendurem isto no pescoço de uma rapariga e ela deverá...

O que é isto? "Com amor. Para a Nancy do Floyd."

Não sei porque é que as pessoas gravam algo nestas coisas.

O que é que eu devo fazer?

Encontrar uma rapariga chamada Nancy e dizer que eu sou o Floyd?

Sou eu. O Jed Givens!

Muito bem.

Muito bem. Acho que já chega por hoje, Hook.

Eu disse-te que receberias a tua parte, assim que nos encontrássemos em San Juan, mas, não...

Tu tinhas de ficar bêbado, atacar aquele rancho e matar uma mulher.

Porque é que não puseste um anúncio no jornal de San Juan a avisar as pessoas que aqui estamos?!

A avisá-las para estarem alerta?

Precisávamos de tudo aquilo que conseguíssemos arranjar, não te esqueças.

Ainda não vimos um único cêntimo daquele dinheiro do Exército.

E o que é que conseguiste?

Um monte de bugigangas que podes comprar a qualquer vendedor ambulante?!

Está bem. Vai-te embora. E não pares!

Mas, então, e a minha parte?

Estou a dar-te a oportunidade para continuares a respirar!

Vou-te apanhar, Givens. E vou-te matar.

Estás a assustar-me. Quando fico assustado, eu tremo.

E quando tremo, esta arma poderá disparar.

- Quando está sóbrio, ele não é assim tão mau. - Alguma vez o viste sóbrio?

- Onde é que estão os outros rapazes? - Só devem chegar esta noite.

- Esperem por eles. - Vais para San Juan?

Sabes qual é o plano.

Ajudem-me aqui.

Continuo a perguntar-me o que é que lhe terá acontecido.

De repente, você parece tão decidido como o próximo homem, tão forte como ele.

E, durante alguns minutos ali atrás, tão humano como o próximo.

Apenas durante alguns minutos.

Só me questiono, só isso.

E se falássemos sobre si?

Sobre mim?

Eu sou um bocadinho bonita. Eu canto um bocadinho, danço um bocadinho.

São muitos "bocadinhos". Junte-os todos e não arranja uma mulher.

Nem por isso. Não arranja uma esposa, uma mãe, mas, apenas...

Só arranja alguém que viaja com o espectáculo de quinta categoria do Bolanos.

Essa sou eu.

Quer experimentar? Expôr-se um pouco.

Eu não gosto de espelhos.

Consigo compreender quase qualquer pessoa que está disposta a viver.

Seja ele um dentista, um agricultor, ou mesmo alguém como eu...

que sabe aquilo que está a perder.

Mas, você não.

Você está a viver para morrer.

Eu, apenas, continuo a questionar-me, só isso.

Mona! Estamos a chegar a San Juan.

Veste o teu traje.

Importa-se?

O que é que se passa? Tem receio que eu seja um bocadinho humano?

Ainda não sei.

Ainda não sei o que é que aconteceu. O que o transformou naquilo que você é.

De uma forma ou de outra, pagamos por tudo aquilo que fazemos.

Então, você fala e eu ouço. Dessa forma, pagarei pela minha viagem.

Sabe, você está-se a esconder.

A esconder-se atrás de um muro que construiu em seu redor.

A esconder todas as emoções, tudo aquilo que é humano.

Eu estou a pagar por uma viagem até San Juan, não por uma viagem pelo país todo.

Esse homem que está a perseguir? Pode falar-me sobre ele?

Parece grande e forte o suficiente para ser um adversário à altura.

Talvez ele também tenha amigos. Amigos que lutarão ao lado dele.

É possível.

Escolheu uma tarefa complicada, não escolheu?

O que é que ele lhe fez?

Porque é que está a persegui-lo?

Próxima pergunta.

Está outra vez atrás desse muro. Parece que nada pode alcançá-lo.

Ninguém pode alcançá-lo.

Suponha que o seu homem não está em San Juan. Suponha que não o consegue encontrar.

Então, o que é que vai fazer?

Continuar a dirigir-se para Sul?

Continuar à procura de um homem que quer matá-lo?

Mona, chegamos a San Juan.

Bem, senhor, este é o fim da linha.

Tire esse olhar do seu rosto.

Eu estou viva. Não sou para si.

Mona.

Obrigado pela viagem.

Eu nem sequer sei o seu nome.

Não sequer sei quem devo procurar na coluna dos obituários.

Não procure. Fique, apenas, pela primeira página.

- Nada? - Não. Nada.

Verificamos as colinas a Norte a pente fino. É melhor tentarem a Oeste.

Muito bem. Todos vocês, a partir de agora, são ajudantes do Xerife.

Isso significa que se apanharem os assassinos de Leacock, será de acordo com a lei.

Se os apanharem vivos, tragam-nos vivos. Sem julgamentos sumários.

Adoro esta música.

A prisão é um sítio demasiado bom para ele. Temos de limpar este país deste tipo de homens!

Sabes o que eu faria? Enforcá-lo-ia de imediato.

E dar-lhe-ia a mesma hipótese que ele deu à Nancy Leacock.

Qual é o teu problema? Não queres a ganhar vida aqui? Anda lá!

Olá.

Se estás assim tão decidido a fazê-lo, junta-te ao grupo de busca, mantém-te dentro da lei.

Devíamos ir apanhá-lo!

Dentro da lei ou fora dela, isso não importa. O que é importa é apanhar aqueles assassinos.

Certo!

Obrigado pela vossa atenção, senhoras e senhores!

Se algum de vocês quiser ganhar algo, basta levantar a tela e puxar a corda.

"Whiskey".

Hemp Brown.

Chang!

Como é que estás, seu bárbaro?

Bem, presumo. O que é que estás aqui a fazer?

Eu vivo aqui há 6 anos, desde que o teu pai se reformou do Exército.

Ouvi falar dos teus problemas. Foi aqui no jornal local.

Claro.

Vejo que sou famoso quando começam a usar o meu nome para assustar as crianças.

Onde é que está esse "whiskey", amigo?

Talvez seja prudente não utilizares o teu nome por estas bandas.

As pessoas estão empolgadas e revoltadas com um homicídio recente.

Eles poderão confundir as coisas.

Rápido! Rápido! Aproximem-se!

Estamos aqui para vos revelar as nossas façanhas no lendário reino da magia!

Permitam-me, agora, neste momento que vos apresente a minha linda assistente, Miss Mona Langley!

Ela não é adorável?

Flores para a senhora!

E, agora, o nosso magnífico espectáculo, incrível para todos e horrível para alguns.

A nossa actuação esta noite decorrerá...

enquanto esta bela jovem é colocada no interior desta caixa.

E, enquanto ela estiver na caixa, eu irei perfurá-la repetidamente com estas espadas.

Aguenta-os durante alguns minutos com a tuas belas pernas. Eu volto já.

É ele. Foi ele quem matou a Sra. Leacock.

E isto é, apenas, uma parte daquilo que irão ver esta noite.

Porque por, apenas, um quarto de dólar, 25 cêntimos, farei duas tentativas...

Ouçam! Eles apanharam o assassino da Sra. Leacock.

O assassino da Sra. Leacock!

Eles apanharam um deles. Vamos!

O homem que está a perseguir? Foi ele que eles apanharam.

Reconheci-o da sua fotografia.

O Jed Givens?

Não percebe que tudo irá correr bem? O Xerife irá tratar dele por si.

Matem-no!

Matem-no!

Matem-no!

Esperem!

Podem parar por aí. Agora, iremos fazer as coisas à minha maneira.

Qualquer pessoa tem direito a um julgamento justo e aquele homem irá ter um.

Quando? Amanhã?

Na próxima semana? No próximo mês?

Para lhe dar uma hipótese de escapar?

Calma! Calma! Esperem!

Esta noite. No "Saloon" Savoy.

E se vocês quiserem ser úteis, vão buscar o Juiz Rawlins.

Você...

Você salvou-lhe a vida.

Tive de fazê-lo. Tenho de mantê-lo vivo.

FECHADO. TRIBUNAL EM SESSÃO.

Muito bem. Tragam o prisioneiro.

Vai buscá-lo, Frank.

É melhor começar com isto, caso contrário, eles vão destruir este sítio.

Tenho 10 ajudantes de confiança, mas, não tenho a certeza de que isso seja suficiente.

Apenas certifique-se de que aguenta esta multidão. Este julgamento vai ser legal.

Vou dar o meu melhor. Vamos começar.

Sr. Murphy, ainda está disposto a ser o advogado da Defesa?

Silêncio!

Muito bem, Carl. Disse que tem uma testemunha. Vamos ouvi-la.

Traga-o, Xerife.

Não podem enforcá-lo. Não podem. Não antes de eu o fazer falar.

Hook!

Quem é ele?

Um mentiroso bêbado e um bêbado mentiroso.

Sente-se.

Jura dizer a verdade e nada mais do que a verdade, que Deus o ajude?

Claro.

Por favor, diga ao tribunal aquilo que disse a mim e ao Xerife.

Bem, eu...

na manhã do homicídio, eu estava a atravessar os campos, perto do Rancho Leacock e ouvi uns tiros.

Então, corri rapidamente para a casa do rancho e, vi um tipo grande sobre o corpo de uma mulher.

E...

Ele tinha uma arma numa mão e uma pequena caixa de jóias na outra.

E esse homem grandalhão está aqui entre nós esta noite?

É ele.

É ele mesmo ali.

A testemunha é sua, John.

Você diz que viu a Sra. Leacock logo após ela ter sido baleada.

Porque é que não fez nada?

Eu teria feito. É claro que teria.

Mas, ele tinha um grupo de homens com ele.

A que horas da tarde é que tudo isto aconteceu?

À tarde? Quem é que disse algo sobre a tarde. Foi, talvez, às 10:00 da manhã.

Na passada terça-feira, dia 04 de Julho.

É tudo.

Só um momento.

Quer uma testemunha para o seu lado?

- Você? - Eu.

- Sabe alguma coisa sobre este caso? - É por isso que estou aqui.

Muito bem. Assuma o banco das testemunhas.

Jura dizer a verdade e nada mais do que a verdade, que Deus o ajude?

Juro.

Tem algo pertinente a testemunhar sobre este caso?

Tenho. Há um homem chamado Bo Slaughter, conhece-o?

Quase todos o conhecem.

Ele tem um bar a três dias daqui pela Estrada Norte.

Chama-se "Slaughter House".

- Ele é um homem de confiança? - Sim. Muito.

Um homem da maior integridade.

Está bem, então, leia isto.

Está bem, John, vamos ver isso, vamos ver isso.

Eu, Bo Slaughter, testemunho que, no dia acima designado, na presença...

do Jed Givens, vivo e de boa saúde, ouviu-o confessar que...

Não tem mais nada.

A única questão é... como é que eu sei que foi o Slaughter que escreveu isto?

Eu conheço-lhe a caligrafia, juiz. Eu sou o advogado dele.

Está bem. Vou estipular que esta é a caligrafia do Slaughter.

Mas, o que é que isso tem a ver com este julgamento?

- Veja a data. - Ora, dia 04 de Julho...

Exactamente. O dia em que o Jed Givens...

alegadamente, matou uma mulher no Rancho Leacock.

Ora, mas, são três dias de viagem entre o "Slaughter House" e o Rancho Leacock.

O meu cliente não poderia estar em ambos os sítios no mesmo dia.

Meritíssimo, solicito a anulação imediata da acusação.

Não!

Silêncio!

Vamos fazer silêncio!

O caso é considerado improcedente.

Tirem este homem daqui e façam-no o mais rápido possível.

Silêncio!

Quero que façam silêncio aqui!

Saiam da frente, homens.

Tiveste sorte duas vezes seguidas. Sorte em estar vivo. Não abuses da tua sorte.

Ouçam-me! Ouçam-me!

Sabem quem é aquele homem?

O homem cujas mentiras deixaram fugir aquele assassino?!

Aquele é o Hemp Brown, é quem ele é! O Hemp Brown!

O Hemp Brown?!

Vamos apanhar ambos. Alguém vá buscar as tochas!

- Eu nunca te vi antes. - Bem, talvez não estivesse a olhar bem.

Mas, tu reconheceste-me.

Já me viste antes. Onde?!

Ouça, senhor, não faça uma casa inteira com uma carteira de fósforos. É claro que eu o vi, mas...

Talvez me tenhas visto durante o massacre que foi o assalto à caixa de dinheiro do Exército?

Talvez estivesses lá? Não é verdade?

Eu estava lá. Eu estava lá.

- Onde é que está o Givens? Para onde é que ele foi? - Não sei.

- Como é que sabias que ele viria para San Juan? - Porque o ouro está escondido em San Juan. É por isso.

- A caixa do dinheiro do Exército. - Exactamente.

Onde é que ela está?

Não sei. Só o Givens é que sabe.

Eu acho que, talvez, tu saibas.

Estrangule-me, se isso o ajudar. É tudo aquilo que eu sei.

Hemp! Estão alguns homens na entrada. Eu vi-os do beco.

Está bem, Chang. Mantém-no aqui.

Vamos dar uma volta à cidade, pessoal.

Alguém verifique ali.

Talvez ali.

Dan, leva alguns homens e vai verificar o beco nas traseiras.

Eles não podem ter saído da cidade. Está tudo bloqueado.

Vamos tentar verificar nesta rua.

Esperem um momento. Ainda não procuramos aqui.

Peço desculpa. Não haverá espectáculo esta noite.

Lamento, não queríamos incomodá-la.

Andamos à procura do Hemp Brown.

Eu pareço-me com ele?

Peço desculpa, senhora. Vamos, pessoal. Vamos lá.

Obrigado.

Hemp, foi por pouco. Tenho medo. Não podes lutar contra a cidade inteira.

Não posso sair da cidade até encontrar o Givens.

Por onde é que devo começar a procurar?

Eu sei que tens de encontrá-lo.

Mesmo antes de saber que tu eras o Hemp Brown, eu acho que o sabia.

Eu, simplesmente, não tive a coragem para admiti-lo.

- Quando vi o Givens a falar com o Bolanos, tive tanto medo... - O quê?

O Givens a falar com o Bolanos? Porquê?

Não sei. Apenas os vi a conversar alguns minutos.

A carroça teatral.

O quê?

Quando te conheci e ao Bolanos vocês vinham para Sul. Vinham de onde?

Eu conheci o Bolanos numa pequena cidade chamada Snag Pine.

Snag Pine?

A carroça não está ali fora. Onde é que ela está, agora?

O Bolanos levou-a para o estábulo. Ele disse que algo precisava de ser arranjado.

Eles têm de estar algures nestas vielas. Alguns de vocês procurem ali.

Vamos. Daremos a volta pela praça.

Despacha-te, Givens! Despacha-te! Eu quero sair daqui agora.

Quero abandonar tudo. As pessoas desta cidade são loucas. Doidas.

Se eles nos apanharem...

Estou farto das tuas lamúrias, Bolanos.

De quem é que foi a ideia de utilizar esta carroça teatral para trazer o ouro desde Snag Pine?

Minha!

E de quem é que foi a ideia de dar boleia ao Hemp Brown?

Tua!

Não fui eu, foi a Mona. Não pude impedi-la. Como é que eu lhe podia dizer a verdade?!

Está bem.

Vamos içá-lo.

Tenho de te dar mérito, Givens.

Quase conseguiste que funcionasse.

De onde é que vieram estes tiros?

Parece que estão a vir dos estábulos.

Vamos!

Agora, Givens... agora.

Eles estão lá dentro, sem dúvida!

Muito bem, pessoal, vamos derrubar o portão!

Ouve. Ouve!

Consegues ouvi-los a destruir o portão? Nada irá impedi-los.

Eles vão trucidar-nos. Tanto a ti como a mim.

Levanta-te!

Por ali.

Vais ficar aqui comigo. Se formos apanhados, seremos apanhados juntos! Vai para ali!

Onde é que vais?

O que é que se passa contigo? Temos de sair da cidade.

Tanto tu como eu!

Não, tu é que tens de sair da cidade. Não quero saber, de uma forma ou de outra.

Não queres saber?! Não queres viver?

Não o tipo de vida para onde me conduziste.

Vamos!

Por aqui!

Não! Por aqui não. Vamos pelo outro lado. Por favor!

Há uma cela de prisão ali. Estarás seguro lá dentro durante um tempo.

Não! Não! Eu... eu...

Eu não irei a tribunal. Não me podes obrigar.

- De onde é que veio este tiro? - Parece que veio da praça.

Vamos, rapazes. Mas, tenham cuidado,

Tu! Agora, eles vão-nos encontrar.

Tu estás como eu! Tão morto como eu.

Ali!

Ali estão eles!

Cuidado! Eles estão armados.

Não disparem, rapazes. Iremos tratar disto de forma legal.

Eles viram-nos. Mata-os!

Nós vamos para ali. Anda!

Já foste suficientemente longe.

- Alvejá-los é demasiado bom para eles. - Traga umas cordas!

- Vamos dar cabo deles! - Esperem, pessoal!

Vamos acabar com eles!

Eles estão a vir.

Eles estão a vir. Deixe-me entrar.

Vais contar-lhes a tua história. Fala alto, rápido e diz toda a verdade!

O Hemp Brown é inocente!

O Hemp Brown é inocente!

O que é que ele disse? Inocente? De quê?

Inocente de quê?

- Deixe-me ir. Eu falarei lá dentro! - Vais falar, agora!

Fui eu que o fiz. Eu roubei o pagamento dos militares!

Planeei tudo! Leve-me lá para dentro.

Os soldados e uma mulher. Quem é que os matou?

Fui eu! Eu!

E só foi isso!

Deixe-me ir. Imploro-lhe. Deixe-me entrar.

Esperem! Esperem!

O Hemp Brown sempre foi inocente.

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