All language subtitles for Memento.Mori.S02E05.The.Hunt.1080p.AMZN.WEB-DL.DD 5.1.H.264-playWEB_1

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian Download
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian Download
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

345.

346.

347.

348.

349.

350.

Acalma-te.

Acalma-te.

O que estás a fazer?

Bom plano.

Sou assim tão assustadora que tens de me amarrar?

Lamento que não estejas confortável...

Mas é o cenário perfeito para o que preciso.

O que vais fazer?

Matar-me e filmar?

Falta-te coragem.

Frio, frio, frio.

BASEADO NO ROMANCE DIES IRAE, DE CÉSAR PÉREZ GELLIDA

Bolas, Peteira, que atencioso.

O que se passa? O amor está a mudar-te ou quê?

O quê, uma noite ocupada?

- Bem... - Sabemos algo sobre o Carapocha?

- Falei agora com o meu substituto. - E?

Ainda está em casa. Estive a noite toda a vigiar a janela dele.

Ou não dormiu ou é capaz de dormir com a luz acesa.

Porra, aquele cabrão está sempre dois passos à nossa frente.

Vou ter com o Mejía.

O inglês, que quer partilhar informações.

Já agora, temos notícias do Sancho?

Deve estar a chegar.

Ok. Vemo-nos logo.

- Até já. - Tchau.

Vamos trabalhar.

Michelson.

Há novidades. Disparou um alarme.

O Augusto usou a identidade de Juan Pablo Castel

num pagamento na AP-68.

Quando?

Há seis horas.

É necessário confirmar a Trieste que o Augusto entrou em Espanha.

Entendido.

O que queres fazer?

Enviar uma mensagem a Grazia Galo.

O que lhe queres dizer?

Grazia, já estou em Valladolid, mas...

Cancelar.

De acordo.

Entrada do Augusto em Espanha confirmada.

RECEBIDO. OBRIGADA

DISPOSITIVO LIGADO

ALERTA

ALGUÉM ESTÁ A TENTAR ACEDER À LOCALIZAÇÃO DESTE DISPOSITIVO

Olha o que o gato trouxe.

Vá, não me lixes. Atende a merda do telefone.

Armando.

Onde é que estiveste?

A minha filha desapareceu há mais de nove horas.

Preciso que localizes o Augusto com urgência.

Armando, Armando. O Orestes localizou-me.

Mas do que estás a falar?

A minha filha pode estar em perigo.

Não posso continuar, não posso continuar. Lamento muito, a sério. Desculpa.

Não, não, não, não!

Não!

Filho da puta.

Não tenho medo de ti.

Sei perfeitamente quem és.

E quem sou eu?

Alguém vazio.

É verdade.

És psicóloga.

É por isso que precisas mais do Augusto do que ele de ti.

Porque o Augusto vive.

Tu imitas uma vida através da dele.

Não me vais cobrar pela sessão, pois não?

Não tens alma, não me enganei no irmão.

Não!

Vamos ver.

Estão a trabalhar na foto,

mas há pouca esperança de que a matrícula seja legível.

Também não passou por outra portagem.

Então não podemos confirmar que venha a Valladolid, Carmen.

Não. Mas continuamos a insistir

até encontrarmos a matrícula. Ok?

- Claro. - Cuidado, cuidado.

- Mas o que é isto? - Nem uma piada, ok?

A sério? Três dias em Itália e já pareces um modelo.

Sim, mas de tamanhos pequenos.

- Perderam-me a mala. - Já sabemos.

Ligaram-me do aeroporto e fui buscá-la.

Anda, vem por aqui, está ali.

- Não me digas. - Claro, pá.

Aí a tens, galã.

Bem, vamos, por favor, digam-me algo que ainda não saiba.

Transmitimos a todos a descrição do Augusto e da mota.

Mas nem vestígio da matrícula.

A questão mantém-se: porque é que o Augusto regressaria

à cidade onde corre o maior risco de ser apanhado?

Pare de me seguir.

Foda-se...

O Orestes.

O Orestes tem a Erika.

O que é que foi, não acreditam em mim?

Nem tu, Sancho?

Foda-se...

Mas que razão teria eu para inventar

que a minha filha foi raptada?

O Augusto deve estar aqui, em Valladolid.

Precisam de mim para os apanhar.

E preciso de vocês para salvar a minha filha.

Há quanto tempo está desaparecida?

Não sei. Provavelmente toda a noite.

Há que fazer algo. Têm de fazer alguma coisa!

Por favor, pare de se fazer de vítima.

Não estou a fazer-me de vítima.

Precisam de mim.

E não vou pôr em perigo a vida da minha filha.

Primeiro, acalme-se, mantê-lo-emos informado. E segundo...

- Peteira. - Diz-me, chefe.

Acompanha o Sr. Lopategui à porta, por favor.

Sei ir sozinho!

Não preciso de uma ama.

Respira, que ainda te dá alguma coisa.

Lopategui, espera!

Já aqui está.

O teu namorado.

Parece que valeu a pena ter vindo.

Eu fiz a minha parte.

Não voltarei a deixar-te sozinho.

É bom voltar a ver-te.

Não se pode confiar nela.

O Orestes só quer separar-nos.

Ele pensa que te manipula.

Traíste-me.

O Sancho quase me matou.

Tu denunciaste-me.

Nunca faria isso.

Tens de acreditar em mim.

Não acredito em ti.

Uma canção para cada momento...

E um momento para cada canção.

Permite que te convide para a despedida.

Não importa que já não mereça a tua atenção.

É assim que as coisas se fazem...

Queres que te cante a nossa canção?

Na minha família

foi assim que me ensinaram

a que as fizesse eu.

E no fim,

vou amarrar-te com toda as minhas forças,

os meus braços serão cordas

ao dançar esta valsa.

Porque não me deixaste matá-la?

Primeiro, porque não foi ela que te denunciou.

Como é que sabes?

Eu sei quem foi.

- Sê paciente. - Não voltes a tentar.

A Erika não pode morrer.

Ainda.

Qual é o plano?

Não vou ficar neste buraco de merda.

Estamos a um passo de ser livres.

Sem ninguém para nos deter.

Só é preciso eliminar um obstáculo,

e a Erika é a forma de o conseguir.

O teu psiquiatra.

A filha dele é a única coisa que lhe importa.

E ele sabe tudo sobre nós.

É uma ameaça que temos de eliminar.

Lembra-te que eu me fazia passar por ti.

Para ele, não passas de uma experiência controlada,

um rato de laboratório.

Mas é o único com toda essa informação.

Sem ele, seremos imparáveis.

Estou desejoso de o ter à minha frente.

Mas primeiro precisamos de saber onde tem toda esta informação sobre ti.

O que se passou com o Augusto em Trieste?

Digamos que a sorte jogou a seu favor.

Estive muito perto de o apanhar.

E por isso me trouxeste aqui?

O que queres, Sancho?

O mesmo que tu.

E que todos: apanhar o Augusto.

Por isso é que estamos a perder tempo neste bar.

É minha filha, porra!

Acredita que sei como te sentes.

Sancho, eu...

- Se tivesse imaginado que a Martina... - Não.

Não é a altura certa.

Aqui está, senhores.

Dois cafés...

E um copo de água.

Devemos focar-nos em encontrar os irmãos.

O que me podes contar?

Em qualquer binómio criminoso há sempre uma dinâmica de líder-seguidor.

Ao contrário de todas as aparências, o líder é o Orestes.

É preciso pensar como ele.

Saber o que pretende ao raptar a minha filha.

- E porque precisa do Augusto de volta. - Isso mesmo.

Porquê voltar para onde tudo começou?

Desculpa, tenho de ir à casa de banho.

- Sim? - Carmen.

Sancho?

O sítio onde o Orestes se escondia... Sabemos quem é o dono?

Sabes aonde ir. E vem sozinho.

Se chamares a polícia, nunca mais a verás.

Qual é o teu jogo, Lopategui?

Lopategui!

Foda-se.

- Carmen. - Sancho.

O Carapocha, escapou-me de novo.

- Mas deixou o telemóvel. - Para não ser localizado.

Vou até à morada dele para ver se descubro o que se passa.

O edifício em construção onde o Orestes terá ficado alojado

pertence à família Ledesma.

A obra foi interrompida com a morte dos pais do Augusto.

Eis a lista das suas restantes propriedades.

Estamos também a registar

qualquer propriedade abandonada ou sem atividade na zona.

Por isso, vamos descartando-as uma a uma, aos pares.

Estamos a fazer um reconhecimento visual.

Ao primeiro sinal da presença dos suspeitos,

avisem-me. Está bem?

- Muito bem. - Está bem.

- Vamos a isso. - Vamos.

O que é que nos calha?

Uma fábrica de sanitários abandonada.

Maravilha, conduzo eu.

- Cuidado, ok? - Sim, chefe, está tranquila. Sim.

- Sempre. - Não, não vais conduzir tu,

digo-te eu. Nem penses.

- Mas vais a pisar ovos, pá. - Não ouviste ou quê?

Se tiveres uma arma contigo, é altura de te livrares dela.

Não preciso de nada para que venhas comigo.

És o Augusto.

A Erika está bem?

Para já...

Depende de ti.

A arma fica.

E o telemóvel.

Não o tenho comigo.

Não quero que me localizem e ponham a minha filha em perigo.

Bom pai.

O que é que achas?

Bem, é um bom sítio para se esconder.

Ei, Peteira!

Vai lá para cima, eu fico cá em baixo.

- O último paga a cerveja. - Ok.

Tenha calma, menina.

Sou polícia.

Vou tirar a mão da sua boca.

Mas, por favor, não faça barulho. Está bem?

Isso.

Agora, vou desamarrá-la, mas, primeiro, diga-me quantos são.

O Orestes.

Só ele.

Vai seguir as minhas instruções, ok? Vou levá-la para um sítio seguro.

Não se preocupe. Vamos sair daqui.

Filho da puta!

Não!

Não te mexas.

Não vais disparar.

Vais-te embora?

Sem dizer adeus ao Augusto?

Ele não vai gostar.

Também não importa, eras apenas um isco.

O Augusto está a vir com o teu pai.

Vai levar o seu tempo.

Ele está mortinho.

Estás a mentir.

Estás a mentir.

Se não acreditas em mim, telefona-lhe.

Tenho aqui o teu telemóvel.

Tira-o.

Sem movimentos bruscos.

No chão.

Afasta-te.

Papá?

Erika?

E o meu pai? Onde está o meu pai?

Erika... É o Sancho. Tenho o telemóvel do teu pai.

Onde estás? Estás com o Orestes?

- Onde está o meu pai? - Não sei,

mas tens de te pôr a salvo, por favor.

- Ouve-me... - Ouve-me tu.

O Augusto tem o meu pai, está a vir para aqui.

Tenho uma arma, estou a apontá-la ao Orestes.

Está bem, tem calma.

Podes enviar-me a tua localização?

Sim.

Tem calma.

Carmen, já os temos. Estão na fábrica, Carmen.

Devias aproveitar a oportunidade e ir-te embora.

A polícia está a caminho.

Vai. Vai!

O Orestes só me quer a mim.

E eu vou facilitar-vos a vida.

Só quero que me prometas que vais deixar a Erika ir.

Porque faria isso?

Porque sei que sentes algo pela minha filha.

Tu não sabes o que eu sinto. Cala-te!

Não chegarão a tempo.

Terás de escolher entre o Augusto ou o teu pai.

Anda.

Anda!

Diz-me a verdade. A Erika é importante para ti.

É a coisa mais próxima do amor que tiveste na tua vida.

Nunca ninguém te compreendeu como ela.

Não é verdade?

Não vou fazer de teu paciente como o meu irmão.

Continua.

Bem, bem...

E eu a pensar que me ia aborrecer em Valladolid.

Quieto.

Estás bem?

O plano não saiu como esperavas, pois não?

Ainda é cedo.

Só me querem a mim.

Vai-te embora, Erika, por favor.

Aqui ninguém se mexe.

Sai daqui agora!

Não te preocupes comigo.

Se te mexeres...

Mato o teu pai.

Podemos fazer outra coisa.

- Não faças isso, Erika. - Cala-te!

Enviei a localização à polícia.

Estão quase a chegar.

Estamos a tempo de ir embora.

Filha, deixa-me tratar disto.

- Põe-te a salvo. - Confia em mim.

Vamos juntos.

Tu e eu.

Não precisamos deles.

De nenhum.

Posso renunciar a tudo.

Lembra-te de Trieste.

Está a tentar enganar-te.

Podemos recuperar o que tínhamos.

Agora somos mais fortes.

Estou nas tuas mãos.

Já cá estão.

Não podes vir comigo.

Trata tu deles.

Papá? Papá!

Aguenta!

Aguenta!

Aguenta, papá!

Papá, aguenta!

Papá! Papá! Papá!

Aguenta! Olha para mim! Olha para mim!

Aguenta!

Aguenta!

Alto! Larga a arma!

- Aguenta! - Não chores.

Não chores.

Ouve.

- Sim. - O meu caderno.

- O meu caderno preto. - Sim.

Queima-o.

Tu és...

A única coisa boa que fiz na minha vida.

Sancho.

Perdoa-me.

Martina...

Papá, papá, papá!

Papá!

Papá!

Peteira não! Larga-me!

- Larga-me! Larga-me! - Já está, já está.

Isto faz parte do trabalho, Carmen.

Agora temos de parar. Temos de parar.

Já está.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.