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Spartacus 2ª Temporada – Vingança
LIBERTAÇÃO
Mate! Mate!
Uma exibição e tanto.
Que será sempre lembrada pela plateia admiradora.
Assim como o nome Varinius, que nos dá presentes tão generosos.
De fato. Ele nunca será esquecido.
Não se pode dizer isso de todos os homens.
Quem dera outros fossem iguais a você.
É uma pena que só haja um dele, chamado para Roma tão cedo.
Uma estada breve, porém lucrativa.
Seus jogos deram à cidade
uma distração nesses tempos difíceis.
As execuções vão começar.
Um final glorioso para nossa estada em Cápua.
Se ao menos Spartacus estivesse entre eles.
A hora dele chegará em breve, Mercato.
Meus homens estão trabalhando com esse propósito.
Até lá, vamos mandar uma mensagem
marcada com sangue.
Hannibal se encontra em nossos portões.
Uma frase usada para causar medo entre as crianças de Roma.
Um espectro do animal cartaginês
que assolava esta cidade com terror e morte
há muitos anos.
Mas assim como é o destino de todos os inimigos da República,
Hannibal foi morto por uma espada romana!
Um destino que um dia será o do rebelde Spartacus.
Não foi seu parente distante, Appius Claudius Pulcher,
que falhou em vencer Hannibal na primeira batalha de Cápua?
Sim.
Os deuses ainda não nos abençoaram com visão tão gloriosa.
Mas nos agraciaram com algumas maravilhas no horizonte.
Três dos homens de confiança de Spartacus,
suas mortes servem de aviso a todos que desafiarem Roma!
Matem esses malditos!
Preparem-se para morrer, desgraçados!
O sangue deles será derramado pela espada
de vários guerreiros cujas vitórias de hoje
lhes garantiram participação no principal!
Mas quem irá liderar as forças de Roma?
Quem merece tal honra?
Apenas um homem!
O único gladiador desta cidade
a conquistar sua liberdade na areia.
Um verdadeiro deus da arena.
Eu lhes apresento, Gannicus!
Gannicus! Gannicus! Gannicus!
Venha para a minha cama, Gannicus!
Mate-os, Gannicus! Mate todos!
Por que ele faria isso?
Porque ele é um homem sem honra.
Finalmente nos encontramos na areia.
Como Melitta sempre temeu.
É verdade?
Deitou-se com ela no dia em que ela deixou este mundo?
Oenomaus...
Comecem.
UM DIA ANTES
Não devíamos ter nos dividido.
Se estivéssemos juntos nas minas...
Mais homens teriam sido mortos naqueles túneis.
Os dois lados cometeram erros.
Vamos deixar tais erros para trás ou arriscaremos repeti-los.
Encontramos algo.
Finalmente, os deuses nos favorecem.
Vamos ver o quanto.
Traga os outros.
Procurem por armas. Podem ter deixado alguma coisa.
Um teto sobre nossas cabeças.
Mais ou menos.
Vamos descansar e pensar no futuro.
Não há futuro para nenhum de vocês no meu templo.
Então, os deuses finalmente vão me mandar para o além.
Querem se juntar a mim?
Estamos procurando abrigo.
Nada mais.
Spartacus...
Você é Spartacus?
Sim.
Então confundi desgraça com bênção!
Não há serviços religiosos neste templo há muitos anos.
Ele não oferece muito conforto,
mas eu compartilho o que tenho.
Obrigado.
Confia no vinho e nas palavras de uma escória de Roma?
E o que é você?
Um gaulês, pela falta de educação.
Não sou um maldito gaulês.
Sou Agron, das terras ao leste do Reno.
Eu sou Lucius, um romano do clã célio.
É um prazer conhecê-lo.
Por que está aqui, Lucius?
Já tive moradia melhor.
Uma casa, terra, cavalos.
Uma família.
Tirada deste mundo pelo coração negro de Sulla.
-Sulla? -Ele também era romano.
Mas pisou em seu próprio povo, punindo quem ousava desafiá-lo.
Seus olhos pareceram se iluminar quando ouviu meu nome.
Algo inesperado em um romano.
Os que eu amava foram mortos pelo meu próprio povo.
Não os considero mais meus irmãos.
O homem que os fizer sofrer,
com prazer eu chamarei de irmão.
Não poderia ter feito esse discurso antes de acabar com o vinho?
Se soubesse que viriam a este templo,
eu o teria enchido até o teto.
Achei que muitos de vocês tivessem morrido nas minas de Lucania.
Onde foi que ouviu isso?
Nas ruas de Nápoles, onde há comércio.
A cidade está em polvorosa com a notícia de sua derrota.
Os únicos sobreviventes serão executados nos jogos de Varinius.
-Sobreviventes? -Diga-me os nomes.
Só sei que três vão para a areia,
e um é conhecido como o gaulês invicto.
Crixus?
Ele vive?
Apenas para ver mais um nascer do sol.
Os jogos terminarão ao entardecer.
Assim como as vidas de seus homens.
Spartacus escapa da morte de novo.
Enquanto nós a recebemos.
Assim como eu receberei Naevia
quando ela retornar aos meus braços no além.
Onde Melitta o aguarda.
Espero ansioso por vê-la.
E pelas respostas que terei.
Como vai agitar a multidão!
Contos das proezas de Gannicus ainda enchem o ar,
igualando-se às do próprio Hércules!
Seus trabalhos foram recompensados com a imortalidade.
Felizmente para você, busco um pagamento mais terreno.
Você o receberá ao final de seus serviços.
Estou precisando de dinheiro.
Receber algum faria pesar o propósito.
É claro.
Não quero que o vento o leve
antes da hora.
Farei o que pede.
Será um espetáculo glorioso!
Venha, eu o apresentarei ao magistrado
e ao próprio pretor Varinius.
Deixe que vejam a lenda na arena
com o resto da multidão agitada.
Prefiro o vinho
e o abraço de mulheres de má reputação.
Como ele morreu?
Encontramos Spartacus e seus homens durante a perseguição.
O próprio vilão infligiu a lesão.
E ainda assim, você está diante de mim, com vida.
Ajudei seu tribuno,
afastando-o dos outros para estancar a vida que se esvaía pela ferida.
Um esforço nobre.
Sem fruto algum.
-Pretor... -Mande recado ao senador Albinius.
Spartacus não estará entre os escravos executados amanhã.
E o sírio?
Ele poderá ir à batalha,
na arena,
para ser executado com os outros escravos sem valor.
Não! Pretor, eu imploro!
Mais uma decepção.
Spartacus mais uma vez escapou do pobre Gaius.
Temo que seus jogos sofram com a ausência do trácio.
O bom Mercato me garantiu um grande espetáculo.
Não permitiria que a falha de seu marido causasse desânimo.
Também não permito que ele continue com esse título.
Que é o propósito de nossa reunião.
A notícia de seu desejo por minha adorável filha
eleva meu espírito.
Ainda assim, devemos proceder com cautela.
Eu não contaria nossos planos a Gaius
até que o casamento seja desfeito.
Permita que nos retiremos para discutir como proceder.
Anseio pelo fim das restrições,
e pelo nosso retorno a Roma.
Assim como anseio tê-la ao meu lado, como minha esposa.
Ele parece feliz.
Livre-se do estorvo como discutimos, e resolveremos isso.
Estorvo?
Tenho de me desvencilhar de uma linhagem infeliz.
Vai impedir seu filho de nascer?
Algo necessário. Para garantir um herdeiro mais digno.
Estou em dívida com você.
Spartacus me contou o que fez por Nasir.
Se não fosse por você...
É por minha causa que ele está para morrer.
Eles não deviam ter vindo para as minas.
Fiz o que pude para impedir.
Talvez devesse ter tentado mais.
Naevia...
A esperança de voltar a ver Crixus era o que me mantinha viva.
A cada dia, implorava aos deuses que o trouxessem para mim.
E é assim que eles respondem?
Permitindo seu toque,
apenas para ser separada dele para sempre?
Nada o faria desistir de tentar.
Nenhum deles.
Queria que Lucretia tivesse me matado.
Assim Crixus não teria de sacrificar a vida dele
por algo arruinado.
Spartacus quer vê-lo.
Nasir?
Continua lutando.
Assim como todos nós.
Os romanos gostariam de acreditar no contrário.
Lucius contou que pensam que todos nós fomos derrotados.
Deixe que venham e vejam que estavam enganados.
Não vou esperar isso acontecer.
Nem para ver nossos irmãos morrerem na arena.
Quer atacar a arena?
Somos poucos. Menos ainda se contar só os homens hábeis com a espada.
Algo que Glaber e seus soldados sabem.
Jamais esperariam que nós tentássemos.
E com razão.
Quem conhece melhor a arena
do que aqueles que lutaram em suas areias?
Em que está pensando?
Essas execuções são uma mensagem.
Que Roma apagará qualquer chama que queimar contra seu governo.
Eu mandarei uma mensagem nossa.
Uma que acenderá os corações dos que ainda são escravos.
É um fardo pesado.
Acabar com a vida que cresce dentro de você.
Eu pensava que seria mais fácil.
Não sei por que hesito.
Uma mulher sempre vai tentar proteger seu filho.
Mas isso precisa ser feito.
Talvez seja sensato adiar o ato.
Sua ausência nos jogos chamará atenção.
Minha ausência?
Obriguei muitas escravas a tomarem sílfio
para livrar a Casa de Batiatus de fardo indesejado.
Ele vai deixá-la doente e a fará sangrar por muitos dias.
Eu mesma direi isso ao seu pai
se ele a pressionar.
Me dá conselhos sensatos.
Algo que eu gostaria de continuar a fazer.
Deseja me acompanhar até Roma?
Desejo estar somente ao seu lado
Há muito passado entre nós.
Vamos ver se há algum futuro.
Seja rápida.
Finalmente ela veio.
Outros assuntos tomaram minha atenção.
Eu a dedicaria à situação atual.
Acha que eu permitiria que morresse na areia?
Depois de tudo o que fez por mim?
Falarei com Glaber.
Ele a culpa pela fuga de Spartacus.
Não a ouvirá.
Mas vai acatar a vontade dos deuses,
como já fez antes.
Eu sussurrarei sobre eles.
Sobre como foi trazido para nós da floresta escura por um motivo.
E como os deuses ainda têm planos de usá-lo.
E eu também.
O que quer de mim agora?
Há um frasco vermelho escondido entre as joias de Ilithyia.
Quero que troque seu conteúdo por água e erva amarga.
Já vi esses frascos vermelhos na casa.
E testemunhei seus efeitos.
E quando não houver nenhum,
vai ser um sinal de que a criança deve nascer.
Uma tarefa mais fácil se realizada por você mesma.
É próxima a ela e pode andar à vontade pela casa.
O risco de ser pega é muito grande.
Ilithyia não deve ter razão para desconfiar de mim,
senão será minha ruína.
E como farei tal coisa?
Mesmo se estivesse livre, não sou um espírito
que pode atravessar um portão.
Eu não fui a Senhora desta casa?
Portões se abrem diante da lembrança.
-E se eu for descoberto? -Não seja.
Conquistarei minha liberdade.
A qualquer custo.
Isso é possível?
Garantirei que sim,
ou morrerei com Crixus na arena.
Se os deuses se importam, que apressem seu retorno.
Aonde iremos?
Nasir!
Dê-me uma espada. Irei com você.
Prefiro que descanse um pouco mais.
Desta vez você fica e eu vou.
Precisamos ir.
O rapaz enganou a morte.
Talvez seja um sinal.
Não podemos confiar em presságios.
Precisamos tirar forças da justiça
e fazê-la se cumprir.
Todos vocês ouviram rumores sobre o que queremos fazer.
Vou exceder a voz sussurrada com palavras ousadas.
Nós iremos à arena de Cápua.
E se não voltarem?
Lucius Caelius conhece estas terras.
Se demorarmos muito,
ele lhes mostrará um caminho seguro.
Longe do alcance de Glaber e seus soldados.
Nós sofremos lesões e perdas.
Fomos divididos.
Mas somos livres.
Algo que não tem preço.
Algo que garantirei
que irmãos condenados voltem a ter.
E ao fazer isso,
espalharei a notícia a todo escravo ainda preso,
que até a poderosa República sangra quando é atingida.
Você transa como um deus!
Gostaria de uma taça para recobrar os sentidos.
Não me lembro de tê-lo visto aqui antes.
Passei muitos anos fora de Cápua.
O que o traz de volta?
Vim para os jogos.
Queria poder vê-los.
Eu trocaria de lugar.
Você vai para a areia,
e eu vou beber e transar até que os deuses me levem.
A areia? Você é Gannicus!
O gladiador que conquistou a liberdade.
A sombra do mesmo.
Nunca ouvi falar sobre outro que tenha conseguido.
Posso tocar?
Essas marcas. Elas contam sobre suas vitórias?
Falam sobre glórias há muito esquecidas.
Por que carrega isso se perturba sua mente?
Deve permanecer ao meu lado,
mesmo na arena.
É prova de que não sou mais escravo.
Lembra escolhas que fiz enquanto era um.
Melitta! Respire!
Deixemos as conversas para trás.
Vou para a cama.
Com o vinho e a lembrança de suas coxas
para me dar forças contra o dia que virá.
É uma bênção
estar fora desta casa para sempre.
Que ela sucumba atrás de nós.
Leve-os para a arena e prepare-os para a execução.
Pretor.
Pretor! Desculpe, quero falar-lhe.
Está respirando apenas porque
Lucretia adverte que os deuses ainda preveem sobre seu valor.
Me irrite e veja a profecia ser ignorada.
Quero cumpri-la hoje.
Prontos. Marchem.
Então fale, vamos avaliar a divindade.
De minha cela, meus olhos vislumbraram algo muito curioso.
A escrava de sua esposa roubando noite passada.
Em sua mão, algo familiar para mim.
Algo que temo que desconheça.
Encham a liteira de água e vinho.
Não quero chegar diante de Varinius seca por causa do calor.
Sim, Senhora.
Gaius.
Achei que fosse à arena com seus homens.
Os deuses já vislumbraram tal beleza?
Que lisonjeador.
Deixem-nos.
Nós nos atrasaremos.
Eles esperarão,
como eu esperei
por bênçãos que desejava.
Será um dia glorioso.
Um que nunca verá chegar.
-Gaius... -Não tente mentir.
Sei o que tenho nas mãos e para que serve.
Por quê?
Porque você não é digno de um herdeiro.
Não é digno de mim.
Nós nos afastamos tanto
do amor que já sentimos?
Ele agora é só um ponto à distância.
Pequeno demais para ser notado.
Eu terei meu filho nos braços.
E você cumprirá o papel de mãe e esposa obediente.
Não farei isso.
Fará o que seu marido ordenar.
Então espero que Varinius ordene com voz mais suave.
Varinius?
Meu pai decidiu anular nosso casamento
em favor de uma oportunidade mais promissora.
Retornarei com ele para Roma ao final dos jogos.
Conspirou contra mim.
Fazemos o que precisamos fazer diante da decepção.
Falarei com seu pai.
Com que propósito?
Só lhe deu minha mão porque
eu implorei com lágrimas nos olhos, cheios de amor.
Agora eles estão secos.
Um deserto sem chuva.
Não há nada mais entre nós?
Apenas lembranças.
Mas elas também se desvanecerão.
Venha.
Vamos nos apresentar como marido e mulher
pela última vez.
A multidão está irritada.
-Não há em quem pôr a culpa. -Talvez no atraso.
Desculpem.
Meu marido foi distraído por questões inesperadas.
Questões de grande importância,
para deixar convidados de honra e toda Cápua esperando?
Eram urgentes.
Eu deixaria essas transgressões no passado
e olharia para o futuro.
Tais pensamentos me impediram de dormir.
Rogo para que o fim deste dia traga-lhe conforto,
como trouxe a todos a quem tocou com sua presença divina.
Vamos começar e vê-lo acontecer.
-O que estamos esperando? -Comecem!
Cidadãos de Cápua,
nos reunimos hoje para testemunhar
o fim dos jogos célebres de seu humilde editor,
Publius Varinius.
E ao final deles,
saibam que não renunciei aos costumes da execução do meio-dia,
ao contrário, elevei a tradição à altura do principal!
E cada luta que nos levar ao fim
determinará quais homens são dignos
de assegurar a justiça de Roma!
Que os espetáculos de sangue não se demorem mais!
Entre Mycter! Samnite!
Entre Abiron! Murmillo!
É!
Que os deuses nos abençoem com um dia que ficará na memória.
Comecem!
Mate! Mate!
Uma exibição de abalar os céus!
Tem um dom para o pareamento de gladiadores, Mercato!
Já pensou em realizar tal função em Roma?
Quanta honra, pretor.
Mas meu destino está preso a Cápua.
É sua intenção afastar daqui todos de prestígio?
Apenas alguns.
Os olhos de seu marido revelam algo sombrio.
Ele fez uma descoberta infeliz
em meu quarto.
Realmente infeliz.
Chegamos ao final da luta antes da principal.
Quem irá provar ser um deus,
digno de se vingar dos inimigos de Roma?
Entre Masonius! Hoplomachus!
Entre Strabo! Murmillo!
Mate! Mate!
Uma exibição e tanto.
Que será sempre lembrada pela plateia admiradora.
Assim como o nome Varinius,
que nos dá presentes tão generosos.
De fato. Ele nunca será esquecido.
Não se pode dizer isso de todos os homens.
As execuções vão começar.
Mate! Mate!
Dois contra um exército?
Não me importo com probabilidades.
Verá como vão ficar ao nosso favor.
-Sabe o que deve fazer? -Cuidaremos disso.
Saber que está comigo me dá forças.
Precisamos agir rapidamente.
Se algum de vocês tem fé em algum deus,
esta é uma boa hora para suplicar a eles.
Rápido!
Hannibal se encontra em nossos portões.
Uma frase usada para causar medo entre as crianças de Roma.
Um espectro do animal cartaginês...
Por muitos anos, sonhei com meu retorno à arena.
É uma honra estar ao seu lado na areia.
Hannibal foi morto por uma espada romana!
Sua hora chegou.
...que um dia será o do rebelde Spartacus.
Nos deram espadas sem gume.
Sem esperança de vitória, também.
Então vamos provar que são tolos por nos darem uma arma.
Matem aqueles desgraçados!
É hora de morrer, malditos!
Quero ver suas tripas, prisioneiros!
Este dia nos trouxe honra não merecida.
Há muito desejo estar na areia com Gannicus,
o maior campeão que já adentrou uma arena.
Não há campeões aqui. Apenas homens e seus destinos.
Mas quem irá liderar as forças de Roma?
Quem merece tal honra?
Era da Casa de Batiatus?
Apenas um homem!
Muito tempo atrás.
E agora volta à areia para tirar a vida de seus irmãos?
Se eles têm de morrer, quero que tenham uma morte honrosa.
Pelas mãos de alguém que os tem no coração.
Eu lhes apresento Gannicus!
Gannicus! Gannicus! Gannicus!
Estou começando a questionar nosso plano.
Estamos resolvidos.
Nervos de aço e esteja pronto para...
Ela era minha esposa!
E você meu irmão!
Ele é meu!
É aqui.
Você aí!
Veronius! Pegue a mulher!
Parem!
O gaulês finalmente se aproxima de sua morte.
Um destino que já vem tarde.
Eles estão demorando.
Precisamos esperar, senão o esforço terá sido em vão.
Eu nunca quis sentir o que senti por ela!
Nunca quis nada disso!
Rhaskos!
-Merda. -Espere.
Não está funcionando rápido o bastante!
As correntes! Coloque-as ao redor dos suportes.
Puxem!
Puxem!
Eu o mandarei para os braços dela, irmão.
Puxem!
Agora!
O que está acontecendo?
Vamos sair daqui.
Saiam da frente!
Mercato!
Mercato!
Mercato!
Vamos sair daqui, irmão.
Matem-nos!
Ajude-me!
Spartacus.
Cossutius!
O caminho está livre!
Spartacus mais uma vez o enganou.
Seus dias no Senado chegaram ao fim!
Spartacus! Precisamos ir!
Não! Precisamos encontrar Oenomaus!
Por aqui.
Gaius! Ajude-me, por favor!
Ajude-me, por favor.
Não sou o tolo que você e sua filha pensam que sou.
Ajude-me com ele.
Vá. Eu irei depois.
Spartacus.
Estou cansado dos jogos.
Vamos deixar esta arena para sempre.
Cidadãos! Cidadãos, acalmem-se!
Reúna seus homens!
Venha. Eu a levarei em segurança até a casa.
Gaius, onde está meu pai?
Ele foi morto por Spartacus.
Nós sobreviveremos a isto.
Juntos.
Como marido e mulher.
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