All language subtitles for Dr.Jekyll.and.Mr.Hyde.1920.720p.Bluray.DTS.x264-GCJM

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Original subtitles

DR. JEKYLL & MR. HYDE

Em cada um de n�s, h� uma luta entre duas naturezas: o bem e o mal. Ao passar de nossas vidas haver�

grandes batalhas, e somente uma delas deve vencer. A escolha est� em nossas m�os...

Assim nos transformaremos no que realmente desejamos ser.

JOHN BARRYMORE interpreta Henry Jekyll, idealista e filantropo. Profiss�o: m�dico.

Dr. Richard Lanyon, t�o conservador em sua profiss�o, como progressista � o Dr. Jekyll.

''Acredito, Lanyon, que acabamos de descobrir o que a ci�ncia pode fazer com o corpo e ...

a mente de um homem!''

''Maldi��o! N�o estou gostando nada. Voc� est� lidando com algo sobrenatural !"

Poole, um criado da fam�lia que herdara a seu jovem senhor.

''� hora de ir para a cl�nica, senhor.''

''Limite-se as ci�ncias positivas, Jekyll.''

''N�o esqueceu do seu compromisso na casa do senhor George Carew?''

O centro de repara��o humana, financiado por Dr. Jekyll para atender aos pobres.

Senhor George Carew, sempre que poss�vel evitando qualquer contato com a mis�ria e com o sofrimento.

O que houve com a vis�o do Duque de X...?

Ou � ignor�ncia deliberada ou ele n�o v� a amizade de sua alegre e fr�vola noiva com Lorde C....?"

Sua filha, Millicent, que fora criada em uma inoc�ncia protegida.

"S�o do doutor Jekyll"

"Voc� tem visto o doutor Jekyll ultimamente?"

"Entre seu laborat�rio e seus pobres, Jekyll n�o tem muito tempo para seus amigos."

"Mas, n�o � maravilhoso que ele dedique tanto de sua vida aos demais?"

"Leve isto ao Sr. George Carew".

"Minha querida Lady Camden, uma mulher preciosa como voc� � um para�so para os olhos-

- mas um inferno para a alma!

''O Dr. Jekyll lamenta n�o poder chegar a tempo para o jantar. Juntar-se-� a n�s mais tarde.''

Quando chega o vinho, as senhoras se retiram.

''Desconfio desse tal Jekyll. Nenhum homem pode ser t�o bom quanto ele parece ser.''

"Asseguro-lhe, Sr. George, que ele � o Santo Ant�nio de Londres. Sei por que perdi uma aposta sobre ele''.

''Henry Jekyll � a melhor pessoa que conhe�o - ainda que divirjamos sobre muitas quest�es cient�ficas.''

''Jekyll, por se entregar tanto aos demais, n�o est� se descuidando de sua pr�pria vida?''

''N�o � servindo aos demais que realizamos-nos, Sr. George?''

''Mas como? Todo homem tem duas m�os, assim como ele tem duas m�os. Porque uso minha m�o direita,

devo deixar de usar a esquerda?''

''Sua parte forte n�o teme nada. � sua parte fraca que teme a experi�ncia.''

''Um homem n�o pode destruir o selvagem que h� dentro dele. A �nica maneira de se livrar de uma tenta��o � sucumbir a ela.''

''Um jovem como voc� deve viver- assim como eu vivi. Eu tenho minhas lembran�as. O que voc� vai ter quando chegar na minha idade?

Em um dos cabar�s londrinos.

''Cale sua boca! Est� interrompendo o espet�culo.'

''E agora, senhoras e senhores, vos apresento a famosa bailarina italiana: Srta. Gina! Por favor aplausos.''

Gina, aquela que enfrentou o mundo sozinha.

Sr. George levou Dr. Jekyll para l�, afim de ilustrar o que lhe havia dito no jantar.

''O que � que h�? Tem medo da tenta��o?''

Pela primeira vez em sua vida, Dr. Jekyll havia sentido despertar seus instintos mais baixos.

''H� poucas coisas na vida pela qual Sir George ainda n�o havia passado.''

''Mas h� uma coisa que ele havia ignorado: a alma imortal do homem.''

''A �nica coisa decente sobre ele � a maneira como educou Millicent. Ele a protegeu como ningu�m mais no mundo."

'' N�o seria maravilhoso poder separar as duas naturezas do homem em corpos distintos?''

''Maravilhoso, por�m imposs�vel!''

''A ci�ncia tem feito milagres, por que n�o este?''

''Seria um sacril�gio! O Homem poderia seria Deus e o Diabo!''

''Pense no que significaria. Entregar-se a todos os impulsos mais baixos e manter a alma intacta!.''

Com a imagina��o inflamada por esta nova ideia e arrastado por sua paix�o cient�fica por novas descobertas,

Jekyll passa dias e noites inteiras trancado em seu laborat�rio.

E agora a grande pergunta: a droga seria capaz de devolv�-lo a seu estado normal?

''Poole, tenho um amigo chamado... Hyde. Quero que ele ande por esta casa com plena liberdade e autoridade.''

''E quero que coloque um grande espelho em meu laborat�rio.''

Agora s� faltava um lugar secreto onde Hyde levaria a vida que havia escolhido.

Por baixo da impenetr�vel m�scara de outra identidade, Hyde sucumbiu em um

mar de libertinagem que como Dr. Jekyll n�o seria capaz de fazer.

''O que � esse adorno?''

''� um antigo anel italiano feito para carregar veneno. Existe uma lenda sobre ele.''

Uma proposta de casamento.

''Ent�o, h� outro?''

Para se prevenir dos contratempos do perigoso jogo em que se lan�ara, Jekyll tra�ou um plano muito simples.

Caso morra, desapare�a ou me ausente inexplicavelmente durante muito tempo, deixo todo meu patrim�nio

ao meu amigo Edward Hyde, com domic�lio em Brunsbury Road, Soho, Londres.

''Mas quem � esse Hyde, para quem voc� est� deixando tudo?''

''Este � um assunto privado, que n�o posso explicar.''

''Esqueceu por completo de Millicent Carew? Ela est� magoada por seu aparente abandono.''

''V� v�-la. Ela � o tipo de pessoa que um homem necessita em sua vida."

Enquanto Hyde se entregava mais e mais ao v�cio, ia deixando para tr�s um rastro de v�timas de sua deprava��o.

''Caia fora! estou cansado de voc�.''

Em uma repentina repulsa contra a for�a que sentia que o dominava, Dr. Jekyll

entregou um ref�m a sua alma.

Durante algum tempo, Dr. Jekyll renunciou as obscuras paix�es de Hyde... at� que em um

momento de fraqueza o dem�nio que estava enjaulado, ressurgiu mais malvado que antes.

''Ele acha que est� coberto por formigas vermelhas.''

Na vida de Millicent, agora, a sombra da maldade come�a a despontar.

''Faz dias que n�o vejo, nem ou�o falar nada de Dr. Jekyll. Ser� que algo ocorreu, ou ele deixou de se importar?''

Na manh� seguinte, Sr. George foi averiguar a causa da misteriosa aus�ncia do Dr. Jekyll.

''N�o temos visto seu senhor h� uma semana. Ele est� fora da cidade?''

''N�o me disse aonde ia, senhor, mas n�o est� aqui.''

''H� algo estranho no desaparecimento de Jekyll. Millicent est� muito preocupada com ele.''

''Malditos! Isto, por acaso, � assunto de voc�s?''

''Diga-me quanto quer.''

''Esta � a assinatura de Henry Jekyll... n�o a sua!''

''Fique tranquilo. Acompanharei este homem at� o banco e sacarei eu mesmo o cheque.''

''A �nica pessoa que tem a chave do laborat�rio � o senhor Hyde. O senhor Jekyll me disse

que ele podia entrar e sair quando desejasse.''

''O que poderia querer Jekyll com um amigo como esse?''

Depois de longas horas de solit�ria espera.

Atormentado pelo remorso que lhe causavam as monstruosas crueldades de Hyde, Jekyll percebeu, por fim,

que a natureza malvada, a qual havia se entregado voluntariamente, agora amea�ava dominar sua vida inteira.

''Voc� � um jovem misterioso, Dr. Jekyll.''

'' O que voc� tem que ver, com sua vida presumivelmente limpa, com um ser t�o baixo como esse Hyde?''

''Que direito voc� tem de me questionar? Foi o primeiro a tentar-me.''

''Mas o que isso tem a ver com Hyde? Se n�o me der uma explica��o, terei que me opor a que se case com minha filha.''

''Foi voc�, com seu cinismo, que me fez sentir vergonha de minha bondade. Encorajou-me a conhecer o Mal.''

''Avisarei a pol�cia. Procurem o senhor Utterson.''

''Estava muito escuro para ter certeza, senhor, por�m tenho a impress�o de que foi o Sr. Hyde.''

''Edward Hyde vive no n�mero 9, Barnsbury Road, no Soho.''

''Voc� deve contar o ocorrido a Millicent.''

''Ah! Hyde est� com problemas, n�o?''

''N�s voltaremos e vamos averiguar o que Jekyll sabe sobre esse homem.''

''N�o sei aonde meu senhor foi. Ele ficou aqui at� tarde da noite.''

''Talvez meu senhor tenha voltado. Ele sempre fecha a porta quando est� trabalhando.''

''Que ser repugnante poderia ter feito uma coisa destas? Ele deve pagar por isso! Henry, voc� deve me ajudar a encontr�-lo.''

''Farei tudo que puder.''

Em um descuido de Jekyll, a natureza ultrajada aplicou sua repugnante vingan�a...

e desde os mais obscuros abismos de tormento, o condenou a carregar a crueldade de seu outro ser.

Desesperada, Millicent recorreu ao Dr. Lanyon.

''Estou muito preocupada com Dr. Jekyll. Tenho tentado falar com ele v�rias vezes,

mas ele me diz que est� doente e que n�o pode me ver.''

''Tampouco quer ver a mim, nem mesmo a Utterson.''

''Descobriram algo sobre Hyde?''

''N�o, ele desapareceu sem deixar rastros.''

Jekyll n�o se atrevia a sair de seu laborat�rio, visto que havia consumido a �nica reserva da droga que podia

devolver-lhe temporariamente o controle sobre sua boa personalidade.

''A desgra�a apoderou-se desta casa. H� algo de errado com o nosso senhor.''

''Ele n�o tem feito nada, sen�o mandar Poole a todas as farm�cias da cidade.''

''Nosso senhor est� ansioso para obter essa droga, como se sua vida dependesse dela,

contudo, n�o consegui encontr�-la em Londres.''

''Tenho que fazer algo! Vou buscar a senhorita Millicent. Voc�, traga o Dr. Lanyon!''

''Millicent, se voc� ama-me, v� embora!''

''Ele tirou sua pr�pria vida como penit�ncia por suas faltas.''

''Hyde assassinou Dr. Jekyll.''

Legendas traduzidas por LHB

Revisadas e sincronizadas para a nova restaura��o por Karamazov

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