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J� se decidiu?
Voc� j� se decidiu em deixar de ser teimoso Jarrod Barkley?
Tamb�m te amo, mano Nick.
� s�rio. Tem que se divertir um pouco.
- O cerrado est� cheio de cervos. - N�o posso.
Tenho que preparar uma peti��o. O juiz Norriss volta na quinta-feira.
Al�m disso, voc� e Heath v�o ficar fora...
algu�m desta fam�lia precisa trabalhar.
Bem deixe eu te dizer uma coisa:
Quando eu tiver na mira esse cervo de seis chifres...
pensarei em voc� suando na cidade.
- Bom dia. - Ol�.
- Procura por algu�m? - Aqui � o rancho dos Barkley?
Isso mesmo. Tem assunto com a fam�lia?
Bem, com um.
Um velho amigo meu. Seu nome � Heath.
Bem, � meu irm�o. Eu sou Jarrod Barkley.
Gil Anders.
N�o est� em casa.
Se foi?
Voltar� � noite. Darei seu recado.
N�o, n�o senhor. Tenho que falar com ele.
Estou procurando por ele h� quase tr�s anos.
Nesse caso, espere por ele em casa.
Minha m�e e minha irm� far�o com que se sinta confort�vel.
N�o quero causar inc�modo.
N�o causar� inc�modo nenhum.
Eu mesmo te levaria, mas tenho que ir � cidade.
Muito obrigado.
� uma perda de tempo tentar salv�-lo...
j� que pode consider�-lo como morto.
- � amigo seu? - Do meu irm�o.
- N�o ser� por muito tempo. - S�o de Coreyville?
Isso mesmo. Estamos autorizados a captur�-lo.
Essa autoriza��o inclui mat�-lo a tiros sem aviso?
Captur�-lo... como pudermos.
Senhor, ele nos deu muito trabalho.
Astuto como uma doninha, esperto como uma raposa.
Esta � a primeira vez que conseguimos v�-lo.
J� que n�o � assunto seu, n�s o levaremos.
N�o a Coreyville, senhores. N�o nessa condi��es.
Parece que n�o viu que estamos com distintivos.
Um distintivo. N�o uma licen�a para matar.
Senhor, � melhor que assuma um lado.
N�o vale a pena que fa�a algo tolo por ele.
S� estamos lhe mostrando... somos dois contra um.
Melhor contar de novo.
Com certeza esta velha arma far� um buraco em cada um.
Meu conselho � que suba em seu cavalo e se v�o os dois.
Agora v�o.
Voc�s est�o em propriedade privada e a ultrapassaram.
- Qu�? - Est�o violando a lei.
Voltaremos. E desta vez, ser� com a lei.
Vamos.
- Quem �? - Amigo de Heath.
N� deram chance a ele.
Melhor o levarmos para a casa antes que morra sangrando.
De qualquer jeito ele ainda pode morrer.
Com calma, Nick.
PERIGO
Tragam o Doutor Merar e que Ciego avise Heath.
- Que aconteceu? - � um amigo de Heath.
Uns supostos agentes o emboscaram.
Supostos agentes?
Uns ca�adores de recompensas com distintivo de Coreyville.
Traziam um cartaz de "Procurado".
Bem, n�o prova a culpabilidade. De Coreyville.
- Que cargos tinham? - Assassinato.
Assassi...
Um amigo de Heath?
Senhor Heath.!
Ol� rapaz. Eu ouvi voc� mas n�o acreditei.
- Dois p�s esquerdos e um vozeir�o. - Que fiz eu, Senhor?
Me fez perder um cervo. Isso � tudo.
Um cervo formoso de seis pontas no chifre.
� o maior que tive na mira.
N�o se preocupe, voltar�.
Eu tamb�m. Ent�o?
Mandaram procur�-lo.
Querem que v� imediatamente. Tem um amigo seu na casa.
- Amigo meu? Quem? - N�o sei. N�o disseram seu nome.
N�o me pergunte, senhor, � melhor apressar-se.
Acho que seu amigo est� muito mal. Est� ferido.
Sim.
N�o seria honesto dizer que ele est� bem.
- Quando Heath voltar�? - � dif�cil saber. Por qu�?
Dizem que ele � amigo de Heath. Precisa de sangue.
- Quer fazer uma transfus�o? - Espero que n�o coagule.
Mas se n�o nos arriscarmos, morrer�.
Cego, est� procurando Heath.
Mas se acha que � melhor que n�o o esperemos, fa�amos isso.
Podia me dar um pouco de �gua?
Est� no quarto de h�spedes.
Podemos come�ar.
Heath, n�o pod�amos esperar mais.
Disse que � amigo seu. O m�dico est� tentando salv�-lo.
Deixem que morra.
- Est� pronto? - Se voc� est�, eu estou.
E n�o diga nada. N�o fale de coisas que n�o sabe.
- Sei de Coreyville. - Que tem que ver Coreyville?
- Est� sendo procurado l�. - Bem, ent�o mande-o para l�.
Mand�-lo para que classe de ju�zo, Heath?
Se quiser justi�a em Coreyville, pergunte a Ben Coulter.
Pergunte a ele se deve viver ou morrer?
Se trabalha, se morre de fome ou se beija a tua esposa?
O juiz Benjamin Coulter... o juiz da forca.
Dizem que manda matar homens...
como voc� e eu pedimos ovos para o caf� da manh�.
Eu vou abrir.
- Fred. - Jarrod.
Voc� � bem vindo, Fred. Eles n�o.
N�o se precipite, Jarrod.
Vi seus pap�is. Est�o autorizados. T�m direito.
A atirar num homem?
Juram que fugia. � a palavra dele contra a tua.
Jarrod, isto eu n�o gosto mais que voc�...
mas tenho um distintivo, e a lei � a lei.
Bem, voc� est� certo, claro.
Posso perguntar que Anders est� na casa?
- Eles. - Ah, eles?
Bem, voc�s o viram na casa? Tem alguma prova?
� f�cil provar. Deixe-nos dar uma olhada.
Isso simplificaria as coisas, n�o �?
- Providencie uma ordem no tribunal. - Ordem?
Para entrar e olhar voc�s precisam de uma ordem, se entendo de lei.
Estou certo que sim. O Sr. Barkley � um advogado.
Se precisa de uma ordem, a ter�.
- Aonde vamos? - � cidade, ver o juiz.
- Voltaremos mais tarde. - N�o acho, senhor.
O juiz voltar� na ter�a-feira, � tarde.
N�o precisamos de nenhum juiz. Sei que Anders est� a�.
- Voc� garante. - Voc� pode vir isso?
- Bem,, n�o. - Viu quando ele entrou a�?
N�o, mas... mas se � procurado por assassinato, e eu juro...
Bem, jure ao juiz na ter�a-feira.
Isso � depois de amanh�.
Dois dias n�o � muito. N�s voltaremos.
- Boa tarde, Jarrod. - Boa tarde, Fred.
- Era Fred l� fora? - Era.
Procurado por assassinato. Devia entreg�-lo.
Nas condi��es em que est�, n�o aguentaria nem um quil�metro.
- Voc� est� bem, Nick? - Oh, sim. �timo.
Est� bem. Quando ele se recuperar.
Tudo depender� do que eu encontrar em Coreyville.
- Ir� at� Coreyville? - Heath, n�o tenho escolha.
Serei c�mplice de assassinato se
deix�-lo que o levem sem saber a verdade.
Por qu� n�o me pergunta. Eu te direi a verdade.
Eu pergunto.
Tr�s de n�s trabalh�vamos na regi�o mineira.
Anders, eu e Willie Martin... um rapaz de dezesseis anos.
Diziam que haviam descoberto prata em Nevada.
Decidimos tomar o caminho curto.
- O deserto? - Sim.
Mas est�vamos na metade do caminho, quando os �ndios nos atacaram.
Os Yumas... gritavam, atiravam e fizeram nossos cavalos correrem.
N�s ficamos com um cavalo e um cantil.
Achei que era o bastante, desde que nos alternasse para montar e beber.
Mas Anders, tinha diferentes ideias.
Ele esperou que dorm�ssemos. E foi embora.
Levou o cavalo e a �gua e nos deixou l�.
Eu dizia ao rapaz que a ajuda viria e ele acreditou em mim.
At� o fim, antes de morrer.
Eu o mantive nos bra�os...
para lhe dar sombra...
e me fez jurar que quando, encontrasse Anders, o mataria.
N�o importa o que aconteceu em Coreyville, ele merece morrer.
Quando um j�ri o condenar,
N�o antes, Heath.
E ningu�m me apoia?
Mam�e? Audra?
Nick?
Eu gostaria de apoi�-lo.
- Heath, ou�a... - Eu achei que estava claro.
Est�o do lado dele e n�o do meu.
N�o. Para o bem e para o mal, e isso n�o temos escolha.
Se precisarem de mim, estarei no hotel.
S� avisem quando ele sair da casa.
Vou arrumar a mala. Quero tomar a dilig�ncia da noite.
Est� pronto para cavalgar, senhor.
A sela est� solta de novo. Pensei ter lhe dito...
Este cavalo � muito esperto. Sempre me engana. Sempre aumenta a barriga.
Tem que ser mais esperto para engan�-lo?
Ele sabe bem o que quer, igual a voc�.
Algum dia perder� esta fun��o...
s� porque a correia estar� frouxa demais.
Se acontecer, voltar� a arrumar cercas e cortar feno.
Talvez seja bom s� para isso.
Heath!
Quero falar com voc�.
Acho que est� preocupado por seu amigo.
- Est� preocupada? - N�o deveria estar?
- Por Heath? - Mais por voc�.
Gostaria de convenc�-lo a n�o ir at� Coreyville.
N�o tente, Mam�e. Por favor.
Mas se deve voltar na ter�a-feira, s� tem dois dias.
O mundo se fez em sete, mas n�o estou tentando competir.
Olhe, enviarei um telegrama para voc� amanh�.
Prometa que n�o ficar� preocupada.
Bom dia, Marshal. Meu nome � Barkley.
Acabo de chegar � cidade. Pensei que poderia me ajudar.
- Vender? - Com um conselho. Sou advogado.
Advogado?
N�o gosto de dizer isso...
mas se quiser ganhar dinheiro...
deve saber que ter� que fazer neg�cios.
N�o me interessam os neg�cios, Marshal. S� quero informa��o.
Sobre um homem chamado Gil Anders.
Que tipo de informa��o?
Quem era? O qu� era? O qu� souber dele.
N�o tenho muito o que dizer.
Teve pequenos trabalhos aqui e acol�, l�gico, quando n�o estava b�bado.
Era inofensivo quando n�o bebia, mas...
me deu bastante trabalho quando eu fui prend�-lo.
Imagino que o prendeu.
Isso mesmo. Por assassinato.
Pensei que sabia.
Estava muito calado quando o prendi.
Devia saber que planejava fugir.
Tentou fugir?
J� disse a voc�. Nessa mesma noite.
Diga-me, Marshal, t�m testemunhas desse assassinato?
N�o que eu saiba.
E mandou fazer cartaz de "procurado" vivo ou morto...
sem testemunha alguma para resguardar seu cargo?
Todos sabiam que havia sido ele.
Sem um julgamento.
Havia acontecido um julgamento. Eu fui o encarregado.
Sim. Sim, estou certo que sim, Marshal.
Se quer mais informa��es, melhor voc� ir a outro lugar.
Uma coisa mais, Marshal. A quem ele matou?
Um professor. Horace Ames.
Por qu�?
O professor presenteou Anders... com d�divas e coisas assim.
A hist�ria � que Anders se cansou disso.
Assim, Anders, o esperou uma noite na escola...
Bem, isso me contaram.
Muito obrigado, Marshal.
Senhor?
- Disse que seu nome era Barkley? - Isso mesmo.
N�o � um dos Barkley de Stockton?
Sim.
Bom dia.
Acabo de chegar de Stockton.
Se me perguntasse da viagem, diria que foi boa.
Se me perguntar. Quer um quarto? Por favor.
Estamos cheios, senhor.
Ah? Se n�o for verdade, est� com problemas.
Fa�o refer�ncia ao c�digo estadual...
especialmente, cap�tulo sete, par�grafo 12, subse��o "C"...
que estabelece... e uma quota...
"Qualquer propriet�rio, ou empregado de hotel ou um...
hospital que se negue a dar alojamento quando h�...
"vagas, � culpado e sujeito...
a pena de multa ou pris�o ou ambas. "
Agora, se n�o se importa pode me dar um quarto, por favor.
Est� bem.
� o dezesseis. No primeiro andar, na primeira porta a direita.
E a limpeza � as 2:00.
Tenho que cobrar meio dia por esta manh�.
Fa�a ent�o.
- Ben. - Ollie.
- Ben. - Ollie, qual � problema?
N�o � s� meu. Tamb�m � seu.
- De que se trata? - Um advogado chegou � cidade.
Ele me fez perguntas sobre Gil Anders.
- Fazer perguntas n�o levar� a nada. - Ben.
Matt disse que Anders o fez.
N�o quero estar no meio de nada.
Algum dia terei um marshal...
que n�o venha correndo para que lhe limpe o nariz.
Ollie, s� fa�a o que eu te disse e n�o estar� no meio de nada.
N�o posso deixar de pensar...
Fala de problemas... Esse telegrama � real.
� de Hover e Weydon. Est� em Stockton.
Tem o Anders mas n�o podem chegar a ele.
Uma fam�lia o est� escondendo.
Ambos est�o autorizados. Podem entrar e lev�-lo.
N�o. A fam�lia tem muita influ�ncia.
Ouviu falar dos Barkley?
Ben, eu acabo de falar com um... � o advogado que te falei.
� um Barkley?
Ben? Que faremos?
� um h�spede.
Tem que dar o primeiro passo.
Matt? Voc� ouviu o qu� o Sr. Odum disse.
Por qu� um advogado de Stockton veio e faz perguntas sobre Gil Anders?
Descobrir� que perde seu tempo. Por qu� se preocupa tanto?
Mas ainda que...
Matt, estou assustada. Algu�m vai falar.
- Voc� pensa nisso. - N�o me diga isso.
Disse a voc� tudo o que aconteceu.
Vista seu xale.
Digo a voc�, Ben, tive que dar-lhe um quarto.
Tinha me prensado na parede.
Me citou as leis que punem...
N�o sabia que tinha tanta admira��o pelas leis.
Melhor para voc�. Vigie-o.
Se cometer algum erro, venha falar comigo.
Eu farei, Ben.
Pode contar com isso, Ben.
- Cass, estava de sa�da? - Claro, Ben. Certo. Certo.
- Ela est� com medo, tio Ben. - Deve ser esse advogado.
Querida, est� causando muitos problemas a esta fam�lia.
Eu disse a ela que n�o haver� problemas.
Todos sabem que manda aqui.
Voc� sabe, sobrinho, e eu sei.
A pergunta �, o Sr. Barkley sabe?
Talvez algu�m devia informar a ele.
- Alguma altera��o, Doutor? - O pulso est� mais forte.
A transfus�o o ajudou.
- Heath voltou? - Ele � como seu pai...
t�o forte e duplamente teimoso.
E Jarrod?
Disse que telegrafaria, e acho que o far�.
Diga se precisar de alguma coisa.
Victoria.
Se Heath estivesse aqui, podia fazer a diferen�a.
Pago.
� a m�o do morto... ases e oitos.
Tr�s reis.
Senhor, est� gostando de me dar essa notas verdes.
Bem, � s� dinheiro, senhores.
Sim, mas n�o precisa d�-lo de modo simples assim.
Tem feito algumas apostas sem sentido.
Vou dizer-lhe uma coisa: farei outra aposta.
Cem d�lares...
em dinheiro...
para algu�m nesta mesa que me diga porque Gil Anders matou o professor.
Bem, eu acho que n�o foi t�o sem sentido como pensei.
Ningu�m quer aceitar.
Acho que me excluiu.
Bem, senhores...
obrigado pela hospitalidade.
U�sque.
Bom, acho que j� tomei piores.
� o melhor que temos. Acho que poder� pagar-me.
O direito aos cem d�lares?
Isso mesmo.
Tem que me pagar. Ponha os cem d�lares na mesa.
Casa dose � 25 centavos. A garrafa custa um d�lar.
- Comprarei a garrafa. - Obrigado.
Fale.
Pergunte a Amy Coulter.
N�o posso dizer-lhe mais.
Vou lhe dizer o que disse a um homem que sabe das coisas.
Nunca confie em ningu�m. Em ningu�m.
Uma garota linda como voc� poderia sair ferida.
E a gente com quem contar se voltar� contra voc�...
e se sentar� a comer e n�o pensar� em voc�.
D�-me um u�sque, por favor.
Disse para me dar um u�sque.
J� ouviu a senhora. D�-lhe um u�sque.
- N�o se preocupe, senhora. - N�o. Muito obrigado.
S� estou tentando ser um pouco amig�vel.
A senhora quer que se v�.
A senhora n�o disse.
Bem, Ed, eu estou dizendo.
- Espero que tenha uma boa raz�o. - Por qu�?
S� voc� tem direito de se expor ao rid�culo?
J� tomei u�sque.
foi para me manter viva quando estava 23� negativos...
e est�vamos tocando a boiada... e a neve estava profunda...
que tivemos que esperar uma geada.
Quis me render v�rias vezes, e n�o fiz porque seu pai estava comigo.
N�o sabia se havia conseguido ou se havia ficado sozinha.
Heath, ele est� sozinho.
Pode at� morrer. Talvez n�o chegue vivo ao fim do dia.
Me avise e eu cavarei o buraco.
O Dr. Merar acha que, se ele reconhecer voc�, ele pode...
Olhe, eu disse o que se passou. Quero v�-lo morto.
Uma corda, bala, qualquer coisa, s� que morra.
E se morrer porque eu n�o fui l�...
ser� uma satisfa��o dupla.
Bem, sabia que podia odiar.
Mas n�o sabia o quanto.
A chave, por favor.
Por certo, voc�...
poderia me dizer onde posso encontrar Amy Coulter?
Senhor, por qu� n�o deixe de fazer perguntas antes que saia ferido?
Claro.
Meu nome � Matt Coulter. O juiz � meu tio.
Achei que queria pensar nisso quando se for.
Talvez o fa�a... quando eu for.
Tem um cavalo no beco encilhado e esperando.
Seu focinho aponta para Stockton.
Bem, � muito am�vel se sua parte.
Ficarei feliz de tom�-lo emprestado.
Agora.
Quando terminar meus neg�cios em sua linda cidade.
Isso � bastante por hora.
Cego!
Cuide dele, certo?
Mam�e?
- Mam�e. - Sim, Nick.
O telegrama n�o chegou.
- Perguntou ao Sr. Carter? - Sim, eu perguntei.
Eu mesmo revisei os telegramas que haviam chegado.
Enquanto isso vou mandar algu�m.
Olhe. N�s sabemos que os telegramas se atrasam.
Jarrod prometeu. Disse que enviaria depois do meio dia.
Bem, s� h� uma forma de verificar.
Cavalgar at� Coreyville eu mesmo.
- Tenha cuidado, Nick. - Esse � meu segundo nome.
Talvez Heath queira ir?
Estou certa de que ele gostaria de ir.
Bem, n�o custa nada perguntar-lhe.
Est� bem.
N�o se assusta f�cil, tio Ben. � um teimoso.
N�o sabe o que � razo�vel.
Encontrou uma forma de manej�-lo?
- Esperava que voc� o fizesse. - Agora, esperem.
Se acontecer alguma coisa a ele, eu que levaria a culpa.
Ben, eu sou a lei nesta cidade.
Quando eu digo que � a lei.
- Pode ter um acidente. - N�o te preocupa ser um Barkley?
Em Stockton talvez mandem. Aqui n�o s�o nada.
Ben, n�o fa�a nada. Estou pedindo.
- Se n�o tem est�mago, pode ir. - Agora, veja, Ben...
Disse que se v�.
Que acidente tem em mente?
Uma carro�a de carga. Com quatro cavalos.
Se for atropelado...
n�o far� mais perguntas.
N�o, tio Ben. N�o pode.
Eu me sinto culpada pelo outro.
Por favor, deixe-o ir. Nunca saber�.
Amy.
� melhor ir para casa.
Abra. Por favor.
Por favor, abra.
Entre.
- Sr. Barkley? - Isso mesmo.
Se ficar o matar�o.
Por favor, venha comigo.
Quem � voc�?
Sou Amy Coulter.
Espere aqui.
- Voc� est� bem? - Sim, est� tudo bem.
Aqui ficar� a salvo esta noite.
- Voc� conhecia o professor, n�o �? - Sim.
Quero que me diga o que aconteceu.
N�o posso. Tenho de voltar. Se Matt chegar em casa...
Voltarei antes do in�cio das aulas.
Eu farei.
Por favor, deixe-me ir.
Est� bem. A verei logo de manh�.
Seus dez. Aposto dez mais. Para manter os ladr�es de cavalos.
N�o pode vencer aos reis. Melhor se retirarem.
Deveria tirar seus dentes.
Vamos, tente fazer isso.
Gostaria de ter uma desculpa para destro��-lo inteiro.
Bem, irm�o mais velho.
Voc� dar� nome ao jogo.
Mas se come�ar ter� que terminar.
Vamos.
Isso seria um grande prazer.
Mas para um trabalho adequado, preciso de ter tempo.
Infelizmente agora n�o tenho esse tempo.
Mas te direi uma coisa: Procure-me quando regressar de Coreyville.
- Coreyville? - Jarrod foi l� ontem a noite.
Devia enviar um telegrama N�o sabemos dele.
Mas n�o deixe que isso interfira no teu jogo.
Senhores.
- O qu� est� esperando? - Nada.
� a Amy.
- Trouxe-lhe o caf� da manh�. - Obrigado.
Matt saiu cedo com os outros. Est�o te procurando.
A dilig�ncia sai as 7:30. Eu coloquei uns sandu�ches.
- Se tiver fome na dilig�ncia. - Se eu estivesse na dilig�ncia.
Deve ir embora. Se n�o fizer, o matar�o.
N�o irei at� que me diga o que aconteceu.
- Com o professor? Horace e eu? - Isso mesmo.
N�o havia nada... nada que se considerasse mal.
- Eu entendo. - Voc� acredita em mim?
Sim, me parece que sim.
Ningu�m em Coreyville o fez.
Vim de Ohio. Vim ensinar.
Odiava. Oh, n�o as crian�as. Eu amo essas crian�as.
Mas esta cidade... Mesquinha e vulgar.
Mais que tudo, solit�ria.
Ningu�m para conversar.
� a pior das solid�es, n�o acha?
Eu acho.
Logo me casei com Matt.
Soube que tamb�m n�o podia falar com ele.
E Horace veio encarregar-se da escola.
Era jovem e tinha muitos conhecimentos sobre livros e gente...
ci�ncia e natureza.
Enfim tive algu�m para conversar.
Sempre foi durante o dia, com as crian�as.
Disse que entendia.
Exceto uma vez, � noite.
Horace trabalhava at� tarde, e eu quis devolver-lhe um livro.
Sobretudo, falar sobre ele.
Assim, vim e conversamos.
Mais tarde, Horace me acompanhou l� fora.
Matt estava l�. Disse-lhe coisas vis e horr�veis.
Horace o enfrentou.
Matt o matou, e culpou Gil Anders.
E voc� deseja que Anders morra por isso?
N�o sei.
Matt disse que tamb�m me mataria.
Se eu escrever isso, voc� assina?
N�o tem tempo? Tem que tomar a dilig�ncia.
Temos quinze minutos. � muito tempo.
O Sr. Barkley est� registrado aqui?
- Barkley? - Sim.
Acho que n�o temos nenhum Sr. Barkley aqui.
- Esteve aqui ontem � noite. - Em que quarto est�?
Perguntei em que quarto?
- O dezesseis. - A chave.
Obrigado.
Obrigado por ajudar a encontr�-lo.
Matt, ir� na pr�xima dilig�ncia. Nunca voltaremos a v�-lo.
Sim.
Rapazes, � o mais longe que o levar�o.
Vamos. V�o! Fora daqui! Movam-se!
- Matt, n�o! - Fique atr�s.
Devo dizer que me alegra muito v�-los.
- Quem �? - � Matt Coulter.
Ele � que deveria estar no cartaz de "procurado".
Deixem-me passar. Deixem-me passar.
Eles. Eles o mataram.
O mataram a tiros.
Todos os tr�s... Eu quero que eles sejam presos.
- Presos? Do que est� falando? - Voc� me ouviu, Ollie.
Eu estou acusando-os. Prenda-os.
Olhe, Ben...
N�o ouve bem?
Estou acusando-os de assassinato.
N�o foi assassinato.
Eu vi. Matt atirou primeiro.
Eles s� se defenderam.
Vou te dizer mais uma vez, Ollie.
Eu os quero presos.
Eu sinto, Ben. Se a testemunha disse que foi em leg�tima defesa...
Est� me enfrentando?
Ben, tenho sido parcial com este distintivo.
e pretendo us�-lo como se deve.
Muito bem. Levem Matt ao Doutor Grant.
Amigos ,n�o h� porque ficarem aqui.
V�o cuidar de voc�s. Vamos.
Levem o cavalo de Matt.
N�o pretendo ficar nesta cidade.
Jarrod, Nick.
- Heath. � bom v�-lo. - Ol�, Mam�e. Audra.
- Como est�? - � muito teimoso para morrer.
Isso � o que seu sangue fez com ele.
S� quero uma coisa. Falar com voc�.
N�o temos nada que falar.
Voc� n�o tem certeza at� deix�-lo falar a sua vers�o.
Para que se justifique pelo que fez?
Como sabe que n�o teve uma boa raz�o?
Porque conhe�o Anders. � culpado.
Heath, tamb�m pensaram que era culpado em Coreyville.
Heath, por favor.
Heath.
Levei muito tempo para encontr�-lo...
mas continuei te procurando.
Quase tr�s anos.
Est� bem, Anders, diga o que quer. Acabemos com isto.
Foi algo muito mal o que fiz no deserto.
N�o h� desculpa, nem ent�o, nem agora.
S� estava muito assustado, isso � tudo.
Uma coisa assim,
n�o se esquece, e corr�i o cora��o.
Tudo isso. Se fizemos algo mal... n�o fazemos a n�s mesmos.
- Que quer de mim? - Sei que n�o pode me perdoar.
Mas tenho direito de pedir, mas, eu juro...
que daria minha vida para fazer de outro modo.
E isso estou pedindo.
Que acredite que eu o faria.
Acredito que o faria.
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