All language subtitles for The.Three.Musketeers.1973.720p.BluRay.x264-[YTS.AM]

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Original subtitles

Os Tr�s Mosqueteiros 1973

E agora...

Use-a s� como �ltimo recurso, quando tudo tiver falhado.

Ela me serviu bem, como voc� v�.

Sim, pai.

Quer sentar-se?

N�o, o tempo � curto. Voc� deve partir.

Ensinei meu golpe secreto.

Tome tamb�m 15 coroas e isto.

Seu av� usou esta espada contra os mouros em Lepanto.

E eu tamb�m a usei a servi�o do rei Henrique.

Agora ela � sua.

Vai lhe servir de apresenta��o ao monsieur Tr�ville.

Ele se lembrar� dela...

e de mim.

Meu filho, voc� quer ser mosqueteiro.

Voc� � jovem mas valente

pois � um gasc�o e um d'Artagnan.

Lute sempre que puder.

N�o aceite nenhum insulto.

Exceto se vier do rei ou do cardeal Richelieu.

Fique atento com o cardeal, ele governa atrav�s do rei.

Mas voc� deve servir ao rei. E � rainha.

Agora...

Despe�a-se de sua m�e.

O ung�ento para os ferimentos est� em sua sacola.

- Seque a capa e os sapatos. - Sim, mam�e. Adeus.

Adeus, meu pai.

N�o venda o cavalo.

Deixe-o morrer de velhice.

N�o hesite em lutar...

mas tome cuidado.

Vamos!

Quem vem l� com esse bot�o de ouro?

Ou � um de 4 patas?

Diga-me do que est� rindo, que poderemos rir juntos.

Eu n�o falava com voc�, mas de voc�.

Mas eu falo com voc�.

Vire-se e veremos quem ri por �ltimo!

Esses gasc�es...

Devo cortar sua garganta?

Coloque-o em seu cavalo e deixe-o ir embora.

Temos pouco tempo, Milady.

O cardeal quer saber quando o duque deixar� Londres.

- E depois? - Aguarde suas ordens.

E voc�...

Quando voltarei a v�-lo?

Voc�... assassino...

Vou castig�-lo, monsieur.

Perdoe-me, madame, devo matar seu amigo.

Voc� n�o tem medo?

Para tr�s, alde�o!

Entrarei em contato.

Ele � muito bonito...

Mesmo com florete quebrado.

Claude... Pague a conta.

Senhor Tr�ville?

Est� l� em cima. Siga-me.

Admiro sua faixa, Porthos.

Eu gasto meu dinheiro em belas roupas...

- O dinheiro da amante! - N�o, Aramis.

Por minha honra, as 12 moedas eram minhas.

A faixa inteira � bordada em ouro.

Incr�vel! Onde voc� achou tanto ouro na Fran�a?

Posso levantar sua capa para admirar sua faixa?

N�o. Mil desculpas, mas estou resfriado.

A discri��o serve � vaidade.

N�o entendo. Conhe�o meu valor,

mas n�o!

N�o posso ser discreto Sobre minha pr�pria coragem.

Um belo golpe. Lembran�a da guarda do cardeal.

Monsieur Athos?

Mentiroso! � s� uma erup��o!

Pode-se ver, imediatamente.

Voc� n�o v� nenhuma diferen�a, nem muda seu tratamento...

Monsieur Tr�ville vai receb�-lo.

Seu pai diz que voc� porta sua velha espada.

Vou lhe emprestar uma,

at� que a sua cres�a um pouco.

Eu n�o pe�o caridade.

Nesse caso, n�o a receber�.

N�o se trata de caridade mas de cortesia.

Para que o filho de um amigo

mantenha seus inimigos um pouco mais longe.

Nesse caso, senhor, eu lhe agrade�o.

N�o posso lhe oferecer mais.

S� h� lugar entre os mosqueteiros

para o homem que tenha servido em uma campanha

ou se destacado por sua aptid�o de matar.

Posso escrever uma carta a monsieur Dessarts,

que comanda os guardas e ficar� feliz...

Covarde! Eu cuspo em voc�!

O qu�?

N�o no senhor, monsieur...

Nesse vil�o caolho...

Voc�, senhor! Detenha-se!

- Desculpe-me, estou com pressa. - Realmente, meu jovem.

Voc� se choca contra mim e pensa em se afastar com desculpas.

Isso merece uma li��o de boas maneiras...

J� pedi desculpas.

N�o preciso de uma li��o de boas maneiras.

Mas a receber�, assim mesmo!

Onde?

No convento dos carmelitas. Ao meio-dia.

Ouro em toda sua volta?

- Perd�o, eu corria... - Com os olhos fechados?

Eu pedi perd�o.

Vai pagar por isso!

- Onde? - No Luxemburgo. � uma hora.

Olhe! No andaime!

Desculpem-me, senhores.

Desculpe-me, deixou cair isto.

De ouro, da parte de uma bela.

Essa bolsa n�o � minha.

Eu a vi cair!

Voc� v� demais. � o mal dos camponeses.

- Eu sou um gasc�o. -... que precisa ser civilizado.

Como ex-seminarista, s� luto em caso de necessidade.

Mas voc� comprometeu uma dama.

Digamos, no hotel Tr�ville, �s duas horas.

Monsieur, sua bolsa.

Se eu devo morrer, que seja da m�o de um mosqueteiro.

Voc� � r�pido.

Mesmo sem correr.

Meu ombro est� ferido.

Que isso n�o lhe seja ruim. Se quiser adiar...

De jeito nenhum. Eu luto bem com a m�o esquerda.

Se lhe for desvantajoso, eu me desculpo.

Voc� � muito cort�s.

Tenho aqui um ung�ento preparado por minha m�e.

Voc� me surpreende.

Muito tarde para almo�ar.

Minhas testemunhas.

Vai lutar contra ele? Tenho um encontro com ele.

N�o antes da uma hora.

Tamb�m vou lutar com ele.

�s duas horas.

H� quanto tempo est� em Paris?

Desde as 8h desta manh�.

Voc� � r�pido.

Meu pai me recomendou os duelos.

Espero que n�o o decepcione.

Os guardas do cardeal!

Embainhem suas espadas!

Duelos s�o proibidos pela lei.

� um assunto particular. Siga seu caminho.

Devemos manter a ordem e prender os desordeiros.

Larguem as espadas e venham.

Imposs�vel.

Impens�vel.

Improv�vel.

Nesse caso, atacaremos!

Eles s�o seis, n�s somos tr�s.

N�o, quatro.

Voc� n�o conta.

Isso n�o lhe diz respeito.

Posso n�o ter a capa, mas tenho cora��o de mosqueteiro.

Jovem, retire-se e salve sua vida.

- Qual � seu nome? - D'Artagnan.

Nesse caso,

Athos, Porthos, Aramis e d'Artagnan,

em frente!

Primeiro rezemos...

Meu Jesus... que � humilde e bom...

Posso?

Sinto muito!

Aramis, uma espada!

Pelo amor de Deus...

D'Artagnan!

Deixe esse para mim!

Abaixe sua espada!

Renda-se, Biscarret. Eu ordeno.

Se � assim...

Toque o sino, as freiras cuidar�o de voc�.

Vamos partir, sem demora.

Um reencontro r�pido...

Pelo sangue de Cristo!

Veja isso, veludo flamengo! Estragado por seus rufi�es!

Voc�s devem pagar pelos danos!

Dez moedas � o pre�o!

N�o, vinte moedas!

Mais vinte como multa, para aprender boas maneiras!

Ladr�o!

A caridade � uma das virtudes do cardeal, n�o �?

Vamos ficar aqui at� a chegada do delegado?

Devemos partir, messieurs.

Para seus amigos feridos,

tenho um ung�ento de minha m�e que � muito bom.

Enquanto ele olhava meu chap�u, eu o atingi.

Porthos,

a bolsa, por favor...

Nosso lema: um por todos, todos por um.

Ou seja, dez para ele, para ele, para voc� e para mim.

Meu caro Aramis precisa para impressionar a amante.

Meu caro Porthos precisa para se vestir decentemente.

Voc� precisa para hospedagem e contratar um criado.

E eu...

E voc�?

Preciso de uma bebida. Saiba, meu rapaz,

o mundo � mais bonito visto atrav�s de um copo.

Eu fico com isso.

Acalme-se. N�o � a primeira vez.

Os dentes v�o e v�m...

Ca�ador de ratos!

Diga-me...

Ratos!

� um cavalo?

Essa � a escada.

Voc� vai gostar daqui,

por dois francos por dia somente...

O quarto � muito saud�vel...

e escrupulosamente limpo, como voc� pode ver.

A �gua servida � esvaziada a cada duas horas.

Roupas lavadas bem barato.

Seu criado pode dormir l� fora.

Quando bater nele por insol�ncia,

os gritos n�o ser�o ouvidos.

N�o, monsieur,

quartos como este n�o existem nas ruas de Paris!

Sobretudo com uma vista t�o magn�fica da cidade.

Muito bem, Mr. Bonacieux.

Esta pocilga que chama de quarto n�o � apropriada...

para o rei ou o cardeal,

mas me serve muito bem.

Dois francos, voc� disse?

Vai ficar com ele?

Se estiver vago...

Madame Bonacieux,

minha mulher, monsieur... Ela n�o � linda?

Encantadora.

� t�o delicada quanto as p�talas...

que caem de uma flor.

Voc� sabe que minha mulher � a costureira da rainha.

Uma pessoa boa, a rainha. Ela confia em minha mulher.

Sou feliz por ser seu marido.

E ela mora aqui?

N�o, eu � que moro aqui.

Minha bela Constance mora no pal�cio, � claro.

Ela me visita uma vez por semana.

Como esta noite.

Ela deve esperar essas visitas com impaci�ncia.

Mais depressa!

R�pido, bobalh�es!

Fa�a-os ir mais r�pido! Use o chicote!

� maravilhoso! Absolutamente maravilhoso!

Rainha ao cavalo, quatro!

Rainha ao cavalo, quatro!

Tr�ville, seus rufi�es feriram cinco dos guardas do cardeal.

Seus mosqueteiros...

Seus rufi�es!

Cavalo ao bispo, cinco!

Est� dif�cil

explicar-lhe. Guarda a Fran�a quando eu durmo,

Ele trabalha sem cessar enquanto eu me divirto.

Vossa Majestade fala de Deus?

Falo do cardeal Richelieu, o que � diferente.

Cardeal...

Esse assunto...

dos mosqueteiros...

Cabe�as estouradas e espadas quebradas.

Nada de grave, senhor.

O duque est� aqui.

Buckingham? Em Paris? Por que, em nome de Deus?

Para tramar contra mim.

A rainha?

Prenda o conspirador.

Senhor, est� enganado.

A rainha lhe � fiel, e tamb�m � Fran�a.

Ela ama Vossa Majestade.

O calor n�o me deixou louco. Prendam-no.

Que esc�ndalo seria prender o primeiro-ministro ingl�s...

N�o, senhor. Precisamos, deixar o duque livre para...

fazer seus acordos s�rdidos com os protestantes,

para seguir sua pol�tica acobertado por seu manto.

E a rainha? Acobertada por seu manto, tamb�m?

A beleza de Sua Majestade atrai todo tipo...

de adoradores...

mas sua virtude n�o pode ser posta em d�vida.

Quanto ao duque, ele ser� vigiado.

Bispo para rainha, dois...

Xeque!

Aqui.

Abram a porta!

Est� bem, vamos arromb�-la!

Est�o chegando...

Meu querido, salve-me...

Venha comigo.

N�o...

N�o espere...

Voc� vai ver...

Venha comigo.

Eu vou com voc�...

N�o posso ir � Bastilha sem meus chinelos...

Diga ao cardeal que sinto muito.

N�o fiz nada de mal.

Que faz com minha mulher? Tome cuidado...

Detenham-na!

Que fizeram com minha mulher?

Constance...

Mexa-se!

Vista-se, vadia!

Monsieur d'Artagnan, quero...

Eu serei seu, assim que recobrar meu f�lego.

- Machuquei voc�? - E eles?

- Devo ver a rainha esta noite. - N�o posso permitir.

Fui tirada de minha cama...

� o melhor lugar para voc�.

A cama � o melhor lugar para voc�...

Descanse mais um pouco.

Obrigada, monsieur...

Meu marido...

- Onde? - Na Bastilha.

Sinto muito ouvir isso.

Voc� precisa de uma boa noite de sono.

Tente n�o pensar nele.

N�o posso dormir com meu marido na Bastilha.

Estou com medo.

Eu n�o.

Voc� deve dormir comigo. Afastarei seus receios.

Monsieur, preciso ver a rainha com urg�ncia.

Voc� n�o pode partir.

As ruas s�o perigosas. Seus p�s e suas pernas est�o sujos.

Voc� precisa me ajudar. Voc� � jovem e valente,

meu marido � um homem fraco que o vento faz vacilar.

Posso lhe dizer...

Posso confiar em voc�?

Confie-me o sopro que pulsa em seu peito.

Eu o ou�o, como o batimento das asas de um p�ssaro.

Querem ferir a rainha.

Eu ou�o suas asas...

O cardeal quer sua ru�na.

A rainha confia em mim, e ele quer me usar para atingi-la.

N�o se pode visitar a rainha com as pernas sujas.

Tem for�a para lav�-las?

Meu pobre marido...

Sem ele, sinto-me indefesa.

Eu nunca lavei as pernas de uma mulher.

As de um cavalo, sim.

Com um cavalo, se come�a por cima.

N�o posso ver a rainha assim.

Voc� acha que estarei segura aqui?

Sim, Constance.

Perd�o.

N�o vamos ficar com frio?

Deixe-me acompanh�-la.

Devo ir sozinha. Vou me encontrar com algu�m.

Quem?

J� est� com ci�me?

De voc� inteira.

Preciso ir. Prometa n�o me seguir.

Dinheiro para um cego.

Olhe por onde anda!

Dinheiro para um enfermo.

Deixe-me!

Saia!

Dinheiro para um enfermo.

N�o � o seu dia.

Para um �rf�o.

Dinheiro para um veterano.

Dinheiro para um veterano.

Uma moeda antes de partir...

Ajuda para um ex-trabalhador.

Antes que o senhor suba...

Monsieur,

o senhor n�o teria dinheiro trocado?

Um instante, por favor.

Mas voc� prometeu...

J� vejo porque voc� me pediu...

Eu n�o o conhe�o.

Mas eu conhe�o essa dama.

Pegue meu bra�o. Boa noite, monsieur.

Em nome de Deus, milord.

Milord?

Voc� �...

O duque de Buckingham.

Agora entende? Voc� poderia estragar tudo.

Minha querida, perdoe-me.

Milord, o que posso dizer...

Eu a amo e senti ci�me.

�timo motivo para atacar um estranho � noite.

- Quer me ajudar? - Estou a seu servi�o.

Ela e eu vamos ao pal�cio. N�o devemos ser vistos.

Se algu�m tentar nos seguir, tenha a bondade de mat�-lo.

Vossa gra�a conhece um lugar mais privado que este?

Bem, eu...

Espere aqui.

Anne...

- Por que voc� veio? - Para ver voc�.

� uma loucura.

O rei suspeita, o cardeal sabe. Ele me arruinar� se puder.

Seus espi�es...

Se nos surpreenderem aqui...

N�o podemos ser vistos

onde as roupas s�o lavadas.

Isso � in�til. Sou a esposa do rei.

Um parisiense mal educado, negligente e ciumento.

O que voc� deve a ele?

N�o posso desonr�-lo.

Por isso voc� deve partir...

e nunca mais voltar.

N�s n�o somos pessoas comuns.

N�o, de fato. � uma faca de dois gumes.

N�o sou um pequeno not�vel nem um alde�o.

Sou um chefe de Estado.

Com navios...

e um ex�rcito, se necess�rio.

Os ingleses j� invadiram a Fran�a,

sem um motivo melhor que o meu.

Acha que eu recuaria diante de uma guerra por voc�?

Se duvidar, espere que os protestantes franceses

pe�am ajuda da Inglaterra.

Anne...

Voc� � mais linda que tudo que j� vi em uma lavanderia.

Diga que voc� me ama.

Voc� deve partir.

Este lugar n�o � seguro.

Ser�, um dia.

At� l�...

D�-me alguma coisa para eu me lembrar de voc�.

Um sinal... Qualquer que seja.

A amada de um alde�o lhe daria alguma coisa.

� meu bem mais precioso.

Em um ano, eu as devolverei.

� assim que elas fazem...

Eu ignorava totalmente.

Vou vestir minhas camisas com mais respeito.

Fuja, r�pido!

Monsieur, n�o se mexa.

Por aqui!

Desculpe-me!

Algu�m pode me dizer para onde vamos?

N�o se mexa! Ainda n�o acabei com voc�!

Milord, posso...

Obrigado.

Vamos, vamos!

Eu...

Eu teria conseguido sozinho, mas obrigado, messieurs.

Quem era?

Eu ignoro,

mas tinha um leve sotaque estrangeiro.

Em que estado ele ficou!

- Entre. - Mas...

N�o fiz nada. Estava na cama,

sozinho em minha casa, Entraram no meu quarto...

Juro que eu n�o fiz nada. Que v�o fazer comigo?

Tudo. Se est� na Bastilha, voc� deve ser culpado.

Culpado de alta trai��o.

Voc� � acusado de conspira��o com sua mulher e Buckingham.

E quem o acusa?

Quem o trouxe aqui?

Aquele � o homem!

- Levem-no daqui. - N�o � esse homem.

Foi um outro. Esse cavalheiro � honrado.

� um homem honesto.

Am�vel, ador�vel... Um cavalheiro... Foi um outro...

A rainha e o duque se viram.

No pal�cio. Eu soube tarde.

- Ele escapou de voc�? - Escapou de Vossa Emin�ncia.

- Eu n�o tinha ordens... - O que houve?

A Bonacieux o fez entrar.

A Bonacieux! Mandei que a prendessem!

Eu falhei. Isso acontece, �s vezes.

Se eu errasse como voc�, minha cabe�a j� teria rolado.

Eu diria, de uma altura maior que a minha.

Voc� acha?

- A altura da ambi��o.

- Voc� n�o tem? - N�o.

Tem medo de mim, Rochefort?

Sim, Emin�ncia, eu o temo.

E eu o odeio.

Eu o amo, meu filho.

Mesmo quando voc� falha.

A rainha deu a Buckingham o colar de doze diamantes

que o rei lhe havia dado no seu anivers�rio.

Para onde Buckingham partiu, ignoro.

Poupe-me da lista do que voc� ignora.

Buckingham estar� em Calais antes...

Vossa gra�a...

Deixemos que v�, por ora.

N�o me fa�a isso!

Por favor...

Isso d�i...

� normal!

Voc� me enganou...

Me enganou...

Levou-me a pensar que voc� fosse um traidor.

Levante-se, meu amigo.

Monsieur Bonacieux, o que devo lhe dizer,

� que nossas suspeitas eram injustificadas.

O cardeal pegou minha m�o e me chamou de seu amigo.

N�s lhe devemos compensa��es maiores.

Tome essas cem moedas...

e perdoe-me.

Perdoar Vossa Emin�ncia?

Como... Quem sou eu para isso?

N�o sou nada. Ou melhor,...

sou menos que nada.

Meu amigo, voc� � generoso.

Se for assim,

adeus.

Ou melhor ainda, at� logo.

Espero que volte para me ver para conversarmos de novo.

At� l�...

Voc� ouviu? Para conversarmos!

Magn�fico! Voc�s ouviram isso?

Tirei dele o que pude.

Vai espionar sua mulher.

Ele pensou que eu tinha medo?

O galante Buckingham

usar�, certamente o colar de diamantes.

Contate Milady de Winter na Inglaterra.

Que ela se aproxime dele e obtenha duas das pedras.

Encontre-a, e que ela me traga as pedras, imediatamente.

O meio de obt�-las...

� problema dela.

Dois... Tr�s... E vamos l�.

Voc� vai gostar do lugar. Tudo � bem barato.

Posso ganhar um pouco de dinheiro para n�s!

� ele!

O de vermelho vai ganhar. Ele vai chegar l� em cima.

Vamos! Vamos, meu rapaz!

N�o � suficiente para o jantar.

Pegue o que ganhamos. Vou fazer o pedido.

� ele!

Estou morto de fome.

Athos deve honrar as d�vidas.

Que tal galinha? Todo mundo pede nas quartas-feiras.

- Uma costeleta? - N�o. Que vergonha!

Que tal uma carne de vaca?

Pe�a-lhe que cozinhe isso.

Seu grande menin�o!

N�o, Porthos!

- Voc� tem sorte! - Volte, maldito.

Conhe�o seu jogo. Eu o conhe�o.

Est� tudo bem?

Isto deve compensar o inconveniente.

Veja suas plumas!

Voc� ouviu esse grito?

Voc� ouviu?

Sua Emin�ncia deseja v�-la dan�ar.

Ele sugere que eu d� um baile. Isso a agradaria?

Como Vossa Majestade quiser.

No Hotel de Ville...

em duas semanas.

Um baile, um bal�, fantasias...

enfeites e, por que n�o...

o colar de diamantes que eu lhe dei.

Esse ser� o coroamento da noite.

O colar de diamantes...

Sim, meu presente. Isso a desgosta?

Eles n�o s�o apropriados?

Sim, sire. S�o magn�ficos.

Eu gostaria...

gostaria que voc� os usasse. Eu insisto.

Suas garras s�o t�o fortes

que cheguei a chorar quando ele pegou meu pulso.

Veja as l�grimas...

N�s daremos o baile, com o colar de diamantes.

Voc� quer ver a rainha dan�ar.

Est� ficando rom�ntico,

sob seu ar de padre austero, Emin�ncia.

Um cardeal tem suas fraquezas.

O rei n�o tem nenhuma? Veja minhas l�grimas.

Essa conversa aconteceu

no quarto de madame Bonacieux, no pal�cio.

A rainha: ''Estou perdida!''

Mme. Bonacieux: ''Majestade.'' A rainha: ''Estou perdida.''

A rainha: ''Que posso fazer, Constance?

''Como recuperar o colar? Lord Buckingham...

''Em 14 dias... De Londres... Estou perdida.''

''Majestade, em 14 dias um mensageiro pode ir a Londres

''e voltar a Paris com as pedras.''

''Um mensageiro? Quem? Em quem posso confiar?

''O dem�nio tem muitos espi�es.

''Aquele homem vil, repugnante, miser�vel e revoltante...

''Aquele homem vil... que se diz homem da igreja...''

De acordo com o que est� aqui.

Acharei um mensageiro.

Um homem de confian�a, eu lhe juro.

Ele levar� sua carta ao Lorde Buckingham.

Sim... Uma carta...

Vou escrever...

Por minha honra e minha vida.

- Voc� conhece algu�m? - Algu�m que n�o falhar�.

� para a rainha. Ela corre um grande perigo

se esta carta n�o chegar depressa em Londres.

Se voc� puder partir agora...

Ela n�o tem em quem confiar s� em mim, e eu s� em voc�.

Uma carta perigosa.

Venha para a cama, Constance, minha franguinha.

Por esta carta farei o que voc� quiser.

Ao diabo com essa carta! Minha bela Constance,

fiquei muito tempo longe.

- N�o, falo s�rio! - Eu tamb�m.

A carta deve chegar em Londres.

O que voc� quer?

Pouco me importa ser de confian�a. Sabe por qu�?

Porque essa carta duvidosa cheira a intriga suspeita.

Constance...

A intriga...

De que nos valem as intrigas da rainha?

Voc� aterrorizada. E eu arrastado � Bastilha.

N�o quero ser levado � Bastilha!

Seus calabou�os profundos, seus instrumentos de tortura,

seus carrascos inclementes,

prontos para cortar as partes de seu corpo.

Meu Deus! Sem o cardeal...

- O cardeal? - Sim, o cardeal.

Voc� acha que � a �nica com amigos na nobreza?

Ou�a-me muito bem. O cardeal pegou minha m�o,

me chamou de seu amigo

e me deu...

esta bolsa.

Viu o cardeal?

Sim, e ele quer me rever. H� uma outra coisa...

ele n�o gosta nada desse tipo de intrigas.

A quem se destina essa carta?

Isso n�o lhe interessa.

Muito bem, madame maliciosa.

Se n�o quer vir para a cama comigo,

vou deix�-la para um compromisso importante.

Um compromisso importante!

Voc�...

Eu.

- Voc� ouviu? - Cada palavra.

Ent�o voc� sabe...

Que voc� e a rainha precisam de um cavalheiro

ao mesmo tempo galante, corajoso, discreto,

ativo, brilhante, leal...

E que saiba ir a Londres.

Seu caro marido, que foi ver o cardeal,

teve a bondade de custear minhas despesas.

Posso confiar em voc�?

Confiar em mim?

Confiar em mim... A quest�o �...

Pode porque eu a amo...

E voc� me ama.

Caso contr�rio, h� algo errado com voc�.

Jure jamais revelar o nome do destinat�rio.

Por minha honra.

� o duque de Buckingham.

Seu marido � r�pido!

Sim... Sempre aberto...

Constance...

Ela se foi...

Voc� j� devia ter esperado.

Cometeu a besteira de recusar a carta!

Ela fugiu para o pal�cio, para sua senhora.

Ningu�m. Mas a vela ainda est� quente.

Busque nas ruas que levam ao pal�cio. N�o pode estar longe.

Essa carta... Sua mulher falou...

- Do duque de Buckingham? - N�o. De ningu�m.

Esse d'Artagnan... mora com voc�s, n�o �?

Acharemos uma pousada mais fria para ele e seus amigos.

Na Bastilha.

E depois?

Na Bastilha, n�o h� depois.

O qu�?

Esse homem j� me insultou,

quebrou a espada de meu pai, me jogou no ch�o

e colocou a m�o na mulher que eu amo.

Ele �...

um inconveniente!

Deixe-me dizer-lhe uma coisa

sobre esse cavalheiro.

Ele se chama Rochefort.

� o bra�o direito do cardeal. Uma espada mortal.

Novilho desajeitado!

Quinze!

E mais quinze!

� sua, Porthos!

Ela est� l� fora

V�!

Quinze!

Ela � minha!

Idiota!

Trinta a quinze!

Se vir um dia Rochefort do outro lado da rua,

n�o atravesse.

Aramis!

V� para as galerias!

� sua �nica chance!

V� para as galerias.

Rochefort ou n�o, devo chegar a Londres.

Para a rainha. Tenho 14 dias para ir e voltar.

Com o cardeal no seu encal�o, voc� n�o far� 5 l�guas.

ame! E �ltimo set!

Pura sorte!

Quer levar essa carta?

Se formos n�s quatro, ela chegar�.

Obrigado.

L� se vai o jantar de amanh�.

Eu n�o jogo mais com voc�s!

Peguem suas coisas, vamos partir para Londres!

Londres?

Grande novilho desajeitado.

Sua alma foi corrompida.

Voc� n�o herdar� o reino dos c�us.

- Quando partimos? - Agora mesmo. Com Planchet.

Um cavalheiro revela seu segredo acidentalmente,

um servo o faz pelo dinheiro.

Outra coisa, se um de n�s cair, os outros continuam.

Quem cair, fica por sua conta. De acordo?

Posso perguntar por que nos arriscamos a morrer?

Em uma campanha, o rei se justifica?

Ele ordena, somente.

Sim.

Morremos, se for preciso. A vida vale tantas perguntas?

N�o.

Cuidado com esse brid�o.

Ele custou muito mais do que voc� ganha por ano.

� prata pura.

- Estou indo. - Deus o guarde.

Ao sr. tamb�m, nesta manh�.

- Quer fazer um brinde? - Com prazer.

� sa�de do cardeal?

Claro, se bebermos tamb�m � sa�de do rei.

N�o reconhe�o outro rei, al�m do cardeal.

Voc� est� b�bado.

J� que � assim...

Voc� vai pagar, agora!

Isso � loucura. Mate-o e junte-se a n�s.

Agora somos s� tr�s.

Porthos n�o corre risco, o outro est� b�bado.

Ele parecia bem s�brio.

Maldito! Veja! Est� estragado!

Continue! Em frente!

V�! Continue!

Venha!

Largue.

O mesmo destino nos espera talvez a dez l�guas daqui.

Estaremos a salvo at� l�.

Em frente!

Diga-me...

Pode at� ser trai��o,

mas acho que a beleza das francesas � sem igual.

Mas podemos realmente confiar em um ingl�s?

V� se deitar, Felton.

Rostos tristes e puritanos na hora de dormir!

Vis�es de pesadelo!

Posso lev�-lo � Inglaterra

se tiver um salvo-conduto do cardeal.

Eu tenho um.

A partir desta manh�, ningu�m pode embarcar

sem a assinatura do prefeito de Saint-Omer.

Voltarei em uma hora. Esteja pronto.

E preste aten��o nos inimigos do Estado.

Voc� pode me ajudar, monsieur.

O salvo-conduto em seu bolso, se o der a mim...

isso nos evitar� muitos inconvenientes.

Voc� � o gasc�o com seu cavalo amarelo

que luta pelas ruas com os mosqueteiros.

Ruas que o senhor evita, monsieur C�clope.

Onde est�o seus 3 c�mplices? Voc� teria sido bem avisado...

Sou eu!

N�o se preocupe! Estou indo!

Estou indo!

Eu lhe disse...

Monsieur, est� morto?

N�o exatamente.

S� um arranh�o.

Pai, o que quase fizeste a Vosso filho...

Ele est� morto?

N�o, monsieur. S� atordoado. Devo mat�-lo?

� claro que n�o! Amarre-o e amordace-o.

Ele pode sangrar at� a morte, mas n�o o mataremos.

O passe � para uma pessoa.

H� apenas uma pessoa. Ele � s� um servo.

Muito bem, certo.

Voc� est� bem?

Veja, Planchet! Dover!

Deixe-o comigo!

Milord!

O amante ciumento...

Voc� n�o veio aqui para brigar de novo comigo.

Eu n�o sei ler.

Quando voc� partiu?

H� seis dias.

Ent�o, vamos nos apressar.

Venha, Planchet, depressa.

Perfeito, eu adoro a pressa.

Venha, monsieur. A galope!

Sim, monsieur.

� minha deusa.

Aqui est�o.

Eu ia guard�-los para sempre.

- Monsieur, faltam dois! - O qu�?

Calma, deixe-me pensar.

Eu estava com os 12 no baile h� duas semanas.

A condessa de Winter...

Senhor...

O pre�o da infidelidade � alto.

Ela deve estar na Fran�a, agora.

Felton!

Foram roubados?

Por uma espi� do cardeal, uma rameira.

Felton... Meu secret�rio... Eu quero ditar...

A� est�!

Escreva uma ordem e a envie a todos os portos.

Se o rei fizer perguntas, fale com ele de guerra.

Libere a rota para Dover.

Seis dias voc� disse?

Fa�a o imposs�vel para devolver as pedras � rainha.

Mas e as duas que faltam?

O'Reilly, d�-me seu pre�o.

Pelo valor delas...

N�o s�o inglesas.

N�o s�o inglesas.

Eu diria...

500 libras.

Quanto tempo para fazer duas?

Uma semana?

5.000 libras, se ficarem prontas em dois dias.

De acordo.

Posso avisar minha mulher que n�o vou para casa?

Melhor que isso!

Jacson!

Uma escolta para Mme O'Reilly! Ela dormir� aqui.

Obrigado, monsieur...

Voc� se machucou?

N�o foi nada.

Magn�fico.

Magn�fico!

Seria um cumprimento compar�-los a seus olhos?

Uma galanteria incomum.

Em tempo normal, voc� os compararia a meu cora��o.

A id�ia me ocorreu.

O cardeal sobe...

A rainha desce.

O chicote, cocheiro!

Descubra os diamantes de O'Reilly se puder.

Pela honra da grande dama que n�s dois servimos,

fa�a com que ela os receba a tempo.

Considere como recebidos.

Como eu poderia agradecer?

Milord, vamos nos entender.

Voc� � ingl�s, um inimigo da Fran�a.

Voc� n�o me deve nada.

O que eu fiz, foi pela rainha.

E por uma outra que me � t�o cara como a rainha � para voc�.

Eu me despe�o, Alteza.

Perd�o, alteza. Eu me esqueci...

a Inglaterra � uma ilha. Como saio daqui?

Com cavalos descansados. Um navio o aguarda em Dover.

J� que n�o recebe recompensa de um amigo,

aceitaria isto...

e isto da parte de um inimigo?

Isso � diferente.

Estou fatigado.

Eu tamb�m. Estamos chegando.

Estou com dores.

Tenha coragem.

Eu tenho coragem! E ainda d�i!

Precisamos de outros cavalos.

- Conhece este lugar? - N�o.

O �ltimo lugar onde estivemos todos juntos e vivos.

At� a vista, meus amigos!

N�o h� ningu�m...

Porthos!

Por aqui!

A corda, depressa!

O cavalo!

Porthos! Onde voc� est�?

Fa�a-o passar, r�pido!

Os cavalos est�o exaustos.

J� era tempo.

- Venha, Planchet! - Voc� me viu!

Por que sempre fica para tr�s?

Voc� ouviu essa voz?

Esse sotaque infeliz...

Um por todos e todos por um!

Minha mulher est� l�. Ela dan�a com essa gente.

�s vezes, acena para mim. �s vezes, sim...

Eu a deixo sair � noite porque ela � jovem.

Ela gosta de se divertir.

Eu sou velho, isso n�o me preocupa.

Venho v�-la se divertir, s� isso.

Madame, por que n�o est� usando seus diamantes

que eu desejava t�o ardentemente v�-la usar?

Majestade...

eu receava perd�-los.

Voc� est� enganada. Eu lhe dei esse presente

para adorn�-la.

Estou muito descontente...

Se Vossa Majestade desejar,

vou mandar busc�-los.

Fa�a isso, imediatamente.

Continue, est� se enchendo.

- Estou fazendo o melhor. - Fa�a melhor ainda.

Ele est� vindo para c�...

Est� pegando um dos meus.

- Ele pegou um? - Sim, est� comendo.

- Est� comendo... - Mas ele me tocou.

A rainha estava radiantemente p�lida.

Majestade, posso sugerir as del�cias desta caixa?

O senhor concordar� que s�o confeitos dignos de um rei.

Que significa isso?

Nada. Simplesmente...

Se a rainha voltar com suas pedras, o que eu duvido,

conte-as, sire. Se encontrar s� dez,

pergunte � rainha o que houve com as outras duas.

Vou repetir. Ningu�m...

Ningu�m entra sem convite.

Ordens do cardeal.

Como, senhor?

Eu disse...

Pouco importa...

Vamos! Assim! Outra vez!

Vamos! Mais forte! Assim!

Assim! Outra vez!

Madame, ele ainda pode vir.

Tenho certeza.

Como, Constance?

� in�til. Est� tudo acabado.

Vou ficar enjoado. Podemos ir mais devagar?

Deve ser a Constance.

Acenda ao ouvir a fanfarra.

Acenda ao ouvir a fanfarra.

- D'Artagnan! - O qu�?

Espere, Constance. Estou quase a�.

- N�o! - Des�a!

Des�a!

Cuidado!

Sinto muito!

Por que paramos?

Milady...

Se ela recome�ar, eu a agrido!

Cuidado, ela est� aqui.

Ela ouviu?

N�o � ela. Seus p�s s�o maiores.

R�pido!

Estou indo!

Em guarda!

Droga!

Vamos!

Por favor...

Guardas! Atr�s dele! Atr�s daquele urso!

� voc�, Jussac, velho amigo.

Chegamos, com o refor�o.

Gra�as a Deus, est�o vivos.

Que prazer rev�-los!

Pode me levar l� para cima?

Por qu�?

Porque � tradi��o!

- Um instante, monsieur... - S� um instante...

Ele rasgou meu tapete.

Messieurs, em seus lugares!

Tr�s... quatro... cinco... seis...

Sou um tolo...

Um... dois... tr�s... quatro...

Um... dois... tr�s... quatro... cinco... seis...

Um... dois... tr�s... quatro... N�o se mexa...

Um...

Pare!

Venha, venha...

Com licen�a...

Obrigado, por ter atendido a meu desejo.

Mas voc� perdeu duas pedras. Eu as trouxe.

Est� me dando duas a mais.

Assim, terei catorze.

Catorze?

Treze, catorze...

Explique-se.

Vou explicar, sire...

Queria oferecer estas pedras � Sua Majestade, mas sem

ousar faz�-lo pessoalmente,

as ofere�o atr�s do senhor.

Sou-lhe muito grata. Estas...

devem ter custado muito mais que as outras doze

custaram � Sua Majestade.

- Emin�ncia, D'Artagnan entrou. - Realmente...

Voc� falhou. Eu perdi.

Eu concedi um ponto, mas a partida continua.

N�o ir� procurar quem atrapalhou seus planos?

Para qu�? Por vingan�a? � um luxo muito caro.

Caro para homens de Estado.

Eu poderia usar esse homem.

Talvez eu deva procur�-lo, afinal de contas.

O senhor � um bom jogador. Grande para saber perder.

Eu n�o gosto de perder.

Fa�a como quiser, Milady.

Mas, se perder,

saiba perder com gra�a.

Meu querido, meu querido...

Jamais exporei voc� a um tal perigo.

Um galope, uma emboscada, alguns golpes,

isso � rotina.

Mas reencontrar minha bela Constance ao final...

Sentiu minha falta?

Que pergunta boba...

Agora!

Eu trabalho para ele...

Jovem gasc�o, voc� agora � um mosqueteiro.

Use o mosquete com honra, agora que voc�s s�o

os quatro mosqueteiros.

Isso � muito bom...

Agora somos quatro.

O meu patr�o est� acenando pra voc�...

A� est�. N�o deixe que caia.

Ah, o rei...

Em breve Os Quatro Mosqueteiros (A vingan�a de Milady)

Ressincroniza��o: Elij@h_R

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