All language subtitles for Knight.Rider.S01E18.Chariot.of.Gold.x265.HEVC-Qman[UTR]

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Original subtitles

O Justiceiro, uma viagem ao mundo perigoso

de um homem que n�o existe.

Michael Knight, um jovem solit�rio

numa cruzada para defender a causa dos inocentes,

dos fracos e dos oprimidos

num mundo de criminosos que operam acima da lei.

Michael, espero que j� n�o falte muito.

Esta terra est� a come�ar a obstruir os meus instrumentos mais sens�veis.

Estamos quase l�, amigo.

E n�o � apenas terra, � a mat�ria de antigas civiliza��es �ndias.

Talvez, mas a mat�ria de antigas civiliza��es �ndias

est� a provocar estragos no meu turbo.

Desculpa, KITT. O Devon disse que era urgente.

"Museu do Condado, posto arqueol�gico n�mero 32."

Segundo o meu indicador visual, Michael, aquele � o Dr. Litton.

Que se passar� com ele?

Dr. Litton! Sou o Michael Knight, da Funda��o.

Telefonou ao Devon Miles?

KITT, acho que aquele homem precisa de ajuda.

Toma o controlo do volante e mant�m-no bem firme.

� claro, Michael.

Cuidado, Michael.

N�o!

Muito bem, sou o Michael Knight. Fui enviado pelo Devon Miles.

Est� tudo bem.

Que se passa com ele, Michael?

Contava que fosses tu a dizer-me.

Assume o controlo.

A tens�o est� nos 20-14. Este homem corre grande perigo.

Detecto a presen�a de uma droga muito potente.

DESCONHECIDA

"Desconhecida"? Que queres dizer com isso?

Pensei que conhecias todas as drogas da humanidade.

3 mil, ou qualquer coisa assim.

5875, para ser mais exacto,

e tenho o registo de todos os qu�micos presentes na droga.

Mas esta combina��o de qu�micos � desconhecida.

Muito bem, vamos lev�-lo para o hospital.

O Professor Deauville deve chegar a qualquer momento.

Devon, nunca o vi t�o entusiasmado.

N�o � todos os dias que se � iniciado

numa sociedade t�o prestigiante como a H�lio.

Porque � que, quando estamos com pressa,

o n� da gravata nunca sai direito?

Acho que se chama a Primeira Lei do Nervosismo de Devon.

- Est� bem assim? - Perfeito.

Bonnie, estou muito contente por partilhares este momento comigo.

S� gostava que o Michael tamb�m c� estivesse.

- Professor Deauville, viva. - Ol� outra vez.

- Por aqui, por favor. - Obrigado.

Meu querido Graham, que bom ver-te.

- Est�s com bom aspecto, meu amigo. - Tu tamb�m.

� claro que � sempre um prazer estar diante da sua beleza, minha querida.

- N�o te queres sentar? - Sim.

Devon, temos de discutir um assunto importante.

- Os resultados do teste. - Do qu�?

Sim, os resultados do H�lio. � claro.

N�o avaliou a minha, pois n�o? S� o fiz para fazer companhia ao Devon.

Como sabem, o teste H�lio n�o � apenas um exame de admiss�o.

� amplamente reconhecido

como a mais exacta escala da intelig�ncia inata.

Regista n�o s� a capacidade mental,

mas tamb�m a capacidade de alcan�ar n�veis mais elevados do pensamento,

utilizados para resolver os problemas mais urgentes do nosso mundo.

Tenho o prazer de anunciar o mais recente membro da H�lio...

A menina Barstow.

- Tem a certeza? - N�o cometemos erros na H�lio.

- Parab�ns, Bonnie. - N�o sei o que dizer.

A cerim�nia de admiss�o � no fim-de-semana, na nossa propriedade.

Vai comparecer, � claro.

E, Devon, tenho tamb�m o prazer de anunciar

que, em reconhecimento pelos teus anos de devo��o e apoio,

vamos fazer-te membro honor�rio.

Membro honor�rio? Obrigado. Tenho muita honra.

Com licen�a.

Estou?

- Michael, onde est�s? - Estou no hospital.

Tenho m�s not�cias.

Quando encontrei o Dr. Litton, ele estava a ter uma esp�cie de ataque.

Agora est� em coma. Os m�dicos ainda n�o sabem nada.

Tem uma droga qualquer no sistema. O KITT n�o tem registo dela.

Obrigado, Michael. Vou j� para a�.

- Tenho m�s not�cias. - O que foi?

O Jim Litton. Est� em coma.

Oh, meu Deus.

O motivo por que vim falar contigo, Devon, � porque, no m�s passado,

dois dos membros da H�lio morreram...

...misteriosamente.

O Jim e eu and�mos juntos em Princeton.

Recordo-me particularmente de um professor, o Dr. Whitehead,

que nos levou a uma escava��o.

E disse-nos que esta hist�ria de os deuses �ndios

protegerem as suas sepulturas era apenas uma supersti��o.

Certa noite, eu e o Jim cobrimos o corpo com lama e penas,

pusemos umas m�scaras medonhas e entr�mos na tenda do Dr. Whitehead.

Nunca vi um homem t�o assustado, nem a correr tanto.

Com licen�a. Aqui est�.

Sabes, a descoberta do ouro azeteca, no ano passado,

nos sub�rbios da cidade do M�xico foi o grande triunfo do Jim.

Para al�m do pr�prio valor do ouro, o seu valor hist�rico � inestim�vel.

E agora, pensar no Jim assim,

no auge da sua carreira.

- N�o! - Sou eu, o Graham.

� melhor sair.

Aquele n�o � o Jim Litton.

N�o sei quem �, nem o que est� dentro dele.

Mas aquele n�o � o Jim que eu conhe�o.

- Detesto pedir um favor t�o grande. - Tudo, Graham. Tudo o que pudermos.

Vem � H�lio, este fim-de-semana.

Descobre o respons�vel.

Desculpe, porque acha que � algu�m da H�lio?

N�o sei o que pensar.

Mas se n�o for algu�m da organiza��o, estou completamente perdido.

Teremos muito gosto em ir. Faremos o que for poss�vel.

� fant�stico. Quer dizer, este lugar aqui.

� lindo.

Nem acredito.

Sempre sonhei em pertencer a uma coisa destas.

A H�lio � uma boa organiza��o, Bonnie. Tomaram uma boa decis�o.

- Estou orgulhoso de ti. - Obrigada.

- Acho que, se repetisse o teste... - N�o. N�o tem qualquer import�ncia.

A s�rio. Fiquei s� um pouco surpreendido, s� isso.

Isto n�o seria o mesmo, se estivesses aborrecido.

E, seja como for, n�o � que tenhas sido exclu�do.

�s membro honor�rio.

Muito obrigado por terem vindo, meus amigos.

- Espero que n�o estejamos atrasados. - N�o.

Nunca come�ar�amos sem o nosso ador�vel novo membro.

E H�lio, o deus grego do sol, o deus do esplendor,

deslocou-se at� ao seu pal�cio num carro de ouro.

Uma esp�cie de Rolls-Royce, certo?

N�o entendo a l�gica dessa afirma��o.

Esquece.

Se tivesses usado uma marca mais familiar como modelo...

KITT, eu disse para esqueceres. � s� uma figura de estilo.

A prop�sito, examinaste os dados que a Bonnie acrescentou sobre a H�lio?

Sim. N�o encontrei qualquer liga��o

entre o Dr. Litton e os dois membros da H�lio que morreram.

N�o h� liga��o?

A prop�sito, um Rolls-Royce consegue analisar dados?

Nem por sombras. E acredita, para mim vales ouro.

Obrigado.

- Quem achas que �? - Boa pergunta, Michael.

- Esta quinta � enorme. - O terreno parece ser extenso.

Continua infinitamente.

Porque � que achas que este lugar est� numa zona t�o isolada?

N�o sei. Mas se bisbilhotar, talvez encontre algumas respostas.

Tem cuidado, Michael.

ESCRIT�RIO APENAS PESSOAL AUTORIZADO

O que v�o ver vai deixar-vos estupefactos.

� mesmo uma das maravilhas da engenharia do nosso tempo.

Em termos de velocidade, n�o se trata da velocidade do ve�culo,

mas da velocidade a que queremos que ele circule.

Como bem sabem, este � o elo que faltava.

Agora j� s� falta separar o carro do condutor,

um encantador mas desinteressante jovem chamado Michael Knight.

A mans�o foi comprada em 1952 pelos administradores da H�lio.

Alguns membros moram c�, enquanto trabalham em projectos e estudos.

O nosso director...

Sabia que isto foi feito pelo famoso artista genov�s, Renaldo Sofo?

- Demorou 12 anos a acab�-lo. - � fant�stico.

12 anos � muito tempo.

Chamo-me Irving Farber.

As minhas notas sobre o Renascimento s�o particularmente estimulantes.

Pensei que talvez nos pud�ssemos encontrar um dia para falar delas.

Parece de facto estimulante.

- Irving. - Os amigos chamam-me Irving Farber.

- Fant�stico. �ptimo. - Acho que � melhor irmos.

Muito bem, depois de si.

Disse, certa vez, que os animais de estima��o lhe valorizavam a vida,

porque eram sempre leais.

Por favor sigam-me por estas escadas.

H� algumas zonas p�blicas de que devem gostar.

Ol�.

Michael, o Dr. Litton morreu.

- Morreu? - Os m�dicos desconhecem a causa.

Pedi o relat�rio da aut�psia o mais r�pido poss�vel.

Tr�s homens mortos e n�o h� pistas?

Uma droga que o KITT n�o identifica? Que se passa aqui?

Descobriste alguma coisa estranha ou peculiar?

Para al�m da maioria dos membros da H�lio, nada.

Eles n�o s�o estranhos. S�o apenas diferentes.

- N�o � o meu tipo de s�tio. - Estou consciente disso, Michael.

KITT, este s�tio provoca-me arrepios.

Aquele elevador devia estar condenado.

KITT, tenho aqui uma fechadura de combina��o. Consegues abri-la?

� claro. E tamb�m consigo descrever

a marca, o modelo e o n�mero de s�rie do aparelho em quest�o.

�s um carro de servi�o completo.

Vejo que encontrou o nosso armaz�m.

� o nosso programa de distribui��o de comida pelos pobres.

Os ricos t�m a obriga��o de ajudar os menos afortunados. N�o concorda?

Concordo.

- Belo casaco. - Obrigado.

Apresenta-te bem e, aos olhos dela, estar�s ainda melhor. Com licen�a.

Menina Barstow, a sua roupa � muito apropriada.

Adapta-se perfeitamente... Quer dizer, tem um corte bel�ssimo.

Quer...

Bonnie, o transformador electr�nico do KITT est� ligado. � muito mau.

- Podemos discutir o assunto? - � melhor. Com licen�a.

Claro.

Admiro mesmo uma mulher com t�o grande dedica��o. Concorda?

- Obrigada por me salvares. - Eu � que devia agradecer-te.

Afinal, n�o sabia se ainda falarias comigo, agora que �s inteligente.

- Isso nunca me impediu. - Que engra�adinha.

Com licen�a. Segura aqui. Obrigado.

Aquilo foi cavalheiresco? Mas que tipo.

Um bom rapaz.

Sabe, eu...

Ol� outra vez.

Suponho que as felicita��es sejam dadas por ordem.

- � um iniciado? - N�o, sou s� convidado.

Desculpe.

Na verdade, n�o me parece um membro da H�lio.

A s�rio? Devia considerar isso um elogio.

- Sou a Dra. Charlene Hanover. - Michael Knight.

- � o homem que ajudou o Dr. Litton. - Sim. Conhecia-o?

O meu campo tamb�m � a arqueologia. Visitei-o na escava��o.

Uma escava��o bem grande, tendo em conta...

Que quer dizer? Tendo em conta o qu�?

Sim, KITT? O que foi?

Michael, os meus sensores detectaram gritos de um animal

vindos de um quarto no extremo oposto da mans�o.

Obrigado, amigo.

- Viva. - Como est�?

Tudo bem.

Ol�, pequenino.

Viva. Estou s� a dar uma volta. A festa est� um pouco chata.

�s vezes os animais s�o mais amistosos do que as pessoas.

Sim, s�o. Mas s�o muito maus bailarinos.

Bem, at� depois. Obrigado.

Bonnie, este � o Peter Stark. Vai mostrar-lhe os laborat�rios.

Penso que os vai achar muito interessantes.

- De certeza que sim. - Eu sei que sim.

Uma cientista esquiva. Tr�s homens mortos.

Um armaz�m secreto.

Um laborat�rio de experi�ncias com animais.

Michael, passa-se aqui algo muito estranho.

Sei o que queres dizer, KITT.

E tudo come�ou na escava��o do Dr. Litton.

Michael, esta escava��o deve estar cheia de artefactos antigos.

Muito bem, KITT.

Vamos ver por que raz�o estava a Dra. Charlene Hanover t�o misteriosa.

N�O ENTRAR OS VIOLADORES SER�O PUNIDOS

Detecto um buraco largo e dep�sitos consider�veis de terra recente.

E, falando em artefactos, Michael, acho que passei por cima de um.

Deve ter centenas de anos.

- Posso dat�-lo, se quiseres. - Sim, porque n�o?

Aqui tens.

Michael, este fragmento tem menos de um m�s.

Um m�s?

N�o parece mesmo velho.

Esta coisa deve ter sido aqui deixada.

Mas o Dr. Litton era um arque�logo de renome mundial.

Sim, eu sei. N�o estaria envolvido numa coisa destas.

Ent�o quem achas que est�?

N�o sei.

� uma boa pergunta.

Quem e porqu�?

Muito bem, KITT. Preciso de uma propuls�o de uns 7,5 m,

a direito para cima.

Michael, tu �s um convidado. Posso sugerir a porta da frente?

N�o, desta vez n�o. Desta vez quero visitar sem que ningu�m saiba.

Muito bem, vamos a isto.

Obrigado, KITT.

Sempre �s ordens.

"Dr. James Litton".

"Bonnie Barstow".

"Recusado". Isto � estranho.

"KITT".

N�o sei exactamente o que se est� a passar, mas n�o me agrada.

Sabes onde est� a Bonnie?

Os meus sensores detectam a Bonnie no segundo piso da ala sul.

E, Michael, despacha-te. O sol est� a nascer e v�o todos levantar-se.

- KITT, a porta. - Est� um guarda l� dentro.

Livra-te dele.

Est� bem.

ALARME DE INTRUSOS

Vai ter comigo � porta daqui a exactamente 30 segundos.

Estou a caminho.

Bonnie, v� l�, acorda. Temos de sair daqui.

Anda. Vamos.

- Michael, volta para tr�s. - O qu�?

V� l�. � o Michael.

Sil�ncio. KITT, estaciona a� � frente.

Bonnie, concordo com o Michael.

Isto � altamente irregular e desconcertante.

Est� tudo bem, KITT. Confia em mim. Eu explico depois.

� melhor fazer o que ela quer, KITT.

Bom trabalho, minha querida. Excelente.

Sabe, Sr. Knight, al�m de serem altamente t�xicas,

as drogas n�o identific�veis que podem matar

s�o tamb�m qu�micos perfeitos que controlam a mente.

Venha.

Em situa��es normais, n�o faria isto.

Mas como n�o vai estar por c� para revelar o nosso plano de mestre,

acho que � justo que observe o seu brilho.

Sabe, a verdade do nosso tempo

� que o holocausto nuclear � inevit�vel.

Talvez n�o seja amanh�. Talvez n�o seja na pr�xima semana,

mas vai acontecer um dia.

Diz o senso comum que, se existirem sobreviventes,

as consequ�ncias nucleares ir�o dizimar a popula��o.

Mas quem julga que se trata de uma quest�o de sobreviv�ncia ao acaso,

parecem ter-se esquecido do Darwin.

- Voc� � louco. - N�o, n�o sou louco.

Intelig�ncia avan�ada.

E quem melhor para sobreviver,

do que as pessoas mais inteligentes da terra?

Uma cidade subterr�nea.

Foi o nosso esconderijo perfeito,

at� o pobre do James Litton come�ar a bisbilhotar

e a ficar desconfiado.

Porque fez isto � Bonnie? O que quer dela?

O KITT.

Aquele carro tornar� um crime imposs�vel

numa coisa impossivelmente f�cil.

Surpreende-o

que tenhamos elaborado o crime perfeito

para financiar o nosso projecto?

Vindo de si, nada me surpreende.

�ptimo. Ent�o compreendemo-nos mutuamente.

Compreenda,

j� escav�mos um quarto da nossa cidade sob esta escava��o.

Lamento desapont�-lo, mas n�o pode usar o carro.

O KITT est� programado para receber ordens minhas.

Peter, cuida do Sr. Knight.

Tem tudo aquilo de que precisa, minha querida?

- Sim, Professor Deauville. - �ptimo. Ent�o, vamos come�ar.

Espere, que est� a fazer? Espere um minuto! Pare!

Julgo que � isto que quer, Professor Deauville.

A opera��o completa n�o deve demorar mais de 17 minutos. Excelente.

Bonnie, disseste que ias explicar em rela��o ao Michael.

Onde est� ele?

Ele...

...foi para o subsolo.

Para o subsolo? N�o tenho registo de tal miss�o.

Bonnie?

KITT, onde est�s?

Desiste, Stark.

Agora, o sistema de seguran�a.

Lamento voltar a falar nisso, mas pesquisei nos meus registos,

e continuo a n�o encontrar registo da miss�o do Michael no subsolo.

N�o faz mal, KITT, eu resolvo isso.

Continuo a n�o encontrar...

N�o tenho registo...

da miss�o do Michael...

Stark, parece que ficou a� preso.

KITT?

KITT, consegues ouvir-me?

Repete o plano, por favor.

Devo ajudar a retirar o ouro azeteca do Museu do Condado.

Com os sensores de microondas e a minha capacidade de vigil�ncia,

a segunda fase no Museu do Condado

n�o deve demorar mais do que 1 minuto e 10 segundos.

Depois de chegarmos ao ouro azeteca, come�a a terceira fase.

Depois de assegurado e derretido, o ouro, ao pre�o actual,

valer� 25.7 milh�es de d�lares.

Pare!

Ainda n�o h� novidades do Stark.

N�o podemos esperar mais. Vamos come�ar.

Pare!

Charlene, pare!

Obrigada por ter parado. Temos de voltar j� para a H�lio.

Para a H�lio? N�o. N�o volto para l�.

O Deauville fez uma lavagem cerebral � Bonnie. Est�o a usar o meu carro.

Tencionam us�-lo para roubar.

- � demasiado tarde. J� partiram. - Para onde foram?

Para onde foram? Ou�a-me!

Eles t�m a Bonnie. Drogaram-na. Ajude-me!

Voc� n�o compreende. Ele est� doido!

Se ele descobrir que eu o ajudei, mata-me como fez aos outros.

Est� bem, desculpe.

J� n�o temos tempo. Por favor, diga-me para onde foram.

- O Museu do Condado. - � para l� que n�s vamos.

Ou conduz voc� ou conduzo eu. � consigo.

Vamos.

Primeira fase, KITT.

Muito bem, Bonnie.

Sistema de seguran�a prim�rio. Desactiva��o terminada.

Sistema de seguran�a auxiliar. Desactiva��o terminada.

Agora as fechaduras, KITT. Segunda fase.

Segunda fase terminada.

Vamos.

Chame a pol�cia.

Mata o Michael Knight, KITT. Mata-o!

N�o, KITT. Tu pertences-me.

Tenho as minhas ordens.

�s o meu carro, KITT.

- Obede�o ao Graham Deauville. - Que significa KITT?

"Knight Industry Two Thousand." Sei disso porque �s o meu carro.

Tu obedeces-me.

Foste programado para me obedecer.

- Diga-lhe, Bonnie. - � isso mesmo, KITT.

N�o, n�o �. Eu sou o Michael Knight.

Tu �s o "Knight Industry Two Thousand."

�s o meu carro! Pertences-me!

Tenho as minhas ordens. Obede�o ao Graham Deauville.

Ent�o ter�s de me matar para me impedir.

Obede�o ao Graham Deauville.

Obede�o ao Graham Deauville.

Obede�o...

N�o posso matar-te, Michael. Sabes disso.

Contava com isso, amigo.

Cometeste um grande erro, Deauville.

O KITT foi programado para nunca tirar uma vida humana.

- P�ra, Michael. - Bonnie, est� tudo acabado.

Trabalhamos juntos. Somos uma equipa. Tu, eu, o Devon e o KITT.

Ouve-me. Trabalhamos juntos para ajudar as pessoas.

N�o para lhes fazer mal. Agarra na minha m�o, Bonnie.

Lembras-te da Funda��o? Lembras-te do Devon? Lembras-te de mim?

Somos uma equipa.

Amamo-nos.

� assim mesmo. J� passou tudo.

Est� tudo bem.

Liga ao Devon. P�e o Devon ao telefone.

- Vamos, KITT. - Estou contigo, Michael.

- Como est�s, amigo? - Como nos bons velhos tempos.

Michael, ele est� a tentar separar-nos.

Vamos, amigo. Vamos esquiar.

Agarra-te bem.

O que � isto?

S�o ovos.

Mexidos.

Uma torrada, sem manteiga.

Sumo fresco. Morangos e chantilly. Ideia do Devon.

- E a rosa amarela? - Ideia do Michael.

- "Not�cias do autom�vel". - Ideia minha, Bonnie.

Espero que gostes.

Adoro. Era mesmo do que eu precisava.

O KITT foi simp�tico toda a manh�. Acho que se sente culpado.

A culpa � uma coisa emocional, uma reac��o humana.

Mas tamb�m te posso fazer uma subscri��o do "Autom�vel Hoje".

Est� bem. A prop�sito, esqueci-me.

Encontrei isto nos ficheiros da H�lio.

O que � isto?

S�o os resultados do meu teste. Passei!

- Acho que isto devia ser teu. - O que � isso?

O emblema da H�lio.

Obrigado, Bonnie.

- Bem bom. - Boa ideia.

- Espera um minuto. - Est� bem fresco.

Michael Knight, um cavaleiro solit�rio num mundo perigoso,

o mundo do Justiceiro.

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