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Original subtitles

O Justiceiro, uma viagem ao mundo perigoso

de um homem que n�o existe.

Michael Knight, um jovem solit�rio numa cruzada para defender

a causa dos inocentes, dos fracos e dos oprimidos

num mundo de criminosos que operam acima da lei.

- Espera. Sim? - Sou eu.

S�o s� dois segundos, querida.

� a minha filha. Fica atento e falamos amanh�.

Quando uma revista d� uma festa, espera-se que o editor apare�a.

Desculpa, querida. D�-me s� mais 20 minutos.

- Tempo real ou tempo � Philip Royce? - Tempo real, desta vez.

Estou � espera de uma pessoa. Devon Miles. Vir� com uma jovem.

Quando chegar, tr�-lo c�. � importante.

Est� bem. Tempo real, uma ova.

- Estou? - Por favor, n�o desligues.

Sei que foi h� muito tempo e que n�o existe nada entre n�s,

mas preciso de falar contigo.

- Ador�vel. Linda como uma... - Preciso de uma fotografia minha.

Ainda bem que vieste. Que bom ver-te.

Charlie? Desculpem.

Telefona-me amanh� para o escrit�rio. Preciso de falar contigo.

Mal saiu das fraldas e j� manda nisto.

- Ol�! - Como est�s?

- Pensei que n�o podias vir. - Estou aqui e tenho novidades.

A nossa equipa de pesquisa de mercado diz que os an�ncios

na revista "Escape" s�o 60% mais eficazes do que noutros meios.

Bem te disse, estamos a mudar de imagem e de leitores.

Connosco a "Parkway Pharmaceuticals" chegar� �s 500 maiores fortunas.

Desculpe, n�o encontro o seu nome na lista de convidados.

Se chamasse Mr. Royce, resolv�amos este mal-entendido.

Desculpem. Algum problema?

Fomos convidados por Philip Royce, pessoalmente.

- Parece que n�o estamos na lista. - Desculpe.

- � o senhor Devon Miles? - Sim. E esta � Miss Barstow.

Desculpem. Sou Anne Tyler, a secret�ria pessoal do Philip.

Ele est� � vossa espera.

- Acompanhem-me, por favor. - Obrigado.

- Lauren, encontrei-o. - Obrigada.

- Quase nem te reconheci vestida. - Como disse?

N�o te fotografei o ano passado? Miss Junho?

Acho que se enganou na jovem. Ou no m�s.

Philip, j� chegaram. Mr. Miles e Miss Barstow.

Philip?

Como v�s, Michael, transformaram a morte do homem num circo. EDITOR ENCONTRADO MORTO

Dadas as circunst�ncias, compreendo o porqu�.

- Qual a nossa liga��o com o Royce? - Ele ligou h� dois dias.

Queria a ajuda da Funda��o sobre uma hist�ria que andava a investigar.

- Que tipo de ajuda? - N�o conseguimos descobrir.

Mas fiquei com a impress�o que era para desmascarar algu�m.

Se tiveres raz�o, s� temos de saber quem � que ele tentava desmascarar.

- E temos o nosso suspeito. - Correcto.

- A hist�ria tem t�tulo? - Referiu-se ao nome de c�digo.

Top�zio.

- Investigaste no computador? - Nada.

N�o h� liga��o com a vida de Royce, profissional ou pessoal.

Mas � a pedra de um signo. Do meu.

Dia 24 de Novembro. Desculpa, esqueci-me do teu anivers�rio.

Estavas em trabalho. N�o te preocupes, eu tratei disso.

- Com bom gosto? - Naturalmente.

Est� bem. Obrigado. Top�zio...

- Por onde come�o? - Pela filha, Lauren. Eram chegados.

Programei o KITT com tudo sobre o imp�rio editorial do Royce.

Juntamente com os n�meros anteriores da revista "Escape".

- Incluindo as p�ginas desdobr�veis? - Previ todas as tuas necessidades.

- Michael? - Sim?

Porque � que estas senhoras andam com roupa t�o curta?

Quando descobrir, ser�s o primeiro a saber.

Muito bem, meninas. Para aqui.

Deve ser o novo carro.

O que eu n�o daria para ter um destes.

Muito bem.

Conhe�o alguns atiradores que gostariam de ter a sua pontaria.

Eu poderia ser um deles.

Ol�, sou Michael Knight. Devon Miles falou-lhe sobre mim.

Miss Royce? Lauren...

Vim tentar ajudar a descobrir o que aconteceu ao seu pai.

N�o sou pol�cia, sou seu amigo. Estou do seu lado.

Preciso de informa��es sobre o projecto Top�zio.

- O que quer saber? - Quero saber qual era a hist�ria.

Por causa da qual ele telefonou para a Funda��o e para o Miles.

- Top�zio? - Sim, Top�zio.

Est� tudo no computador.

A hist�ria, a pesquisa, a documenta��o, nomes, datas, locais.

Top�zio. Inserir c�digo de acesso de seis d�gitos.

- Percebe de computadores? - Um pouco.

Sem o c�digo de acesso, n�o se pode chegar � hist�ria.

Mais valia nem existir.

- N�o tem o c�digo? - Ningu�m tem. Morreu com o meu pai.

Foi o seu modo de garantir a seguran�a da hist�ria, da fam�lia e amigos.

O que n�o se sabe n�o pode magoar ningu�m.

Exactamente. Preferiram mago�-lo a ele.

Quando pensa em Philip Royce, o que lhe vem � cabe�a?

N�o diga, eu digo. Glamour e sexo.

Moda e sexo. Carros e sexo. Revista de mi�das bonitas.

- Diria, "culpado". - Diga o que quiser.

S� quero vingar a morte do meu pai.

- N�o sabia que era preciso vingan�a. - Voc� � como os outros.

"Philip Royce, um bon vivant, um mulherengo,

"que transformou uma distrac��o em profiss�o,

"foi encontrado assassinado num hotel junto a uma mulher mais jovem."

Faz sentido. Afinal, quem vive pela espada morre pela espada.

- Porque est� t�o zangada? - Porque � o que todos acreditam.

� o epit�fio. Ele era meu pai.

Poucas pessoas conheciam o verdadeiro Philip Royce,

jornalista s�rio, o homem que ao fazer 50 anos,

entrou no meu quarto a chorar e a dizer que preferia vender

a "Escape" do que continuar como estava.

Ele queria transform�-la em algo diferente.

Top�zio... Top�zio seria o novo come�o.

Mas da forma como o mataram, n�o lhe roubaram apenas a vida,

roubaram-lhe a reputa��o, a credibilidade e a dignidade.

N�o vou deixar que se safem.

Se tiver de terminar o caso Top�zio para reaver tudo isso, � o que farei.

Desculpe.

- Estou? - Lauren Royce?

- Sim? Quem fala? - Chamo-me George Olin.

- Trabalhei com o seu pai no Top�zio. - Um momento, por favor.

� uma chamada pessoal. Muito obrigada por ter vindo.

Se precisar da sua ajuda, saberei onde encontr�-lo.

Lauren... Lamento o que aconteceu ao seu pai.

- Sabe quem matou o meu pai? - Fa�o ideia.

Encontre-se comigo e conto-lhe os detalhes.

Obrigada, Kent. Volto sozinha.

Michael, est� um homem armado num telhado ao fundo da rua.

Lauren!

KITT, chega aqui.

N�o!

Espere aqui. J� volto.

Fugiu.

- Desculpa, Michael. - Tudo bem. N�o se ganha sempre.

� como lhe disse, acreditam no que querem.

Por favor, eles lidam com factos. N�o temos factos, s� teorias.

George Olin n�o � uma teoria.

� uma vantagem para n�s, n�o nos limitarmos aos factos.

Se pensarmos em conjunto, podemos descobrir isto.

- Trabalha comigo? - Sim.

Vamos reconstruir os �ltimos dias de vida do seu pai.

- Onde foi? Quem viu? - O "onde" � f�cil. Las Vegas.

- Neg�cios ou prazer? - N�o tenho a certeza.

Foi para l� na ter�a-feira e regressou na quarta.

- Foi sozinho? - N�o sei, mas podemos saber.

Fant�stico. Parece o "Mission Control".

- Gosto de engenhocas. - Ali est� o Don.

Michael, n�o sou uma engenhoca. Sou tecnologia de ponta.

Eu sei. D�-me a melhor tecnologia de ponta em fotografia do George Olin.

O-l-i-n. Impressa, por favor.

Obrigado.

- Don, este � Michael Knight. - Como est�, Mike?

- Ol�, Don. � um prazer. - Igualmente.

O pai levou algu�m para Las Vegas e voltou sozinho. Um Mr. Williams.

- Mr. Williams? Ser� este? - � ele.

Esperem. Volto j�.

KITT, liga ao Devon.

- Boas not�cias? - Por agora, not�cias s�o sempre boas.

Michael?

Devon, d�-me tudo o que tiveres sobre um homem chamado George Olin.

O-l-i-n. Trabalhava para o Royce sob outro nome.

J� te telefono.

Tenho um objecto n�o identificado a grande velocidade na pista 2. Viste?

Vi, mas n�o acredito.

KITT, d�-me uma rota para Las Vegas fora das auto-estradas.

� para j�, Michael.

- KITT, telefona ao Devon. - Estou?

Devon, � o Michael. A menina directora fugiu.

Perdeste-a?

Mais ou menos. Como te sa�ste com George Olin?

Era investigador privado, mas n�o tenhas esperan�as.

Se era um investigador, devia ter registos.

Tinha uma mem�ria fotogr�fica, era a sua imagem de marca. Sem registos.

Fant�stico. Telefono de Las Vegas. Tenho de apanhar um avi�o.

Bem-vindo a Las Vegas, KITT. A terra do pote de ouro no fim do arco-�ris.

- Tens algum trunfo na manga? - � o que tenho feito toda a vida.

Don, obrigada. Agrade�o-te.

- Ol�. Precisa de boleia? - N�o.

Como chegou antes de mim? N�o me diga que veio a conduzir?

Temos coisas mais importantes para falar.

Sobre n�s os dois e algumas regras para trabalharmos em conjunto.

N�o sabia que trabalhamos juntos.

Percebi isso quando fugiu no aeroporto.

� a primeira coisa a decidir. Ou trabalhamos juntos ou n�o.

Se n�o trabalhamos juntos, � s� dizer e vou-me embora.

- Tem a certeza de que pode comigo? - N�o.

- Tem a certeza de que pode comigo? - N�o.

Use o estacionamento VIP. Privil�gio da profiss�o.

�ptimo.

Obrigada, Vinnie.

Vou avisar que cheg�mos.

KITT, vou demorar. Entra em modo de vigil�ncia.

Michael, os meus sensores apanharam vibra��es muito estranhas.

Devem ser os "viciados".

- Vamos persegui-los? - N�o. � s� uma maneira de dizer.

- Deve ser o meu dia de sorte. - O meu tamb�m.

Bem-vindo � suite da "Escape".

- � muito bonita. - Obrigada.

- Est� ligado ao computador de L. A? - Provavelmente.

Muito bem, vamos ver.

Top�zio. Inserir c�digo de seis d�gitos.

Bob.

Que querido.

Nem sei dizer como nos sentimos pelo que aconteceu.

Eu sei. Obrigada.

Michael, este � Bob Kroiger. � chefe da seguran�a do hotel.

- Bob, este � Michael Knight. - Ol�.

Estamos a tentar resolver alguns assuntos.

- Sabe quem � este homem? - Sei, � Ed Williams.

- De onde o conhece? - Daqui, do hotel.

O seu pai trouxe-o ao meu escrit�rio a semana passada.

Disse-me para o contratar para a seguran�a. Foi o que fiz.

- E o tipo desapareceu um dia depois. - S� isso?

� tudo o que sei.

Obrigada, Bob.

Se precisarem de alguma coisa...

Ed Williams.

Pois, eu sei. O mesmo nome que usou para o piloto.

Porqu�? O que tentam esconder?

A investiga��o do seu pai devia ser sobre algu�m ou algo aqui do hotel.

Por isso, trouxe o Olin para trabalhar sob disfarce.

Ent�o, porque desapareceu no dia seguinte?

Talvez tenha encontrado o que procurava.

O seu pai guardava registos, cartas, pap�is, coisas dessas?

Podemos procurar.

Veja nos arm�rios. Eu fico com a secret�ria.

Talvez apare�a algo que n�o esteja classificado como Top�zio.

KITT, algum progresso com o c�digo de acesso?

Como a Bonnie disse, as combina��es poss�veis s�o quase ilimitadas.

Usa a tua imagina��o. Que tal 00001?

- Obrigado, Michael. - De nada, parceiro.

Muito bem.

- O que foi? - Desculpe. Sinto-me t�o...

- Ent�o, o que foi? - Hoje � o meu anivers�rio.

O meu pai esquecia-se sempre. Desta vez, n�o se esqueceu.

Andam a fazer perguntas sobre aquele detective, o Olin.

- O que disseste? - Nada. Que veio e que se foi embora.

Mas n�o v�o deixar passar.

A seguir, v�o tentar tirar o dossier Top�zio do computador do velho.

N�o ter�o mais sorte do que n�s.

Como sabes? N�o est�o aqui pela sa�de deles.

Se andam atr�s de alguma coisa, podemos ter problemas.

O Royce est� morto e o Olin tamb�m. N�o est�s a falar...

Tudo o que for necess�rio para ser bem pago e ficar a salvo.

Enquanto aqueles ficheiros estiverem no computador,

e a filha do Royce e o amigo andarem a fazer perguntas,

n�o me sinto a salvo.

Depois, na mesa de Blackjack tinha um par de dez...

- Ningu�m tem tanta sorte. - Acredita ou n�o, nunca ganhei.

- Mas ganhaste! - Eu sei!

Michael...

- N�o me digas "n�o devias". - N�o devias.

- Porqu�? - Porque...

Lauren, o teu pai adorava-te. S� queria o melhor para ti.

Se achavas que o teu anivers�rio passava sem um bolo,

sem um sorriso, sem champanhe...

Tens raz�o. Mal me conheces, mas tens raz�o.

- Porque � que tens sempre raz�o? - � a minha especialidade.

Pronto, j� temos o sorriso.

Vejamos, o que temos mais? O bolo, o champanhe.

Mais alguma coisa?

Fazemos o seguinte, trata do bolo e eu trato do champanhe.

E depois veremos o que surge.

Combinado.

Preparado?

Pede um desejo.

Muito bem.

- Fant�stico. - Obrigada.

Champanhe.

Um brinde. A um homem que espero vir a conhecer melhor.

- Desculpa. - Claro.

Bob.

Desculpe interromper, Lauren. A Anne Tyler telefonou quando sa�ram.

Disse que a Pol�cia queria v�-la em L. A. Amanh� de manh�.

Ela disse porqu�?

Algo sobre uma testemunha que liga o Olin ao seu pai.

Muito bem, telefona-me assim que descobrires o que �.

Claro, e tu telefona-me se descobrires mais alguma coisa sobre o George Olin.

- Vou ter saudades tuas. - Eu tamb�m.

Adiamos o champanhe para outro dia?

Claro.

Adeus.

- Don? - O Don n�o p�de vir.

Michael, os sensores captaram gritos dentro do avi�o.

KITT, parece que vou precisar de um cart�o de embarque.

- Isso significa o que penso? - Sim.

Assume o comando, KITT.

- Isto � muito pouco ortodoxo. - Obrigado por me lembrares.

Mant�m-te est�vel, KITT.

- Est� bem. - Vamos a isto.

Tem cuidado.

- O que foi? - Livra-te dele.

- O que est�s a fazer, Michael? - A tentar obstruir o leme.

Segura-te, Michael.

Michael, est�s bem?

Michael... Consegues ouvir-me?

Michael?

Devon?

- Ol�. - Bem-vindo.

Onde estou?

- O que aconteceu? - Mais devagar.

Estavas inconsciente nos arredores de Las Vegas.

Felizmente, o meu amigo Dr. Carlisle

andava num dos seus ataques mensais de jogo.

Apanhei-o no jogo dos dados.

Os meus ataques, como lhes chamas, s�o semi-anuais e n�o mensais.

Respire. Mais fundo.

- Onde est� a Lauren? - Espera, Michael. Deves descansar.

Que aconteceu?

- Infelizmente, eles apanharam-na. - Eles quem?

- Esperava que me dissesses tu. - O avi�o era da empresa, Devon.

Quem planeou isto foi muito esperto e meticuloso.

Usaram um avi�o igual ao do Royce. At� usaram um plano de voo fict�cio.

H� algo sobre o caso Top�zio?

Tenho o KITT e todos os computadores dispon�veis a trabalhar sem parar.

Senta-te, Michael. Com essa agita��o n�o vais conseguir nada.

- Um telefonema. - Como?

A pol�cia. T�m uma nova pista ou testemunha?

H� uma hora atr�s n�o tinham. Porqu�?

N�o est�s em condi��es de conduzir. Onde diabo pensas que vais?

Tenho de falar com Anne Tyler.

Conduzi 30 km s� para ir � loja e nem tinham bifes.

Que se passa neste pa�s?

Como se pode manter um pa�s forte

quando as pessoas s� comem peixe e galinha?

E vegetais.

J� alguma vez viu um russo a comer vegetais?

Tem fome?

Assim significa sim. E assim significa n�o.

Leva isto para o departamento art�stico e verifica-o, por favor.

- Pensei que estava... - Morto?

Porque pensaria isso? Pensei que estava em Las Vegas.

- Onde est� a Lauren? - Foi isso que vim descobrir.

- N�o percebo o que quer dizer. - Percebe, pois.

Telefonou ao Bob Kroiger, do hotel, com uma mensagem falsa

sobre a Pol�cia precisar da Lauren aqui em L. A.

N�o fiz isso. N�o sei o que o Bob disse, mas n�o falo com ele h� dias.

- Adeus, Mr. Knight. - Anne, ou�a-me.

Est� tudo a desmoronar-se. N�o vai funcionar.

N�o sei como est� envolvida nisto nem porqu�, mas sei que est�.

Por favor, ajude-me a encontrar a Lauren antes que tamb�m a matem.

Largue-me ou chamo a seguran�a.

- Ela confiava em si. - Saia daqui!

N�o sei o que Philip Royce lhe fez, real ou imagin�rio,

mas deixar a Lauren morrer pelos pecados dele,

coloca-a numa outra categoria, querida.

E quando os seus amigos forem apanhados,

juro-lhe que farei tudo para que tamb�m seja apanhada.

Real ou imagin�rio? N�o sabe nem metade da hist�ria.

Fui o primeiro poster da revista do Philip.

Trabalhei dia e noite para tornar a "Escape" um �xito.

Eu amava-o. Dei-lhe tudo.

N�o v�? Ajudei a criar o grande Philip Royce.

Mas em vez do casamento, ganhei um contrato vital�cio e um t�tulo.

Em vez de amor, ganhei uma s�rie constante de romances.

Uma mulher ap�s a outra. Ano ap�s ano.

Onde t�m a Lauren?

N�o sei. N�o pensei que chegasse t�o longe.

Estou a dizer a verdade. Juro-lhe que n�o sei.

Espere l�. Aquela � voc�, n�o �?

A sua fotografia do desdobr�vel. Qual foi o seu m�s?

Fui Miss Novembro. Porqu�?

A pedra do m�s de Novembro � o Top�zio.

Ele tinha mais considera��o por si do que voc� julga.

Vou tirar-lhe a morda�a. Mas antes, vou dizer-lhe uma coisa.

J� vi esta situa��o antes. As pessoas fazem loucuras. Percebe?

Come�am a gritar e fazem coisas est�pidas.

Siga o meu conselho, relaxe e saiba que o que tiver de acontecer, acontecer�.

Tal como disse, bonita como sempre.

- Ol�, Lauren. - Paul, Bob? O que...

Desculpa, n�o queria isto. Isto n�o devia ter acontecido.

Est�s por detr�s de tudo isto?

Mataste o meu pai, Paul? Ele era teu amigo. E teu tamb�m, Bob.

Ele confiava em voc�s. Porqu�?

Isto � uma loucura. Porque o mataram? Porqu�?

N�o me orgulho do que fiz, mas teve de ser. Acredita.

N�o � preciso manter a ilus�o rom�ntica de que o Philip era um santo.

Nem sequer era um homem decente. Segura-lhe o bra�o.

N�o! N�o!

Top�zio

Observem isto.

36-24-36.

36-24-36?

- Miss Novembro. - Miss Novembro?

- S� podes estar a brincar. - Olhem.

Aceite.

- Quem l� mais depressa? - Eu.

�ptimo, d�em-me um nome. Tem de haver a� um nome.

- Tem a ver com medicamentos. - Um em especial, Dialozine.

Foi aprovado pela FDA.

Mas testes independentes revelaram poss�veis efeitos secund�rios.

- "Parkway Pharmaceuticals". - O propriet�rio � Paul DeBrett.

- Paul DeBrett. - �-te familiar?

Sim, estava na lista de convidados de Philip Royce naquela noite.

Ser� um amigo?

� dif�cil imaginar algu�m da posi��o dele envolvido nisto.

A n�o ser que estivesse em jogo a sua vida ou a reputa��o da empresa.

- Fala-me sobre o caso Top�zio. - Top�zio?

Pensa no Top�zio como um amigo preso e que queres libertar.

- Sabes o c�digo de acesso? - N�o.

- E o teu amigo Michael Knight? - Michael, Michael...

- Ele sabe? - N�o.

- Michael, � o Devon. - Diz, Devon.

Para usar uma express�o tua, d� meia volta.

Porqu�? O que se passa?

Fiz uns telefonemas, o Paul DeBrett n�o est� em casa hoje.

Est� na casa em constru��o no campo. Eagle Lake, para ser exacto.

Muito bem. Ouviste o homem, KITT. Vamos.

Ela n�o sabe. Eu disse que n�o era preciso fazer isto.

- Ela n�o sabe, nem o Knight. - N�o te v�s abaixo agora.

S� quero acabar com isto. Vou apanhar ar.

Se ela n�o sabe nada porque n�o a deixamos?

Est� bem, tens raz�o. Vamos embora.

- Depois voltamos aqui? - Porqu�?

Tenho ali 60 d�lares em compras de mercearia.

Tu surpreendes-me.

- � ele, o do carro. � o Knight! - Segura-a.

Vamos apanh�-lo, parceiro. Assume o comando.

Eu trato disso. Vamos embora.

Entra, Michael. Acho que podemos apanh�-los.

Obrigado, amigo.

Est� atr�s de n�s. Cuidado!

Aten��o!

Como?

- Belo soco, Michael. - Obrigado, KITT.

Tem calma.

- Vamos, est� tudo bem. - Eu estou bem.

Que aconteceu? O Paul DeBrett e o Bob...

Pronto. Est� tudo bem. Est�s segura.

- Est� tudo bem. - J� percebi, Michael.

- Est�s bem? - Estou �ptima.

Ent�o, porque te carrego?

- Est�s bem? - Estou.

O telefone n�o p�ra de tocar.

A FDA proibiu a venda de Dialozine at� novas investiga��es.

O teu pai ficaria muito orgulhoso de ti e da tua hist�ria.

- �s uma herdeira digna. - Obrigada.

Se n�o me engano, temos assuntos pendentes para tratar.

- Meia garrafa de champanhe. - Dois ter�os.

Adorei!

- Acho que � a melhor de sempre. - D� c�, dou-te uma opini�o de perito.

Olha para estas linhas. Olha s� estas curvas.

O que achas, KITT?

No geral, � uma composi��o lisonjeadora.

Mas h� um pequeno detalhe que impede a fotografia de ser perfeita.

N�o me digas. O que �?

Por favor, tira o agrafo do meu p�ra-choques.

Michael Knight, um cavaleiro solit�rio num mundo perigoso,

o mundo do Justiceiro.

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