Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
O Justiceiro, uma viagem ao mundo perigoso
de um homem que n�o existe.
Michael Knight, um jovem solit�rio numa cruzada para defender
a causa dos inocentes, dos fracos e dos oprimidos
num mundo de criminosos que operam acima da lei.
- Espera. Sim? - Sou eu.
S�o s� dois segundos, querida.
� a minha filha. Fica atento e falamos amanh�.
Quando uma revista d� uma festa, espera-se que o editor apare�a.
Desculpa, querida. D�-me s� mais 20 minutos.
- Tempo real ou tempo � Philip Royce? - Tempo real, desta vez.
Estou � espera de uma pessoa. Devon Miles. Vir� com uma jovem.
Quando chegar, tr�-lo c�. � importante.
Est� bem. Tempo real, uma ova.
- Estou? - Por favor, n�o desligues.
Sei que foi h� muito tempo e que n�o existe nada entre n�s,
mas preciso de falar contigo.
- Ador�vel. Linda como uma... - Preciso de uma fotografia minha.
Ainda bem que vieste. Que bom ver-te.
Charlie? Desculpem.
Telefona-me amanh� para o escrit�rio. Preciso de falar contigo.
Mal saiu das fraldas e j� manda nisto.
- Ol�! - Como est�s?
- Pensei que n�o podias vir. - Estou aqui e tenho novidades.
A nossa equipa de pesquisa de mercado diz que os an�ncios
na revista "Escape" s�o 60% mais eficazes do que noutros meios.
Bem te disse, estamos a mudar de imagem e de leitores.
Connosco a "Parkway Pharmaceuticals" chegar� �s 500 maiores fortunas.
Desculpe, n�o encontro o seu nome na lista de convidados.
Se chamasse Mr. Royce, resolv�amos este mal-entendido.
Desculpem. Algum problema?
Fomos convidados por Philip Royce, pessoalmente.
- Parece que n�o estamos na lista. - Desculpe.
- � o senhor Devon Miles? - Sim. E esta � Miss Barstow.
Desculpem. Sou Anne Tyler, a secret�ria pessoal do Philip.
Ele est� � vossa espera.
- Acompanhem-me, por favor. - Obrigado.
- Lauren, encontrei-o. - Obrigada.
- Quase nem te reconheci vestida. - Como disse?
N�o te fotografei o ano passado? Miss Junho?
Acho que se enganou na jovem. Ou no m�s.
Philip, j� chegaram. Mr. Miles e Miss Barstow.
Philip?
Como v�s, Michael, transformaram a morte do homem num circo. EDITOR ENCONTRADO MORTO
Dadas as circunst�ncias, compreendo o porqu�.
- Qual a nossa liga��o com o Royce? - Ele ligou h� dois dias.
Queria a ajuda da Funda��o sobre uma hist�ria que andava a investigar.
- Que tipo de ajuda? - N�o conseguimos descobrir.
Mas fiquei com a impress�o que era para desmascarar algu�m.
Se tiveres raz�o, s� temos de saber quem � que ele tentava desmascarar.
- E temos o nosso suspeito. - Correcto.
- A hist�ria tem t�tulo? - Referiu-se ao nome de c�digo.
Top�zio.
- Investigaste no computador? - Nada.
N�o h� liga��o com a vida de Royce, profissional ou pessoal.
Mas � a pedra de um signo. Do meu.
Dia 24 de Novembro. Desculpa, esqueci-me do teu anivers�rio.
Estavas em trabalho. N�o te preocupes, eu tratei disso.
- Com bom gosto? - Naturalmente.
Est� bem. Obrigado. Top�zio...
- Por onde come�o? - Pela filha, Lauren. Eram chegados.
Programei o KITT com tudo sobre o imp�rio editorial do Royce.
Juntamente com os n�meros anteriores da revista "Escape".
- Incluindo as p�ginas desdobr�veis? - Previ todas as tuas necessidades.
- Michael? - Sim?
Porque � que estas senhoras andam com roupa t�o curta?
Quando descobrir, ser�s o primeiro a saber.
Muito bem, meninas. Para aqui.
Deve ser o novo carro.
O que eu n�o daria para ter um destes.
Muito bem.
Conhe�o alguns atiradores que gostariam de ter a sua pontaria.
Eu poderia ser um deles.
Ol�, sou Michael Knight. Devon Miles falou-lhe sobre mim.
Miss Royce? Lauren...
Vim tentar ajudar a descobrir o que aconteceu ao seu pai.
N�o sou pol�cia, sou seu amigo. Estou do seu lado.
Preciso de informa��es sobre o projecto Top�zio.
- O que quer saber? - Quero saber qual era a hist�ria.
Por causa da qual ele telefonou para a Funda��o e para o Miles.
- Top�zio? - Sim, Top�zio.
Est� tudo no computador.
A hist�ria, a pesquisa, a documenta��o, nomes, datas, locais.
Top�zio. Inserir c�digo de acesso de seis d�gitos.
- Percebe de computadores? - Um pouco.
Sem o c�digo de acesso, n�o se pode chegar � hist�ria.
Mais valia nem existir.
- N�o tem o c�digo? - Ningu�m tem. Morreu com o meu pai.
Foi o seu modo de garantir a seguran�a da hist�ria, da fam�lia e amigos.
O que n�o se sabe n�o pode magoar ningu�m.
Exactamente. Preferiram mago�-lo a ele.
Quando pensa em Philip Royce, o que lhe vem � cabe�a?
N�o diga, eu digo. Glamour e sexo.
Moda e sexo. Carros e sexo. Revista de mi�das bonitas.
- Diria, "culpado". - Diga o que quiser.
S� quero vingar a morte do meu pai.
- N�o sabia que era preciso vingan�a. - Voc� � como os outros.
"Philip Royce, um bon vivant, um mulherengo,
"que transformou uma distrac��o em profiss�o,
"foi encontrado assassinado num hotel junto a uma mulher mais jovem."
Faz sentido. Afinal, quem vive pela espada morre pela espada.
- Porque est� t�o zangada? - Porque � o que todos acreditam.
� o epit�fio. Ele era meu pai.
Poucas pessoas conheciam o verdadeiro Philip Royce,
jornalista s�rio, o homem que ao fazer 50 anos,
entrou no meu quarto a chorar e a dizer que preferia vender
a "Escape" do que continuar como estava.
Ele queria transform�-la em algo diferente.
Top�zio... Top�zio seria o novo come�o.
Mas da forma como o mataram, n�o lhe roubaram apenas a vida,
roubaram-lhe a reputa��o, a credibilidade e a dignidade.
N�o vou deixar que se safem.
Se tiver de terminar o caso Top�zio para reaver tudo isso, � o que farei.
Desculpe.
- Estou? - Lauren Royce?
- Sim? Quem fala? - Chamo-me George Olin.
- Trabalhei com o seu pai no Top�zio. - Um momento, por favor.
� uma chamada pessoal. Muito obrigada por ter vindo.
Se precisar da sua ajuda, saberei onde encontr�-lo.
Lauren... Lamento o que aconteceu ao seu pai.
- Sabe quem matou o meu pai? - Fa�o ideia.
Encontre-se comigo e conto-lhe os detalhes.
Obrigada, Kent. Volto sozinha.
Michael, est� um homem armado num telhado ao fundo da rua.
Lauren!
KITT, chega aqui.
N�o!
Espere aqui. J� volto.
Fugiu.
- Desculpa, Michael. - Tudo bem. N�o se ganha sempre.
� como lhe disse, acreditam no que querem.
Por favor, eles lidam com factos. N�o temos factos, s� teorias.
George Olin n�o � uma teoria.
� uma vantagem para n�s, n�o nos limitarmos aos factos.
Se pensarmos em conjunto, podemos descobrir isto.
- Trabalha comigo? - Sim.
Vamos reconstruir os �ltimos dias de vida do seu pai.
- Onde foi? Quem viu? - O "onde" � f�cil. Las Vegas.
- Neg�cios ou prazer? - N�o tenho a certeza.
Foi para l� na ter�a-feira e regressou na quarta.
- Foi sozinho? - N�o sei, mas podemos saber.
Fant�stico. Parece o "Mission Control".
- Gosto de engenhocas. - Ali est� o Don.
Michael, n�o sou uma engenhoca. Sou tecnologia de ponta.
Eu sei. D�-me a melhor tecnologia de ponta em fotografia do George Olin.
O-l-i-n. Impressa, por favor.
Obrigado.
- Don, este � Michael Knight. - Como est�, Mike?
- Ol�, Don. � um prazer. - Igualmente.
O pai levou algu�m para Las Vegas e voltou sozinho. Um Mr. Williams.
- Mr. Williams? Ser� este? - � ele.
Esperem. Volto j�.
KITT, liga ao Devon.
- Boas not�cias? - Por agora, not�cias s�o sempre boas.
Michael?
Devon, d�-me tudo o que tiveres sobre um homem chamado George Olin.
O-l-i-n. Trabalhava para o Royce sob outro nome.
J� te telefono.
Tenho um objecto n�o identificado a grande velocidade na pista 2. Viste?
Vi, mas n�o acredito.
KITT, d�-me uma rota para Las Vegas fora das auto-estradas.
� para j�, Michael.
- KITT, telefona ao Devon. - Estou?
Devon, � o Michael. A menina directora fugiu.
Perdeste-a?
Mais ou menos. Como te sa�ste com George Olin?
Era investigador privado, mas n�o tenhas esperan�as.
Se era um investigador, devia ter registos.
Tinha uma mem�ria fotogr�fica, era a sua imagem de marca. Sem registos.
Fant�stico. Telefono de Las Vegas. Tenho de apanhar um avi�o.
Bem-vindo a Las Vegas, KITT. A terra do pote de ouro no fim do arco-�ris.
- Tens algum trunfo na manga? - � o que tenho feito toda a vida.
Don, obrigada. Agrade�o-te.
- Ol�. Precisa de boleia? - N�o.
Como chegou antes de mim? N�o me diga que veio a conduzir?
Temos coisas mais importantes para falar.
Sobre n�s os dois e algumas regras para trabalharmos em conjunto.
N�o sabia que trabalhamos juntos.
Percebi isso quando fugiu no aeroporto.
� a primeira coisa a decidir. Ou trabalhamos juntos ou n�o.
Se n�o trabalhamos juntos, � s� dizer e vou-me embora.
- Tem a certeza de que pode comigo? - N�o.
- Tem a certeza de que pode comigo? - N�o.
Use o estacionamento VIP. Privil�gio da profiss�o.
�ptimo.
Obrigada, Vinnie.
Vou avisar que cheg�mos.
KITT, vou demorar. Entra em modo de vigil�ncia.
Michael, os meus sensores apanharam vibra��es muito estranhas.
Devem ser os "viciados".
- Vamos persegui-los? - N�o. � s� uma maneira de dizer.
- Deve ser o meu dia de sorte. - O meu tamb�m.
Bem-vindo � suite da "Escape".
- � muito bonita. - Obrigada.
- Est� ligado ao computador de L. A? - Provavelmente.
Muito bem, vamos ver.
Top�zio. Inserir c�digo de seis d�gitos.
Bob.
Que querido.
Nem sei dizer como nos sentimos pelo que aconteceu.
Eu sei. Obrigada.
Michael, este � Bob Kroiger. � chefe da seguran�a do hotel.
- Bob, este � Michael Knight. - Ol�.
Estamos a tentar resolver alguns assuntos.
- Sabe quem � este homem? - Sei, � Ed Williams.
- De onde o conhece? - Daqui, do hotel.
O seu pai trouxe-o ao meu escrit�rio a semana passada.
Disse-me para o contratar para a seguran�a. Foi o que fiz.
- E o tipo desapareceu um dia depois. - S� isso?
� tudo o que sei.
Obrigada, Bob.
Se precisarem de alguma coisa...
Ed Williams.
Pois, eu sei. O mesmo nome que usou para o piloto.
Porqu�? O que tentam esconder?
A investiga��o do seu pai devia ser sobre algu�m ou algo aqui do hotel.
Por isso, trouxe o Olin para trabalhar sob disfarce.
Ent�o, porque desapareceu no dia seguinte?
Talvez tenha encontrado o que procurava.
O seu pai guardava registos, cartas, pap�is, coisas dessas?
Podemos procurar.
Veja nos arm�rios. Eu fico com a secret�ria.
Talvez apare�a algo que n�o esteja classificado como Top�zio.
KITT, algum progresso com o c�digo de acesso?
Como a Bonnie disse, as combina��es poss�veis s�o quase ilimitadas.
Usa a tua imagina��o. Que tal 00001?
- Obrigado, Michael. - De nada, parceiro.
Muito bem.
- O que foi? - Desculpe. Sinto-me t�o...
- Ent�o, o que foi? - Hoje � o meu anivers�rio.
O meu pai esquecia-se sempre. Desta vez, n�o se esqueceu.
Andam a fazer perguntas sobre aquele detective, o Olin.
- O que disseste? - Nada. Que veio e que se foi embora.
Mas n�o v�o deixar passar.
A seguir, v�o tentar tirar o dossier Top�zio do computador do velho.
N�o ter�o mais sorte do que n�s.
Como sabes? N�o est�o aqui pela sa�de deles.
Se andam atr�s de alguma coisa, podemos ter problemas.
O Royce est� morto e o Olin tamb�m. N�o est�s a falar...
Tudo o que for necess�rio para ser bem pago e ficar a salvo.
Enquanto aqueles ficheiros estiverem no computador,
e a filha do Royce e o amigo andarem a fazer perguntas,
n�o me sinto a salvo.
Depois, na mesa de Blackjack tinha um par de dez...
- Ningu�m tem tanta sorte. - Acredita ou n�o, nunca ganhei.
- Mas ganhaste! - Eu sei!
Michael...
- N�o me digas "n�o devias". - N�o devias.
- Porqu�? - Porque...
Lauren, o teu pai adorava-te. S� queria o melhor para ti.
Se achavas que o teu anivers�rio passava sem um bolo,
sem um sorriso, sem champanhe...
Tens raz�o. Mal me conheces, mas tens raz�o.
- Porque � que tens sempre raz�o? - � a minha especialidade.
Pronto, j� temos o sorriso.
Vejamos, o que temos mais? O bolo, o champanhe.
Mais alguma coisa?
Fazemos o seguinte, trata do bolo e eu trato do champanhe.
E depois veremos o que surge.
Combinado.
Preparado?
Pede um desejo.
Muito bem.
- Fant�stico. - Obrigada.
Champanhe.
Um brinde. A um homem que espero vir a conhecer melhor.
- Desculpa. - Claro.
Bob.
Desculpe interromper, Lauren. A Anne Tyler telefonou quando sa�ram.
Disse que a Pol�cia queria v�-la em L. A. Amanh� de manh�.
Ela disse porqu�?
Algo sobre uma testemunha que liga o Olin ao seu pai.
Muito bem, telefona-me assim que descobrires o que �.
Claro, e tu telefona-me se descobrires mais alguma coisa sobre o George Olin.
- Vou ter saudades tuas. - Eu tamb�m.
Adiamos o champanhe para outro dia?
Claro.
Adeus.
- Don? - O Don n�o p�de vir.
Michael, os sensores captaram gritos dentro do avi�o.
KITT, parece que vou precisar de um cart�o de embarque.
- Isso significa o que penso? - Sim.
Assume o comando, KITT.
- Isto � muito pouco ortodoxo. - Obrigado por me lembrares.
Mant�m-te est�vel, KITT.
- Est� bem. - Vamos a isto.
Tem cuidado.
- O que foi? - Livra-te dele.
- O que est�s a fazer, Michael? - A tentar obstruir o leme.
Segura-te, Michael.
Michael, est�s bem?
Michael... Consegues ouvir-me?
Michael?
Devon?
- Ol�. - Bem-vindo.
Onde estou?
- O que aconteceu? - Mais devagar.
Estavas inconsciente nos arredores de Las Vegas.
Felizmente, o meu amigo Dr. Carlisle
andava num dos seus ataques mensais de jogo.
Apanhei-o no jogo dos dados.
Os meus ataques, como lhes chamas, s�o semi-anuais e n�o mensais.
Respire. Mais fundo.
- Onde est� a Lauren? - Espera, Michael. Deves descansar.
Que aconteceu?
- Infelizmente, eles apanharam-na. - Eles quem?
- Esperava que me dissesses tu. - O avi�o era da empresa, Devon.
Quem planeou isto foi muito esperto e meticuloso.
Usaram um avi�o igual ao do Royce. At� usaram um plano de voo fict�cio.
H� algo sobre o caso Top�zio?
Tenho o KITT e todos os computadores dispon�veis a trabalhar sem parar.
Senta-te, Michael. Com essa agita��o n�o vais conseguir nada.
- Um telefonema. - Como?
A pol�cia. T�m uma nova pista ou testemunha?
H� uma hora atr�s n�o tinham. Porqu�?
N�o est�s em condi��es de conduzir. Onde diabo pensas que vais?
Tenho de falar com Anne Tyler.
Conduzi 30 km s� para ir � loja e nem tinham bifes.
Que se passa neste pa�s?
Como se pode manter um pa�s forte
quando as pessoas s� comem peixe e galinha?
E vegetais.
J� alguma vez viu um russo a comer vegetais?
Tem fome?
Assim significa sim. E assim significa n�o.
Leva isto para o departamento art�stico e verifica-o, por favor.
- Pensei que estava... - Morto?
Porque pensaria isso? Pensei que estava em Las Vegas.
- Onde est� a Lauren? - Foi isso que vim descobrir.
- N�o percebo o que quer dizer. - Percebe, pois.
Telefonou ao Bob Kroiger, do hotel, com uma mensagem falsa
sobre a Pol�cia precisar da Lauren aqui em L. A.
N�o fiz isso. N�o sei o que o Bob disse, mas n�o falo com ele h� dias.
- Adeus, Mr. Knight. - Anne, ou�a-me.
Est� tudo a desmoronar-se. N�o vai funcionar.
N�o sei como est� envolvida nisto nem porqu�, mas sei que est�.
Por favor, ajude-me a encontrar a Lauren antes que tamb�m a matem.
Largue-me ou chamo a seguran�a.
- Ela confiava em si. - Saia daqui!
N�o sei o que Philip Royce lhe fez, real ou imagin�rio,
mas deixar a Lauren morrer pelos pecados dele,
coloca-a numa outra categoria, querida.
E quando os seus amigos forem apanhados,
juro-lhe que farei tudo para que tamb�m seja apanhada.
Real ou imagin�rio? N�o sabe nem metade da hist�ria.
Fui o primeiro poster da revista do Philip.
Trabalhei dia e noite para tornar a "Escape" um �xito.
Eu amava-o. Dei-lhe tudo.
N�o v�? Ajudei a criar o grande Philip Royce.
Mas em vez do casamento, ganhei um contrato vital�cio e um t�tulo.
Em vez de amor, ganhei uma s�rie constante de romances.
Uma mulher ap�s a outra. Ano ap�s ano.
Onde t�m a Lauren?
N�o sei. N�o pensei que chegasse t�o longe.
Estou a dizer a verdade. Juro-lhe que n�o sei.
Espere l�. Aquela � voc�, n�o �?
A sua fotografia do desdobr�vel. Qual foi o seu m�s?
Fui Miss Novembro. Porqu�?
A pedra do m�s de Novembro � o Top�zio.
Ele tinha mais considera��o por si do que voc� julga.
Vou tirar-lhe a morda�a. Mas antes, vou dizer-lhe uma coisa.
J� vi esta situa��o antes. As pessoas fazem loucuras. Percebe?
Come�am a gritar e fazem coisas est�pidas.
Siga o meu conselho, relaxe e saiba que o que tiver de acontecer, acontecer�.
Tal como disse, bonita como sempre.
- Ol�, Lauren. - Paul, Bob? O que...
Desculpa, n�o queria isto. Isto n�o devia ter acontecido.
Est�s por detr�s de tudo isto?
Mataste o meu pai, Paul? Ele era teu amigo. E teu tamb�m, Bob.
Ele confiava em voc�s. Porqu�?
Isto � uma loucura. Porque o mataram? Porqu�?
N�o me orgulho do que fiz, mas teve de ser. Acredita.
N�o � preciso manter a ilus�o rom�ntica de que o Philip era um santo.
Nem sequer era um homem decente. Segura-lhe o bra�o.
N�o! N�o!
Top�zio
Observem isto.
36-24-36.
36-24-36?
- Miss Novembro. - Miss Novembro?
- S� podes estar a brincar. - Olhem.
Aceite.
- Quem l� mais depressa? - Eu.
�ptimo, d�em-me um nome. Tem de haver a� um nome.
- Tem a ver com medicamentos. - Um em especial, Dialozine.
Foi aprovado pela FDA.
Mas testes independentes revelaram poss�veis efeitos secund�rios.
- "Parkway Pharmaceuticals". - O propriet�rio � Paul DeBrett.
- Paul DeBrett. - �-te familiar?
Sim, estava na lista de convidados de Philip Royce naquela noite.
Ser� um amigo?
� dif�cil imaginar algu�m da posi��o dele envolvido nisto.
A n�o ser que estivesse em jogo a sua vida ou a reputa��o da empresa.
- Fala-me sobre o caso Top�zio. - Top�zio?
Pensa no Top�zio como um amigo preso e que queres libertar.
- Sabes o c�digo de acesso? - N�o.
- E o teu amigo Michael Knight? - Michael, Michael...
- Ele sabe? - N�o.
- Michael, � o Devon. - Diz, Devon.
Para usar uma express�o tua, d� meia volta.
Porqu�? O que se passa?
Fiz uns telefonemas, o Paul DeBrett n�o est� em casa hoje.
Est� na casa em constru��o no campo. Eagle Lake, para ser exacto.
Muito bem. Ouviste o homem, KITT. Vamos.
Ela n�o sabe. Eu disse que n�o era preciso fazer isto.
- Ela n�o sabe, nem o Knight. - N�o te v�s abaixo agora.
S� quero acabar com isto. Vou apanhar ar.
Se ela n�o sabe nada porque n�o a deixamos?
Est� bem, tens raz�o. Vamos embora.
- Depois voltamos aqui? - Porqu�?
Tenho ali 60 d�lares em compras de mercearia.
Tu surpreendes-me.
- � ele, o do carro. � o Knight! - Segura-a.
Vamos apanh�-lo, parceiro. Assume o comando.
Eu trato disso. Vamos embora.
Entra, Michael. Acho que podemos apanh�-los.
Obrigado, amigo.
Est� atr�s de n�s. Cuidado!
Aten��o!
Como?
- Belo soco, Michael. - Obrigado, KITT.
Tem calma.
- Vamos, est� tudo bem. - Eu estou bem.
Que aconteceu? O Paul DeBrett e o Bob...
Pronto. Est� tudo bem. Est�s segura.
- Est� tudo bem. - J� percebi, Michael.
- Est�s bem? - Estou �ptima.
Ent�o, porque te carrego?
- Est�s bem? - Estou.
O telefone n�o p�ra de tocar.
A FDA proibiu a venda de Dialozine at� novas investiga��es.
O teu pai ficaria muito orgulhoso de ti e da tua hist�ria.
- �s uma herdeira digna. - Obrigada.
Se n�o me engano, temos assuntos pendentes para tratar.
- Meia garrafa de champanhe. - Dois ter�os.
Adorei!
- Acho que � a melhor de sempre. - D� c�, dou-te uma opini�o de perito.
Olha para estas linhas. Olha s� estas curvas.
O que achas, KITT?
No geral, � uma composi��o lisonjeadora.
Mas h� um pequeno detalhe que impede a fotografia de ser perfeita.
N�o me digas. O que �?
Por favor, tira o agrafo do meu p�ra-choques.
Michael Knight, um cavaleiro solit�rio num mundo perigoso,
o mundo do Justiceiro.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.