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Griots Team apresenta: V/H/S BEYOND
Tradu��o: JuFadinh4 - Art3m1s warzoon - Trench21P - LeChatNoir
Revis�o: JuFadinh4
N�o deixe as fansubs morrerem! Venha ser um volunt�rio.
A pessoa extremamente c�tica,
assim como a pessoa extremamente cr�dula,
n�o pode ser persuadida.
Elas apenas acreditam ou n�o acreditam em um n�vel quase religioso.
EM 2021, UM USU�RIO AN�NIMO DO REDDIT
DISSE TER COMPRADO DUAS FITAS CASSETES EM UM SEBO.
AS FITAS SUPOSTAMENTE CONTINHAM EVID�NCIAS DE UM ENCONTRO ALIEN�GENA.
Uma evid�ncia n�o � uma prova,
mas � algo que nos coloca no rastro da prova.
Mas essas fitas podem ser consideradas como o Santo Graal
para pessoas interessadas em encontros alien�genas.
O CINEGRAFISTA JAY CHEEL RECEBEU UM E-MAIL AN�NIMO
COM AS FILMAGENS DIGITALIZADAS DESSAS FITAS.
ESTE DOCUMENT�RIO MOSTRA ESSAS FILMAGENS.
A hist�ria da Casa Farrington virou quase uma lenda urbana em Toronto,
e em todo o Canad�.
No in�cio dos anos 2000, um grupo de pesquisadores paranormais
coletou evid�ncias aned�ticas
de uma pessoa vendo um tipo de forma cinza.
O fasc�nio por conex�es com OVNIs com certeza vai atrair...
pessoas curiosas.
12 DE OUTUBRO, 2016 Estou aqui numa boa,
tomando um sol.
Essas hist�rias se repetem e v�o adicionando ao mist�rio.
Tenho muita convic��o de que n�o somos nativos deste mundo.
Em termos da natureza humana,
temos mais emo��o ao perseguirmos algo do que ao capturarmos.
Enquanto as pessoas est�o na ca�ada, � como se tivessem um mapa do tesouro,
e elas se perguntam, o que vamos descobrir?
O que � isso?
E pode ser do mesmo jeito com essas evid�ncias exageradas.
Se encontrarmos provas de vida extraterrestre,
tudo que pens�vamos saber ser� colocado � prova.
Segura,
chegamos.
Fiquei por perto e deixe a c�mera rodando.
Vamos registrar tudo.
Abra os olhos e feche a boca.
Esta equipe aqui agora � sua fam�lia.
S�o sua mam�e e seu papai.
Fa�a exatamente o que disserem.
Se desobedecer alguma ordem, vou acabar com a sua ra�a.
Ei, garoto, acorda pra vida.
- N�o tem nenhuma garantia, mas... - Pessoal, este � o Segura.
Oi, pessoal.
ET, a c�mera corporal deve estar funcionando.
- Certo, ou�am. - Voc� que sabe.
Tenho m�s not�cias.
Porra.
Mas agora temos um lado bom.
Houve outro sequestro ontem � noite.
J� s�o 17 em tr�s meses.
- Todos de crian�as. - Jesus.
O lado bom � que o cara que fez isso foi seguido e temos uma localiza��o.
Sei que todos queremos acabar com isso.
Esta noite, � nossa chance.
- Quem colocou isso aqui? - Cara, eu s� quis ser cuidadosa.
- Sinto muito. - Relaxa, senta.
Toma um shot ou algo assim.
O que voc� est� olhando, porra?
O cara se tornou um peso e voc� sabe disso.
Deixa comigo.
Eu cuido disso.
E que porra � essa?
N�s t�nhamos um acordo. Voc� sabe como isso termina.
Se voc� vai ficar aqui, isso n�o pode acontecer.
- Voc� est� enlouquecendo. - Olha, cara...
de jeito nenhum voc� vai me deixar de fora disso.
Eu sei.
Ent�o, voc� est� bem?
- Est� de brincadeira? - Vai se foder.
Ei, porta-corpos.
Vem c�.
Agora voc� � um porta-balas.
Espero que esteja pronto, novato.
Porra.
Vamos, mexam-se!
Entrem.
Cara, quer um chiclete?
Sargento.
Este novato est� estragando tudo aqui.
Ele � pai de um dos desaparecidos.
Ent�o s� fique na sua, mantenha esta luzinha piscando e vai ficar bem.
Est�o vendo isso?
O que � aquilo?
Mas que...
Sargento, voc� disse que algu�m seguiu o cara at� o local.
Isso n�o parece s� um cara normal carregando uma serra el�trica.
Com o que estamos lidando?
O que quer que seja, vamos matar.
Vamos, vamos, mexam-se.
Ivy, fique de olho naquela janela.
N�o vejo nada.
O que estamos esperando?
Foda-se isso.
ET, mas que droga!
Que porra � essa?
O que foi isso?
Jesus, l� vamos n�s.
Preparem-se.
- Mais um abatido. - ET, esquerda.
Tirem isso de mim!
Ele me pegou, tirem!
- Peguei. - Porra!
- ET! - Aubert, Bennet, v�o com ele.
Voc� n�o, garoto. Fique comigo.
Droga!
Porra.
Caralho!
Perdemos o ET.
Porra. Aubert, vai.
Deixa comigo.
Tudo limpo, vamos.
Boa, cara.
- Stork, vamos! - Merda.
Ei, pessoal!
Pessoal, voc�s v�o...
O que � isso, porra?
Levanta, vai. Merda.
Vem, vamos.
Que porra...
Caralho!
S� pode ser brincadeira.
Vamos, encontre.
Caralho, cad� a luz?
Porra, vamos.
O que � isso?
- Porra. - Mais dois!
Tem mais dois.
Vai se foder!
Pessoal, estou bem!
O que est� fazendo a�? Desce aqui!
Porra!
Jesus, cara.
Pessoal, recarreguem.
- Bennet, verifique � direita. - Entendido.
- Algu�m ferido? - Estou bem.
Nada grave.
ET, sem resposta.
Aubert, v� v�-lo.
Deixa eu ver, garoto. Olha aqui.
Voc� foi bem.
O garoto est� bem, o sangue n�o � dele.
Ei, vejam isto.
� o mesmo curativo.
Todos eles t�m o mesmo machucado.
Algum tipo de ritual?
Vai saber.
E agora?
Agora subimos.
Caralho.
Riley! Riley!
Pare, ele vai acabar se matando. Pare.
Se fizer o que ele fez, morreremos.
Entendeu?
- Vamos fazer direito. Tudo bem? - Tudo bem.
Certo.
Porra.
Que inferno.
O que essas aberra��es est�o fazendo com crian�as?
ET?
ET, � voc�?
Est� bloqueado.
O que raios foi isso?
Atira nos joelhos.
Merda.
Vamos olhar.
- Olha isso. - Caramba.
Caiu pelo telhado.
O qu�?
Aquilo.
O que � isso, Sargento?
Algum tipo de meteoro?
N�o sei.
Mas est� quebrado.
Como se algo tivesse sa�do dali.
O que quer que seja, n�o vamos tocar. Entendeu?
Atr�s de voc�!
Merda.
N�o atira. Parece doente.
N�o quero a gosma em cima da gente.
Foda-se.
Droga, Aubert.
- Merda. - Limpo. Ele estava sozinho.
Olha para ele.
Ele parece drogado.
Mais um curativo.
Bennet, mira nele.
Olha l� dentro.
Ele n�o tem c�rebro, senhor.
A cabe�a dele est� vazia.
Meu Deus.
Minha preocupa��o � saber aonde foi o c�rebro dele.
Porta-corpos.
Aponta a c�mera aqui.
Ajuda!
Ajuda!
Merda, � o ET.
Ajuda.
Aguenta a�, ET!
Estamos chegando.
Sil�ncio.
- Brilha, brilha... - Acho que vi alguma coisa.
estrelinha,
l� no c�u,
pequenininha.
Espera.
Tem algo ali em cima.
Tem alguma coisa ali.
Bennet, luz.
Merda.
- N�o tem como passar. - Merda.
Espera, espera.
E a serra el�trica?
Verdade.
Isso, pode ser.
Aubert, vem comigo.
Est� tudo bem.
Perdeu a cabe�a, n�o �?
Vai, vai!
Pega.
Ivy, pega. N�o consigo ver nada.
Todos morreremos se n�o abrirmos a porta!
Merda.
Droga!
Anda logo!
Tem uma porta. Voc� primeiro. Vai, vai, vai.
Vai, vai, vai, vai, vai.
N�o passo. Fiquei preso.
C�mera, c�mera. Vem. D� aqui.
Entra, Tommy.
Passei, passei, passei.
Merda.
- Vamos, vamos. - Vamos.
- Meu chap�u. E o meu chap�u? - Aqui, aqui.
Droga.
Merda.
Anda.
Vamos.
Caramba.
Ivy.
Espera, espera. N�o atira.
Ele est� com um dos beb�s.
Acima das �rvores,
t�o alto
como p�ssaros no...
Sargento.
ET.
Voc� est� a�?
O que quer que esteja l� que for respons�vel por isso, fa�a pagar.
N�o tem pr�mio por voltar para casa com muni��o extra.
Am�m, irm�.
Segura.
Coloque o uniforme.
Merda.
O que diabos � isso?
Meu Deus.
Merda.
Que merda � essa?
Que porra � isso?
O que � isso?
Merda.
Est� alimentando o nen�m.
Amigo, atira nesse merda.
Pessoal, tira ele de mim! Tira ele de mim!
Ele me pegou!
ET, espera, espera.
N�o quero fazer isso. Vamos l�, afaste-se.
- Eu n�o quero fazer isso! - Ivy, atira nele!
Acaba com ele.
Tudo bem, cessar fogo.
Droga.
Quarto?
Segura?
Eu falei para voc�.
Ent�o � assim.
Isso n�o vai acontecer.
- Voc� n�o vai morrer. - N�o, n�o, n�o.
Ser como voc�s.
- Ca�ando monstros. - � mais ou menos isso, garoto.
Bem-vindo � WARDEN.
Pessoal, me ajudem a levant�-lo.
O que falamos para as fam�lias?
� melhor n�o falar nada.
Em 1950, uma fam�lia de chineses chegou em Toronto, de Hong Kong.
Eles tiveram sorte em seus projetos comerciais e imobili�rios.
Eles compraram uma linda casa,
do final da era Vitoriana, constru�da em um terreno grande.
O pai e a m�e faleceram em 1980,
deixando a casa para o filho mais velho,
que a colocou � venda no in�cio dos anos 90.
Enquanto liquidava os bens, ele ficou na casa.
Ele come�ou a ter terrores noturnos e n�o dormia bem.
Mas, at� onde sei, a casa foi vendida.
E o filho mais velho desapareceu logo depois.
O filho acreditava que a casa ou era assombrada
ou havia algum tipo de visitante misterioso,
mas nunca disse que era visitado por alien�genas.
Na era Vitoriana, as pessoas tinham experi�ncias com seres estranhos.
E poderiam dizer que era um poltergeist ou um fantasma,
ou, em 1950, dado o clima da �poca, teriam dito marcianos.
Cada gera��o tem sua pr�pria linguagem
e seus pontos de refer�ncia para encontros imediatos.
A ansiedade que toma as pessoas nesse tipo de situa��o
� que ser�o chamados de loucos.
Ent�o, ele quer provar sua sanidade
e gravar evid�ncias
dos estranhos acontecimentos, usando tecnologia VHS.
Havia duas grava��es feitas pelo filho mais velho.
Uma em primeira pessoa e uma c�mera est�tica.
Quanto �s evid�ncias que poderiam ser definitivas,
seria necess�rio chegar a um momento em que os argumentos contra a evid�ncia
parecem mais for�ados do que os argumentos de comprova��o.
Acho que essa seria minha defini��o de evid�ncia irrefut�vel.
Como eu dizia...
Irm�o, n�s sabemos a placa do Shah Rukh Kahn,
quando a vi, comecei a correr e ent�o...
L� vem ela! A Pari chegou. Prepare-se!
- Pari, Pari, Pari! - Pari!
Pari, soubemos que terminou com o sr. Farhan.
Tem algo a dizer para os seus f�s?
Por favor, sorria para a c�mera. Por favor, diga algo.
Ao menos acene para a c�mera! Pode dizer "ol�" para os f�s uma vez?
Por favor, senhora! Olhe para a c�mera.
Sra. Pari! Droga!
Sra. Pari, s� um sorriso!
Merda, ela est� indo embora!
Que merda!
Sr. Arnab!
Sr. Arnab, est� bem?
Merda, a c�mera ainda est� ligada?
Sim, est�.
Que merda, cara...
A c�mera caiu, filho da m�e!
Est� machucado?
Merda.
- Senhor, est� machucado! - Que droga.
Nossa, tem vidro no seu bra�o.
Vai com calma, cuidado!
Droga, droga, droga
Droga.
Porra.
A gente devia ver isso. Est� sangrando!
Parece um corte fundo. A gente devia ir para o hospital.
N�o tenho tempo para sangrar.
Sabe de qual filme � isso?
Singham?
S�rio, cara? Nem conhece os cl�ssicos!
E ainda quer trabalhar na ind�stria.
Mostra. O que conseguimos? Gravou direito?
- Sim, olha. - Filmou bem a Pari?
Sim.
- Pegou ela acenando? - Sim, olha.
Est� emba�ado.
Emba�ado.
Sonu, por que est� sempre cortando o v�deo?
- Mas... - Qual o motivo do suor e sangue?
N�o temos nada.
Ele n�o vai nos dar dinheiro por isso.
Sim, chefe!
Por que n�o atende, idiota? Vem para a Film City, agora.
- Por que, chefe? - Como "por que?"
A menina dos sonhos. A estrela de cinema Tara.
Conseguimos acesso ao trailer. Quero todas as fotos.
Gippy vai ajudar.
Saia! Saia agora!
Vou conseguir um lugar.
Aqui est� bom!
- Sonu. - Sim?
Aqui, segura isso. Haja como turista.
Pode deixar
- Sr. Arnab. - O que foi?
Voc� acredita nos boatos sobre a Tara?
Quais?
Que ela gosta de bruxaria. Magia negra.
O que voc� est� fumando?
Pensa bem, senhor.
Ela teve mais sucesso do que qualquer um, em um ano.
- N�o sei como ela lida com a press�o. - O que voc� disse?
Press�o do estrelato?
Para ela?
Presta aten��o, ela � t�o rica
que, se parar de atuar, n�o mudar� nada.
Press�o do estrelato. Ela n�o tem nenhuma d�vida!
N�s estamos sob press�o, Sonu. Pessoas como n�s!
Por que sempre fica irritado comigo?
Voc� acha que o p�ster deveria ser voc�, n�o acha?
Com certeza.
E por que n�o deveria?
Trabalho muito para conseguir testes,
me esfor�o.
E quem � ela? De onde ela �?
At� dois anos atr�s, eu nem sabia quem ela era.
Menina dos sonhos... uma ova!
Isso � uma palha�ada. Todos fazem sucesso, menos n�s...
Vem aqui!
Irm�o Gippy, irm�o Gippy!
Tudo certo, irm�o?
Engra�adinho, por que demorou?
Conhece o tr�nsito de Mumbai. Ficamos presos.
- Quem � ele? - Sonu, meu assistente.
- Ele aguenta? - Sim, n�o se preocupe.
- Vamos l�. - Senhor, espera!
J� que estamos aqui, vamos assistir uma tomada?
O qu�? Vamos fazer o trabalho e sair.
- Vamos gravar os bastidores. - N�o precisamos.
Viemos pelas fotos, idiota.
Certo, voc� quer ver uma cena?
- Vou mostrar uma cena para ele. - Abaixa a c�mera.
Minha nossa!
Pessoal, vamos fazer mais uma cena. Aprontem-se.
E deixem os celulares no silencioso!
Diretor de fotografia, pode ajustar o frame para a direita?
Idiotas, m�sicas n�o precisam de claquete. Saiam da�!
Cad� o gelo seco, pessoal?
Fotografia, se essa cena n�o for bem,
vou te colocar numa saia e te fazer dan�ar.
- Fa�a isso dar certo, por favor. - Tudo bem, senhor.
Tudo bem, cara, luzes.
C�mera rolando e m�sica.
A��o.
Para, para, para!
Corta, pessoal. Corta.
- Tem algum problema? - Problema?
Seu idiota!
De quantos takes voc� precisa?
Est� cego?
Ela precisa de um tempo!
Cinco minutos, pessoal.
Babacas incompetentes.
Merda.
Est� na hora...
Vamos! Vamos!
Tirem essa lan�a daqui!
Voc� est� bem?
Ela est� bem?
Saia, r�pido!
Sonu, Sonu. Pegue a c�mera.
Esconda-se atr�s do trailer e pegue o que puder.
- Tudo bem. - Deepak, est�o te chamando.
Fa�a melhor do que o dessa tarde.
Relaxa, deixa comigo.
Ela j� vai chegar, seja r�pido.
Se esconda aqui e fique de olho.
V� para dentro.
Luzes.
Foco, Tara. Foco.
Est� com muita coisa na cabe�a.
S� pense nos passos da dan�a. S� isso!
Desculpa.
Sabe por que voc� � t�o valorizada neste ramo?
Porque voc� faz mais, por menos.
Estrelas podem ser substitu�das.
N�o vai acontecer de novo.
Est� tudo bem.
Certo.
Fica calma, respira fundo, e se apronta para a pr�xima tomada, t�?
Tudo bem.
Droga!
Porra!
Eu sinto muito, senhora. Eu s� estava...
O trailer da senhora Tara!
Voc� quer uma selfie?
N�o, senhora.
Obrigado, senhora. Eu s� vim deixar uma cesta de presentes. Me desculpa.
� melhor eu ir embora.
Senhora?
A senhora est�...
A senhora est� bem?
Como assim?
N�o, � que...
� que a senhora estava chorando.
Sinceramente...
A senhora n�o precisa dele.
Mas ele me fez.
Os empres�rios t�m mania de dizer que eles fizeram o ator.
Mas a senhora sabe que isso n�o � verdade.
A senhora...
� a Tara.
O sal�rio dele, o meu sal�rio, tudo gira em volta da senhora.
Todos querem ser a senhora.
A senhora � a Tara.
Eu prefiro ser normal.
Gostei do seu rosto.
Por que voc� n�o est� me ouvindo?
Ela est� a um fio de despertar.
A senhora � uma deusa. Todos a idolatram.
Todo mundo quer ser como a senhora. E a senhora pode fazer o que quiser.
Voc� pode repetir isso?
A senhora �...
uma deusa
e pode fazer o que quiser.
Obrigada.
Imagina, senhora.
Senhora?
Senhora?
Ent�o, n�o vou mais tomar o seu tempo.
Caramba! O que a senhora est� fazendo?
N�o usarei mais a m�scara de uma escrava.
Usarei o seu rosto
e governarei como um plebeu.
Corra, corra. Corra, Sonu! Corra, Sonu!
- Mas o que � isso? - O que � aquilo?
O que voc� fez com ela?
Tara.
Tara? Tara.
Senhor Arnab...
Senhor, ela � uma m�quina!
Escravista!
Meu Deus!
Porra! Porra!
Sonu! Sonu! Corre, corre, corre!
N�s temos que sair daqui! Corra, Sonu!
Em O Raiar da Dayan, a dayan Tara � basicamente...
Vai! Vai!
Vai, sai da frente!
Mas que caralho?
O que aconteceu? O que voc� fez?
Porra!
Corre!
Sonu! Sonu!
Senhor Arnab!
Senhor Arnab!
Senhor Arnab!
Sonu! Sonu!
Eu sou a Deusa do c�u e da terra.
Curvem-se perante mim!
O que voc�s est�o fazendo?
Voc�s n�o me amam?
Tara, espera! Eu que te revelei.
N�o, n�o, n�o, n�o.
- Sonu... - Senhor Arnab!
Espera... espera a�.
- Eu vou at� voc�. - Eu n�o sei o que fazer.
Senhor Arnab!
Cad� voc�, senhor Arnab?
N�o consigo ver voc�... Sonu...
Sonu!
Cad� voc�, senhor Arnab?
Cad� voc�?
Sonu, eu posso ver voc�!
Sonu, Sonu...
Dan�a comigo?
N�o, n�o, por favor, n�o!
Voc� quer uma selfie?
Senhora Tara! Senhora Tara, aqui! Olha pra c�!
Senhora Tara?
- Essa � a Dream Girl? - O que houve com ela?
- Tara! - O que houve com o rosto dela?
- Caralho! - Meu Deus!
Caralho! N�o!
A GAROTA DIAB�LICA DE MARTE (1954)
Culturalmente falando, todos somos influenciados por imagens pr�-fabricadas.
Al�? � uma aeronave, mas diferente de tudo que eu j� vi.
- Como assim? - Al�?
O imagin�rio do extraterrestre mal�fico ajudou a moldar
o paradigma da defini��o de alien�genas.
Ele tem s� quatro dedos. E nas pontas, h� pequenas ventosas.
E eles descreveram o bra�o como muito maior aqui que o de humanos,
e a junta muito pequena aqui em cima. E a cabe�a era muito grande.
Os olhos eram muito fundos.
Quando as pessoas falam de sondas anais ou disseca��es,
esses relatos come�aram com o Communion.
Whitley Strieber descreveu a presen�a do que hoje chamamos de Greys...
Membros esguios, cr�nio grande, olhos ovais.
� um arqu�tipo cultural.
E um tema se desenvolveu,
de que talvez n�o estejamos sozinhos
e que talvez nossos companheiros n�o desejem o nosso bem.
Parab�ns pra voc�
Nesta data querida
Muitas felicidades, Zach
Muitos anos de vida
Gravando o v�deo do Zach!
Como est� o nosso aniversariante?
Eu queria ir no boliche.
Rock and roll, meu bem.
Voc� n�o sabe jogar boliche.
Que engra�ado!
E a�, Zachy-poo. Aqui � o Noah, obviamente.
Cara, parab�ns pelos 30 anos, compadre.
30 � pra perder a linha!
- N�o, n�o. Ningu�m vai perder a linha. - Vai, sim.
Safadinho. Voc� � um garoto safadinho.
Olha s�, cara. Estou filmando o seu v�deo.
Al�m disso, n�s sabemos do seu medo de altura.
E tenho que dizer, estou impressionado com a sua coragem, cara.
Puta merda! Isso vai ser muito irado. Muito irado.
- T� bom, me d� aqui! - Outra coisa, n�o quebre a minha c�mera.
- Obrigado. - Cinco minutos para o salto.
T� bem. Feliz anivers�rio, Zachary.
Meus filhos v�o pirar pra caralho quando virem isso aqui.
Eu s� preciso dizer que estou t�o orgulhosa de voc�.
Que orgulho!
- N�o � t�o dif�cil assim, t�? - Eu sei, eu sei, eu s�...
Meu Deus.
Ainda bem que eu n�o tomei caf� da manh�.
Mas, na volta, a cerveja � por minha conta.
Isso!
Passa essa porra aqui.
Pegou?
Peguei.
- T� tudo bem, Skipper? - Tudo bem.
- Um ventinho cruzado, nada demais. - Est� bem.
Mas vai ser arriscado pousar.
Por que ele disse isso?
- Deixa preso. - J� entendi, pai. Valeu.
Entendeu?
E eu estou preso. T� legal.
Como eu estou, cara?
Zach, eu posso me ferrar por deixar voc� usar isso, t�?
Ent�o n�o vai espalhar esse v�deo.
Pela mil�sima vez, j� entendi.
Isso que � ter um melhor amigo. Pronto pra voar?
N�o muito, Logan. Sinceramente, estou meio apavorado.
Isso � normal, cara. Voc� vai pular desse avi�o
e voar como o Homem de Ferro a 200 km/h por quase 60 segundos.
Se quisesse me animar, deveria ter dito Superman. Sou f� do Superman.
Escuta, isso aqui � viciante pra caralho.
Depois de hoje, voc� vai me implorar pra voltar.
Duvido muito, cara.
Olha, e se s� voc�s pulassem?
Eu posso encontrar voc�s no hangar.
Ele pode me levar pra baixo. Avi�es sobem e descem.
- Eu n�o vou fazer falta. - Pode confiar em mim. Confia na gente.
- Jess, pode falar pra ele? - Posso. Amor, eu prometo.
- Sei que � uma loucura. - Sim.
- Doido pra caralho! - Eu sei.
- Isso vai ser incr�vel, eu juro, t�? - T� bom.
E voc� t� gostoso pra caralho com essa roupa de salto.
Voc� disse gostoso? Eu estou gostoso?
Logan, posso ficar com a roupa de salto?
Eu adoro voc�s pra caralho!
E se fosse um texto, eu ia sublinhar e colocar um cora��o.
Ei, eu te amo.
- Eu te amo. - Vem aqui. Abaixa aqui.
Saiam daqui!
- Tr�s minutos para altitude. - Beleza.
Tr�s minutos, galera. Tr�s minutos. Prendam os paraquedas. Tandems, prenda.
Verificaram as suas travas, correias?
Todos prontos?
- Pronto, amor? - Estou!
N�s estamos incr�veis, galera.
Agora, n�o esque�am de ficar com as costas arqueadas.
E na d�vida, joguem a virilha pra frente!
- Senti tudo isso, cara. - � o Viagra, fica tranquilo.
Bem nas minhas costas.
Estamos presos?
- Chega aqui. - Est�o vendo isso?
- Olhem pela janela, a estibordo. - O que � estibordo?
- N�o pode ser. - N�o pode ser o qu�?
Caralho! Que porra � essa, cara?
N�o consigo ver.
O que foi aquilo?
Foi a porra de um OVNI!
- O que voc� viu? - N�o fa�o ideia.
Que loucura, mano.
Para o que voc�s est�o olhando?
- Mas que porra? - Calma, calma.
Gente, est� aqui em cima agora. Olhem.
Puta que pariu, cara!
- Santo Deus! - Viemos em paz.
Essa � a �rea 51?
Porra.
O que foi isso?
S�o avi�es militares em nosso espa�o a�reo.
Estamos retornando.
- Que porra � essa? - Caramba.
Zach, mova-se um pouco, tenho que prender o �ltimo anel.
Estou tentando, mas estou preso.
Minhas bolas ficaram presas.
Vamos tentar juntos, Zach.
Meu Deus!
Que merda est� acontecendo l� fora?
Eu sabia que n�o devia ter subido neste maldito avi�o!
Mayday, mayday!!
Zach, minha perna ainda est� presa.
Temos que saltar.
- Temos que sair daqui. - Vamos saltar.
Merda!
Merda!
Logan!
Onde est� meu paraquedas?
N�o consigo abrir o paraquedas!
Logan!
Droga!
Logan?
Logan.
Logan.
Logan, vamos l�.
Logan, cara. Me solta dessas tiras.
Logan, voc� tem que me ajudar.
Logan.
Logan, temos que sair daqui.
N�s temos que...
Logan.
Socorro!
Algu�m ajude!
Jess!
Jess, onde voc�...
Zach!
Britt.
Cad� voc�?
Siga minha voz. Estamos aqui!
Zach!
Britt!
Zach!
Estamos aqui.
Meu Deus.
Voc� est� bem?
Cad� o Logan?
Eu n�o... Voc� viu a Jess?
Ela n�o est� com a gente.
Cad� o Logan?
Ele...
Zach, cad� o Logan?
Ele morreu.
O qu�?
Cacete.
Que merda!
Estamos perdendo ele. Pressione aqui.
- Merda! - Mantenha pressionado.
Vai ficar tudo bem.
Meu Deus.
Tem tanto sangue. Eu n�o sei o que fazer.
Jess?
- Que porra � essa? - Caralho!
- O que vamos fazer? - Eu n�o sei.
Puta merda. Meu Deus.
C�us. Beleza.
Voc�s viram a Jess?
Caralho!
- Zach, socorro! - Jess!
Jess, cad� voc�?
Zach!
Jess!
Jess, estou indo!
- O que... - Que porra � essa?
Meu Deus!
- Me ajudem! - Corram!
Corre! Vamos, corre!
- Merda! - Vamos.
- Britt, espere. - Meu Deus!
Corre!
Vamos!
- O que era aquilo? - Eu n�o sei.
Cala a boca e corre!
- Espera. - Socorro!
Onde estamos?
Noah, espera! Eu ouvi a Jess!
- Por que paramos? - Eu ouvi a Jess.
Eu tamb�m ouvi.
Escutem.
Caramba!
Vamos!
- Vai. - Brittney!
Brittney!
Meu Deus.
Espera.
- Por aqui. Vai! - R�pido!
- Meu Deus. - Puta merda.
Corre, corre!
Que porra � aquela?
R�pido.
Corre.
Zack, vamos!
Zach!
Zach, o que voc� est� esperando?
Caralho.
Zach, fuja.
Corra, Zach!
Jess?
Jess?
Jess, amor.
Querida, voc� est� bem?
Jess.
Jess.
N�o.
Sinto muito.
Vai se foder!
Ajuda!
Espera!
Senhor, pare o carro!
Gra�as a Deus!
- O que est� fazendo? - Senhor, temos que sair daqui.
Temos que sair daqui, senhor.
Filho, voc� tem tr�s segundos para sair do meu carro.
Senhor, tem algo l� fora. Precisamos sair daqui agora.
- Matou minha esposa e amigos. - Um.
Por favor, senhor. Eu n�o estou brincando.
- Dois! - Senhor, por favor.
Eu n�o estou mentindo.
Foda-se.
Vamos.
Droga.
Vamos.
Vamos. Por favor.
Por favor.
S� pode ser brincadeira.
Merda.
Merda.
Porra.
N�o, n�o, n�o, n�o, n�o.
Merda.
Estamos desesperados para sair da monotonia da vida cotidiana.
Consegui!
Quando eu era crian�a,
nunca imaginei que ver�amos reportagens s�rias
sobre OVNIs, encontros inexplic�veis ou tecnologia desconhecida.
Olha aquela coisa.
Est� girando.
Sempre que vejo uma filmagem,
minha primeira rea��o � submet�-la aos especialistas.
N�o possuo experi�ncia ou treinamento
para analisar imagens.
Nunca vi um v�deo real de OVNI, acho que s�o todos falsos.
Mas acredito que possa haver uma exce��o no que estamos prestes a assistir hoje.
Todos os v�deos de orbes que vi at� hoje s�o exatamente iguais.
Coisas voando sem mudar de dire��o.
Est� sempre em linha reta, porque est� sendo filmado de um avi�o.
- Me chamo Sam - Eu sou o Niko.
Somos do Corridor Digital, um canal do YouTube.
Temos uma s�rie onde fazemos uma an�lise semanal de efeitos visuais.
E foi em um momento onde OVNIs eram as grandes not�cias do momento.
Pensamos em dar uma olhada nesses v�deos e usar nosso conhecimento
para ver se esses v�deos foram adulterados.
- Qual �. - Efeitos visuais.
Objeto semelhante a um orbe.
Tem um momento em que parece o cl�ssico bal�o de l�tex.
Se o mist�rio de um v�deo alien�gena depende de eu n�o ver claramente o objeto,
ent�o isso deduz a credibilidade do v�deo.
Mas h� uma est�tica no v�deo bem compactado e dif�cil de ver.
E, na minha opini�o, o impacto � �nico.
Por isso todo mundo curte filmar coisas assustadoras com c�meras VHS.
Bem-vindo � Doggy Dreamhouse,
o lugar mais feliz do pa�s, se voc� for um cachorro.
Vai sair da cidade para aproveitar o fim de semana?
N�s ajudamos voc�.
Seu garot�o rolou na lama ou nos excrementos?
N�o tem problema.
Basta traz�-lo e daremos ao seu Casc�ozinho
um tratamento de spa de primeira classe.
O mau comportamento se tornou um problema?
Bem, se assim for, n�s somos o lugar certo.
Somos especialistas em adestramento.
Voc� n�o vai acreditar nas mudan�as que podemos fazer.
E este � o Robert.
Diga ol�, Robert.
Robert � o meu beb�. N�o �?
Aqui na Doggy Dreamhouse, tratamos todos os c�es como se fossem nossos.
E para voc�s, pais de pet superprotetores,
cada um dos seus beb�s preciosos usar� uma coleira com c�mera,
igual a que o Robert est� usando.
Assim, voc�s poder�o ficar de olho nas travessuras que eles est�o aprontando
e em toda a divers�o que v�o ter.
Ent�o venha para Doggy Dreamhouse e tenha um au-timo dia.
Becky Baxter,
estou de olho nela h� duas semanas.
Ela transformou a casa em um pet shop. Parece leg�timo, exceto por isso.
- O que � aquilo? - Jesus.
- Meu Deus. - Cad�veres de c�es mutilados.
- Como �? - Que nojo.
Qual � o plano?
- Como vamos derrubar essa velha? - Cara...
- Etarismo. - Obrigada.
O plano �, Stuart e Angela se passar�o por um casal que quer hospedar o cachorro.
- Ela vai dar conta? - Cala a boca, cara.
Voc� � t�o imaturo.
- Foi engra�ado. - Podemos focar aqui?
Stuart e Angela v�o se passar por um casal.
Meu cachorro, Pickles, ser� o cachorro deles.
Usaremos a c�mera da transportadora, ent�o andem pela casa o m�ximo poss�vel.
Pode deixar.
Estamos dentro, chefe.
Entrem.
- Ol�. - Oi.
Voc�s devem ser Tom e Sarah?
- Ol�. - � um prazer conhec�-la.
� um prazer conhecer voc�s.
E esse deve ser o Pickles.
Voc� � a criatura mais preciosa que j� vi em toda a minha vida.
- Vamos soltar voc�. - N�o quero que ele fa�a xixi na sua casa.
N�o tem problema.
- Vamos esticar essas perninhas. - Ele fica muito mal sem o Tom por perto.
- Pois �. - Tudo bem.
Bem, fiquem � vontade.
Podem entrar.
� isso.
- Nada sofisticado, eu sei. - � legal. Parece divertido.
� um �timo lugar.
Este mini-cavalheiro aqui � o Robert.
Venha aqui, Robert. A� est� voc�.
Robert, esse � o Pickles.
Pickles, esse � o Robert.
Espero que voc�s dois se tornem grandes melhores amigos.
Qual � a gra�a?
Nada. Seu cachorro � t�o fofo.
Ele �, n�o �?
Sim. E ele tem um lindo cora��o.
N�o tem?
Tudo bem, v� para o seu canto.
Muito bem. Continuando com o passeio,
aqui atr�s est� a nossa cozinha.
Todas as nossas refei��es s�o preparadas bem aqui por mim.
Tudo 100% saud�vel e org�nico, e 150% delicioso.
Quando voc� diz "nossas refei��es", mais algu�m mora aqui?
Parece que voc� est� bisbilhotando minha vida pessoal.
N�o � nada disso.
� s� que...
Estou brincando com voc�s. N�o, est� tudo bem.
Podem perguntar. N�o tenho nada a esconder.
Moro aqui sozinha, sem nenhum pretendente � vista.
Quis dizer que as refei��es s�o para n�s, para o Robert, para mim
e qualquer amigo peludo hospedado conosco.
E quem s�o esses caras?
Meus queridos beb�s.
Dizem que a coisa mais dif�cil da vida
� quando uma m�e tem que enterrar seus filhos.
E, na minha opini�o, o mesmo acontece com as crian�as de quatro patas.
Eles s�o meus beb�s de quatro patas.
Eles viraram estrelinha.
Cad� o Gary?
Gary era meu garoto mais especial,
ent�o tenho algo ainda mais especial planejado para ele.
Ele era um Lulu da Pomer�nia, mas tinha um cora��o de pit bull.
Era muito protetor com sua mam�e.
Ele pegou esse intruso nojentinho e...
se sacrificou por mim.
� uma longa hist�ria, mas em resumo, ele morreu como her�i.
Ent�o voc� n�o os enterra?
Bem, alguns, sim.
Mas eu acho errado
enterrar coisas t�o preciosas e deix�-las desaparecer.
� assim que eu os honro.
- Mutilando os corpos deles? - Pare.
- Sinto muito, mas � b�rbaro. - Stuart. J� chega!
Est� tudo bem.
Essa � a opini�o dele.
Pensei que seu nome fosse Tom.
E �.
Mas ela chamou voc� de Stuart.
Esse � um apelido carinhoso, nome do meio.
N�o foi muito f� de apelidos.
Se o Pickles fosse meu cachorro, eu daria a ele um nome mais nobre,
algo mais imponente,
como Henry.
Ou Julius.
Sim, gosto desse nome para voc�.
� muito mais majestoso.
E esses n�o s�o aposentos reais.
Que rude da minha parte.
Fiquei t�o distra�do com o Julius aqui que quase esqueci de terminar o passeio.
Gostariam de ver onde os c�es s�o treinados?
- Aposto que ficariam impressionados. - Adorar�amos. N�o �, Tom?
Claro. E desculpa pelo que disse antes.
- N�o. Tudo bem. - Eu n�o devia ter dito aquilo.
�guas passadas.
Vamos. Sigam o mestre.
E n�o reparem na bagun�a.
Acho que traz personalidade ao lugar.
Mas como minha m�e costumava dizer, muita bagun�a � apenas bagun�a.
Cacete!
Que garoto assustado.
E aquele � o meu irm�o Bo.
- N�o liguem para ele. - Ol�.
- Desculpa por interromper... - Voc� disse que morava sozinha.
Bem, eu disse porque o Bo n�o fala muito hoje em dia,
desde o acidente.
C�us, ele costumava ser t�o chato.
Entr�vamos nas brigas mais loucas.
Ele ficava tipo...
E eu ficaria tipo...
E a gente...
E agora ele � calado igual um ratinho.
Nada como essas crian�as barulhentas aqui embaixo, n�o �?
� aqui que fazemos todo o nosso treinamento.
E esta � a nossa mesa de tosa,
ou como Frederic gosta de cham�-la, a sala do p�nico.
Brincadeira.
Ele � um bom rapaz. S� � um pouco danadinho.
E aqui � onde temos nosso tempo de brincadeiras no ch�o.
� apenas para brincar e socializar.
- E o que � tudo isso? - Esse � o meu cantinho de artesanato.
� assim que mantenho todos os meus beb�s vivos e no meu cora��o.
O que tem ali atr�s?
Bem, aqui � o fim da linha.
� onde ficam as crian�as travessas,
como aquelas que invadem o espa�o pessoal das pessoas
e fazem perguntas grosseiras,
como voc�s dois.
- E como ele. - Socorro.
N�o, n�o.
Stuart.
Meu Deus.
- Por favor. - N�o.
Cachorro mau.
Lata.
- Por favor. J� chega. - Lata!
Mais alto!
Pronto, Julius. Est� tudo bem.
Voc� est� s�o e salvo agora.
Esses malditos humanos n�o podem mais machucar voc�.
Venha aqui, querido.
Que bom menino.
Vamos l�.
Obrigada por ligar para Doggy Dreamhouse,
onde os sonhos dos seus c�ezinhos viram realidade.
Por favor, deixe uma mensagem detalhada ap�s o bipe e tenha um au-timo dia.
N�o sei se algu�m est� recebendo essas mensagens,
mas, novamente, aqui � Miles da Humanos Contra a Crueldade Animal.
Estou procurando dois membros de nossa equipe.
Por favor, ligue de volta para 555-0172
assim que receber esta mensagem.
Eu realmente n�o quero ter que envolver a pol�cia.
Obrigado.
Ent�o, hoje foi um dia emocionante.
Bo conseguiu exumar a doce Cynthia e o Marcus do cemit�rio nos fundos.
Aqui est�o eles em seus melhores momentos.
E aqui est� meu malandro, Abraham.
Olha ele a�.
Estou super animada para mostrar a voc�s o progresso que Abraham est� tendo.
Ele est� quase voltando a ser aquele velho rabugento.
Sim.
Bo amava o Abraham.
N�o amava, Bo?
Pois �, eles eram unha e carne.
Mas antes de chegarmos ao nosso futuro formando,
s� queria mostrar a voc�s que temos algumas �timas pe�as aqui
para ajudar nossos novos residentes a fazerem sua transi��o perfeitamente.
Falando no diabo.
E ele tem sido um diabinho, n�o �?
Sim, sem d�vida, ele � o mais travesso dos nossos dois novos alunos.
Marcus, n�o � assim que bons meninos pedem petiscos.
- Por favor. - N�o!
"Por favor" � uma express�o que humanos usam quando fingem ser bonzinhos.
Cachorros bonzinhos s�o s� bonzinhos.
Calma, calma.
� hora do Marcus dormir.
Bom garoto.
Muito bem.
E bem aqui, temos Cynthia.
Cynthia, o que me diz?
N�o, mais. Fale.
Boa garota, muito bem.
Algu�m merece um petisco por ser uma boa garota.
Aqui est�. D� a patinha.
Bom trabalho.
Aqui est�.
N�o se preocupe.
O incha�o diminuir� logo.
E ent�o a hora do petisco ser� s� uma hora boa.
S� precisa se adaptar.
Foi o que tive que fazer quando meu marido morreu.
Tive que me adaptar.
Bo, precisamos aprontar o Marcus.
N�o. Cachorro malvado.
Bo, pegue o pano.
Certo, voltamos.
E estou muito animada para lhes mostrar isto.
Marcus finalmente tem uma patinha decente.
Para cumprimentar as pessoas, se um dia aprender a fazer isso.
E � melhor que aprenda, porque o Marcus era muito bom nisso.
E essas s�o as almofadas das patas.
Vai facilitar para ele andar por a� com os p�s e as m�os.
E agora que ele est� sendo um belo dorminhoco,
� hora de arrumar o focinho dele.
E esses mastigadores ser�o �teis para ele mastigar a comida
e proteger a mam�e, assim que o incha�o diminuir.
Ent�o colocaremos aquele lindo narizinho, para ele poder dar beijinhos de esquim�.
BEM-VINDOS � DOGGY DREAMHOUSE
Estamos aqui na casa da mulher da taxidermia.
- Chamaremos a pol�cia... - Mas policiais s�o fascistas.
Cara, deixa comigo.
Vem, vamos nessa.
Parece que seus amigos est�o aqui.
Isso foi �pico.
Gravou isso?
Os humanos s�o t�o brutos, assim como voc� era.
Socorro, socorro.
- Socorro. - N�o.
Cachorro feio. Feio.
Feio!
Onde est� o terceiro?
Socorro!
Pessoal, juro que acabei de ouvir a Angela.
- Socorro! - Porra.
- � ela. - Socorro!
Continue filmando.
Vamos, porra.
Porra. O que � isso?
Aqui.
Que porra era aquilo?
Stuart?
Caralho, Angela!
Meu Deus.
Que porra � essa?
Sinto muito, estamos fechados hoje.
Quem � voc�?
Sou a nova mam�e dela.
E voc�s est�o invadindo.
Garotos.
- Que merda � aquela? - Gary.
Abraham, oi!
A mam�e precisa da sua ajuda agora.
Meu Deus.
Peguem!
Bom garoto, Gary.
Quer um petisco?
Abra a boca.
Muito bem.
Que garoto bonzinho.
�.
A mam�e te ama.
A INVAS�O DOS DISCOS VOADORES Nos anos 1950,
provavelmente por causa da Guerra Fria,
o ponto de vista dominante era o de alien�genas como invasores.
O que ganhou popularidade nos anos 1930
pelo grande Orson Welles.
A verossimilhan�a era tanta que algumas pessoas aparentemente acreditavam nisso.
� divertido ser um pouco malandro. N�s mesmos fizemos isso.
O mundo achou que era real,
e a Boston Dynamics recebeu amea�as de morte por nossa causa.
Parte de uma filmagem assim, mesmo quando exposta,
nunca convence os verdadeiros cr�dulos.
Orson n�o queria enganar, ele s�...
queria persuadir.
Orson queria fazer um drama que fosse t�o emocionante
que voc� esquecesse por um momento o que estava ouvindo
e essa resposta de medo sa�sse de voc�.
Isso � o que o melhor terror faz.
O deserto de Mojave � um conhecido ponto de OVNIs,
desde antes do famoso Incidente de Mojave, em 21 de outubro de 1989,
quando nove luzes surgiram no c�u
e transformaram a viagem de um casal em um pesadelo terr�vel,
quando Elise e...
Tom Gifford. Elise e Tom Gifford.
Elise e Tom Gifford.
Quando Elise e Tom Gifford foram presos em sua van por criaturas n�o humanas.
Tamb�m � um conhecido ponto de OVNIs muito antes de George Van Tassel...
Porra.
Antes de George Van Tassel, escritor, engenheiro e uf�logo,
construir o Integratron, a 30 km...
Vinte e sete quil�metros.
Construir Integratron, a 27 km de Joshua Tree,
para usar energias sobrenaturais que ele jura ter visto pela �rea.
E semana passada, luzes reapareceram no deserto da Calif�rnia,
nos lembrando de que n�o estamos sozinhos. Porra.
Certo, voc� disse que viu as luzes.
Eu vi. Elas come�aram ali, depois foram para l�.
Todas perfeitamente espa�adas, eram tr�s.
Elas vieram e sumiram muito r�pido.
Por quanto tempo voc� as viu?
Uns 10 ou 15 minutos, no m�ximo.
Para qual emissora voc� trabalha mesmo?
Isso � um document�rio. N�o sou afiliada a nenhum canal.
Achei que tinha me dito que era rep�rter.
Eu tamb�m vi as luzes. Por ali!
Havia umas seis luzes brilhantes no c�u.
A menor se separou.
Pousou em algum lugar l� atr�s.
Eu sa�, fui atr�s dela,
e vi v�rias pequenas pegadas alien�genas.
Tenho um amigo por l�, o Bubba.
Bubba Quails.
Ele � tipo um desses sobrevivencialistas.
Ele disse que estavam l� reunindo animais.
Que tipo de animais?
Temos todos os tipos de animais aqui.
Esquilos,
iguanas, tartarugas,
aranhas, temos de tudo.
Seu amigo viu isso mesmo?
Ele teve uma vis�o.
Tipo, ele viu visualmente?
N�o, tipo uma daquelas vis�es.
Sabe, vis�es espirituais.
Ela disse que come�ou com duas luzes, e ent�o viraram seis.
E ent�o todas voaram, exceto uma.
N�o faziam som nenhum.
Elas foram para o meu quarto.
Espera, quem foi para o seu quarto?
As pessoas das sombras. Tentaram pegar o Buttons.
Que Buttons?
Meu hamster.
Ent�o, elas n�o pegaram o Buttons?
N�o, disse para n�o pegarem, ent�o n�o pegaram.
A� cantaram uma m�sica para mim.
Com depoimentos de testemunhas e reportagens do Desert News,
e n�o acredito que isso ainda n�o virou not�cia,
considerando termos mais de 20 testemunhas oculares,
passarei a semana em seis acampamentos no caminho das luzes.
Quando falamos de extraterrestres aqui, consideramos a dist�ncia que viajariam.
Digamos que venham de Proxima Centauri,
a estrela mais pr�xima, quase nossa vizinha na gal�xia.
Ela est� a quatro anos-luz de dist�ncia.
Como chegariam aqui e como � viajar quase na velocidade da luz?
Porque, por meios convencionais, n�o d� para viajar na velocidade da luz.
Por isso f�sicos gostam tanto de buracos de minhoca e velocidade de dobra.
Mas digamos que podemos acelerar para 99,9% da velocidade da luz
e desacelerar instantaneamente, sem destruir a nave
ou morrer no processo.
Para todos na Terra, ter�o se passado quatro anos,
mas para voc�, essa viagem dura apenas duas semanas.
Agora digamos que voc� esteja mais longe, por�m ainda perto de n�s.
Por exemplo, em Andr�meda.
Voc� viver� uma viagem de cerca de 28 anos,
mas todos na Terra envelhecer�o 2,5 milh�es de anos.
N�o � pouca coisa.
Merda, merda, merda.
Caramba! Ser� que eu filmei?
Vou rebobinar e ver se filmei.
Parab�ns pra voc�
Parab�ns pra voc�
N�o consegui filmar.
Apenas algumas luzes.
Pode ter sido um avi�o.
E acho que gravei em cima de uma coisa que n�o era exatamente minha inten��o.
Pode falar, Steven.
Motivo n�mero 85 do porqu� a Haley � uma p�ssima m�e.
Haver� outros anivers�rios.
Vejam essas luzes flutuantes. Elas ficam piscando sem parar.
E tem seis delas.
N�o sei explicar isso. Vou tentar o seguinte.
Esta c�mera possui infravermelho.
Verei se consigo captar um pouco mais de luz com ela.
Vamos l�.
Meu Deus.
Isso � incr�vel.
Desapareceu completamente.
Vou tentar acompanhar.
Chupa essa, Steve e Stanford.
Estou seguindo as luzes no c�u. Conseguimos, querida.
Isso a�!
Acho que foi aqui onde pousaram.
N�o estou captando nada no IV, vamos tentar a luz vis�vel.
Pronto.
Tem algo ali.
Estou vendo...
Acho que estou vendo uma luz distante.
N�o parece estar me acompanhando.
Est� logo ali.
Eu n�o consigo ver mais nada.
� s� isso.
L� est�.
Sim.
Veem aquilo?
Vejam isso.
Vou chegar mais perto.
Muito bem.
Acende e apaga em resposta a minha luz.
Tem uma coisa...
Eu s� vou...
Algumas pegadas, talvez.
Eles est�o saindo disso.
� bem grande e reflexivo.
Ele reflete minha luz.
E...
� uma nave espacial?
N�o sei.
Estou me aproximando.
Caramba.
Quero ter uma no��o do tamanho dessa coisa.
Mas eu n�o consigo.
C�us.
Sou eu.
Isso.
A nave est� me refletindo.
Muito bem.
Tem alguns ru�dos ao longe.
Mas parece que n�o tem ningu�m em casa.
Meu Deus.
Ser� que eu entro?
Tudo bem.
Certo.
Beleza.
Aqui vamos n�s.
Parece que � feito de algo tipo uma pele, tem...
Tem alguma coisa nas paredes.
Talvez algum tipo de...
N�o sei.
Parece org�nico.
N�o vejo nenhum assento ou controle em lugar nenhum.
E o ch�o � um pouco mole. N�o sei...
o que estou vendo aqui.
Talvez seja como um exoesqueleto.
E parece que tem fio dental espalhado por toda a nave.
Obviamente, n�o � fio dental,
mas fios de alguma coisa espalhados pelas paredes.
E h� padr�es ou algo assim.
Essa � a coisa mais macabra que j� vi.
� algum tipo de membrana ou algo parecido.
Est� �mido.
E n�o tem cheiro de nada.
Vou tocar em um desses fios e ver o que acontece.
Eu mal encostei nele.
Isso � bastante afiado.
O que � aquilo?
Essa n�o.
N�o, n�o, n�o, n�o.
Merda.
Aquilo curou o meu corte.
Puta merda.
Acho que acabamos de ver os futuros primeiros socorros.
Eles viram a les�o e reagiram a ela com uma nanotecnologia microsc�pica.
Esses filamentos s�o um material not�vel.
Isso me cortou igual manteiga,
mas acho que se voc� tivesse uma pele mais densa, por exemplo�
Porra.
N�o.
Desliguei a luz da c�mera.
Vou ligar o infravermelho novamente.
N�o enxergo nada, apenas atrav�s da c�mera.
Seja o que for, aquela c�psula est� brilhando.
Certo.
Ele entrou ali e est� fechado.
Acho que est� dormindo.
H� algum tipo de padr�o nas paredes aqui.
Vou ver se consigo abrir isso.
� lindo.
Por aqui agora.
Eles t�m animais aqui.
Isso parece um polvo.
Aqui temos uma aranha.
Acho que eles n�o t�m uma f�rmula para humanos.
Talvez seja para algum tipo de lagarto ou p�ssaro.
Parece que isso est� cheio com uma gosma que provoca uma esp�cie de �xtase.
Deve ser para viagens de longa dist�ncia, para mant�-los seguros.
28 anos at� Andr�meda � muito tempo.
As luzes come�aram a pulsar.
Acho que chegou a hora de sair daqui.
Droga. Cad� a porta?
N�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o.
Meu Deus. N�o.
Para onde foi a porta?
Estava bem aqui.
Que merda.
Esse som parece ser algum tipo de contagem regressiva.
N�o, n�o, n�o, n�o, n�o.
Por favor, n�o.
Acho que eles fizeram o melhor que puderam no meu bra�o.
Parece que foi apenas o impulso inicial para entrar em �rbita.
A for�a foi inacredit�vel.
Talvez seja por isso que o piloto e os animais
precisem estar em �xtase constante.
Eu nunca senti nada parecido.
A tecnologia necess�ria para entrar em hipervelocidade...
Deve ser impressionante.
Acho que precisam de prote��o e suporte � vida
apenas para proteger do calor e da radia��o.
�...
Meu Deus.
Para onde estamos indo?
Por favor, j� chega.
O que realmente me fascina nessas coisas � o que as pessoas acreditam.
Claro, o grande mist�rio, � o que aconteceu com o filho mais velho.
Ele desapareceu.
O im�vel ficou vazio e abandonado.
Ent�o, tudo foi vendido.
A casa foi transformada em museu,
gerido conjuntamente por diferentes ag�ncias municipais e locais.
Provavelmente, essas fitas de v�deo foram juntadas com todos os bens
e vendidas em leil�o.
Em quest�es incertas ou controversas,
cada evid�ncia vai funcionar quase como um espelho
para o pr�prio indiv�duo.
Quando estiver pronto.
Como qualquer outra prova,
os negacionista v�o dizer: "caramba, �timo trabalho de maquiagem".
E os cr�dulos dir�o: "caso encerrado".
- Ren. - L� vem ele.
Olha.
OS CINEASTAS COMBINARAM OS DOIS �NGULOS DE C�MERA
A PARTIR DAS FITAS VHS ROTULADAS COMO "PROVA UM" E "PROVA DOIS".
� uma forma humanoide.
Ele est� arrancando algo do filho mais velho.
Isso s�o ovos alien�genas, talvez.
Parece que ele est� filmando.
Essa � a c�mera de uma sonda?
� grotesco.
Beleza.
Real ou n�o, estou bastante desconfort�vel.
Foi bem nojento.
Isso tem que ser analisado, verificado.
Agora o verdadeiro trabalho come�a.
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