Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
The Name of The Rose Episode 4
Absolvo-o dos seus pecados.
Toque o sino.
Morreu afogado, n�o h� d�vidas.
Rosto inchado, barriga r�gida.
Mas n�o foi afogado por outra pessoa.
Se fosse assim, teria reagido ao assassino.
Estava arrumado e limpo.
Como se Berengar tivesse colocado �gua na banheira
e deitado por livre vontade.
Isto n�o me surpreende. Berengar tinha epilepsia.
Ele pode ter ido tomar banho ontem para relaxar.
Na noite anterior.
Porque este corpo ficou submerso pelo menos um dia.
Ele era de natureza fr�gil.
Encontrei uma coisa no h�bito dele.
As minhas desculpas.
Eu pr�prio os experimentei.
S�o seus, n�o s�o?
Deus seja louvado!
Resolvemos dois problemas.
Recuperei as minhas lentes
e agora sei, com toda a certeza, que foi o Berengar
que nos atacou na outra noite no Scriptorium.
Em todo o caso, antes de vir aqui, ele foi a outro lugar
porque o livro de Venantius n�o estava na casa dos banhos.
O que ele roubou junto com as minhas lentes.
Severinus, acredita que a doen�a dele
o fez perder a consci�ncia e afogar-se?
� poss�vel, mas veja isto.
Nos dedos dele esteve algo pequeno ou longo e fino.
A l�ngua est� preta, como a de Venantius.
Isto quer dizer que ele e o Venantius
apanharam algo, colocaram na boca,
e ingeriram, sabendo o que estavam a fazer.
- Uma comida ou uma bebida. - Talvez.
Ou um instrumento musical.
- Como uma flauta. - Que absurdo.
Claro que �, mas n�o devemos desconsiderar nenhuma hip�tese.
Sabe?
Num lugar secreto da biblioteca,
h� livros sobre necromancia,
magia negra e receitas diab�licas.
Esperava encontrar uma descri��o daquele veneno
- e as suas fun��es, mas... - Falou isso com o Malachia.
Com ele, com toda a certeza.
E talvez tamb�m com o Berengar.
Outros monges estavam presentes quando falei.
Por vezes o Scriptorium fica muito cheio.
Estamos a trabalhar na hip�tese do Berengar e Venantius
terem tocado o mesmo veneno.
Mas n�o sabemos o que �, se foi roubado daqui,
e porque � que lhe tocaram.
E nem sabemos se foi essa subst�ncia que tocaram
que os levou � morte.
Imagine.
Um louco que mata todos que tocam no p� de ouro.
Interceda por mim.
Imploro-lhe.
N�o h� um fim para isto tudo?
A delega��o papal acaba de chegar.
O Arcebispo de Zaragoza, Pedro Lopez de Luna.
Monsenhor Eudes, Bispo de Carpentras.
Conde Roberto de Provence.
Sua Excel�ncia, Guillaume de Mazan.
E os irm�os dominicanos.
� um prazer conhec�-los a todos.
Os meus irm�os Franciscanos devem chegar a qualquer momento.
- Ent�o o Debate pode come�ar. - Duvido muito disso.
O que quer dizer?
Durante as nossas viagens,
recebemos uma mensagem de Avignon.
Sua Santidade est� a enviar Bernard Gui.
Eles t�m uma escolta armada.
Porqu�?
Porqu� Bernard Gui, dentre todos?
E acompanhado por soldados.
Todos conhecemos o prest�gio de Bernard Gui.
Em quest�es de heresia e estudos teol�gicos.
Sua Santidade foi avisada
sobre o regresso da praga herege nos vales ao redor da abadia.
A presen�a de soldados num debate teol�gico
n�o � um sinal de boa vontade.
Nem de neutralidade.
Os soldados n�o ser�o uma amea�a aos Franciscanos.
N�o vai morrer. Pois n�o, pai?
N�o, nunca morrerei.
Nunca morrerei, Anna.
- Promete? - Prometo.
O teu pai, o escolhido, nunca morrer�.
Nunca.
Estar� sempre no teu cora��o e na tua mente.
E vais continuar a vida que ele iniciou.
Luta.
N�o te tornes honesta amanh�, mas hoje, Anna, hoje.
N�o tenhas medo.
N�o me traias.
Faz isso e entender�s
o melhor mundo pelo qual lutamos.
O sino!
A igreja chama-nos.
Vamos. O sino est� a soar. Vamos.
N�o vou. V� voc� � igreja.
Salvatore, n�o.
N�o vou rezar para Berengar. Ele n�o merece ora��es.
N�o o vou deixar, Remigio.
A minha alma � sua.
- A minha alma, a sua alma. - Pare com essa blasf�mia.
Sou o seu c�o.
Sou o seu c�o. O seu c�o.
Sou o seu c�o.
Bom c�o.
Bom c�o.
Bom c�o.
Vem!
Disse para vires.
Olhem. O Martino trouxe o seu c�o.
Ladra!
Agora mija.
Disse para mijares!
Bom c�o.
Bom c�o.
Penitencia-te.
Estejam avisados, ricos e poderosos
que j� possuem tudo.
Sabem bem que Deus n�o est� do vosso lado.
Estejam avisados, v�s que est�o cheios agora,
porque v�s conhecer�o a fome.
Estejam avisados, v�s que riem hoje,
porque experimentar�o a dor, afli��o e desespero.
Levem-no.
N�o! N�o!
Ele n�o! Ele n�o!
Se quiser ver o seu filho vivo,
dar�o dez imperiali �s fam�lias que trabalham nas vossas terras.
Est�o esfomeados. E se n�o pagarem,
devolverei o rapaz...
Em peda�os.
Quer servir dois mestres?
Deus e Mamon? � imposs�vel.
A sua mente est� podre.
Se o exemplo de S�o Francisco
n�o � suficiente para mud�-los,
ent�o esta � a �nica sa�da.
Penitencia-te!
Martino! Martino!
N�o mate, por favor. Por favor, n�o mate.
Levante-se.
Para si.
V�?
A vida � uma cebola.
Cebola � vida.
A vida � como uma cebola. Cebola.
Abre...
Abre...
Abre...
Abre...
Come.
Vida.
E depois,
nada, nada, nada.
Cale-se agora.
C�o fil�sofo.
O veneno tem�vel que d� purifica��o.
Uma verdade diferente.
Uma imagem diferente da verdade.
Diga o contr�rio do que se acredita.
Diga uma coisa e entenda outra.
Para eles, as cigarras v�o cantar...
do ch�o.
Soa como as palavras de um louco.
Sim, talvez. Sem d�vida, foram escritas por Venantius,
e encontradas no final do livro roubado da Finis Africae.
Mas aconteceu alguma coisa.
Ou sentiu-se mal ou por ter ouvido algu�m,
guardou o livro, e ent�o...
E ent�o foi para a cozinha.
Onde encontrou o seu assassino.
Esta p�gina � �nico ponto de partida inicial
para reconstruir a natureza deste livro misterioso.
Somente a partir da natureza daquele livro
podemos inferir a natureza do assassino.
Qualquer crime cometido por um objecto,
a natureza do objecto d�-nos uma ideia,
de qual � a natureza do assassino.
Temos de saber o que h� no livro
que roubaram debaixo do nosso nariz.
Remigio insinuou que uma estranha cumplicidade
o mant�m ligado ao Malachia.
Malachia poderia ter escondido na Finis Africae
um texto her�tico perigoso que Remigio confiou a ele?
Ent�o a resposta pode estar na sala proibida
que chamam de Finis Africae.
Como chegamos a ela sem nos perdermos no labirinto?
H� oito torres,
cada uma com uma sala de sete lados e uma janela exterior.
As paredes entre as torres t�m duas janelas arqueadas.
E h� oito salas de cinco lados.
Existem outras salas de cinco lados que rodeiam o po�o octogonal
cada uma com uma janela interna.
- Duas de cada lado ent�o... - Dezasseis no total.
E temos as salas de cinco e sete lados sem nenhuma janela.
- Doze de cada lado... 24 - 24.
Somar 8+8+16+24...
56. Tem a certeza?
- Tem simetria absoluta! - Sim.
Ent�o, porque � t�o dif�cil orientarmos?
Porque o que n�o corresponde a uma l�gica matem�tica
� o arranjo das aberturas.
Algumas salas levam a outras,
algumas a s� uma, e h� as salas cegas
que n�o permitem ir a nenhum lado.
- Talvez tenham paredes falsas. - Que escondem as escadas.
- Al�m disso, h� a falta de luz. - Confus�o m�xima.
Obtida com o m�ximo de ordem.
Ent�o, como nos orientaremos?
Vamos marcar nesta planta as salas que passarmos
e a localiza��o das portas e paredes.
- As sem aberturas. - Saberemos qual ser� o caminho.
Cada sala ser� marcada com uma letra do alfabeto.
Juntas, eles mostram um texto que devemos descobrir.
Onde o texto come�a?
H� um pergaminho maior que os outros e...
- Com as frases em vermelho! - Elas s�o muitas.
Marcar� as primeiras letras dos versos que aparecerem,
e como bom miniaturista,
deixar� as letras vermelhas maiores.
Como pode ter resolvido o mist�rio da biblioteca
a olhar de fora e n�o soube resolver do lado de dentro?
Deus conhece o mundo porque ele concebeu a sua mente
a olhar de fora antes de cri�-lo.
N�o sabemos a regra porque vivemos dentro dele
e j� o encontr�mos feito.
Lembre-se, o quarto cr�nio � direita.
N�o � o primeiro � esquerda?
Empurre os olhos!
O abade disse desde o in�cio
que a biblioteca n�o deveria ser tocada.
Pode ser que ele esteja envolvido,
e percebeu que o esc�ndalo est� a espalhar-se
e n�o quer que a verdade seja descoberta
ou n�o quer que seja eu que a descubra.
Ent�o estamos num lugar abandonado por Deus.
J� encontrou um lugar onde Deus se sentiria em casa?
Sala de sete lados.
A escada escondida deve estar do outro lado desta sala.
Disse para virar s� � direita.
Disse, n�o disse?
Cubra a boca.
Cuidado com os livros!
Aqui! Aqui! Calma, devagar!
Tem a certeza que a Finis Africae est� no �ltimo andar?
As salas da biblioteca s�o classificadas de acordo
com o pa�s de origem e o conte�do.
O Finis Africae � onde o mundo conhecido termina.
Isidoro de Sevilha. Origines.
As bases...
De toda a nossa cultura.
Bem aqui.
"O amor n�o nasce como uma doen�a".
"Mas torna-se doen�a quando, n�o estando satisfeito,
torna-se um pensamento obsessivo".
"O resultado �...
Um movimento cont�nuo das p�lpebras,
respira��o irregular e um pulso acelerado".
O Livro de �ptica de Alhazen!
Pensava que estava perdido.
Dez anos!
Escreveu-o entre 1011 e 1021, em �rabe.
Mais tarde, ele traduziu-o.
Em latim.
Devemos estar no caminho certo.
N�o se esque�a de escrever a primeira letra
dos pergaminhos acima de cada passagem.
"O".
"O".
"L", "E", "O".
"O nome dele � morte."
"N". "Nomen".
"E".
"Aqui eu vim como um ladr�o."
- Os monges mortos. - Os monges mortos.
Quem vagueia, com curiosidade.
Os livros n�o devem ser acreditados
mas ser o assunto de uma investiga��o.
Aqui, mestre.
N�o � humano.
- Acha que vem dali de tr�s? - Sim.
Deve haver um mecanismo nalgum lugar por aqui.
� s� o vento a passar pela m�quina.
� assim que assustam quem tenta descobrir
o segredo do Finis Africae.
"Super thronos viginti quatuor".
Estamos na ante-sala do Finis Africae.
- N�o estamos? - � o "S" de "leones".
"Hic sunt leones", aqui est�o os le�es.
O fim do mundo conhecido.
O fim da �frica.
"Secretum finis Africae"
"manus supra idolum idade primum
et septimum de quatuor".
Venantius escreveu em latim, mas ele pensou em grego.
E em grego, "idolum" significa
"fantasma", mas tamb�m "imagem".
O espelho reflecte as nossas imagens.
E "supra idolum" poderia significar
"al�m do espelho".
Talvez, precisemos posicionar
num �ngulo que nos permita ver
um reflexo no espelho que corresponda
� descri��o do Venantius.
Adso!
Olhe!
"Super thronos viginti quatuor".
- O espelho pode ser a porta. - O espelho � a porta.
Os sinos da manh�.
Malachia vai abrir a torre!
Est� na hora de sairmos daqui.
- William. - Sim?
J� falo consigo, Malachia.
E as investiga��es?
Sou s� um irm�o que, h� muito tempo,
conduziu algumas investiga��es como Inquisidor.
N�o se descobre a verdade da noite para o dia.
Afinal, que poder me concedeu? Posso entrar na biblioteca?
N�o vejo liga��o entre os crimes e a biblioteca.
Adelmo era um miniaturista,
Venantius era tradutor, e Berengar, bibliotec�rio.
Vendo assim, todos os 60 monges t�m la�os com a biblioteca,
assim como t�m com a igreja. Tamb�m quer investigar a igreja?
Irm�o William, est� a investigar a meu pedido
e dentro dos limites que estabeleci.
De resto, dentro destas paredes,
sou o �nico mestre, depois de Deus e pela sua gra�a,
e isso tamb�m se aplica a Bernard Gui!
Talvez isso seja uma boa coisa.
Bernard ficar� ocupado com o assassino,
e ter� menos tempo para participar do Debate.
O Bernard ocupar-se em descobrir o assassino
ser� uma afronta � minha autoridade.
Este assunto cegou-me pela primeira vez
a fazer ceder-me o poder dentro destas paredes.
Isto � uma novidade para esta abadia
e farei qualquer coisa para evitar isso.
Mas n�o posso esconder de um homem como Bernard,
o facto de eventos inexplic�veis acontecerem nesta abadia,
e que ainda acontecem.
De contr�rio, assim que ele descobrir
no momento que, Deus nos livre, algo misterioso acontecer,
ele ter� todo o direito de alegar trai��o.
Por favor...
Gostaria de ficar a s�s com ele por um momento.
"Qual a macieira...
"entre as �rvores do bosque,
"tal � o meu amado
"entre os outros homens.
"Desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento
"e o seu fruto � doce ao meu paladar".
"Beije-me ele com os beijos da sua boca
porque melhor � o teu amor do que o vinho".
Meu Berengar...
Meu querido...
Traidor at� ao fim.
Viu, rapaz?
O outro cad�ver tamb�m estava
onde o livro anunciou que estaria.
- Agora esperamos a quarta trombeta. - Porque acha
que a chave desses crimes est� no Livro do Apocalipse?
O Livro de Jo�o oferece a chave para tudo.
Muitos actos de orgulho foram cometidos na biblioteca,
especialmente desde que caiu nas m�os de estrangeiros.
Deus castiga, Deus clareia...
Deus elimina...
At� mesmo as mem�rias.
Alinardo � um homem para ser ouvido.
Sempre que fala, diz algo interessante.
O que diz agora?
Adso, resolver um mist�rio
n�o � como deduzir os princ�pios b�sicos.
Ainda est� longe da solu��o.
Estou perto de uma, mas n�o sei quanto.
N�o tem resposta para as suas perguntas.
Se tivesse, estaria a ensinar Teologia em Paris.
Em Paris eles t�m as respostas certas?
Nunca. Mas s�o conscientes dos seus erros.
- E nunca comete erros. - Sempre,
mas em vez de cometer um, imagino v�rios.
Ent�o n�o sou escravo de ningu�m.
- Reverendo abade. - Irm�o Michael,
- como � bom v�-lo, senhor. - Igualmente.
Rapaz? Rapaz...
- Irm�o William! - Irm�o Michael!
Bem-vindos � abadia, irm�os!
Como � que eles s�o? Descreve-os para mim.
Os h�bitos deles s�o cor de mel, irm�o Jorge.
Como abelhas.
S� que est�o sujos. Sujos como os p�s deles.
Sempre descobertos.
Daremos o nosso melhor para lembrar disso.
S�o Francisco adorava p�ssaros.
Amava muito todas as pequenas criaturas,
mas para dizer a verdade, quando ele estava com fome,
comia como qualquer homem.
Mas era gentil e atencioso,
e teve compaix�o.
Era t�o generoso,
que sorria dos pecados dos homens!
Acabaremos na escurid�o, todos n�s!
Mas o irm�o Jorge, como de costume,
insistiu para chegar l� primeiro.
Alinardo sempre gostou
de gozar com a minha cegueira.
Irm�o Jorge, sabe bem o que � escurid�o!
Calados, os dois...
A idade deveria ter ensinado modera��o e respeito.
Padre, deixe-me apresentar o Adso.
Talvez um dia ele seja Beneditino no convento de Melk.
Por agora, anda � procura do seu cora��o.
Michael de Cesena, o nosso Padre Geral.
Mesmo tendo estudado em Paris,
n�o agradou ao nosso Papa franc�s.
Venha, siga-me.
Funciona, a minha armadilha muito boa!
Estou a ir, rapariga!
N�o te mexas, sen�o magoar�s mais.
Vem, vamos sair daqui! Vamos!
Apoia-te em mim.
N�o... N�o, n�o!
N�o!
Desculpa.
Desculpa.
Ibn Hazm...
Definiu o amor como uma doen�a rebelde
para os doentes que n�o querem ser curados.
Avicena, outro fil�sofo,
n�o pensava no amor como uma doen�a.
Ele disse que se transforma numa doen�a
quando se torna num pensamento obsessivo.
N�o quero ser curado do meu pensamento obsessivo.
Sempre que nos encontramos, vejo-te melhor do que antes.
- "Uelhs", olhos. - "Uelhs", olhos!
Entendo-me em ti
e em mim, tu.
Tu �s tu.
Avicena tamb�m recomendou um m�todo infal�vel
para descobrir se algu�m est� apaixonado.
Pega-se no pulso da pessoa que ama,
para sentir o pulso, a batida card�aca.
- "Cor"? - Cor.
Pega-se no pulso de algu�m apaixonado.
Ent�o diz-se muitos nomes de pessoas do sexo oposto.
At� descobrir qual o nome que faz o cora��o acelerar... "Cor"!
Antonio.
Bartholomeu.
Gabriel.
- Adso. - Adso.
Vejo-te em todo o lado!
Nas p�ginas dos livros, quando fecho os olhos
e quando os abro novamente!
Meu amor...
N�o me toques!
Desculpa...
Desculpa-me... Desculpa-me...
Desculpa-me... Desculpa-me...
Desculpa...
- Desculpa... - Espera, espera.
Tenho uma coisa para ti.
Poemas.
No teu idioma.
Agrada a Deus que a noite nunca acabe...
Voc�! Voc�!
Jovem mestre. Mestre.
Porque estava na floresta?
A rapariga!
V�s...
N�o, n�o, n�o! � bonito, Salvatore, feio.
Mulheres n�o gostam de Salvatore.
N�o gostam. N�o gostam.
Bom dia, irm�o abade!
imfreemozart geeks
www.tvsubtitles.net
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.