All language subtitles for The Name Of The Rose - 1x04 - Episode 4.WebRip.ION10-METCON-AMRAP-NTb.pt

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Original subtitles

The Name of The Rose Episode 4

Absolvo-o dos seus pecados.

Toque o sino.

Morreu afogado, n�o h� d�vidas.

Rosto inchado, barriga r�gida.

Mas n�o foi afogado por outra pessoa.

Se fosse assim, teria reagido ao assassino.

Estava arrumado e limpo.

Como se Berengar tivesse colocado �gua na banheira

e deitado por livre vontade.

Isto n�o me surpreende. Berengar tinha epilepsia.

Ele pode ter ido tomar banho ontem para relaxar.

Na noite anterior.

Porque este corpo ficou submerso pelo menos um dia.

Ele era de natureza fr�gil.

Encontrei uma coisa no h�bito dele.

As minhas desculpas.

Eu pr�prio os experimentei.

S�o seus, n�o s�o?

Deus seja louvado!

Resolvemos dois problemas.

Recuperei as minhas lentes

e agora sei, com toda a certeza, que foi o Berengar

que nos atacou na outra noite no Scriptorium.

Em todo o caso, antes de vir aqui, ele foi a outro lugar

porque o livro de Venantius n�o estava na casa dos banhos.

O que ele roubou junto com as minhas lentes.

Severinus, acredita que a doen�a dele

o fez perder a consci�ncia e afogar-se?

� poss�vel, mas veja isto.

Nos dedos dele esteve algo pequeno ou longo e fino.

A l�ngua est� preta, como a de Venantius.

Isto quer dizer que ele e o Venantius

apanharam algo, colocaram na boca,

e ingeriram, sabendo o que estavam a fazer.

- Uma comida ou uma bebida. - Talvez.

Ou um instrumento musical.

- Como uma flauta. - Que absurdo.

Claro que �, mas n�o devemos desconsiderar nenhuma hip�tese.

Sabe?

Num lugar secreto da biblioteca,

h� livros sobre necromancia,

magia negra e receitas diab�licas.

Esperava encontrar uma descri��o daquele veneno

- e as suas fun��es, mas... - Falou isso com o Malachia.

Com ele, com toda a certeza.

E talvez tamb�m com o Berengar.

Outros monges estavam presentes quando falei.

Por vezes o Scriptorium fica muito cheio.

Estamos a trabalhar na hip�tese do Berengar e Venantius

terem tocado o mesmo veneno.

Mas n�o sabemos o que �, se foi roubado daqui,

e porque � que lhe tocaram.

E nem sabemos se foi essa subst�ncia que tocaram

que os levou � morte.

Imagine.

Um louco que mata todos que tocam no p� de ouro.

Interceda por mim.

Imploro-lhe.

N�o h� um fim para isto tudo?

A delega��o papal acaba de chegar.

O Arcebispo de Zaragoza, Pedro Lopez de Luna.

Monsenhor Eudes, Bispo de Carpentras.

Conde Roberto de Provence.

Sua Excel�ncia, Guillaume de Mazan.

E os irm�os dominicanos.

� um prazer conhec�-los a todos.

Os meus irm�os Franciscanos devem chegar a qualquer momento.

- Ent�o o Debate pode come�ar. - Duvido muito disso.

O que quer dizer?

Durante as nossas viagens,

recebemos uma mensagem de Avignon.

Sua Santidade est� a enviar Bernard Gui.

Eles t�m uma escolta armada.

Porqu�?

Porqu� Bernard Gui, dentre todos?

E acompanhado por soldados.

Todos conhecemos o prest�gio de Bernard Gui.

Em quest�es de heresia e estudos teol�gicos.

Sua Santidade foi avisada

sobre o regresso da praga herege nos vales ao redor da abadia.

A presen�a de soldados num debate teol�gico

n�o � um sinal de boa vontade.

Nem de neutralidade.

Os soldados n�o ser�o uma amea�a aos Franciscanos.

N�o vai morrer. Pois n�o, pai?

N�o, nunca morrerei.

Nunca morrerei, Anna.

- Promete? - Prometo.

O teu pai, o escolhido, nunca morrer�.

Nunca.

Estar� sempre no teu cora��o e na tua mente.

E vais continuar a vida que ele iniciou.

Luta.

N�o te tornes honesta amanh�, mas hoje, Anna, hoje.

N�o tenhas medo.

N�o me traias.

Faz isso e entender�s

o melhor mundo pelo qual lutamos.

O sino!

A igreja chama-nos.

Vamos. O sino est� a soar. Vamos.

N�o vou. V� voc� � igreja.

Salvatore, n�o.

N�o vou rezar para Berengar. Ele n�o merece ora��es.

N�o o vou deixar, Remigio.

A minha alma � sua.

- A minha alma, a sua alma. - Pare com essa blasf�mia.

Sou o seu c�o.

Sou o seu c�o. O seu c�o.

Sou o seu c�o.

Bom c�o.

Bom c�o.

Bom c�o.

Vem!

Disse para vires.

Olhem. O Martino trouxe o seu c�o.

Ladra!

Agora mija.

Disse para mijares!

Bom c�o.

Bom c�o.

Penitencia-te.

Estejam avisados, ricos e poderosos

que j� possuem tudo.

Sabem bem que Deus n�o est� do vosso lado.

Estejam avisados, v�s que est�o cheios agora,

porque v�s conhecer�o a fome.

Estejam avisados, v�s que riem hoje,

porque experimentar�o a dor, afli��o e desespero.

Levem-no.

N�o! N�o!

Ele n�o! Ele n�o!

Se quiser ver o seu filho vivo,

dar�o dez imperiali �s fam�lias que trabalham nas vossas terras.

Est�o esfomeados. E se n�o pagarem,

devolverei o rapaz...

Em peda�os.

Quer servir dois mestres?

Deus e Mamon? � imposs�vel.

A sua mente est� podre.

Se o exemplo de S�o Francisco

n�o � suficiente para mud�-los,

ent�o esta � a �nica sa�da.

Penitencia-te!

Martino! Martino!

N�o mate, por favor. Por favor, n�o mate.

Levante-se.

Para si.

V�?

A vida � uma cebola.

Cebola � vida.

A vida � como uma cebola. Cebola.

Abre...

Abre...

Abre...

Abre...

Come.

Vida.

E depois,

nada, nada, nada.

Cale-se agora.

C�o fil�sofo.

O veneno tem�vel que d� purifica��o.

Uma verdade diferente.

Uma imagem diferente da verdade.

Diga o contr�rio do que se acredita.

Diga uma coisa e entenda outra.

Para eles, as cigarras v�o cantar...

do ch�o.

Soa como as palavras de um louco.

Sim, talvez. Sem d�vida, foram escritas por Venantius,

e encontradas no final do livro roubado da Finis Africae.

Mas aconteceu alguma coisa.

Ou sentiu-se mal ou por ter ouvido algu�m,

guardou o livro, e ent�o...

E ent�o foi para a cozinha.

Onde encontrou o seu assassino.

Esta p�gina � �nico ponto de partida inicial

para reconstruir a natureza deste livro misterioso.

Somente a partir da natureza daquele livro

podemos inferir a natureza do assassino.

Qualquer crime cometido por um objecto,

a natureza do objecto d�-nos uma ideia,

de qual � a natureza do assassino.

Temos de saber o que h� no livro

que roubaram debaixo do nosso nariz.

Remigio insinuou que uma estranha cumplicidade

o mant�m ligado ao Malachia.

Malachia poderia ter escondido na Finis Africae

um texto her�tico perigoso que Remigio confiou a ele?

Ent�o a resposta pode estar na sala proibida

que chamam de Finis Africae.

Como chegamos a ela sem nos perdermos no labirinto?

H� oito torres,

cada uma com uma sala de sete lados e uma janela exterior.

As paredes entre as torres t�m duas janelas arqueadas.

E h� oito salas de cinco lados.

Existem outras salas de cinco lados que rodeiam o po�o octogonal

cada uma com uma janela interna.

- Duas de cada lado ent�o... - Dezasseis no total.

E temos as salas de cinco e sete lados sem nenhuma janela.

- Doze de cada lado... 24 - 24.

Somar 8+8+16+24...

56. Tem a certeza?

- Tem simetria absoluta! - Sim.

Ent�o, porque � t�o dif�cil orientarmos?

Porque o que n�o corresponde a uma l�gica matem�tica

� o arranjo das aberturas.

Algumas salas levam a outras,

algumas a s� uma, e h� as salas cegas

que n�o permitem ir a nenhum lado.

- Talvez tenham paredes falsas. - Que escondem as escadas.

- Al�m disso, h� a falta de luz. - Confus�o m�xima.

Obtida com o m�ximo de ordem.

Ent�o, como nos orientaremos?

Vamos marcar nesta planta as salas que passarmos

e a localiza��o das portas e paredes.

- As sem aberturas. - Saberemos qual ser� o caminho.

Cada sala ser� marcada com uma letra do alfabeto.

Juntas, eles mostram um texto que devemos descobrir.

Onde o texto come�a?

H� um pergaminho maior que os outros e...

- Com as frases em vermelho! - Elas s�o muitas.

Marcar� as primeiras letras dos versos que aparecerem,

e como bom miniaturista,

deixar� as letras vermelhas maiores.

Como pode ter resolvido o mist�rio da biblioteca

a olhar de fora e n�o soube resolver do lado de dentro?

Deus conhece o mundo porque ele concebeu a sua mente

a olhar de fora antes de cri�-lo.

N�o sabemos a regra porque vivemos dentro dele

e j� o encontr�mos feito.

Lembre-se, o quarto cr�nio � direita.

N�o � o primeiro � esquerda?

Empurre os olhos!

O abade disse desde o in�cio

que a biblioteca n�o deveria ser tocada.

Pode ser que ele esteja envolvido,

e percebeu que o esc�ndalo est� a espalhar-se

e n�o quer que a verdade seja descoberta

ou n�o quer que seja eu que a descubra.

Ent�o estamos num lugar abandonado por Deus.

J� encontrou um lugar onde Deus se sentiria em casa?

Sala de sete lados.

A escada escondida deve estar do outro lado desta sala.

Disse para virar s� � direita.

Disse, n�o disse?

Cubra a boca.

Cuidado com os livros!

Aqui! Aqui! Calma, devagar!

Tem a certeza que a Finis Africae est� no �ltimo andar?

As salas da biblioteca s�o classificadas de acordo

com o pa�s de origem e o conte�do.

O Finis Africae � onde o mundo conhecido termina.

Isidoro de Sevilha. Origines.

As bases...

De toda a nossa cultura.

Bem aqui.

"O amor n�o nasce como uma doen�a".

"Mas torna-se doen�a quando, n�o estando satisfeito,

torna-se um pensamento obsessivo".

"O resultado �...

Um movimento cont�nuo das p�lpebras,

respira��o irregular e um pulso acelerado".

O Livro de �ptica de Alhazen!

Pensava que estava perdido.

Dez anos!

Escreveu-o entre 1011 e 1021, em �rabe.

Mais tarde, ele traduziu-o.

Em latim.

Devemos estar no caminho certo.

N�o se esque�a de escrever a primeira letra

dos pergaminhos acima de cada passagem.

"O".

"O".

"L", "E", "O".

"O nome dele � morte."

"N". "Nomen".

"E".

"Aqui eu vim como um ladr�o."

- Os monges mortos. - Os monges mortos.

Quem vagueia, com curiosidade.

Os livros n�o devem ser acreditados

mas ser o assunto de uma investiga��o.

Aqui, mestre.

N�o � humano.

- Acha que vem dali de tr�s? - Sim.

Deve haver um mecanismo nalgum lugar por aqui.

� s� o vento a passar pela m�quina.

� assim que assustam quem tenta descobrir

o segredo do Finis Africae.

"Super thronos viginti quatuor".

Estamos na ante-sala do Finis Africae.

- N�o estamos? - � o "S" de "leones".

"Hic sunt leones", aqui est�o os le�es.

O fim do mundo conhecido.

O fim da �frica.

"Secretum finis Africae"

"manus supra idolum idade primum

et septimum de quatuor".

Venantius escreveu em latim, mas ele pensou em grego.

E em grego, "idolum" significa

"fantasma", mas tamb�m "imagem".

O espelho reflecte as nossas imagens.

E "supra idolum" poderia significar

"al�m do espelho".

Talvez, precisemos posicionar

num �ngulo que nos permita ver

um reflexo no espelho que corresponda

� descri��o do Venantius.

Adso!

Olhe!

"Super thronos viginti quatuor".

- O espelho pode ser a porta. - O espelho � a porta.

Os sinos da manh�.

Malachia vai abrir a torre!

Est� na hora de sairmos daqui.

- William. - Sim?

J� falo consigo, Malachia.

E as investiga��es?

Sou s� um irm�o que, h� muito tempo,

conduziu algumas investiga��es como Inquisidor.

N�o se descobre a verdade da noite para o dia.

Afinal, que poder me concedeu? Posso entrar na biblioteca?

N�o vejo liga��o entre os crimes e a biblioteca.

Adelmo era um miniaturista,

Venantius era tradutor, e Berengar, bibliotec�rio.

Vendo assim, todos os 60 monges t�m la�os com a biblioteca,

assim como t�m com a igreja. Tamb�m quer investigar a igreja?

Irm�o William, est� a investigar a meu pedido

e dentro dos limites que estabeleci.

De resto, dentro destas paredes,

sou o �nico mestre, depois de Deus e pela sua gra�a,

e isso tamb�m se aplica a Bernard Gui!

Talvez isso seja uma boa coisa.

Bernard ficar� ocupado com o assassino,

e ter� menos tempo para participar do Debate.

O Bernard ocupar-se em descobrir o assassino

ser� uma afronta � minha autoridade.

Este assunto cegou-me pela primeira vez

a fazer ceder-me o poder dentro destas paredes.

Isto � uma novidade para esta abadia

e farei qualquer coisa para evitar isso.

Mas n�o posso esconder de um homem como Bernard,

o facto de eventos inexplic�veis acontecerem nesta abadia,

e que ainda acontecem.

De contr�rio, assim que ele descobrir

no momento que, Deus nos livre, algo misterioso acontecer,

ele ter� todo o direito de alegar trai��o.

Por favor...

Gostaria de ficar a s�s com ele por um momento.

"Qual a macieira...

"entre as �rvores do bosque,

"tal � o meu amado

"entre os outros homens.

"Desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento

"e o seu fruto � doce ao meu paladar".

"Beije-me ele com os beijos da sua boca

porque melhor � o teu amor do que o vinho".

Meu Berengar...

Meu querido...

Traidor at� ao fim.

Viu, rapaz?

O outro cad�ver tamb�m estava

onde o livro anunciou que estaria.

- Agora esperamos a quarta trombeta. - Porque acha

que a chave desses crimes est� no Livro do Apocalipse?

O Livro de Jo�o oferece a chave para tudo.

Muitos actos de orgulho foram cometidos na biblioteca,

especialmente desde que caiu nas m�os de estrangeiros.

Deus castiga, Deus clareia...

Deus elimina...

At� mesmo as mem�rias.

Alinardo � um homem para ser ouvido.

Sempre que fala, diz algo interessante.

O que diz agora?

Adso, resolver um mist�rio

n�o � como deduzir os princ�pios b�sicos.

Ainda est� longe da solu��o.

Estou perto de uma, mas n�o sei quanto.

N�o tem resposta para as suas perguntas.

Se tivesse, estaria a ensinar Teologia em Paris.

Em Paris eles t�m as respostas certas?

Nunca. Mas s�o conscientes dos seus erros.

- E nunca comete erros. - Sempre,

mas em vez de cometer um, imagino v�rios.

Ent�o n�o sou escravo de ningu�m.

- Reverendo abade. - Irm�o Michael,

- como � bom v�-lo, senhor. - Igualmente.

Rapaz? Rapaz...

- Irm�o William! - Irm�o Michael!

Bem-vindos � abadia, irm�os!

Como � que eles s�o? Descreve-os para mim.

Os h�bitos deles s�o cor de mel, irm�o Jorge.

Como abelhas.

S� que est�o sujos. Sujos como os p�s deles.

Sempre descobertos.

Daremos o nosso melhor para lembrar disso.

S�o Francisco adorava p�ssaros.

Amava muito todas as pequenas criaturas,

mas para dizer a verdade, quando ele estava com fome,

comia como qualquer homem.

Mas era gentil e atencioso,

e teve compaix�o.

Era t�o generoso,

que sorria dos pecados dos homens!

Acabaremos na escurid�o, todos n�s!

Mas o irm�o Jorge, como de costume,

insistiu para chegar l� primeiro.

Alinardo sempre gostou

de gozar com a minha cegueira.

Irm�o Jorge, sabe bem o que � escurid�o!

Calados, os dois...

A idade deveria ter ensinado modera��o e respeito.

Padre, deixe-me apresentar o Adso.

Talvez um dia ele seja Beneditino no convento de Melk.

Por agora, anda � procura do seu cora��o.

Michael de Cesena, o nosso Padre Geral.

Mesmo tendo estudado em Paris,

n�o agradou ao nosso Papa franc�s.

Venha, siga-me.

Funciona, a minha armadilha muito boa!

Estou a ir, rapariga!

N�o te mexas, sen�o magoar�s mais.

Vem, vamos sair daqui! Vamos!

Apoia-te em mim.

N�o... N�o, n�o!

N�o!

Desculpa.

Desculpa.

Ibn Hazm...

Definiu o amor como uma doen�a rebelde

para os doentes que n�o querem ser curados.

Avicena, outro fil�sofo,

n�o pensava no amor como uma doen�a.

Ele disse que se transforma numa doen�a

quando se torna num pensamento obsessivo.

N�o quero ser curado do meu pensamento obsessivo.

Sempre que nos encontramos, vejo-te melhor do que antes.

- "Uelhs", olhos. - "Uelhs", olhos!

Entendo-me em ti

e em mim, tu.

Tu �s tu.

Avicena tamb�m recomendou um m�todo infal�vel

para descobrir se algu�m est� apaixonado.

Pega-se no pulso da pessoa que ama,

para sentir o pulso, a batida card�aca.

- "Cor"? - Cor.

Pega-se no pulso de algu�m apaixonado.

Ent�o diz-se muitos nomes de pessoas do sexo oposto.

At� descobrir qual o nome que faz o cora��o acelerar... "Cor"!

Antonio.

Bartholomeu.

Gabriel.

- Adso. - Adso.

Vejo-te em todo o lado!

Nas p�ginas dos livros, quando fecho os olhos

e quando os abro novamente!

Meu amor...

N�o me toques!

Desculpa...

Desculpa-me... Desculpa-me...

Desculpa-me... Desculpa-me...

Desculpa...

- Desculpa... - Espera, espera.

Tenho uma coisa para ti.

Poemas.

No teu idioma.

Agrada a Deus que a noite nunca acabe...

Voc�! Voc�!

Jovem mestre. Mestre.

Porque estava na floresta?

A rapariga!

V�s...

N�o, n�o, n�o! � bonito, Salvatore, feio.

Mulheres n�o gostam de Salvatore.

N�o gostam. N�o gostam.

Bom dia, irm�o abade!

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