All language subtitles for Saagar.(1985).DVDRiP.Xvid.AC3.Esubs.DDR

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Original subtitles

SAAGAR

TRADU��O: AKBAR

N�o vejo o Raja em nenhum lugar. Onde pode ele estar?

Estive de olho nele a noite toda no mar? Ele vir�.

- Ali est� ele, Sr. - Eh, Raja...

Estava perguntando por ti. Onde estiveste?

- Todos chegaram menos tu. - Olhe para ali, Sr.

Ningu�m deve ter conseguido isto! - Ningu�m t�o bom como tu.

Vem descarregar isto. - Estou indo, Sr.

E o teu dinheiro. - Diz o total. Vou busca-lo depois.

J� comeste alguma coisa?

Toma isto. Vai comer algo.

� o teu casamento? - Tens que vir. - Vou tomar apenas um banho e j� vou.

A tua casa � por aqui. - Vou tomar uma ch�vena de ch� primeiro.

Despacha-te. Vamos nos divertir!

O que tens a�?

Anda...Anda agora... - J� cheguei...

Ele fugiu, maldi��o! Tinhas que chegar agora?

Tu chamaste-me. - Chamei o rato, n�o a ti! O que queres?

Nada. Apenas uma ch�vena de ch�. - Nem penses!

Porque n�o? - Tenho que me preparar para o casamento da Maria.

Eu tamb�m. - O que foi?

Acabei de limpar isto. E olha o que est�s fazendo.

Estive sentado a noite toda num barco em alto mar...

E tu... tu recusas-me uma ch�vena de ch�?

Est� bem. Eu s�... - Est� bem. Eu sirvo-te.

Agora senta-te direito. Anda.

Eu n�o te pouparei hoje. Vou te dar veneno.

Desce! Desce! Pelo outro lado!

Est�s sempre a chatear-me! Toma! Limpa tudo!

N�o pe�as mais nada.

O que est�s fazendo aqui, Raja? A dona Joseph est� � tua procura.

Eu sei. Temos de ir ao casamento. Tamb�m vai, tio?

Vamos ter um casamento finalmente. Usarei um terno, espirrarei algum odor.

O que � isso? - Veneno! - Veneno? - Para os ratos!

O que �? - O ch� est� bom, mas n�o tem a��car.

Olha tu... - Isto n�o tem a��car...

O que se passa comigo? Tenho que fazer tudo!

O Johnny na cozinha. Tu vais casar-te. Os ratos querem o a��car. De loucos!

O Johnny na cozinha? Eu vou casar-me e os ratos querem o a��car?

Lindo! Ela misturou tudo com o leite, o ch� e o a��car!

A��car! - J� n�o � preciso.

Porque est� isto vazio? - Tinha a��car. Deitei-o no ch�.

Porque est�s t�o preocupada? Apenas deitei no meu ch�.

E tu... tu bebeste tudo?

N�o! Lavei a minha cara e m�os com ele? Honestamente!

Parece que eles adulteram at� o a��car actualmente!

Raja! - Raja! - P�ra com o Raja!

Por amor de Deus! Vai te vestir. Eu tamb�m vou arranjar-me.

Isto n�o era a��car, era veneno! - Veneno?

N�o est�s a mentir, pois n�o?

� isso que estou tentando te dizer. Bebeste veneno!

N�o consigo ver bem...

Mas, estou bem. N�o te preocupes. Estou bem.

N�o � hora para te sentares. Eu vou indo...

Mas para onde vais?

O que se passa, querida? - O que aconteceu, Raja?

Levanta-te. Diz alguma coisa. O ch� tinha veneno de rato.

Mas porque tinha veneno no ch�? Os ratos n�o bebem ch�!

Escute. Estava com pressa. Ele pediu o ch�. Por isso eu... - Estou a ver.

Estavas com pressa. Ele pediu o ch� e tu envenenaste-o!

Mas que raio foste fazer? - Eu n�o o envenenei!

Quem acreditar� em ti? O tribunal precisa de provas.

� preciso testemunhas. E onde iremos encontrar testemunhas?

N�o tem ningu�m aqui! - Eu serei testemunha. - Ele ser�.

Parece que ele est� bem. Raja... est�s bem?

Est�s salvo? - Sim, porque, o veneno est� no meu len�o, n�o no ch�!

Hoje n�o te pouparei. Vou dar-te uma li��o!

� Maria, � Maria, � Maria...

� Maria, � Maria, � Maria...

Eu disse para casares comigo, e n�o com ele...

Mas como brigamos...

� Maria, � Maria, � Maria...

� Maria, � Maria, � Maria...

Eu disse para casares com o Johnny e assim o fizeste...

Voc�s nem brigavam...

� Maria, � Maria, � Maria...

� Maria, � Maria, � Maria...

Tens uma alma pura...

Mas algo est� te perturbando...

N�o sei o que fez o Johnny...

Para fazer o teu cora��o bater...

Ouve o que te digo, e diz �s pessoas...

Vou perguntar � tua m�e...

O que est� te preocupando...

� Maria, � Maria, � Maria...

� Maria, � Maria, � Maria...

Eu disse para casares com o Johnny e assim o fizeste...

Voc�s nem brigavam...

� Maria, � Maria, � Maria...

� Maria, � Maria, � Maria...

Eu disse e volto a dizer, como se conheceram...

Foi num dia quente e numa noite fria...

Porque aconteceu assim...

Voc�s os dois no quarto...

E perderam as chaves e n�o puderam sair...

� Maria, � Maria, � Maria...

� Maria, � Maria, � Maria...

Eu disse para casares comigo, e n�o com ele...

Mas como brigamos...

� Maria, � Maria, � Maria...

� Maria, � Maria, � Maria...

Tudo o que queiras saber, vem at� mim...

Basta agarrares na minha m�o que saber�s...

E se estiveres triste, eu trato disso...

Vem at� mim que te abra�o...

� Maria, � Maria, � Maria...

� Maria, � Maria, � Maria...

Eu disse para casares com o Johnny e assim o fizeste...

Voc�s nem brigavam...

� Maria... � Maria...

A Maria casou-se tamb�m! Uma por uma as raparigas est�o se casando!

Tamb�m vais te casar qualquer dia.

Amanh�, quando o Raja for pescar eu digo-lhe.

O qu�? - Para pescar um noivo para mim!

E o que tem de mal no Raja?

Agora est� ficando caduco!

O Raja e eu somos amigos de inf�ncia. Ponto final!

Nem eu posso pensar nele 'desse' modo, nem ele!

Os meus �culos... O que � isso?

- Isto... - N�o � isso, isto! - Isto!

Isto � um len�o. Com que limpamos o suor, limpamos o nariz.

Criei-te desde pequeno.

E est�s armado em espertinho comigo? Eu sei de tudo!

Sabe de tudo? - O qu�? - Porque n�o casas com ela?

- Casar? Com quem? - Com a Mona claro. Quem mais?

Sinceramente, dona Joseph, est� misturando as coisas.

Est� bem. Pensei que abrisses o teu cora��o comigo.

Mas se queres esconder isso, quem sou eu para perguntar? - N�o!

N�o, Mrs. Joseph. N�o diga isso.

Se n�o me perguntar, quem perguntar�? H� aqui mais algu�m?

Ent�o diz-me, quando te divertes tanto com ela...

porque n�o lhe perguntas?

Porque � s� isso. Divers�o!

Eu sei que quando lhe perguntar, ela n�o recusar�.

Mas deixe-me ser competente primeiro!

No fim de tudo, o que tenho? O barco pertence a um contratante.

As redes que uso. At� mesmo o peixe que pesco, � dele!

Realmente fa�o um pouco de dinheiro, mas como a farei feliz com t�o pouco?

Pensas em toda a tua vida, tu... - N�o, senhora Joseph.

Verei bons dias tamb�m. Ent�o irei at� � Mona.

Quando possuir um barco. Quando trabalhar por conta pr�pria.

Quando ganhar para si e para a Mona.

Senhora Joseph... ver�.

Um dia, o seu Raja, nestas mesmas �guas...

a viajar no seu pr�prio barco.

Estes pequenos barcos realmente s�o fant�sticos.

Digo que s�o realmente bons. Como se sente sobre isso?

Se pensas que eles s�o bonitos, � melhor deleitares-te neles.

Eles n�o ser�o vistos dentro de poucos dias. - Isso � fant�stico, Sr.

Eles n�o ser�o vistos em absoluto. A minha vista est� ficando mais d�bil.

Mesmo agora, embora fora de foco, posso ver os barcos nebulosamente.

�s um asno! N�o estava falando sobre os teus olhos.

Pensei na pol�tica da companhia Kamladevi.

N�o queremos esses pequenos pescadores pescando nas suas redes aqui.

Eles vendem o seu peixe no mesmo mercado que a nossa companhia vende.

E isso afecta os nossos pre�os muito severamente.

Acho que eles n�o o escutar�o porque n�o os deixa pescar.

Eles ter�o de escutar, pela maneira que estamos indo convence-los!

- Percebeste? - Claro. Parece, um peixe grande...

a devorar o pequeno peixe! N�o � isso que quer dizer?

� a primeira vez que estou te ouvindo falar com algum sentido!

Capit�o! Vamos regressar. A Senhora quer falar comigo �s 10h.

10 horas? Ent�o temos que regressar.

Porque o rel�gio dela bate exactamente �s 10h em ponto!

Mas realmente sinto uma coisa, Sr. Sou o seu empregado humilde, n�o h� d�vida.

Por isso trato ela como 'Senhora'. Mas voc�, Sr...

� o filho do seu irm�o mais velho. Portanto ela � sua tia.

- Porque n�o a chama de tia? - Porque, meu querido homem...

...quero permanecer o seu G.M! Kamladevi...

� ''Senhora'' absolutamente para todos. Inclusive eu!

- Porque o trabalho n�o est� pronto ainda? - Aquela terra est� a um baixo n�vel.

E agora est� inundada devido �s chuvas. Por isso tive de parar tudo.

N�o se incomode. Tentarei terminar o trabalho no dia 26.

Eu n�o lhe pago para tentar o seu melhor.

Se aquele trabalho n�o estiver pronto no dia 26, � melhor entregar a sua demiss�o!

A estimativa dos tr�s pescadores com rede de arrasto japoneses, est� pronta.

N�o te chamei agora para discutir sobre esses pescadores com rede de arrasto.

O Ravi est� chegando! E como sabes...

esta heran�a, este neg�cio comum...

ele controlar� um dia.

Claro! Porque n�o?

Se ele ficar consigo, ele ir� aprender as cordas pouco a pouco.

Afinal, ele � seu neto.

Ele tem o seu sangue nas veias!

� verdade. Mas nas veias dele...

tamb�m corre o sangue de uma rapariga normal de uma fam�lia normal!

Com quem o meu filho foi... de qualquer maneira...

Porque recordo todas essas mem�rias depois de tantos anos?

Desejo, que quando o Ravi vier, pouco a pouco...

ponhas algumas responsabilidades nos seus ombros. - Certo.

- A av� est� em casa? - N�o. Ela est� ocupada no escrit�rio agora.

Ela encontra-se contigo hoje ao jantar.

- O que achas desta mans�o? - � encantadora.

- E o teu quarto? - � tamb�m encantador.

Gosto muito deste lugar. Pode ser muito desenvolvido.

Come�amos na ind�stria da pesca, e agora tenho outros planos tamb�m.

Apenas interessa-te pelo trabalho, e saber�s logo tudo.

O que fizeste depois de conclu�res os estudos? Apenas vagaste aqui e ali.

Ficas aqui agora. Falei com o Vikram, para ensinar-te as cordas.

E tamb�m tens de casar.

O teu pai estragou a vida dele!

Mas n�o te deixarei fazeres o mesmo.

O meu pai n�o estragou a sua pr�pria vida. Ele conduziu-a segundo o seu desejo.

Segundo o seu pr�prio desejo, ou o desejo daquela mulher?

Antes que v� mais longe, av�. Lembre-se que � da minha m�e que fala!

Se realmente estou fazendo isso...

ent�o n�o devia.

Porque n�o quero falar nada sobre ela!

Ainda n�o terminaste a tua sopa.

Com licen�a.

- Vive neste farol? - Sim.

Nunca te vi antes por aqui. �s novo por aqui?

Correcto. - Est�s fazendo o teu passeio matinal.

O mar parece t�o belo de manh� cedo.

Porqu� apenas de manh�? O mar tem um olhar encantador a cada momento do dia.

�s vezes � vermelho brilhante tamb�m. E logo ele ruge...

como se marchasse um ex�rcito. E �s vezes...

� t�o tranquilo, como se um amigo conversasse, com a sua m�o no ombro.

H� formas in�meras no mar. Se olhares cuidadosamente, filho...

- Como te chamas? - Ravi.

- Como se chama, Pop? - Eles chamam-me 'Pop' apenas.

Pop? Est� bem ent�o, eu vou indo agora. At� depois. - Com certeza.

- N�o vais trabalhar hoje? - Sim, vou.

V�s as fotos dela antes de ires trabalhar.

E vais directamente v�-la depois de voltares. O que � tudo isso?

Eu n�o sei. Mas � alguma coisa. Posso ir agora? Estou atrasado.

Olha! Os barcos da companhia.

Eles n�o s�o os barcos da companhia, filho.

Aquilo � um pontap� do rico, que bater� no nosso est�mago um dia!

Estamos prontos, Sr. Voltamos? - Est� bem.

Porque sempre d�o uma volta t�o longa?

Penso que � porque os pescadores t�m as suas redes estendidas l� adiante...

algu�m pode fazer... - O mar � propriedade privada deles...

para eles estenderem as suas redes onde quer que eles querem?

- Hoje, este barco vai em frente! - Mas Sr., aquele barco, a rede...

Faz o que mando! Leva o barco em frente...

Ele est� vindo direito a n�s!

N�o venha por aqui... H� rede espalhada por aqui.

N�o me ouve?

V� por outro lado. N�o venha por aqui.

Est� surdo?

H� rede aqui. N�o venha por aqui. V� por ali.

Eu disse para parar! Temos redes aqui.

N�s pobres sofremos uma enorme perda. Deixa-nos entrar.

Desapare�am! J� te avisei.

Se n�o pudemos entrar, ent�o n�o sairemos tamb�m!

O que se passa? Para qu� este barulho? - Vou dizer-lhe porqu�!

Sr., eles querem entrar sem pedir licen�a! - O que queres?

Vem c�. O seu barco destruiu a rede dele.

- Queremos que pague por isso. - Sim! Dinheiro!

Qual dinheiro? Algu�m disse para estenderem a rede l�?

E escuta. Andamos com o nosso barco no caminho que quisermos.

- O mar n�o � vossa propriedade. - Est� bem, aceitamos que n�o o possu�mos.

Nem est� estampado na sua companhia que podem fazer o que quiserem!

Voc� causou-lhe perdas. Ter� de pag�-lo.

- Olha, se queres come�ar uma briga... - Um minuto, tio.

- O que se passa aqui? - Nada. Eles s�o pescadores locais.

A rede deles atravessou o nosso barco. E agora eles est�o exigindo dinheiro.

A nossa rede n�o atravessou o seu caminho.

Voc� virou-o deliberadamente!

Se fez isso, porque nega? Diga-lhe. - Quer dizer que...

a sua rede � in�til agora? - Est� destru�da. Pertencia a ele.

Ele pediu dinheiro emprestado para o seu ganho. Agora o que ele ganhar� e comer�?

Ravi, porque escutas tais absurdos? Eles s�o apenas...

Eles podem ser algo, mas tudo o que aconteceu, n�o foi bonito.

- Este homem tem que ser compensado hoje. - Mas se a Senhora... agora!

N�o se preocupe com ela. Eu falarei com ela. Apenas pague-lhe.

Est� bem.

Leva este homem ao escrit�rio e paga-lhe o que � devido. - Est� bem.

Tome esta cerveja gelada. � uma coisa fant�stica.

Ouvi dizer que o Ravi se comportou como um tolo maldito hoje.

N�o me refiro aos seus sentimentos, mas senti-me muito mal, Sr.

No fim de tudo sou o seu bajulador, Sr. Naturalmente que vou sentir-me mal.

Mas o que poderemos fazer? Ele � neto da Senhora.

- Ele � o seu herdeiro! - Herdeiro, uma ova!

At� o seu pai, Arun foi herdeiro dela.

O �nico filho da Senhora. Mas o que aconteceu?

Ele viveu como um mendigo toda a sua vida! O que tem se era o seu herdeiro?

Exactamente! Disse uma coisa fant�stica.

Mas Sr., uma coisa realmente magoa-me.

Quando a Senhora pediu ao seu �nico filho para sair...

como o neto dela entrou? - Ele tinha 7 anos.

Quando perdeu os pais num acidente de carro.

Ent�o, a Senhora trouxe-o para aqui. Viveu toda a sua vida num albergue.

Agora ela chamou-o para ficar aqui. O que o filho n�o p�de ser...

ela quer que o neto seja! Mas acredita no que te digo...

toda esta riqueza, este neg�cio, me pertencer� um dia!

O filho n�o teve nem um c�ntimo. O neto tamb�m n�o!

- Vamos andar na roda gigante. - N�o! N�o.

- O que foi? - Eu tenho muito medo.

- Vamos. - N�o! Eu fico tonta.

Vamos, Sr. Des�a.

- Vou atr�s de voc�s. - Chamo-me Ravi. Como te chamas?

Vamos. Estou esfomeada!

Foste apanhado! O que vieste roubar?

Est�s a ver? A honestidade n�o tem nenhum valor aqui. Ia falar com o meu patr�o.

- Pensei que poderia... - Borrif�-lo. se quisesses.

N�o, nada... - Nada. - Oh sim! Raja...

Comprei este pano para um vestido. Quero alguns bot�es para ele.

- Claro. - Azul. Grandes.

Mais alguma coisa?

Fui esperta em ter um amigo como tu.

- Tornou-se �til hoje. - Trazer bot�es � trabalho?

Estou disposto at� a dar a minha vida... - Quer dizer, dou a minha vida por ti.

A serio? Fazes isso? Ent�o vem c�.

- Agora salta da varanda. - Saltar? Desta varanda?

Est� bem.

N�o te preocupes. Vou trazer os teus bot�es azuis!

Ent�o, o que estavas a dizer �...

reduzirmos os nossos pre�os no mercado, pouco a pouco.

E sobre as perdas?

Podemos suportar a perda, mas os pescadores locais...

quebrar�o a sua espinha dorsal. E porque...

cada homem pediu dinheiro emprestado em interesse do seu barco e redes.

Ou, conseguiu-os de um contratante, em comiss�o, ou para aluguer.

Se os pre�os forem reduzidos assim, ent�o...

Os homens nunca reembolsar�o as d�vidas e perdem os seus sal�rios di�rios.

Ent�o teremos um monop�lio por cima do mercado.

Come�a a reduzir os pre�os.

- Acalmem-se! Acalmem-se! Calem-te! - Mas essa gente da companhia...

Sei porque eles reduziram as tarifas. Apenas para devastar-nos!

- Mas como gritando vai ajudar-nos? - Ent�o ficamos quietos?

N�o. N�o estou dizendo isso. Escutem...

temos de unir-nos e pensar frescos. - O que h� para pensar agora?

Se o escutarem, v�o apenas sentar-se e pensar.

Sim? Ent�o o que sugeres?

Sugiro que haja s� uma maneira. Queimar os barcos da companhia...

e queimar tudo o que t�m! - E depois todos voc�s v�o para a cadeia...

e os vossos filhos v�o morrer de fome! - E depois? Eles morrer�o de fome na mesma.

- Acho que ele tem raz�o. - Sim, ele tem raz�o.

Est� bem, se � assim que querem. Fa�am como ele diz.

Desaparece! Voc�s s�o todos 'sim' homens! V�o e escutem todos eles.

- Pode me dar uma cerveja? - Desculpe, mas o bar est� fechado.

Fechado? Mas est�o todos bebendo.

� verdade. - E depois? - Acabou de fechar.

Espere, Sr.

Tio. Sirva-lhe uma bebida.

D�-ma mais uma igual.

Quanto custa? - 5 rupias. - Obrigado.

Para ti.

Espere, Sr.!

- Tio! - Sim? - Mais dois.

Olhe Sr... � um grande homem.

Somos gente simples ... pescadores.

Tome uma bebida com o nosso dinheiro ganho arduamente tamb�m!

Agora mais dois por minha conta.

Tio! Mais dois, por favor.

- Como se chama, Sr.? - Eu n�o sou 'Senhor', e o meu nome �...

"Ravi", Raja.

"Ra-ja".

Ele � um homem da Companhia, n�o uma alma amistosa.

O Ravi � meu convidado. Traga mais uma garrafa.

Raja, tu n�o sabes, mas a Companhia � tua inimiga!

- D�-me isso. - Aqui tens.

- Esta � a ultima. - Porqu�? - J� beberam o suficiente.

Quem bebeu muito?

Bem tio, o senhor pensa...

Bem tio, o senhor realmente pensa que estamos b�bedos?

Esvaziamos apenas 1-2 garrafas. N�o foi, rapazes?

Estamos apenas... Como se diz?

Festejando...

Canta e continua sorrindo...

Cantem, dancem todos juntos...

Canta e continua sorrindo...

Cantem, dancem todos juntos...

Vamos ficar aqui a noite toda nesta loucura...

O cora��o � jovem e calmo...

Ao meu melhor amigo, eu prometo...

Que n�o me afastarei do meu amigo...

Vamos brincar e cantar, beber e sorrir...

Canta e continua sorrindo...

Cantem, dancem todos juntos...

O amor est� junto nesta felicidade...

O amor � como o vicio da bebida...

Um amor de juventude...

Amo-te e quero amar-te ainda mais...

Vamos festejar e todos olhar�o...

Canta e continua sorrindo...

Cantem, dancem todos juntos...

- Pareces estar muito feliz. - Tenho noticias fant�sticas.

O senhor sempre pensa que eu... sou um idiota.

Mas desta vez, n�o, n�o senhor!

A serio?

- Que novidades trouxeste? - A noite passada, o Ravi...

foi visto dan�ando e cantando com os pescadores, Sr.

E mais... bebendo, Sr.

N�o s�o novidades maravilhosas? Agora v� contar � Senhora, Sr.

O Ravi cair� aos seus olhos. E a sua ponta, ficar� limpa!

Est� a ver Sr.? N�o pode chamar-me de idiota agora.

N�o, meu caro. N�o posso chamar-te de idiota agora.

Mas um idiota maldito! Queres que eu conte isso agora?

N�o, meu caro. N�o!

Se ele est� vaiando ... deixa-o.

Direi � Senhora, no dia, que tiver a certeza...

que seja imposs�vel para o Ravi negar!

- Esta... - � a minha m�e.

- Vamos? - Sim.

Quantos anos tinhas, quando a tua m�e...

- 12 anos. - Sortuda.

Tiveste a tua m�e mais 5 anos que eu.

Eu s� tinha 7 anos quando... os meus pais morreram.

A minha m�e, era filha de um medico pobre, e...

... ela ajudava-o a ajudar os outros. Ent�o ela conheceu o meu pai.

... que era o �nico filho de uma milion�ria.

Eles apaixonaram-se e casaram-se. A minha av� ficou t�o furiosa...

que nunca mais voltou a ver o filho!

Ravi, lembra-te apenas disso.

Como os teus pais foram bons. Quanto eles amaram-se um ao outro.

E esquece as coisas tristes.

Lembrei-me de tudo isso porque a hist�ria vai repetir-se!

N�o disseste nada, Mona.

O que devo dizer?

O que o teu cora��o desejar.

Nem sempre temos o que o cora��o deseja.

A vida tem as suas realidades tamb�m.

Como esta realidade que ambos vimos de dois mundos diferentes.

Mas os nossos mundos n�o s�o t�o diferentes que n�o possamos preencher a lacuna.

Mas... mas tu conheces-me pouco! E...

Sim. N�o sei muito sobre ti.

Mas quero saber. Eu quero saber tudo!

Cada exclusividade... cada peda�o de ti.

Vamos sentarmo-nos. E falamos sobre ti.

Enquanto escuto e olho para ti.

E se poss�vel, deixaremos a vida passar por n�s.

N�o, Ravi. Sou uma rapariga pobre.

- N�o me mostres tais sonhos. - Sou eu que sou o pobre, Mona.

N�o tenho uma moeda de amor de algu�m.

Se puderes, d�-me um pouco desse tesouro de amor.

Se recusares eu vou embora. Existe uma maneira, em algum lugar.

Mas juro, sentirei a tua falta cada momento da minha vida.

Sem ti, passar�... Mas aquela vida n�o ser� vivida, Mona.

Na costa do oceano, o meu cora��o grita...

Se n�o estiveres l�, ent�o n�o h� ningu�m meu...

Na costa do oceano...

Na costa do oceano, o meu cora��o grita...

Se n�o estiveres l�, ent�o n�o h� ningu�m meu...

Na costa do oceano...

As vistas despertaram, os ventos despertaram...

As vistas despertaram, os ventos despertaram...

Quando o amor despertou, a atmosfera despertou...

O mundo do cora��o n�o adormeceu por enquanto...

Na costa do oceano, o meu cora��o grita...

Se n�o estiveres l�, ent�o n�o h� ningu�m meu...

Na costa do oceano...

Em cima das ondas dan�am as fadas dos raios do sol...

Em cima das ondas dan�am as fadas dos raios do sol...

Estou perdida como uma corrente no oceano...

N�o est�s perdida sozinha...

Na costa do oceano, o meu cora��o grita...

Se n�o estiveres l�, ent�o n�o h� ningu�m meu...

Na costa do oceano...

O que est�s olhando t�o atentamente? - Aquele barco.

N�o vieste aqui ontem. Onde estiveste? - Ontem?

Sinto-me bem quando venho aqui. O vasto mar aberto. O c�u aberto.

Gente de grande cora��o. Quanto mais ar fresco respiro aqui...

Mais sufocado sinto-me na mans�o da minha av�!

Olha! Olha como aquele barco est� balan�ando nas ondas.

Como se as ondas fossem batidas do cora��o e o barco, um desejo.

Como falaste bonito.

Ao seres educado, consegues exprimir. Comigo...

Posso falar dezanove a uma d�zia, mas n�o consigo exprimir o que sinto.

Porqu�? Est�s guardando algo escondido no teu cora��o? - Amigo...

que tipo de cora��o era este, se n�o abrigasse nenhum sentimento?

- Mas como exprimir sentimentos a algu�m. Ensina-me isso. - Est� bem, ensinarei.

- E tu ensinas-me como remar aquilo. - Aquela coisa?

N�o � grande coisa. Ensino-te agora mesmo!

- Isso mesmo... - Assim mesmo?

Sim. Est�s fazendo direito. Mas... tens que equilibrar isso.

- Sim, aprenderei logo. - Com certeza que sim.

Mas penso que n�o aprenderei como abrir o meu cora��o. - Como assim?

Diz-me o que dizer, a quem... e o direi para ti.

- A serio? Dir�s? - Claro que sim.

Mas a quem queres dizer. Diz-me primeiro.

Ser� que devo dizer-te? Bem ent�o...

- Ser� que devo? - P�ra com isso? Diz-me...

Por isso eu disse para te sentares. Mas tu... - Disseste que era f�cil.

R�pido! Bebe.

- Ficou com solu�os pelo caminho? - Porqu�?

Fal�vamos sobre si. Ele � o Ravi. O meu amigo.

Pensei em lhe mostrar a nossa casa. - O que � isso? - � apenas um copo...

- N�o disseste que trarias algu�m aqui. - Ia dizer! Claro que sim!

- Senta-te, filho. Vou buscar um ch�. - N�o, tia. N�o se incomode.

J� estava de sa�da. Sente-se, por favor. - Eu sei, eu sei.

Quando voc�s est�o sozinhos, t�m muito que falar.

Agora que uma velha est� aqui, ele est� querendo fugir! - N�o, tia.

N�o � nada disso. As coisas que ele contou-me sobre si.

A maneira como d�-lhe amor. Se eu pudesse...

eu trocava de lugar com o Raja a qualquer momento.

N�o! N�o te darei a minha preciosa Sra. Joseph. - Vem c�!

�s amigo do Raja, certo? Ent�o, �s como um filho para mim tamb�m.

A minha casa pode ser pequena, mas o meu cora��o n�o.

- Aparece de vez em quando com ele. - Ele vir�.

Eu virei.

Ent�o, est� bem. Vou indo agora.

- Fiquem a�. - Tudo bem.

Eu n�o sabia que os ricos tamb�m eram bons seres humanos.

Porqu�? N�o foram eles tamb�m criados por Deus? Ele � um bom rapaz.

Ele tem de ser bom! � amigo de quem?

Aqui est�o os vossos pasteis e isto tamb�m.

N�o grites! Vou buscar outra para ti.

- Tony, d�-lhe uma cerveja. - N�o quero ch� de mais de 2 horas.

Espera por favor.

Escute. - Sim, o que � que queres? - Posso ter um pouco do teu tempo?

- S� um pouco. - Estou ocupada!

- Mona... - S� ter�s isso amanh�.

- Um ch�, Mona. - Uma ch�vena de ch�...

E 2 colheres de ch� de qualquer coisa doce.

- Isto � teu e isto � teu. - Um pacote de biscoitos. Est� bem.

Um pacote de encontro apaixonado.

O que se passa contigo? � frente de toda gente e do pai. N�o tens vergonha?

Nem por isso. - Vai, vai, vai! - N�o, n�o, n�o!

Por favor, vai. - Est� bem. Mas quando te encontrar�s comigo?

- Amanh� �s 5h na feira. - �s 5h na feira.

- Agora vai! - Eu vou...

O que foi agora?

V� como os h�bitos s�o formados. Ontem tu n�o vieste...

e o dia pareceu incompleto. - Sim, n�o pude evitar.

Fomos �quela feira da aldeia. A Mona e eu.

A vida � tamb�m uma feira de divertimento, filho. Onde pessoas encontram-se...

e onde uma m�o, mantida nas multid�es, apenas escorrega.

Esta m�o nunca escorregar�. Eu n�o deixarei!

- J� falaste com a tua av�? - At� agora n�o. Mas falarei.

N�o estou preocupado com ela. Mas tenho que falar com o pai da Mona.

E n�o sei como eu...

- Acho que ficarei gelado. - Ent�o pede a algu�m para dizer-lhe.

Mas quem? - Algu�m que tu conhe�as e o Sr. D'Silva.

Eu s� conhe�o o Raja...

- � isso! O Raja! Vou agora mesmo... - Onde?

N�o deixes nada para amanh�. Faz agora! Vou agora mesmo...

e pedirei ao Raja para falar com o Sr. D'Silva.

- Comprou isso tudo? - Nem tudo, filho.

N�o disseste que a casa precisava de ser pintada? Segura isto.

A� est�. Arranjo mais se precisares.

Isto � perfeito. Mas, o que � isto? Vermelho?

Se eu usar tinta vermelha, as pessoas ir�o pensar que usei sangue para pintar!

Sangue. Sabes...

Cheguei, Mona.

- O que aconteceu? - Eu n�o sei. Est� muito frio.

Eles eram quatro e eu estava sozinho.

Mas arrisquei a minha vida por ti.

- Por mim? - Sim, Mona... por ti.

Estavam 4 rufi�es atr�s da tua casa.

4 rufi�es? O que queres dizer?

Eles planeavam raptar-te!

Ouvi-os falarem. E eles viram-me!

- O que aconteceu depois? - Come�amos a lutar...

Eles esmurraram. Dei pontap�s. Eles usaram o Judo. Eu, Karat�.

Ent�o, os 4 puxaram navalhas!

Quatro navalhas!

Uma faca por cabe�a...

Raja, isto n�o � uma das tuas partidas, pois n�o?

- Vou morrer agora! - N�o! N�o morras.

O que faremos sobre ele? O que aconteceu com ele?

Olha querida, ele deixou esta lata de tinta vermelha aberta ao sol.

Esta lata de tinta vermelha ... isto... - O que foi que aprontaste?

Porque puseste tinta vermelha na tua roupa? - Eu digo-lhe.

Mas primeiro, vou dar-lhe uma li��o!

Ravi! Ajuda-me! Salva-me!

Vou ser assassinado! Ajuda-me!

Para onde est�s fugindo? Ravi!

Apenas ca� morto, com esta faca nas minhas costas.

Diz-me. Como pensas em tais coisas?

Quando a Sr. Joseph trouxe a lata, apenas casualmente lembrei-me...

"Sangue"! Devias ter visto a Mona! Estava assustada de morte!

Naturalmente! Com essa faca... �s o limite, digo-te!

Isso eu sou! Comecei a mentir desde manh�.

Ent�o termina a quota da tua semana hoje. Diz o que quiseres.

Est� bem! Posso dizer o que eu quiser?

Sim. Porque tenho algo importante para dizer tamb�m. - Ent�o escuta.

Eu amo muito uma rapariga.

E estou te dizendo a verdade.

- Mas quem � essa rapariga. - Ela � muito boa rapariga.

E n�o est� longe o dia em que casarei com ela.

Est� bem, mas...

Quem � ela? Qual � o nome dela?

O nome? O nome dela �...

MONA...

- R�pido, tio... - Tony, vai ver o que ele quer.

- Isto � tudo o que precisava! - O que est�s fazendo?

Jogo futebol! - Algum golo? - N�o at� agora...

Mas agora... O pai foi ao mercado tamb�m!

Fazer as pequenas tarefas! E eu tenho que desenrascar-me sozinha? Enlouquecerei!

- Porqu� sozinha? Estou aqui para ajudar. - O que faria sem ti?

N�o sei. Mas tens que vir ao clube esta noite, vamos nos divertir.

H� um festa l� a cada meio m�s. N�o dan�amos h� tempos.

- Ir dan�ar esta noite. - Estou dan�ando desde manh�, tu....

- R�pido, Mona! Tenho de ir trabalhar. - At� eu tenho de ir a um lugar.

Mas n�o posso. N�o consegues ver que estou sozinha. Tens sorte em ter isto!

- Mesa 5 e 7. - Aqui est� o dinheiro da mesa n. 3.

- O que aconteceu � nossa bebida? - Espera. J� mando.

O que �? - Vem comigo. - Como posso?

N�o tenho tempo para co�ar a minha cabe�a! - Eu co�o por ti.

Temos de ir esta noite. - Toma isto. - Pensei...

em chamar o Ravi tamb�m. Eh, Mona... Por favor vem.

Est� bem. Depois das 7 horas. O pai voltar� at� l�.

Gosto mais assim. Esta noite, �s 19h00. Ent�o.

- Escuta! O Ravi... - Eu o chamarei.

Ravi... O que est�s fazendo aqui?

H� muitas raparigas ali. Porque n�o dan�aste?

- Porque... - Estou cansada.

Este Raja... Ele tem asas nos p�s! N�o �?

Mas deixa-me dizer-te uma coisa. Nenhuma outra rapariga consegue dan�ar com ele.

Dan�amos t�o bem. E tu nem viste.

Vi o que pude. Outros meteram-se � frente.

- N�o importa. Onde est� o Raja? - Ele foi buscar cerveja!

Louco!

Porque n�o se casa ele?

Porque... esquece.

N�o est�s bebendo?

Mais tarde. Mas n�o me respondeste.

O Raja e eu somos amigos desde crian�as.

Se ele me diz algo ou n�o, posso senti-lo.

Ele pensa, o que tem neste momento?

Porque deve ele partilhar a sua pobreza com algu�m? Ele pensar� no casamento...

quando alcan�ar o que quer.

E tamb�m achas que ele n�o deveria casar-se antes que isso aconte�a.

Eu n�o penso assim. Mas quem o convence do contrario?

Se ele conseguir o que quer, tem uma rapariga � sua escolha.

Mas ele espera por tal dia...

do qual duvido que vir� alguma vez. - Isso n�o acontecer�.

Sim. Isso n�o acontecer�.

Mas o que posso fazer? Acontece.

- Quando n�o deve estar acontecendo. - O que n�o deve estar acontecendo?

H� uma festa l� dentro e voc�s est�o aqui.

Agora que chegaste, ela abandonou-me. - O que posso fazer? - Tu...

� tudo passado agora.

Anda, vamos dan�ar.

Para onde est�s me arrastando? Os meus sapatos! - Queres cerveja?

Ravi, diz algo.

O Raja trabalha muito e � um homem muito honesto.

Quando ele come�ar a trabalhar, tenho a certeza que devolver� o seu dinheiro.

- Se n�o, eu responsabilizo-me. - N�o. N�o estou preocupado com isso.

Devo muito ao teu pai.

Uma coisa, sempre que encontre o Raja. Ele n�o deve saber que pus uma palavra...

De facto, ele n�o deve at� saber que voc� me conhece. - Est� bem.

Ele pensar� que, ouvi sobre ele no mercado...

e estou lhe dando o dinheiro como um homem de neg�cios.

N�o � isso que queres? - Sim. - �ptimo.

Ele � teu amigo. Ele far� progressos na vida.

Se ele possuir 4 a 5 barcos, ele ganhar� muito bem.

O Raja n�o quer esses barcos apenas para ganhar dinheiro.

Ele tem um objectivo na vida.

E ele realizar� esse objectivo com esses barcos, eu sei que sim.

Entrega esta carta � filha do Sr. D'Silva da aldeia.

Onde estiveste, filho? Ela vem e espera por ti todos os dias.

- Estou indo embora daqui. - Para onde?

Para muito longe. � tudo o que sei de momento.

Mas de repente, sem mais nem menos? Pensaste na Mona?

Em quem pensarei se n�o for nela?

Quanto mais eu penso imagino... H� mais na vida dela do que na minha.

E se n�o estiver por perto? Se sou um capricho...

... ou uma onda pequena do mar, ela n�o reduz o mar no volume.

- Ela me esquecer� em poucos dias. - E tu?

Conseguirei viver com a lembran�a dela.

Pensei que o encontraria antes de ir embora.

Bem, agora. Eu...

Isto n�o � meu, mas uma decis�o da vida...

...que terei de esquecer-te. N�o posso esquecer-te com certeza...

Mas sim. Vou para longe de ti. Por isso. Estou indo embora...

Mas para onde quer que eu v�, levarei-te sempre nas minhas lembran�as...

A tua cara estar� sempre nos meus olhos...

O cheiro do teu cabelo estar� sempre no meu ombro...

Se puderes, aceita o meu desamparo como infidelidade. Pode facilitar as coisas.

Na costa do oceano, o meu cora��o grita...

Estou perdida...

Como uma corrente no oceano...

Como foste capaz de me deixar...

Como foste capaz de ir embora sem mim...

Estou perdida sem ti...

Como foste capaz de ir embora sem mim...

Estou perdida sem ti...

Se n�o estiveres aqui, ent�o n�o h� ningu�m meu...

Na costa do oceano, o meu cora��o grita...

Sem ti aqui, estou perdida...

Sem ti aqui, estou perdida...

Na costa do oceano, o meu cora��o grita...

Estou perdida sem ti...

Como uma corrente no oceano...

Se n�o estiveres aqui, ent�o n�o h� ningu�m meu...

Na costa do oceano, o meu cora��o grita...

Se n�o estiveres aqui, ent�o n�o h� ningu�m meu...

Na costa do oceano...

N�o, Mona. Isto n�o est� certo.

O que aconteceu contigo?

Se decidiste deixar-me, ent�o n�o posso impedir-te.

Mas posso ao menos perguntar o que fiz de errado.

N�o fizeste nada de errado, Mona. Foi eu.

Eu n�o sabia que estava te tirando de outra pessoa!

De quem est�s falando?

Estou falando do Raja.

Eu n�o sabia que o Raja te amava e que tu o amavas.

O Raja ama-me? E eu correspondo?

Como chegaste a essa conclus�o?

O que eu te disse foi o pr�prio Raja que me contou.

- O qu�! - Sim.

Se o Raja pensa assim, ent�o n�o deveria!

Eu vou dizer-lhe. Mas porque me castigas por isso?

Ravi! Eu amo-te. S� a ti.

Ent�o perdoa-me. Larga-me e vai embora.

Mesmo que nunca tiv�ssemos nos conhecido, ainda assim seria tua.

N�o posso pertencer a mais ningu�m!

Por favor, n�o v�s embora... Eu morrerei!

O que � que... P�e-me no ch�o. Sen�o vou cair.

- Estou me sentindo tonta... - Sou eu que estou me sentindo tonto hoje.

- Saiu-me o jackpot! - Larga-me!

- O que aconteceu? Diz-me. - Ent�o escute.

Hoje, o que eu queria aconteceu!

Eu reparava as minhas velhas redes e o que vejo?

Um grande carro parado diante de mim e um homem num fato desceu dele.

- Quem era o homem? - Obviamente um homem rico.

Ele deve ter ouvido em algum lugar, que eu sou o melhor pescador daqui.

Eu n�o o disse, algu�m mais deve ter dito. E sou o melhor.

Escute. Ele quer investir dinheiro.

Ele est� disposto a dar uma grande soma para eu comprar 4 a 5 barcos!

Comprar redes. Fazer o meu pr�prio trabalho, come�ar a minha pr�pria Companhia...

- Est�s brincando outra vez? - N�o. � verdade.

� verdade? Eu n�o acredito.

At� eu mesmo n�o acreditei durante algum tempo, que o meu sonho...

iria se realizar um dia. Mas ele realizou-se!

Ele disse para ir ao escrit�rio dele dentro de 4 dias.

Lembra-se? - Do qu�? - Do que lhe disse?

No dia que iria ver o Raja no seu pr�prio barco nestas �guas!

Eu lembro-me de tudo. Disseste mais uma coisa. Lembras-te?

Sim. Eu lembro-me de tudo.

Mas por agora...

Vou ter com a Mona e dizer-lhe... O que lhe direi?

Isso... que o dia que eu esperava...

finalmente chegou, Mona.

Posso dar-lhe uma boa vida. E tamb�m lhe direi...

Bem. Quando eu disser tudo isto...

o que dir� a Mona? - Como saberei, tonto!

- Porque n�o lhe perguntas? - Sim, porque n�o? Est�pido!

Vou ter com ela agora, e contar-lhe tudo.

Deseje-me sorte.

Esfrega o p� direito...

O amor faz isto.

Raja, levanta-te! � muito tarde.

Ontem quando sa�...

um amigo meu apanhou-me.

Ele disse, "Tornaste-te num grande homem.'' Ofereceu-me uma bebida.

Eu teria evitado, mas todo o mundo se reuniu.

E todos disseram. "A sorte da Senhora sorriu para ti."

Trouxeram algumas bebidas. N�o podia dizer que n�o, n�o �?

E naquela alegria, eu tamb�m... At� mesmo o Cheena!

Tudo...tudo transformou-se numa desordem!

Ontem � noite, quando estavas semi-consciente...

contaste-me tudo.

H� anos, em algum lugar l� fora, Eu perdi tudo num barco.

E eu fiquei sozinho.

S� tinha a senhora, a quem...

E hoje � igual... S� tenho a Sr. Joseph.

Hoje voltei a perder tudo.

E estou sozinho novamente.

Porque isto s� acontece comigo?

- Porque s� a mim? - N�o... n�o digas isso, filho.

Eu quero dizer-te uma coisa.

Diz!

Eu n�o sei, o que quero dizer...

mas ficar calada n�o � apropriado.

N�o � que eu n�o goste de ti.

�s espectacular. O meu melhor amigo.

E sempre te considerei um bom amigo.

Que sempre ria de outros feito.

Nunca pensei em ti como algo mais.

Quando disseste ao Ravi...

o que lhe disseste. Depois disso, ele deixou de se encontrar comigo.

E quando ele se encontrou comigo...

Ele contou-me tudo isto, depois de lhe perguntar.

Ele n�o queria ser um estorvo no teu caminho.

E ele disse, que se soubesse...

nunca teria se aproximado de mim.

Raja, eu n�o quero te magoar.

Eu quero que sejas feliz.

Mas tens que dizer-me. O que devo fazer?

Devo mentir-te? Porque...

a verdade �... eu amo o Ravi.

Se puderes... por favor, perdoa-me.

O que foi? Porque est�s a rir assim?

Se puderes... por favor, perdoa-me.

Mas, o que foi?

Eu n�o ia dizer-te. Mas agora...

que tornou-se emocionante, vou dizer-te.

A verdade � que �s uma idiota. Uma tola est�pida.

Rapariga tonta. Tens algo a� ou n�o? N�o?

- O que queres dizer? - O que quero dizer �...

achavas que se n�o me contasses sobre voc�s...

Eu n�o saberia de nada!

Eu sou cego? Eu sabia de tudo.

Eu disse, "Bem, j� que eles querem me deixar �s escuras..."

''farei eles me dizerem. Enrolarei tal rede..."

Desculpa, n�o consigo parar!

Mas fiquei com medo que quando ele te contasse, tu adivinharias.

Mas tu provaste ser mais tonta do que ele.

Enganei-vos bem?

Queres dizer que tudo isto era uma brincadeira?

E que mais seria? Tu mesma disseste...

que eu era o teu melhor amigo, que te fazia rir, fazia os outros rir.

Fiz uma pequena partida e come�aste logo a chorar.

- Algu�m prega tal partida? - Ent�o como se faz?

- Hoje eu n�o te largo! - Isso n�o... isso n�o...

Hoje n�o te pouparei.

- Seu cobarde! Apenas espera... - Eu explico e tu atiras-me os sapatos...

- Sapatos? Vou partir a tua cabe�a! - N�o...

N�o te vou deixar fugir.

Socorro! Esta rapariga � louca...

Seu impostor, patife... Deixa-me! Deixa-me!

Chateia-te ou ri.

- �s muito mau! - Isso sou. Mas n�o posso evitar.

Mas h� uma coisa. Anda, segura a minha m�o.

S� porque te contei n�o tens que ir a correr contar ao Ravi.

- Vamos faze-lo sofrer mais um pouco. - Ele est� triste com isto!

- Apenas por 5 minutos. - N�o...

- Dois minutos? Est� bem? - Sim.

Mas n�o te estiques muito, est� bem?

Eu n�o entendo, Raja. Mona, tu disseste...

Eu explico.

� melhor esqueceres a Mona.

Ela nunca ser� feliz contigo.

Ser� diferente comigo. Somos do mesmo lugar.

O nosso caminho e a nossa vida s�o iguais, e...

� melhor explicares a ele.

O que o Raja diz � verdade.

Tamb�m tomei a decis�o, que eu...

Oh Deus! Podes te controlar um pouco?

- Estragaste tudo, n�o foi? - N�o consigo parar...

Olha para a cara dele? � assim que est�!

- Porque est�s rindo? - Foi tudo ideia dele.

Ele fez esta brincadeira.

Mas ele n�o brincava naquele dia. Ele n�o gozava. Pergunta-lhe!

- Escuta-me, Mona. - Tu n�o o conheces.

Viste como ele falava a serio agora mesmo?

Se eu n�o ca�sse em riso, este homem...

N�o... eu ia contar-lhe hoje.

Olha Ravi, isto � tudo uma brincadeira! - Tonto...

Lembras-te? Viemos a este mesmo lugar naquele dia. - Sim.

E o que foi que eu disse? Que ia mentir o dia todo. E tu disseste...

Ent�o termina a quota da tua semana hoje. Estou certo?

Sim. - E eu disse tudo isto depois. E tu n�o percebeste?

- Sim... sim, tu disseste. - Agora ele diz "Sim"...

- Tu �s perigoso! Tu quase... - Fiz-te passar por um teste dif�cil?

Se escondes algo de um amigo, ser�s castigado!

Eu queria dizer-te naquele dia. - Porque n�o disseste? - Porque tu...

Rimos muito hoje! N�o foi?

Sim, e rindo, as l�grimas encheram os meus olhos.

Posso dizer uma coisa? Eu aben�oo-os do fundo do meu cora��o.

Sejam felizes, sempre.

Eu tenho a certeza. Ela ama-te muito.

Promete-me que nunca a vais deixar.

Raja... eu prometo.

Eu prometo � Mona, e a ti tamb�m.

V�s este anel?

Era da minha m�e.

E tu �s testemunha. Quero coloca-lo na tua presen�a.

Este anel � uma garantia do meu amor...

e uma promessa ao longo da vida tamb�m.

- Sempre nos lembraremos de hoje. Certo? - Vamos nos lembrar sempre.

- Vamos celebrar ent�o. - Diz-lhe. Ele fez a nossa vida num inferno.

O castigo dele � fazer uma festa para n�s.

Isso n�o � castigo. Certo, tu sentas-te e eu vou.

- Para onde? - H� uma festa. Tenho que preparar tudo.

Esta noite, na minha casa, est� bem?

Esta partida dele poderia fazer-nos infelizes...

Mas ele � um amigo espectacular. N�o �?

� verdade, meu amigo, o amor � assim...

Em troca dei-te o meu amor...

N�o adianta negar, meu amigo...

D�-me a tua m�o...

D�-me a tua m�o...

Ao darmos as m�os � maravilhoso...

Um sonho... uma esperan�a...

O meu sonho desmoronou-se...

O destino se cumprir�, como tem que ser...

�s um bom amigo e tudo conseguir�s...

Juntos tudo conseguiremos...

A felicidade...

Que continues com a felicidade que desejas...

� verdade, meu amigo, o amor � assim...

N�o adianta negar, meu amigo...

� meu amigo...

O destino se cumprir�, como tem que ser...

�s um bom amigo e tudo conseguir�s...

Juntos tudo conseguiremos...

A felicidade que tanto desejas...

Dividimos as alegrias e as tristezas...

Sou um perdedor, meu amigo...

� verdade, meu amigo, o amor � assim...

Na vida uns perdem, outros ganham...

N�o adianta negar, meu amigo...

O amor � assim...

Divertimo-nos a noite passada na casa do Raja.

Ouvi dizer que ele e a Sra. Joseph v�o para Goa.

- A irm� da Sra. Joseph vive l�. - Sim.

Este rapaz Ravi ... n�o se sabe muito sobre ele, mas ele parece ser bom rapaz.

Pai. Porque n�o pergunta o que quer saber?

Eu? Eu n�o quero perguntar nada.

Est� bem, n�o pergunte nada, mas vou dizer-lhe na mesma.

Sim!

O Ravi e eu estamos apaixonados. Queremos casar.

E ele quer falar consigo sobre isso pessoalmente.

Minha querida! �s t�o infantil.

J� pensaste, quem � ele e o que somos?

Eles s�o diferentes de n�s. N�s somos...

...pessoas pobres. De classe baixa.

N�o, pai.

Ser rico e pobre n�o decide se um homem � de classe ou n�o.

Nem o Ravi acredita nisso, nem eu.

Diga-me a verdade. N�o aprova o Ravi?

N�o � nada disso, querida. Eu apenas...

A tua escolha � a minha escolha.

Minha querida... eu s� quero...

...que sejas feliz.

A av� dele j� te conhece?

O Ravi vai apresentar-me a ela hoje.

Est�s a dizer que o meu Ravi...

est� com a filha de um dono de bar ordin�rio.

N�o! N�o acredito nisso. � imposs�vel!

Porque est�s com medo? Vem... E escuta...

- Tu est�s linda. - Escuta-me, Ravi.

- Onde est� a minha av�? - Ela foi para Palnagar.

Quando? - Agora mesmo �s 4 horas. Disse que s� regressava amanh�.

Est� bem. - Nesse caso, ent�o... ...vamos embora?

Est� bem, mas qual � a pressa? J� vamos embora.

Escuta Resham Singh... Todos voc�s tirem o dia de folga.

O Resham Singh acabou de ligar.

N�o acreditou em mim, pois n�o? Bem, ent�o v� e veja por si mesma.

Est� aqui a 50 milhas de distancia, em Palnagar.

E l�, o Ravi mandou todos os empregados para casa. E neste momento...

O Ravi e a tal rapariga est�o na mans�o sozinhos!

- O meu carro! Vou para casa, agora! - Sim, Senhora.

- Deixa-me ir... - Vem at� mim...

Toca-me, toca-me, toca-me e olha-me, toca-me...

- Deixa-me ir... - Vem at� mim...

Vem at� mim, vem at� mim e olha-me, vem at� mim...

- Deixa-me ir... - Vem at� mim...

Se me deixares eu choro...

Se me deixares eu choro...

Vou embora sem falar contigo...

Escuta, segura na minha m�o...

Toca no meu cora��o e olha...

Toca-me, toca-me, toca-me e olha-me, toca-me...

- Deixa-me ir... - Vem at� mim...

Estou sedenta de ti...

Estou sedenta de ti...

S� me aproximo de ti, para te dizer...

N�o consigo falar, n�o te afastes porque posso morrer...

Vem at� mim, vem at� mim e olha-me, vem at� mim...

Deixa-me ir... - Vem at� mim...

Vem at� mim, vem at� mim e olha-me, vem at� mim...

Deixa-me ir... - Vem at� mim...

Av�... ela � a Mona.

Eu trouxe-a aqui para conhecerem-se, mas n�o estava. Por isso...

- Onde vives? - Eu...

Aqui...na aldeia.

� tarde. Vai leva-la a casa.

� tarde n�o h� duvida, mas eu...

Est� bem. Noutro dia eu...

- Outro dia qualquer. - Vamos?

Posso trazer a Mona para conhece-la um dia destes como tinha dito?

N�o � preciso. Eu j� a vi.

Ouvi sobre ela de ti, por isso, n�o � necess�rio v�-la.

- Mas, apenas uma vez... - Diz ao pai dela...

para vir falar comigo. N�o � isso que queres?

Muito bem. Manda-o at� mim. Amanh� de manh�.

- Certo. - �s 10 horas em ponto!

Achas que devo ir l�?

Algo me diz que eles n�o gostam de n�s.

L� est� o senhor outra vez! Porque vamos nos preocupar com eles?

O Ravi gosta de n�s, n�o gosta? � o suficiente. Agora v�.

Tem que estar l� �s 10 horas.

- Eu... - Tu! �s o pai da tal rapariga.

O que achas? Estar�o a falar sobre n�s?

O que achas? Eles est�o discutindo ou n�o.

- Eles devem estar discutindo. - Ent�o, porque est�s t�o calmo?

Fala comigo.

Eu pensava... em algum lugar por aqui...

Coloquei os olhos pela primeira vez em ti. Lembras-te?

Sa�ste do mar como uma sereia... e hoje.

Expulsa-o para fora da minha casa!

Larguem-me! E tu... Mostra o poder do dinheiro para os outros!

A minha filha cuspir� no teu dinheiro! Atreveste a falar dela?

E da� se somos pobres? Somos muito melhores que tu.

Ent�o, est� bem. Posso ir agora?

Espera, Ravi. O pai j� deve ter chegado.

Afastem-se... afastem-se. Algu�m arranje uma cama.

O que aconteceu com ele?

Abra os olhos, pai. Porque ele n�o fala?

O que se passa com o pai?

- O que aconteceu com o D'Silva? - Os homens dos Kamladevi bateram nele!

Av�! Quem diabo pensa que �?

Quem pensa que �? N�o tem nenhuma dec�ncia?

A senhora pr�pria mandou-o chamar.

Nunca pensei que chamaria aquele homem, para insult�-lo!

N�o sejas est�pido. S� se sentem insultados...

quem n�o tem nenhum respeito! - Aos seus olhos, s� v� isso!

Porque tem dinheiro! Mas � melhor entender uma coisa.

Ele n�o veio pedir-lhe nada. N�o tinha o direito de trata-lo assim...

- "Insultar" � uma palavra muito branda. - E essa palavra branda...

... � muito apropriada para um homem humilde como o D'Silva!

Ele n�o sabe como falar! Eu apenas disse isso a ele...

e ele deixou o meu escrit�rio. - Deve t�-lo insultado.

Cada um fala da maneira que quiser, quando se diz a verdade sobre eles.

Tal gente n�o tem nenhum controle da sua l�ngua. Ele come�ou a gritar.

- Ent�o os meu empregados vieram e... - Os seus empregados usaram a for�a dos bra�os.

Os meus empregados s�o leais a mim! E...

eles n�o suportam que ningu�m levante a voz para mim!

Ter� que pedir desculpas ao Sr. D'Silva e � Mona.

N�o est�s bem da cabe�a neste momento.

Porque s� uma pessoa louca falaria comigo assim.

Nunca ouvi tal coisa de algu�m antes.

Ent�o direi algo que ouviu antes do seu filho.

- Vou deixar a sua casa! - Aviso-te para desistires dessa ideia.

Porque quando o teu pai deixou esta casa...

esqueci-me totalmente dele. Mas talvez tivesse cometido um erro.

Se eu tivesse tentado, talvez o tivesse salvo.

Se fores embora, escreve o que te digo. Sei que aquela rapariga n�o � digna de ti.

Vive onde quiseres. Mas n�o deixarei aquela rapariga ficar contigo.

Av�, j� vi muitas pessoas como a senhora antes.

Tentarem ser Deus! Mas nem eles, nem a senhora s�o Deus!

A senhora � Deus na sua Companhia, e nas 4 paredes desta casa.

E hoje, eu sairei destas 4 paredes.

- Onde pensas que vais? - Vou ver o Sr. D'Silva.

Ainda n�o est�s satisfeito? Sabemos quem bateu nele e porqu�.

Tentem entender-me. Eu vim c�... - Desaparece!

- Se te ver por perto, eu mato-te! - Porque tu...

pensas que as raparigas da nossa aldeia n�o t�m nenhum auto-respeito?

- Chamas as pessoas a tua casa e bates neles? - N�o tenho nada a ver com isto.

Onde pensas que vais? N�o tens vergonha?

P�ra? Deixa-me!

Parem! N�o batam nele. Por favor.

- Ele n�o tem culpa de nada. - Levanta-te!

O teu pai est� inconsciente e tu queres humilhar-nos?

- Entra! - Porque n�o entendem?

- Levem este patife daqui! - Deixem-me ver a Mona. Por favor.

Sobe rapariga.

- Diz-lhes para deixarem o Ravi. - Escuta-me.

- Porque ningu�m me escuta? - Tratamos dela. Podes ir.

Larguem-me! J� disse para me largarem.

Deixei aquela casa para sempre. Porque n�o entendem?

N�o tive nada haver com isto. Vim para pedir desculpas ao Sr. D'Silva.

- Expulsem-no da cidade. - N�o, por favor n�o sejas t�o cruel.

Imploro-te! Deixem-no em paz. Deixem-no.

Quero este trabalho pronto dentro de dois dias.

Todos os pap�is de empr�stimo de todos os pescadores da aldeia...

independentemente de quem seja os agiotas e contratantes, compra-os.

Mas, aquela gente n�o est� disposta a vender, Senhora.

Oferecemos mais do que vale. Quem poder� recusar?

Quantos mais faltam? D�-lhes a Ordem do Tribunal...

- E termina o trabalho. - Mancha Ram! Quem � ele?

O que � tudo isto, Pascoe? Porque est� a policia aqui?

Acabou tudo. N�o h� nem um homem aqui, que tenha um barco agora.

- Temos as Ordens do Tribunal. - Ordens do Tribunal uma ova!

- N�o lhes darei o meu barco! - O teu nome foi chamado tamb�m.

O qu�! Sr. n�o me separarei do meu barco.

Senhor, se entregarmos os nossos barcos, como vamos ganhar a vida?

- Porque n�o lhe dizem? - D�-me apenas os papeis.

- Como te chamas. - Surkiya. - Esta � a tua assinatura? - �.

Deves dinheiro a um agiota.

N�o pagaste tamb�m. E diz aqui claramente...

que ele pode confiscar o teu barco na hora que ele quiser.

Mas isso � entre mim e ele. Quem s�o voc�s?

Esse homem vendeu estes pap�is, e o seu barco, que reclamas...

como dono, a Kamladevi. - Como ele pode fazer isto?

Vamos ver se algu�m leva o meu barco!

Faz as coisas dentro da lei. Sen�o ser�s preso!

Fa�am-no entender. Pr�ximo!

J� vos disse. N�o posso fazer nada.

Mas se levar o barco de um pescador, ele ficar� arruinado.

Olha, s� a Senhora pode ajudar-vos neste assunto.

- Ent�o vamos falar com a Senhora? - N�o! Mas, sim...

Se a filha do D'Silva se encontrar com a Senhora, pode ser que ela concorde.

O que aconteceu? Todos voc�s aqui. Assim.

N�o! Eu n�o te chamei.

Os alde�es mandaram-te! Porque eles sabem...

que aquela aldeia inteira est� na minha boa vontade!

Posso esmag�-los. - Sem perder tempo! - Mas...

... mas porque faria isso? O que tem contra eles?

- Tu vives nesta aldeia! - Eu...

Escute, Senhora, eu amo o Ravi.

E se isso � crime, ent�o castigue-me a mim.

Porque devem os outros sofrerem? Eles n�o t�m culpa.

Estou a ver! Partilhas o sofrimento deles.

Se quiseres, os deixarei viver...

mas ter�s de prometer-me, que a partir deste mesmo momento...

n�o ver�s o Ravi novamente! - O que est� dizendo?

- N�o diga isso. Escute-me... - Est�s fazendo perder o meu tempo.

E arru�na a minha vida! Isso n�o lhe interessa?

E est�s preocupada porque a tua aldeia ser� arruinada?

Ent�o... ent�o o que devo fazer?

Dou-te 7 dias. Casa-te com algu�m at� l�.

- O qu�! - S� assim o Ravi acreditar�...

que est�s fora da vida dele... Para sempre!

- N�o! Isto n�o est� a acontecer. - Caso contrario...

cada homem da aldeia ficar� sem casa e sem emprego!

E ser�s respons�vel por isso. N�o eu, apenas tu!

N�o diga isso. N�o seja t�o cruel.

Farei o que diz. Eu prometo. Nunca mais proferirei o nome do Ravi.

N�o falarei com ele, mas, n�o posso casar com outro...

Eu imploro-lhe! N�o me pe�a para fazer isso.

N�o consigo fazer...

E outra coisa... N�o voltes aqui novamente.

Eu saberei se casaste ou n�o. E os alde�es tamb�m.

Se recusares, eu vou embora.

Viverei de qualquer maneira, mas juro que pensarei em ti cada momento...

A vida continuar� sem ti, mas n�o valer� a pena viver!

Caso contrario, cada homem da aldeia ficar� sem casa e sem emprego!

E ser�s respons�vel por isso. N�o eu, apenas tu!

N�o! N�o pode ser. Eu n�o acredito nisso.

Mas a parte mais triste � que � verdade.

A Mona se casar� dentro de alguns dias.

Mas com quem casar� ela?

N�o descobri isso, mas os alde�es dizem...

que isto foi tudo press�o da tua av�.

Tiro-lhe o chap�u, av�...

A senhora ditou a minha vida.

E o que n�o quer, nunca acontecer�.

Se n�o quisesse, eu n�o conheceria a Mona.

A minha vida est� seguramente nas suas m�os, e sempre ser� assim.

Se voltares, devolvo-te a tua vida.

N�o, n�o... N�o av�.

Eu n�o voltei para si.

S� vim aqui para dizer-lhe que a minha vida...

pode estar nas suas m�os, mas a minha morte...

est� nas minhas m�os.

Acredito que a Mona ir� se casar.

Mas nesse dia... Esse dia ser� o ultimo dia...

da minha vida.

Se a minha vida est� na suas m�os...

ent�o, no dia que a Mona casar, as suas m�os ficar�o vazias.

Ganhou, av�.

Mas tamb�m n�o perderei.

Como est�s, Cheena? Est� tudo bem?

O D'Silva quer ver-te.

Raja, quem mais poderia pensar sen�o em ti?

Voc�s conhecem-se desde mi�dos.

E eu sempre desejei, que voc�s dois...

Mas agora, tu decides. O que dizes?

Est� bem, eu caso-me.

Sim filho, o Raja voltou.

Ele pode ajudar-te. Vamos falar com ele?

N�o. Eu vou. Eu...

- Mas agora, como pode ele ajudar-me? - Ele far� alguma coisa.

Ele � teu amigo.

O pai disse que querias ver-me.

Sim. Entra.

- Toma. Senta-te. - N�o, obrigado.

Eu quero ouvir-te dizer, que est�s disposta a este casamento.

� verdade?

Pensas que cometes um erro, ao sonhar casar com o Ravi.

E agora n�o sentes nada por ele.

� verdade?

E achas que ser�s feliz casando comigo.

Mas como ser�s feliz comigo, Mona?

Tu nem me consideras teu amigo.

Se me considerasses teu amigo, n�o esconderias a tua dor de mim.

Eu vim para saber tudo.

- E n�o sairei daqui sem a verdade. - Est�s errado.

Eu vou casar. Eu quero fazer isso.

Olha para mim! Olha nos meus olhos.

E agora diz que n�o amas o Ravi.

Que podes viver sem ele. E que n�o te importas com ele.

Anda, diz!

Senta-te.

Mona, pensaste no Ravi?

Ele fez todo o mundo seu inimigo, por ti. E tu desististe t�o facilmente?

Eu n�o desisti, Raja. Mas o que posso fazer? Diz-me.

Se eu n�o casar com outro, todas estas pessoas...

Queres desistir de tudo por eles...

o pessoal da Companhia permitir� que esta aldeia viva livremente?

Se eles podem arruinar esta cidade...

mesmo que tu te mates, eles far�o. Se n�o for agora, ser� depois.

Mas, n�s lutaremos. E esta luta continuar�.

Olha. N�o jogues a tua vida fora.

Independentemente do que possa acontecer, tratarei disso.

Agora limpa as tuas l�grimas. E escuta.

Esta noite vou falar com o Ravi.

Voc�s dois fugir�o para longe daqui.

Vamos ver quem ir� impedi-los! Agora, vem.

E lembra-te, n�o te preocupes. Iremos resolver tudo.

Pensava que os Deuses existiam s� nas hist�rias.

Nem todo o mundo � aben�oado para ser humano.

Algumas pessoas transformem-se em Deus!

Agora vai. Vai...

Mas porque est�s fazendo isto? A amizade � boa.

Mas n�o deixarei arriscares a tua vida por isto.

Sei que est� se sentindo muito mal por mim.

Por isso est� dizendo isso. Mas tudo o que estou fazendo...

se o Ravi estivesse no meu lugar, ele faria o mesmo.

E quando eu lhe falei sobre o meu amor, acidentalmente...

ele fez o mesmo.

- Podia fazer at� mais. - O que pode ser mais do que isto?

Eu n�o sei, como podes, rir do...

teu amor ao longo da vida, num mero momento? E aqueles dois...

pensando que era uma brincadeira, j� esqueceram isso!

Porque tamb�m n�o pensa que � uma brincadeira e esquece?

Est�s me pedindo isso? Est�s disposto a esquecer?

N�o. Eu amo a Mona, at� hoje.

E sempre a amarei. Eu perdi, mas n�o terminou.

Na verdade nunca esquecerei o meu amor pela Mona.

Mas nunca poderei esquecer o amor da Mona e do Ravi.

Hoje eu vou uni-los... para sempre.

Eles contam comigo e farei isso.

Mas acho que deveria ir com calma.

- O Ravi pedir� desculpa. - Ele n�o vir�.

Ele tem o sangue do pai! Ele dar� a sua vida por ela.

Ele mata-se, mas nunca ir� voltar!

Perdi o meu �nico filho assim.

Mas agora, n�o posso perder o Ravi tamb�m.

Vai e diz-lhe que concordo com o que ele quiser.

Ele ganhou. E eu perdi.

Como poderia saber que a velha bruxa repentinamente...

iria ter um jacto de amor pelo Ravi? - E um jacto fant�stico!

Isso n�o significa que deixarei as minhas esperan�as de vida serem afogadas com isto.

Os neg�cios dos Kamladevi e o dinheiro, tem que ser meu!

Apenas meu! E isto ser� decidido...

esta noite!

N�o est�s partindo para sempre.

Um dia vir�s nos ver com o Ravi. N�o vens?

Ninguem pode te ver partir da aldeia... Vamos!

Bem? Para onde a est�s levando?

Escuta. Hoje estou com pressa.

E o teu pessoal tamb�m... - Eh, rapariga... - Espera.

Vai, Mona.

Vai ter com o Ravi. Eu trato deles.

Deveria ter ido antes. De qualquer maneira...

- Pelo mesnos vou agora. - Mas, Ravi, tu...

Se for o Raja, eu n�o estou aqui. J� fui.

- Onde est� o Ravi? - Mas, quem �s tu?

N�o fa�a perguntas, velho. Apenas responde-nos.

- Onde est� o Ravi? - Estou aqui.

O que queres?

Sim, Ravi. Sou eu. Mas porque est�s t�o surpreso?

N�o, n�o estou surpreso. Eu sabia que eras um porco.

Mas eu nunca soube que eras um patife, e aldrab�o tamb�m.

Chama-me o que quiseres, mas o facto permanece...

que o verdadeiro herdeiro do dinheiro Kamladevi...

sou eu. Mas aquela bruxa dura...

quer entregar todo o dinheiro e neg�cios a ti.

Porque �s do sangue dela!

Se esse sangue � a limita��o do meu caminho �quela heran�a...

ent�o hoje, deixarei derrama-lo!

N�o! Porque querem eles matar-te? N�o o matem.

Tens muita sorte, Ravi. At� mesmo o teu ultimo desejo � cumprido.

Antes de morreres, v�s a tua amada tamb�m.

Agora n�o te deves sentir muito mal ao morreres!

O que est� dizendo? O que tem contra ele? Porque quer mata-lo?

N�o o mate... imploro-lhe. N�o o mate.

N�o, Mona...

O meu cora��o derreteu-se ao ver o teu amor por ele.

Est� bem. Eu n�o o matarei.

N�o acreditas?

Ravi, a tua av� pensa...

...que amas tanto esta rapariga, que por ela...

est�s disposto a morrer!

Se realmente fizeres isso, ent�o...

Vira-te. Vai at� aquele revolver...

apanha-o. Aponta-o para a tua t�mpora.

E puxa o gatilho. Sen�o...

- Raja! - Mona, est�s bem, n�o est�s?

- Mas onde est� o Ravi? - Ravi?

Ali est� ele! Anda, n�o vamos perder tempo.

Antes que apare�a mais algum problema, saem daqui. - E tu?

Esquece. Olha Ravi, � melhor voc�s sa�rem daqui r�pido.

Sim. Eu vou. Mas sozinho.

Esta tarde estive na tua casa.

Ouvi-te falar com a Sra. Joseph.

- O que tu e a Sra. Joseph falaram? - Nada.

- O que importa � que o teu amor... - H� outra coisa tamb�m Mona.

Que se eu te esconder, estarei sendo desonesto comigo pr�prio.

O Raja ama-te.

Muito antes que eu, e talvez mais do que eu.

N�o. Isso n�o � verdade. N�o � verdade!

� verdade, Mona. Apenas a verdade!

Ficamos perdidos na nossa felicidade e nunca vimos a m�goa do Raja.

Rimos, e ele riu connosco.

Nunca vimos que na sua risada cruzava muitos mares de tristeza.

Tu �s a esperan�a do Raja, o desejo de vida. Apenas tu, Mona.

Mas hoje, ele tamb�m est� ajudando passando por cima da sua vida por mim!

N�o...

F�-lo entender, Mona. N�o � nada disso. Diz-lhe, Mona.

N�o sou nada aos teus olhos. Somos p�los � parte, Mona.

Como poderia eu at� atrever-me pensar que tu...

E mesmo se realmente me atrevi... E da�?

Se uma crian�a chora pela lua...

ela apenas pensa em segura-la.

N�o � muito bonito...

Fazer os outros sentirem-se envergonhados.

O que n�o fizeste por mim?

E eu... s� fiz o que disseste.

- Porque me obrigaste? - Mas eu n�o tenho...

Eu n�o tenho obriga��o com ningu�m.

Apenas fiz o que o meu cora��o mandou.

Agora escuta o teu pr�prio cora��o. Vai com ele.

- Come�a uma nova vida com... - N�o podemos fazer isso, Mona!

N�o, quando eu sei de tudo.

Se eu te aceitar, esta culpa nunca me deixar�...

Esquece-me, e pensa em ti. Ser�s capaz de esmagar o teu sonho?

Ser�s feliz fazendo-o triste, e olhares-te no espelho?

N�o! N�o! N�o!

O que se passa com voc�s dois? Agora que a vossa meta est� perto...

Porque se punem desta maneira? V�o...

- Vamos, Mona. - N�o... escuta-me.

- Oh n�o... - N�o...

O que a vida n�o p�de decidir, a morte decidiu.

- N�o, Raja, n�o! - Vais ficar bem, Raja.

O que aconteceu contigo, filho? O que se passou?

Os bra�os que me deram a vida, deixam a morte tamb�m vir at� eles!

- Que mais posso querer? - N�o, meu filho.

N�o digas isso... N�o!

Fa�a os alde�es entenderem...

N�o separem estes dois.

Ambos... amam-se um ao outro...

muito!

AKBAR

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