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Original subtitles

LA PORTA ROSSA S01E09

legendas @drcaio

Leo e eu nos tornamos amigos.

Estava feliz de poder Jud�-lo...

depois de todas as vezes que ele me ajudou.

Voc� seria um �timo pai.

Est�o bem aqui? Est� tudo bem?

Este lugar � perfeito para n�s.

- Se precisar de algo mais, � s� me avisar. - Obrigada, Leo.

Voc� fez muito e n�o sei como te pagar.

- N�o sou uma boa informante. - N�o se preocupe.

Basta se afastar dos problemas.

- Obrigada. - De nada.

Naquela noite tive a oportunidade de pagar Leo.

- Quem �? - Quem acha que pode ser? Abre. - Merda.

Um momento.

V� tomar um banho.

Exatamente era a informa��o que esperava h� tanto tempo.

- Rizzo. - Podia avisar antes.

Prefiro que n�o saiba com anteced�ncia onde estou.

O que voc� precisa?

Uma lista de novos n�meros de telefone.

- S�o clientes importantes. - Eu tenho que ligar logo?

J� que chega a hora. Amanh� chega uma partida grande.

Espero por voc� �s 5 horas, seja pontual

na loja de sempre no Porto Vecchio.

N�o tem erro, o local � seguro.

Rizzo, posso te ajudar com isto?

V� se ferrar, Mexicano!

- Leo, oi. Sou eu. - Fala...

Vi o traficante que est� procurando, o Mexicano.

Hoje a noite ele vai ver Rizzo no Porto Vecchio.

Tem certeza?

- Tenho. - Responda s� sim ou n�o. - Sim.

Ou�a, desligue o telefone,

ou melhor, jogue fora e esconda-se at�...

- que termine tudo. - Entendido. Pode deixar.

Mas prometa que vai tomar cuidado

Calma, n�o vou bancar o her�i.

Est� bem, tchau.

Foi a �ltima vez que o ouvi.

Voc� n�o tem nada a ver com a morte de Leo.

Ele sabia do risco que corria.

Ontem vi aquele homem de novo, Rizzo.

Onde?

No lugar que voc� tamb�m foi.

- Ele procurava voc�? - Talvez.

Tive medo e fugi. N�o sabia onde me esconder.

E lembrei de voc�,

me dei conta que era a mulher de Leo.

Ele me falou muito de voc�.

Para mim ele nunca falou de voc�.

Por isso que gostaria de perguntar...

Se fomos para a cama?

N�o, isso nunca aconteceu.

Eu lhe digo a verdade, eu at� que gostaria.

Mas ele nunca fez isso acontecer.

Seu marido era um homem muito singular.

- N�o gostava de coisas simples. - Isso � verdade.

Tenho que encontrar Rizzo para interrog�-lo. Pode me ajudar?

Tenho medo.

Agora eu que estou.

Tenho que te perguntar outra coisa.

Voc� me ligou no dia seguinte em que Leo morreu?

N�o.

Eu nunca te liguei.

Sim, a voz e o sotaque eram diferentes.

Mesmo quando parecem amig�veis, s�o sempre ego�stas.

Eles tomam tudo sem se preocupar

com suas emo��es. Eles te destroem.

Mas voc� se importou muito com minhas

emo��es nos �ltimos anos, n�o?

- Vamos deixar assim. - Stefania sabe?

- N�o. - Eu tamb�m n�o disse nada.

Eu n�o contei para ningu�m, n�o conseguem entender.

N�o tenho tanta certeza.

- � sua m�e? - Sim.

Minha tia perdeu a cabe�a. Eu as ouvi brigarem.

Agora ela voltou para casa... Uma verdadeira confus�o.

- Perguntou por que ela mudou de ideia? - � um teste?

- Estava brincando. O que foi? - Nada, por qu�?

Deixa adivinhar. Voc� ficou com raiva

porque eu n�o estava muito presente.

Desculpe.

Mas minha m�e, que eu pensava que estava morta,

agora est� em minha casa.

� uma coisa um pouco paranormal, n�o?

- Sim, mas n�o se faz assim. - Como se faz?

- Nos vemos esta noite. - Claro.

Se chama Michele Rizzo. � c�mplice do Mexicano.

Tenho uma fonte confi�vel.

- Que n�o pode revelar. - Eu prometi.

Essa pessoa tem antecedentes criminais?

N�o.

Eu conheci s� uma pessoa que pedia investiga��es...

- com t�o poucos elementos. - O tr�fico de Red continua.

Parece �bvio que algu�m tomou o posto do Mexicano.

Anna, voc� conhece a lei t�o bem quanto eu.

Sabe o que eu penso.

Mesmo que fosse Rizzo, por que motivo eu dou autoriza��o?

Muitos jovens morreram por causa dessa subst�ncia.

Vamos ter que esperar para morrer mais?

Depois de todo esse tempo ainda n�o confia em mim?

Como tenho que fazer com voc�? Est� bem.

Obrigada, voc� fez a coisa certa.

Para ela voc� assina mais facilmente.

Claro que tenho, quanto voc� precisa?

N�o, n�o tem problema. Est� tudo bem.

Para o outro, vamos ver. Falaremos pessoalmente.

Sim, claro.

Eu sei, tudo bem, ent�o s�o 500.

Me desculpe, esse � o pre�o. � dif�cil encontrar.

As coisas n�o mudam porque o Mexicano n�o est� mais aqu�.

S� tem que me dizer sim ou n�o.

Nos vemos esta noite. Certo. Esta noite. Tchau.

Que homem ocupado!

Bingo!

Acho que v�o te ferrar!

O que faz? Vamos!

- Somos da pol�cia. Abra! - Um momento.

V�o pedir permiss�o?

- Merda! - Sim!

Bom dia, sou Zagaria. Inspetor Chefe.

Bom dia.

Esta � a autoriza��o para revistar seu apartamento.

- N�o entendo. - N�o entende?

� uma intima��o judicial.

- Sigo sem entender. - N�o entende.

Explicaremos tudo na delegacia. Siga-nos.

- Voc� me assustou. - Agora j� sabe que � assim.

Ou�a, Anna est� descobrindo coisas.

Eu tenho medo que ela se meta em confus�o.

Tenho que pegar um objeto da casa do amigo do Mexicano.

Quando?

- Agora. Voc� � capaz? - Sim, agora eu me divirto.

- Vanessa. - Oi. - Oi.

- Incomodo? Falava com algu�m? - N�o, falava sozinha.

A que horas nos vemos hoje?

Hoje...

Hoje � a reuni�o do "Giornalino" Eu tinha esquecido.

Se n�o se importa, vamos outro dia.

Claro, como quiser.

- Tchau. - Tchau.

J� temos uma �rvore, colocamos para a Vig�lia.

Duas � melhor, n�o?

Entendo que vai ficar no Natal. Deixou o trabalho?

Tenho dinheiro reservado.

Eu te lembro que esta casa tamb�m � minha.

- Voc� n�o vai levar Vanessa. - Ningu�m quer fazer isso,

mas n�o pode me impedir de estar com ela.

Desde que voc� est� aqui ela vai mal.

- N�o sou eu o problema. - N�o?

Ent�o, voc� que a conhece t�o bem, qual � o problema?

Voc� ainda � a mesma, n�o mudou nada.

Voc� e seus malditos mist�rios.

Os agentes n�o bloquearam a chave.

Use o cart�o.

Se minha tia tivesse colocado

dinheiro aqui, serviria para alguma coisa.

Mas...

Viu como isso funciona? Muito bem, futura ladra.

- N�o me prenda. - Mesmo se eu quisesse!

E agora?

- Onde voc� est�? - Estou aqui, saia.

V�? Caiu l� embaixo.

Como eu chego l�?

Pode ir por aqui, eu ajudo.

- Me segura? - Indico os pontos de apoio.

- Nem falar. - Eu te imploro, Vanessa.

� a �nica maneira que tenho de ajudar Anna.

Pense na minha filha.

- Voc� � terr�vel. - Vamos, anda logo.

Certo! Agora vai pisando pouco a pouco.

Certo. Agarre a barra de ferro preto,

e abra�a o tubo do aquecedor.

Perfeito. Agora, primeiro um p� e depois o outro. Lentamente.

Muito bem. V� devagar.

Cuidado. Devagar, devagar. Calma... espera.

Tem uma c�psula de ferro sob o p�.

Mova-o para a esquerda.

Cuidado! Droga, devagar.

- Cuidado, fica calma. Est� indo bem. - Me segura.

Me segura!

- Gostaria, mas como fa�o? - Me segura! - Espera.

- Me segura! - Calma.

Ou�a, tem a parab�lica sob o p� direito.

Est� debaixo do seu p�.

- N�o encontro. - Est� quase! Coragem.

Desce devagar. Calma, voc� chegou.

- Pronto. - Eu quase morro!

Estamos quase terminando Pegue a agenda e vamos.

- Agora tenho que ir l� em cima? - N�o, a janela est� aberta.

Melhor voc� sair pela porta da frente. Coragem.

Espera, vou olhar se o caminho est� livre.

Venha.

A sa�da � desse lado, vai.

- Fuja! - Quem � voc�? O que faz na minha casa?

Que porra est� fazendo aqui, cigana de merda?

Idiota!

Vem c�!

Luz!

O que est� acontecendo? Vem c�! Agora eu te mostro.

Vanessa, escute. Prenda a respira��o.

Finja que desmaia, feche os olhos.

Se fingir que desmaiou, este idiota baixar� a guarda.

Muito bem, o idiota est� distra�do.

- O que est� havendo? - Muito bem.

Chute as bolas dele, vamos.

- Fuja. - Puta.

- Porca asquerosa! - Muito bem! - V� se foder!

J� lhe disse muitas vezes que n�o

sou viciado em drogas nem traficante.

Advogado, diga a ele, por favor.

Meu cliente n�o tem antecedentes criminais.

A revista de seu apartamento n�o produziu resultados.

A an�lise toxicol�gica � negativa.

As acusa��es s�o infundadas.

- Advogado, a quest�o � se quer colaborar ou n�o. - Claro.

Mas se n�o h� elementos que justifiquem as acusa��es...

- devem soltar o Sr. Rizzo. - Sr. Rizzo.

- Conhece este homem? - Eu nunca vi ele. - Olhe bem.

- Nunca vi. - Por favor, pegue a foto e diga se conhece.

N�o conhe�o este homem.

E se dissermos que existe uma pessoa que declara o contr�rio?

- Onde est�? - Tem essa testemunha ou n�o?

Perdoe um momento. Continue voc�.

Sr. Rizzo, lembro que deve assinar tudo o que nos disse.

Se descobrirmos que mentiu,

o denunciaremos por falso testemunho.

Anna, assim n�o temos nada.

Nem para uma cust�dia cautelar, nem para uma deten��o.

Se n�o me disser quem � a fonte, tenho que deix�-lo ir.

N�o posso te dizer.

Solte-o, encontrarei outra solu��o.

Com licen�a, Vanessa?

Nunca veio a nenhuma reuni�o do "Giornalino".

Sim, acho que entendi mal. Tchau.

Tenho que entregar este pacote.

- Sim, por ali. - Obrigada.

Ol�, tenho que entregar este pacote ao inspetor Paoletto.

Preciso apenas de uma assinatura.

Com licen�a por um momento. Sim?

Senhorita, desculpe-me.

Agora ter�o que entregar para ele.

- No final correu tudo bem, n�o? - Tudo bem?

Por pouco me asfixiam e me estupram!

Claro, sinto muito.

Sente muito nada! Desta vez voc� ultrapassou.

Achei que �ramos amigos mas estava me usando.

N�o sei se fazia isso quando estava vivo,

mas eu n�o gosto disso!

Por que vou arriscar minha vida por um homem que j� est� morto?

- N�o viu nenhum destes com Ambra naquela noite? - N�o.

Tem certeza? Nem este aqui?

- N�o, esse n�o tem nada a ver. - Tem certeza? - Sim.

Este � o �ltimo. Vamos.

- N�o tem mem�ria de elefante. - Sinto muito.

Tudo bem, tentamos. Obrigado.

Senhora. A identifica��o n�o deu resultado.

- N�o est� entre os detidos. - Temos que identific�-lo.

- Claro, pensava... - Paoletto. - Sim.

- Deixaram um pacote para voc�. - De quem? - Papai Noel.

Simp�tico.

- Senhora, afaste-se. Ficaremos mais tranquilos. - Certo.

Est� aberto.

- A agenda vermelha. - Sabe o que � isso?

Meu informante falou sobre ela.

� o registro onde Rizzo e o Mexicano anotavam as vendas.

� outro presente do nosso anjo da guarda.

Eu vou.

O que faz aqui?

Queria te ver.

Vou sair um pouco.

- Ent�o? - O guarda me deixou as chaves da piscina.

Esta noite estar� � minha disposi��o.

Topa vir hoje a noite?

- Esta noite? - Sim, voc� e eu sozinhos.

- Estou esperando uma pessoa. - Est� esperando uma pessoa?

Est� bem.

Quando terminar de esperar...

se quiser dar um mergulho, sabe onde me encontrar. Tchau.

2 de novembro, 5 de fevereiro, 21, 26 e 28 de julho.

A �ltima � 17 de agosto.

Diga a ele que temos algo para incriminar o Rizzo.

Telefones, quantidades vendidas, tudo.

Espero que n�o seja tarde demais.

Eu ficarei por um tempo.

Sr. Rizzo.

Anna Mayer, substituta do promotor.

O advogado est� cuidando da minha libera��o.

N�o tenho nada a dizer.

- Nem sobre isto? - N�o.

Quer que eu entregue para o Sr. Piras e o Comiss�rio Adjunto

ou prefere conversar informalmente comigo?

Est� bem, mas a s�s, voc� e eu.

Por favor, venha aqui.

Sente-se por favor.

Gra�as ao que h� aqui dentro

voc� ser� preso por tr�fico de drogas.

Isto s�o apenas bobagens.

Ser� indiciado pelo assassinato de Cagliostro e do Mexicano.

O que est� falando? Perdeu a cabe�a?

Voc� se encontrou com o Mexicano no dia em que ele morreu.

Est� anotado na agenda vermelha.

Como sabe tudo isso?

Foi revelada a atividade do Mexicano, tem um bom celular.

- Espera... - Explicarei como as coisas aconteceram.

Voc� chegou ao local quando Cagliostro prendeu o Mexicano.

Atirou de uma forma que parecia

que se mataram em uma troca de tiros.

N�o tenho nada com isso.

O Mexicano s� me usava como dep�sito.

- Rizzo. - Estou aqui.

Guardava a mercadoria e mantinha

o cadastro de clientes. Isso � tudo.

Se quer que eu acredite em voc�, deve me dizer algo mais.

O Mexicano me disse para ir ao armaz�m.

Ele queria me dar algumas p�lulas para esconder.

Quando cheguei, ouvi os tiros.

Eu entendi que algo deu errado...

e fui embora.

Quem era o informante do Mexicano?

Talvez voc� n�o acredite em mim.

- Mas eu n�o sei. - Voc� continua distribuindo.

Porque me restou uma reserva grande.

Voc�s encontraram a partida que o Mexicano comprou, n�o?

Se eu o tivesse matado, n�o acha que teria levado a mercadoria?

Eu s� sei que ele queria expandir seus neg�cios.

Me dizia que havia pescado um peixe.

O que �? Uma prote��o?

- Conhe�o aquela pessoa. - Qual? - Eu vi no jornal.

Ambra Raspadori. Estava no jornal

que o Mexicano me trouxe.

O que o Mexicano tem a ver com essa garota?

Como tem tanta certeza de que n�o v�o nos pegar?

Eu pesquei o peixe.

- Que peixe? - Isto.

Esta garota quando morreu nos fez um grande favor.

Eu me lembro bem, ele me trouxe o jornal...

e mostrou para mim.

N�o entendo o que a morte dessa garota tem a ver com esse caso.

- Senhora. - Sim.

Piras.

O que est� acontecendo?

Estava conversando com o Sr. Rizzo.

Esta � a agenda onde Rizzo anotava as vendas do Mexicano.

- Por que n�o me deu? - Fa�o isso agora.

A distribui��o n�o foi reorganizada.

Pergunte a Rizzo onde ele guarda a reserva da p�lula.

Se encontrarmos significa bloquear

a distribui��o de Red e evitar mais mortes.

Isto lhe importa ou somente importa

que eu tenha pulado suas regras?

Mudando as regras n�o limpar� a mem�ria de seu marido.

Est� se tornando como ele.

V�o se foder!

- Sim. - Inspetor...

Enquanto procuram onde est� a Red de Rizzo...

gostaria de entender qual a rela��o

entre o Mexicano e Ambra.

Fotografei as p�ginas que mais me interessaram.

Tem os n�meros de telefone

que devemos cruzar com os contatos de Ambra.

- Certo. - Ponha em um pendrive e entregue para Stella.

- Est� bem. - Obrigada.

Senhora, desculpe-me. Por que Mariani?

Estou disposto a arriscar e Mariani j� foi suspensa.

Voc� tem muito a perder.

Senhora, desculpe-me. Eu penso assim.

A agenda de Rizzo foi enviada para mim,

como a dica sobre Lorenzi.

Nesta hist�ria h� algu�m que me quer dentro e quero continuar.

N�o imaginava que era t�o... determinado.

Sei o que seu marido pensava de mim,

mas ele nem sempre tinha raz�o.

Isso � verdade.

- Vou a casa de Mariani. - Obrigada.

Que dupla far�amos eu e voc�!

Sem piadinhas.

Senhor.

- Oi, Bosniak. Esperei por voc�. - Oi...

Como foi a reuni�o?

O "Giornalino" n�o combina comigo.

- Est� saindo com Raffaele? - N�o. - N�o?

Ent�o, o que ele estava fazendo em sua casa hoje?

- Foi uma coincid�ncia. - Uma coincid�ncia na sua casa.

Est� me espionando?

Uma �ltima chance. Est� saindo com Raffaele?

- Claro que n�o. - Ent�o, por que me diz tantas tolices?

Voc� n�o foi na reuni�o hoje, eu fui.

Vanessa.

Eu me apaixonei por voc�. N�o percebe?

Ent�o, por favor, me diga a verdade.

H� algum tempo vejo pessoas...

Um homem em particular. Ele precisa de mim.

Estava com ele quando n�o lhe disse onde estava.

Ele precisa de mim para fazer coisas

que n�o pode fazer sozinho.

Por qu�?

Porque est� morto.

Minha m�e tamb�m v� os mortos.

Por isso estava na clinica.

N�o est�o em nossa cabe�a, s�o reais.

Quando descobriu que eu tamb�m os via, ela decidiu voltar.

- Est� me zoando? - N�o. - N�o?

- � tudo verdade. - Percebe o absurdo que me conta...

para n�o me dizer que est� outra vez com Raffaele?

V� embora.

V� embora, por favor.

V� embora!

- Boa noite.. - O que faz aqui?

Eu vim por isto.

Est� bem como entregador de pizza.

Com licen�a.

Anna me obrigou a investigar com voc� a morte de Cagliostro.

�? Ela acabou de ligar para me dizer que foi voc� quem insistiu

em colaborar.

Voc� tamb�m quer descobrir a verdade

sobre a morte de Cagliostro?

O peda�o com pimenta � meu.

Ou voc� inventou uma desculpa para passar a noite comigo?

V� pegar o computador.

- Anna. - Padre.

Helena e sua filha est�o seguras.

- Ningu�m vai encontr�-las, nem mesmo a pol�cia. - Obrigada.

Queria falar de algo mais?

Eu queria dizer que decidi ter o filho.

Estou muito contente.

Lembra que me disse para procurar meu marido?

Eu fiz isso.

Agora Leo est� sempre comigo.

� como se estivesse aqui, agora.

Voc� pensar� que � uma sugest�o pelo sentimento de aus�ncia,

mas n�o � assim, padre. Est� junto a mim.

Penso que o que voc� sente � verdadeiro.

Se fosse assim, o que devo fazer?

N�o tenho nem ideia.

Mas sei que se faz as coisas com amor, n�o pode errar.

Vanessa.

Voc� tinha raz�o, em tudo.

Eu disse a verdade para Filip e ele me deixou.

Eu tentei ajudar o Cagliostro e quase me mataram.

- Est� contente? - N�o.

Se voc� est�, eu estou aqui.

O que est� fazendo? Isso que est� vendo.

- O que foi? - Cansei, Leonardo.

N�o sei onde voc� vai, se volta � noite,

voc� faz o que quer.

Estava com uma informante. � complicado, merda!

N�o me interessa. Esse n�o � o problema.

Voc� e eu n�o vamos a lugar nenhum.

N�o nos comunicamos.

N�o tem ideia do que significa a palavra juntos.

N�o � capaz de amar. � melhor que fique sozinho.

- Leonardo, por favor. Assim n�o resolvemos nada. - Quieta.

Eu engravidei no mesmo dia em que nos separamos.

Talvez seja um sinal de que n�o deveria terminar.

Na bolsa h� o suficiente para voc� ficar uma semana.

Eu vou lhe ensinar tudo o que n�o entendemos.

N�o cometer� nossos erros, prometo.

Me pe�a para ficar.

Naquele dia n�o tive coragem de falar.

Eu lhe pe�o agora.

Fica comigo.

Fica aqui comigo.

Nunca me fui.

Nunca me fui.

N�o sei fazer direito... acho que � assim.

� ele.

V� voc�, l� no terra�o.

Quase a mataram por voc�.

Sim.

Vanessa tem raz�o de estar com raiva.

Use a mim.

Por que usa ela? � uma menina. Eu tamb�m te vejo.

Eu posso te ajudar com o que restou para fazer.

Deixe minha filha sozinha.

Eu vim para pedir perd�o.

Para mim, Vanessa � como se...

� uma amiga.

A �nica que me restou.

Talvez a �nica que tive.

N�o pode haver amizade entre Vanessa e voc�, entenda.

Voc� precisa dela. Para Vanessa, voc�...

� in�til.

Voc� far� mal para ela. Acredite, j� passei por isso.

Se sente algo, se ainda tem emo��es

e n�o quer perd�-las, afaste-se dela.

Que merda! N�o h� nenhuma coincid�ncia.

- Quer outra cerveja? - Sim.

Talvez Rambelli tenha feito bem em me suspender.

Por qu�?

Talvez seja verdade que n�o sou uma boa policial.

Lorenzi nos enganou a todos, inclusive a Rambelli.

Voc� fez algumas bobagens, mas sabe como fazer o seu trabalho.

Queria que eu lhe fizesse um elogio?

Talvez.

Mas n�o fa�o.

Agora que estamos nos tornando amigos,

por que n�o me diz o que eram

aquelas liga��es para ex-presidi�rios russos?

Porque n�o � da sua conta.

Tem raz�o, pode ser �til ter o n�mero de alguns criminosos.

A lista. Temos que cruzar a lista do Mexicano...

com as chamadas feitas por Ambra e sua lista.

Exato.

Exato! Podia ter conhecido algu�m e n�o telefonou.

- Sim. - Idiota! - Talvez tenha conhecido na noite que morreu.

Encontrado.

Anna tinha raz�o.

- Posso? - Claro, venha.

- Soube que encontraram o esconderijo de Red. - Sim.

Mas vim para lhe dizer que n�o aprovo seu comportamento.

Bem, eu tomo nota.

Isso � tudo.

Helke se foi.

- Como �? - N�o podia dar certo.

N�o me falou sobre isso.

Voc� j� est� com a cabe�a muito cheia.

A prop�sito disso.

Sabe que pode contar sempre comigo.

Eu sei. Voc� tamb�m.

Sejamos amigos.

Eu sinto falta do Leo.

Ningu�m poder� ocupar o lugar dele.

- Bom dia, senhora. - Bom dia. - Voltamos mais tarde? - N�o.

Vou at� ali.

H� novidades?

Temos sim.

Este n�mero de celular est� entre os contatos da garota...

e naqueles do Mexicano.

Sabe a quem pertence?

Sim, a uma pessoa muito conhecida em Trieste.

Ou melhor, ao filho de uma pessoa muito conhecida.

Muito bem, �timo.

- Vamos nos aprofundar nessa quest�o. - Sim.

�s vezes, para desbloquear uma situa��o,

voc� deve ir al�m de seus limites.

Sim, pronto? J� passarei para ela.

Voc� tem que jogar tudo por tudo, ousar.

Senhora, telefone.

Sim?

Machucar pessoas que voc� gosta.

Certamente incomodar algu�m.

Inclusive se tem medo de perder algo importante.

Deve correr esse risco.

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