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C�DIGO DE GUERREIROS
Bem, � isso.
Vamos continuar seguindo-os, eles podem n�o saber que...
atravessaram a fronteira e mesmo que saibam...
Eles sabem, por que foram direto para ela.
N�o tenho autoridade no Canad� e eles sabem disso, vamos.
Podemos reportar � nova pol�cia que eles t�m l�.
Eles disseram que cooperariam conosco.
- A Pol�cia Montada? - Sim.
Sabe quantos deles h� no Canad�?
- N�o, quantos? - Cerca de 300.
Al�m disso a quem reportaremos?
- Eles se chamam Carey e Dick. - Obrigado isso ajudar� muito.
Vamos sair daqui.
O Canad� � uma terra pac�fica.
Voc� notou o tamanho das �rvores?
Ningu�m nos achar�.
Bem gostoso, hein? At� a comida parece melhor aqui.
Sim, isso � uma boa vida, em minha opini�o.
- N�o pedi sua opini�o. - Vamos, Dick pare com isso.
Voc� n�o pode ficar com raiva de mm para sempre,
deu tudo certo para n�s, como sempre.
Um dia n�o dar� certo, como o que aconteceu hoje.
Hoje n�o passou nem perto Voc� atirou muito bem.
S� quebrei algumas janelas, n�o estava tentando acertar ningu�m.
Nem eu, s� acertei um deles, acidentalmente,
acho que n�o atiro t�o bem quanto voc�.
- Sim, voc� atira, Carey. - Foi legitima defesa.
Sempre �, toda vez que voc� � pego dando cartas debaixo do baralho.
Do que est� falando? Eu n�o estava dando cartas...
Olhe, estou cansado de te tirar de problemas.
Voc� sempre nos faz ser expulsos de algum lugar, agora voc� nos fez...
ser expulsos do pa�s.
Bem, o Canad� � um bom pa�s. Conseguiremos viver bem aqui.
Ficarei longe de problemas dessa vez.
E Dick, desta vez falo s�rio.
Espero que sim, por que te salvei pela �ltima vez.
- Dick - Estou vendo eles.
Parecem Sioux N�o sei o que fazem aqui.
N�o sei, eles me parecem problemas. para mim.
N�o, se quisessem nos matar eles j� teriam tentado antes.
Finja que est� dormindo que eles ir�o embora.
Carey, n�o.
Seu tolo, vamos sair daqui.
Esse foi um truque muito esperto.
Foi s� um arranh�o, vamos pegas nossas coisas.
Para que? S� h� um deles.
- Tem certeza disso? - Qual o problema contigo, Dick?
Vamos.
Como est�?
Est� bem.
Deixar� uma cicatriz, mas s�.
Eu devia ter atirado nele antes de ele ter chance de fazer isso.
Ei, Dick, parece que acertou de novo.
Ele tinha amigos.
Sim, parece que um deles � o Touro Sentado.
- O que acha que fazem aqui? - Devem ter sido expulsos do...
Pa�s como n�s fomos. Vamos.
FORTE VENGEANCE
QUARTEL-GENERAL DA POL�CIA MONTADA
Sabe o que estou pensando? Onde h� batatas, h� carne.
ALISTAMENTOS PARA SERVI�OS ACEITOS
ALISTE-SE NO QUARTEL-GENERAL
Espere um pouco, conseguiremos comer sem ir t�o longe.
- Boa tarde, homens. - Boa tarde, Major.
Sargento. Posso fazer algo por voc�s?
A placa diz que est�o aceitando alistamento para o servi�o.
- Isso mesmo. - Me chamo Dick Ross,
Este � meu irm�o, Carey. Somos de Montana, nos E.U.A.
- Voc�s tem experi�ncia? - Um pouco, senhor.
O Quartel-General � logo ali.
Obrigado. Vamos, Carey.
Dick, voc� n�o est� falando s�rio sobre se alistar, est�?
N�o tenho certeza ainda. Quero saber um pouco mais.
J� vi o suficiente. � como um posto do ex�rcito.
Todo mundo lhe dizendo o que fazer.
Cabos, sargentos, s�o todos seus chefes.
N�o gosto de receber ordens, Dick.
Fa�a o que quiser, Carey. Te vejo mais tarde.
Espere um pouco. Voc� n�o vai...
D�ck nunca nos separamos.
Eu sei, n�o temos que separar-nos agora.
S� quero saber que tipo de grupo � este e se nos aceitar�o.
N�o pode ser t�o ruim. Al�m do mais, o que mais...
faremos no Canad�? Sem trabalho, sem dinheiro.
Voc� n�o odeia tanto trabalhar para viver, odeia?
Tudo bem. O que temos a perder?
Bom dia, homens.
Ol�, voc� � o homem respons�vel pelo alistamento?
- Sim, voc�s s�o americanos. - Isso mesmo.
- Fugitivos da justi�a? - Isso n�o � da sua conta.
- Foi o que pensei, passar bem. - S� um instante, n�s...
Quem s�o esses homens, Sargento-Major?
Dois criminosos americanos querendo se alistar, senhor.
- Agora somos criminosos, ou�a seu... - V� com calma, Carey.
O sargento entendeu errado. N�o somos criminosos.
Entrem e discutiremos isso.
Sentem-se, cavalheiros.
- De que parte dos EUA s�o? - De v�rias partes.
Voc�s sabem que este questionamento � um procedimento necess�rio.
Garanto que n�o contarei a ningu�m suas respostas.
Se estiverem envolvidos em qualquer atividade ilegal no passado,
sinto muito, mas n�o poderemos alist�-los na Pol�cia Montada.
N�o temos hist�ricos criminais, senhor, somos irm�os,
- fomos criados em Montana - Criadores de gado?
N�o, vaqueiros.
Viajamos muito trabalhando e tivemos nossos problemas.
- Duelos. - Foi um duelo que os fez...
- vir para o Canad�? - Foi, tivemos um problema...
perto da fronteira. Tivemos que fugir atirando.
Entendo. Algu�m foi morto?
N�o, senhor, mas acho que ferimos um homem.
Muito bem, agrade�o sua honestidade. Voc�s sabem algo sobre �ndios?
- Crescemos em terra ind�gena. - Isso � bom.
- Alguma experi�ncia militar? - N�o.
Serei honesto com voc�s como foram comigo.
Precisamos de homens, especialmente bons cavaleiros,
e o fato de conhecerem os �ndios pode ser de grande ajuda para n�s.
Com rela��o ao servi�o, n�o posso prometer gl�rias ou excita��o.
- Porque tentamos evitar isso. - Quantos homens voc� tem?
- Neste posto, 29. - S� isso?
- E nos outros postos? - For�a total cerca de 300 Homens.
- Quantos �ndios h�? - 20 ou 30 mil?
- N�o tem como saber ao certo. - Este � um grande trabalho.
- � imposs�vel. - N�s n�o achamos isso.
Nossos �ndios s�o pac�ficos, eles sabem que estamos aqui para ajudar.
H� muito trabalho a ser feito, mas n�o � imposs�vel
Com rela��o ao resto, al�m do pagamento, que n�o � muito.
N�s providenciamos uniformes, cavalos, armas de fogo e dormit�rio.
Se voc� passar pelo exame f�sico e o curso para recrutas,
voc� ser� alistado e ter� que respeitar nossas regras e regulamentos.
Inspetor, eu gostaria de me alistar.
- Tudo bem, eu tamb�m. - Muito bem.
Sargento-Major?
- Sim senhor? - Aceite o alistamento desses homens.
Comece o treinamento deles imediatamente.
Tudo bem, me sigam.
Aten��o!
� direita!
Aten��o!
Descansar.
Cavalheiros, seu treinamento est� terminado.
Voc�s agora fazem parte da Pol�cia Montada de Sua Majestade.
Amanh� voc�s receber�o ordens para patrulhar.
- Sargento-Major. - Senhor?
Esta � uma �tima tropa, estou orgulhoso de voc�.
- Obrigado. - Pode dispens�-los pelo resto do dia.
Tropa, aten��o!
Tropa, dispensados!
Nossa, nunca vi tantos homens bonitos ao mesmo tempo.
Ou�a-me Bridget, minha vida j� � complicada o suficiente...
sem ter que me preocupar com voc� olhando para todos os homens...
- Espere, aonde vai? - Arrumar a carro�a.
Ei, amigos, olha quem est� aqui.
- Obrigado. - Ela � de verdade e fala.
Diga algo mais para termos certeza de n�o estarmos imaginando tudo isso.
- Ol�. - De onde �?
- Como se chama? - Bridget Fitzgibbon sou seu...
pai, Patrick Fitzgibbon Vamos garota, temos que ir.
- Adeus. - Adeus.
Escoceses e irlandeses sempre foram bons amigos.
N�o h� raz�o para mudar isso agora, h�?
- Coisa valiosa. - Sim perigosa tamb�m
Isso n�o foi feito para um saque r�pido.
Em casa tomar�amos 12 tiros antes de sacarmos.
Ainda bem que n�o est� em casa.
Ei, cuidado com minha bota. Eu passarei na inspe��o...
Sentido!
Descansar. Bem, homens,
Acabei de receber not�cias perturbadoras dos EUA.
Houve um massacre a algumas semanas atr�s,
em um lugar chamado Little Big Horn, creio eu.
De acordo com o despacho que recebi, os Sioux, respons�veis pelo massacre,
escaparam para o Canad�. O Chefe Touro Sentado est� aqui.
- Numa vila a vinte milhas daqui. - Ent�o era para l� que ele estava indo.
- Voc� o viu? - Quando vinha para c�, senhor.
Quantos bravos voc� diria que ele tem?
N�o vimos todos eles, nem esperamos para contar.
O ex�rcito americano acha que o Touro Sentado tentar� exaltar...
as tribos locais, atravessar a fronteira...
com eles e atacar os americanos.
Nossas ordens s�o para impedir que isso aconte�a.
Levarei um destacamento comigo para visitar Crowfoot hoje.
Ele sabe que os �ndios s�o nossos amigos e nossa responsabilidade.
Ent�o se comportem como devem, como representantes da Rainha.
Aten��o!
Descansar.
Ou�a, Dick se o Touro Sentado est� por perto, devemos sair daqui.
- Qual o problema com o inspetor? - Nada, ele acredita em algo.
E acho que ele est� certo.
Chame-os.
� a chamada.
Saiam do caminho!
Aten��o!
� direita!
Em frente!
Preparem-se para avan�ar.
Avan�ar.
Meu povo foi enganado pelo ex�rcito ao sul,
procuramos por vingan�a e a encontramos.
Destru�mos o cabelo amarelo e os casacos azuis.
H� muitos mais e destruiremos todos eles.
Tomaremos de volta nossa terra e ficaremos com ela para sempre.
E voc�s, os poderosos guerreiros desta na��o,
dividir�o a terra conosco.
Temos a grande honra da presen�a do Touro Sentado.
E de seus poderosos guerreiros em nossa vila.
Esperamos que eles fiquem aqui por muito tempo.
Nossa tribo � deles.
Temos orgulho de cham�-los de irm�os.
Sabemos do sofrimento dos nossos irm�os, os Sioux e os Cheyennes.
Pensem na sorte que temos, meu povo,
n�s n�o passamos por tais sofrimentos.
N�s estamos em paz com o homem branco.
Voc� diz que est� em paz.
Ent�o porque h� soldados brancos no seu acampamento?
Alto!
Sauda��es, Chefe Crowfoot.
O inspetor � bem-vindo na minha vila.
Assim como o Chefe Crowfoot e seus bravos s�o sempre bem-vindos...
ao Forte da Rainha, para eles os port�es nunca estar�o fechados.
Estamos honrados.
A Rainha manda suas sauda��es ao grande Chefe Touro Sentado.
Ela espera que ele e seu povo prosperem no seu pa�s.
Trouxe meus soldados para que eles possam ver seus casacos vermelhos.
Olhe bem para eles, Chefe Touro Sentado.
Eles significam justi�a e amizade.
- N�o veio muitos casacos vermelhos. - H� o suficiente.
Por que os soldados da Rainha est�o em paz com todos os homens honestos.
- Falo a verdade, Chefe Crowfoot? - As m�os da Rainha branca t�m...
sido gentis com meu povo. N�o fomos expulsos de nossas terras.
E a maioria dos negociantes brancos tem sio justos conosco.
Todos os negociantes brancos ser�o justos com voc�s.
- Ou ser�o punidos por n�s. - Contanto que isso seja verdade,
haver� paz.
- E quando isso acabar? - Ser� sempre assim.
Voc� tem a palavra da Rainha.
Est� bem, sargento.
Tropa, direita volver, avancem.
Meu chefe, gostaria de falar Sobre meu irm�o, Yellow Cloud,
- que foi morto na trilha. - � proibido falar dos mortos.
- a n�o ser que seja sobre vingan�a. - � sobre isso.
Um dos Casacos Vermelhos � o homem branco que matou meu irm�o.
- O que voc� feriu? - Sim.
Tenho certeza de que carrega a marca de minha flecha sobe seu casaco.
Pe�o permiss�o para vingar a morte do meu irm�o.
Ela ser� dada, mas n�o agora.
Tamb�m sonho com vingan�a,
contra os Casacos Azuis, mais isso n�o � poss�vel sem as tribos do Crowfoot.
Voc� precisa ter paci�ncia, Blue Cloud.
Assim como eu.
Crowfoot e seu povo esqueceram como se portar como guerreiros.
Mas os ensinaremos novamente.
Voc�, Broken Lance, levar� alguns bravos, Encontre colonos brancos.
Mate-os, queime suas casas.
Mate-os e retornem at� aqui.
Quando um n�mero deles estiverem mortos...
os Casacos Vermelhos vir�o aqui a procura e vingan�a.
Quando isso acontecer, as tribos do Crowfoot...
estar�o com raiva o suficiente para lutarem.
Ei, Dick.
N�o acho que me reconheceram, o que acha?
N�o, sen�o ele teria feito algo.
Sim, acho que est� certo.
- Ele tentou olhar meu pesco�o. - Eu vi.
Ainda bem que os casacos tem gola alta.
Voc� escolheu bem para matar. Voc� viu a bandana nele?
Ele � filho do Chefe.
Tudo bem, soldados. Sei que n�o vivem uma vida f�cil.
Ent�o, com esp�rito de generosidade, comum aos escoceses,
intercedi por voc�s com o Sargento-Major.
Primeiro, ele estava relutante, mas com meu charme pessoal...
e poder de persuas�o, praticamente o forcei a liberar diversos passes...
- para esta noite. - Ou�am nosso Sargento.
Eu n�o digo sempre que ele � um �timo homem?
Apesar do que o resto de voc�s pense.
- Trouxe os passes, Sargento? - N�o, apenas o meu.
Com rela��o ao outros, eles pertencem aos primeiros 11 homens...
que chegar at� o sal�o.
Sabe, ver coisas assim faz um homem sentir-se velho.
Eu n�o, Sargento
Voc� dan�a como se tivesse dois p�s esquerdos.
S�o as botas, te mostrarei como dan�ar se eu as tirasse.
Faca isso que te colocarei no est�bulo por um ano.
- Voc� est� indo mais cedo. - Sim, estou.
- Est� ficando tarde. - Por favor, s� mais uma.
Tudo bem.
- Ela � liberal n�o? - � o meu tipo.
- Solte-me. - N�o at� dan�ar comigo.
Por que dan�ar com os Casacos Vermelhos e suas botas pesadas?
- Seu b�bado, me largue. - B�bado? N�o.
S� quero o direito de dan�ar com a linda senhorita.
Largue-me.
Voc� ouviu o que ela disse? Ela disse para solt�-la.
- N�o queremos problemas aqui - Tudo bem, isso � tudo.
Sentem-se, todos voc�s.
Ou�am.
Tudo bem, homens, Aos seus cavalos.
Eles n�o ficaram nem para arrancar os escalpos.
Deviam estar com pressa.
Esta � uma flecha Sioux.
- Sioux, hein? - Sim, senhor.
Bem, eles n�o perderam muito tempo.
- Elas s�o as mesmas? - Sim, senhor.
Ambas s�o Sioux. De onde veio essa aqui?
Do corpo de um colono, ele e sua esposa forma mortos esta manh�.
Ouviram os tiros, mas chegaram tarde demais.
Devem ser os mesmos que atacaram a carro�a ontem � noite.
- Preparo a tropa, senhor? - N�o podemos prender o...
Touro Sentado, por mais que eu gostasse.
N�o temos provas, exceto isso. E nenhuma testemunha.
Se o prendermos como suspeito, isso pode ajudar, senhor.
Desta forma, os Sioux veriam que falamos s�rio.
- Voc� acha que isso funcionaria? - Esses ataques foram ideia dele,
Ele gostaria que tentasse isso. Ele n�o � um chefe comum.
E voc� s� conseguiria prend�-lo com um ex�rcito.
- Um dos grandes. - E isso significaria guerra.
O que � o que ele quer? Temos que fazer algo.
Se pud�ssemos prender um dos Bravos Sioux durante um ataque.
Desse jeito ter�amos testemunhas e poder�amos ter um julgamento.
E fazer dele um exemplo. Pelo que voc� me disse,
o Crowfoot acredita nas leis da Rainha.
At� agora sim, ele � o �nico que pode colocar o Touro Sentado na linha.
Socorro.
- Preciso de ajuda. - O que aconteceu?
S�o os �ndios, eles est�o atacando uma caravana.
- Sargento. - Sim, senhor?
- Re�na os homens. - Soe o chamado.
- O que h� de errado, Dick? - �ndios atacando uma caravana.
Ross, volte. Voc� n�o pode peg�-los.
Sargento, d�-me um destacamento. Vou atr�s do Ross.
- Ajude o povo da caravana. - Sim, senhor.
O soldado da Rainha cavalga, mas faz o sinal de paz.
Sim, Chefe, estou perseguindo um criminoso que se escondeu aqui.
- N�o escondemos criminosos nesta vila. - Meu filho fala a verdade.
Tamb�m falo a verdade, a caravana do homem branco foi atacada esta manh�.
Segui um dos agressores at� aqui.
Aquele � o cavalo dele.
Este � o p�nei de um dos meus bravos, Broken Lance.
Ele esteve ali desde o nascer do sol.
Um p�nei n�o fica suado parado.
Devo prend�-lo em nome da Rainha.
Ele ser� levado ao Forte para julgamento.
N�o haver� matan�a nesta vila, abram caminho.
O Chefe Crowfoot ficar� parado enquanto ele pune um bravo inocente?
Se o bravo for inocente ele n�o ser� punido.
Saiam do caminho!
Largue esta faca, voc� est� preso.
Senhor, aqui est� seu prisioneiro.
- Cook, McLane. - Sim, senhor?
Leve o prisioneiro em cust�dia. E cuidem do ferimento dele.
Ele ser� julgado de forma justa, Chefe Crowfoot.
E se o povo da caravana e meus homens puderem identific�-lo...
como um dos agressores, ele ser� enforcado.
Se ele � culpado, ele deve ser punido.
Estas flechas foram achadas em dois lugares diferentes,
uma em uma carro�a, a outra na cabana de um homem branco.
Tr�s homens brancos e duas mulheres est�o mortos.
- Estas flechas n�o s�o nossas. - Eu sei.
O soldado da Rainha � um homem bravo.
Obrigado.
Vamos, homens.
Meu povo n�o est� em guerra com o homem branco.
Nem quer estar.
Talvez os bravos Sioux n�o entendam isso.
Talvez o grande Chefe Touro Sentado n�o tenha explicado a eles.
Voc� pode dizer a um lobo que ele agora � um coelho?
Assim como um guerreiro Sioux n�o pode esquecer sua heran�a.
Sou um homem velho e j� vi muitos animais.
O meu favorito � a raposa, ela n�o � indefesa como o coelho,
nem odiada como o lobo.
Com base nas provas submetidas, a Suprema Corte do Canad�,
julgou o r�u. Broken Lance, culpado de assassinato.
A senten�a da corte � que ele seja enforcado at� a morte.
Chamei os chefes para um conselho de guerra.
Essa � uma decis�o insensata, meu amigo.
Os Casacos Vermelhos assassinaram um dos meus bravos.
Por isso eles devem morrer, estou aqui para convid�-los...
e aos seus chefes para o meu conselho de guerra.
Meu povo n�o far� guerra contra os soldados da Rainha branca.
- Enquanto a justi�a deles for boa. - Voc� chama isso de boa justi�a?
- O enforcamento de um bravo Sioux? - Sim, o bravo era culpado.
Meu conselho se encontrar� depois ent�o.
Buscaremos vingan�a sem sua ajuda.
Enquanto os Sioux forem convidados na nossa terra,
eles n�o far�o nada para destruir nossa paz com a Rainha branca.
- N�o permitiremos isso. - Seu povo atacaria o meu?
Minha na��o lutaria por paz e justi�a contra qualquer um...
- que queria tirar isso deles. - Chefe Crowfoot, te aviso...
Para cada bravo que comanda, eu comando dez, meu irm�o.
Acho que o chefe dos Sioux pensar� muito antes de fazer algo.
Esperemos que sim, meu filho.
Danny.
Pergunto-me quem est� dan�ando com aquela garota esta noite.
- Voc�s acham que ela gosta de mim? - Claro que gosta, Mac.
- Voc�s dan�aram, certo? - Acho que foi apenas um flerte.
- Triste, muito triste. - N�o sabe como � sortudo, Mac.
- Eu abro. - Estou fora.
Acho que farei um teste Aumento dois.
- Aumento cinco. - Estou fora.
O p�quer est� se Tornando caro, hein?
Pago seus cinco e aumento mais cinco.
Eu pago.
- Quantas cartas, Mac? - A de cima.
- Eu quero duas - Eu disse a de cima.
Voc� deu de baixo.
Voc� deve ter cometido um erro, Mac, voc� est� um pouco exaltado.
N�o cometi nenhum erro, Ross. Voc� trapaceou
Seu...
Isso n�o acontecer� de novo. Pegue seu dinheiro, MacRea.
O jogo acabou.
Voc� deu debaixo, eu vi. Se acert�-lo de novo,
voc� ter� que lidar comigo.
- Quem fez isso? - Fui eu, Ross.
- Por qu�? - Ele trapaceou.
Ele deu debaixo do baralho.
Vamos, te ajudarei a se limpar.
N�o, obrigado.
Devagar, senhor.
Bem, se n�o � o dan�arino. Qual o seu nome?
- Luboc. - Mantenha as m�os para o alto.
- �timas armadilhas - Trabalho bem.
Sim, vi sua armadilha, depois que os �ndios...
as esconderam, voc� as pegou com as pr�prias m�os.
Voc� vai me prender, Casaco Vermelho?
- O que � isso, castor? - Sim.
- Quantas mais h�? - 70, 80, talvez 100.
Todas �timas peles.
Voc� s� pega 3 ou 4 de cada vez para que n�o sintam falta, n�o �?
E se algu�m pegasse todas? O que acha que os �ndios fariam?
O que eles poderiam fazer?
- Cigarro? - Obrigado.
- Talvez dev�ssemos conversar. - Certo.
Pergunto-me por que o Inspetor mandou nos chamar.
Ele deve estar precisando de algu�m com c�rebro.
- Quem mais seria? - Voc� tem andado de bom humor.
Est� voltando a ser como era antigamente.
Por que n�o? Voc� pode sempre encontrar...
- o lado bom se olhar com vontade. - Isso mesmo. Mesmo se parecer chato.
O inspetor est� esperando por voc�s, o avisarei.
- Soldados Ross. - Descansar.
Tenho um trabalho importante para voc�s dois.
Voc� se lembra do Eagle Heart, n�o lembra, Ross?
Sim, senhor. Como vai?
Ele pediu por nossa ajuda, achei que seria preciso mais de um homem,
ent�o chamei seu irm�o tamb�m. Diga o que me contou, Eagle Heart.
Minhas peles desta temporada inteira foram roubadas.
Ele tem certeza de que foram roubadas por um homem branco.
Ele disse que �ndios n�o roubam as peles um dos outros.
- N�o roubam mesmo. - A puni��o � morte.
- E desonra para o esp�rito. - Quero v� com o Eagle Heart...
at� o posto de troca do Fitzgibbon. Para procurar pelas peles que...
ele comprou recentemente. Eagle Heart disse que pode...
- identificar suas peles. - Sim, senhor.
Aqui est� minha marca. E aqui.
E aqui.
Todas elas s�o minhas.
Tudo bem, Sr. Fitzgibbon, as levaremos para o Forte.
Como assim? Paguei por todas elas.
Elas foram roubadas, se puder provar que essa � sua marca...
- voc� ter� suas peles de volta amanh�. - Eu posso provar.
- E meu dinheiro? - Quem as vendeu a voc�?
- Um dos ca�adores. - O �nico jeito de recuperar...
seu dinheiro, � nos dizendo quem ele �.
- O que voc� far� com ele? - O colocarei na cadeia.
- E quando ele sair? - Ele n�o sair�.
N�o por muito tempo e quando sair ele n�o os incomodar�.
- Como saberemos disso? - Por que n�o permitiremos.
S� temos a sua palavra como garantia.
N�o h� nada mais que eu possa falar.
Tentaremos recuperar seu dinheiro.
Se nos ajudar.
Espere.
- Foi um homem chamado Luboc. - Pai.
Francois Luboc.
Bridget, espero que ele n�o seja um amigo seu.
Claro que n�o �, mas se o prender ele se tornar� um inimigo e...
vir� atr�s do meu pai. Voc� disse que o protegeria.
Como saberemos que voc� estar� por aqui?
Estaremos aqui. Vamos. Carey.
Tropa, aten��o!
- Ele fez a identifica��o? - Sim, senhor,
- sua marca estava nas peles. - Quem as vendeu?
- Um homem chamado Luboc. - Soldado, leve as provas para dentro.
- Devo traz�-lo, senhor. - N�o, venha comigo.
Vamos encontrar o General do ex�rcito americano na fronteira esta noite.
- Reporte ao Sargento Saxon. - Sim, senhor.
Senhor. Eu trago o Luboc.
Muito bem, soldado.
Senhor, ele vai atr�s do Luboc sozinho?
- Sim. - Aquele homem � perigoso.
Ao menos � o que o Fitzgibbon acha.
- Sargento-Major. - Senhor.
Mande o Soldado McRea ajudar o Soldado Ross.
Ele est� a caminho para prender um homem chamado Luboc.
- Voc� sabe onde � sua cabana? - Sim, senhor.
Certo, Sargento.
Tropa, adiante.
Marche.
A trotar.
Cavalgar.
O que est� havendo aqui? Que tiroteio � esse?
- Deixe-me passar. - S� depois de eu descobrir...
o que est� acontecendo. Onde est� o soldado Ross?
- N�o o vi. - Em quem estava atirando?
N�o sei, algu�m atirou contra mim detr�s de uma �rvore.
- O que faz aqui? - Vim para levar o Luboc ao Forte.
- Bem, onde ele est�? - L� atr�s.
- Ele foi baleado. - Quem atirou nele?
- N�o sei. - Voc� tem muito que explicar.
Vire-se, vamos voltar � cabana.
Desmonte.
- Eu n�o matei este homem. - Voc� tinha raz�es para isso.
E o Soldado Ross?
Voc� matou os dois, primeiro o Luboc, depois o soldado.
Voc� est� preso.
- Espere, eu disse que n�o fui eu. - N�o me diga nada.
Monte seu cavalo.
CANAD�- EUA FRONTEIRA INTERNACIONAL
Alto.
Ai vem eles, senhor.
Tropa, sentido.
Ol�, Inspetor, obrigado por ter vindo me encontrar.
- A gentileza � sua, senhor. - Washington autorizou que...
eu lhe oferecesse meus servi�os. Temos dois regimentos acampados...
a dez milhas daqui e est�o dispon�veis se precisar.
Gentileza sua, senhor. Mas n�o acho que precisaremos deles ainda.
Mas soube que voc� vem tendo problemas com Touro Sentado e seu povo.
Nada que n�o fomos capazes de cuidarmos n�s mesmos.
Gostaria que me contasse seu segredo. S� tivemos problemas com eles.
N�o � por minha causa, Crowfoot chefe da na��o Black Foot � o...
respons�vel, ele acredita nas nossas leias e na nossa justi�a e ele tem...
feito muita coisa para nos ajudar a manter a paz.
Agora que Touro Sentado est� no Canad�, receio que sua paz n�o durar�.
Cedo ou tarde ele dar� in�cio a uma rebeli�o.
� nosso trabalho prevenir isso, senhor.
- E acho que podemos fazer isso - Podemos prevenir por voc�s.
Podemos marchar contra o Touro Sentado e prend�-lo.
Ent�o o julgaremos e ele nunca mais voltar� a incomodar outra pessoa.
O Chefe Crowfoot e seu povo t�m a promessa de prote��o da Rainha.
Se eu permitir um ataque ao seu acampamento, v�rias pessoas...
inocentes ser�o mortas, ele nunca mais confiaria em n�s.
� nisso que nosso sistema � baseado, na confian�a.
Cuidaremos disso n�s mesmos, senhor, mas o agradecemos.
- Sinceramente. - Bem, te desejo sorte.
Mas nossa oferta ainda est� de p�, a qualquer hora que precisar.
Obrigado, General.
Direita, volver.
Tudo bem, Sargento, vamos voltar ao nosso problema.
Tropa, esquerda, volver. Marche.
Avan�ar.
O Soldado Ross est� sumido, Luboc est� morto e o...
Eagle Heart est� preso, senhor.
Pegue meu cavalo, por favor.
Continuei procurando por uma hora, n�o consegui encontr�-lo,
ent�o voltei com o prisioneiro e o corpo do Luboc.
- Senhor, posso... - V� em frente, Ross.
- Faremos o julgamento, Sargento-Major. - Senhor, e se o Ross n�o encontrar...
- Seu irm�o at� l�? - Ent�o o �ndio ser� julgado...
- pelo assassinato do Luboc - Muito bem, senhor.
Voc� testemunhar�, McRea,
voc� est� liberado de seus afazeres at� l�.
Bem, voc� � quem eu queria ver, algu�m invadiu minha loja � noite...
- E roubou um cavalo? - Como sabia?
N�o sabia, foi s� um palpite. Preciso de um cavalo descansado.
Voc� pode ficar com o meu at� eu voltar.
- Imediatamente, o selarei para voc�. - Obrigado e se apresse, por favor.
- Alguma sela sumida? - N�o.
Ele n�o pode chegar longe sem uma sela, devo peg�-lo at� amanh�.
- Posso te fazer uma xicara de ch�? - N�o, obrigado, n�o tenho tempo.
Voc� deve estar com muita pressa. Quem est� perseguindo?
- Meu irm�o. - Seu irm�o?
- Por qu�? - Ele matou um homem.
Mas voc� precisa ir atr�s dele?
Sim.
Este � um bom animal para voc�, soldado.
Obrigado Sr. Fitzgibbon.
Agora voc�s sabem que quando falei sobre a trai��o do homem branco,
eu falei a verdade. Eagle Heart o filho �nico do...
seu grande Chefe Crowfoot est� preso.
Chegou a hora da vingan�a.
Mataremos os Casacos Vermelhos e libertaremos o bravo Eagle Heart.
Ent�o atacaremos o ex�rcito americano.
� costume do homem branco fazer um conselho...
o qual decidir� se Eagle Heart ser� punido ou libertado.
Devemos esperar, meu povo Devemos esperar para ver se...
a justi�a da Rainha branca � boa.
E se for m�, faremos guerra.
Bom dia, Carey.
- Descobriu, n�o? - Sim, descobri.
Tudo, exceto uma coisa Por qu�?
Por dinheiro, Dick. S� isso.
O dinheiro que o Luboc... ganhou com as peles.
Voc� armou isso com ele, n�o?
Por isso teve que mat�-lo. Para cal�-lo.
Voc� sempre foi esperto, Dick.
Parece que podem enforcar o Eagle Heart pelo que fez, Carey.
- Sinto muito por isso. - Isso significaria uma rebeli�o �ndia.
Touro Sentado, Crowfoot e todos os outros.
- Precisamos par�-los. - Voc� n�o pode par�-los.
Quando ficam exaltados, voc� sabe disso.
- O melhor � seguirmos para o sul. - N�o, Carey.
Vou lev�-lo de volta.
Ou�a, Dick. Voc� est� levando isso muito a s�rio.
Quero lev�-lo de volta vivo, garoto. Mas n�o preciso fazer isso.
Vire-se.
Desculpe-me.
Ele j� foi seu amigo.
Ele j� foi meu irm�o.
Agora � o momento para atac�-los. Por que esperar mais?
Devemos esperar pelo julgamento. Tenho mensageiros dentro do...
- Forte que me informar�o a decis�o. - Sabemos qual ser� a decis�o.
Morte, para o seu filho. Se demorarmos, ele...
Ele � inocente. E ele n�o morrer�.
Eu Crowfoot prometo isso.
Com a autoridade que me foi investida pelo governo canadense,
veio ser necess�rio anunciar a decis�o do tribunal...
que julga Eagle Heart pelo assassinato de Francois Luboc.
O tribunal considerou o r�u culpado de assassinato...
e ordena que ele seja enforcado at� a morte.
- Mande soar o chamado. - Soe o chamado!
O Casaco Vermelho encontrou o assassino do Luboc.
Eagle Heart ser� libertado.
- Tem certeza disso, Blue Cloud? - Foi o irm�o dele.
Ele est� levando seu corpo para o forte agora.
O Casaco Vermelho matou seu pr�prio irm�o?
N�o, eu o matei.
Para salvar a vida do Casaco Vermelho.
Uma vez ele salvou a minha.
N�o haver� guerra, Touro Sentado.
De joelhos. Preparem para atirar!
- Senhor, Eagle Heart � inocente. - O que?
Outro homem ajudou o Luboc a roubar aquelas peles.
Ent�o o matou para silenci�-lo.
Aqui est� seu assassino.
Liberte o prisioneiro, Sargento.
- Os �ndios sabem disso, Ross? - Sim, senhor.
Blue Cloud, um dos Sioux foi avis�-los.
A justi�a do homem branco ainda � boa.
Haver� paz.
OCR e corre��es: Kilo
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