All language subtitles for Castlevania.Nocturne.S02E04.1080p.10bit.WEBRip.SDH

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese Download
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

[chuva cai]

[m�sica sinistra]

[trovoada]

[m�sica continua]

[mulher] Condessa Erzsebet Bathory.

Ah, uma vampira.

Quem mandou voc�?

Eu soube que a senhora cometeu v�rios crimes terr�veis, condessa.

O assassinato de sabe-se l� quantos meninos e meninas.

� a mulher mais maligna de todo o mundo,

o que a torna perfeita.

"Assassinato" � uma palavra muito vulgar.

E os homens que me aprisionaram? Quantos eles assassinaram?

Eles me assassinariam.

Mas eu os amaldi�oei, e eles temem.

E ainda assim, eles te trancam nessa torre pra definhar e morrer,

esquecida e sozinha.

Se est� aqui pra me matar, fa�a agora.

Eu estou aqui para torn�-la uma deusa.

Se provar ser digna.

� claro que sou digna.

Mas o que voc� quer dizer?

O que � uma deusa?

Existe tal coisa?

[Drolta] Eu falo daquela diante da qual o mal treme.

Sekhmet.

A Deusa da Guerra.

[trovoada]

E quem � voc�?

Eu sou a sua serva fiel.

[m�sica inquietante]

[m�sica desvanece]

[m�sica-tema]

CASTLEVANIA: NOTURNO

[m�sica desvanece]

[m�sica sinistra]

[choraminga]

- [fios fantasmag�ricos esticam] - [grunhe]

[Annette grunhe]

[ofega]

[grunhe]

- [estalo] - [povo exclama raivosamente]

Voc� t� bem?

[m�sica sombria]

Estou.

Vamos.

- [rosna] - [m�sica desvanece]

Os ingleses fizeram isso.

H� mais de um s�culo. Decapitaram o rei deles.

[Richter] Ah.

Isso acontece muito?

As monarquias europeias v�o temer.

Algumas j� declararam guerra contra a Fran�a.

O restante se juntar� a elas.

A Vampira Messias pretende lider�-los.

Comandante Suprema da contrarrevolu��o.

E s� esse gente na rua pra resistir a ela.

N�o v�o dar nem pro come�o, n�?

N�o.

� pra l� que n�s vamos.

� onde est� a m�mia de Sekhmet. Eu acho.

[sussurros fantasmag�ricos]

[m�sica inquietante]

Certeza que voc� t� bem?

[m�sica melanc�lica]

Vamos destruir essa coisa�

e dar a Sekhmet uma segunda morte.

[m�sica inquietante]

[m�sica de aventura]

[m�sica desvanece]

[m�sica desorientadora]

[Maria] Acha que Deus ir� salv�-lo se rezar bastante?

[abade] N�o.

[Maria] Por que reza, ent�o?

Eu n�o estava rezando por mim.

[Maria zomba]

Ainda acha que Deus opera atrav�s de voc�?

[m�sica sinistra]

Eu lamento tanto pela sua m�e, Maria...

N�o, n�o lamenta.

Ia deixar a Erzsebet me atacar.

Embora, no come�o, achasse que ela s� ia me matar.

Estava tranquilo com isso.

Eu sabia que a sua alma ascenderia ao para�so.

Sabia? Eu n�o sou uma boa crist�.

Eu n�o frequento a igreja, eu n�o fa�o minhas ora��es.

A revolu��o que eu apoio, do fundo do cora��o,

declarou voc� um inimigo mortal.

Ent�o, se estiver certo no que acredita com rela��o a Deus,

eu j� n�o ia pro para�so.

[m�sica de tens�o]

[Criaturas da Noite rosnam]

[m�sica se intensifica]

[grasnam]

[Criatura-c�o rosna]

[Criaturas-ave grasnam]

[ofega]

[rosna]

[Juste grunhe]

[m�sica dram�tica se intensifica]

[m�sica se suaviza]

[escurid�o borbulha]

[Criatura-c�o lamuria]

[arfa]

[m�sica sinistra]

[arfa]

- [m�sica desvanece] - [escurid�o borbulha]

- [pisada alta] - [pedra racha]

[ruge]

- [pedras racham] - [arfa]

[drag�o rosna]

- [rosna] - [abade estremece]

[voz tr�mula] Maria, eu nunca quis fazer mal a voc�.

[sibilo alto, estalos]

[ruge]

[grunhe]

Maria.

[abade arfa]

Maria, eu s� queria proteger o reino de Deus.

Maria!

[grunhe]

[arfa, ofega]

[m�sica melanc�lica]

N�o � isso o que sua m�e quer.

Como voc� sabe o que minha m�e quer?

[Juste] Ela me mandou aqui pra impedir voc�.

Por qu�?

Porque voc� � boa, Maria

Seu poder � uma for�a para o bem do mundo,

n�o para matar velhos rid�culos.

A maior parte do que � ruim no mundo se deve a velhos rid�culos!

[m�sica dram�tica]

Oh, meu Deus.

Oh, Pai Celestial.

Maria!

[grita]

- [m�sica desvanece] - [arfa]

[grita]

- [fogo para] - [m�sica melanc�lica]

[drag�o rosna suavemente]

[rosna]

[cinzas estalam]

[m�sica sinistra]

[Maria ofega]

[estremece, arfa]

[m�sica desvanece]

[chiado inquietante]

["The Cold Song" de Henry Purcell toca]

[arfa]

[sibilo]

[voz rouca ri]

[Edouard canta]

[can��o continua]

[grito estridente]

[Criaturas da Noite grunhem estridentemente]

[can��o continua]

[instrumental continua]

[escurid�o sibila]

[Edouard canta]

[rosna]

Eu ordeno voc�.

[pedras racham]

N�o! Eu ordeno voc�!

[drag�o rosna]

[can��o continua]

[baque]

- [m�sica para] - [sibilo, estalos]

[chamas sibilam intensamente]

[tilintar m�gico]

[m�sica suave, et�rea]

[arfa]

[arfa]

[grito estridente]

[rosna]

[m�sica continua]

[arfa, grunhe]

[Maria arfa]

[estremece]

[suspira]

[ofega]

[Juste grunhe]

[m�sica desvanece]

[Juste suspira]

[m�sica melanc�lica]

Leve-a para algum lugar seguro.

Essas coisas sombrias e monstruosas,

ela devia deix�-las em paz,

ou elas a corromper�o e destruir�o.

[m�sica desvanece]

� isso o que voc� quer?

[m�sica inquietante]

[m�sica se intensifica]

[m�sica desvanece]

[passos se aproximam]

- [galho quebra] - [arfa]

[m�sica de tens�o]

[m�sica desvanece]

Voc� deve ser o monge.

Eu sou Juste Belmont, av� do Richter.

Ela est� bem?

[Juste] Ela acabou de matar o pai dela.

E o diabo veio?

N�o sei dizer se era o diabo.

Alguma coisa veio.

E ele aceitou a morte dele?

- Ele a encarou com coragem? - [Maria zomba]

N�o.

[Mizrak suspira]

[Maria] Ent�o � isso que voc� �.

Voc� faz magia de Orador.

S� que n�o fez quando lutou contra a minha m�e.

Quando o Richter recuperou a magia dele, disse que foi porque ele precisava.

N�o precisava ter feito isso por mim. Eu poderia ter me salvado sozinha.

- [m�sica inquietante] - N�o, n�o poderia, Maria.

Fogo, gelo e o vento

s�o s� elementos.

Coisas desse mundo que aprendemos a manipular.

Mas aquelas coisas que voc� conjura v�m de um lugar que n�o entendemos.

Talvez do mesmo lugar para o qual a alma do seu pai foi.

Claro que n�o � o mesmo lugar.

Seja l� o que forem aqueles monstros, s�o conjurados pelo desespero, Maria.

O desespero vai apodrecer voc� de dentro pra fora.

Voc� � av� do Richter, n�o meu.

Ent�o talvez seja melhor cuidar da sua vida.

Voc�s n�o t�m filhos, voc�s t�m? Monges?

Voc�s n�o podem ter.

Eu nunca entendi essa quest�o do voto de castidade,

pra ser sincero.

N�o me parece saud�vel.

N�o ter filhos, no entanto,

isso sim faz muito sentido.

[m�sica cl�ssica]

[Richter] Isso era um pal�cio, ent�o, n�o era?

Que foi entregue para o povo. Sim.

[sussurros fantasmag�ricos, sibilos]

Ah. Leonardo.

� uma pintura do Leonardo da Vinci, de uma mulher que ele n�o suportava.

Foi o que ele me disse.

[ri]

Eu nunca achei que fosse uma das melhores dele.

Existe alguma ordem em tudo isso?

Ou s� colocam em qualquer lugar?

Tamo procurando uma eg�pcia antiga.

[m�sica sinistra]

[bufa]

[m�sica desvanece]

Precisa de alguma coisa?

Eu preciso que me deixem sozinha.

[m�sica de tens�o]

[suspira]

[farfalhar suave]

[efeito sonoro inquietante]

[m�sica sinistra]

Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte,

n�o temerei mal algum.

[m�sica desvanece]

Voc� foi marcado.

[suspira]

Ent�o fez a sua escolha.

Eu sou muito velho e muito forte pra ser marcado, Mizrak.

Isso logo vai sumir.

E voc� tamb�m.

Voc� vai sumir.

O ex�rcito da Erzsebet logo marchar� at� Paris.

A Drolta j� est� a caminho

de matar os seus amigos.

Achei que gostaria de saber.

O av� do Richter est� aqui.

Se ele vir voc�, vai querer mat�-lo.

[zomba]

Ele n�o vai ser capaz de me matar como a filha dele tamb�m n�o foi.

Sim, voc� a assassinou.

Por vingan�a, voc� disse.

Mas matar � o seu of�cio.5

Voc� � uma criatura que n�o tem honra.

Cada momento que eu passo com voc� me desonra.

E ainda assim o que agita seu cora��o n�o � avers�o ou �dio.

O que seria, ent�o?

[Olrox] Anseio.

Desejo.

[m�sica de tens�o]

Amor?

[estremece]

[chora]

Afasta-te de mim, Satan�s.

Ah�

Ent�o tamo procurando por um cad�ver.

[Alucard] Est� aqui. Tenho certeza.

[sussurros fantasmag�ricos]

[m�sica misteriosa]

Me mostrem.

O qu�?

Tem esp�ritos aqui.

Muitos esp�ritos.

Eles est�o nos seguindo.

Est�o me seguindo.

Me mostrem.

Por que n�o falou nada?

Porque eu n�o sei o que eles querem.

Nem se s�o reais.

Eles falam com voc�?

N�o falam.

�s vezes, parecem irritados.

Tem almas aqui que parecem perdidas.

Ou sou eu que t� perdida?

O que eles est�o fazendo agora?

Podem estar tentando te dizer algo?

- [sibilo] - [sussurros fantasmag�ricos]

Ali.

[Richter] T� fedendo.

[Annette] � ela.

� a Sekhmet.

E o que fazemos agora?

Eu poderia queim�-la,

ou n�s podemos cort�-la em pedacinhos e espalhar no vento.

- O que far�o agora � entreg�-la a mim. - [m�sica dram�tica]

Sim, Alucard,

voc� me matou.

Agora � a minha vez de te matar.

[chicote bate]

[Criaturas da Noite rosnam]

[grunhem]

[m�sica heroica]

[grunhe]

[grunhido estridente]

- [grunhe] - [chilreia]

[grita]

[grunhe]

[grunhe]

[Criaturas da Noite grunhem, rosnam]

[estalos]

[grunhe]

[grunhe]

[ofega]

[grunhe]

[grunhe]

[grunhe]

[grita]

[Alucard grunhe]

[Drolta grunhe]

[grunhe]

[grunhe]

[arfa]

[estalos]

[ri]

[Alucard grunhe]

[ri]

- [Criaturas da Noite rosnam] - [Richter grunhe]

[grunhe]

- [Richter grunhe] - [ossos estalam]

[m�sica heroica]

- [Annette grunhe] - [m�sica desvanece]

[baque]

- [m�sica dram�tica] - [Drolta ri]

[m�sica se intensifica]

[Drolta arfa]

[grunhem]

- [grunhem] - [ossos estalam]

- [m�sica inquietante] - [Drolta ri]

[suspira]

O Alucard n�o conseguiu peg�-la.

N�s fracassamos, Annette.

[ofega]

Fracassamos de novo.

Porra!

[Annette] N�o t� entendendo.

[m�sica sinistra]

- [sussurros fantasmag�ricos] - N�o t� entendendo.

O que voc�s querem que eu fa�a?

[m�sica se intensifica]

O que voc�s querem que eu fa�a?

[m�sica desvanece]

[m�sica sombria]

[m�sica desvanece]

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.