All language subtitles for Fringe S02E04 Momentum Deferred (1080p x265 Joy)

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Original subtitles

Anteriormente em Fringe...

Temos evid�ncias que William Bell pode estar

envolvido em diversos ataques biol�gicos.

Vou virar esse mundo atr�s dele.

William Bell n�o est� nesse mundo.

- Estive esperando por isso. - Quem � voc�?

- Sou William Bell. - Onde estou?

Voc� desapareceu do carro pelo menos uma hora

- antes de sair pelo para-brisas. - Ele me disse algo.

- Quem? - N�o sei, n�o lembro.

Mas era muito importante. Algo que tenho que fazer.

Walter acha que ele era um soldado transmorfo de outro universo.

Charlie, e se eu n�o quiser lembrar?

ALVO CONFIA EM MIM

ELA AINDA ACREDITA QUE SOU SEU PARCEIRO

DEPOIS MATE-A.

MEDFORD MASSACHUSSETS

Se importaria de acelerar as coisas?

Odiaria qualquer chance de que derretam.

Acho que n�o temos com que nos preocupar.

A carga est� segura.

Quem � esse cara?

Ei, podem me dizer onde estou?

O que est� fazendo aqui? � zona particular.

Por que n�o entra em seu carro e d� meia volta?

Beleza.

Meu Deus! Filho da m�e! Temos que ligar...

- Mais algu�m no armaz�m? - � isso.

As chaves est�o no bolso dele.

Avisa se ele estiver l�. Sabe onde encontrar...

Legendas: OiaC23 Zoltrax Ross

Legenda: .:FGMsp:. Zen Valfadinha

S02E04 Momentum Deferred

Ressincronia por afonsopm

UNIVERSIDADE DE HARVARD

Cem, Walter.

Quase. Mais cinquenta.

- Agente Dunham. - Walter.

Disse que queria me ver.

Tenho uma ideia.

Acho que posso de ajud�-la a recuperar suas mem�rias do acidente

quando voc� desapareceu do carro em NY.

- Eu me lembro desse detalhe. - Claro que sim.

Achei que concordamos que isso era loucura.

Voc� que decidiu isso. Ainda mantenho

que o princ�pio � v�lido.

Ele quer que coma minhocas.

N�o s�o somente minhocas, platelmintos!

� o seguinte, agente Dunham,

lembrei-me de um experimento que eu e Belly fizemos

onde n�s treinamos diversos platelmintos a responderem � luz.

Ent�o, as amass�vamos e aliment�vamos as outras.

Foi ideia do Belly.

Pois quem n�o pensaria em fazer isso?

O princ�pio �...

que essas outras minhocas, que n�o foram treinadas,

come�aram a responder � luz.

Parece que as primeiras minhocas transferiram suas mem�rias

�s outras por ingest�o.

Mas isso ainda n�o tem nada a ver com estimular

- a mem�ria da a agente Dunham. - Como saberemos sem tentar?

- Por isso � chamado de experimento. - Sei o que � um experimento.

Se Arquimedes n�o tomasse a iniciativa de tomar banho...

Astrid, �gua.

Eu ia misturar com morangos.

Delicatessen do Bishop.

ELIAS CRYONICS MEDFORD/MA

Isso � tudo o que sabemos.

Gerente chegou para trabalhar �s 6h30,

viu os corpos e ligou para a pol�cia local.

Ent�o, o assalto aconteceu no meio da noite.

S�o 3 dep�sitos de Criogenia em uma semana,

mesmo MO que Chicago e Nova Iorque.

Mas Chicago foi um "B" e "E".

Mas nos tr�s casos, o alvo foi o mesmo.

Cabe�as congeladas.

Que levanta diversas perguntas �bvias...

Primeira delas: para o qu�?

A pol�cia recuperou dez c�psulas de uma 9mm.

Parece que uma s� pessoa apareceu e derrubou quatro,

- dois deles armados. - Com licen�a.

Posso ver o corpo que est� sangrando prata?

Fascinante.

- Walter. - Perfeito, filho.

Tem consist�ncia de merc�rio.

Os roubos obviamente est�o conectados.

Devemos pegar os arquivos de Nova Iorque e Chicago.

Farei algumas liga��es, dizer aos agentes locais

- que assumiremos as investiga��es. - Sim, senhor.

- Tudo bem? - Sim, qual a opini�o do Walter?

Conhe�a o Sr. Sangue de Prata.

Walter acha que na verdade seja merc�rio.

Merc�rio?

Agente Francis, ol�.

Tudo bem? Voc� est� p�lido.

N�o dormi muito bem ontem.

Talvez eu possa te ajudar.

Um pouco de Cannabis antes de dormir faz maravilhas.

Reconhe�o isso.

Esse � o dispositivo que o transmorfo utilizava.

Voc� n�o parece bem.

Aquilo foi... muito desleixado.

Matou quatro homens ontem,

incluindo um dos nossos.

N�o h� nada que o ligue a n�s.

Talvez n�o, mas o FBI...

Est�o com ele.

Eles entendem o que ele �.

Voc� est� nesse corpo por muito tempo.

Voc� est� morrendo.

Precisa voltar e arrumar outro dispositivo de convers�o.

Deixaria usar o meu, mas para qu�?

N�o faria nada.

Voc� pediu extra��o.

Disseram que n�o, at� completar a miss�o.

Eles s�o bem legais.

Droga. Era o �ltimo.

Ele n�o est� aqui.

Tem outro dep�sito na Carolina do Norte.

Tenho outra ideia.

Olivia Dunham est� come�ando a se lembrar do tempo

que passou do outro lado.

Acho que ela pode saber onde est� escondida.

- A cabe�a dele? - Isso.

O que te faz pensar isso?

Se Bell sabe que estamos procurando,

� uma boa raz�o

para lev�-la ao outro lado.

Se voc� estiver correto,

e queira voltar antes que seja tarde,

sugiro que fa�a o que for preciso

para faz�-la lembrar.

- Por qu�? - Por que...

Por que soldados transmorfos de outro universo

roubariam cabe�as congeladas?

A explica��o mais racional a que chegamos

� que est�o procurando por uma cabe�a espec�fica,

mas n�o sabem onde est�.

- Certo. E quem sabe? - N�o sabemos.

Esses dep�sitos se orgulham do sigilo.

Ent�o, apesar dos assaltos,

ningu�m quer liberar a lista de clientes.

E o outro dispositivo,

que achamos h� algumas semanas?

Deu alguma pista de quem s�o eles?

Infelizmente, o dispositivo est� danificado.

Pedimos � Massive Dynamic que vissem o que conseguem,

mas parecem estar empacados.

Esse novo n�o parece apresentar danos.

Talvez Peter consiga alguma coisa.

Suponho que ele conhe�a algu�m.

Sabia o suficiente de engenharia para fingir sua entrada no MIT.

Me avise se descobrir algo.

Enquanto isso,

estou pensando em te dar um seguran�a.

Um seguran�a? Por que?

Da �ltima vez que Peter me mostrou um desses dispositivos,

seu dono tinha acabado de tentar te matar.

N�o estou preocupada,

porque isso foi h� seis semanas.

Ent�o, se um assassino transmorfo me quisesse morta...

Eu estaria.

Vamos ver como isso funciona.

Est� dizendo que isso n�o � uma pessoa?

Minha querida, n�o tenho certeza

de que voc� n�o � apenas fruto da minha imagina��o.

N�o, com certeza isso n�o � um humano,

Est� mais para uma tecnologia altamente avan�ada.

Um h�brido mec�nico e org�nico.

Suspeito que eles produzam ou possivelmente ingerem merc�rio.

E que o merc�rio controla o tecido, instruindo a tomar e manter formas.

O qu�?

Temos que ligar para a agente Dunham.

- Preciso falar com ela j�! - Certo.

UNIVERSIDADE DE HARVARD

Sabe o que isso me lembra?

J� viu o filme "Invasores de corpos"?

Qual vers�o, Don Siegel ou Philip Kaufman?

A refilmagem. Lembro quando assisti este filme.

Tive tanto medo que n�o dormi por uma semana.

Estava certo que se adormecesse, seria substitu�do por um clone.

Esta � sua maneira de perguntar se estou com medo?

Claro que n�o.

Acho que se estivesse, contaria, certo?

E tamb�m, de n�s dois, voc� � quem carrega a arma.

Que diabos � isso?

- O que �? - N�o tenho certeza.

Estava tentando ligar, mas...

Parece que est� transmitindo dados...

e muitos.

MENSAGEM DE TEXTO DE ASTRID

WALTER QUER TE VER O QUANTO ANTES

Tenho boas e m�s not�cias.

A m� not�cia � que o sangue do transmorfo...

� 47% merc�rio.

- E isso significa? - N�o tenho certeza,

mas voltei e re-examinei o relat�rio da aut�psia

do primeiro transmorfo.

- E? - E...

Sua amostra de sangue � perfeitamente normal.

Apenas tra�os de merc�rio, o que sugere,

apesar do que pensamos na �poca...

- Ela n�o era um transmorfo. - Acho que tem raz�o.

Ent�o o transmorfo est� vivo,

e isso quer dizer que pode estar disfar�ado de qualquer um.

E voc� ainda est� em perigo.

Quer as boas not�cias agora?

Acho que sei como encontr�-lo.

Rebecca Kibner.

Voc� nos mostrou isso.

A garota do experimento.

Sim, para ver o que outros n�o viam.

Sim, um soldado...

de outro lugar.

Ele est� brilhando, cara.

Se ela conseguiu identificar o transmorfo uma vez,

pode conseguir novamente.

Ele veio de um lugar como este,

mas n�o � aqui.

Ele �...

Ele � de outro universo, cara.

Parece que temos algumas pistas...

para identificar os transmorfos.

Walter tem uma ideia, e andei pensando sobre aquele dispositivo.

Mas enquanto isso, pode verificar com Broyles

se temos novidades sobre as cenas dos crimes?

Com certeza.

Vai abrir uma farm�cia?

MASSIVE DYNAMIC NOVA IORQUE

Voc� encontrou outro.

Peter disse que esse dispositivo est� transmitindo dados,

ele tamb�m acredita ser poss�vel...

que estes aparelhos armazenem um modelo...

de sua �ltima v�tima.

Nossos cientistas t�m a mesma teoria.

Eles acham que isso pode extrair uma imagem.

Tamb�m acham que cada um est� sintonizado para um usu�rio s�.

Isso sugere que se o transmorfo que tentou mat�-la

n�o possui mais o dispositivo, est� preso ao seu corpo atual.

Nossos cientistas est�o tentando revelar

a identidade daquele transmorfo,

mas com todo o dano �quela unidade...

Bem, esta est� intacta.

Ent�o vamos dar uma olhada, que tal?

- Pode consertar isso? - Percebe que est� me pedindo...

para consertar um aparelho com uma tecnologia

que � totalmente diferente de tudo que existe na terra?

- Brandon... - Agora que tenho um funcionando...

Posso fazer isso em tr�s horas, no m�ximo.

Bom, ent�o vamos come�ar j�!

Vou voltar para Boston.

Liga para mim se isso funcionar?

Posso fazer melhor que isso.

Posso configurar um programa de renderiza��o

e inclu�-la em tempo real.

Se quiser, pode ver tudo.

Em um computador, no celular.

Libero o acesso ao nosso servidor.

Ao p�blico. Ao servidor p�blico, claro.

Se voc� concordar.

- Bela casa. - Sim, ador�vel.

Rebecca sempre teve bom gosto.

Acha que ela se lembrar� de mim?

Acho que sim.

N�o acho que teve muitos homens na sua vida

que a tenham amarrado a uma mesa e enchido de alucin�genos.

- Walter, voc� n�o... - O qu�, filho?

Nada.

Peter, espere.

Pode falar com ela?

- Por favor, filho. - Claro.

Sra. Kibner? Oi, sou Peter Bishop.

Walter? � voc�?

- Ol�, Rebecca. - Meu Deus!

- Ol�. - Oi.

Walter.

No come�o achei que era tudo...

produto da minha imagina��o.

E do LSD, � claro.

Mas depois de um tempo,

n�o era apenas durante as experi�ncias.

Eu via seus rostos na minha frente.

Eles pareciam ter... eu n�o sei,

um certo brilho.

Os transmorfos?

Levou um ano ou dois at� eu entender.

Mas percebi que...

Estava reconhecendo pessoas que...

n�o eram daqui.

Como aquela m�sica infantil...

"Uma destas coisas n�o � como as outras."

"Uma destas coisas n�o � daqui."

- Vila S�samo. - Sim, � isso.

Nosso experimento despertou a habilidade...

de enxergar al�m dos limites de nossa vis�o.

Voc� me deu um belo dom, Walter.

Voc�...

abriu minha mente por um tempo.

De fato, tentei localiz�-lo h� uns dez anos,

tentei contatar Harvard,

mas ningu�m sabia onde estava ou como encontr�-lo.

- Eu estava... - Viajando.

Meu pai esteve viajando.

Sra. Kibner, voc� disse "por um tempo".

Isso quer dizer que a habilidade se foi?

N�o inteiramente.

Vai e vem aleatoriamente.

Tenho apenas lembran�as.

Estas pessoas, os transmorfos, temos raz�es para crer

que alguns est�o entre n�s agora.

Esperamos que voc� seja capaz...

de nos ajudar a identific�-los.

Eu disse, est� quase esgotada.

E se voc� pudesse recuperar...

sua habilidade?

Fazer o experimento novamente?

Do que devo dissuadi-la.

Sempre que o c�rebro de algu�m � exposto

- a tal quantidade de alucin�genos. - Com certeza.

Vou ajud�-lo.

Mais dois apenas.

Na verdade, este vai na t�mpora.

Voc� � veterana nisto, n�o?

Viagens espirituais induzidas por drogas,

guiadas pelo seu pai,

n�o � algo que se esquece.

- Sou a agente Olivia Dunham. - Rebecca.

Muito obrigada por fazer isto.

Walter, disse que queria come�ar com s�lvia.

- N�s n�o temos s�lvia. - O qu�?

Voc� tinha...

naquele arm�rio, na segunda prateleira � direita.

Encontrei.

Acho que n�o lembra onde deixei meus chinelos.

Com licen�a. Astrid, pode me fazer um favor?

Acha que pode entrar neste site pelo seu computador?

"Massive Dynamic." Parece o FTP seguro deles.

Com certeza.

Este � o primeiro dos psicod�licos.

Pronta pra come�ar?

Acho que estou pronta j� faz 10 anos.

Est� funcionando. O t�cnico deve estar reconstruindo

a imagem do dispositivo quebrado.

Parece um manequim de loja.

Certo. Agora vamos transferir pro meu telefone.

Quando Belly e eu fizemos isto pela 1� vez,

n�s a preparamos por 36 horas.

Mas estou pensando...

para este tipo de desorienta��o espacial,

podemos reduzir para alguns instantes.

N�o � perigoso?

Mais do que injet�-la com altas doses de

drogas psicoativas n�o testadas e caseiras?

Astrid. Me d� 3 seringas de fenotiazina.

Est� no topo da prateleira, no "A" de "Antipsic�ticos".

E duas ampolas de Valium... S� pra garantir.

- Pronto? - Sim, filho.

Quero que me diga se come�ar a ficar desconfort�vel, certo?

Obrigada. J� te conhecia.

Era apenas um beb�, mas

juro que vi...

Aqui vamos n�s!

Acho que estamos prontos, Walter.

Rebecca, concentre-se em minha voz.

O qu�?

Concentre-se nas pessoas que n�o fazem parte.

Quer dizer...

aquelas que mudam sua apar�ncia?

N�o h� raz�o para temer.

- Pode v�-los... - Aqui, Peter.

Eles n�o podem te ver.

Ou�a minha voz.

Vou conduz�-la pelo p�rtico.

Estamos atravessando o Port�o Johnston

entrando em Harvard.

Consegue ver? � outono, e est� tarde.

As folhas estalam sob nossos p�s.

Passamos pela est�tua de John Harvard.

Agora, passamos no hall da Universidade,

Memorial Church est� bem � frente.

Toque o sino.

Walter! Ei, Walter.

Olivia. Olivia! Olivia!

Olivia.

Ap�s todos esses anos...

� t�o bom finalmente v�-la novamente.

Ter� que me perdoar.

O modo como te trouxe at� aqui foi rude,

e sinto muito por isso,

mas havia pessoas tentando evitar nosso encontro.

Este n�o �, nem de longe, o tipo de reuni�o

que sempre vislumbrei.

A reuni�o que vislumbrou?

Dr. Bell, estou tentando encontr�-lo

h� mais de um ano.

Por favor, me chame de William.

Ou "Willam" se for melhor pra voc�.

Willam, � como sempre me chamava quando era garotinha.

Como quer seu ch�?

N�o quero ch�. Quero respostas.

Ainda est� um pouco desorientada

pelas viagens no tempo, n�o?

Aconteceu comigo na 1� vez que cheguei.

Voc� est� fora de sincronia com este lado.

Tem sorte. A maioria dos que cruzam as dimens�es

sem seu talento natural

s�o simplesmente estra�alhados.

"Sorte" n�o � a palavra que eu escolheria.

N�o sei quanto Walter te contou at� agora.

N�o sei de quanto ele se lembra.

Me contou o que voc�s fizeram comigo

quando eu ainda era garota.

Como faziam testes de drogas em crian�as pequenas.

N�o est�vamos tentando feri-la, Olivia.

N�o est�vamos tentando ferir ningu�m.

Ei, adivinha?

Feriu.

Conheci alguns dos outros.

Dizer que foram atingidos permanentemente

seria pouco.

Sim.

Em qualquer busca pelo conhecimento,

h� sempre consequ�ncias indesejadas.

V�timas, voc� diria.

Mas n�o voc�. Posso ver isso...

s� de olhar pra voc�.

Na verdade, est� apenas adquirindo sua habilidade.

J� vi a hist�ria se repetir o suficiente pra saber

que uma guerra est� vindo,

como eu e Walter previmos, anos atr�s,

e sab�amos que ter�amos que preparar um guardi�o,

algu�m pra proteger o portal.

O portal?

Entre este lado e o seu.

Gostaria de dizer "nosso", porque � de onde eu vim,

mas receio parecer calculista.

Continue.

Por raz�es que ficar�o claras com o tempo,

n�o posso voltar ainda, talvez nunca.

Mas agora sabemos como � dif�cil atravessar.

Posso contar nos dedos

quantas pessoas conseguiram em seguran�a.

Mas deste lado,

se tornaram mais trai�oeiros.

Desenvolveram h�bridos,

parte tecido org�nico, parte m�quina

que fazem coisas que humanos n�o conseguem.

Podem mudar de forma,

assumindo a forma de seres humanos.

Aqui, os chamam de "a primeira onda".

Est� dizendo que esses h�bridos

j� est�o do nosso lado?

Sei que � dif�cil de compreender.

Ah, entendo muito bem.

S� n�o confio em voc�, Dr. Bell...

ou William ou... Willam...

ou sei l� que nome acha

que pode apelar aos meus instintos infantis.

N�o funciona.

Sua companhia esteve envolvida,

se n�o diretamente respons�vel

por algumas das coisas mais terr�veis

que j� vi.

Para n�o mencionar o fato de ter me atirado

num universo paralelo pra me avisar

sobre uma guerra interdimensional

que creio que foi o respons�vel por iniciar.

Ent�o o que quero n�o � aconchego ou ch�.

� a verdade.

A verdade vir� � tona. Sempre vem.

Livvy, n�o precisa confiar em mim.

N�o precisa nem gostar de mim,

mas n�o pode negar que tenho uma perspectiva �nica,

moldada pela viv�ncia em dois mundos.

Sei a diferen�a que uma escolha errada faz...

ou uma certa.

Por exemplo, este pr�dio ainda est� de p�

porque escolhas diferentes foram feitas.

Ent�o, Livvy, se olhar para sua raiva no passado

pode descobrir que sou mais aliado do que pensa.

Uma tempestade est� vindo,

talvez a �ltima e pior de todas.

E quando terminar,

temo que sobrar� pouco do nosso mundo.

Os transmorfos do seu lado

est�o procurando por algu�m.

Algu�m que abra as portas entre universos,

e se eles o encontrarem,

nada os deter�,

e � por isso que deve encontr�-lo primeiro.

Eu?

Voc� � a escolhida, Olivia.

De todas as crian�as que eu e Walter preparamos,

voc� era a mais forte.

Sempre foi a mais forte.

Lembre-se deste s�mbolo.

Est� escondido no l�der deles.

� como o reconhecer�.

Mostre isso a Nina Sharp. Ela poder� ajud�-la.

Estamos sem tempo.

Olivia.

Olivia! Pode me ouvir?

Astrid, 30cc de nitroglicerina.

Coloque a cabe�a de lado, para que possa respirar.

Walter, o que est� acontecendo?

Acho que est� recebendo uma inunda��o de

mem�rias. Pode ser demais em pouco tempo.

Levante-se.

- Ser� menos doloroso assim. - O qu�?

E lembre disso...

Einai kalytero...

Anthropo apo ton patera toy.

Diga isso ao Peter.

Precisar� dele ao seu lado.

- Diga isso a ele. - Ele vai entender.

Precisamos atingir o cora��o.

Tem uma ampola de adrenalina, Peter.

E receio que n�o tenha como evitar o que acontecer�.

Tirei-a de um carro em movimento.

O Momentum pode ser adiado,

mas sempre ter� que ser restaurado por completo.

No cora��o, entre as costelas.

No 3. 1, 2...

Como disse uma vez para o Walter,

"a f�sica � uma merda".

- Tr�s! - Desculpe, Olivia.

Preciso falar com Nina Sharp.

- Nina Sharp. - Nina, precisamos conversar.

- Olivia? - Estou indo a� agora.

Desculpe, estou indo para Hong Kong.

Tenho um recado de William Bell.

Cancele o voo.

- Gostaria de ter ajudado mais. - Ajudou muito.

- Est� bem mesmo para dirigir? - Ela est� bem.

As inje��es que eu dei devem ter contra-atacado

qualquer alucin�geno no corpo dela.

- Peter. - Sim?

Gostaria de lev�-la para casa.

Acabou de dizer que retirou todas as drogas dela.

Como voltar� pra casa, Walter?

De �nibus.

Est� bem.

Peter, preciso de dinheiro.

- Ele disse que tudo bem. - Maravilha.

- Foi um prazer te conhecer. - Voc� tamb�m, Peter.

Mande lembran�as � agente Dunham por mim.

- O que foi? - Nada. Eu...

Desculpe.

Devem ser as drogas.

Cad� todo mundo?

Peter e o Dr. Bishop sa�ram,

e Olivia foi para Nova Iorque ver Nina Sharp.

Posso ligar, se quiser. Ela saiu h� pouco.

N�o, tudo bem. Falo quando ela voltar.

- O que � isso? - � da Massive Dynamic.

Est�o reconstruindo a imagem do aparelho quebrado.

- Dr. Bell te mostrou isso? - Sim.

- J� viu esse s�mbolo antes? - N�o.

Foi o que ele me disse.

Que estaria escondido em algum lugar do corpo do l�der deles.

Ent�o suspeito que seria na cabe�a,

j� que est�o roubando cabe�as em criog�nese.

Foi tudo o que o Dr. Bell te falou?

Ele disse que o homem com esse sinal

tentaria abrir um portal entre os dois mundos,

que uma tempestade estava chegando,

e que a �nica maneira de impedir

seria encontr�-lo antes dos transmorfos.

- Uma tempestade? - Sim.

O que foi?

Essas palavras que ele usou.

Quando o Dr. Bell descobriu a exist�ncia do outro lado,

o que mais o amedrontava

era a inevit�vel colis�o

se nossos dois universos se unissem.

Colis�o?

O "Princ�pio de Exclus�o de Pauli"

diz que dois objetos n�o podem ocupar o mesmo espa�o

ao mesmo tempo.

O Dr. Bell temia que se um portal

entre os dois lados fosse aberto,

em uma conclus�o inevit�vel...

s� um dos mundos restaria.

Foi isso que ele chamou de grande tempestade.

Criogenia Laston-Hennings.

SMS DE CHARLIE NINA � O TRANSMORFO.

N�O CONFIE NELA. SAIA AGORA.

Desculpe, preciso ir.

Olivia?

No que a Massive Dynamic puder ajudar

para encontrar esse homem,

estamos �s ordens.

- Como sabia? - Escute com aten��o.

Meu carro est� na esquina,

tem um time da SWAT chegando.

Assim que virem que voc� est� fora do pr�dio,

v�o invadir o lugar. Vamos.

Nossa, Charlie, quase contei tudo a ela.

- Preciso ligar para o Broyles. - O que quer dizer com "quase"?

Acabei de lembrar onde est�

a cabe�a que est�o procurando.

Bell me contou. Est� na Criogenia Laston-Hennings.

SIMULA��O COMPLETA.

AGENTE CHARLIE FRANCES.

Sou eu. Criogenia Laston-Hennings.

O que est� fazendo?

- N�o vai entrar? - Acho que n�o deveria.

Tem �nibus a cada meia hora e...

S� tenho 14 minutos para chegar no ponto.

Que dia, hein?

N�o foi nem um pouco do que imaginei quando acordei.

A vida � assim.

Os melhores e os piores dias raramente s�o.

Rebecca, o que fiz com voc�... foi errado.

- Walter. - N�o, n�o.

Voc� era jovem e eu me aproveitei,

Quis aquilo por tanto tempo.

Walter, o que fez...

Voc� me fez... especial.

A verdade � que...

acredito que sempre foi especial.

Tenho que ir...

Menos de 12 minutos.

N�o teve escolha.

Se n�o o matasse, ele teria te matado.

N�o � sua culpa.

Seja o que aquela coisa fosse, n�o era o Charlie.

Eles o mataram pelo qu�?

Abrir um portal para o outro lado?

Quem s�o eles e o que querem?

O que fizemos a eles?

A Criogenia Laston-Hennings foi atacada 15 minutos

antes que nosso time chegasse.

Levaram tudo. Todas as c�psulas criog�nicas foram levadas.

Ent�o encontraram o que procuravam.

Acredito que sim.

William Bell me levou para outro universo

para me dar um alerta.

� importante a esse ponto.

E eu falhei.

Olivia, vamos encontr�-los.

Ressincronia por afonsopm

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