All language subtitles for S08E20 - The Unseen Wound

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Original subtitles

Bom dia.

Bom dia.

Est� de passagem ou planeja ficar um pouco aqui em Concho?

Pensei em ficar um ou dois dias. Por qu�?

Ter� que deixar sua arma no escrit�rio do xerife.

Poder� peg�-la ao ir embora.

- Isso se aplica apenas a forasteiros? - N�o, � para todos.

N�o s�o permitidas armas na cidade.

� uma lei que o Xerife Rowen defende com rigor.

Bom, n�o posso dizer que � uma lei ruim.

- Paul Rowen est� na cidade hoje? - Claro.

Conhece o xerife?

Sim, eu o conhe�o.

Ben Cartwright!

Quem diria!

Faz muito tempo, Paul.

� verdade, faz muito tempo.

A �ltima vez foi quando voc� perseguiu aquele sujeito

at� Virginia City, aquele condenado fugitivo.

�...

� bom v�-lo, Ben. O que est� fazendo em Concho?

Bom, vim ver voc�.

E Catherine e Timmy.

Tinha alguns neg�cios em Menden

e decidi passar por aqui antes de voltar para a Ponderosa.

Menden? S�o 70 milhas s� para nos visitar.

As milhas foram f�ceis.

Como vai a fam�lia?

Bem. Venha e veja por si mesmo.

Bill, voltaremos em breve. Oh, sua arma.

Desculpe, Ben, sem exce��es.

Coloque isso com as outras, sim?

Cathy, quando ela o vir, ela vai rir e chorar,

e depois vai me repreender por n�o avis�-la

para que pudesse se arrumar.

Vou lhe dizer uma coisa. Esta cidade � calma e pac�fica.

� uma boa cidade familiar agora, Ben.

Bom, voc� fez que fosse assim agora.

Bem...

Major Landers!

Pare.

Bem a�.

Paul, o que �? Qual � o problema?

Voc� sabe qual � o problema. Passe-me esse rifle.

Eu quero a arma!

Voc� sabe quais s�o as minhas ordens.

Por que trouxe isso para a cidade?

Se voc� olhar, Paul, ver� que o percussor est� quebrado.

Eu o estava levando para Charlie consert�-lo.

Sinto muito, Tom. Eu estou...

um pouco cansado.

- Isso me deixou nervoso. - Esque�a.

Seria bom que na pr�xima vez fosse ao meu escrit�rio e avisasse.

Da pr�xima vez farei isso.

Ben, este � o Major Landers. Um velho amigo meu, Ben Cartwright.

Sr. Cartwright.

Major.

Est� ficando um pouco tarde. � melhor eu ir.

N�o se esque�a que voc� e sua esposa

est�o convidados para jantar no s�bado � noite.

Estaremos l�.

Paul?

Voc� est� trabalhando muito.

Por que n�o tira alguns dias de folga? V� pescar.

Voc� parece a Catherine.

Como eu disse a ela, n�o se preocupe comigo.

Vamos, vamos deix�-la esperando.

S08E20 - A Ferida Invis�vel

Legenda por Susanawho

Isso tem um cheiro bom. Catherine,

nem sei quando saboreei um jantar melhor.

Obrigada, Ben.

Se Paul tivesse me dito que voc� estaria aqui,

eu poderia ter preparado algo especial.

O que eu lhe disse, Ben?

Bom, com t�o pouco tempo, foi uma refei��o excelente.

Garanto que Hop Sing n�o poderia fazer melhor.

Bem, adquiri muita pr�tica,

fazendo coisas sem aviso.

Quer me dizer que, depois de todos esses anos,

voc� ainda n�o colocou seu homem para jantar com hora certa?

N�o em 12 anos.

Seu trabalho funciona 24 horas, sete dias por semana.

Ora, vamos.

H� uns dois domingos, tiramos o dia de folga e fizemos um piquenique.

Querido, isso foi h� dois meses.

Dois meses, hein?

Quer dizer que faz 12 anos que voc� est� usando esse distintivo?

12 anos.

E sete meses.

�, os anos passam.

N�o pareciam tantos.

Talvez n�o para voc�, Ben.

Mas parecem cem anos para mim.

Bom caf�, querida.

Peguei voc�, Cavalo de Corrida!

Voc� e seus bravos se rendem ou eu matarei todos voc�s!

Estou cansado de lhe dizer! N�o quero que fa�a isso nunca mais!

Entendeu?

N�o fa�a mais isso!

Todas as crian�as brincam de vaqueiros e �ndios, papai.

Pode brincar de outras coisas.

N�o s�o t�o divertidas.

Divers�o.

Brincadeiras, hein?

Brincadeiras.

� com quem eles aprendem. De n�s, certo, Ben?

Eles veem os adultos brigando e se matando entre si.

Em seguida, eles brincam fazendo a mesma coisa e assim por diante.

Nunca para.

Tudo bem, Timmy, �...

Vamos...

v� l� para cima e...

fa�a seu dever de casa.

Bom, parece que voc�s dois t�m raz�o.

Com certeza preciso de f�rias.

Dar um pouco de descanso a esta minha velha cabe�a.

- A dor � muito forte? - N�o, agora n�o, estou bem. N�o.

N�o se preocupe comigo.

D� a Ben mais um caf�.

Catherine?

H� quanto tempo ele est� assim?

Bem, isso...

come�ou h� cerca de seis meses.

Eu s�...

ele tem dores de cabe�a e, ultimamente, est� piorando.

Ele n�o come.

E tem pesadelos.

Ele foi ao m�dico?

Ben, voc� conhece Paul.

A �nica vez que ele vai a um m�dico

� para consertar um osso quebrado ou...

tirar uma bala.

Bom, ele est�... ele est� cansado. Ele est� esgotado.

Catherine, voc� tem que pedir para ele tirar umas f�rias.

Depende de voc�.

Paul, voc� ainda tem aquelas terras ao sul da cidade?

Sim e quase toda paga.

Vou criar gado assim que me aposentar.

Quando vai se aposentar?

Eu n�o sei exatamente. Mas n�o vai demorar muito.

Bem, isso deixar� Catherine feliz.

Assim que eu deixar tudo em ordem por aqui.

Sempre manter a fam�lia feliz � o que eu digo.

� o velho Bleeker.

Atirando no campo novamente.

Eu controlo as armas aqui na cidade,

mas fora dela � diferente.

L� fora, um homem precisa de uma arma.

Precisa?

Vamos traz�-lo aqui.

# Eu te conhe�o h� tempos #

# Voc� roubou meus pobres bolsos de prata e ouro #

# Se o oceano fosse u�sque e eu fosse um pato #

# Eu nadaria at� o fundo e nunca mais subiria #

# U�sque de centeio, u�sque de centeio, u�sque de centeio, eu imploro #

# Se eu n�o pegar meu u�sque #

# Eu certamente morrerei. #

Timmy gosta quando eu prendo o velho.

Ele se senta do lado de fora de sua cela e o ouve contar hist�rias

sobre como ele era um ca�ador de b�falos

e como ele lutou contra os �ndios.

Sabe, eu tamb�m gosto de ouvir essas hist�rias.

Prossiga, tire-o daqui.

E garanta que ele n�o tenha uma garrafa debaixo da camisa desta vez.

Sim, senhor.

Assim que eu tiver certeza de que ele pode dar conta do trabalho

e manter Concho em ordem do jeito que eu fiz,

� quando vou me aposentar e come�ar minha Ponderosa.

J� cumpri minha miss�o, pode acreditar.

Tudo bem, filho, vamos embora.

N�o pode levar essa arma para a pris�o com o senhor.

Se n�o posso levar Bess comigo, n�o vou.

Tudo bem, chega de besteiras, Bleeker. D�-me a arma.

Ter� que tir�-la de mim primeiro, filho.

N�o estou brincando. D�-me a arma!

N�o! Eu n�o vou sem Bess.

Pela �ltima vez, me d� essa arma.

� melhor eu entrar a�.

Sinto muito, Xerife.

Eu n�o lidei direito, certo?

Isso nunca deveria ter acontecido.

Nunca deveria ter acontecido.

Eles morreram por nada.

Paul, por que n�o vai para casa?

Seu relat�rio pode esperar at� mais tarde.

Eu me encarregarei deles.

O senhor est� bem?

Billy!

- O que aconteceu com ele? - Eu n�o sei.

Ele est� louco, totalmente louco.

Tirem os feridos das ruas antes que ele comece a atirar novamente.

Todo o mundo! Voc� tamb�m, Tollar!

Ele est� l�.

Tenho que entrar, talvez falando o fa�a recuperar o ju�zo.

Apressem essa carro�a.

Virem essa carro�a.

Volte pela manh� e examinarei esse ferimento.

Tome cuidado.

Vou lhe dizer, doutor, � um milagre ningu�m ter morrido.

O senhor tem sorte que a bala passou de rasp�o.

N�o consigo entender. Achei que conhecia Paul t�o bem.

Eu estava parado l� e...

de repente ele virou seu cavalo e atirou.

Foi tudo t�o repentino.

Talvez n�o t�o repentino, Sr. Cartwright.

Aqueles anos na guerra,

a terr�vel responsabilidade de comandar.

Eu vi isso acontecer com homens que estiveram em combate por muito tempo.

J� percebeu que Paul nunca fala sobre a guerra?

Mas isso sempre esteve dentro dele.

Quando ele se tornou um homem da lei, ele reviveu a guerra.

Mas ele odiava essa parte assassina.

Implorei-lhe para tirar f�rias, mas ele disse que n�o tinha tempo.

Disse que queria fazer desta cidade um lugar seguro para se viver.

Ben! Ben, voc� est� bem?

Oh, sim, sim. Isso foi s� um arranh�o.

Onde est� Timmy?

Eu o deixei com os vizinhos, eles me contaram o que aconteceu.

- O que vamos fazer? - Vai ficar tudo bem.

- Ben, o que vamos fazer? - N�o se preocupar com nada.

- Mas... tenho que encontrar Paul. - Agora voc� n�o pode ir...

Um de seus tiros ricocheteou em uma parede e me acertou no pulso.

Certo, venha aqui.

- Ben, preciso encontrar Paul! - Catherine!

- Tenho que falar com ele! - Escute, vai ficar aqui.

Voc� n�o pode sair, entendeu? N�o pode ir l�.

Voc� tem que cuidar de Timmy. Vou lev�-la para casa.

Doutor?

Onde sairemos por essa porta?

No beco. Podem sair, � mais seguro.

Vamos. Vamos.

N�o, n�o, n�o.

Voc� fica.

Estou bem...

Por favor, ajude Paul.

Vou ajud�-lo em tudo que puder.

Os outros querem mat�-lo.

N�o, n�o querem mat�-lo, Catherine.

Eles s� querem faz�-lo parar de atirar.

� uma guerra.

Mate todos eles.

Acabe com eles.

� uma guerra!

Labring, verifique a muni��o.

Mullens, voc� est� bem?

Abaixe a cabe�a!

Danforth, leve o restante dos homens.

Diga-lhes para n�o se mexerem muito.

Nada?

Est� tudo calmo.

Ele ainda est� l� dentro.

Ele est� cercado.

N�o h� como ele sair sem que o vejamos.

Boa ideia, Major, essas tochas.

Se ele tentar escapar, vamos atirar antes que ele apoie os p�s.

Atire apenas se ele atirar primeiro.

Sua arma, Sr. Cartwright.

Precisamos de toda a ajuda que pudermos obter.

Tem que haver outro jeito.

Mas n�o tem.

Teremos a chance de falar sobre isso na reuni�o.

Estar� l�, Sr. Cartwright?

Sim, estarei l�.

Catherine!

Paul!

Paul, sou eu, Catherine!

- Catherine! - Paul, por favor, saia!

Paul, por favor, queremos ajud�-lo!

Paul!

Abaixe-se!

Cessem o fogo. Cessem o fogo.

Ele tentou me matar, Ben.

Por qu�?

Catherine...

Paul n�o est� bem.

Ele precisa de ajuda.

Ele est� doente.

Eu n�o sei como ajud�-lo, mas arranjarei um jeito.

Agora tenho que tir�-la daqui.

Vamos.

� um truque.

Um truque dos rebeldes.

Um rebelde vestido de mulher.

Tentou me fazer pensar que ela era...

Catherine!

N�o, ela n�o faria parte desta matan�a.

Catherine, para tr�s.

Vigie a janela agora.

Timmy.

Timmy, venha aqui, garoto. Abaixe-se.

Abaixe-se agora.

Vamos, fique abaixado.

Que bom menino, Timmy.

N�o se preocupe agora, filho.

Eu vou proteg�-lo.

N�o precisa mais se preocupar, garoto.

Voc� estar� a salvo comigo, garoto.

Sim.

Estou contente de v�-lo, � s� isso.

Timmy.

J� lhe disse para n�o brincar com essas armas.

Pra mim j� chega.

Em quantos mais ele precisa atirar

antes que decida que devemos det�-lo?

Eu concordo, j� lhe disse isso.

Rowen deve ser detido, mas n�o da maneira que voc� sugere.

O homem tem raz�o.

N�o gosto da ideia de ter que matar Rowen, a n�o ser que precisemos.

Mas precisamos.

J� viram um touro enlouquecido?

Ele pisa,

engancha seus chifres em qualquer coisa que fique em seu caminho.

Vacas, bezerros, n�o faz diferen�a.

Ele s� quer matar.

Rowen � como um daqueles touros, com certeza.

Tollar est� certo.

N�o h� maneira de det�-lo, exceto com uma bala na cabe�a.

Paul Rowen n�o � um touro enlouquecido.

Ele n�o quer matar.

Por que ele n�o sai?

- � s� o que ele precisa fazer. - O Major tem raz�o.

Tentamos falar com ele meia d�zia de vezes.

Tudo o que ele faz � atirar com aquele rifle.

Voc� viu o que aconteceu com a esposa dele.

Ele n�o vai sair.

Ent�o, n�s o obrigaremos.

Como se obriga um bezerro doente que se esconde no mato.

E como voc� faria isso, Tollar?

N�s o queimaremos.

Suponho que isso resolveria seu problema.

- Eu n�o quero fazer parte disso. - Paul Rowen...

arriscou sua vida n�o sei quantas vezes por voc�s.

Ele fez desta cidade um lugar onde podem criar sua fam�lia...

sem perigo... seguro, protegido.

Tenho certeza de que devem a ele mais do que uma bala na cabe�a.

Sr. Cartwright, Paul Rowen tamb�m � nosso amigo.

Servimos juntos no ex�rcito.

N�o h� um homem nesta sala

que n�o tenha uma d�vida de gratid�o com ele.

Mas ele atirou em cinco pessoas inocentes.

Todos n�s moramos nesta cidade.

Devemos proteger nossas fam�lias,

porque nossas fam�lias s�o a cidade.

O que espera que fa�amos?

Esperem.

Esperem um pouco mais.

Por que lhe dar tempo para causar mais danos?

Porque eu estou lhes implorando.

Estou implorando por mais algumas horas...

horas que...

poderiam fazer Rowen recuperar o ju�zo.

Doutor, isso � poss�vel, n�o �?

Em um caso como esse, tudo � poss�vel.

N�o vejo mal nenhum em esperar mais um pouco.

Bem?

At� de manh�.

Catherine,

eles nos deram at� de manh�, s� isso.

Temos que aproveitar esse tempo para tentar

chegar at� Paul. Temos que faz�-lo entender.

At� de manh�, certo.

Agora... os pesadelos.

E sobre os pesadelos?

Como eram eles?

Ele falou sobre eles?

- Ele os discutiu com voc�? - N�o.

N�o, ele...

ele sempre se recusou a falar sobre eles.

Bem, voc� estava por perto quando ele teve os pesadelos,

ele gritava alguma coisa?

- Sim, ele costumava... - Ele falava?

- Ele costumava gritar nomes de homens. - Sim?

- E ent�o ele gritava... - O que?

Ordens militares, que tinham a ver com batalhas

e ent�o ele acordava suando frio e tremendo

e depois ficava acordado at� de manh�.

Mam�e? Mam�e?

Papai j� voltou para casa?

N�o, ele ainda n�o voltou para casa.

E o que voc� est� fazendo fora da cama?

Quer matar meu pai tamb�m, Sr. Cartwright?

Que pergunta � essa, Timmy?

N�o seja bobo.

Porque quando eu estava na casa de Jody,

ele disse que iam matar meu pai.

Timmy, n�o, n�o.

N�o, ningu�m vai matar seu pai. Ningu�m vai machuc�-lo.

Sabe que n�o deixar�amos ningu�m machucar seu pai.

Claro que n�o. Ningu�m vai machuc�-lo.

Ele � o xerife desta cidade. Ningu�m machuca o xerife.

N�o, Timmy.

Timmy, v� para a cama.

Certo? Suba.

N�o deixe que matem meu pai, Sr. Cartwright.

N�o deixe.

Timmy, v� para a cama agora.

Timmy...

nada vai acontecer ao seu pai.

Est� bem?

V� para a cama e sua m�e ir� daqui a pouco.

Catherine, e quanto aos pesadelos?

Swale, Gray, chequem os fundos.

Mantenham os olhos abertos para um ataque no flanco.

Jespers.

Jespers!

D� uma olhada em Garland. O ferimento na perna est� mal.

Garrett?

Garrett!

Garrett.

Garrett!

Isso n�o est� bom.

Voc� ainda n�o pode lidar com o trabalho, � in�til.

� in�til.

Garrett?

Garrett.

Bleeker.

Como voc� abre a cabe�a de um homem,

conserta o dano causado a ele e depois a fecha?

A medicina j� evoluiu bastante, mas n�o tanto assim.

� como tentar consertar uma ferida invis�vel.

Sim, mais ou menos isso.

Esta cidade parece ter uma cura, n�o �?

Doutor?

Tem que ser assim?

Passei a noite toda me perguntando a mesma coisa.

Sr. Cartwright, h� um hospital...

Hospital?

Por favor, n�o me fale sobre um hospital como esse.

N�o s�o hospitais, s�o pris�es.

Eles s�o calabou�os sujos e imundos.

Eu vi o que eles fazem com pessoas como Paul...

nesses hospitais.

Colocam colares de ferro em volta do pesco�o.

Eles os acorrentam nas paredes de concreto.

Jogam comida pelas grades para eles.

Eles dormem ali em sua imund�cie.

Eles morrem em sua imund�cie.

Eles os enterram em t�mulos n�o identificados.

Deus me perdoe por dizer isso,

mas Paul ficaria infinitamente melhor com uma bala na cabe�a

do que viver o resto da vida em um hospital como aquele.

Recebi esta revista m�dica h� algum tempo.

H� um artigo que reli ontem � noite.

Foi escrito por Dorothea Dix.

Ela foi chefe do Corpo de Enfermeiras do Ex�rcito.

Ela conheceu esses hospitais.

Ela at� trabalhou neles por algum tempo.

Ela finalmente foi falar com o Presidente dos Estados Unidos

e lhe disse o que estava acontecendo dentro daquelas paredes.

O Presidente autorizou o Congresso a destinar dinheiro para

construir um hospital.

Um hospital, Sr. Cartwright, para tratar aqueles pacientes.

Eles o constru�ram?

Acabou de ser conclu�do.

Fica em Washington, D.C. Chama-se St. Elizabeth.

De acordo com esse artigo,

j� come�aram a admitir pacientes.

Doutor...

se pud�ssemos levar Paul a esse hospital,

acha que eles poderiam ajud�-lo?

Bem, eu acho que sim.

Eu sei que eles podem fazer muito mais do que

esta cidade planeja fazer... sem d�vida.

J� amanheceu e ele ainda est� l�.

Continua atirando em qualquer coisa que se mexa.

J� esperamos, senhor.

O que faremos agora?

Fazemos tudo o que podemos por um animal doente antes de sacrific�-lo.

Poder�amos fazer pelo menos o mesmo por Paul.

Qualquer coisa mais que aconte�a

vai pesar na sua consci�ncia, senhor.

Major, estive aqui a maior parte da noite.

Eu gostaria de tomar um caf�.

- Voc� sabe onde ele est�. - Sim.

Esperem!

Dar mais tempo a ele? Para fazer o qu�?

Para matar todo mundo?

J� estou cheio do senhor...

N�o o suporto mais.

Eu digo para peg�-lo e tem que ser agora.

E ent�o, Major?

Prepare as tochas, Tollar.

Fique onde est�.

O que acontecer� depois, Sr. Cartwright?

N�o posso deixar voc� mat�-lo.

S� n�o posso deixar mat�-lo, Major.

E pretende matar todos n�s

para salv�-lo?

Porque � isso que vai ter que fazer.

Prepare as tochas. Quando eu der o sinal, coloque fogo no armaz�m.

Sr. Cartwright...

eu respeito seu ponto de vista.

Por sua vez...

respeite o meu.

Vamos, Johnny.

Preparem-se para um ataque.

Lembrem-se, n�o se rendam.

Se for o caso, matem o m�ximo que puderem antes disso.

Lutem como soldados e morram como soldados.

Paul ser� morto antes que consiga sair dali.

N�s dois sabemos disso.

� isso, Johnny.

Voc� vai primeiro.

� isso!

L� vem eles!

Matem-nos! Matem-nos! Matem-nos!

Matem-nos!

Matem-nos! Matem-nos!

Matem-nos!

Matem-nos!

Matem-nos!

Tragam essa muni��o aqui!

Traga a muni��o aqui, Levering!

Timmy! Timmy!

Timmy! Timmy!

Papai, onde o senhor est�?

Cessem o fogo! Cessem o fogo!

Levering, continue trazendo a muni��o.

Collins, voc� est� bem?

Danforth? Kaufman?

Tudo bem.

Mantenham seus olhos abertos.

Por favor, papai!

Por favor, me responda!

Tollar, n�o, n�o!

Tom?

Tom, o que aconteceu?

Diga-me, tenho o direito de saber... � o Timmy?

� isso?

Ele est� l� dentro.

N�o vou deixar que matem meu pai.

Timmy, venha at� a porta.

Timmy?

Timmy?!

Timmy?

Timmy?

Timmy?

Timmy. Timmy?

Paul?

� o Ben.

Sou eu, Ben Cartwright.

Paul?

Paul?

Paul?

Sou eu, � Ben.

� Ben Cartwright, Paul.

Voc� sabe, da Ponderosa.

Paul?

Vamos, pare de se esconder.

Saia de onde est�.

Ben?

Ben?

Isso mesmo.

Claro, sou eu.

Ol�, Paul.

Ben...

Que bom v�-lo, Paul.

Quando voc� se tornou um pistoleiro, Ben?

O que voc� tem a ver com aqueles assassinos l� fora?

Paul, eu n�o sou um pistoleiro.

Voc� me conhece bem.

Ningu�m quer matar ningu�m.

N�s somos seus amigos.

Amigos?

S�o amigos os que mataram aqueles homens l� em cima?

Levering, Danforth, Kaufman?

Collins?

S�o amigos os que v�o contar para suas esposas, fam�lias e filhos?

Paul, entendeu tudo errado...

n�o h� ningu�m l� em cima.

Esses homens, eles...

j� morreram h� muito tempo.

Na guerra, Paul.

N�o h� ningu�m l� agora.

Vamos, vou lhe mostrar.

Eles est�o l� em cima e est�o mortos.

Eles foram mortos por eles l� fora.

� um mundo mortal e n�o v�o mud�-lo, mas eu vou.

Paul.

Paul, sou Ben Cartwright.

Da Ponderosa.

Lembra-se, eu estava em sua casa?

Ontem.

Tivemos uma refei��o maravilhosa.

Sua esposa, Catherine,

ela fez o jantar.

Catherine, sua esposa.

Sua bela esposa.

E seu filho estava l�, Timmy.

Voc� se lembra de Timmy?

Catherine e Timmy.

S�o sua fam�lia.

Trouxe o Timmy para lhe dizer ol�.

Sim?

Timmy?

Timmy, diga ol� ao seu pai.

Timmy?

Diga ol� ao seu pai, Timmy.

Timmy?!

Papai? Papai?!

Timmy?

Timmy?

Timmy?

Tim?

- Paul, cuidado com o fogo. - Tim?!

Tollar, d� mais um tiro sem eu mandar,

e eu o matarei pessoalmente.

Tudo bem, Cartwright.

N�o funcionou.

N�o funcionou!

Agora � a sua vez!

Primeiro voc� e depois o resto de voc�s!

Papai?

Papai, estou ferido.

Por favor, me ajude, papai.

Nossa...

Ora, papai s� vai ter que...

dar um jeito, n�o �, Timmy?

Major!

N�o atirem!

N�o atirem!

Bem, vou levar alguns livros

caso a conversa do m�dico fique chata no caminho.

� uma longa viagem at� aquele hospital em Washington.

Est� vendo?

Dois dias de descanso, e ele j� est� insultando seu m�dico.

Sinto muito, doutor, que tenha que ir l� s� por minha causa.

Est� tudo bem.

Tamb�m aproveitarei um tempo livre.

Bom... acho melhor eu ir.

E quanto a Timmy e Cathy? V�o at� a dilig�ncia conosco?

N�o, eu j� me despedi l� em cima.

Acho que � melhor assim.

�timo.

Papai?

Vai voltar para casa logo, n�o �?

Cuide de sua m�e, agora.

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