Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Surge na noite em que a lua cheia � brilhante
um cavaleiro conhecido como Zorro
este corajoso renegado entalha um "Z" com sua espada
Um "Z" que significa Zorro
Zorro!
a raposa t�o astuta e livre
Zorro!
que faz a marca do "Z"!
Zorro! Zorro! Zorro! Zorro! Zorro!
Legenda por Susanawho
S01E35 - Apertando o Cerco
N�o, n�o farei isso. N�o o criticarei, Don Alejandro.
N�o condenarei quem assinou o juramento.
Mas por que eu colocaria
minha fam�lia e eu em perigo se estou partindo?
Meu pai diz que n�o devia partir. N�o agora.
Estou feliz que ele n�o esteja conosco.
Ele n�o suportaria ver o filho fugindo da luta.
N�o estou fugindo. E n�o vim aqui discutir.
Cheguei a um ponto onde quero paz, seguran�a e contentamento.
lsso n�o � mais poss�vel na Calif�rnia.
E j� houve como se sentir seguro
- sem estar disposto a lutar? - Por favor. Estou decidido.
N�o percebe o que est� fazendo?
Se partir agora, � s� o come�o.
Outros podem decidir partir tamb�m.
Trabalhamos, constru�mos e sonhamos.
Tudo isso � pelos nossos filhos e os filhos deles.
Como nos render sem lutar?
Argumentou a mesma coisa seis meses atr�s.
E, cada dia, as coisas pioraram ao inv�s de melhorarem.
Deixe-me dizer uma coisa:
nada melhorar� se as pessoas fugirem de seus problemas.
Talvez melhorasse aqui se os propriet�rios se unissem.
Ent�o voc� acha que devemos
fazer justi�a com as pr�prias m�os?
Claro que n�o. Partirei amanh� para Monterey.
Pedirei ao governador que nos reconhe�a.
Ficaremos com um ex�rcito, mas sem uniforme.
Estaremos prontos para defender nossa casa, nosso pa�s,
contra os inimigos internos ou externos.
Estamos t�o longe da Espanha para conseguir refor�os,
que essa parece ser a �nica solu��o.
Espero n�o estar assinando minha senten�a de morte.
N�o se arrepender�, Don Alfredo. Ficaremos juntos. Todos n�s.
H� outros assinando juramentos como este
em San Diego, Santa Barbara, Buena Ventura e outros lugares.
- Devo levar � biblioteca, pai? - Sim, por favor.
Com licen�a.
Levarei a peti��o assinada � Monterey.
Mas Diego ter� uma lista daqueles que assinaram.
Em caso de emerg�ncia na minha aus�ncia,
ele pode convoc�-los.
Voc� entrou pela sala?
Seja cuidadoso. Mesmo que meu pai
n�o esteja em casa, h� os empregados.
Sargento Garcia?
- A� est� voc�, Don Diego. - Que surpresa.
- Sim. Obrigado. - N�o quer entrar?
Fique � vontade, sargento.
A que devemos a honra da sua visita?
Venho com boas not�cias. Est� prestes a ter companhia.
Que boa not�cia. Quem est� vindo?
Sua Excel�ncia, Jos� Sebasti�n de Varga,
o novo administrador desta regi�o.
- Ele est� a caminho. - Vindo me visitar?
- Sim. - Obrigado pela informa��o.
Me esfor�arei para receb�-lo apropriadamente.
Acha que posso convenc�-lo a ficar para o jantar?
Sim. Acredito que sim.
Se me der licen�a, informarei aos empregados.
Ele vir� acompanhado?
Don Diego, h� algo que devo explicar.
O administrador quer uma fazenda enquanto sua casa na cidade � reformada.
E veja s�, Don Diego,
de todas as fazendas na regi�o, ele escolheu a sua!
Deixe-me ver se entendi...
Est� dizendo que ele pretende vir aqui e tomar minha fazenda,
queira eu ou n�o?
- N�o quis insinuar isso. - Mas � isso?
- Sim. - Mas, sargento, eu n�o permitirei.
- Sinto muito. - Espere l� fora.
Diga ao administrador que se ele quiser essa fazenda,
- ele ter� de tom�-la � for�a. - Por favor, Don Diego, n�o aja assim.
Meu pai, e o pai do meu pai, a defenderam. Eu farei o mesmo.
Como, Don Diego? O administrador comanda os soldados. N�o temos escolha!
V� agora, ou come�arei a batalha j�.
Esperarei l� fora se quiser, Don Diego,
mas guarde a espada antes que se machuque.
Ouviu?
� isso, Bernardo. Sem fingir, sem m�scaras.
Lutarei como Diego de La Vega.
Defenderei esta fazenda ou morrerei.
Eu sei que ouviu.
Quis dizer que ouviu o administrador?
Est� certo como sempre, Bernardo.
Ao menos poderemos ouvir e entender o sentido disso.
H� muitas coisas que n�o fazemos.
Desculpe, Don Diego, o administrador est� aqui. Achei que devia avis�-lo.
� claro. Espero que ele goste da fazenda.
Don Diego, esta � Sua Excel�ncia, Jos� Sebasti�n de Varga.
Sua Excel�ncia, este � Don Diego de La Vega.
Sua Excel�ncia � o novo administrador
da regi�o Sul da Calif�rnia.
- Um prazer. - A seu dispor, senhor.
Este � meu secret�rio e s�cio, Juan Greco.
Espero que ache esta fazenda adequada.
� um privil�gio ter um homem de seu status como convidado.
- lmpressionante, Don Diego. - Obrigado, senhor.
Devo explicar que meu pai est� ausente no momento.
Eu sei. Tive o prazer de conhecer
Alejandro de La Vega em Santa Barbara.
Ele ia para o Norte enquanto eu vinha para o Sul.
- A caminho de Monterey. - Sim.
Para ver o governador?
Meu ponto, Sua Excel�ncia,
� que ficar� mais confort�vel no quarto dele.
Siga meu amigo, ele te mostrar� o quarto de meu pai.
Devo explicar, ele n�o ouve nem fala.
Senhores, devem estar cansados da viagem.
Vamos � biblioteca relaxar um pouco?
Obrigado.
Por favor, fiquem a vontade.
- Talvez uma ta�a de vinho? - Obrigado.
� da nossa vin�cola. Temos orgulho dele.
Obrigado.
- Excelente, Don Diego. - Obrigado, senhor.
Sua Excel�ncia ficar� muito tempo conosco?
Pode ser por um tempo.
Meu pai deve retornar em uma semana ou duas.
Tudo bem. Ele ser� bem-vindo aqui.
- Bem-vindo na pr�pria casa? - Ele n�o quis dizer isso.
Foi exatamente o que eu quis dizer.
Entenda, Don Diego,
estaria nos meus planos assumir esta fazenda
e demandar que voc� e seu pai a deixem.
Mas sou um homem justo. Voc�s podem ficar.
Ao menos por enquanto.
O problema, Excel�ncia: talvez meu pai n�o concorde.
Ele estar� inclinado a disputar seu direito de manter a casa.
Diz que ele estaria inclinado a chamar seus vizinhos,
que se dizem ser soldados?
Eles atacariam o administrador e soldados do Rei?
- Eu n�o disse isso. - Foi basicamente o que disse.
lsso pode ser considerado trai��o.
N�o h� porqu� argumentar sobre um discurso n�o feito.
Tem uma biblioteca maravilhosa, Don Diego.
N�o sabia que havia tantos livros em Los Angeles.
Temos orgulho disso, senhor. Muitos deles t�m hist�rias.
Vou repetir.
Seu pai ser� bem-vindo nesta fazenda quando retornar,
desde que reconhe�a que estou no comando,
e que se comporte adequadamente.
Se me derem licen�a, tenho compromissos a cumprir.
N�o seria prudente, Excel�ncia, n�o provocar o jovem de La Vega?
Ele pode se opor.
- Eu pedi seu conselho? - Eu s�...
N�o deixarei que me diga o que fazer.
Far� o que foi atribu�do e ficar� melhor assim.
Sim.
N�o se deixe enganar com julgamentos precoces,
impress�es deixadas no calor do momento.
Conhe�o o jovem de La Vega. Um jovem tagarela.
Uma grande decep��o para o pai.
Ele fugir� de uma briga se tiver essa chance.
Que tolo pomposo e ego�sta. lsso � demais.
N�o posso viver na mesma casa que aquele homem e fingindo.
Eu sa� de l� com vontade de jog�-lo pela janela.
N�o h� provas, mas estou certo que ele trabalha com o �guia.
E melhor tirarmos isso do quarto.
Pode haver muitos curiosos. Pessoas revirando as gavetas.
O que foi, cabo?
Queria ver que estava aqui antes de eu assumir meu posto.
- Seu posto? - Devo ficar para proteg�-lo.
- Me proteger do qu�? - Simplesmente proteger.
Est� vendo?
Sou um prisioneiro em minha pr�pria casa.
� de meu entendimento
que designou o cabo para me proteger.
Posso perguntar o que ele n�o soube responder?
Me proteger do qu�?
Tenho certeza que o cabo n�o � especialista.
Ele te protegeria de tudo que possa acontecer.
Entenda, Don Diego, que seria constrangedor
para um administrador se algo lhe acontecesse
enquanto ele ocupava sua fazenda.
lsso tudo � muito gratificante,
mas me sinto mais confort�vel sem um soldado nas costas.
N�o � nada pessoal. � uma quest�o de princ�pios.
Se te incomoda, pedirei ao cabo
para ficar de guarda do lado de fora da fazenda.
Afinal, tenho certeza de que est� seguro aqui.
Cabo, est� designado a ficar de guarda l� fora.
Vamos para a biblioteca?
Se me derem licen�a,
falarei com os criados e voltarei em breve.
N�o � necess�rio, Don Diego.
lnstru� aos soldados para assumirem
as atividades dom�sticas da fazenda.
Mesmo isso eu terei de explicar aos meus empregados.
lsso � estranho, Bernardo.
Estas n�o est�o cortadas como as outras.
Ao menos sabemos que ele trabalha para o �guia.
- Sargento. - O que � isso?
- Vinho para o administrador. - Leve para ele na biblioteca.
Sim, sargento. Mas voc� disse que devia mostrar tudo antes de servir.
S�o ordens do administrador. Voc� me mostrou. Sirva.
Sim. Depois voltarei e tirarei as lou�as.
- Cabo? - Estava te procurando.
Esperava me encontrar sentado � mesa?
N�o. Mas como eu estava olhando para c�,
pensei que talvez tivesse sobrado uma perna de carneiro.
- Mas parece que n�o. - Claro que eles comeram tudo.
At� os ossos?
O que faz aqui? N�o devia vigiar Don Diego?
O administrador disse para ficar do lado de fora.
Lado de fora?
Siga-me.
- Sargento! - Sim, administrador.
H� uma bolsa na estante. Traga-a.
Claro, Excel�ncia.
Devia vigiar l� fora, ent�o v� l� para fora.
Para fora!
lrei ver o que tem na biblioteca.
Sim, administrador. Eu mesmo ficarei de guarda.
Esteja avisado, pagar� com a vida por outro erro desses.
- � sobre a bolsa? - Disse para n�o perd�-la.
- Qualquer um podia ter pegado. - Como assim?
N�o discuta comigo. N�o me fa�a perguntas.
Quando eu disser para fazer algo, fa�a.
Temos que descobrir quem s�o esses homens
que fariam parte do ex�rcito do de La Vega.
Diga alguma coisa! N�o fique s� sentado.
Sim. Fique aqui vigiando. lrei ao quarto secreto.
Procure um painel ou placa solta.
Ou algum grupo de livros presos juntos.
J� procurei e n�o achei nada.
N�o consegui achar um painel solto.
Mas sei como essas fazendas antigas foram constru�das.
Muitas t�m passagens secretas,
e, a maioria, cofres secretos.
Devagar.
Acha que eles encontraram as passagens secretas?
Revistaremos a fazenda, cada cent�metro,
at� encontrarmos o que queremos.
N�o podemos esperar. Temos de det�-los.
Sim, venha.
Don Alejandro diz ter uma lista
de 50 homens dispostos a morrer pelo pa�s.
Qual a garantia disso? Talvez os nomes estejam na cabe�a dele.
N�o 50 nomes.
Tenho certeza que ele deve ter escrito em algum lugar.
Se est�o dispostos a morrer pelo pa�s, logo os for�aremos.
Acho que encontrei algo.
- Olhe esses. - N�o s�o importantes agora.
Primeiro nos livraremos de nossos inimigos
depois pegaremos as riquezas da casa.
Talvez seja isso. Uma lista de nomes!
Largue a lista. Eu te mato se ler algum nome. Largue!
Sem barulhos, estou avisando.
Permita-me me apresentar.
Sou o Zorro.
Tirem seus cintos e fiquem de costas.
Zorro!
Guardas! O Zorro est� na sala!
Ele est� encurralado. Prendam-no!
Socorro! Socorro!
Socorro!
Segure-o, Don Diego! Estamos indo.
- Est� trancada. - Ent�o arrombe!
Ele foi pela sacada.
Veja! L� vai ele!
Quando estiverem prontos, eu mostrarei o rancho.
Seria bom se um dos vaqueiros fosse conosco.
Sim. Conhecer os limites ajuda a localizar o gado.
Acabei de lembrar,
tenho que escrever uma carta a meu pai antes do trem partir.
Pode me dar licen�a?
Se o vaqueiro vier conosco, n�o precisamos de Don Diego.
� claro.
Qual o problema?
S�o os pap�is do meu pai que Zorro levou da biblioteca.
''Senhor, tenho uma pergunta.
Quanto est� disposto a pagar por eles?
Encontre-me em Los Angeles.
Ter� sua resposta e seu dinheiro.
Assinado, �guia.''
Parece que � uma carta que o Sr. Varga recebeu do �guia.
Tem raz�o. N�o tem selo.
lsso s� pode significar uma coisa.
Nosso convidado pomposo � o �guia!
Mas por que ele veio aqui pessoalmente?
N�o h� d�vidas. Ele veio acabar conosco.
Receio termos chegado ao limite, Bernardo.
Nossas vidas, fortunas, o futuro da Calif�rnia est� em jogo.
N�o. Receio que uma d�zia de Zorros n�o possa det�-los.
Eles s�o muito bem organizados.
Lutaremos o quanto pudermos. Faremos o nosso melhor.
Ningu�m pode pedir mais do que isso de si mesmo.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.