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Viu como eu acendi? Quem disse que eu não conseguiria?
Viu como eu o acendi, Aslan?
-Quem disse que eu não podia? -Eu posso. É fácil.
-Vai lá e faz, então. -Qual é o problema?
Saia daqui.
-Você pode acender de uma só vez? -Claro.
-De uma só vez? -Claro.
Então?
Então o quê? Não empurre!
-O que você disse? -Parem com isso!
Segura ele.
3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10,
11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20.
Prontos ou não, aí vou eu!
Hasan! Hasan!
Estou vendo você, Hasan!
Ayse!
Cuidado. Osman se mexa.
Yunus você também.
Segure isso.
Segure-o.
Agora é fácil. Cuidado.
Você vem até aqui.
Venham todos vocês. Devagar. Venham.
Vamos. Não deixem cair.
Saiam do caminho!
-É tão bonito! -Quem vai vestir?
Vão para seus lugares! Todos em seus lugares!
Vamos, rápido!
Crianças. Temos um recado do Governador de Distrito.
Para o Dia das Crianças.
Faremos "A Branca de Neve e os Sete Anões".
Assim, o filho de Mukhtar, Osman, pode ser príncipe.
E Ayse a princesa.
Palmas para eles. Subam no palco, vocês dois!
Quem está na história? Vamos ver.
Ali está a princesa. Quem mais?
O príncipe. E sete anões.
Há sete anões.
Agora, quem quer ser um anão?
Você é um anão. Anão, anão, anão.
Vamos, rápido!
-Eu quero ser um anão. -Quantos são? Quantos são?
-Um, dois, três, quatro, cinco. -Cinco. Mais dois.
-Professor! -Você.
E você. Vocês estão todos com sono. Você pode ser o Dunga.
Desapareçam!
-Malditos cães! -Você está assustado?
Não. Por que eu estaria?
Eu só queria que o professor não tivesse colocado Ayse de princesa.
Professor idiota!
Não xingue o professor.
Por que não? Ele deveria ter me feito príncipe.
Por que não eu?
O cachorro está vindo, corra!
-Vá se ferrar! -O que foi?
O que está acontecendo?
Não sabe aceitar uma brincadeira.
-Não, eu não sei! -Desapareça.
-Hasan? -O quê?
-Você não vai dizer ao professor, vai? -Vá se ferrar, sim, eu vou.
-Não faça isso! -Então, peça desculpas, rápido.
Pedir desculpas? Não seja assim. Não vou pedir desculpas.
Vou contar sobre você então.
Certo, me desculpe.
Saiam do caminho!
-O que está fazendo aí? -Nada, só estou vendo uma coisa.
-Vendo o quê? -Uma coisa.
Você parece mesmo uma verdadeira princesa.
Vocês também parecem seus papéis.
Eu não gosto do nosso.
-Eu vou ser príncipe. -E quanto a Osman?
Que se dane Osman.
E ela disse: "E quanto a Osman?"
-O que você disse? -Eu xinguei o Osman.
Para mim mesmo.
-Deve agarrar a garganta dele. -Pare.
E dizer: "Vá se ferrar, eu vou ser príncipe!"
Pare com isso.
-Entendeu? -Ai, isso dói!
O que está fazendo? Você me machuca. Por que está me batendo?
Some daqui, homem louco! Cai fora! Você está louco.
-Cuidado com a boca. -Desapareça!
Era só uma brincadeira. Idiota!
Vá pegá-lo.
-O que está fazendo? -Tanto faz.
Pegue-o.
Te peguei.
Venha aqui. Não fuja.
Por que você está me dando trabalho? Pronto, já chega!
É só falar e acabamos com isso.
O que tenho que falar?
Como se você não soubesse!
O quê? Dizer o quê?
-Você sabe. -Meu braço está doendo.
-Você sabe. -Saia de cima de mim!
Eu não sei. Me larga.
Vá lá, Osman. Eu...
Hasan, onde está a caneta que te dei ontem?
Saia daqui.
-Devolva a caneta. -Está embaixo da mesa.
-Saia! -Não está lá, eu olhei.
-Vai me dizer? -Eu juro que não sei.
Diga e te solto.
Certo, eu falo. Solta o meu braço.
Não me culpe se você fugir.
Quem está dizendo o quê?
O sinal tocou. O que está esperando?
O pai quer vender o carro. Não sei por quê.
Entrem agora. Para dentro.
Não vou vendê-lo.
Pode ficar no Izmir até que eu saia deste lugar.
Aslan, onde você está indo?
Dar uma volta.
Para onde?
Eu disse para onde?
-Vou para casa. -Sua casa não é por aí.
Vou pelo caminho dos fundos.
-Seu pneu enganchou. -Eu posso ver.
Professor!
Professor!
Professor!
O que está acontecendo?
Nada.
O que está olhando? Está olhando para mim?
O que foi?
Aslan, o que está acontecendo?
Fale comigo!
Eu quero ser príncipe.
Você quer ser o quê?
-Eu quero ser príncipe. -Certo.
-Quando? -Agora.
Agora? O que está acontecendo? De onde você veio?
De casa.
-Você fez sua lição de casa? -Sim.
-Matemática também? -Sim.
-Quanto é seis vezes sete? -Quarenta e dois.
O quê?
Quarenta e dois.
Que tal 21 vezes 12?
Não pode fazer isso?
Osman também não poderia fazer isso.
Por que você falaria mal do seu amigo Osman assim?
O que há de errado em ser um anão?
Vamos, vá embora.
O que é toda essa fumaça?
Você pode acendê-lo. Continue.
Você nunca acenderá o fogão com esterco molhado!
Eu te disse, filho. Esse cavalo tem 20 anos.
Leve-o para fora à noite.
Deixe-o de fora, nos campos. Te dou ração para as vacas.
Ele pode pastar lá. Se o enxotarmos.
Se não receber atenção aqui, não voltará.
Onde está o jantar? Estou morrendo de fome!
Não consegue ver?
Aslan, vá ver como estão os animais. Anda.
-Leve-o até a colina. -Como?
-Basta levá-lo. -Como?
Vou te esperar aqui, Aslan. Agora vá.
-Continue, Aslan. -Ele não irá.
-Ele vai. -Olha, ele não vai.
Como se você estivesse em um cavalo pela primeira vez!
Vá em frente!
-Ei, Aslan! -O quê?
-Não se esqueça de tirar a rédea. -Tire você mesmo!
Vá! Vá embora, Doru! Vá em frente, vá! Vá embora!
Vá! Vai, Doru.
Doru, vá.
Vá!
Doru, vá.
Doru?
Levante-se, garoto.
Doru?
Sahin!
Sahin!
O quê?
Venha aqui!
-Onde você o deixou ir? -Aqui.
O que é isso?
Sahin, não há cavalo.
-Bem, ele se foi. -Cavalos mortos não andam, sabia?
Seja lá o que for que você atirou nele...
Entre.
É aqui que vão lutar? Não é muito pequeno?
-Não, está tudo bem. -Sério?
Claro. Qual é o problema? É um bom lugar.
-Fazemos atrás daquela colina. -Atrás das árvores?
Sim, ali.
Eles vêm de todos os lugares?
Haverá uma grande multidão. O pessoal de Sivas.
-Não fumo. -De Çorum, Kirsehir, Ankara.
Tem dinheiro envolvido nisso, certo?
-Não. -Você está brincando?
-Deve haver. -Não, são cães pastores.
Como?
-É como um concurso. -Os cães são leais.
Escolhem o melhor cão. Depois disso, eles acasalam.
Como posso explicar?
Digamos que um cão está diante de cinco lobos.
Os lobos estão por toda parte. Ele cuidaria desses lobos sozinho.
É isso aí.
-É um grande animal. -Fantástico!
-Ele veio à toa de Sivas. -Veremos.
Somente donos de cães daqui. Ninguém mais.
Mostre sua hospitalidade.
Vamos, garoto!
Vamos, Sivas! Acabe com ele!
Vá lá, Bozo! Agarre-o.
Esse é o meu garoto! Muito bom!
Não se esforce!
Logo veremos quem ganha!
Vamos, garoto!
Vamos, Sivas!
Esse é o meu garoto!
Vamos, Sivas!
Esse é o meu garoto!
Você, fique fora disso.
Vamos, Sivas!
Vamos, garoto! Vamos lá, garoto!
Pegue-o! Pegue-o!
Parabéns!
Para você também. Foi uma boa luta.
Yasin, a carne que demos a ele valeu a pena.
-Mehmet? -O quê?
-Tem espaço no carro? -Por quê?
Vou voltar para a aldeia.
Volte pelo caminho que veio! Não foi comigo.
Ei, vamos lá.
Vá lá.
O que dizemos a Rifat?
O que o Rifat vai fazer? Enfiar um cão morto no cu? Vamos.
Aslan, o que você está olhando?
Vamos lá, vamos.
Anda!
Sahin, podemos levar o cachorro?
Por que quer o cachorro? Está mal.
Não, ele não está! Ele está ótimo. Vamos levá-lo.
Aslan, não consegue ver? Ele está morto.
Não, ele não está! Ele está vivo. Vamos.
-Onde você vai deixá-lo? -Em casa.
-Em casa? -Por favor!
Me larga!
-Cuidado com essa boca! -Por que você está me batendo?
-Vamos lá. -Eu não vou.
-Ei, Aslan! Vamos! -Não!
Você não pode nem cuidar de si mesmo e quer um maldito cão?
Eu posso cuidar de mim mesmo!
Fique aí e congele seu traseiro então!
Sivas.
Está com frio, rapaz?
Por que ficou bravo, rapaz? O que foi?
Sivas? Por que você ficou bravo?
Aslan!
Onde você está, Aslan?
Por aqui!
-Sahin? -O que está fazendo aí?
-O quê? -Venha aqui!
O que está fazendo? Venha aqui!
Você disse que o cachorro não viveria, mas ele está vivo, está vendo?
Sinistro, não é? Ele é o super cão! Venha, vamos levá-lo.
Venha aqui, vamos.
Vamos.
Eu te disse que deveríamos levar o cão, hein?
Aqui, vamos lá.
Aslan!
Sabe de uma coisa, garoto? Você tem um cão com classe.
Ele é um cão fantástico, Aslan.
Eu morreria por suas lágrimas...
Aslan! Aslan!
Eu morreria por suas lágrimas...
Aslan! Aslan!
Eu morreria por suas lágrimas...
Aslan! Aslan!
Sabe o que vou dizer ao meu pai?
Vou dizer: "Pai, este cachorro é do Aslan.
O pinto do cão é do Aslan! O rabo do cão é do Aslan!
E sua merda é de Aslan!"
Eu morreria por suas lágrimas...
Aslan! Aslan!
Não, mamãe! Eu posso tomar banho. Vá embora! Não entre, mamãe!
Não entre!
-Espere... -Eu não quero você. Vá embora!
-Eu não quero você. -Vamos lá, vem aqui.
-Mamãe, vá embora! -Basta vir aqui.
Mamãe, não! Eu posso fazer isso.
Vá embora, mamãe!
Tire isso.
Mamãe!
Você está fedendo!
-Você é meu leão, meu Aslan? -Sim.
-Você já se tornou um homem? -Sim.
Me dá isso.
O que acontece na história agora, crianças?
A princesa desmaiou e o príncipe chegou.
Por que o príncipe veio?
Ayse, agora você começa.
Eles o tomaram por um príncipe e o cumprimentaram com respeito.
O jovem sorriu e disse: "Eu vim de longe.
Há muito tempo que venho procurando uma bela princesa".
-O que está fazendo, Aslan? -Nada e você?
-Aslan, o que está fazendo aí? -Nada.
-Quando você vem para a escola? -Algum dia, com certeza.
-Ayse, eu encontrei um cão. -Que cão?
Um cão pastor Sivas Kangal.
-Onde você o encontrou? -Em Kepir.
Ele teve uma briga com Bozo. Bozo o manchou.
-Aslan, o que você está fazendo? -Nada.
Bozo o machucou. Seu dono pensou que ele estava morto.
Ele o abandonou lá. Esperei que fossem embora.
Fui até o cão. Ele estava vivo. Então eu o trouxe para casa.
-Onde ele está? -No celeiro. Quer que eu te mostre?
Não.
Hasan!
Hasan!
Hasan, meu irmão me arranjou um cachorro.
-Que cachorro? -O quê?
Um Sivas Kangal.
Ele já ganhou 3000 lutas.
Vá se ferrar.
Espere.
Fique.
Fique, rapaz.
Fique, Sivas.
Senta, Sivas. Senta.
Senta. Senta, Sivas. Senta.
Vamos, Sivas.
Para baixo, Sivas.
Para baixo, rapaz.
Senta.
-Aslan, o que você está fazendo? -Passeando com o cachorro.
Para baixo, rapaz. Para baixo!
Senta.
Aslan, o professor vai chamar seu pai se você não vier amanhã.
-Além disso, você tem prova amanhã. -E daí?
-Qual é a idade dele? -Adivinhe.
Não faço ideia.
Ele tem dois anos.
Sivas.
-Ele morde? -Pode acariciá-lo.
Ele é simpático.
O que foi isso?
-O que você está fazendo? -Mímica do cachorro!
Aslan!
Aslan!
-Enganei você! -Não, eu te vi.
-Como? Nem mesmo um cão poderia me ver. -Eu vi seu cachorro.
Como? Ele está mais escondido do que eu.
Venha e sente-se, Ayse. Ayse?
-Ayse, você gosta do meu cachorro? -Claro.
-Os olhos dele são como os meus, não é? -Sim.
Veja, ele tem os olhos bem espertos. Bela cor também.
Sim, bela cor.
O que você está olhando?
Você sente minha falta quando está com fome?
Não. Quem disse isso?
-Hasan. -Hasan é um idiota.
Ayse, você quer mesmo ser a princesa?
É Osman que você ama?
Ou você me ama?
Osman disse que Sivas não é puro-sangue Kangal.
O que ele sabe sobre as raças de cães?
Então por que você não o coloca para lutar?
Por que? Só quero que ele me proteja.
Se tivéssemos um filho, você o colocaria para lutar?
-Mas ele é um cão. -E daí? Os cães também têm alma.
Não vou colocá-lo para lutar.
Ayse!
-Por que você foi até lá? -Porque sim.
Venha! Venha!
Aslan, nós também vamos!
Veja só. Ele vai dar uma surra no Bozo!
Meu sapato caiu.
Espere!
Ei, espere!
Você está pronto?
Vamos fazê-los lutar. Você está assustado agora?
Posso te ver tremendo.
Vamos soltar os dois. Tire a coleira.
Eu também estou tirando a dele.
Força nisso, Bozo! Vai, vai!
-Vamos, Sivas! -Vá lá, Bozo!
Vamos, garoto!
Vamos, Sivas! Por favor, Sivas!
Ele que se foda, Sivas! Mata ele!
Mata ele!
Calma! Segura ele! Não o incomode.
Devagar. Certo, pode acariciá-lo.
Sivas, pare com isso, rapaz.
Vamos, Sivas!
Quem o acorrentou?
Ei, quem o amarrou?
Como eu vou saber?
O que você sabe afinal?
Onde está Sahin?
Não sei, talvez ele esteja lá dentro.
Já não te disse para não mexer com meu cachorro?
Sahin!
-Por que você amarrou o cachorro? -O quê?
-Por que você acorrentou o cachorro? -Do que você está falando?
Estou perguntando por que amarrou o cão.
Esqueça isso Aslan, me deixa dormir.
O que foi, rapaz?
-Você não vendeu o cachorro? -Vá se foder, bastardo.
Por que você está me batendo?
-Olhe esse idiota. -Bastardo? Bastardo?
O que está fazendo?
Seu merda. De quem é o cão que quer vender?
-Pare já. -O que está fazendo? Seu bosta.
Saia! Fora daqui!
Você quebrou o telefone, seu estúpido de merda.
-Vou quebrar e cagar em você. -Ei, não fale assim, idiota.
Vá se ferrar, idiota!
O que está fazendo?
Pegue isso e venda também!
Pare de se despir, o que está fazendo? Ei!
-Pare, você é uma vergonha! -Venda isso também! Anda, pegue!
O que está fazendo?
Que vergonha! O que está fazendo? Está louco?
Venda isso também.
Desça daí ou eu te pego!
-Você perdeu o juízo? -Vá se ferrar!
-Aslan. Aslan. -Que se dane!
Aslan. Olha aqui. Você está me envergonhando.
Desça, todos estão olhando.
-Que pena! -Pare com isso.
-Desça. -Agora você está ferrado.
-Vá embora, seu maldito! -Bastardo.
-Escutou o que eu disse? -Maldito menino.
-Desça. -Seu merda.
Vá para dentro.
É o seu maldito cão? Não encontrou o cachorro?
De quem é o cachorro? De quem é o cachorro?
É seu!
-De quem é o cão? Vai se ferrar. -O que vai dizer?
Vá se ferrar! Sai daqui.
-Você vai ver, porra. -Olha só ele. Se eu for até aí...
-Desça. -Seu idiota.
-De que está falando? -Desça.
-Aslan, desça. -Eu não vou.
-Pare de gritar. -Rápido, leve-o para dentro. Agora!
Ele perdeu o juízo. Juro, ele perdeu o juízo.
Vá, agora!
Aslan, Aslan, olhe para mim. Todos estão olhando.
Que olhem. O que me importa?
Desça. É uma vergonha.
Vocês o venderam com o chefe da aldeia. Ele que se foda também.
Se têm coragem, que venham as pessoas de Sivas.
Venda isso também. Pegue!
Vá se foder, seu maldito garoto!
Vá se ferrar, bastardo.
Seu cão, seu cão ganancioso!
Eu também sinto sua falta, Tenho sua foto em minhas mãos
Eu gostaria de correr para você Mas não tenho força
Em uma linha reta
Eu também sinto sua falta, Tenho sua foto em minhas mãos
Eu gostaria de correr para você Mas não tenho força.
Em uma linha reta.
Hoje é o dia 23 de abril.
Que possamos celebrar em todas as cidades e todas as vilas.
-Eu tenho fé em Sahin. -Ele não pode fazer isso!
-Não com os olhos fechados. -Veja só.
-Não mesmo! -E se você não puder?
Ele não pode! Quanto tempo ele vai demorar?
Ismail, não pode de olhos fechados?
Ele não pode.
Sahin, posso vendá-lo com um lenço.
-Faço de olhos fechados. -Faça, então.
Como? Você não pode fazer nem de olhos abertos!
Cale a boca, tio.
Verifique se tem balas. Não queremos acidentes.
Pode haver uma bala desonesta lá dentro.
Cuidado.
Sahin, ignore-os.
Qualquer pessoa que tenha coragem faz isso.
Saia!
Farei aqui.
Faça em 15 segundos. Simplesmente faça.
Ele não pode com os olhos fechados.
Espere.
Vamos lá.
-Vá lá. Faça. -Comece.
-Ele não consegue nem de olhos abertos. -Cale a boca!
Você não faria de olhos fechados?
Deixe-o tentar novamente.
São 65 segundos.
Até parece! Vai demorar uma hora!
O que aconteceu? O que aconteceu?
-Esqueça de ser meu homem! -Você é inútil como seu cão!
Sahin!
O que fazemos com o cão? A perna direita está ferida.
Que ferida? Ele está bem.
Eu desinfetei a ferida e enfaixei sua perna.
-Que ferida? Não há nada. -Você não viu?
-Não, não há. -Abaixo da coxa direita.
-Há uma grande ferida. -Vamos lá, não há ferida.
Um gato pensou que sua vagina era uma ferida!
Só estou dizendo. Não me culpa mais tarde. Certo?
Vamos lá, Yasin. Temos que colocar o cão no carro.
-Está bem. -Eu vou fazer isso!
Você?! Um cão desse tamanho?
Vamos lá pegá-lo. Há trabalho a ser feito.
-Você está indo? -Sim.
-Certo, pessoal. -Vamos também continuar?
-Chegou a hora. -Vamos lá.
-Como vai, Cemal? -Bem, obrigado.
-E aí, tio? -Tudo bem.
Seu professor passou por aqui hoje. Você está me ouvindo?
Aslan, venha nos dar uma mão. Pelo amor de Deus!
Você está só aí sentado.
Vá se ferrar! O que sou eu, um escravo?
Então somos escravos?
Sim, somos escravos de merda.
Vamos contar. 1... 2... 3...
Nós somos os sete anões Um gigante com 14 braços
Mais alto!
Nós somos os sete anões Um gigante com 14 braços
Quem se atreveria a nos desafiar? Quem se atreveria?
Certo. Vamos lá, pessoal.
Merda!
Nunca acreditei quando diziam que um cão luta por seu dono.
Mas eu vi com os meus próprios olhos com esse cão.
Eu juro que o cão luta pelo Aslan.
-Ele é um campeão. -Ele parece tão pronto para lutar!
Sabe o quê? Ele vai ser um maldito campeão turco amanhã!
Com certeza. Ele vai mutilar o outro cão.
Quebra tudo, rapaz! Você sabia disso, Aslan? Mostre-me como se faz.
-Vamos, rapaz! -Quebra tudo!
-Balance! -Vamos, Sivas!
Agite-se! Agite-se!
Quebra tudo!
Ele não disse isso em Kemerseki. Sivas passou por um momento difícil.
Mas ele dirá desta vez. Certo, Aslan?
-Claro que sim. -Se não, estamos ferrados.
Estou dizendo, ele tem que dar à Sivas tudo o que tem.
Se ele apoiar Sivas, estamos bem.
-Certo, chefe? -Nenhuma luta é fácil.
O que é isso?
-A polícia. -Um controle rodoviário da polícia.
Tudo bem, chefe?
Claro. Pensei que algo estava acontecendo.
É um controle policial.
-Boa noite. -Boa noite, oficial.
CNH e licença.
Sua identificação!
-Sou o chefe da aldeia de Küçüknefes. -Aqui está.
-Devo dar o meu também? -Sim.
São seus amigos?
Você, saia!
Vamos para Ancara, ver parentes em Karacaahmet.
Um lobo atacou seu gado. Tenho um bom cão pastor aí atrás.
-Vou levá-lo lá. -O que são essas cicatrizes no cão?
É um cão pastor, oficial. Não um cãozinho de colo.
Não vai a uma briga?
Sou chefe de aldeia. Não faço brigas de cães.
-Saia! -O que está acontecendo, chefe?
-Vocês, fora! -Saiam.
-Encostem no carro! -Não somos criminosos, oficial.
Mãos em cima do carro.
-O que foi? -Não entre em pânico.
Deixe-me ligar para o governador de Yerköy.
O que é isso?
-Revistem-no. -Faça seu trabalho, certo?
-Está bem, mas... -Eu faço as perguntas aqui.
Somos uma família na estrada. Poderíamos ter cães, animais, etc.
Você nos para, pergunta de onde viemos e onde vamos.
Onde acha que vamos com essa placa?
Você pode ser o chefe da aldeia, mas está sem documentos.
Que tal: "façam uma boa viagem"?
Em vez de: "saiam, façam isso e aquilo"?
-Te fiz uma pergunta direta. -De Yerköy a Ankara.
Faça o que for preciso, oficial. Estamos atrasados. Nos esperam.
-Volte para o carro. -Podemos?
Você também, de volta ao carro.
-Chefe, o que dizer de Sahin? -Entre, ele virá.
Adeus.
Vamos lá, vamos só dirigir.
Imbecis!
Qual é o problema? Vou a uma maldita luta de cães!
E esse é um cão de luta aí atrás!
O que é isso para você?
Qual é o problema? Qual é o problema? Vá se ferrar!
Ele é um maldito campeão. E ele vai lutar amanhã.
"De onde você veio, aonde você vai?"
Vamos para o inferno! A uma luta de cães. E daí?
-Ele vai ganhar. -Vamos ganhar!
Ele vai ganhar! Ele vai ganhar!
O que dizemos então? Mexa-se, rapaz!
Mexa-se! Mexa-se!
Mexa-se! Mexa-se!
Mexa-se!
Mas que porra é essa multidão?
O que esse cara está fazendo?
O que está havendo?
Cães bonitos.
Vamos nos aquecer.
Isso é bom.
Sivas! Aqui, rapaz.
Uau, olhe para ele!
-Grande cão. -Sim.
Você também chegou cedo, não?
-Você esteve em Kayseri? -Sim.
-Acho que você não tinha barba. -Não, é mesmo.
-Eu me lembro de você. -Espere. Agora eu o reconheço.
Como vai?
-Quanto quer por ele? -O quê, o carro?
-Está falando sério? -Não o carro, o cão.
-Eu disse algo engraçado? -Não, só parece engraçado.
-Como você chegou aqui? -Aquele carro branco ali é nosso.
Certo, nos dê isso então.
O que posso dizer? O cão não está à venda.
-Não está à venda? -Não.
Se insiste, nos dê seu carro, como eu disse.
-Então, diga um preço. -Eu disse, o carro.
-Vamos, deixe de brincadeiras. -Eu te disse, o carro.
Olhe, você veio aqui, nos cumprimentamos.
Em breve nos encontraremos no ringue. O cão não está à venda. Está bem?
Certo, vamos fazer assim.
Qual é seu nome?
-Sahin. -Sahin, dê-me seu número.
-0547... -Sim.
-543... -Você não sabe seu próprio número?
-Não, eu sei. -Pegue meu número.
-Não, espera. Eu sei. -Continue, 0547...?
-0547 543 57 66. -66.
-Sahin... -Sahin.
-Pegue o meu também. -Certo, claro.
-Anote como Sivas Sahin. -Está bem. Vou me lembrar.
Certo, qual é o seu número?
-506 806... -Espere. O que foi isso?
506 806 34 15.
806 34 15.
Fique quieto.
Vai vender o cachorro de quem?
Relaxe, Aslan. Eu estou só brincando para fazer o cachorro valer mais.
Chama-se política, garoto.
Nós não vamos vendê-lo! Ele não está à venda.
Seu valor acabou de subir, garoto. Seus filhotes valem 2000 liras agora.
Acha que o venderíamos sem o seu consentimento?
O cachorro é seu, certo?
Qual deles? O branco?
Aqui está ele.
Segure-o bem.
Se um cão morde, eu os separo, e ele perde a luta.
Se ele mostrar seus dentes, ele ainda perde.
Qualquer ferimento e eu os separo. O mesmo vale se houver muito sangue.
Estão ouvindo, pessoal?
Se um dos cães estiver com dores e fizer barulho.
Ou se ele gritar muito, a luta acabou.
Quando eu digo para separá-los, vocês os separam.
Se um dos cães correr ou se afastar, ele perde.
Então, se o cachorro está aqui, ele virá por aqui.
Se ele virar, perde.
Mas e se ele não virar? E se ele estiver desta maneira?
Veja. Se ele não revidar, ele perde a luta.
O cão deve revidar.
Se ele se safar, então você está certo. Está bem?
Esfregue em seu pescoço.
Em suas pernas.
Tragam seus cães para cá.
Que ganhe o melhor cão, pessoal! Logo veremos quem é.
Traga-o para cá.
Vamos, garoto!
Vá em frente!
Vamos Sivas!
Vamos, garoto! Vá lá!
Vamos, garoto! Vá lá!
Abaixo dele, rapaz!
Vamos, garoto! Vá lá!
Venha campeão! Mexa-se!
Vamos, Sivas! Levante-se!
Vamos, Sivas! Abaixo dele!
Pegue suas pernas
É isso aí! É isso aí!
Acabou! Acabou!
A luta acabou! Leve-o embora!
Boa, rapaz! Bravo!
Viram? Aqui está o campeão turco!
Boa, rapaz!
Viram do que o Sivas é feito?
Ele ganhou! Ele destruiu aquele cachorro.
O cão não conseguia se levantar.
Boa luta, rapaz!
O outro cão quebrou a perna!
-Que se foda a perna dele! -Mas ele a quebrou!
O que isso importa? Pare.
Tem água ali? Meu campeão Sivas
Meu tesouro! Minha vida! Meu Leão!
Vou comer suas bolas.
Há um spray de lavanda. Dê uma esguichada.
Já chega!
Cheira mal.
-Sahin, o que foi aquela gritaria? -Já chega de spray.
Sahin? De que se tratava a gritaria? O que foi?
Sim?
Era Sahin, não a mulher.
Então a mulher estava o fazendo gritar.
Não é como foder um burro, não é?
Aslan, o que foi? Você ficou quieto. Você está ouvindo?
Está cansado. Deve estar dormindo.
-Não vou deixá-lo lutar novamente. -O quê?
Por quê?
Porque sim.
Por quê, Aslan? O que significa "porque sim"?
Ele é um cão. É o trabalho dele, Aslan.
O que ele é? Um cãozinho de colo? Um terrier?
Que ele se sentado perseguindo galinhas o dia todo?
Acabamos de nos tornar campeões.
Certo, o cão é seu, a decisão é sua.
Mas ele é um cão de luta, garoto.
Todos devem conhecer seu lugar. Um cão deve saber que é um maldito cão.
Não há como contornar isso.
As coisas não são como você pensa, Aslan.
Se você lhe dá carne, ele tem que merecê-lo.
Se ele vai lutar, ele deve lutar.
Seu cachorro é um campeão, garoto. Não se pode amarrar um campeão.
Ou você nasce como um cão ou você nasce como Aslan.
Entendeu?
O cachorro deve lutar.
Aslan, você está ouvindo?
Escolha um número, Aslan. Vou tocar uma canção. Diga um número.
-Quatro. -Quatro?
Certo, vou tocar. Vamos ouvir música.
Vá em frente, chefe.
Eu não sabia seu valor ou seu poder
A culpa é minha, o pecado é meu, o crime é meu
Eu bebi o veneno da tristeza por conta própria
A culpa é minha, o pecado é meu, o crime é meu
Eu sei que sou culpado
Você teria vindo se eu tivesse chamado
Eu me fiz doente de amor por nada
A culpa é minha, o pecado é meu, o crime é meu
Eu não tenho nada contra você
Você está certa, amante Sua decisão é meu julgamento
Sou miserável, não há cura para meus infortúnios
A culpa é minha, o pecado é meu, o crime é meu
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