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A DUPLA EXPLOSIVA
Sai da�!
S� por cima do meu cad�ver!
At� a vista, Buddy!
Sai da frente.
Quer me ultrapassar? Isto vai te ensinar!
� voc� Ben?
Eu te mato!
Vamos, arranca. Vamos!
Vamos baby! Vamos.
Sai da minha frente!
Ah, � assim?
Numero tr�s bem atr�s de Kid.
Sai da minha frente.
A prova � ganha pelos n�meros um e tr�s!
Kid ainda est� com o cinto!
Ben sai do carro e sai correndo!
Kid sai pelo para-brisas.
Kid se recupera e est�o juntos!
Est�o empatados! Est�o empatados!
� uma beleza.
O Kid ainda est� l� dentro?
Sim.
O que houve?
Estou sendo cauteloso.
Est� sendo o qu�?
N�o quero que leve o buggy,
antes de decidirmos a quem pertence.
Estava pensando o mesmo que voc�.
Sim?
Sim.
Sonhei que tirou a chave da igni��o,
foi at� o cofre,
colocou-a l� dentro
e fechou de novo.
Certo?
Quer jogar cartas?
Esta � boa. Quem ganhar fica com o buggy.
N�o est� duvidando de mim.
Acha que estou brincando?
�, voc� � muito honesto.
Luto bra�o de ferro contigo para ganhar ele.
- Tem medo da minha for�a? - Pode crer.
N�o precisam de se zangar.
� muito f�cil.
Eu guardo as chaves do buggy.
Quando quiser roub�-las, v�m falar comigo.
Parece justo.
- Mas quem quer ficar por aqui? - E quem te quer por aqui?
N�o lutem! Tenho uma id�ia maravilhosa.
Era maravilhosa, mas n�o me lembro.
Posso tentar?
Afastem-se, o grandalh�o precisa de espa�o.
Que tal um concurso de cerveja e salsichas?
Como � isso?
Bebe uma cerveja, come uma salsicha.
Bebe uma cerveja, come uma salsicha...
O primeiro a desistir paga a conta e perde o buggy.
De acordo. Onde?
Ali. Parece um lugar sossegado.
- Quem � a garota? - Como � que vou saber?
Vive do lado do parque e n�o sabe?
Se fizer marmelada, eu ganho...
Um gelado de baunilha, com muito chantilly!
Bom para indigest�o. Experimenta.
Para aquilo.
Afastem-se! Eu disse afastem-se!
O parque est� fechado... Eu disse fechado!
Quem se mexer leva um tiro!
Sabia que iam destruir aquilo?
N�o. S�o os charutos que me chateiam.
Um lugar sossegado, hein?
Nos fins de semana, �.
Est� ficando para tr�s.
Que tal, podemos ir embora?
Est� bem.
Mas ganho eu.
Saiam ou eu arrebento ele.
N�o. N�o, eu saio.
Ent�o desiste?
Conhece a hist�ria da tartaruga que apostou com a lebre?
Vamos continuar noutro lugar.
- Sabe o que � uma tartaruga? - � um r�ptil.
Mas voc� � mais parecido com um sapo-boi.
Posso pagar a conta mais tarde.
N�o quero danificar o estabelecimento.
Afinal, a comida n�o � assim t�o m�.
Mas o servi�o � um pouco fraco.
- Onde quer ir? - Voc� � que � o motorista.
� cervejaria Colombia?
N�o. As canecas s�o muito pequenas.
- E o bar Santiago? - A cerveja � muito quente.
Ent�o onde?
Los Caracolles. � um lugar simp�tico.
Tirou as palavras da minha boca.
Sai ou eu te arrebento!
Como?
Eu disse, saiam!
Porqu�?
Se n�o sa�rem, eu arrebento o carro.
Porqu� arrebentar o carro?
Porque eu quero!
Que disse ele?
Porque ele quer.
Parece uma resposta razo�vel?
- Desculpa pelo seu carro. - Desculpa pelo seu carro!
Se digo para fazer bem o servi�o, � para ser bem feito.
Certo, Chefe!
Sem falhas, certo?
- Certo? - Certo, Chefe!
Agora desapare�am!
Ent�o Doutor, aprova?
Isto � uma perda de tempo.
J� lhe disse...
que a maldade � uma virtude
mas, deve ser usada convenientemente.
Sabe muito bem que sou mau exemplo, Doutor.
Muito mau!
T�o mau...
que at� me arrepio.
Tem muito que aprender.
Tem medo de ser verdadeiramente mau.
Gra�as a voc� tenho sido bem safadinho.
Desculpe, senhor. Perd�o.
Na pr�xima veja onde p�e os p�s, imbecil!
Estas travessuras lhe d�o ilus�es de poder.
Tem de ser verdadeiramente mau,
se quer a verdadeira ilus�o de poder.
Diz para ele que foi um acidente.
Repara na lei da selva.
Quando deu uma rasteira no criado, como � o patr�o,
fica tudo bem.
Mas se for eu, como n�o sou o patr�o, ele me manda � merda.
� bom mesmo.
Afinal de contas, o rei aqui sou eu.
O rei? O rei de qu�, do galinheiro?
Rei de meia d�zia de botequinhos?
Ninharia!
Com a minha orienta��o profissional,
ao mais rec�ndito do seu esp�rito...
pode de fato vencer.
Sabe porque eu os mandei destru�rem a cervejaria?
� obvio. Para assustar os burros...
e eles pagarem, para serem protegidos.
Agora... escute o meu plano.
Deve assustar as pessoas,
para que abandonem o parque.
E no seu lugar.
Construo um bloco de apartamentos.
Um bloco de apartamentos, n�o!
Um arranha-c�us!
O maior do mundo!
Excelente... e ser� todo meu!
Seu, e meu tamb�m.
- Seu tamb�m? - Eu fico com a cobertura.
Calma, no que est� pensando?
Est� se tornando bem caro, hein Dr.?
Dificilmente!
Sabe o que mere�o.
Com a minha psicologia, v�o lamber suas botas.
Rei do Castelo... e podre de rico.
E eu 10% podre de rico.
N�o entendo, nunca me tinha acontecido.
Foi o destino.
Se tem uma coisa que n�o suporto � um valent�o.
Um valent�o! E tamb�m um p� no saco!
Os caras que destru�ram o seu buggy eram valent�es.
Nem me diga...
- Sabe que mais?! - N�o, nem me interessa.
Quer saber? Eu te digo.
J� que o buggy se acabou, por que n�o pega no caminh�o,
e desaparece daqui?
Est� bem, eu vou.
Vou falar com os valent�es,
e pedir um buggy novo em folha.
Um buggy novo em folha!
Eu vou.
- O que est� esperando? - Voc�.
N�o est� ensaiando, o coro n�o te quer.
Parece um sapo-boi.
Porque n�o vem?
D� muito trabalho trabalho.
Trabalho Trabalho
Se eu conseguir o buggy de volta � meu.
N�o vai ter sorte nenhuma.
Ent�o � meu?
- Tenho de ensaiar. - Ent�o � todo meu.
- Mas nem sabe quem o destruiu. - Sei, sei.
Um cara mau.
Muito... muito mau.
- Me d� o prazer? - O prazer � todo seu.
Chefe!
Aqueles dois esta manh� tentaram entrar, mas...
eu os atirei na rua.
Calma, voltamos a tempo da pr�xima dan�a.
- Livre-se deles! - Calma.
N�o se incomode. Estamos de sa�da,
depois de lhe darmos uma palavra.
- Queremos tr�s palavras consigo. - Quatro.
- Quatro porqu�? - Queremos o nosso buggy
Quatro palavras: Queremos o nosso buggy!
Buggy? Que buggy?
O Carro que destru�ram?
N�o deviam ter feito isso, Sr...
Nos gost�vamos muito dele.
Sabem com quem est�o falando?
Ele tem boas inten��es, s� que � al�rgico...
Diz para ele.
Acho que n�o sabem quem eu sou.
Voc� � o cara que acabou com o nosso buggy.
Vai me comprar um novo.
Claro, patr�o! Oh, desculpe!
Aqui tem o nosso nome e morada.
Queremos ele do jeito que era.
Um buggy novo em folha.
Poderia ter a gentileza de me entregar em casa.
Tem at� amanh� � tarde.
Sen�o?
Ficamos furiosos.
A prop�sito n�o se esque�a... N�o queremos um buggy qualquer
tem de ser vermelho com capota amarela.
Voc� est� pensando em satisfazer os caprichos deles?
N�o! N�o! N�o!
Voc� est� com sua psicologia toda embaralhada.
Preste aten��o � sabedoria deste professor Freud!
Estes dois, s�o umas criancinhas...
s�o homens precoces que acham que voc� � o pai deles.
Voc� � o pai e eles querem o brinquedo de volta.
Querem o buggyzinho...
E o paizinho vai dar o buggyzinho pra eles?
N�o! N�o! N�o!
Tem de ser um pai severo.
D� uma boa palmada, uma boa surra neles!
E ter� dois filhos bem comportados e obedientes.
Attila, cuide deles!
Tinha de lhe acenar?
Estava s� sendo bem educado.
Estava bem sujo, n�o estava?
N�o tenho tempo para o lavar.
Acho que n�o entenderam que queremos o buggy.
Ent�o temos de ser mais expl�citos.
Parece que desta vez ele entendeu.
Disse que desta vez ele entendeu.
- Que acha? - Duvido.
- Querem uma bebida? - Sim, claro.
O seu troco.
Experimente a sua for�a.
- N�o ganho nada. - N�o o fez dar a volta.
Escolha o seu pr�mio senhor.
Muito m�sculo, n�o vai ser f�cil ultrapass�-lo.
O cara tem m�sculo, � isso.
Experimente a sua for�a!
Um pr�mio por cada volta.
- Quer tentar, senhor? - Sim.
Seis! N�o tenho mais pr�mios!
- Eu digo que ele entendeu. - E eu digo que n�o.
Entendeu sim. Quando digo que sim, � sim.
Ent�o porque o seguimos?
N�o estou seguindo ele, estou te seguindo, seu burro!
A prop�sito, porque � que te sigo?
Duas chances...
Entendi.
Voc� primeiro. Entra.
O que est� rolando?
Venham, isto est� �timo.
Pois �, est� �timo. O que te preocupa?
Tudo.
- N�o foi de prop�sito. - Eu fiz de prop�sito.
Eu tamb�m!
N�o fa�a isso!
Disse para n�o fazer isso!
Levante os punhos!
Levante os punhos!
Ainda n�o.
Agora n�o.
Sabia desde o in�cio que isto era combinado?
Aqui vamos n�s!
Traz o buggy amanh� ao meio-dia.
Espera, ainda n�o acabamos.
N�o � um buggy qualquer.
Tem de ser vermelho com a capota amarela.
O calhambeque que voc� quer tem de ser vermelho?
- Com a capota amarela? - Isso mesmo.
Levei a noite toda montando ele.
� um bocadinho antiquado, mas...
n�o foi caro.
� melhor ficar com este
em vez de brincar com aqueles caras.
Sei do que estou falando.
No meu tempo...
fui um grande gangster.
Menos Jeremiah...
Bem... eu era o segundo em comando, logo depois do patr�o.
Menos...
Fui cozinheiro no seu restaurante favorito.
Assim est� melhor.
- Como soube? - Me contou milhares de vezes.
O menino de ouro levantou cedo.
Quer um gole de ch�, velhote?
Sim. E p�o de alho.
N�o... Assim.
- Onde vai? - Para ali.
Depois de um dia violento o corpo precisa de descanso.
N�o esque�a que esperamos companhia ao meio-dia.
Porque tem de partir?
V�o construir aqui um arranha-c�us.
Quer dizer que vai embora quando eu fico?
Mais ou menos isso.
E pensar que sair comigo
era coisa que n�o acontecia todos os dias.
Tenho pena de ir embora porque nasci aqui.
Sabe l� onde vou acabar.
L� no topo.
Girando e girando. Onde, dum jeito ou de outro, for a nossa vida.
Esperemos que n�o nos vejam.
N�o faz mal se dermos uma espreitadela.
N�o fa�a isso.
O parque deveria estar fechado.
Sen�o... eles amea�aram mand�-lo ir pelos ares.
N�o se anda na roda gigante sem m�sica, n�o �?
Chegaremos l� em dois minutos, patr�o.
Excelente... Lembre-se de...
Ao meio-dia em ponto... Entendeu?
Doutor, teve uma super id�ia.
Com este r�dio
podemos acompanhar a festa por controle remoto.
E ao meio-dia em ponto vamos a todo o vapor.
Tecnologia, efici�ncia, organiza��o!
N�o pode manda na sociedade se ficar dando uma de bonzinho.
Eu me fa�o de bonzinho?
Escute o rugido do s�culo XX.
A� est�o eles. Eu te disse que viriam atr�s de n�s.
N�o eles v�m atr�s de mim.
Mas n�o se preocupe.
Nos vemos mais tarde. Dez minutos.
� meio-dia.
Vimos entregar o buggy vermelho com capota amarela.
Onde est�?
Bem na frente dos seus olhos.
Bonito, n�o �?
� uma beleza!
Est� se sentindo bem?
Trouxeram o nosso buggy.
- � uma beleza. Obrigadinho. - Obrigadinho.
Bonito, n�o �?
Vermelho brilhante com capota amarela.
- Como eu queria. - Tal como pediram.
O patr�o disse: "Deem a eles o que quiserem."
E aqui est�.
O patr�o � assim. Voc�s pedem e recebem, certo?
Certo, cert�ssimo.
Eles que o experimentem.
Vamos! Levem-no para dar uma volta.
Que foi?
Escuta, o que voc� acha de...
N�o sei, n�o � t�o ruim.
Mas eu que esperava...
que fosse mais... sabe?
Eu tamb�m...
Qual � o problema?
N�o reconhece uma coisa boa quando v�?
A� � que est�.
N�o vejo nada!
N�o pode fazer isso.
O que houve?
Me deixem, v�o atr�s dele.
- Para onde foi ele? - Para ali.
Ele levou a minha moto!
Patr�o, o inevit�vel aconteceu.
Quebrou o bra�o dele? As costas? A cabe�a?
Fala, homem.
O que est� acontecendo?
Vou dar um passeio no campo com os seus rapazes.
Estamos indo bem, patr�o!
Com um bando destes, n�o tem como. S�o todos vencedores.
Desculpa l�.
N�o pode perder esta, chefe, ao vivo pelo seu rep�rter.
Eu me desvio, ele n�o v� a �rvore e... bate com a cabe�a.
O que est� fazendo cara?
Ele dan�a, eu desvio...
Miss�o cumprida.
Ele quebrou a cabe�a, rapaz?
Foi um baita acidente!
E voc� esta se divertindo.
Se arrebentou contra a �rvore.
Acontece que quem perdeu foi um dos nossos.
N�o interessa quem ganha, mas como se joga.
Para com isso, est� assustando as vacas!
O que houve?
Mantenha-se sintonizado, est� tudo correndo bem.
O que � isto?
Acho que um dos seus rapazes foi para a marinha.
Traidor ordin�rio, espero que se afogue.
J� lhe tinha dito...
que o seu sadismo � uma perda de tempo.
Continuem, o que est�o esperando?
Calma, General. Estamos fazendo o melhor que podemos.
Vamos ao grandalh�o.
Nas costas n�o.
Quem foi vencido?
O espet�culo acabou, patr�o.
O espet�culo acabou? N�o podem...
Todo o meu esquema, foi por �gua abaixo...
Fico com 10% de nada.
Se acha um mach�o, mas n�o passa de um franguinho.
Onde est�o os outros.. Peguem eles!
Que outros? Foram derrotados rapidinho!
Eu sabia. Dev�amos ter mandado 50, 100, 150.
N�o ganharia, nem com um ex�rcito.
Mas a pr�xima eu vencerei. E transmito pela televis�o...
a cores.
Ali... est� vendo ele.
Paganini...
O melhor exterminador de pessoas no mercado.
� infal�vel.
Um tiro e esta morto, para sempre.
O que se chama um virtuoso. N�o deixa marcas.
O membro mais instrumental do submundo de Chicago.
Por nenhum motivo se separa do seu instrumento.
Uma metralhadora Remington.
� um cara muito astuto, manhoso...
e espertalh�o tamb�m.
Nada o amedronta.
N�o tem nervos, nem cora��o, nem pena. Nada.
Paganini � a minha receita para voc�.
Dois disparos da sua metralhadora m�gica e...
N�o temos mais problemas.
N�o � l� muito barato, mas...
O que vamos fazer?
Pod�amos ter comprado uma carreta para eles!
Cheia desses malditos, desgra�ados, essas merdas desses buggys.
Est� fazendo uma jogada psicol�gica.
D� a eles o buggy...
e eles pedem-lhe um avi�o jumbo.
D� o jumbo e eles v�o querer o nosso arranha-c�us.
Como um carrasco.
- Que � aquilo? Voltaram. - Quem?
Os caras das motocicletas.
O que foi, est� com medo?
Com medo n�?
N�o gosto de andar naquelas porcarias.
Eles n�o devolveram O nosso buggy.
E depois?
E depois, s� estou lhe avisando que estou furioso.
Eu n�o estou.
E se n�o gosta, pode ir embora.
Tem um homem de preto, num carro preto, parado ali � frente.
Eu o descreveria como um assassino.
Consideraria essa possibilidade.
Quando o tiroteio come�ar, acaba a festa.
Ent�o, deixe-o em paz.
E ele vai nos deixar em paz?
N�o conte com isso.
At� logo.
- Vai peg�-lo de surpresa? - Vou embora, e bem rapidinho!
Basta.
Vamos recome�ar do...
N�4, vozes masculinas.
N�o devia ter pego ele de surpresa.
Achei que tinha cuidado dele.
Toma aten��o.
Quando poderes, olha para ali.
N�o diria que j� o tinha visto?
Como entrou ele aqui?
Ele me seguiu. Eu n�o queria morrer sozinho.
N�o � poss�vel!
Volte para o seu lugar! Imediatamente!
Te peguei!
Ao seu g�nio e � minha maldade.
Gosto sempre dos teus planos. Especialmente quando d�o certo.
J� ouviu uma coisa assim?
N�o olhe para ele. Ignore-o.
N�o est� esperando que o ponha na rua sem mais nem menos.
- J� chega. - N�o lhe d�s gorjeta.
O que foi? O que est� acontecendo, doutor?
- Aquela m�sica! - � algum doido!
N�o quero m�sicos vagabundos no meu restaurante.
Jogue ele na rua.
- As m�os. - Que m�os?
As tuas.
- Onde? - Na mesa!
Ele o viu e voc� o olhou de volta. Quem � ele?
Voc� � que deve ser o chefe aqui. Conhece ele? Responda!
Conhe�o ele sim. � o Jeremiah.
Foi cozinheiro aqui. Especialista em pudins de ma��.
N�o, n�o. Tudo besteira, n�o.
A minha intui��o me diz que ele � o verdadeiro inimigo.
Este doceiro de pudins � o c�rebro.
Sem ele estes dois eram cordeiros,
eles s�o instrumentos nas suas m�os.
Temos que o derrubar, para os destruir!
Est� chateado com o qu�? O que fiz agora?
Gra�as a voc�, me expulsaram do coro.
E como se n�o fosse suficiente, quase me mataram!
- Quer que eu v� embora? - Pode crer.
Se quer o buggy, vai busca-lo sozinho.
Nos vemos por a�.
S� se for por acaso.
N�o, n�o me batam mais. Eu n�o sei de nada. Por favor.
Jeremiah! Sou eu, o Ben.
� voc�.
Eles me bateram porque acharam...
que sou o respons�vel por tudo...
Diga a eles. Por favor, Ben.
Eu n�o sou ningu�m. N�o quero nenhum buggy.
Que faz aqui?
Estava s� passando... Ouvi a m�sica
e disse para mim:
"Porque n�o se diverte um pouco?"
Que querem?
Abre isso.
Se n�o abrir, o que acontece?
V�o ficar zangados?
- J� estamos zangados. - J� estamos zangados.
Que pena. Estamos nos divertindo.
N�o posso deix�-los entrar.
� uma festa privada e vagabundos n�o foram convidados.
- Vai mesmo fazer isso? - Vou.
Ainda est� zangado?
- Estou. - Eu tamb�m.
O bra�o n�o! Preciso dele.
� para mim?
- Al�? Tem algu�m a�? - Aqui n�o tem ningu�m.
Que acha do servi�o?
- � melhor que andar. - Mas n�o se acostume.
Venham aqui fora.
Calma, n�o vai ser nada.
- Importam-se? - Esteja � vontade.
Sendo sensato por natureza
e com o cora��o sens�vel,
lhes damos... estes...
antes de...
- Partirmos. - Partirmos.
O parque est� aberto! Entrem todos.
- �timo, n�o? - Superior.
Mais... que extraordin�rio.
Quer jogar 21?
N�o.
Luto bra�o de ferro pra ganhar ele.
N�o.
E que tal um desafio de cervejas e salsichas?
Onde?
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