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Deixe comigo. E quanto ao petr�leo internacional?
Querido! Os neg�cios s�o mais importantes que eu?
Vamos comprar mil a��es de cobre e vender o a�o nacional.
J� basta. Desligue, querido.
Quero te morder!
Mam�e! Meu primeiro filme adulto!
Tenho certeza que peguei o avi�o certo para Nova York.
- Eis o seu martini, senhor. - Obrigado.
De nada.
O seu coquetel, senhora.
N�o fa�a isso!
Vaca.
Transilv�nia 1971.
Todos os passageiros do v�o 777...
embarque imediato no port�o 13.
As linhas a�reas Transilv�nia anunciam um atraso de 30 minutos...
do v�o 814 para Lowerslavovia.
Ei!
- Oi, querido! - Oi, como foi a viagem?
O carro est� esperando, Srta. Williams.
Todos os passageiros do v�o 777...
embarque imediato no port�o 13.
- Espero que goste da visita, senhora. - Obrigada.
- Tudo pronto. - Obrigada.
Obrigado, senhora.
Poderia me dar um aut�grafo, por favor?
Mas � claro.
O Evento dos Vampiros.
- Olarimonde, n�o! - Ol�, Josef.
O sol j� est� aparecendo.
- E o que tem o sol? - N�o pode bater no seu caix�o.
- Que caix�o? - N�o se aproxime mais, Olarimonde Oatani.
Mas Josef, o que est� dizendo?
N�o sou o Josef.
Oomo saberia o meu nome se n�o � Olarimonde Oatani.
- Eu vim do outro lado. - Do outro lado?
- Sim, dos Estados Unidos. - Estados Unidos?
No cinema sou conhecida como Betty Williams...
mas o meu nome verdadeiro � Elizabeth Von Robenstein.
A baronesa Elizabeth?
Mas que prazer.
A sobrinha e herdeira do nosso querido mestre que nos deixou h� 15 anos.
- Sim. - Mas como sabe o meu nome?
O tio escreveu sobre tudo. Oontou tudo sobre voc�, Josef.
- Que tal me mostrar o castelo? - Olaro, o castelo.
Receio que n�o sejamos muito civilizados aqui.
N�o temos eletricidade.
N�o importa. Devo partir logo.
Quer partir t�o cedo?
Sim, s� queria conhecer o castelo antes de vend�-lo.
Prepararei a su�te real para voc�, baronesa.
Josef...
por que ficou t�o assustado quando me viu?
Siga-me.
� por isso. � a Olarimonde Oatani.
Poderia ser eu.
Sim, o seu bisav� a trouxe da lt�lia...
onde era dan�arina napolitana.
Oasou com ela apesar das obje��es da fam�lia.
- Era uma bruxa. - Uma bruxa?
Sim, era sinistra, anormal. Ela devorava homens.
Oom garfo e faca?
N�o, n�o! Usava outras ferramentas.
O pintor deste retrato foi amante dela.
Quando ela se cansou dele, ele se jogou do campan�rio.
- Ela at� seduziu monges. - � isso a�, vov�.
Morreu como viveu.
Oerta manh� foi encontrada morta entre os len��is dessarumados.
- Nua. - Nua?
Oom duas marcas de dente no lado do pesco�o.
Dentes afiados.
Disseram que foi mordida por uma raposa.
Uma raposa raivosa, mas alguns dizem...
que foi um vampiro.
Est� sala � a c�mara de tortura.
Isso � um azorrague.
Este � a infame roda onde os inimigos da sua fam�lia...
at� que os membros e tend�es eram arrancados.
E agora, senhora...
esses s�o parafusos de orelha.
Muito eficientes para conseguir confiss�es.
N�o fa�a isso!
E aqui temos o instrumento principal...
as correntes penduradas.
� onde os criminosos eram pendurados de cabe�a para baixo...
por v�rios dias.
E agora, senhora...
j� que insistiu, a c�mara mortu�ria da fam�lia.
O seu prezado tio, baronesa.
Abra.
- Abra. - Mas, senhora...
- Eu nunca o conheci. - � um sacril�gio.
Por favor, me perdoe.
Que costume curioso enterrar os animais de estima��o com o dono.
Sempre ouvi dizer que era uma alma caprichosa.
E o tio-av� Wilhelm e a tia-av� Terese...
todos enfileirados.
Eis a Olarimonde.
Josef, me d� a chave da c�mara mortu�ria.
- Mas para qu�? - Quero visitar os meus parentes.
Josef, por favor, me d� a chave!
Oomo queira.
Mas jogaria esse caix�o na parte mais funda do lago se fosse voc�.
As chaves, Josef.
Deveria deixar os mortos descansarem.
Lembre-se do que lhe disse sobre a Olarimonde.
Sim. Eu me lembrarei.
Ao sinal ser� meia-noite.
Esta � a r�dio Transilv�nia. Um �ltimo boletim.
O banco de sangue local est� com o estoque baixo.
Que todos os doadores se apresentem na cl�nica do Dr. Franklin Stein.
Agora nossa m�sica continua com...
"Lua Oheia e Veias Vazias".
Venha conosco.
Venha � sua festa.
Venha conosco.
Venha � sua festa.
Sirva-se, senhora.
O que foi? N�o gosta de seios?
Desculpe, baronesa. N�o queria acord�-la.
Tudo bem, Josef.
Josef, � bom estar entre os vivos.
Que bela manh�.
O que � aquilo ali?
� o monast�rio de Oripmav.
Ent�o � onde a minha bisav� antrop�faga conseguia as suas refei��es.
Sabe, estou a fim de a��o.
Aquele novi�o � uma gra�a.
Josef, quero uma banheira. Pode construir uma para mim?
- Uma banheira? - Sim. Uma banheira.
- Mas... - Acho que vou ficar um tempo.
- Sim, mas eu... - Acho que vou gostar daqui.
Uma banheira? No castelo?
Tem certeza que n�o quer uma sauna tamb�m?
Sim. Que id�ia maravilhosa!
N�o.
N�o � nada.
Nada al�m de alucina��es do mal, Martin...
enviadas pelo senhor do inferno para corromper a sua inoc�ncia.
Santo Oelibato!
Santo Oelibto, me ajude.
Voc� � meu!
Santo Oelibato, me proteja desta criatura perigosa!
- O que disse? - Tem que me deixar em paz!
Por que devo deix�-lo em paz? Acho voc� uma gra�a.
- � mesmo? - Sim, � especial.
Est� escrito que se os seus olhos o ofendem...
- ent�o tire para fora! - Que linguajar!
- O que acha t�o ofensivo? - Tudo isso, eu creio.
Ningu�m jamais reclamou como voc�.
N�o � de verdade. Farei com que desapare�a.
� apenas uma vis�o enviada pelo senhor das trevas.
- O que estou agarrando? - O meu esquerdo ofensivo.
Sim, mas... Mas voc� � de verdade.
- � de carne e osso. - O seu toque est� me excitando.
Estou diante do pecado!
N�s dois sozinhos no bosque...
o que o abade dir�?
- Posso ser expulso do semin�rio. - Pode dizer que sou uma alucina��o.
Mas quero que me conhe�a de verdade, como carne e osso...
uma verdadeira Robenstein.
Sinto muito, baronesa. Oomo posso ajud�-la?
Ouide da minha alma como descobrir�.
Que prazeres posso lhe dar?
Eu lhe direi.
Eu o espero hoje � noite no castelo.
Sentaremos lado a lado nos antigos bancos da igreja.
Mas n�o posso sair do semin�rio a n�o ser escondido.
Prometo que n�o ir� se arrepender.
E traga uma rosa vermelha.
Bem, Senhor...
o Ad�o tamb�m comeu a ma��.
O que est� fazendo?
S� estou cavando. Ser� a sua nova banheira, est� bem?
- Sim. Que seja bem funda. - Sim, senhora.
Voc� � grande e forte.
- Sim, senhora. - � o faz-tudo da regi�o?
Presto servi�os para o Josef de vez em quando.
Talvez pe�a que fa�a algo estranho para mim.
Quando quiser, senhora.
N�o se esque�a. Tamb�m tem que fazer a sauna.
Minha nossa!
Gosto do tecido transparente.
- Oom licen�a, eu estava... - Sim, entre.
- A baronesa o espera. - Obrigado.
Estou aqui em cima.
Boa-noite, senhor.
Ol�. Ol�.
O meu tipo favorito.
Ol�, baronesa.
J� tem uma rosa.
Prometeu me mostrar a capela, baronesa.
- Prometi? - Sim.
Venha. Venha comigo.
Um lugar perfeito para o que tenho em mente.
S� um momento, Josef.
- Ele chegou? - Sim. Eu a vi saindo com ele.
Ora, Josef. Estou na sala de estar h� 20 minutos.
Mas h� apenas um momento voc� mesma...
Senhor, tenha piedade de n�s.
Enlouqueceu, Josef?
Oabelo negro. Tenha piedade.
Abriu as fechaduras do caix�o da Olarimonde?
Est� quente aqui, baronesa.
N�o me esqueci da rosa, baronesa.
N�o gostou da rosa?
Achei que f�ssemos sentar na capela, baronesa.
N�o ligue para a capela idiota.
Eu lhe mostrarei algo mais interessante.
Preciso de voc�, entende?
Sim, eu entendo.
S� que o Papa n�o entender�.
Se o caix�o estiver aberto, enfiarei uma estaca no cora��o dela.
- Isso � uma supersti��o boba. - Se tivesse morado aqui...
n�o acharia que vampiros s�o uma supersti��o.
- Um dia descobrir� a verdade... - Josef, estamos no s�culo 20.
Vampiros e enfiar estacas nos cora��es deles...
s�o contos antigos inventados para assustar crian�as.
Por aqui sabemos o melhor modo de lidar com vampiros, senhora.
Voc� abre a tampa e eu a acertarei.
Minha nossa! Vazio.
Isso signifique que est� ca�ando. Agora s� o que pode nos ajudar...
� uma cruz de prata e muito alho.
O alho nunca � demais. Vamos.
Josef, parece um cozinheiro italiano e n�o um mordomo.
H� uma explica��o para tudo isso.
Logo vai dizer que o Dr�culo vir�.
Garota tola.
Minha antiga paix�o logo estar� aqui.
Oomo vou dormir bem hoje � noite!
Oomo os mortos.
Malditos ca�adores amadores de vampiros!
Talvez veio aqui para baixo.
Veja!
Veja ali!
Morto.
Que explica��o ter� agora?
Temos que tir�-lo do castelo agora ou seremos acusados pelo assassinato dele.
Ou quer contar para a pol�cia a sua teoria que vampiros n�o existem?
Eu me recuso a acreditar em vampiros.
Ontem o irm�o Martin estava conosco.
O jovem irm�o Martin era uma alma pura...
cheia de entusiasmo...
lutando para alcan�ar a perfei��o, virtude, obedi�ncia e castidade.
E agora...
estamos prestando as nossas �ltimas homenagens.
Estamos muito comovidos...
e no nosso momento de dor...
as jovens mulheres do semin�rio se juntam � n�s.
Resistiu bravamente �s tenta��es do mundo.
A grande meretriz!
Apesar de todas as suas artimanhas sedutoras...
a alma dele enriqueceu por ter resistido aos impulsos mundanos...
e �s tenta��es da carne...
assim como o resto dos nossos fi�is irm�os e novi�os.
Assim como o resto dos nossos fi�is irm�os e novi�os.
Qu�o profundo � o significado...
das velas nas m�os inocentes dessas garotas virginais.
Qu�o significante! Sim.
A luz delas estremecem como o pulso de p�ssaros matinais.
Qu�o transparente!
Quero dizer, qu�o corajosas...
s�o as nossas saias, quero dizer...
Quero dizer, a nossa vida.
Qu�o estranho que a vida do nosso querido irm�o Martin...
foi extinguida pelos dentes de uma raposa raivosa.
E assim, querido falecido...
descanse em paz.
- Est� se molhando. - Obrigada.
- Sr. Larsen? - Sim?
- O senhor vem? - N�o tenho mais aulas hoje.
Se quiser, posso lhe dar uma carona.
Obrigado.
- A sua casa fica longe? - N�o. N�o vai demorar.
Espero n�o assust�-lo por dirigir r�pido.
N�o, eu n�o me assusto facilmente.
Dirige muito bem, baronesa. Deve ter muita experi�ncia.
Voc� tamb�m, se n�o me engano.
Fala de dirigir.
N�o � professor numa escola para garotas?
Entendo o que quer dizer. Acho que sim.
Posso lhe oferecer um ch� na minha casa?
E tamb�m posso secar o seu casaco.
Obrigado.
Aqui estamos.
� muito bonito.
Pendure o casaco perto do fogo. Vou me trocar.
Est� bem.
Oomo dizem em Hollywood, "Ooloque algo...
- mais confort�vel." - Oerto.
- Sinta-se em casa. - Obrigado.
- O Josef lhe trar� ch�. - Obrigado, baronesa.
� muita gentileza.
Aonde ela foi?
- Ol�. - Parece bem confort�vel.
Estou mesmo.
Sempre me sinto melhor sem todos os apetrechos femininos.
Josef, o que est� fazendo?
Desculpe.
Olhe, Josef. Ouidarei do Sr. Larsen. Deixe para l�. Deixe para l�.
Sinto muito.
- Tire a cal�a. - O qu�?
Oomo queira.
J� vi homens antes. N�o seja t�mido.
Os vampiros se levantam de seus t�mulos para...
chupar o sangue dos vivos.
Isso d� ao vampiro a for�a para caminhar na Terra novamente...
contudo, o dem�nio deve retornar ao t�mulo antes do nascer do sol."
"Um homem mordido se transforma num vampiro ap�s a sua morte.
Ele pode ser libertado da sua possess�o...
enfiando uma estaca de madeira pontiaguda no cora��o dele."
Quanta besteira!
E se eu for uma vampira?
Ent�o enfiaria a minha estaca em voc�, sua diabinha!
Obrigada, Josef. Por hoje � s� e tranque tudo.
N�o estamos para ningu�m.
N�o abra a porta para alma viva.
N�o, senhora. Para alma viva.
E agora, Olarimonde...
o que acha de nadar como lhe prometi?
Boa viagem, Olarimonde.
Adeus, querido. O vejo hoje � noite.
Adeus, querida.
- Adeus! - Adeus.
Venha!
� claro que dormiu com ela.
N�o viu como ela o devorou com os olhos?
Que truque sujo vir aqui seduzir o Sr. Larsen, sabe?
Gabrielle, Kirsten, parem de fofocar.
N�o percebem que t�m mais de 20 anos e ainda est�o nesta escola?
O que pretendem fazer se n�o passarem de ano novamente?
Voc�s j� foram deixadas para tr�s duas vezes.
Por outro lado voc� s� foi deixada para tr�s uma vez.
Mas no seu caso foi para sempre.
Oomo ousam?
Gabrielle, Kirsten, v�o para o quarto imediatamente!
Falarei com voc�s depois.
Era o que elas queriam.
Bem, garotas...
agora que estamos livres das desordeiras...
vamos continuar estudando biologia.
A s�lvia tem uma raiz a�rea como podem ver.
Ela tem cerca de 60 cent�metros...
e � o reservat�rio do flu�do...
em cada macho para cada f�mea em flor.
Voc� � o meu amante, rapaz.
A flor parece uma boca aberta...
e os l�bios no p�len formam uma barreira...
fazendo com que as abelhas e borboletas trabalhem pelo mel.
E nesta �poca do ano...
vemos os insetos...
Oontinuem lendo, garotas.
Sr. Larsen?
Sentimos a sua falta no jantar ontem � noite.
Sim, eu estava...
E tamb�m no caf� da manh� hoje. � p�ssimo para as alunas.
As garotas est�o fugindo do seu controle, Srta. Nielsen.
N�o me surpreende j� os professores s�o moralmente frouxos como o senhor.
Devo falar com o diretor sobre isso.
- � sua? - Sil�ncio, garotas!
Temos que sair daqui! Vamos! Vamos!
N�o deveria estar fazendo isso.
Deveriam mandar essa sapatona de volta � Holanda.
Deve ter se perdido e acabado na c�mara de tortura.
Sim.
Pode ter tido um choque e ter sofrido uma parada card�aca. S� isso.
E quanto �s mordidas, baronesa?
Nunca vi tantos ratos na minha vida como aqui.
E agora achar� a minha bisav� descansando no caix�o...
e n�o no fundo do lago.
Est� aqui exatamente como eu lhe disse, baronesa.
Que diabos aconteceu?
Procurei por toda parte.
Uma coisa daquelas n�o desaparece simplesmente.
- De que diabos est� falando? - Oomo assim, do qu�?
Estou falando da caixa com a sauna que encomendaram.
Deixei numa caixa no celeiro.
Josef...
voc� jogou a minha sauna no lago.
Na parte mais funda.
Estou enlouquecendo!
- Sim, Josef. � claro que est�. - Minha nossa.
A sua cama sempre foi muito desconfort�vel, Luigi.
V� embora! Maldita seja!
Volte para o seu caix�o! V�!
Se aquela vaca da Nielsen dificultar as coisas para mim na escola...
talvez tenha que procurar por uma nova posi��o.
- Estou feliz com a nossa. - Voc�!
Talvez eu precise de algu�m que me proteja.
Josef quer me convencer que h� vampiros aqui.
O Josef � louco.
Ou�a, Betty. O �nico vampiro sugador de sangue aqui � voc�.
Talvez.
Boa noite, amante. Durma bem.
- Boa noite. At� amanh�. - Esqueceu algo.
Santo Oripmav, Santo Oripmav...
livrai-me dos pecados.
Santo Oripmav! Pelo amor de Deus!
Oripmav...
� vampiro escrito de tr�s para frente!
Estou congelando!
O que preciso fazer para conseguir o meu jantar!
Billy, j� est� aqui de novo?
Bem, acho que uma mordida por noite � o suficiente.
� melhor deixar esta para o caf� da manh�.
N�o. N�o est� bom.
Preto � melhor para trabalhar.
Minha nossa, baronesa!
O qu�? O qu�?
Nesse hor�rio?
Na minha cela?
Vim me confessar.
Mas, mas... Agora n�o! Amanh�!
N�o, agora. � o seu dever, abade...
me ouvir no hor�rio que eu desejar.
Ent�o ou�a o que eu tenho a dizer.
A� est�.
O meu belo caix�o.
Sinto estar t�o atrasada, Josef.
Tudo bem, baronesa.
Boa noite.
Ou�a, Betty. � bom se divertir, eu concordo, mas...
realmente precisamos dormir.
Pensarei a respeito.
Ou�a, Betty. Tenho que estar alerta amanh� de manh�.
Boa noite, Josef. Desculpe chegar t�o tarde.
- Est� tudo bem. - Boa noite.
Afinal de contas, � o meu trabalho.
Vamos, Betty. Por favor, seja razo�vel.
Prepare uma bebida, John.
Eu j� volto.
Deixe-me ver. A�o n�o serve.
O que posso usar?
Vamos ver.
Essa semana tem sido bem especial.
Tantos chouri�os naqueles a�ougues!
Sangue de verdade, sem conservantes.
Agora uma m�sica memor�vel.
A� est� voc�.
Nunca repete a roupa.
� um belo colar.
- A rosa � de verdade? - � claro.
Adoro tudo em voc�.
Os seus olhos, os seus l�bios...
os seus dentes, tudo.
Nunca olhou para mim assim antes.
De modo quase que misterioso. Quase.
Oruel.
Deve ser a baronesa. Olarimonde j� estaria chupando.
Isso significa que a que est� na banheira � a vampira.
Talvez seja mesmo algum tipo de vampira.
Acha mesmo?
- Talvez eu queira mord�-lo todo. - V�! Morda!
Hoje n�o.
S� quero sexo normal agora.
- Voc� me enfeiti�ou, querida. - E voc� tamb�m.
Por cem anos.
O que quis dizer com cem anos?
Josef, voc� n�o tem vergonha? Na sua idade!
Bem, acho que sou diferente.
Assim n�o poder�... Quer dizer, o pesco�o.
N�o pode lutar contra os vampiros assim, Josef.
- Eu j� volto. - N�o vou sair daqui.
Aquele Josef � mesmo um figura.
Vamos falar sobre isso amanh�, est� bem?
- Espere um pouco, Betty. - N�o vai dormir agora.
Preciso de um tempo.
Lembre-se da pausa...
Ohega de papo.
S� mais um minuto.
Agora vou furar o seu cora��o negro, Olarimonde.
� claro!
N�o foi um mau dia, Luigi. N�o foi mau.
Algu�m, por favor!
Algu�m me ajude!
Socorro! Socorro!
Algu�m me ajude, por favor!
- Ol�! - Ol�!
- Quem est� a�? - Sou eu, o Josef.
O que est� fazendo a� embaixo?
Vai ficar ensopado.
N�o, n�o muito. Estou pendurado pelas pernas.
Ent�o mandarei o balde para voc�.
Ouidado a�.
Agora sim!
Meu Deus, Josef! Oomo foi parar a�?
Olarimonde Oatani me empurrou no po�o...
quando tentei mat�-la. Vou tentar de novo.
Voc� est� bem agora. Oontrole-se, sim?
Pode me levar direto ao manic�mio, senhor...
mas juro que � verdade...
e voc� estava com ela ontem � noite. Eu vi.
Josef, o que tem fumado?
A mulher que tinha uma rosa n�o era a baronesa.
Josef!
Por que n�o pergunta a ela? Ela se lembrar� de ontem � noite.
Faz tempo que ela n�o tem um amante.
Faz muito tempo. Diria que faz mais de dez anos.
Droga, homem! Acredite em mim!
Voc�... Espere um pouco!
A Betty estava diferente ontem � noite.
De repente quando ela... Ela...
- estava usando uma rosa. - N�o era a Betty.
Bem, voc� deveria saber a diferen�a. Isto �...
Me leve � c�mara mortu�ria agora mesmo!
Vamos, Josef.
Enfiar uma estaca no cora��o � o �nico modo de se livrar do vampiro.
Josef, Josef! Isso � impos�vel!
H� mais coisas no c�u e na terra, Hor�cio.
S� podem se mover depois do p�r do sol, certo?
Quando o sol os atinge eles se desintegram.
E quem for mordido tamb�m se transforma num vampiro.
Depois de enterrado, ressuscita para ca�ar.
Isso � pura supersti��o!
A regra � que s� se pode libertar um vampiro enfiando uma estaca no cora��o.
Depois n�o sobrar� nada al�m de um pouco de p� e cinzas.
Agora...
agora voc� tem que fazer.
- Mas ela est� respirando! - Finalmente viu!
Ataque, senhor. Ataque agora!
Agora!
N�o posso. Talvez outra pessoa.
Ela o enfeiti�ou tamb�m, senhor!
Assim como os outros, est� nas garras dela.
Est� bem, Josef. Tenho um plano, est� bem?
Estarei aqui quando o sol se p�r hoje.
Quando ela acordar, se ela acordar...
- falarei com ela. - Falar com ela?
Ela o matar� sem piedade!
Se � assim, por que n�o me matou ontem � noite?
N�o!
Farei do meu modo!
Eu me trancarei nesta sala para que ningu�m possa entrar ou sair...
e veremos o que acontece quando o sol se p�r.
Agora, Josef, diga � Betty que n�o poderei v�-la hoje � noite.
E s� isso. Nenhuma palavra sobre isso.
Voc� entendeu? Voc� entendeu?
� noite estaremos todos correndo perigo.
Que o Senhor nos ajude.
Ele me deu um bolo. A mim, Betty Williams.
Que aud�cia a dele!
E eu tinha uma surpresa para ele hoje � noite.
- Muito bem, eu irei sozinha. - Ir, senhora?
- Ir aonde? - � festa.
O convite chegou por mensageiro hoje de manh�.
"O conde e condessa de Oxenstein...
t�m grande prazer em convid�-la, querida baronesa Von Rabenstein...
para a recep��o anual no castelo Oxenstein.
P.S. Trajes adequados ser�o fornecidos."
Darei uma li��o naquele professor.
Enquanto me d� um bolo, estarei jantando com a aristocracia.
Mas tem certeza que � seguro ir sozinha, senhora?
N�o se preocupe. Sou uma garota crescida, Josef.
- Deixe-me preparar para o baile. - Sim, baronesa.
O que vou usar?
Seus humanos tolos, n�o s�o p�reo para n�s.
Sinto deix�-lo, mas fui convidada ao castelo Oxenstein.
� a nossa conven��o anual.
O que vou usar?
Ele me deu um bolo.
Parece o meu caix�o.
Talvez algu�m na festa d� valor ao que tenho a oferecer.
Senhor Larsen. Minha nossa!
Senhor Larsen? Acorde!
Senhor Larsen? N�o � hora de dormir!
Senhor Larsen!
Ela se foi.
Teremos uma vampira nua agora.
Se a Betty est� na recep��o no castelo Oxenstein...
- isso significa que Olarimonde... - Que a Betty corre perigo.
Grande perigo. Vamos, Josef!
- Que pena... - O qu�?
Que aqueles colarinhos altos n�o est�o mais na moda.
Tem alguma id�ia de onde fica o castelo Oxenstein?
- Sim, mas eu prefiro ir... - Vamos!
� perigoso.
Vamos, Martin! Tem que se comportar hoje � noite.
Venham, garotas. Vou vestir voc�s duas.
Martin?
As coisas podem ter mudado...
mas lembre-se que eu retenho a autoridade.
Bem-vindos.
- Oonde. - Oaro abade.
Agora que � um de n�s, deve nos visitar mais vezes.
Ohegou na hora para conhecer o convidado de honra.
Por favor. Boa noite.
Nada disso.
Mam�e!
Oom licen�a. Voc� tamb�m � um?
Josef, a Betty corre perigo. Vamos acelerar.
Ohegamos, chefe.
- Um buqu� sangrento, Dr�cula. - O beb� de Rosemary.
Os meus dentes definitivos, Dr�cula.
Morde bem para algu�m t�o jovem.
Senhoras e senhores...
posso apresentar o nosso convidado de honra...
o conde Dr�cula.
Queridos irm�os e irm�s...
eu agrade�o pela recep��o calorosa.
Quanto mais curto o meu discurso, mais comprida a celebra��o.
O nosso lema �, "Morte aos vivos!"
Hora de viver para os mortos.
Desejo a voc�s...
uma contagem de gl�bulos sang��neos maior.
E agora vamos come�ar as festividades...
de modo extremamente diligente.
Estamos honrados com a sua presen�a, conde Dr�cula.
Meu caro Oxenstein, por que � t�o formal?
Pode me chamar de Ohristofer. Ele n�o se importar�.
Minha querida gatinha!
Venham, queridas. N�o precisamos de homens.
Eu cuidarei de voc�s.
N�o estaria aqui se n�o fosse por mim.
Dr�cula. Oom licen�a, conde.
Nossa!
Oale a boca.
Acho que prefiro o caix�o.
Voc� est� bem?
N�o. Posso ter deslocado a minha coluna depois da curva.
N�o pode estar machucado.
� o carro dela! A Betty est� aqui.
Minha nossa! Queria estar inteiro na cama.
Vamos achar a Betty primeiro.
- Vamos, Josef. - Me meto em cada uma!
Venha! Pare de enrolar!
- Vamos. - Quero ir para casa.
- Venha! - Senhor Larsen, eu...
- Pare de enrolar. - Olhe, eu nunca...
Voc� n�o pode. Eu n�o vou.
Sabe que n�o � seguro.
Olarimonde!
Onde esteve a noite toda?
Quero voc� para mim, vampira encantadora!
- Est� b�bado, seu tolo! - Vampiros n�o falam assim.
Voc� se parece com a Olarimonde.
Isso � f�cil de resolver.
Uma s� mordida e eu saberei.
Seu idiota!
O que posso lhe oferecer, caro conde?
Sangue de boi ou talvez um Bloody Mary?
V� algo que queira? - O sangue do beb� de Rosemary.
Um grande.
A� voc� est�!
Estamos felizes por ter aceitado o nosso convite.
Est� linda como uma loira hoje � noite.
N�o a vi h� um minuto com cabelo negro?
N�o era eu.
Parece que voc�s querem ficar � s�s.
Querida, vamos?
Fico feliz de ter a oportunidade de ficar � s�s com voc�.
Talvez algumas coisas surjam.
- Preciso possu�-la. - N�o comece com esse papo.
Ent�o algo mais s�rio.
Ouvi dizer que anda se entregando ao sexo...
ao pior tipo de sexo.
Sexo humano. O que tem a dizer a respeito?
� muito melhor do que chupar sangue.
Acho que estou pronto, Sr. Larsen. A fantasia ficou boa.
- Isso pode ser �til. - Tenho certeza que sim.
Vamos encontrar a Betty.
- V� a Betty? - N�o.
O Dennis faria uma pequena fortuna aqui.
Oom licen�a.
Eu n�o quero.
Espere um pouco! Acho que tive uma id�ia, mas vou precisar da sua ajuda!
- De novo? - Venha c�.
Josef, �s 6 da manh� estas coisas estar�o chupando.
Suba at� a torre, atrase o rel�gio e os pegaremos.
Sim. Por que ser� que ningu�m pensou nisso antes?
Assim que terminar, me procure.
V�!
Sr. Larsen!
Deve ter entrado escondido. Peguem-no!
Peguem-no! Peguem-no!
Para tr�s! Para tr�s, seus mortos sujos!
Ouviram o que eu disse? Voltem aos caix�es!
� um dos nossos!
Agora, meu caro conde...
preparamos uma surpresa muito saborosa para o senhor.
Meu caro Oxenstein, quanta gentileza.
Aceite esse pr�mio especial.
E agora as guloseimas.
Viu?
Meu caro Oxenstein, sempre se lembra do meu anivers�rio.
Ele � uma gra�a e muito forte.
Senhoras...
vamos brincar!
Assopre.
Mas que festa!
Betty!
Betty! Betty! Finalmente!
Temos que sair...
John, n�o deveria estar aqui. � perigoso demais. Venha c�.
Estar� seguro aqui, mas eu n�o sou a Betty.
Deveria se lembrar de mim depois de ontem � noite.
Pobre querido!
Querido, gosto disso.
Olarimonde, n�o � do seu feitio se atrasar.
Venha! Vamos nos divertir. Vamos!
Sabe, dever�amos nos ver com mais freq��ncia.
Tenho certeza que a gente se daria muito bem.
Na verdade, essas novatas n�o fazem o meu g�nero.
Eu prefiro experi�ncia...
em quest�es sexuais. Quero dizer...
Pare com isso! N�o quero!
Voc� n�o quer?
Por que t�o orgulhosa, Olarimonde?
Achei que gostasse de garotas ou n�o sou boa o bastante para voc�?
Se me lembro bem, gostava de qualquer coisa que se mexesse.
Espere um pouco!
Ela n�o tem um dente de vampiro sequer.
Nem mesmo um. Peguem-na!
Meu Deus!
Nada aconteceu com ele e nada lhe acontecer�.
Agora troque de roupa comigo r�pido.
Mas eu n�o entendo.
Apenas me ou�a e eu a ajudarei.
Mas por que est� ajudando? N�o � um deles?
Sim, mas voc� � fam�lia e...
ele � um amante e tanto.
Bem, bisav�. Oomo sabe disso?
Bem crian�a, n�o se esque�a que sedu��o � o meu nome do meio.
Fique com a sua esp�cie e mantenha as m�os longe do meu homem.
Oomo queira.
Preciso ir. Tenho que voltar para a festa.
- Est�o te esperando. - Obrigada, bisav�.
Vadia.
Por que est�o todos saindo da festa?
- Porque voc� � a baronesa. - Eu?
O qu�? Est� vendo coisas hoje � noite.
Est� perdendo o controle.
Acho que deveria ser expulsa da associa��o.
Mas saiu correndo pedindo por ajuda.
Sim, mas porque perdi a minha rosa.
Se pedi socorro foi por sua causa, Srta. Nielsen.
Gosto de escolher os meus pr�prios amigos...
tanto namorados quanto namoradas...
de acordo com o meu gosto.
Gra�as a Deus eu a encontrei, baronesa.
- Viu o Larsen? - Sim, est� por a�.
Por que est� usando esse traje rid�culo?
Podia ter se encrencado. Venha, a levarei ao carro.
Depois procurarei o Larsen.
Est� sempre me surpreendendo.
Vou procurar o Josef. Fique aqui.
Fique aqui e eu trancarei a porta.
John, espere!
Teve sorte que eu a encontrei bem na hora.
Agora entre e espere aqui. Eu j� volto.
Isso. Vai fazer muito frio.
Voltarei ao castelo para resgatar o Sr. Larsen.
Gra�as a Deus o encontrei. Temos que ir embora.
- Parou o rel�gio? - � claro!
S�o quase 5 horas. O sol nascer� �s 6.
- � melhor irmos. - A baronesa j� est� no carro.
Ol�, Sr. Larsen! J� vai embora?
Sim, a baronesa n�o est� se sentindo muito bem.
Pode me dar uma carona at� o monast�rio?
Acho que temos lugar, n�o temos, Josef?
Sim, n�s temos.
Sr. Larsen! Olhe! � o Martin!
Est� tentando atrasar as partidas.
Est� bom.
� uma �tima id�ia!
Venha, Martin! Tem lugar para todos.
Venha, vamos embora!
� muita gentileza, Sr. Larsen.
V� em frente.
Me ajude a tirar o Martin.
Vampiros b�bados. J� vi de tudo agora.
Abram.
Est�o todos mortos a� dentro? Abram, abram.
Estou muito cansado.
Bebida demais.
N�o fa�a isso. Venha.
O carro! Venha, Josef! Betty est� indo embora no carro!
At� mais, rapazes. Adeus.
Betty!
- Por que diabos fez isso? - Estava zangada com o senhor.
Vamos, Porthos.
N�o � a minha casa.
O que foi? Est�o todos mortos?
- Aonde voc� vai? - Nossa!
- O que foi, querido? - Preciso pegar o chefe!
N�o seja t�mido.
Ohefe!
- O sol est� nascendo! - O qu�?
A noite mal come�ou.
O rel�gio da torre parou. Venha!
Espere!
Voc� vem?
Pare a m�sica! O sol est� nascendo!
Ohefe, est� perdendo as cal�as.
Maldito z�per!
- A toda velocidade. - Oerto, chefe.
R�pido! Temos pouco tempo!
Salvem suas vidas!
Vamos, entrem.
Vamos!
Minha doce, doce Betty.
Agora � uma vampira.
J� que temos que fazer, vamos fazer logo.
Sim, Sr. Larsen, temos que fazer.
� necess�rio. V� em frente.
V� em frente!
V� em frente!
- N�o consigo. - O que mais podemos fazer?
O menor corpo n�o pode virar cinzas.
J� sei!
A mandaremos para casa.
Para Hollywood.
Em Hollywood eles a venerar�o...
e amar�o para sempre.
Sr. Larsen, como o senhor � bom!
Modern Air Europe anunciando a �ltima chamada para o v�o 347...
sem escalas para Los Angeles.
- Entendo como se sente, Josef. - Sim, Sr. Larsen.
Modern Air Europe anunciando �ltima chamada para o v�o 347...
sem escalas para Los Angeles.
Deveria estar no avi�o! N�o deveria estar aqui!
- Do que est�o falando? - Est� indo para Hollywood!
O que est� acontecendo?
Voc� n�o � uma vampira!
- Eu te amo! - Tamb�m te amo.
Bem-vindo ao lar, Betty.
Ol�, Betty.
Gostamos da Betty.
"Hollywood est� te esperando" "N�s gostamos de Betty"
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