All language subtitles for Nightmare Castle (1965)

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Original subtitles

AMANTES DO AL�M

Deste jeito, destruir� todos os sapos das redondezas, querido.

Eu j� pedi que n�o viesse ao laborat�rio...

quando eu estiver ocupado em minhas experi�ncias.

Estes animaizinhos poderiam contar muito sobre suas experi�ncias.

Se comporta assim sempre quando passa da conta no conhaque.

Est� tentando me provocar, mas n�o � o momento, minha cara.

Est� vivendo para o Congreso de Edimburgo.

Um bando de fan�ticos in�teis iguais a voc�, imagino.

N�o se atreva a falar assim comigo, Muriel!

Stephen, eu deveria me incomodar com suas frequentes viagens?

Afinal de contas... sou sua esposa.

E gostaria de passar a noite com voc�.

Oh, Solange! Ent�o voc� viu tudo?

Estava se divertindo, n�o estava?

J� sou velha demais para estas coisas, baronesa.

S� queria pedir ao doutor permiss�o para preparar a bagagem.

Est� muito tarde e a viagem � longa.

Estou indo.

Hora de ir.

J� est� indo?

Est� vindo uma tempestade, estou preocupada com voc�. Quando voltar�?

Pretendo ficar s� alguns dias em Edimburgo.

Sabe que n�o consigo ficar muito tempo longe de voc�.

Boa viagem, Stephen.

Boa noite, Muriel.

Sim, j� estou indo dormir. E sonharei contigo, meu amor.

Por que ele est� t�o nervoso?

Ele ficou no est�bulo muito tempo. Uma galopada lhe far� bem.

Mantenha os olhos bem abertos, David.

Confio a seguran�a da minha esposa � voc�.

Aquelas plantas novas que trouxe hoje, senhor...

devo deix�-las do lado de fora?

Leve-as para a estufa, mas tenha muito cuidado.

Necessitam de muita �gua.

�s suas ordens, Senhor. Boa viagem.

At� que enfim.

Pensei que aquele dem�nio nunca iria embora.

Pobre Stephen, sabe que n�o gosto que fale assim dele.

Por qu�? Ainda o ama?

Ou s� est� zombando de mim?

� voc� que eu amo.

Vou livr�-lo destes seus modos vulgares...

e dar-lhe outros mais sutis, mais refinados.

N�o estou te entendendo.

N�o importa.

Aqui n�o! O quarto de Solange � aqui ao lado.

Vamos para outro lugar.

Vamos para a estufa. � lindo l�.

N�o!

N�o!

N�o!

N�o! N�o! N�o!

N�o!

J� teve sua vingan�a! Por que n�o me mata?

Mate n�s dois!

Claro que vou te matar, maldita!

Voc� e seu amigo imundo!

Mas a morte vir� depois que eu arrancar de seus corpos...

todo o sofrimento e dor que um ser humano possa suportar!

E voc� n�o imagina quanto tempo leva para morrer de dor!

"Aqui jaz Cecily Hampton. Morta aos 26 anos"

Um gole... S� um gole...

Estou morrendo, Stephen!

Voc� � um monstro!

Se pudesse ver todo o �dio que tenho por dentro, ficaria apavorado!

Me mataria de uma vez!

Mas me matar n�o destruir� meu �dio, Stephen Arrowsmith!

Pode matar meu corpo, mas eu nunca lhe darei paz! Nunca!

N�o tenho medo dos mortos.

Carni�a destinada a apodrecer e adubar a terra.

Mesmo vivendo ainda posso prejudic�-lo, Stephen.

Esperar herdar tudo que � meu quando eu morrer, n�o �?

Meu castelo, toda a minha riqueza...

Para poder continuar com suas experi�ncias imundas.

Mas cometeu um grande erro, sabia, Stephen?

Entendeu? Porque fiz um outro testamento.

Depois que me dei conta do monstro com quem me casei!

Fiz um novo testamento.

Deixando tudo o que tenho para minha meia-irm� Jenny.

N�o esperava por isso, n�o �, Stephen?

Que eu preferisse aquela bastarda?

Eu posso poupar voc�s dois em troca deste testamento.

Poder�o ir embora.

Juntos! Livres!

N�o acredite nele!

Quando ele conseguir o que quer, nos matar� mesmo assim.

Como pode confiar num monstro como este?

Cale-se, seu porco imundo!

Ent�o, aceita?

N�o.

N�o! N�o!

Agora tudo ser� da meia-irm�, aquela idiota irrespons�vel!

Ent�o, tudo ter� sido in�til.

N�o pode mat�-la agora! Deve deix�-la viva!

N�o tenho inten��o de fazer nada parecido.

Por que acha que eu o ajudei?

S� para endossar seu ci�me e seus instintos perversos?

Est� enganado! N�o me arrisco � forca por t�o pouco.

Quero minha parte e voc� me prometeu!

Voc� dever� ser o herdeiro e eu junto com voc�!

E � exatamente isso que ir� acontecer.

N�o desistirei da minha vingan�a.

N�o esque�a que Muriel viva seria muito perigoso para mim e para voc�.

N�o.

Ningu�m nunca saber� como minha mulher morreu.

E Jenny herdar� todos os bens.

Mas... Jenny � louca e todos sabem disso.

O que ela faria com tanto dinheiro?

Seu lugar � num manic�mio, enquanto eu...

Descobrirei o segredo que os homens perseguem...

desde o come�o do mundo.

E n�o tema.

Ter� sua recompensa. Uma recompensa maior...

que todas as riquezas do mundo.

Agora ver�.

Agora voc� sentir� o que eu senti.

Deixe-a em paz!

Deixe-a em paz!

Seu animal!

Muriel, fuja!

N�o aguento isso!

Saia daqui!

Muriel!

Muriel!

Socorro!

Est� � sua casa, Jenny. N�o esperava que fosse t�o grande?

O Castelo dos Hampton � o maior da regi�o.

E tenho certeza que se sentir� em casa.

E esta � Solange.

Ela a atender� e lhe ser� �til de v�rias formas.

Bem vinda, Srta. Hampton.

Srta. Hampton? Ela � minha esposa. A segunda Sra. Arrowsmith.

Nos casamos esta manh�.

Pe�o desculpas. Entre, Sra. Arrowsmith.

Oh!

O que foi, meu bem? Algo errado?

N�o. Voc� esqueceu de passar comigo pela soleira.

- Dizem que traz sorte. - E voc� acredita nisso?

S�o s� supersti��es.

� melhor n�o ter supersti��es nesta casa.

Por qu�?

� melhor nunca ser supersticiosa.

Por aqui. Eu lhe mostro o caminho.

Que planta mais ex�tica! Nunca vi uma destas antes!

- T�o carnuda, quer dizer? - Sim.

� uma planta rara. Se chama "Nepenthe Iridata".

Eu gosto muito dela.

Agora pode ver o quanto se parece com sua meia-irm�.

� incr�vel!

Se n�o fosse pelo cabelo, diria que somos a mesma pessoa.

O quarto � logo ali.

Obrigada. Estou com uma enxaqueca terr�vel.

Acho que vou melhorar quando tirar o chap�u.

Voc� me deve uma explica��o, Stephen!

O que quer dizer?

Por que se casou com ela? Isso n�o estava nos nossos planos.

O que foi, querida?

Que surpresa desagrad�vel.

N�o se preocupe, � inofensiva.

Ela tinha sumido do meu laborat�rio e eu n�o mais a vi.

Percorreu um longo caminho.

Prometo que isso n�o se repetir�. A levarei de volta ao laborat�rio.

O que pretende fazer? Por que se casou com ela?

Nossos planos eram outros!

Bem, eu pensei que ela fosse uma pobre coitada, feia e repulsiva.

Pelo contr�rio, ela � bonita e lembra muito Muriel, n�o �?

Continua apaixonado por aquela bruxa!

Se for falar de bruxas, � melhor que fique calada.

Sabe muito bem como eu odiava Muriel.

E Jenny... sim, posso at� gostar dela.

Ent�o jamais nos livraremos dela, como tinha me prometido.

E terei que suportar uma outra patroa!

Aparentemente, Jenny parece normal...

mas seu m�dico afirmou que seu equil�brio mental est� por um fio.

E sua estadia aqui poderia compromet�-lo.

N�o ser� dif�cil encontrar um m�dico que ateste...

suas prec�rias condi��es ps�quicas...

e me seria dada legalmente a cust�dia de sua pessoa e seus bens.

Parece a melhor solu��o e a menos perigosa.

Mas poderia tamb�m surgir algo imprevisto.

Quem garante que suas condi��es mentais v�o piorar?

Eu cuidarei disso.

Veja.

Que este seja o primeiro de muitos dias felizes.

- Gostou? - Espl�ndido!

Voc� est� maravilhosa!

N�o, pare! Esta cadeira! � algo especial, pode ser perigoso.

� mesmo, por qu�?

� uma pe�a rara de uma bizarra cole��o de seus antepassados.

Entendi.

Stephen!

Stephen!

David! David! David! David!

Calma, meu amor!

Voc� teve um pesadelo! N�o foi nada! J� passou!

Stephen...

Onde eu estava? Era um lugar horr�vel e aquele homem...

Foi s� um pesadelo, entendeu?

N�o! N�o foi um pesadelo!

Eu estava l�...

E eu vi sangue!

E aquela planta horr�vel!

Mas eu a vi! O sangue!

Tenho certeza que a vi!

N�o estou louca!

Queridos animaizinhos, inocentes, fi�is...

e ainda assim lascivos.

Debaixo de sua m�scara de inoc�ncia.

Muriel tamb�m gostava deles?

Ela gostava de outros animais.

Gatos, um casal de tartarugas, tamb�m criava uma coruja.

E os cavalos, � claro.

Ela gostava de montar?

Era sua paix�o. E ela pagou por isso.

Onde aconteceu o acidente?

H� um penhasco atr�s do castelo. Escondido entre as �rvores.

Gostou?

Era de Muriel.

Achei no guarda-roupas dela.

N�o acha estranho que vestimos o mesmo n�mero?

Stephen...

Sobre ontem � noite... n�o foi s� uma alucina��o.

Foi algo irreal, misterioso.

Quando eu estava na cama...

Eu sabia que estava com voc� quando ouvi a batida de um cora��o.

Eu estava acordada na cama ao seu lado e...

Eu sei, meu bem. Voc� me contou.

Voc� sabe que n�o foi nada al�m de um del�rio da sua mente.

Espero que isso n�o se repita.

Temos que ter f�. Mesmo se...

Quando esteve na cl�nica, voc� sofria de alucina��es.

N�o, isso n�o tem nada a ver!

- E ali�s, j� estou bem! - Ah, sim.

Com licen�a.

J� preparei a solu��o para a an�lise.

Quando quiser, podemos come�ar.

J� estou indo.

Ent�o, o medicamento realmente funciona?

Mais algumas doses e sua paciente estar� pronta para o manic�mio.

Receio que sim. Ela reagiu perfeitamente.

O resto � compreens�vel. Pobrezinha, com seu hist�rico...

J� preparou a ampola para esta noite?

Farei isso agora.

Mas este...

Esta � a ampola que tinha que ter dado � ela ontem � noite!

Por que ainda est� aqui?

- Voc� se enganou! - N�o � poss�vel!

S� tinha uma!

Isso n�o � verdade. Havia tamb�m um outro.

Um de sacarose inofensivo. N�o est� mais aqui.

Voc� colocou aquela no champanhe no lugar do alucin�geno!

- Burra! - Sinto muito.

Est� bem.

Memso sem querer...

tivemos a prova concreta que n�o � necess�rio for�ar sua loucura...

com dispositivos externos.

Mas... se os seus pesadelos forem verdadeiros?

Provocados por, n�o sei... por algo misterioso.

Os esp�ritos do castelo?

Eu nunca encontrei nenhum. E eles n�o existem.

At� que se prove o contr�rio.

Mas como se explica o que Jenny viu?

A planta misteriosa pingando sangue?

E ela ouviu dois cora��es batendo!

S�o frutos de uma mente extremamente receptiva.

Exaltada, como a de Jenny.

Mas ela chamava David em seu pesadelo.

- Estou com medo. - Quieta!

Chamarei imediatamente o Dr. Joyce...

para verificar a instabilidade mental de minha jovem esposa.

N�o, ainda n�o!

E se algo terr�vel acontecer enquanto ele estiver aqui?

N�o sei por que quer se arriscar por nada?

Est� bem. Como quiser.

N�o estou certo se quero livrar-me dela com tanta pressa assim.

Stephen!

Quem escreveu esta m�sica?

A pobre Muriel.

De vez em quando ela gostava de compor algo no piano.

Que engra�ado. Normalmente n�o bebo champanhe.

Mas agora sinto que quero experimentar algo mais forte.

Por favor, Jonathan?

Como se sente?

Que estranho! � bom!

N�o sabia que eu gostava.

Estas besteiras do Dr. Prigman me deixam furioso.

Onde Muriel est� enterrada?

L� embaixo, na cripta.

Se tiver interesse, qualquer dia eu a levo para visitar a tumba.

Me recuso a ler tais besteiras!

Gostaria de convidar esse idiota aqui ao castelo!

Seria interessante olhar na cara dele!

Mas, Jenny...? Estava aqui agora mesmo!

Provavelmente foi para seu quarto. Talvez esteja cansada.

Assim, sem se despedir?

Que estranho.

- Talvez n�o esteja se sentindo bem. - Vou ver onde ela est�.

Jenny!

Jenny! Voc� est� a�?

Jenny?

Ouviu isso? Veio l� de baixo!

Depressa!

� Jenny! Deve estar l� embaixo, no subterr�neo!

Perdoe-me, Stephen.

Estou tentando me lembrar.

Mas quando lembro, sinto como se minha mem�ria paralizasse.

Vejamos: qual � a �ltima coisa que se lembra?

N�o sei.

Estava l� com voc� e Solange...

Estava no piano, tocando.

Depois disso n�o me lembro como fui parar naquele lugar horr�vel.

Minhas m�os do�am, e quando olhei estavam cheias de sangue.

Estava tentando mover a l�pide com as unhas.

Estava com muito medo.

Corri para a porta e tentei abri-la...

mas algu�m tinha trancado por dentro e n�o consegui abri-la!

Eu gritei! Tive medo de morrer l� dentro!

Senti como se algu�m me arrastasse para baixo, para baixo.

Tive tanto medo, Stephen! Precisa me ajudar!

N�o foi nada al�m da sua imagina��o.

Est� entre amigos aqui. Precisa confiar em n�s.

Eu sei, mas a porta estava trancada.

N�o, Jenny. N�o estava trancada. S� tive o trabalho de empurr�-la.

Voc� n�o a abriu porque n�o quis.

� um fen�meno hist�rico muito frequente em pessoas...

em seu estado mental.

Sei no que est� pensando, mas n�o estou louca, eu garanto!

Eu era diferente quando vim para c�!

Talvez eu tenha me precipitado trazendo-a t�o repentinamente.

Talvez seja minha culpa.

Mas eu a queria aqui, comigo.

N�o vai me mandar de volta para a cl�nica, vai, Stephen?

Diga-me a verdade, por favor!

N�o, querida. Quero voc� aqui.

Mas tamb�m quero que melhore e que seja feliz.

Portanto, decidi convidar o Dr. Joyce aqui.

Voc� esteve sob os cuidados dele por bastante tempo...

e ele conhece bem o seu caso.

E aqui, ele poder� cuidar de voc�, observ�-la...

e decidir os rem�dios mais adequados para voc�.

Continuar� sua vida como se nada tivesse acontecido.

E o Doutor ser� somente um convidado.

Voc� confia nele, n�o � mesmo?

Sim, mas...

Pare de me tratar como uma louca, por favor, Stephen.

Que conversa boba � essa? Agora...

Tome este remedinho e voc� dormir� profundamente...

e n�o ter� nenhum pesadelo.

N�o, n�o quero. Estou com medo de dormir.

Como quiser.

Estarei aqui ao lado na cadeira. Lendo.

Bem-vindo ao castelo, Dr. Joyce. Fez uma boa viagem?

- Sim, obrigado. - Fico feliz em v�-lo.

E minha esposa tamb�m, seguramente.

Como vai, Sra. Arrowsmith? Devo dizer que a encontro muito bem.

As apar�ncias �s vezes enganam, doutor.

Por�m, me alegro em voltar a v�-lo.

Que dia lindo. N�o havia percebido, eu quase n�o saio.

O castelo �s vezes � como... uma pris�o espl�ndida.

Venha.

Vamos dar um passeio pelo parque.

H� um parque gramado, �ngreme, atr�s do castelo.

Queria lhe mostrar.

Jenny, meu amor.

O doutor acabou de chegar. Mais tarde talvez.

N�o me importo. Jenny, eu gostaria de ir.

N�o, meu marido tem raz�o.

Napole�o, 1861. � um conhaque maravilhoso.

E que aroma expl�ndido!

- Pensei que voc� n�o bebesse. - Desde muito tempo...

Aqui no castelo pode faltar �gua, mas nunca o �lcool.

Este era o preferido de Muriel.

Jenny, seu marido me deixou ciente do que tem acontecido.

Sabe, estou aqui somente para ajud�-la.

E voc� precisa tentar...

e se esfor�ar para lembrar dos detalhes do que lhe aconteceu.

Algo que realmente nos ajude a entender as causas.

Eu n�o sei. Em alguns momentos � como se...

outra pessoa se apossasse do meu corpo e minha mente e...

Tudo se torna vago e confuso, sem nenhum sentido.

Ainda assim deve haver um motivo!

Quando voc� chegou aqui, sua condi��o mental era perfeita!

Portanto, a causa de seus transtornos est� neste ambiente.

Jenny, voc� suspeita que sua mente...

N�o, n�o acho!

Eu vi sangue onde n�o havia.

E ouvi sons onde n�o haviam.

E aquela... tumba.

- E... aquele nome! - David?

Ah, sim, David.

Voc� disse esse nome quando despertou do pesadelo.

E esse nome talvez possa nos ajudar a lembrar o seu sonho.

Acha mesmo?

Por que est� t�o interessado em mim?

Ou talvez seja igual a Stephen, est� convencido de que estou louca.

Se eu pensasse mesmo assim, n�o estaria aqui.

E eu a ajudarei, goste voc� ou n�o!

N�o h� nada que descobrir! N�o descobrir� nada, doutor!

Espero n�o estar incomodando, doutor.

E que as coisas j� estejam melhorando.

Mais tarde, se quiser conhecer meu laborat�rio...

terei o prazer de mostr�-lo alguns de meus experimentos...

com fus�es eletrol�ticas de sangue...

Do que est� rindo, querida?

Voc� e suas experi�ncias!

Jenny! Ou�a-me! Qual � o seu problema?

Perdoe-me, Stephen.

Eu estava confusa.

N�o importa.

N�o faz diferen�a.

Doutor, se eu lhe for �til, n�o hesite em me perguntar.

At� porque lhe garanto que j� lhe disse tudo o que sei.

Obrigado. Irei ao seu laboarat�rio mais tarde.

Que flores lindas e delicadas.

N�o como aquelas horr�veis e repugnantes da estufa.

Na estufa? Voc� costuma ir l�?

Sim, eu estive l�.

Estava l� na noite quando...

Venha conmigo.

Diga-me, voc� precisa se lembrar!

Voc� sonhou que estava aqui, n�o foi?

N�o sei, n�o me lembro.

N�o me atormente, por favor. Vamos embora daqui.

Bem, se n�o quer que eu a ajude...

De qualquer forma, vou lhe dar um aviso:

Acabar� tornando-se prisioneira de seus pesadelos...

e suas obsess�es para sempre.

N�o sei, n�o consigo lembrar.

Acho que eu estava a�, onde voc� est� agora.

David estava me abra�ando.

De repente, ele foi atingido no rosto.

Meu brinco caiu... perto destas folhas.

Tenho certeza que vou encontr�-lo.

O que � isso?

� isso.

Perdi enquanto nos beij�vamos.

Quem a beijava?

N�o consigo lembrar. Estava escuro...

Ent�o entrou algu�m.

Enquanto est�vamos...

Perd�o. � tudo t�o vago.

Nunca viu este brinco antes?

N�o. S� aquela vez.

Mas... tem certeza que n�o o perdeu em outra ocasi�o?

Ou em circunst�ncias diferentes?

N�o, � a primeira vez que o vejo. Este brinco n�o � meu!

� muito estranho.

Tenha cuidado!

Eu posso ter devolvido sua juventude...

mas n�o pude fazer nada a respeito do seu c�rebro.

N�o importa, Doutor.

N�o � meu c�rebro que procura quando necessita.

Espero n�o estar incomodando.

Pensei que tivesse esquecido do meu convite.

Venha. Quero mostrar-llhe um experimento �nico...

que poder� ter desdobramentos sensacionais.

Muito interessante, mas se n�o se incomoda...

gostaria de falar sobre a enfermidade de sua esposa.

Estou convencido de que as alucina��ees de Jenny...

em parte prov�m de sua mente enferma.

E tenho certeza que deve haver uma causa e um fundamento...

na realidade que a rodeia.

Ningu�m anseia por isso mais do que eu.

Mas, infelizmente, v�rios sintomas induzem a pensar o contr�rio.

No come�o, eu tamb�m pensava assim.

Veja.

- Um brinco? - Sim.

E da�?

Estava na estufa, entre as folhas.

Exatamente onde Jenny sonhou que estava.

Mas n�o s�o dela, pertecem a uma outra mulher.

Muriel, por exemplo.

Com quem Jenny se identificou em seu sonho.

Este brinco � a prova de que h� algo de real nos pesadelos de Jenny.

E assim que decobrirmos o que �, resolveremos o mist�rio.

A Senhora tem o costume de esconder coisas pela casa...

e depois esquece onde deixou.

- Eu falei sobre isso. - Sim, � mesmo.

Uma esp�cie de cleptomania.

Ent�o, e quanto ao outro brinco?

N�o creio que seja dif�cil de encontr�-lo.

Tenho certeza que deve estar estar l� entre as folhas.

Se me permitem, vou dar uma olhada.

Isto nos explica sua curiosa descoberta.

V�, Solange. Depois junte-se a n�s na sala de estar.

Oh, quase me esqueci.

Lady Arrowsmith mudou de quarto. N�o sei se est� ciente disso.

Enquanto isso, deixe-me mostr�-lo agora o experimento...

de que eu estava falando.

Com licen�a, senhora.

Dr. Stephen quer mostrar algumas de suas j�ias ao Dr. Joyce.

Se puder descer um pouco, ficar�o muito agradecidos.

J� estou descendo.

- Pode levar suas j�ias? - Claro que posso.

Solange!

Acha que posso descer assim? Ou estou muito indecente?

Est� em sua casa, senhora. E o Dr. Joyce � seu amigo.

Os brincos s�o um destes do retrato.

E n�o h� d�vida de que pertenceram � Muriel.

Sem d�vida.

Veja bem, meu caro Dereck...

antes eu me sentia embara�ado ao admitir que minha esposa...

�s vezes, esconde algumas coisas...

sem nenhum motivo e sem se lembrar.

Solange disse que queriam ver minhas j�ias?

N�o s�o itens de colecionador, mas terei prazer em mostr�-las.

Eu gostaria de v�-las. Muita gentileza sua.

Gosto muito deste colar de �nix e diamantes.

Esta pulseira de ouro pertenceu � minha m�e.

- Este � de... Sanssouci. - Lindo.

E estes brincos s�o...

E estes s�o os brincos de Muriel.

Voc� jamais os usou.

Como explica isso?

Eu n�o sei. N�o sei como explicar.

O que acha do fato do homem ter aprendido a usar seu c�rebro...

em toda sua totalidade?

Considere os in�meros casos de clarivid�ncia.

At� mesmo os diagn�sticos � dist�ncia.

N�o h� d�vidas que os feiticeiros e bruxas da �frica e da Sib�ria...

sabem como usar seus c�rebros...

de certa forma, mais inteligente que a nossa.

Temos ci�ncia que eles sabem como entrar diretamente...

em contato com o al�m. E at� mesmo com os mortos.

Bem, n�o precisa exagerar.

Telepatia � uma coisa, o al�m � outra completamente diferente.

Com sua licen�a, acho que vou me retirar.

Estou me sentindo um pouco cansada.

O que foi, Jenny? Algo errado?

N�o, nada. S� estou me sentindo um pouco cansada.

- N�o fique chateado, Stephen. - Irei em seguida.

Boa noite.

- Boa noite, Jenny. - Boa noite, madame.

Pobre Jenny. Est� cada dia mais estranha.

Acha que foi s�bio da sua parte deix�-la dormir sozinha?

At� ent�o, acho que n�o ter� nenhum problema.

Temos que agir �s cegas, por tentativas.

Sua mem�ria est� desfalecendo.

Sim.

Percebi que suas condi��es n�o nos deixam muitas esperan�as.

E sei que far� todo o humanamente poss�vel para ajud�-la.

Stephen! Doutor!

Devia ter mais cuidado, vamos at� o laborat�rio! Temos que...

Temos que parar este sangramento!

H� algo que eu possa fazer para ajudar?

N�o, obrigado. N�o � nada.

Ela tem uma doen�a sangu�nea. N�o � nada grave.

A hemorragia tem que ser parada imediatamente...

do contr�rio, pode ser perigoso. Vamos, Solange.

Algum problema, Senhor?

N�o, n�o � nada, Jonathan.

Posso servir-lhe algo, Senhor? Um vinho do porto, um whisky?

N�o, obrigado, Jonathan. Vou para o meu quarto.

- Boa noite, Jonathan. - Boa noite.

Quem est� a�?

Isso n�o � nada bom. Precisamos de sangue novo.

Tamb�m tivemos sorte desta vez.

Mas a solu��o n�o deve durar muito tempo.

Jenny! Jenny!

Meu sangue! L� embaixo, no laborat�rio!

V�! V�! Depressa!

"Annabelle Hampton. Morta aos 27 anos."

"Muriel Hampton. Morta aos 26 anos."

Pulsa��o normal.

Deve estar totalmente fora de si!

Cuide de sua ferida. Eu cuidarei dela.

Stephen, eu a vi quando estava prestes a atac�-lo!

A express�o n�o era dela! Era de Muriel!

Quem � voc�?

Jenny, que conversa � essa? O que h� com voc�?

Jenny? Eu n�o sou Jenny!

Eu odeio a Jenny! Eu a odeio!

Sou Muriel.

Jenny.

Jenny.

- Voc� tamb�m viu, Dereck? - Sim.

Viu?

Sim. N�o sei o que era, mas garanto que eu descobrirei!

Stephen...

Eu o vi...

com o rosto ensanguentado.

Mas n�o era eu.

Por favor, me perdoe.

Mas o que ser� que ela quer de mim?

Por que ela me atormenta tanto assim?

Eu tamb�m presenciei, � real. Um fen�meno estranho e tenebroso.

Mas com certeza n�o � nada que mude minha decis�o.

Eu vou ajud�-la, Jenny.

Quando fala assim, eu recupero minha esperan�a e minha f�.

Prometa que n�o me deixar�, Dereck.

Estou com tanto medo.

Acho que ser� que melhor que deixe o castelo.

Por pouco tempo. Um descanso em um lugar tranquilo, sereno.

Tudo bem. Farei o que diz.

Agora est� vendo o que acontece quando n�o me d� ouvidos!

Agora temos que nos que preocupar n�o s� com ela...

mas com o doutor tamb�m!

Um enxerido que fica nos espionando o tempo todo!

Enquanto isso, n�o desperdi�a oportunidade...

para consolar sua pobre e ing�nua bonequinha!

Parece que est� gostando.

Se imagina que eu possa estar estou com ci�mes de Dereck...

se equivoca por completo.

Mas sua presen�a aqui representa um grave perigo!

Por que ele foi at� a cripta ontem � noite?

Talvez tenha descoberto algo.

Descobriu algo suficiente para mandar n�s dois para a forca.

Ele moveu a l�pide da tumba de Muriel e descobriu que est� vazia.

Ent�o, estamos perdidos! Ele pode contar � algu�m o que viu!

Temos que impedir que ele saia do castelo!

- Ele pode... - Acalme-se.

Eu sei o que deve ser feito.

Procurando por mim, doutor?

Sim, estava. Queria trocar algumas palavras...

antes que fosse para o laborat�rio.

- N�o h� nada mais gratificante. - Obrigado.

- Gostaria de se sentar? - Obrigado.

Gostaria de conversar a respeito de sua esposa.

Estou convencido de que � necess�rio que ela deixe o castelo.

Para um ambiente mais apto a curar seus transtornos nervosos.

Qual � o problema? Pode falar abertamente.

Quero dizer que h� fantasmas neste castelo, Dr. Arrowsmith.

S�rio? Diga-me, por acaso j� viu algum?

Almas que vivem em outro mundo...

est�o tentando esconder-se por atr�s de Jenny.

Tentando possui-la! Destruindo sua mente e sua vontade-pr�pria.

Sua esposa n�o est� louca, mas corre o risco de ficar...

se continuar a viver aqui neste castelo!

Tenho total ci�ncia disso.

Fui eu que pedi que viesse aqui, Doutor...

e portanto aceitarei as medidas que sinta necess�rio adotar.

J� conversei com Jenny. Estou certo que ela concordar�.

Ser� melhor assim.

Vai lev�-la para a mesma cl�nica que ela se tratou?

Inicialmente, sim. Gostaria de lev�-la amanh�.

Bem, deixo-o com seu trabalho.

Obrigado, doutor.

Tem certeza de que vai funcionar? N�o seria mais seguro envenen�-lo?

N�o h� veneno que n�o deixe ind�cios.

Desta forma, n�o corremos nenhum risco...

e o resultado � exatamente o mesmo.

Entre!

- Me chamou, senhor? - Sim, Jonathan.

Poderia preparar o meu banho?

Estar� pronto num minuto, senhor.

Grato, Jonathan.

Est� pronto, Jonathan?

- Est�, senhor. Algo mais, senhor? - N�o.

Entre!

Perd�o, Senhor. Esqueci as toalhas limpas.

Tudo bem.

Jonathan!

Jonathan! Jonathan! O que houve?

O que houve, Jonathan?

N�o h� d�vida. Foi um ataque card�aco.

Provavelmente sofria do cora��o sem saber.

� poss�vel.

Ou talvez a atmosfera quente deste quarto teve alguma influ�ncia.

Por favor, Jenny, volte para seu quarto.

Solange, acompanhe a senhora.

Este com certeza � um caso que nos leva a pensar s�riamente...

na fragilidade da vida humana.

H� dez minutos atr�s, este homem era a imagem da sa�de.

E agora est� pronto para os vermes.

N�o aprecio este seu cinismo, Dr. Arrowsmith.

Perdoe-me, meu caro Dereck.

O fato que voc� ainda � "homem" demais para ser um cientista.

Antes que eu esque�a, poderia fazer um atestado de �bito...

- para as autoridades? - Eu farei.

Mais uma coisa, se n�o se incomoda.

Poderia ajudar-me a carregar o pobre Jonathan at� seu quarto?

Deseja mais alguma coisa, madame?

N�o. S� o que quero � deixar esta casa antes que seja tarde.

Isso!

Sinto muito, doutor.

Creio que o obriguei a uma desagrad�vel tarefa.

Podemos ir.

Provavelmente, pode parecer uma tolice para voc�...

mas eu gostaria de deixar um pouco de luz para ele.

Como quiser. Nos vemos mais tarde.

E agora o que faremos? Sua mulher diz que quer ir embora o quanto antes!

Pelo contr�rio. Ela n�o ir� � parte alguma, posso garantir.

Tudo correr� exatamente como queremos.

V�, � ele!

Parece perturbada, Jenny.

Entendo que o que houve com Jonathan a impressionou bastante...

mas n�o deve se deixar abater desta forma.

Stephen, n�o aguento mais.

N�o quero mais ficar aqui.

Vou embora amanh� com Dereck, para onde ele quiser me levar.

Qualquer coisa ser� melhor que este inferno.

Com Dereck?

Era o que eu pensava!

Ele encantou voc� com suas hist�rias!

O que est� dizendo? Por que est� falando assim?

- Confiava tanto nele e agora... - Agora...

Agora compreendo que este seu chamado "tratamento"...

era somente um pretexto para flertar descaradamente com voc�!

E n�o me diga que n�o percebeu!

Eu juro! Conhe�o Dereck h� anos! Sempre foi um grande amigo.

- T�o afetuoso, altru�sta. - Pode estar cega, mas eu n�o!

Conhe�o estes tipos afetuosos, altru�stas...

Sempre prontos para aproveitar-se de uma paciente bela...

debilitada e rica.

N�o ouse dizer isso! Dereck nunca fez nada de errado!

E car�cias, m�os dadas e olhares carinhosos...

s�o parte do tratamento?

Esqueceu que a estufa � feita de vidro e eu n�o sou cego?

Eu te amo, Jenny! N�o quero perd�-la!

N�o consigo suportar a id�ia de v�-la partindo com ele.

N�o me abandone, Jenny.

Eu n�o quero, Stephen.

Mas estou t�o assustada aqui.

N�s iremos juntos, amanh�!

Iremos para a Espanha, It�lia. Para onde voc� quiser!

Deixaremos todos os seus pesadelos para tr�s.

E voltaremos somente quando estiver completamente recuperada.

Tudo bem?

Partimos amanh�?

Como quiser, Stephen.

Com certeza, esta viagem lhe far� bem.

Poder� se distrair, respirar ar puro.

Encontrar tranquilidade.

Mas n�o escondo que preferia uma outra solu��o.

A do manic�mio, Dr. Dereck? Ou tem outros planos?

Mas, Jenny, por que est� dizendo isso?

Parece que de repente perdeu toda a confian�a em mim.

Talvez voc� me veja somente como um caso cl�nico...

para manter sob observa��o e estudar.

Seria bom se n�o fosse verdade, embora eu quisesse que fosse assim.

Porque que o aconteceu ontem � noite...

colocou coisas na sua cabe�a, eu seria obrigada a consider�-lo...

o mais desprez�vel dos homens!

Depois do que disse, percebi que n�o tenho mais nada a acrescentar.

Tudo que eu poderia dizer s� confirmaria suas suspeitas.

Agora s� me resta ir embora.

Mas antes de ir, quero dizer-lhe uma coisa, Jenny.

Eu sempre gostei muito de voc�.

E sempre que precisar de mim, ficarei feliz em poder ajud�-la.

Est� t�o frio esta noite. Aquele sangue maldito.

Est� virando veneno nas minhas veias.

Frio, pesado como merc�rio.

Ela o quer de volta. Muriel.

Aquela bruxa quer seu sangue.

Stephen, fa�a alguma coisa! Salve-me!

Preciso de uma nova vida.

Sim, sangue jovem, puro.

Preciso do sangue de Jenny.

Est� bem. Amanh� voc� o ter�.

N�o!

N�o v�, David!

David, n�o!

Quem � voc�? Muriel?

Muriel... Muriel... Muriel...

Onde est� seu corpo?

Meu cora��o... Meu cora��o...

Quem a matou? Stephen?

Stephen... Stephen... Stephen...

A est�tua... A est�tua... A estatua...

David...

O punhal... O punhal!

V� embora! V� embora! V� embora!

N�o! N�o!

Fa�a uma boa viagem.

E agrade�o novamente por tudo que fez por minha mulher.

N�o precisa me agradecer.

Poderia por favor dizer adeus � Jenny por mim?

Adeus, Dereck. Sou grata a voc� por ter tentado me ajudar.

Fico feliz de poder desejar-lhe uma boa viagem mais uma vez.

Espero voltar a v�-la em breve.

Por que est� indo?

N�o h� nada que o interesse aqui?

Gosta do bras�o dos Hampton?

Adeus e boa sorte.

Quando? N�o! Stephen, eu imploro!

Temos que ir embora daqui antes que ele possa falar com algu�m!

Estou preparando a eletr�lise. � s� quest�o de horas.

Todo estar� pronto esta noite.

E ent�o deixaremos o castelo, n�s tr�s.

Ao menos oficialmente.

Vou para o laborat�rio.

Stephen!

Ou�a, Stephen, eu...

Stephen, n�o!

Venha, n�o temos tempo a perder!

O que est� fazendo, Stephen?

Por que est� me olhando assim?

Vou libert�-la para sempre de seus pesadelos, Jenny.

Sua irm� est� lhe chamando, n�o est�? N�o est� ouvindo?

Agora esta voz maldita se calar� para sempre!

A maldita riqueza dos Hampton ser�...

J� chega, Stephen! N�o aguento mais!

Voc� vai dormir agora.

Um longo sono.

Que ser� sem mais nenhum sonho.

A paz, Jenny!

Vamos, deite-se.

Ser� s� uma quest�o de horas.

Enquanto isso, vou preparar tudo para a viagem.

N�o saia da�.

Stephen!

Sim, Stephen. � minha carne que est� tocando.

A carne que pensou ter destru�do.

Mas n�o se pode destruir a carne que voc� n�o pode mais amar ou odiar.

S�o a mesma coisa.

O que quer? J� te castiguei por seus crimes.

N�o.

Voc� me deu prazer extremo.

Voc� me ensinou o prazer do tormento da carne...

que se converte em �xtase.

Sim, Stephen.

Que passa da vida � morte e recebe a eternidade.

Agora vou recompens�-lo com o mesmo prazer.

Venha, querido.

Stephen?

Stephen!

N�o tema, Stephen.

Ficarei contigo com meu corpo e meus sentidos...

at� que algu�m venha e destrua meu cora��o.

Grite, Stephen! Grite! Implore! Sim!

Agora eu tenho seu corpo e sua alma monstruosa...

se � que algum dia voc� j� teve uma!

� o meu momento agora!

Socorro! Socorro!

Muriel!

N�o! N�o!

Muriel! Socorro!

N�o se preocupe, Jenny.

Agora todos os seus pesadelos se acabaram para sempre.

FIM

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