All language subtitles for Den.Som.Draeber.E01.DANISH.720p

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Original subtitles

S01E01 legendas @drcaio

� VENDA

Bom dia.

Bom dia. M�ller-Thomsen falar� conosco.

- Do que se trata? - N�o sei.

Bom dia. MT vai falar conosco.

Gitte me disse. Sabemos alguma coisa sobre a bolsa de Julie?

S� havia DNA da m�e e dela, ent�o n�o importava.

- E a lista de telefones? - J� chequei.

Eu verifiquei. N�o apareceram novos nomes.

E o cara com quem Julie conversou na festa? Axel?

Trouxemos ele duas vezes.

- Era o �nico com carro. - Tem um �libi.

Sim, a m�e dele. Sabemos que o criminoso tinha um carro.

- Sim, uma van. - E se n�o for?

Jan.

Como foi o seu fim de semana?

Eu estava na casa.

Annemarie n�o terminou o banheiro.

Tem azulejos por toda parte.

- Temos que vend�-la algum dia. - Posso te ajudar no s�bado.

N�o, concordamos que Annemarie deve fazer isso.

N�o quero fazer nada agora.

Apenas me avise. Consiga uma cerveja e eu vou.

N�o, obrigado. Mas eu gostaria de um desses.

- Devia ter vindo mais cedo. - Bom dia.

Bom dia.

Depois da disputa de gangues na �ltima

sexta-feira, tenho que realocar recursos.

Gitte e Dennis continuam no caso de Julie.

- Jan, fique com as gangues. - � mais importante?

Sim, precisamos priorizar isso.

Depois de meio ano sem um grande avan�o.

- E agora? - Informarei a fam�lia de Julie.

Jan, deixe-me fazer isso.

- Tive contato desde o in�cio. - Sim, mas...

Confiaram em mim quando lhes disse que encontrar�amos Julie.

Se algu�m tem que falar, sou eu.

- Abandonaram a busca? - N�o.

A investiga��o continua.

- Tamb�m acha que est� morta. - Mam�e, Jan n�o disse isso.

No s�bado faz meio ano que ela desapareceu.

Sei que Julie n�o vive mais.

Mas tenho que saber o que aconteceu com ela.

- Entendo voc� muito bem... - Tem filhos?

- N�o. - Ent�o voc� n�o entende.

M�e, pare!

Prometeu que a encontraria. Certo, Jan?

Sim.

S� quero que isto termine.

Quero poder enterrar a minha filha.

Passou meio ano, Jan. Por favor, encontre-a.

Vou continuar procurando.

Vou encontr�-la.

Eu prometo.

O que a fam�lia de Julie disse?

Eles acham que desistimos.

Deixar apenas dois investigadores

� como dizer que perdemos a esperan�a.

Se voc� convencer MT, posso cuidar das gangues.

Obrigado, mas n�o � necess�rio.

Ele n�o decide sobre o que fa�o em meu tempo livre.

Todos os casos de desaparecimentos desde 1980.

Divirta-se.

Obrigado por hoje, pessoal.

Retrocedemos em 5-10 anos. � uma perda de tempo.

O criminoso pode ter come�ado antes.

Tenho que ter certeza.

- N�o! - Que doentio.

- Oi, Jan. - Oi.

Tem um pouco de pizza se tiver fome...

N�o, obrigado.

- Fecha a porta? - Sim.

A respeito do quarto... irm�o...

voc� disse que precisava de um lugar

por algumas semanas, certo?

N�o era muito, mas o tempo passou.

J� faz quase cinco meses.

Tenho um amigo que foi despejado...

- Tenho aviso pr�vio de um m�s. - N�o me lembro desse acordo...

Eu me lembro.

Dentro de um m�s a partir de hoje?

Voc� se muda?

PESSOA DESAPARECIDA

Natasha Markwart Gilholm. Foi reportada

desaparecida em 25 de abril de 2008 �s 24:00 Hs.

Ainda n�o foi encontrada.

Caso terminado em 10.12.2009. Poss�vel suic�dio.

Estudante no Gin�sio de Greve.

Natasha Gilholm?

- Doente mental. Afogada. - O corpo nunca foi encontrado.

- Que idade tinha? - 17 tamb�m.

Olhe aqui. Natasha est� saindo de

uma festa no Gin�sio de Greve aqui...

e desaparece a caminho de casa. Como a Julie.

O criminoso de Julie pode ter feito isso antes.

Dez anos atr�s, e pensaram que foi suic�dio.

Voc� se vestiria a rigor se estivesse pensando em suic�dio?

- O que os pais disseram? - Eles n�o acreditaram.

Tenho que falar com os pais. Posso levar?

Sim, claro.

Bom dia, MT.

Aonde ele vai?

Para K�ge.

Sim, tinha alguns interrogat�rios.

Natasha tentou se matar antes.

Quando tinha 14 anos, tentou se afogar na praia.

Ent�o foi hospitalizada por um tempo.

Tinha psicose e sofria de del�rios.

- Como isso se expressava? - Se sentia perseguida.

Pensava que algu�m a estava vigiando.

Mas com terapia e rem�dios conseguiu melhorar muito.

- Estava feliz com o Instituto. - N�o acredita em suic�dio?

N�o.

Eu conhe�o a minha filha. Ela tinha mudado.

A pol�cia deve ter tido essa teoria tamb�m.

Que algo tinha acontecido com ela.

Sim, mas n�o por muito tempo.

Eles olharam na rota entre a escola e nossa casa...

mas como n�o encontraram nada, decidiram que ela se afogou.

N�o ajudou dizer que um homem a tinha seguido.

- Quando foi? - Algumas semanas antes.

Uma noite, ela ligou da esta��o

e disse que algu�m a tinha seguido.

Ent�o corri atr�s dela.

Mas quando cheguei, ela tinha desaparecido.

Voc� acha que, como policial, ela o encontrou?

- Para a pol�cia foi imagina��o. - Ela n�o o encontrou.

Natasha estava bem.

Estava um pouco triste na festa. Algo sobre um garoto.

Com quem ela falava quando se sentia triste?

N�o sei. Tinha muitos amigos.

Mas tinha uma melhor amiga?

- Talvez Ditte. - Amigas do ensino fundamental.

Ela n�o frequentava o colegial, ent�o n�o estava na festa.

- Onde ela mora? - No vilarejo.

- Do outro lado da floresta? - Sim, perto do lago.

Dennis. Sou eu. Tem algo que devemos investigar.

Acho que sei o que aconteceu com Natasha Gilholm.

O relat�rio da aut�psia.

A arcada dent�ria confirma que era Natasha Gilholm.

O superintendente da pol�cia chegou.

Karlslund, Jan Michelsen, quem encontrou Natasha.

- Jan est� aqui h� um ano. - N�o nos vimos.

Karlslund, parab�ns.

- Dennis e Gitte j� os conhece. - Sim.

Bem, qual � o plano?

Jan sugere a fus�o da investiga��o

com o caso de Julie.

- Pode ser o mesmo homem. - Algo que fortalece a teoria?

H� v�rias semelhan�as.

Ambas s�o loiras e da mesma idade.

Desapareceram na mesma regi�o. Na mesma hora do dia.

No caso de Julie, temos um carro queimado,

provavelmente o criminoso.

Tr�s dias depois do desaparecimento de Natasha,

um carro semelhante foi encontrado.

- Foi roubado e queimado. - Pode ser uma coincid�ncia.

- Dez anos se passaram. - Pode ser o mesmo criminoso.

Quero uma opini�o segura antes de juntar as investiga��es.

Todo o oeste de Zelanda entrar� em p�nico

se souberem de um serial killer.

E Louise Bergstein?

Ela � a nossa melhor criminologista e psic�loga.

Esteve na Inglaterra e trabalhou com perfis por alguns anos.

Ela voltou para casa e n�o trabalha mais para a pol�cia?

N�o, trabalha em um centro de crise.

Mas acho que posso persuadi-la para uma consulta.

- Certo. - Perfeito.

- Tratarei disso imediatamente. - Certo.

Amanda, sobre o que vamos falar hoje?

Conheci algu�m. Podemos falar dele?

Podemos falar do que voc� quiser.

Ele n�o sabe o que aconteceu comigo.

N�o sei quando contar para ele.

Ele precisa saber.

O que voc�s acham?

Um novo namorado deve saber que foi abusada?

Sim.

Voc� precisa contar.

Eu n�o acho que voc� tem que contar para ele.

Pode dizer que o que n�s experimentamos

� parte do que somos,

inclusive se queremos ou n�o.

- Al�. - Al�, � Jens. MT.

- Oi! Entra. - Obrigado.

Oi, faz tanto tempo.

Soube que estava em casa outra vez.

- Era esse o plano? - Eu vim h� um ano.

- Um ano? - Sim.

- Como sabia que moro aqui? - No Distrito, fazemos milagres.

Me mudei para o Distrito.

Pol�cia de Zelanda central e ocidental.

Voluntariamente?

Completamente volunt�rio. Lugar legal.

Sim, � o apartamento de uma amiga.

Ela se mudou para Nova York com o namorado, ent�o aluguei.

- Caf�? - N�o, obrigado.

Estou no caso do desaparecimento de Julie Vinding.

Certo. Eu soube. Tem sido dif�cil evitar.

Ontem encontramos outro cad�ver, de h� 10 anos, tamb�m uma jovem.

- Talvez o mesmo criminoso. - Certo.

Antes de juntar os casos, gostar�amos de sua avalia��o.

- N�o posso. - Precisamos de ajuda.

N�o vou fazer isso.

Trabalho em um centro de crise, e estou muito feliz por isso.

Respeito sua escolha, mas � um desperd�cio de suas habilidades.

Posso ajudar essas v�timas.

N�o � um desperd�cio do meu tempo.

Em teoria, Julie Vinding ainda est� viva.

Est� ausente... meio ano?

Sabe que o mais prov�vel � que est� procurando um cad�ver.

N�o estou pedindo que trabalhe como consultora para n�s.

O que eu pe�o s�o duas horas do seu tempo.

Duas horas, Louise.

- Est� bem. - Boa.

- Agora? - Sim, espero por voc� no carro.

- Certo, Jan, quer come�ar? - Sim.

Natasha estava amarrada a uma pedra

com suas meias de nylon e jogada no lago.

- Causa da morte? - N�o sabemos.

N�o havia danos no cr�nio e no esqueleto.

Algo suspeito aconteceu antes de ela desaparecer?

Os pais disseram que algumas semanas antes,

ela tinha sido perseguida por um homem.

O que ela usava quando desapareceu?

- O que ela vestia? - Sim.

Um vestido comprido.

Houve uma festa de gala na escola.

Encontraram o vestido no lago?

Encontramos restos de sua bolsa e jaqueta, mas n�o o vestido.

Ent�o ele poderia ter pego?

Por qu�?

Pode ser uma lembran�a ou trof�u.

� a liga��o dele com Natasha.

Atrav�s disso pode possu�-la e reviver o que fez.

Provavelmente n�o foi uma v�tima aleat�ria.

O agressor pode t�-la conhecido.

- E a Julie Vinding? - Foi atacada violentamente.

A bolsa dela e um sapato estavam na estrada.

- Faltava alguma coisa da bolsa? - O celular dela.

E o carro?

Encontrado em Tune na noite seguinte.

Uma testemunha viu uma van cinza

em Greve quando Julie desapareceu.

- Foi roubada em Greve. - Na mesma noite?

Algumas horas antes do desaparecimento.

Ent�o ele a atacou...

arrastando-a para a van, pega o celular e vai embora.

V� uma conex�o com Natasha?

Sim, s�o semelhantes.

A mesma idade, apar�ncia, cabelo...

Tamb�m estava obcecado com Julie?

Acho que ele n�o conhecia a Julie.

Julie foi escolhida porque ela se parece com Natasha.

O vestido desaparecido aponta para

uma forte obsess�o sexual com Natasha.

Portanto, a semelhan�a f�sica

entre as duas garotas � importante.

Indica que � territorial.

Ent�o ele pode ser o mesmo criminoso.

- Tanto Natasha como Julie? - Sim.

Para restaurar sua imagina��o,

precisava de uma segunda v�tima, tamb�m de Greve.

Restaurar? Ent�o pode fazer isso de novo?

Provavelmente.

Com esta informa��o posso dizer...

que � um sociopata com um alto n�vel de agress�o descontrolada.

� controlado por seus impulsos.

Estes tipos de criminosos tornam-se

mais perfeccionistas com cada assalto.

Os ataques podem se tornar

mais frequentes a partir de agora.

Criminosos sexuais deste tipo s� param quando s�o presos.

Sim...

Juntamos os casos de Natasha e Julie.

Perfeito.

- Obrigado a todos. - Obrigado.

Bom dia. Meu nome � Alberta. Inclusive hoje.

N�o est� na hora de falar o seu nome?

N�o? Est� bem.

Mas fa�a-me o favor de apagar o cigarro.

N�o fumamos aqui, sim?

Emma, voc� corre ou ataca?

Fomos muito duros com voc� hoje?

- J� ouviu falar do cad�ver? - Sim. O nome dela era Natasha.

- Voc� a conhecia? - Ia a uma aula paralela.

Disseram que foi suic�dio.

- Tem medo de ir sozinha? - N�o.

Mas o meu turno no Hotel � �s 5:30.

Est� muito escuro quando vou para a esta��o pelas manh�s.

- Posso ir com voc�? - E acordar para cuidar de mim?

- Sim, claro. - N�o. Agora posso me defender.

Voc� tem muito a aprender.

Basta ficar na estrada e evitar as trilhas.

Que somente entre a gente a conex�o entre os dois casos.

Tarde demais. A imprensa j� est�

especulando sobre uma poss�vel conex�o.

Apenas deixe-os especular.

Mas ningu�m diz "serial killer" antes de sabermos mais.

Toda a Dinamarca seguiu o caso de Julie.

Pense na rea��o...

se dissermos que o agressor estava ativo por 10 anos.

Droga!

Sentindo saudades, Julie.

Oi, Sisse, � a Emma. Tem um carro me seguindo.

Talvez era s� algu�m que n�o conseguiu encontrar o caminho.

N�o, sou uma est�pida. Desculpe, Sisse. Esquece.

Nos vemos no treino. Tchau.

- Oi. - Oi.

Acho que precisamos encontrar outra abordagem.

Uma jovem pergunta pelo investigador

dos assassinatos de Greve.

- Assassinatos de Greve? - N�o leu o jornal?

N�o.

- Deveria falar com ela. - Leve-a ao meu escrit�rio.

Oi, Sisse, � a Emma. Tem um carro me seguindo.

Talvez era s� algu�m que n�o conseguiu encontrar o caminho.

N�o, sou uma est�pida. Desculpe, Sisse. Esquece.

Nos vemos no treino. Tchau.

Passei no apartamento dela e n�o est�,

e n�o apareceu no trabalho.

Poderia ter tirado um dia de folga?

N�o, Emma n�o � desse tipo.

- Eu saberia algo sobre ela. - Pode ter conhecido um garoto?

N�o estava namorando. Seus pais s�o

de uma seita crist�. Uma igreja livre.

- Tem uma foto dela? - Sim.

Isto � da semana passada depois de um treino.

- Pode me emprestar seu celular? - Sim.

O que �?

A mesma idade e tipo que a Natasha.

- Temos que rastrear o celular. - Farei isso.

� Louise Bergstein. Deixe uma mensagem.

� Jan Michelsen. Mandarei um arquivo de �udio.

� uma garota que estava a caminho

da esta��o de Greve esta manh�. Emma.

N�o apareceu para trabalhar.

Preciso da sua ajuda.

Ligue para mim o mais r�pido poss�vel.

Oi, Sisse, � a Emma. Tem um carro me seguindo.

Talvez era s� algu�m que n�o conseguiu encontrar o caminho.

N�o, sou uma est�pida. Desculpe, Sisse. Esquece.

Nos vemos no treino. Tchau.

- Louise? - Oi.

Esteve na pol�cia ontem?

Foi apenas uma breve consulta, nada mais.

Acha que � uma boa ideia?

N�o sei.

� sobre as garotas de Greve.

Disseram que poderia ter acontecido de novo.

N�o � sua responsabilidade. N�o foi h� muito tempo...

N�o, eu sei.

Nos vemos.

Recebemos uma liga��o sobre o irm�o

de Julie Vinding. Voc� v� isso?

- Sim, deixa comigo. - Obrigada.

- Oi, obrigado por ligar. - Ele nos pediu para cham�-lo.

- O que aconteceu? - Ele brigou.

Les�es?

Havia tr�s contra ele, foi o mais afetado.

Podemos det�-lo, mas sabemos quem ele �.

Eu cuido disso. Obrigado.

Vou falar com ele.

- Que diabos est� havendo? - Sa� pela cidade.

N�o sa�a desde julho.

S� trabalhei e fiquei junto com minha m�e. Nada mais.

Por que voc� saiu agora?

- Ontem foi seu anivers�rio. - Sim.

N�o pude suportar ficar em casa com minha m�e.

O que aconteceu no bar?

Um deles disse algo sobre a Julie.

Disse que estava jogada num p�ntano, como a Natasha.

N�o devia ter batido nele. Mas ele tem raz�o.

- N�o sabemos. - Minha irm� est� morta!

Entende?

Vamos. Vamos.

Calma.

Vamos lev�-lo para casa.

Sim, Dennis?

N�o conseguimos rastrear o celular de Emma.

Droga.

As c�meras na esta��o de Greve

tamb�m n�o contribu�ram com nada.

Louise Bergstein ligou?

N�o ligou. Por qu�?

Por nada. Nos vemos amanh�.

Sim. At� mais.

- Al�? - � Jan Michelsen.

Investigador no caso de Julie. Nos conhecemos ontem.

Sei que � tarde, mas posso entrar?

Sim.

- Oi. - Oi.

Bom trabalho que voc� fez ontem. Nos ajudou.

Legal.

- Escutou o arquivo de �udio? - Sim.

Certo.

Poderia...?

Emma Holst. Fez a liga��o perto da esta��o de Greve esta manh�.

Ela n�o foi trabalhar hoje. Achamos seu celular e sua bolsa.

A 300 metros do local onde Julie Vinding foi atacada.

- Que idade tem? - Vinte.

O mesmo tipo f�sico que Julie e Natasha.

E ela n�o est� com um amigo?

N�o, n�o est�. J� checamos.

Se � o mesmo criminoso que matou Natasha...

por que esperou 10 anos para come�ar de novo?

Tem que descobrir o que o faz come�ar. Algo estressante.

Como o qu�?

Alguma crise que desperta sua obsess�o com Natasha.

E as novas v�timas?

� poss�vel que ele as mova? Mant�-las vivas?

Se � o mesmo criminoso, acho que n�o.

N�o est� bem organizado.

Por que n�o encontramos Julie?

Bem, acabou de encontrar Natasha.

Esses caras matam suas v�timas nas primeiras horas.

No m�ximo depois de alguns dias.

Emma Holst ainda est� viva?

� isso que est� dizendo, n�o �?

Louise, preciso de algu�m que entenda esses padr�es.

- Se Emma est� viva... - N�o acredito. Desculpe.

Ajude-me a encontrar o criminoso.

Voc� mesma disse, n�o �?

Ele s� vai parar quando for preso.

N�o posso falhar com meu novo grupo.

N�o, claro que n�o.

Se eu ajudar, ser� s� neste caso.

N�o vou voltar para a pol�cia.

Obrigado.

A gente se v� na delegacia.

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