All language subtitles for (indoxxi.net) Anzio (1968) portugis

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Original subtitles

Onde voc� foi

Seu sonhador gentil de olhos brilhantes?

Onde est� o homem que voc�... A BATALHA DE ANZIO

Pensava que conhecia t�o bem? A BATALHA DE ANZIO

Quando voc� se tornou

um soldado tem�vel

Que finalmente encontrou a guerra

� necess�rio esse inferno?

Quando voc� aprendeu

Quanto � vida vale a pena viver?

E que essa terra

vale tudo que voc� est� dando.

Voc� � t�o corajoso?

E voc� � t�o frio?

Ou foi medo que come�ou isso?

Essa raiva dentro de voc�?

Esse mundo � seu

Seus homens n�o encontram respostas

Quem perdeu seus sonhos

Quem perdeu seu rumo e os enviou � guerra

Esse mundo � seu. Todos seus homens.

Tome a terra

Tome o mar

� seu

O mundo � seu

Seus homens n�o encontram respostas

Quem perdeu seus sonhos

Quem perdeu seu rumo e os enviou � guerra

Esse mundo � seu. Todos seus homens.

Tome a terra

Tome o mar

� seu

Ora bem, filhos da..., v�o ver quem � o Richardson!

Vamos l�.

- Qual � o recorde? - Tem que passar dos 20.

- Duvidam? - Vai superar-me, Rich?

Est� me gozando!

- Vai ter a sua segunda medalha. - Est� bem seus filhos da...!

Tr�s...

...quatro...

...cinco...

Acertem na cabe�a, vamos!

Quando era eu, acertavam sempre minha cabe�a!

Duas vezes, no traseiro.

Qual traseiro! Na cabe�a, nos miolos!

- Toma esta, Rich! - � o melhor que sabem fazer?

Pelo amor de Deus! Dick Ennis! Como vai amigo?

Ol�, Wally.

- Para onde nos mandam? - N�o sei. Acabei de chegar.

Tenho uma hist�ria fant�stica, palpitante...

Escrevo not�cias familiares, e n�o pornografia.

Para onde nos mandam? Para casa ou para Roma?

- Descobre e me diz. - Se voc� n�o sabe, quem sabe?

Dezessete!

Dezoito!

Dezenove.

Vinte!

Vinte e um!

- J� chega. Conseguiu, Rich. - O vencedor e novo campe�o!

Richardson, o maior! S�o todos uns ot�rios!

Mas que maldi��o.

Mon ch�ri, voc� � sensacional.

� uma Madonna, uma santa...

Imita mal o Charles Boyer. Imita melhor o Bela Lugosi.

� o Bela Lugosi!

- Que � que ele quer? - Nada. Diz que te desgra�arei.

E tem raz�o.

A desgra�arei, como fiz a outras, de Salerno a Cincinnati. Vai!

Espere.

Primeiro, deixe-me ver o seu pesco�o.

Dick! N�o estava cobrindo Cassino?

Estava, mas acabou o material. Morreram todos.

Paz!

Paz.

- Os Black Devils. - Eu dou primeiro no Rabinoff.

Paz.

A merda com isso! Vamos peg�-los!

Vamos sair daqui.

J� sei o que se passou no Rio "Rapido".

- Deve ter sido uma carnificina. - Sim, foi isso mesmo.

Dois mil Rangers do Texas em barcos de borracha,

e os alem�es do outro lado metralhando-os.

Uma opera��o muito mal conduzida.

Ennis.

Ennis, seu filho da m�e.

Lembro-me de voc�, da Sic�lia. Eu estava em cima de uma �rvore.

Bateram-me com um tubo de metal...

Tenho uma coisa para voc�.

Tome, sargento.

Uma entrada para onde?

Para o Para�so. S�o todas mulheres com classe.

V�o ou perdem a vez.

Eu conhe�o-o?

Sim. � o cabo Rabinoff.

Se mantiver o ritmo, ser� um cabo famoso como Hitler.

Tem uma montanha de medalhas pelos caras que liquidou.

Quando � que v�o avan�ar?

Nunca te entenderei.

H� sete anos nisto, da China � It�lia, e ainda n�o se cansou?

- Quer uma condecora��o? - Que conversa � essa?

N�o tem que estar aqui.

Eu bem queria estar no seu lugar, nem que fosse por cinco minutos.

Tem um bilhete de ida. E se usasse?

- Para ir para aonde? - Para casa, para os EUA!

Os maiores sacrif�cios fazem l�.

� verdade.

Vou pensar no assunto.

Ou�a.

� um amigo que lhe diz...

Come�a a ter uma conversa estranha.

Se fosse militar, te colocava sob observa��o psicol�gica.

- Est� me gozando! - Come�ou a gostar da coisa.

N�o, n�o comecei. Mas o h�bito torna tudo mais f�cil.

Chega. N�o lhes d� dores de cabe�a.

Sentido!

Muito bem Ranges. � hora de ir.

Embarcam daqui a seis horas. As ordens ser�o dadas a bordo.

Muito bem. Dispensados.

Vejo voc� em breve, Dick.

- S�o uns arruaceiros. - At� logo.

Sr. Ennis...

Vi o seu artigo sobre "Rapido" no Quartel-General,

no cesto dos pap�is.

Um general seguiu hoje para casa.

N�o escrevi o artigo para prejudicar fosse quem fosse.

Escreveu de forma muito emotiva.

Aqueles soldados sabiam que n�o tinham que morrer,

mas n�o tiveram tempo de dizer. Eu tive, e disse.

- Voc� � um amigo tem�vel. - A que horas � o desembarque?

Sabe que n�o posso dizer. Ser� informado a bordo.

Anzio! Lindas garotas em Anzio.

Do armaz�m militar americano! Meias de nylon de qualidade!

Meias de nylon de qualidade.

Meias de nylon para Anzio.

Os alem�es v�o ouvi-lo em Berlim.

Fa�o um pre�o especial para Anzio.

Cigarros. "Sigarette".

Chocolates, sim. Cigarros, n�o.

Toma.

Calado.

Agora n�o, estou conduzindo.

Est� bem.

Comam isto e calem-se.

Tenho aqui material do bom. Afastem-se.

Pol�cia! Tire estes caras daqui. Est�o doentes.

Calma. O que �?

S�rio, est�o todos infetados. Eu n�o ia mentir.

Cale-se. Qual � a sua unidade?

Opera��es Especiais canadenses-americanas.

Black Devils. N�o foram os que, na Sic�lia...?

Fomos.

Transporto um ferido grave. Tenho de seguir.

Est� bem.

Vamos! Deixem passar.

Afastem-se. Deixem passar.

Isso mesmo. Muito bem. Muito bem.

Muito bem. Deus salve o Rei. Aqui vamos n�s.

Canta voc�, sozinha.

Um momento.

Quem me ama? Me ama?

D�-me um beijo. Me ama?

Me ama?

Muito bem. Como todas disseram a verdade,

v�o todas receber dinheiro.

Canta. Baixinho.

� muito dinheiro, querida.

Compra uma coisa bonita. Um cortador de grama,

a Sic�lia... Algo que encha os olhos.

- Vem aqui. - Eu?

Compre qualquer coisa.

Voc� � a melhor.

� a maior.

Sim. Aposto que diz isso a todas.

- Marty. - Sim?

Por que n�o? N�o teve um bom ano?

Fez 330 pontos. Ningu�m joga melhor.

Tenho uma surpresa. Vejam.

S�o chocolates.

N�o comam. Vendam. Valem seis milh�es de d�lares.

- Que foi que ela disse? - Quer ir contigo.

E eu quero te levar. � uma boa ideia.

Mas sabem o que o sargento disse?

- O que foi? - "Nada de putas na invas�o."

Ele est� doente, n�o regula da cabe�a.

Ou�a, Anna.

O sargento disse que n�o.

O sargento � filho da puta.

Certo. Todos juntos!

O sargento � filho da puta.

- O sargento � filho da puta. - Calem-se.

Deve ser o general.

Sabiam que ele sofre muito de hemorroidas?

� terr�vel, j� come�ou a afetar-lhe o c�rebro.

Perguntou-me, "Rabinoff, onde diabo se meteu?"

"Desculpe, general, tentei juntar umas putas � invas�o."

"Palavra? Boa ideia, soldado."

Est� quieto por aqui. H� aqui quem queira fazer amor.

Tenho de ir.

Vem aqui.

- Cuide ela. - Sim.

Falo s�rio. Cuide dela sempre, at� isto acabar.

D�-me o meu casaco.

Vamos...

Linda menina.

Viu como � f�cil?

Bem-vindo a bordo, general.

- Tudo a postos. - Muito bem.

General, mais uma fotografia. Olhe para c�.

Pode fazer uma declara��o?

Bem senhores, finalmente.

Lamento o segredo, mas � uma coisa grande.

Hoje, as 02:00h,

o general Jack Lesley ultrapassar� a frente de Cassino,

que continua num impasse, e desembarcar�...

- numa praia de... - Anzio!

- Diabos! Quem falou? - Dick Ennis, International Press.

Sr. Ennis, onde obteve essa informa��o?

Nas ruas de N�poles, general.

Parece um verdadeiro tiro ao peru, Jack.

- Afetar� os seus planos? - De modo nenhum.

Quando 70 mil homens chegarem a terra, s�o obrigados a fazer um espet�culo.

O inimigo ter� que ouvir.

Dwyer, "Chicago Post". Pergunta para o general Lesley.

Que oposi��o pensa ter?

Na �rea tem duas divis�es alem�s.

O Kesselring dever� t�-las na praia em duas horas.

Donovan. Pensa em avan�ar para Roma?

N�o.

N�o. Penso em seguir para Roma com toda a calma.

Seremos o primeiro ex�rcito...

a invadir Roma pelo sul no espa�o de 1500 anos.

Fa�a pose, general.

Uma foto com o general Lesley?

- Obrigado. - Jackson, "London Post".

As colinas de Anzio, se me recordo bem Hor�cio,

s�o um obst�culo perigoso. Avan�ar�o primeiro para l�?

A pergunta � para voc�, Jack.

O primeiro dever de um general � defender a sua posi��o.

Preparo a cabe�a-de-ponte para o contra-ataque do Kesselring.

General Lesley,

afirmam que o primeiro dever de um general deve ser ganhar.

Quanto a mim, cautela e vit�ria n�o s�o contradit�rias.

Certo. N�o se arrisque, como eu fiz em Salerno.

Assegure a cabe�a-de-ponte e seja imprudente depois.

� tudo. Obrigado e boa sorte.

Como se soletra isto?

A-n-z-o, n�o �?

N�o. Isso � "An-zo." � para "Anz-ee-o" que vamos.

Para que esquentar? Nos caix�es, o nome estar� certo.

- A-n-z-i-o. - L�-se "An-zaio," certo?

Cellini, como se pronuncia � italiana?

Mal-humorado.

Onde escreve, quando tem combate?

Na linha da frente, com voc�s.

Essa coisa o protege devidamente?

N�o muito.

Stimler, quando desembarcamos?

Daqui a quatro horas.

Vou verificar o meu equipamento.

� vontade. Comeram bem?

�timo. Vemos-nos nas praias.

- Comeram bem? - Sim, general.

Esperamos que os Krauts tenham uma indigest�o.

Se n�o tiverem, n�s provocamos.

Sr. Ennis.

N�o fa�o adula��es aos jornalistas,

como certos generais.

Todavia, gostaria de esclarecer umas coisas.

Sabe o que significa realmente uma vit�ria em combate?

N�o s�o s� ganhos territoriais.

Houve batalhas perdidas depois de alcan�ados os objetivos.

O terreno ganho deve ter em conta o seu custo.

O seu custo em termos de vidas humanas.

Esta invas�o ser� bem sucedida,

como a maioria dos desembarques em grande escala.

A diferen�a entre ser um �xito ou um fracasso

saberemos apenas depois de chegarmos �s praias.

Sou respons�vel por duas coisas, Sr. Ennis.

Pela minha miss�o e pelos meus soldados.

Dou valor � vida humana. Pode publicar o que eu disse.

N�o foi Napole�o quem disse,

"Um general que se preocupa com os soldados s� pode fracassar"?

Posso ser cauteloso, Sr. Ennis, mas n�o sou pacifista.

H� muitos anos que acompanho o seu trabalho.

Por que participa nestas miss�es?

� para isso que me pagam. � o meu trabalho.

Eu sei, mas...

Naturalmente, tamb�m tenho que...

Tenho que responder � pergunta que me assalta

desde o primeiro cad�ver que vi:

Por que � que nos matamos uns aos outros?

Como � que um indiv�duo vulgar, bonach�o,

que n�o faz mal a uma mosca,

� capaz de bombardear gente desconhecida, de um avi�o?

� a lei da sobreviv�ncia. Na guerra, � matar ou ser morto.

N�o acredita nisso...

Se n�o acreditasse, n�o estaria aqui. Qual � a sua resposta?

Ainda n�o encontrei. Quando encontrar,

o senhor ser� um dos primeiros a saber.

O seu casaco, senhor.

Rumamos para Anzio.

Est� frio.

Os desembarques s�o sempre frios.

Com licen�a, Sr. Ennis.

- N�o podem calar? - � vontade.

Quanto tempo?

14 segundos.

Abe, mais uns minutos e ter� outra medalha por bravura.

Bem que a trocava por um cupom de racionamento civil.

� a vez de Roma.

Que quer dizer?

Nero tocou harpa em Anzio enquanto Roma ardia.

Agora, � Roma que v� os c�us incendiados.

Est� bem, Rangers. Vamos!

Avancem.

White Cloud, mexa-se!

Vamos rapazes.

Avancem.

A noite est� calma.

Sim, tal como em Salerno.

- Eles nos deixaram avan�ar... - Calado.

- Foi assim, em Salerno. - Calado.

Estou sentindo...

Est� quase...

Esperem.

Vamos.

Vamos!

�s tr�s horas!

Ningu�m poder� dizer que Anzio n�o ofereceu resist�ncia...

Vamos avan�ar, sargento.

- Qual � a situa��o, Pete? - N�o � como em Salerno.

Nunca vi nada assim.

Avan�amos 5km e nos entrincheiramos.

- E se n�o houver resist�ncia? - Esperamos por eles.

- Vamos. - Coronel...

- Um favor. - Diga.

Um jipe, para eu dar uma olhada por a�.

Quem vai entalar agora, Ennis?

- Um jipe com motorista para ele. - Sargento, um jipe com motorista.

Um jipe e um motorista.

- N�o sei se haver� motorista. - Temos um muito bom.

Ele podemos dispensar. Cuidado com ele, � virgem.

Vamos.

Pare.

O que foi?

Havia qualquer coisa l� atr�s. Vamos ver.

� um inimigo.

O que ter� acontecido?

Aposto que agora teria mais cuidado.

O mundo � pequeno.

- Que faz? - Ando por a�.

Isso pode ser perigoso. Viu alem�es?

- N�o. E voc�? - Um par de vagabundos.

No mesmo estado que ele?

Era uma posi��o estrat�gica vital. Tive que abat�-lo.

- Quer carona? - Por que n�o?

Onde se meteram os alem�es?

N�o sei. Se a coisa se mantiver assim, chegaremos a Roma.

Olhem!

Come�o a pensar que eles n�o sabiam de nada...

e que fizemos grande surpresa.

N�o temos nada. Eles podem avan�ar sem problemas!

Nem temos um campo minado para faz�-los recuar.

H� dois dias, com a Divis�o Goering aqui,

eu os teria arrasado.

Senhor comandante, o general von Vietinghoff.

Kesselring. Sim. Sim, ouviu bem.

Eles est�o desembarcando, e n�o temos como det�-los.

Podem entrar em Roma.

Claro que eles est�o aqui por causa das colinas.

As estradas 6 e 7, e a via f�rrea. As nossas vias.

N�o, n�o pode.

N�o vou desguarnecer Cassino.

Podem me surpreender, mas n�o me assustar.

� muito am�vel. Que for�as pode me ceder?

A 3� Divis�o Blindada?

Quero-a aqui hoje � noite, com tanques e lan�a-chamas.

Sei que ter�o que avan�ar de dia,

que ser�o bombardeados e que sofrer�o baixas.

Quero novamente a Divis�o Hermann Goering.

Vou deslocar a 19�...

da colina 165.

Receio que haja brechas,

mande os cozinheiros e os generais para frente.

Senhor comandante, o Reconhecimento A�reo.

� claro que eu estava brincando. N�o desligue.

Nem entende uma piada...

Kesselring. Sim.

O qu�?

Cinco quil�metros?

Tem certeza?

Disse cinco quilom...?

Tem certeza?

Cinco qui...

Obrigado.

Como militar, me envergonho com eles.

Entrincheiraram-se.

Est�o se metendo debaixo da terra.

R�pido, quero o 71� de Infantaria a postos dentro de uma hora.

N�o. Dentro de meia hora.

Von Vietinghoff, n�o tenho for�as nenhumas em Anzio!

Nas pr�ximas horas, tenho que me virar sozinho! Heil Hitler!

Eu o acordo �s seis.

Hoje � noite, poder�o dormir em Roma.

A minha �nica defesa � eles n�o saberem.

Devemos estar perto de Roma. Isto parece Westchester.

Filad�lfia � que n�o �.

Os Krauts n�o a pouparam.

- Movie, Roma � assim. - Roma?

� boa!

- Eu saio aqui. - Vamos avan�ar.

� uma loucura.

Ser� o primeiro invasor vindo do sul, em 1500 anos.

- Eu? - � o homem armado.

- Pois �. - Serei outro J�lio C�sar.

Melhor ainda. Ele n�o arriscou a vida num jipe.

Alem�es.

V� por aquele beco, depressa.

Ei!

Cale-se.

Cale-se!

Fale mais baixo.

Os alem�es?

O qu�?

Ele disse que as tropas partiram h� umas semanas.

S� est�o aqui as SS e a Pol�cia Militar.

- � uma cidade aberta. - Que fazemos?

Pegamos o jipe e corremos para praia avisar a mam�e.

Movie, anda.

- Estou apaixonado. - Anda!

Eu voltarei!

Eu arriscaria avan�ar.

N�o esteve em Salerno.

Agora, mudamos de t�tica.

Ficamos debaixo da carapa�a, como as tartarugas.

Onde est�o os tanques e os caminh�es?

Daqui a Roma s�o tr�s horas. Ele n�o pensa nessa hip�tese?

Por que n�o pergunta?

� isso que vou fazer.

Parab�ns �s suas tropas. Surpreenderemos o Kesselring.

- General Lesley? - Sim, general Starkey?

Solicito o envio de uma patrulha a Roma.

N�o posso provocar um ataque.

- Mas... - Indeferido! Luke.

O que acha?

Tivemos muita sorte, Jack. Pod�amos arriscar.

- Duzentos homens? - Por a�. � uma ideia.

Isso pode alertar o inimigo...

e lev�-lo a nos atacar antes de estarmos preparados.

Ainda falta estabelecer a cabe�a-de-ponte. Isso � vital.

Este sil�ncio � uma estrat�gia muito h�bil.

Pensamos em tudo menos nisto. Mas � demasiado h�bil.

Deu-nos o que quer�amos, um desembarque tranquilo.

General Starkey,

a estrat�gia do Kesselring � fazer-nos avan�ar.

Estou certo de que nos preparou uma bela recep��o.

Pois o marechal Kesselring ter� muito que esperar.

Nos movimentaremos apenas nas praias.

E se ele ainda n�o tiver for�as para atacar?

Nesse caso, daqui a cinco ou seis dias, ap�s uma avalia��o...

alicer�ada em informa��es s�lidas, iremos ao encontro dele.

Tal como eu pensava.

O Kesselring est� ficando inquieto. N�o lamento que assim seja.

Em cheio no porto. Artilharia mais pesada do que a nossa.

- Um jipe americano. - Onde?

Vem da frente.

- Roma, Sr. Ennis? - Sim.

Entramos a 60 por hora e sa�mos a 80.

As estradas n�o estavam cheias de tropas do Kesselring?

N�o. Seria uma cidade aberta, se n�o fosse as SS e alguma pol�cia.

Quer que eu fa�a um reconhecimento?

Ele n�o montaria uma cilada para um jipe.

N�o. N�o avan�amos. Apanharemos a raposa,

mas seremos n�s a decidir a altura. Obrigado, Sr. Ennis.

O 64� de Infantaria vem a�.

Excelente. Vamos encurral�-los.

N�o os percebo.

Desembarcaram e ficaram na praia.

Anzio � um campo de prisioneiros muito barato.

50.000 homens alimentam-se por si.

Parece que estou no teatro assistindo uma farsa.

Estamos sentados no escuro, e eles est�o no palco iluminado.

Seguimos os gestos do ator.

Ele acende um cigarro e n�s apagamos o f�sforo.

S�o muito jovens. Alguns devem ter o qu�, 15 anos?

Sim. Mas t�m coragem e orgulho.

Se o orgulho vencesse batalhas, conquistar�amos o mundo.

Mas as guerras se ganham com armas, gasolina e petr�leo.

N�s temos que mendigar tudo. Eles, basta um sargento pedir.

Todavia, temos raz�es para esperar o melhor.

Preparemo-nos, ent�o, para o pior.

Quero uma nova frente, mais impenetr�vel que a de Cassino.

Campos fortemente minados. Casas fortificadas.

Casamatas, redutos,

um muro de a�o e de concreto por toda a It�lia.

Recrute o m�ximo de italianos que conseguir,

mas aten��o, trabalhe s� � noite. A camuflagem � essencial.

O inimigo n�o pode perceber nada.

Entendido. E qual o nome de c�digo?

Defende Roma... "Linha C�sar."

Comandante, movimento de caminh�es inimigos.

Sim, estou vendo, em frente � Cisterna.

T�m um bom servi�o de informa��es. � o nosso ponto mais fraco.

Transformemo-lo no mais forte.

Tenho ensaiado isto... Quem estou imitando?

- "Mammy!" - A Shirley Temple chamando a m�e.

Engra�adinho.

- Sr. Ennis? - Sim.

Antes que se esque�a, d�-me o endere�o?

Que endere�o?

De Roma. A garota... Diga-me o nome da rua.

Olhei para o mesmo lugar que voc�.

Eu sabia.

- Fico aguardando boas not�cias. - Sim, general.

� um prazer inesperado.

Vim desejar boa sorte aos seus homens.

� uma miss�o arriscada, coronel,

mas sabemos que h� uma brecha at� Cisterna.

Levam pouco equipamento.

- Sim, general. - Todos menos eu.

Fa�a os maiores estragos que conseguir.

Estar� sozinho umas horas, mas, quando os tanques chegarem,

a frente cair� rapidamente.

- Daremos o nosso melhor. - � assim mesmo.

- Nos vemos pela manh�. - Sim, general.

- N�o tem que vir, Ennis. - Eu sei, coronel.

- Quer uma arma? - N�o, obrigado.

- A coisa pode ficar feia. - N�o sou novo nisto.

E, assim, n�o poderei escrever a seu respeito.

Que al�vio!

1� e 3� Batalh�es a postos.

Muito bem, Pete. Leve os seus homens para o ponto de partida.

Um guia dos Black Devils estar� � sua espera. Fiquem atentos.

Se ele for um bom guia, nos encontra.

Sargento?

Viemos da �frica at� aqui...

sem nenhuma ajuda especial.

Compreendo. Mas os guias t�m experi�ncia.

- Movimentam-se atr�s do inimigo. - Sim, coronel.

- Pete, avance. - Entendido.

- Formar! - Formar!

No ch�o!

Algu�m desmaiou?

Ennis! O mundo � pequeno.

Deve ser o nosso guia.

Sou, capit�o. Cale o bico e siga o meu traseiro.

Cabo...

Considere-se detido.

O senhor manda, capit�o. N�o fiz aquilo por mal.

Compete-me zelar por todos,

d� l� por onde der. Confie em mim.

Eu confiaria nele.

A partir de agora, estamos atr�s das linhas.

Passe a informa��o. N�o falem, n�o sussurrem, caminhem calados.

Muito bem.

Estamos atr�s das linhas inimigas...

- N�o quer voltar para tr�s? - Vim at� aqui, "papai".

Est� bem. Voc� � que sabe.

- Gosta de fazer isto? - N�o me importo.

� uma bela de uma atitude.

- N�o resisto a uma boa reportagem. - � por isso? N�o me diga.

- Que diabo de... - N�o sei por que fa�o.

Eu sei por que fa�o. Um dia, te conto.

N�o tem nada a ver com a democracia.

Alto.

Vinho, peixe fresco e mulheres a 6 km. Transmita.

� Cisterna.

Terreno aberto. Mande os homens avan�arem, sargento.

- Sr. Ennis? - Sim.

Assim que conquistarmos Roma,

ponho um an�ncio no jornal.

Que disse?

Ponho um an�ncio no jornal com a descri��o dela.

- N�o dar� resultado. - Por qu�?

Em Roma, h� milhares de garotas como ela.

O monte de feno!

Protejam-se!

- � mau. Muito mau. - � uma cilada.

Ca�mos na armadilha.

Ligue para o comando! Diga que estamos cercados.

Enfrentamos tanques. N�o tenho como combat�-los.

Deponham as armas e mostrem-se.

Deponham as armas. Ser�o bem tratados.

A Conven��o de Genebra os protege.

T�m 20 segundos para responder.

Cabe�a-de-ponte, aqui Rangers 1-9.

Quinze.

Dez.

Cinco.

Negativo!

Est� fora.

- Cabe�a-de-ponte, aqui Rangers... - Levanta!

Est� fora.

Continue tentando, Andy.

Estamos cercados por tanques. Repito, tanques.

Primeiros-socorros!

Atingiram o Ennis!

� uma carnificina. Escutam?

Est� bem.

Descobri que eles n�o atiram nos mortos.

Seu grande filho da puta.

N�o podemos nos fazer de mortos. Estamos armados.

Cada um se defende como pode.

Diga isso ao cara que morre se arriscando por voc�.

Vamos para aqueles arbustos, �s quatro horas.

- Rabinoff! - Calado.

- Vamos para os arbustos. - Quem?

Eu.

Boa sorte.

Vamos.

- Quer? - N�o.

Um lan�a-chamas!

- Isto vai aquecer. - V�o nos pegar.

Vamos ver l� atr�s.

Talvez nos safemos se chegarmos �quele matagal.

Alto!

Um campo minado.

Deem meia volta devagar e retrocedam por aonde vieram.

Vamos enfrent�-lo. Talvez consigamos abrir caminho.

- Deixa as granadas. Apanhe pedras. - Por que pedras?

N�o temos alternativa contra o tanque. Antes as minas.

- Que diabo est� fazendo? - Abriguem-se!

Outra vez!

- Quem te ensinou isto? - Um velho chin�s.

- Ele se safou? - N�o.

Mas podia ter se safado.

Vamos ajud�-lo!

- Algu�m est� de olho no tanque? - Sim!

Abaixem-se!

Atira!

Dev�amos nos render. Transmita.

Abaixem-se!

Ele ouviu esta!

Vamos!

Deus � amor!

Grande doido...!

N�o custa nada.

O idiota conseguiu.

Vamos!

� onde est�vamos.

776 dos nossos.

Para nada.

- Ligue isso. - J� deu o que tinha que dar.

Arrume-o.

- Ent�o? Comunicados? - Nenhum, Jack.

- A resist�ncia � grande. - Aqui Rangers 1-9.

- Aqui Rangers 1-9. - Escuto, Rangers...

Onde est�o?

Consegui liga��o, n�o sei por quanto tempo.

Cabe�a-de-ponte, fala o Dick Ennis.

Estou nos Montes Alban com os sobreviventes.

Lamento interromper o jogo, general,

mas achei que gostaria de saber que perdeu uns pontinhos no mapa.

O 1� e o 2� batalh�es de Rangers foram dizimados.

De 767 homens, h� 7 sobreviventes

para testemunharem mais uma asneira da grossa.

S� que esta foi original. N�o se deve a um general imprudente,

mas a um general excessivamente cauteloso.

Uma unidade inteira dizimada devido um general temeroso.

Sei que n�o costuma acontecer, mas aconteceu.

Um general temeroso.

Levou-os para um parque e abandonou-os num cemit�rio.

Estamos perdendo o sinal.

Um cemit�rio.

- N�o d�, n�o? - Perdemos.

N�o d� sequer uma p�lida ideia da situa��o.

- Eles n�o ouvem. - Eu sei. Nunca me ouviram.

N�o � uma puta? Uma puta est�pida, indecente e in�til.

Que vai fazer, sargento?

Eles morreram. Faz parte da coisa.

Por que bater no r�dio?

Espero n�o venhamos precisar dele.

Eles morreram. N�o h� nada a fazer.

A� vem ele.

Suspendam a respira��o.

� nosso?

� nosso. � nosso!

� dos nossos!

Largue bombas, lindo!

- Abaixe-se. Abaixe-se! - Anda, meu lindo!

No ch�o. A mata est� cheia de Krauts.

N�o vejo nada.

Eles est�o por aqui. Acreditem que est�o.

Parecem caminh�es.

- Um posto de abastecimento? - N�o. Estamos longe de tudo.

Parece mais uma pris�o. Veem aquela brecha nas �rvores?

- � uma veda��o de arame farpado. - As �rvores mexem-se!

- � um estaleiro. - Milhares trabalhando � for�a.

- Em qu�? - Estradas, pontes, via f�rrea...

Com tantos homens e equipamento, deve ser uma coisa grande.

- Dev�amos ir ver. - Acha?

Eu acho que sim. A minha miss�o � nos tirar daqui.

Os caminh�es podem ir para Roma ou at� para a Iugosl�via.

Por que est�o movimentando betoneiras �s seis da tarde?

Como os alem�es n�o t�m defesa antia�rea, trabalham de noite.

Estes batedores irritam-me como tudo!

- Recusa seguir o seu instinto. - N�o, estou farto de...

Se calhar, � o que estou fazendo. Rabinoff, vem aqui.

Est� bem, mas ser� � minha maneira. Vamos em grupos.

Cellini, voc� e o Andy. Doyle, Movie, v�m comigo.

O Richardson e o Rabinoff. Dick?

- Sim. Ainda escrevo um artigo. - Fique com esses caras.

Isto talvez te d� uma m�o.

Duvido.

O que �?

Uma senhora armadilha.

Ainda � melhor do que a Linha Cassino.

Quando os nossos abandonarem a praia, ter�o isto � espera deles.

E quanto a isto?

voc� v� e depois n�o v�. Nem sirenes nem apitos. Nada.

� muito secreto para sirenes.

Agora, que j� vimos, que fazemos?

Memorizamos o que pudermos.

Vai por aquele lado. Eu vou por este.

Seria bom ter algu�m no meio.

V�o. Encontramo-nos aqui.

Se conseguiu entrar, tira-me daqui.

Eu me rendo!

Eu me rendo!

�amos desistir. O Richardson?

N�o espere por ele, Abe.

- Por qu�? Que aconteceu? - Levou um tiro.

- Como foi? - Que importa isso? Morreu.

� simples, n�o �? S� isso.

Quando voc� est� morto, voc� est� morto.

Isso � tudo.

Lembre-se disso. Pode te ajudar.

D� gra�as por n�o ter sido voc�.

- � capaz de continuar? - Sim, por que n�o?

Se a casa bombardeada for segura, passamos a noite l�.

Movie, Cellini, vejam o por�o. Doyle, v� l� em cima.

- Rabinoff, vem aqui. Dick? - Sim.

Vamos ver isto.

A costa. Anzio, Roma e Cisterna.

Esta deve ser a linha defensiva. Estamos aqui?

Sim.

O nosso objetivo � regressar depressa a Anzio,

de prefer�ncia inteiros.

Dev�amos rumar ao sul e passar as linhas em Cassino.

Levaremos um m�s. As defesas estar�o fortalecidas.

Se h� pressa, s� h� uma maneira: Rumar para Anzio.

N�s estaremos rastejando sobre os mortos.

Os vivos � que me preocupam. Fazem maus ju�zos.

Esta guerra est� melhorando. Vou mostrar-lhes uma coisa linda.

Vejam o que eu descobri.

Anda. N�o tenha medo.

Ningu�m te far� mal.

Eu n�o deixarei.

Anda.

N�o tenha medo.

� um cen�rio agrad�vel.

Quem s�o e o que fazem aqui?

Emilia Sibilio.

Vivem aqui. � a casa delas.

Viram alem�es, hoje?

Pergunta se ela sabe o que acontece em Anzio.

Os alem�es est�o atacando. Est�o nos empurrando...

Nos empurrando para o mar.

Anna.

Falo algum ingl�s, n�o muito bem.

A minha m�e disse que s�o bem-vindos.

Somos tr�s mulheres sozinhas.

A comida � pobre, mas...

...dividiremos com voc�s.

Nunca tive melhor oferta, nesta guerra. Obrigado, Diana.

- N�o, Anna. - Anna.

Des�a e traga a sua fam�lia.

Ra��o de combate.

Muito bom.

- Onde arranjou isso? - Encontrei-o.

Fabricado na Alemanha.

Fabricam bons brinquedos.

- Black bird? - Sim.

N�o entendo. A��o?

� bom que algu�m entenda, e depressa.

A sua casa, esta casa, est� no meio de uma guerra.

Quanto mais depressa disser � sua m�e, melhor.

N�o podemos partir. A minha fam�lia viveu sempre aqui.

Sempre na mesma casa. H� quatro gera��es.

N�o podemos deix�-la.

E temos que esperar que o meu pai volte.

- Onde est� o seu pai? - Os tedeschi levaram-no para...

...como se diz...?

Os alem�es levaram-no para trabalhar na linha defensiva.

Sim. H� cinco dias.

Um dia estava conosco, e no outro n�o.

Lamento, Anna.

Do princ�pio.

Tutti, tutti, tutti. Ao mesmo tempo.

Vai, Cellini.

Que aconteceu?

Que aconteceu? Que se passa?

O casaco.

Morda-o.

Calma.

Calma.

Parado, parado.

Ou�am...

Ele precisa mais de ar do que de companhia.

- Podemos ajudar? - S� se tiver um curativo r�pido.

Muito engra�ado.

De gritos. � o meu est�mago.

Uma granada japonesa.

Arrebentou-me as entranhas. � s� estilha�os.

Quando estou tenso, contrai-se...

...e � o diabo.

Eu devia estar tenso.

Bem visto. Devia estar no hospital e n�o na guerra.

Disseram isso quando me deram alta.

Teve alta, foi para o Canad� se alistar?

Sim.

- E a inspe��o m�dica? - Menti em rela��o � idade.

� doido.

Voltou, com as entranhas arrebentadas? Por qu�?

- Uma entrevista, agora? - N�o tem melhor para fazer?

- Por que voltou a se alistar? - Por qu�?

Porque gosto disto. Senti falta. � isso que eu quero.

Apesar da lama, do sofrimento, dos palha�os dando ordens,

para mim n�o tem melhor.

Vivo mais num dia do que um cara que vende sapatos h� 40 anos.

Vejo e sinto mais,

saboreio mais, penso mais. Sou mais.

Percebe? Sou mais.

Viver n�o � s� respirar.

- Entende? - Entendo.

Voc� � como eu.

�. A guerra faz parte de voc�.

Quando esta acabar,

ir� para outra, e espero poder te acompanhar.

Foi complicado.

Isto � algum vel�rio?

Sam, onde est�?

Vem aqui, temos o que fazer.

Do princ�pio.

Uma pele linda.

Sil�ncio!

Apaguem as luzes e o fogo!

T�m um s�t�o?

S�t�o! S�t�o!

Abra, senhora.

- Vamos. N�o pode ficar aqui. - Ennis, vamos!

Vamos.

- N�o posso ir. - Tenha ju�zo.

Sabe o que te far�o se te encontrarem?

- N�o, n�o posso ir! - V�o!

- Vem? - Vai.

Est�o � sua espera. Grazie.

- Anda! - E elas?

N�o � problema nosso. Temos de ir para Anzio!

Caramba, o cara � bom.

Chega para l�.

Deixe-o.

- Est� ferido. - Est� morto.

Serve de prote��o.

- Tem certeza que est� morto? - Agora, est�.

Ele � bom mesmo bom.

Pode crer.

Onde est�?

A 50 metros, por ali.

Quantos ser�o?

Talvez uns quatro.

- De onde veio isto? - Dali, �s onze horas.

Estamos cercados.

- Abe! - Sim?

Como est�?

- Ainda nada. - Vejo poeira � sua direita. Aten��o.

Confirmado!

Vamos apanhar o cara �s onze horas.

Lance a granada.

Ao mesmo tempo, n�s avan�amos.

Certo.

Agora?

- Agora. - Agora.

Movie. Movie!

Estou bem.

Fique a� e proteja o Stimler.

Isto n�o est� bom.

Vamos regressar � vala.

- Andy? - Sim?

Proteja-nos. Regressamos � vala.

Ok, mexam-se.

Vamos.

Ok, Andy!

- Andy! - Espere...

- Cellini. - Sim.

Avan�a 20 metros pela vala.

Fique atr�s dele e fa�a sinal.

- Quando eu disser, cai em cima. - Certo.

Agora!

Abe!

Abe!

Sim, Dick?

Est� bem?

Estou ferido. Dick?

O Andy e o Cellini morreram.

Est�o nos liquidando um a um.

Vou ca��-lo.

- Movie! - Sim.

Inimigo �s quatro horas. Primeiro buraco deste lado.

Vou ver se o ca�o. Proteja-me.

Certo.

Vou sair.

Vai!

Espero que escreva uma boa reportagem.

Tenha cuidado.

Rabinoff...

Avan�a, Rabinoff!

Estou vendo.

Muito bem, Movie.

Mantenha-o sob a mira.

Certo.

Peguei-o!

Tem outro, Movie. Fique de olho nele e me proteja.

Estou aqui, alem�o.

Bem-vindo ao clube, Sr. Ennis.

S� restamos n�s?

Vamos. Ainda temos que andar um quil�metro.

T�m artilharia aqui,

metralhadoras aqui,

e armadilhas para tanques aqui.

Tem campos minados aqui e aqui. A zona est� toda minada.

Bunker, bunker, bunker. Bunkers at� aqui.

Esta agora...

Paul, j� viu como �.

Quero um bombardeamento maci�o. Eles n�o far�o mais nada.

Aquela linha defensiva tem de ser destru�da.

Ataque com tudo o que tiver.

Sr. Ennis, obrigado.

Jack, vamos at� � linha defensiva. Nos acompanha?

- Vou acabar isto primeiro, Luke. - Muito bem.

- Fez um trabalho excelente. - Obrigado.

Suponho que ir� tirar umas longas f�rias em N�poles.

N�o. Vou acompanhar a sua cena mais algum tempo.

J� n�o � a minha cena, Sr. Ennis. Volto para casa.

Fui exonerado.

Fui substitu�do anteontem pelo general Howard.

Napole�o e o senhor tinham raz�o.

O meu epit�fio,

escrito pelo punho do ilustre Winston Churchill:

"Contava com um ataque digno de um lince,

mas o que temos � uma baleia encalhada."

- Ele sabe ser incisivo. - Sim...

Mais uns dias...

e eu deixaria Anzio com um pouco de honra.

Mas sempre sai daqui com vida.

Isso j� n�o � mau.

- E agora? - Agora?

Como vai ser?

Acabaremos por vencer. Exigir� mais tempo,

mais vidas, mas recha�aremos o Kesselring.

O general Carson entrar� vitorioso em Roma.

E depois?

Derrotamos o inimigo, ganhamos a guerra.

E depois?

Escolhemos um lado e recome�amos tudo?

- Pensa que isto � um jogo? - N�o � o jogo supremo?

E n�o tem a ver com sobreviv�ncia?

N�o. Nem com prote��o nem com saciedade.

Encontrou a sua resposta...

Creio que sim. Os homens matam por gosto.

Por gosto? S� isso?

S� isso. Gostam de matar.

A Hist�ria prova que a guerra nunca resolveu fosse o que fosse.

Mas pegue numa arma, enfrente outro homem,

e viver� o momento mais intenso da sua vida.

Porque est� apavorado e tem que matar.

Matamo-nos por gosto...

� uma censura terr�vel que faz � Humanidade.

Sim, �. Mas, se a reconhecermos,

talvez possamos aprender a viver uns com os outros.

Talvez.

Sr. Ennis!

- Ela � minha! - Ol�, Movie!

Sr. Ennis, veja! No arco!

Dois mil anos mais tarde.

Nada muda, exceto os uniformes e o transporte.

J� vimos o her�i vitorioso. Vamos.

Tradu��o: Isabel Borges Revis�o: Kilo

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