All language subtitles for The Uncanny Counter - S01E16 - Episode 16

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Original subtitles

UMA SÉRIE ORIGINAL NETFLIX

PERSONAGENS, ORGANIZAÇÕES,

LOCAIS E CARGOS SÃO FICTÍCIOS.

EPISÓDIO 16

GREVE CONTRA A DEMOLIÇÃO

REVELEM A VERDADE E PUNAM TODOS OS RESPONSÁVEIS

Ele ficou mais forte.

Achaste que podias tratar de mim estando tão fraco?

Mo-tak!

Acertei na perna?

Não!

Mun.

Mun.

Ouve, Mun.

No fim,

poderemos não estar contigo.

Entendes o que tento dizer?

O Shin Myeong-hwi é pura maldade.

Podes ter de acabar com ele sozinho, Mun.

Portanto, levanta-te e luta,

seja como for.

Mun!

Mun.

Nós os três já morremos uma vez

e fá-lo-emos novamente por ti.

Primeiro, vamos curar a perna.

A tua perna...

Não.

Obrigado.

Obrigado, Sra. Chu.

Estou grato a todos.

Mas...

Estou mais confortável com a perna assim.

Não.

Mun, não.

Não, Mun!

Céus. Não há dúvida de que é o trunfo da nossa equipa.

O Mun é mesmo...

... prodigioso.

Certo.

Estás determinado a encontrar-te com os teus pais hoje.

Este cabrão...

Eu evoco

o espírito nele!

Certo. Faz isso.

Mas só para que saibas, não vais conseguir vir

esses cotas com quem vives depois disto.

O que queres dizer?

O que aconteceu aos meus avós?

Quem achas que está dentro daquele carro?

Céus.

Querida, acorda.

Mas que raio aconteceu?

A escolha é tua.

Vais escolher os teus pais mortos em vez dos teus avós vivos?

Não!

Mun.

Nós tratamos disto.

Eu paro o camião!

Não...

Ó, céus.

Está a fazer outro truque telecinético. Não se move!

Não vês?

Sou o único que se pode certificar que este acidente não ocorre.

Não.

Eu acredito

no Mo-tak,

na Ha-na

e em nós como equipa.

Eu acredito em nós, sacana!

Por vezes, as coisas parecem injustas

E põe-nos à beira das lágrimas

- Sem motivo - Sem motivo

Para pessoas comuns Nunca em primeiros

Mãe.

Mun, o que se passa?

Receber um aplauso

Mun, não. Sai dessa!

Mãe...

Mun, não. Essa não é a tua mãe. Não o deixes enganar-te!

Tens de salvar os teus pais.

Tens de os salvar!

Por favor! Chegou a tua hora, seu cabrão!

Como?

Conseguiste.

Muito bem.

- Céus. - Ó, querida.

Ei, vocês estão bem?

Muito bem, gente.

O Mun conseguiu.

Ha-na.

Conseguimos!

Superámos os poderes telecinéticos daquele diabo.

Se não fôssemos eu e a Ha-na,

estaríamos em grandes problemas.

Conseguimos.

Céus, acabou.

Mun.

Sim?

Acabou?

A minha mãe e o meu pai?

E os meus avós?

Estão todos bem.

Obrigado. muito obrigado.

Devíamos agradecer-te a ti.

Todos nós.

Todas as almas aprisionadas

ascenderão a Yung em breve.

Aí, poderás finalmente encontrar-te com os teus pais.

Em total conformidade com as leis de Yung,

entregar-te-ei às autoridades judiciais como criminoso.

Aposto que achas que acabou.

Esta batalha será eterna.

O teu destino amaldiçoado

vai levar-te a uma morte dolorosa.

E todos à tua volta

também morrerão por tua causa.

Não.

Não me importo que seja só o início.

Até ao dia em que não haja um espírito maligno,

eu lutarei

incansavelmente.

E o mais importante é...

... que estás acabado, sacana.

Ainda bem que os avós dele estão bem. Apaguei-lhes as memórias.

O camionista também está bem.

Eu levo os avós do Mun a casa.

E o Shin Myeong-hwi?

Ele voltou a entrar em coma agora que o espírito se foi.

E se ele nunca acordar e morrer? Isso nunca acontece, certo?

Não pode ser.

Ele tem de pagar pelo que fez.

Não se preocupem.

Este mundo não é nada fácil.

Eu levo-o ao melhor hospital do país e certifico-me de que vive.

- Ei, Mo-tak. - Sim?

Também não devias ir a um médico?

Talvez...

Porque fizeste o truque de homem forte no meio da estrada?

Parecias um duplo.

Como? "Duplo"?

Sabes porque fiz aquilo...

Se não fosse eu, estávamos...

- Esquece. - Eu levo o Mun às costas.

És pior que ele. És tão mazinha, Ha-na.

Pergunto-me se se encontrou com eles.

Eu sei. Bom trabalho. Muito bem.

- Bom trabalho. - Mexe-te.

Certo.

Isto significa que morremos?

Não acredito.

Porque é tudo branco? Estamos nos céus?

Idiota, como podemos estar nos céus?

Sabes que não merecemos.

O que fizemos de mal?

Apenas seguimos ordens e trabalhámos duro.

Certo. Mas foi tudo para coisas más, Idiota.

Que seja. Eu vou rezar.

Ainda não é tarde.

Mais vale tarde do que nunca.

Caramba, porque rezas? Nem és religioso.

Por favor...

Lamento. Por favor, perdoa-me. Não quero morrer.

Por favor, deixa-me viver. Vou trabalhar duro.

Serei bom. Por favor...

Por favor, dá-me uma oportunidade.

Faço tudo o que me disseres.

- Faremos tudo. - Dá-nos uma chance.

Por favor, dá-nos uma chance.

Se morremos,

então e o Mun?

O meu bebé, Mun...

Só tem 11 anos.

Irão os pais do Mun

reconhecê-lo? Ele agora tem 18 anos.

Não sei.

Passou demasiado tempo.

Tivemos um acidente rodoviário

e estivemos aprisionados num espírito tanto tempo?

Devem sentir ter acordado de um sono muito profundo e longo.

Contudo,

passaram sete anos.

Sete anos?

Impossível. Sete anos?

E o nosso filho?

Que idade terá o Mun?

Terá 18 anos.

Céus.

Céus, que tipo de pais fazem isto?

Eu não fazia ideia.

Foi ontem.

Parece que ontem,

o Mun estava atrás de nós no carro.

E dissemos ir de viagem.

Vá lá, Mun!

Desenha-nos no teu livro de histórias. Por favor?

Nós vamos.

Vá lá. Eu prometo.

Vá lá.

Dói-me o braço.

Quebramos o prometido.

- Nunca mantivemos o prometido. - Mun.

Espera...

Este rapaz aqui

salvou-vos aos dois.

Obrigado.

Mun, meu bebé...

Gostariam de

sentar e beber um chá?

Voltamos a falar quando estiverem mais calmos.

Venham por aqui.

Obrigada

por nos salvares.

De nada.

Espera.

O quê? Como...

Não. Não acredito. Como...

Mun...

Céus.

Meu filho.

Meu filho, Mun.

És o Mun.

Mun.

Claro que reconheceria o meu filho.

És o Mun, certo?

Sim, és o meu filho. Tenho a certeza.

O Mun salvou-nos?

Céus, estão tão grande.

Eu não estive lá para ti.

Como cresceste tanto sem mim?

Cresceste sozinho e eu...

A Mãe lamenta tanto.

Não fiz nada por ti.

Nunca estive presente para ti.

És mesmo o meu filho?

És mesmo o Mun?

Mun.

Diz alguma coisa.

Está tudo bem. Fala connosco.

Foi tudo uma mentira.

O quê?

Dizer doer-me a barriga,

queixar-me de enxaquecas

e esquecer-me do trabalho de casa...

Isso foi tudo...

... mentiras.

- Mun. - Naquele dia também.

No dia do acidente.

Eu tinha o TPC comigo.

Lembrei-me de trazer tudo,

mas menti-vos aos dois

porque tinha muitas saudades.

Desculpem.

Não peças desculpa.

Nós estivemos sempre tão ocupados.

Lamentamos muito, Mun.

Sabem,

havia algo que vos queria dizer muito.

Aquele acidente...

... achei que acabaram assim...

devido a...

Toda a vida, senti ser culpa minha.

Eu...

Já não tenho de me sentir assim, certo?

Já não tenho de pensar isso?

Sabem,

podem ter orgulho em mim.

Todos dizem

ser muito parecido com o Pai

e ser descontraído como tu, Mãe.

Portanto...

Mãe, Pai.

Descansem em paz.

Não vamos sentir pena uns dos outros.

Quero que descansem em paz

e sejam felizes agora.

Eu... farei o mesmo.

Eu...

Mãe, Pai, adoro-vos tanto.

- Despacha-te, Mun! - Mun!

- Mun! - Mun!

Mãe, Pai. Tive saudades vossas.

Nós adoramos-te, Mun.

Cuidado.

Raios, assustou-me.

O Mun parece tão feliz.

Ele parece um bebé agora que se reencontrou com os pais.

Nunca o vi sorrir assim.

Cromo.

Eles têm muito de que falar.

Esta noite pode não chegar.

NOODLES DA EONNI

Estou nervoso.

Vamos.

Muito bem. Preparados?

Sim, já há algum tempo.

Certo.

Um, dois, três.

Como? Porque continuamos cá?

É algum erro de sistema?

Voltaram a mentir-nos?

Tentemos de novo.

O quê?

Como...

Cheol-jung.

Então isto deve ser...

Achei melhor reunirmo-nos cá.

Fiz um pedido especial ao pessoal de Yung.

Cheol-jung!

Há quanto tempo?

- Vem cá. - Céus.

- Cheol-jung. - Ei.

- Vamos lá - Vamos lá

Ei, meu. Acalma-te.

- Vamos sentar. - Sim.

- Caramba. - Céus.

Graças a vocês,

voltamos a encontrar-nos.

Muito obrigado, a todos.

E têm cuidado tão bem da minha família.

Como o filho dela morreu solteiro,

a minha mãe terá ficado devastada.

Muito obrigado.

Vá lá. Claro que trataríamos dela.

Deixa-me fazer uma taça de noodles.

- Vou pôr água a ferver. - Espera.

Sem cogumelos.

Não te preocupes. Não me esqueci.

Ena. Caramba.

Já agora, ouvi que o meu sucessor

é fantástico, como eu.

Ouvi que não te comparas a ele.

Isso não é verdade.

Ele é só... um pouco melhor que eu.

Mas não diria que é como tu.

Desde a aparência, a capacidades e habilidades,

ele é tal como eu, o mentor dele. É um pequeno eu.

É assim tão feio?

Ei, tu és bonito.

Tal como o Mun.

Quanto a mim, todos o sabem.

Lá está ele. Céus.

Para com os disparates!

Cheol-jung, como foi estar aprisionado dentro do espírito?

Nem fales disso se nunca o vivenciaste.

- Aqui vamos nós. - Conta-nos! Quero saber.

Sim, conta.

Como sabem, o espírito...

- Céus. - Vá. Continua.

- Ouçam-me. - Não mudaste nada.

- Garanto-te. - Céus.

Como? Vá lá.

Este é o gravador que o Ji Cheong-sin tinha.

Há uma gravação

do Shin Myeong-hwi a dizer-lhe para se livrar de mim e do So Gwon.

E aqui tens uma lista de pessoas que desapareceram após falar com o Shin.

É muito provável que também as tenha matado.

Revista a casa dele.

DESAPARECIDOS

Podes encontrar alguns restos mortais.

O Shin Myeong-hwi...

É o Presidente da Câmara... Como pôde...

Como pôde ele fazer isto?

A Detetive Kim Jeong-yeong tinha razão.

Ela disse que eu entenderia

alguns serem simplesmente maus.

Mas há pessoas como tu que apanham

e derrubam esses demónios.

Planeia regressar à polícia?

Quando resolver isto, vou voltar

ao que fazia.

E o que é isso?

É algo...

... muito importante.

Sr. Noh Hang-gyu, está a dizer

que admite ter matado Kim Yeong-nim?

Não teve nada a ver com Shin Myeong-hwi ou Cho Tae-sin?

Correto.

Então, falemos de Noh Chang-gyu.

Chang-gyu? Porque fala dele subitamente?

Não sabe?

Ele foi encontrado morto na residência de Shin Myeong-hwi.

Como? Morto?

Do que raio está a falar?

Senhor?

O Chang-gyu...

Está morto?

- Estou a ouvir isto pela primeira vez. - Tretas!

Ouvimos as gravações no telemóvel dele,

sabemos que foi você, Cho Tae-sin.

Senhor.

Senhor!

Ei, Cho Tae-sin!

- Diz-me. Como morreu o meu irmão? - Sente.

- Como morreu o meu irmão? - Sente!

- Parem-no. - Eu não o matei.

Eu não o matei!

- Eu mato-vos a todos. - Tenta, sacana!

- Ei, para-o! - Mata-me!

Noh Hang-gyu, sente-se!

Vendeste a tua consciência

e ignoraste a morte da tua amiga.

O que ganhaste?

Estás feliz agora?

Parece-me que te sentes muito desconfortável,

culpada e atormentada neste momento.

Nada a declarar.

Zero, um, zero, quatro, nove, sete...

010-497-4536

Quatro, cinco, três, seis.

É o seu número antigo, Mna. Jang?

Há sete anos atrás,

tentou dar-me informação do caso da Kim.

Desculpe. Não a conheço?

Eu... Espere.

- Tem de sair. - Conhecemo-nos?

Ó! É amiga da Kim Yeong-nim, não é?

Não foi, Mna. Jang?

Temos provas suficientes

para provar todos os crimes cometidos pelo Shin,

exceto o homicídio da Kim.

É a única que nos pode ajudar

a provar que foi assassinada por Shin Myeong-hwi.

ESQUADRA DE JUNGJIN

Envio um vídeo

que pode ser usado como prova que Shin matou Yeong-nim.

E também

me vou entregar.

Ouvi que parecia recuperar. Ainda bem que vim.

Foi timing perfeito.

Quem és tu?

Onde estou?

Sou Kang Han-ul da Polícia de Jungjin.

E está no hospital.

Há quanto tempo estou aqui?

Não me lembro de nada.

Não há problema.

Temos provas sólidas.

Como?

Sr. Shin Myeong-hwi.

Está detido pelos homicídios de Kim Yeong-nim,

Noh Chang-gyu, Lim Jae-cheol e muitos outros, assim como por

Solicitação de homicídio, suborno e descargas ilegais.

O que estás a fazer?

Tira-me já isto.

Há um grande escândalo, o Pres. Shin Myeong-hwi

e o CEO Cho Tae-sin são acusados de:

homicídio, solicitação do mesmo e suborno.

Este caso sem precedentes causa muita agitação.

Por fim, sabe-se a verdade.

Enquanto são descobertas mais provas,

foi entregue outra gravação de uma fonte anónima

ao nosso programa ao início da tarde.

- Uma gravação? - Tenha em consideração

que censurámos a linguagem ofensiva.

Trabalhei num dos homicídios de Shin Myeong-hwi há sete anos

com um casal de polícias cujo homicídio foi encenado como acidente rodoviário.

Agora tenho um trabalho diferente,

mas também quase morri.

Por causa daquele filho da... Raios.

Porque disfarçaram a tua voz?

Qualquer um nota seres tu.

Não, não sou eu.

Céus, estejam calados.

O Mo-tak está na TV.

E a morte recente de uma agente, que foi encenada como suicídio,

também foi orquestrada por aqueles

que tentavam encobrir os crimes de Shin.

Por fim, quero expressar o meu respeito pelos que lutam pela justiça

nas situações mais difíceis.

Céus, Mo-tak. É uma pena

não termos podido ver a tua cara bonita na TV.

Do que falas?

Tem uma bela voz, mas não é bonito.

- Sou bonito. - Raios.

Céus, tu.

- Elogiam-te nas redes sociais. - A sério?

- Fixe! - Deixa ver.

- És tão fixe, Mo-tak. - Muito bem!

"Também terá uma boa voz."

Vê!

- Como? - Encomendamos algo?

- Ó, Jin-ho! - Céus!

- Caramba. - Olá.

- Põe aqui. - O que é?

São corndogs.

- Corndogs! - Corndogs! Deixa-me ver.

- Ena. - Quero ver.

- Céus. - Adoro estes cachorros.

- Ena. - Caramba.

Porreiro.

São bons, por isso trouxe-vos alguns.

- Caramba. - Não queres mesmo um?

Sim, come.

O queijo é maravilhoso.

Talvez devamos passar a vender isto.

Certo. Um patrocinador anónimo doou dez mil milhões de won

a uma organização ambiental em Jungjin.

A sério?

Pergunto-me quem doou tanto.

Céus, deve ser alguém que adora gastar dinheiro.

Não faço ideia, mas o mundo não é assim tão mau.

Isso mesmo! Há muitas pessoas generosas neste mundo.

- Cheguei. - Muitos choram

a morte do casal de polícias,

o Sr. So Gwon e a Sra. Ha Mun-yeong. - Olá.

Tenente So...

Não! Não, a minha bebé... A minha filha.

- Tragam-na de volta. - Querida.

A minha filha! Tragam-na de volta.

Acalma-te. Vá.

Por favor, querida.

Deves ter ouvido as notícias dos teus pais.

Lamento, Mun.

Eu não fazia ideia. E este tempo todo...

Nem sabia a minha filha ter morrido assim.

Minha querida...

Quero a minha filha de volta.

Eu? Porque devo conhecer os teus pais? Por que raio?

- Caramba. - Nem pensar.

Queres apresentar a namorada?

Não tenhas essa impressão.

Disseste que ias ter com eles pela última vez antes de saírem de Yung.

Porque queres que a conheçam?

Sou o teu mentor, quem te treinou.

Porque não eu?

Bem, eu apoio isto.

Tens o meu apoio.

Bem, só quero que conheças

os meus pais.

São sérios.

- Porquê intervir? - Incomodá-los?

Mas que... Tu fizeste-o primeiro.

Chamas-te Ha-na?

Sim.

- Até o teu nome é bonito. - Céus, Mãe.

Não a fites assim.

É uma versão jovem de ti.

É o tipo do Mun.

- Pai, ela consegue ouvir-te. - Desculpa.

Porquê dar-lhes a ideia errada, Mun?

Achei que se deviam conhecer. Cumprimenta.

Os teus avós devem adorá-la.

Sim, adoram.

Há algo que lhes queiram dizer?

Aos avós do Mun?

Obrigado, Ha-na.

Achei que seria mais vívido de ti.

Evoca o território para ser ainda mais.

Avó, Avô.

Desculpem.

É a única coisa

que posso fazer por vocês.

NOODLES DA EONNI

Céus.

Sra. Chu! Aí estás.

Porque vieste?

- Que carro é este? - Isto.

É o meu favorito secreto.

Os coreanos são os mais confortáveis.

Hoje, trouxe o meu carro mais confortável.

Hoje?

- É um dia especial? - Entra.

- Cumpre a promessa. - Qual promessa?

Onde vamos tão tarde?

Disseste que davas uma volta comigo se voltasses inteira.

Eu acreditei em ti,

então, empurrei o camião enorme com toda a minha força...

Ó, querida. É por isto

que é sempre precisa uma promessa escrita para estas coisas.

Certo, vamos.

Vamos, sim? Para de gritar.

- Vamos dar uma volta? - Sim!

Então, entra!

Vou trocar de roupa. É o meu primeiro encontro em anos.

É um encontro?

- Não voltes. - Céus, assustaste-me.

O que dizes?

Não voltes esta noite.

Seu vadio, estou ofendida.

- O que pensas? - Sei tudo.

- Como? Enlouqueceste? - Sra. Chu.

- Isto, sabes? - Seu vadio! Louco.

Mas que bela noite.

Não é?

Ela não costuma dormir muito.

Ainda bem que estão todos bem.

Nunca perderemos outro membro da equipa.

Não o permitirei.

Estiveste bem, Mo-tak.

Céus. Não tanto quanto tu, Ha-na.

Isso é verdade.

Os avós do Mun conseguiram superar um pouco o luto?

Espero que sim.

É importante

organizar os pensamentos e os sentimentos de vez em quando.

Mesmo que te esforces para ignorar as feridas,

não desaparecem. Ficam nos cantos

do coração e magoam-te.

Ha-na, como te sentes?

Como?

Estás resolvida?

Nada te magoa?

Olá, Ha-yeong.

Olá, Mãe e Pai.

Os motivos de o fazerem

e como o puderam fazer...

... ainda não entendo. E eu...

... recuso entender.

Mas,

naquele dia...

Mesmo sendo um sonho,

fiquei feliz por vos ver.

Ung-min! Ju-yeon!

Caramba, o Mun parece tão feliz.

Não é?

Parece que entrou na universidade.

Ta-da!

Boa.

- O que é isto? - Ainda está quente.

Estão no 12º ano.

Eu trato de vocês para estudarem.

E tu?

Agora também estás no 12º ano.

Certo. Estou, mas...

Ó, também estou no 12º ano.

Está quente.

Ele é um herói. Não devia ter de estudar.

Ele só precisa... dos poderes!

Superpoderes.

Um herói não pode ser ignorante, certo?

- Se não souberes nada... - Ei!

Estudo arte e desporto.

Mas vou tratar de vocês

até nos formarmos. Que tal?

- Quero mais. - Sim.

Mun.

Ei, não andas na nossa escola?

Mun, o Hyeok-u voltou a reunir os meus amigos.

Como?

- Aquele idiota. - Espera.

Porquê? Vê o medo...

Não, o Hyeok-u está...

... a pedir desculpa.

Desculpem.

Não espero que me perdoem.

Naquele dia estava nervoso e não consegui falar.

Certo.

Ia ligar-te após sair da escola.

Vais sair?

Obrigado, pelo dia.

E...

Desculpa, Ung-min.

Desculpa, Mun.

Desculpa, Ju-yeon.

Isto é tão estranho.

Sinto-me desconfortável.

Mas também sinto

que algum ressentimento desvanece.

- Começamos? - Sim.

Podem reproduzir a gravação.

PROCURADORIA

Há mais alguém no caso da Kim Yeong-nim?

Além do Ga Mo-tak?

Descobriste quem?

Um detetive da Agência Nambu. So Gwon.

So Gwon?

O que investigava os fundos da campanha?

Envio os meus rapazes para o assustar?

Não tenhamos rodeios.

Mata-os aos dois.

Ga Mo-tak, So Gwon.

- Como? - Caramba.

Inacreditável.

Loucura.

PROCURADORIA

Réu Shin Myeong-hwi.

É a sua voz?

Admite esta declaração?

Réu.

Responda à Procuradoria.

Eu...

... confesso.

Lerei o veredito.

Com base na gravação

da voz do réu a dar ordens para matar So Gwon,

assim como pelo testemunho

do filho do réu que viu a pessoa que recebeu as ordens,

não há dúvida de que o réu ordenou os homicídios

das vítimas, So Gwon e Ha Mun-yeong.

Consequentemente, o réu é culpado.

- Caramba. - Céus.

Muito bem.

- Caramba. - Céus.

Espero que tenhas saúde.

Recebeste prisão perpétua, logo, espero que vivas muito.

Quando descobrir ser um homicídio, não um acidente,

fiquei tão zangado que me senti enlouquecer.

Mas agora que te vejo assim,

sinto tanto orgulho nos meus pais que morreram

a tentar apanhar-te.

Nunca te perdoarei.

Mun, o que queres? Sprite ou Cola?

Meio de cada.

Mo-tak, soju ou cerveja?

Um somaek.

Tu és menor.

Só este ano.

UM MÊS DEPOIS

Todo o país?

Deviam mandar-nos de férias.

Patrulhar todo o país?

É demasiado cruel.

É um alívio termos erradicado maldade pura,

mas há espíritos escondidos em zonas negligenciadas.

A Coreia é um país pequeno.

Trabalhem duro um mês...

Então porque não o fazes tu?

Ainda estamos a recuperar da última luta com a Shin.

Como? Andar pelo país todo?

- Nem sabemos onde estão. - Certo!

Chegamos a esta decisão após ponderarmos bastante.

É tudo graças ao Mun.

Como? Mun?

- Ei, isto foi ideia tua? - Como?

Não! Não disse nada disso.

- U-sik, de que falas? - Não.

Deve-se ao Mun ter a habilidade de evocar o nosso território.

Espera aí.

Não me digas que esperas que ande

pelo país a evocar território.

Evocar o território não é fácil.

Vocês estão a abusar dele.

Entendemos que são poucos, portanto, debatemos

contratar mais counters.

Deem-nos mais tempo.

Céus, OK.

Suponho não ter escolha.

Pensemos apenas que vamos fazer uma viagem pelo país.

Agrada-me.

- Fedelho. - Céus!

- Ei. - Dou-te uma lição.

- Anda cá! - Como te atreves!

- Volta aqui! - Bela peça.

Não há problema. Trouxe mais nove.

Eu tenho mais 20.

Porque temos de usar sempre isto?

- Está calado, sim? - OK.

Isto é errado.

Vou voltar a Yung e negociar...

Negociar? E era.

Nem consegues ser firme.

Devia ter-te impedido

quando disseste que ias pedir férias.

Já agora, conseguirão encontrar um novo counter?

Já não vou ser o novato?

Porquê? Queres discipliná-lo?

Sim, claro.

- Céus. - Caramba.

Não sejas ridículo.

Não quero saber. Nós não somos máquinas.

- Não somos. - Precisamos de parar.

Devíamos comer bem e descansar.

Ajudar-nos-á a apanhar espíritos.

- Sim. - Vamos!

- OK. - Mun, um bom restaurante.

- Um restaurante? - Não há espíritos

nesta cidadezinha!

Acabo de sentir um. Vira.

- Dá meia volta! - Tu!

- Céus! - Tu e a tua boca.

- Caramba. - Raios!

- Licença. - Caramba.

O que aconteceu?

Céus.

As vítimas são a mãe e a irmã.

Não estão gravemente feridas.

Ouvi que tinha dívidas de jogo,

mas ainda assim... Fazer isto a família?

Onde estou?

- Quem és tu? - Seu sacana.

Tomaste alguma coisa?

Outra dica anónima?

Sim. Alguém nos ligou e pediu para o levarmos.

Céus, pergunto-me quem será.

Têm chovido dicas anónimas pelo país.

Aqui.

É cansativo, mas gratificante.

Estou exausta.

Onde vamos a seguir?

Jeju?

- Entusiasmado? - Sim.

Está imenso.

A Lua está tão brilhante.

Parecem férias.

Olha para nós a descansar e a saborearmos comida

quando temos tempo. Diria serem férias.

- Eu faço-o. - Calma, Mun.

- Como? - Tudo a seu tempo.

Não grelho carne para qualquer um.

Mas cheira tão bem. Quero comer já um.

- Não cheira bem? - Céus!

Mo-tak, não sabia disso.

Eu grelhava muita carne como polícia novato.

Olha para ti!

Não acham que vai chover? Devíamos entrar.

- Vá. - Não sejas desmancha-prazeres.

Está pronto!

- Céus. - Quero carne.

- Aqui tens. - Comamos.

- Não tem bom aspeto? - Sim.

- Céus. - Esta também.

- Vamos lá. - Vamos comer! Aqui têm.

Nem encontramos um restaurante decente aqui.

É o primeiro banquete em muito tempo.

Está delicioso.

Traz-me recordações antigas.

Na meu tempo...

Quando eu era um detetive,

sempre que abria a boca para comer algo,

o suspeito aparecia...

- Calma. - Como?

- Raios, Mo-tak! Porquê? - Tinhas de dizer isso?

Sentiste um? A sério?

Não, espera.

- Não é um espírito. - O que é?

O que foi? O que se passa?

ENCOMENDAS INTELIGENTES

- Senhor! - O que te traz cá?

Nem ligaste.

Há quanto tempo, Sra. Chu.

Vieste até aqui ver a Sra. Chu?

Não, não foi por isso que vim.

Vim tratar de uma queixa urgente.

- Mun. - Sim?

Ouvi sentires vergonha de teres de usar sempre

o fato de treino. Também disseste

quereres desistir de ser counter por ser tão azeiteiro.

- O quê? - Como?

- Eu? - Sim.

- Ei, Mun. - Mo-tak! Aposto que foste tu!

- Foi o Mo-tak a dizê-lo. - Céus, a sério.

Eu sabia.

Eu sabia ser uma partida do Mo-tak.

Certo. Vamos a isto!

- O quê? - O que é?

- Céus. - Ena.

- Quem são eles? - Que se passa?

- Olá. - Olá.

O que se passa?

- Vejam. - Ena.

- O que é isto? - Entrem.

O que é isto?

É um sistema que permite selecionar o tecido e o design.

Céus.

- Claro. - Caramba.

Desculpe, só um momento.

- Faz cócegas. - Assim?

- Tentemos de novo. - Como?

- Disseste 126? - Muito bem.

Mede direito!

A cintura? OK.

Mais comprido. Assim.

- Obrigada. - Obrigado.

- Céus. - O que faço?

Não se preocupe. Nós fazemos.

Quem são os rufias?

Não sei.

São persistentes. Não nos largam.

Raios. Vamos enfrentá-los.

Talvez sejam fracos.

- Raios. - Merda.

Gosto dessa atitude.

Atitude arrojada, ambiciosa.

Mas vão arrepender-se já disso.

Todos os quatro?

Sim, todos eles.

Vaguear em grupos

é a última moda entre espíritos?

Quem são vocês?

Céus, há um miúdo.

São uma família?

Não, não somos.

Cala-te, miúdo.

Seu...

Soube-vos bem, sacanas?!

Toma lá!

Seu cabrão!

Seus fedelhos!

Que mal tem ser nova?

Céus...

Quem são vocês?

Somos...

Vendemos noodles e apanhamos espíritos.

Somos os Uncanny Counters.

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