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Alfa 1, aqui � Zebra 12.
Aqui � Alfa 1. Continue.
N�o fizemos contato ainda, mas...
N�o, espere.
V�? O que foi que eu disse?
Passei aqui esta manh�.
Vejo. Por�m, n�o gosto.
S� por que Alexander Fitzhugh quer contribuir para o bem-estar geral,
h� algo errado?
Dois deles, senhor. Est�o reagindo como previu.
Excelente. Sabe o que fazer, sargento.
Fitzhugh, por que largariam uma lanterna novinha no meio da floresta
e a esqueceriam?
Muito simples. Algum gigante cansado sentou na pedra para descansar
e a lanterna caiu do bolso.
Imagine. Uma pilha da lanterna gigante
e temos todo o grafite que precisamos.
Voc� mesmo disse.
Est� bem. Vamos verificar. Venha.
Talvez... um de n�s deva ficar de guarda aqui.
Avisarei se vir algo.
Chipper!
Chipper!
Dan! Cuidado!
Abaixe-se!
Encontre-o!
Volte! Procure por aqui.
- Onde est� Chipper? - Em algum lugar por al�.
N�o temos tempo para procur�-lo agora. Vamos embora.
Devem estar escondidos em algum lugar por aqui, sargento.
- Ou podem... - Fique bem quieto.
- Onde est�o eles? - Eram dois, senhor, mas fugiram.
Por�m, capturamos seu c�o.
Seu c�o? D�-me aqui.
Se n�o me engano,
esse c�ozinho tem a chave para todos os nossos problemas.
Teremos os pequeninos em uma semana.
E nos livraremos deles de uma vez por todas!
Barry, sinto por Chipper.
Mas ficamos separados dele.
N�o foi sua culpa, Dan. Sei que o acharia.
Ainda deve estar na clareira. Ou pode ter ido at� o rio.
Barry, faz mais de 24 horas que Chipper foi para a clareira.
- Pode estar ferido. - Na certa se perdeu naquela confus�o.
N�o se aflija, Barry. N�s o acharemos.
Ou ele nos achar�.
O encontraram?
- Sinto, Barry. - Passamos da clareira
e fomos por todo o caminho at� o rio. Nada.
Uns 15 km pelo menos. Pelo menos.
Mark!
- O que �? - O que encontrou?
- O que encontrou? - Chipper.
Espalhados por toda a cidade.
Tirei esse de um poste telef�nico.
"O menor c�o do planeta.
Um �nico esp�cime ser� exibido ao p�blico do zool�gico.
Em apenas um dia, 21.
Devido � natureza peculiar desta atra��o,
o zoo ser� fechado amanh� para que os funcion�rios se preparem
para receber o grande p�blico esperado para esta exibi��o."
Pressinto que planejam uma recep��o para n�s.
Agora que sabemos onde est�, podemos busc�-lo. N�o �, capit�o?
Barry, receio que n�o.
N�o sabemos se isso tem a ver com o S.I.D.
Qualquer um pode t�-lo encontrado e entregado ao zoo.
Sim, mas n�o podemos correr esse risco.
O zoo n�o � muito longe daqui. Vamos dar uma olhada.
� exatamente o que n�o podemos fazer, Barry.
N�o podemos deix�-lo l�.
At� sabermos o que aconteceu, acho que � o que devemos fazer.
Lamento, Barry.
Se n�o se importa, vou para a cama.
Anime-se rapaz. Nem tudo est� perdido.
Acharemos outro c�o. Ver�.
Sr. Fitzhugh, o menor c�o deste planeta tem quatro metros.
N�o desanime, Fitzhugh. N�o foi sua culpa.
Infelizmente, desta vez, foi.
Devia ter me assegurado que o c�o estava a salvo no acampamento.
Ainda h� uma chance de recuperarmos Chipper.
Val, acha que podemos fazer algo para anim�-lo?
Sim.
N�o creio que ele consiga dormir.
Vou fazer algo especial para ele comer.
N�o sei o que, mas talvez o anime.
� uma boa id�ia. Barry!
Barry! Barry!
Steve!
- O que h�? - Barry sumiu.
- Deve ter ido para o zoo. - Temos que det�-lo.
- N�o deve estar longe. - Nos dividiremos. Sigam o padr�o de busca.
Procuramos por meia hora. Se n�o o encontrarmos, voltamos.
- Meia hora � pouco. - Se n�o o acharmos essa noite
continuaremos amanh� cedo.
V�o andando. V�o!
Barry!
Barry!
Barry, � voc�?
N�o, somente eu,
Valerie de m�os vazias.
Vejo que tamb�m n�o teve sorte.
Acho que ainda temos chance de alcan�ar o garoto.
Deve estar escondido, esperando amanhecer.
Pode ser.
Bem, j� que Steve vai ficar aborrecido,
que fique com n�s dois.
Agora que chegamos, ap�s andar toda a noite, n�o sei onde procurar.
N�o poderia pedir por melhor indica��o.
N�o, espere. N�o vamos correr riscos.
Parece bem seguro para mim.
Nenhum sinal de atividade gigante.
O zoo est� fechado hoje, como dizia no cartaz.
Talvez tenha raz�o.
V�? Nada com que se preocupar.
Continuem patrulhando o per�metro externo da �rea.
Quero informa��es a cada 15 minutos.
- Alfa 1 desligando. - Tire-nos daqui!
- Quem pensa que �? - Excelente, sargento.
Encontrou dois deles, e bem r�pido.
Vou coloc�-los com o garoto e o c�o, senhor.
Valerie! Sr. Fitzhugh!
- Est� bem, Barry? - Fui pego antes de dar 10 passos no zoo.
Minha cole��o est� aumentando mais depressa do que esperava.
Tr�s agora. Onde est�o os outros?
- Est�o... - N�o diga.
N�o seja n�o-cooperativa, jovem.
Ser� mais c�modo se colaborar.
Onde est� localizada a sua espa�onave?
Foi destru�da pelo fogo na noite em que pousamos.
Suponho que � cedo demais para esperar respostas honestas.
Fa�a com que n�o tenham comida nem �gua, at� segunda ordem.
- Sim, senhor. - Senhor, aquele que o garoto chamou de Fitzhugh...
Podemos isol�-lo dos outros?
N�o acho necess�rio, sargento.
A menos que os outros sejam por demais espertos para n�o cair em nossa armadilha.
- Sim, senhor. - Est� fazendo um bom trabalho, sargento.
Assim que localizarmos os outros pequeninos...
Ei, voc�! O veterin�rio n�o precisar� da rede hoje.
Encontre outra coisa para fazer... l� fora.
Sim, senhor. Se tiver alguma coisa que o inspetor necessite,
pode sempre chamar por Grotius.
Alerte todas as unidades, sargento. Que mantenham estreita vigil�ncia.
Com tr�s na jaula, os outros na certa tentar�o um resgate.
- Sim, senhor. - Ent�o teremos todos eles.
O que faremos agora?
Temos duas op��es.
Entramos e olhamos ou ficamos e esperamos.
Espere, Steve. N�o h� prova de que os gigantes os capturaram.
Valerie e Fitzhugh podem estar na floresta agora com Barry.
N�o podemos arriscar. Conhece Fitzhugh.
Se o pegaram, o obrigar�o a falar de algum modo.
Dan, venha comigo. Vamos sondar para ver o que enfrentamos.
� melhor se esconderem. Pode haver homens do S.I.D. por perto.
- Certo. - Vamos.
Ele n�o parece uma amea�a.
At� agora, nenhum homem do S.I.D.. S� funcion�rios do zoo.
Olhe melhor para o carrinho de m�o.
N�o ir� usar a rede para plantar flores.
Ser� mesmo uma exibi��o agora que t�m tr�s pequeninos.
Siga em frente!
� isso! O S.I.D. est� com os tr�s.
Na certa todos os caminhos para a sala de exibi��o est�o bloqueados.
H� um caminho que eles provavelmente n�o bloquearam.
Pretende passar pelas jaulas dos animais?
Encaremos. � o �nico lugar onde n�o procurariam por n�s.
- Acho que vale uma tentativa. - Para n�s, talvez, mas n�o para Betty.
- Oh, n�o! N�o ficarei para tr�s! - Betty, escute...
Est� bem, venha.
Vamos.
Que coisas desagrad�veis. O que s�o?
Hienas risonhas. E s�o muito perversas.
Aquela �rvore deve dar uma boa base.
Voc�s dois v�o primeiro.
- N�o deixe que os vejam. - Vamos.
Ei! Ela nos avistou.
Vamos correr at� l�.
As hienas s�o muito valentes com animais feridos e pequeninos.
Espero que se calem antes que atraiam os guardas para c�.
- O que acha, Dan? Est� no jogo? - Sim, estou.
- O que v�o fazer? - Vamos � sala de exposi��o.
- Por que Mark e eu n�o vamos com voc�s? - H� um motivo.
Escutem atentamente.
Se n�o voltarmos at� as 13 horas, voc�s nos dar�o como capturados.
N�o quero que procurem por n�s.
Quero que voltem para a nave e movam o acampamento base.
Cedo ou tarde, Kobick descobrir� a localiza��o da nave.
- Por Fitzhugh, o garoto ou Valerie. - Sim, mas voc�s...
� uma ordem.
- Certo? - At� j�.
Tenham cuidado.
- Pronto? - Sim. - Vamos!
- Que caminho agora? - Por aquele?
Vamos.
Dan, iremos pelo cano de esgoto.
Usaremos aquelas pedras como cobertura se precisarmos.
Vamos precisar.
Aqui � Zebra 12, na posi��o 159.
Prossiga, Zebra 12.
Alguma coisa agitou os animais e os deixou nervosos nessa �rea.
Mantenha a posi��o, Zebra 12.
Enviarei alguns homens para averiguar. Controle Alfa 1 desligando.
C�mbio e desligo.
- N�o podemos ficar aqui. - Para o esgoto!
Eles t�m que estar no terreno.
Aposto minha reputa��o nisso.
- Eles est�o aqui. - Sim, senhor.
Em algum lugar.
Temos essa �rea...
completamente...
Sargento, fa�a algo sobre esse leopardo.
- N�o ou�o nem meus pensamentos. - Sim, senhor.
Voc�. Venha c�, por favor.
Venha comigo.
Nem sinal de Fitzhugh e dos outros aqui.
Talvez Kobick os tenha escondido no quarto onde foram os dois homens.
Vamos descobrir.
- Vamos, por que a demora? - Acho que este � o tranquilizante, senhor.
Mas n�o ouso us�-lo sem permiss�o do veterin�rio.
Ent�o temos que mover o animal.
- O barulho est� incomodando o inspetor. - N�o podemos mov�-lo.
O leopardo � rec�m-chegado. Est� de quarentena.
- Onde est� o veterin�rio? - Na habita��o do elefante, creio.
- Ent�o v� cham�-lo. - Sim, senhor, imediatamente.
Se perdoa a minha pergunta, senhor.
De quanto � a recompensa
pela captura do resto dos pequeninos?
- Sabe onde est�o? - Oh, n�o, senhor.
Se tivesse essa informa��o, cumpriria o meu dever e os entregaria.
Estava s� pensando.
Quando mudarem de id�ia � s� avisarem o meu auxiliar.
N�o ganhar�o nada com isso. N�o podem vencer.
N�o mudaremos de id�ia!
Sabe em que jaula est�o?
Na �ltima, acho. N�o tenho certeza.
Voc� vai dobrar a guarda esta noite,
mas farei com que tenha um longo intervalo para jantar.
Sim, senhor.
N�o teremos chance de solt�-los sem afastar aquele guarda.
- Um dardo pode funcionar. - Um qu�?
Veterin�rios usam dardos de tranquilizante
para acalmar animais perigosos.
Se h� c�psulas de tranquilizantes
deve haver dardo tamb�m.
Vamos procurar um.
Voc� � malvado mesmo, n�o �?
O que aconteceu �s escadas?
Melhor deixar Fitzhugh e os outros saberem que estamos aqui.
N�o. Vamos encontrar o tranquilizante primeiro.
Gostaria de ter uma chance comigo, n�o?
Aqui est�.
Agora precisamos de um dardo. E um jeito de atir�-lo no guarda.
Deve estar aqui. Vamos procurar.
Vamos. Digam onde est� a espa�onave e lhes darei comida e �gua.
- Odeio ver algu�m sofrer. - Certamente n�o pretendem nos matar de fome.
Isso � com voc�s. Ouviram o que o inspetor disse.
Continue procurando o dardo.
N�o vamos dizer a ele coisa alguma.
E o que isso adiantar� se ele nos matar de fome?
Autopreserva��o � a primeira regra da vida!
A mais importante.
- N�o acho que pensa realmente assim, sr. Fitzhugh. - Claro que penso.
Ent�o por que arriscou a sua vida vindo atr�s de mim?
Ouviu o que ela disse. Est� perdendo o seu tempo.
� s� uma quest�o de tempo.
Voc�s v�o falar.
� in�til. N�o h� dardo, seringa... nada.
N�o podemos ficar aqui por mais tempo.
Se tentarmos voltar pelo respiradouro o guarda nos ver�.
Veja aquele cano de esgoto. Deve nos levar para fora. Vamos.
N�o sou um homem paciente.
Quando me irrito posso ser muito malvado.
Pensem sobre isso.
- Tudo pronto? - Sim. - Vamos.
Deve haver um lugar neste zoo
onde h� agulhas hipod�rmicas ou dardos.
Talvez possamos fazer um de pena de ave.
- Voc� sabe? - N�o, eu duvido.
N�o conseguir�amos afiar a ponta o bastante.
Podemos aplicar...
Se ficarmos ele vai nos pegar.
Continue abaixado. Abaixe-se.
N�o vamos conseguir! Continue!
Steve, pegue!
- Acho que j� disse para fazer algo sobre esse leopardo.
Sim, senhor, mas o veterin�rio n�o est� dispon�vel.
J� o mandamos chamar.
Imagino se algum dos prisioneiros j� est� com vontade de falar.
O que est� fazendo aqui?
Vim v�-lo, senhor,
pensando que talvez... Se quisesse progredir,
poder�amos conversar.
Sobre o que est� balbuciando?
- Os pequeninos, senhor. - O que tem eles?
Bem... Me ocorreu que...
J� que trabalho aqui, poderia cruzar com um deles.
Acidentalmente, sabe.
Gostaria de saber, com anteced�ncia,
de quanto seria o valor.
Tire-o daqui. E assegure-se que n�o volte.
Bem, se o inspetor acha que n�o vale a pena falar comigo,
talvez outro ache.
Falar? Sobre o qu�?
Deve haver particulares querendo pagar uma fortuna pelos pequeninos.
Ou os pequeninos teriam algo de valor que dariam
para ficarem livres.
- O que h� na caixa? - Nada, senhor.
Quero dizer, �...
Ponha esse na jaula com os outros.
N�o pode fazer isso. N�o. Ele me pertence.
- Onde est� o resto dos pequeninos? - O res...
- N�o sei, senhor. - Onde est�o?
Peguei esse no terreno.
Estava na dire��o desse pr�dio.
Juro. Estou dizendo a verdade.
Conhe�o meu lugar, senhor, mas,
a recompensa por esse pequenino � legalmente minha.
Recompensa? Voc� � um funcion�rio do governo, como eu.
Funcion�rios leais ao governo n�o pedem recompensas!
Poderia atir�-lo na pris�o por reter informa��o.
Sabia disso?
Ou por tentar extorquir dinheiro do S.I.D.
Sabia disso?
Saia daqui!
Sargento!
Agora s�o 13 horas.
Tr�s dos pequeninos ainda est�o em liberdade.
Se eu n�o tiver todos sob cust�dia at� a meia-noite,
farei cada homem dessa unidade sofrer as consequ�ncias.
- Me entendeu? - Sim, senhor.
Isso n�o � bom.
Essas jaulas s�o montadas em alvenaria s�lida.
Deve poupar seu esfor�o.
N�o h� meio de sair daqui.
Dan? Steve e Mark vir�o nos ajudar, n�o �?
Estou certo que gostariam, Barry. Nos esfor�amos, mas n�o foi o bastante.
E Mark e Betty devem estar voltando para a nave agora.
S�o 13 horas.
Ent�o, se algu�m vai nos tirar daqui, seremos n�s mesmos.
Dan. Venha c�.
- O que �? - Onde est� o guarda?
Voc� o viu sair?
N�o. Mas n�o est� aqui agora.
Essa pode ser nossa grande chance. Fique vigiando.
Dan! Cuidado!
Vamos fazer isso de novo.
Ajuda a passar o tempo.
- Est� bem? - Sim, eu acho.
- O que faremos agora? - Direi o que faremos.
Vamos parar com esse jogo de esperan�a cega e enfrentar os fatos de uma vez!
Estou cansada de escut�-lo, Fitzhugh!
Est� bem, Fitzhugh! O que sugere?
N�o gosto da situa��o tanto como voc�s.
Estamos sob a clem�ncia de um inspetor que n�o hesita em nos matar de fome
e um guarda brincalh�o que nos daria de comer �quele leopardo
s� para aliviar seu t�dio, se tivesse a chance.
N�o podemos cooperar com eles. Fora de quest�o!
- Nada se pode fazer. - N�o terminei!
Ouviu Dan. O tempo acabou.
Mark e Betty partiram. Steve est� sozinho.
E n�o temos a m�nima esperan�a de sermos salvos.
Isso � verdade, Dan?
Est� bem perto, Barry.
N�o est� do lado dele, est�?
- De certo modo, estou. - Dan!
Mark e Betty levar�o pelo menos duas horas para chegar � nave,
outras tr�s ou quatro para salvarem o que puderem e se mudarem para outro lugar.
Junte mais duas horas de toler�ncia.
Assim, se n�o acharmos um meio de sair daqui at� as oito horas,
teremos que negociar e fazer o melhor que pudermos.
J� est�o meia hora atrasados.
- � melhor voltarmos para a nave. - Mas, Mark, n�o podemos...
Olhe, e se esper�ssemos s� mais 15 minutos?
Est� bem, 15 minutos.
- Steve! - Espere aqui.
Onde est� Dan?
Foi pego.
Fomos at� o pr�dio da exibi��o.
O que � tudo isso?
Esta � a nossa �nica chance.
� um tranquilizante.
Isso eu tirei de um porco-espinho.
Cortei essa parte para servir de agulha hipod�rmica.
O que acha?
Se � forte o bastante, n�o h� porque n�o funcionar.
- Em quem pretende usar isso? - No guarda na sala do veterin�rio.
Temos que ficar pr�ximos
e manter posi��o at� a noite.
Assim ser� bem dif�cil nos localizarem.
- Como est�o as nossas amigas? - Parecem um pouco mais calmas.
Ent�o preparem-se. Vamos!
Qual � o plano?
Depende do que aconteceu l� dentro.
Teremos que agir um pouco por instinto.
Basicamente, atacaremos o guarda.
Vou atirar o dardo em seu tornozelo e rezaremos para que o efeito seja r�pido.
Temos que trabalhar...
Estou certo de que esta � uma arma muito engenhosa,
mas iria desperdi��-la em mim.
Sou seu amigo.
O que quer de n�s?
- Proponho um acordo. - De que tipo?
O S.I.D. est� vigiando,
mas nunca esperariam que um simples funcion�rio lhes desse trabalho.
Ent�o, na hora certa,
encontrarei um meio de libertar os seus amigos.
Me dar� um grande prazer
amarrar o inspetor e pegar as chaves do seu carro.
Assim poderei levar todos voc�s daqui para a liberdade.
E o que ganhar� com isso?
- O cachorro. - Chipper?
Tenho contatos com zoos em outras regi�es,
e meios de chegar l�.
Me dar�o uma fortuna por um esp�cime t�o raro.
E, devo admitir,
terei grande prazer em mostrar ao inspetor que sou algu�m reconhecido.
Est� combinado?
Est� bem, combinado.
Estar�o seguros al�.
Voltarei logo mais.
Vamos tirar essa t�bua.
- Segure. - Acha que ele estava mentindo?
At� os dentes.
Isso!
- J� basta? - Sim.
Temos que agir depressa, antes que ele atrapalhe.
Certo. Vamos.
N�o podemos ir agora, Kobick est� com o guarda.
Tenho que pensar num modo de afast�-los dal�.
- Como? - N�o sei.
Vou at� a outra sala e criarei uma distra��o.
Preparem-se para agir assim que eles sa�rem. Certo?
- Traga-me o homenzinho gordo. - Sim, senhor.
Sente-se.
A comida est� excelente.
Veio de um dos melhores restaurantes da vizinhan�a.
E a cerveja... soberba.
Deve estar faminto.
Ent�o fale, se quiser algo para comer.
N�o tenho nada contra voc�, pessoalmente.
Sei que entende.
O que exatamente quer saber?
Fale alto.
Ou tem medo que os outros possam ouvi-lo?
Perguntei o que exatamente quer saber?
A localiza��o da espa�onave, para come�ar.
Depois, precisarei de mais informa��o.
Mas isso ser� suficiente por enquanto.
Se eu lhe disser, alimentar� meus amigos?
Oh, n�o. Se eles querem comer ter�o que merecer a sua comida.
Nenhum de voc�s est� em posi��o de negociar comigo.
Mudei de id�ia.
N�o venderei minha alma por um peda�o de p�o.
Sargento Arnak!
Ponha-o de volta na jaula.
- Sargento! Est� me ouvindo? - Sim, senhor. Estou indo.
Sargento.
Sei que o inspetor n�o me quer aqui, mas tenho informa��es.
Valiosas informa��es.
Algo que o ajudar� com o inspetor.
- Como? Como pode ajudar-me? - Deixe-me falar com ele e ver�.
Espere aqui.
N�o acredito que o homem seja de confian�a.
Mas, sob as circunst�ncias, � melhor ouvir o que tem a dizer.
- Estamos com sorte. Vamos. - Sim.
Por que voltou aqui? O que quer desta vez?
Me desculpar, senhor. E talvez ajudar um pouco.
E talvez negociar algo mais, hmm?
Se o senhor deseja colocar desse modo, sim, senhor.
Devo dizer-lhe, inspetor.
- Corre grande perigo de perder os pequeninos. - Do que est� falando?
- Eu lhe fiz uma pergunta! - Exijo meus direitos de cidad�o.
Se me tocar, jamais lhe direi.
Est� bem, cidad�o.
Explique-se. O que h� sobre os pequeninos?
Est�o planejando um ataque, e vai funcionar.
- Podem ser pequenos, mas s�o espertos. - Continue.
Eu quero...
mil pe�as de ouro.
Voc� perdeu o ju�zo.
N�o quero nada at� que tenha os tr�s �ltimos sob cust�dia.
H� dois homens e uma mulher ainda para serem pegos.
A autoriza��o para o dinheiro ter� que vir do Conselho.
Mas se estiver mentindo...
N�o estou mentindo. Quero o dinheiro, nada mais.
Aqui � o inspetor Kobick.
Ligue-me com o secret�rio do Conselho Supremo.
Cheiro de fuma�a.
Fuma�a?
- O que h�? O que est� acontecendo? - N�o podemos explicar agora.
Dan, me ajude com isso.
- Depressa! - Est�o bem?
H� muita press�o.
O resto de voc�s, puxem a porta. Diminuam a press�o.
Puxem.
Isso.
Venham! Vamos sair daqui!
Est� bem?
Sargento, o que aconteceu?
Senhor, acho que eles tocaram fogo na minha caixa de muni��o.
- Para o outro lado, vamos! - Barry!
Seu tolo! Disse-lhe para vigi�-los!
Procurem por eles!
Venham. Temos que chegar no cano.
L� est�o eles!
Por aqui! Vamos!
Devem estar atr�s do bebedouro.
- N�o podemos entrar l�. - Mas eles n�o podem sair.
Traga o veterin�rio!
Se me permite, senhor, o veterin�rio j� foi para casa.
Mas o treinador do animal est�, na cova do le�o.
- Traga-o! - Sim, senhor.
Esque�a. Eu mesmo irei.
� disso que precisamos.
Acha que dar� para p�r o leopardo para dormir?
Logo descobriremos.
Quando tiverem chance
corram para o cano e n�o olhem para tr�s.
Tenha cuidado.
- O que h� de errado com ele? - N�o sei.
Pegue-o!
Foi para tr�s dessas caixas. Agora o cercamos.
V� por esse lado que eu vou pelo outro.
- O leopardo est� dormindo? - Sim.
Ent�o, vamos. Por aqui!
- Mark, venha! - Steve n�o pode sair. Eles o cercaram.
Voc� deve desistir.
N�o pode fugir.
Fique de olhos bem abertos. N�o o deixe passar.
N�o deixarei. Saiba que
vou dividir a recompensa com voc�, por sua ajuda.
� melhor apagarmos as luzes.
Talvez isso funcione.
Estou vendo. Vou peg�-lo em um minuto.
- Voc� cuida das luzes. Cuidarei do guarda. - Certo.
Me ajude aqui! � muito pesado.
Mark, as luzes!
Onde voc� est�?
Volte aqui.
Quem lan�ou a bomba sobre o guarda?
Seu co-piloto. Quem mais?
Podem espetar as medalhas em mim depois.
Mas agora vamos dar o fora daqui, huh?
Onde est� voc�?
A caixa de fus�vel est� ao Sul da parede, sargento.
Encontrei, senhor.
- Devo acionar o alarme, senhor? - N�o se incomode, sargento.
Nunca os acharemos nessa escurid�o.
N�o pode deix�-los escapar. N�o pode.
N�o, isso n�o � muito convincente.
- Devo admitir que o subestimei. - Do que est� falando?
O leopardo sedado, o guarda inconsciente,
o inspetor fora procurando pelo treinador que foi para casa uma hora atr�s.
Contudo, devo dizer que mereceu tudo o que os pequeninos lhe pagaram.
Uma vergonha. Ir� para um lugar
onde isso n�o o ajudar� em nada.
- Um momento, inspetor. Tem que me ouvir. - Leve-o daqui!
Sou inocente. Juro que sou. Os pequeninos fizeram tudo.
Foram eles, n�o eu! N�o! Por favor!
Por favor! Por favor! N�o!
Engenhosos.
Muito engenhosos.
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