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S�o os fundos do mercado.
- N�o h� doca de carga, s� muita comida l� dentro. - Bom!
Mas como vamos entrar...
N�o h� problema. Entrada de ar.
Kobick!
L� est�o eles!
Debaixo do papel, sargento.
Cuidado.
Como puderam escapar?
At� senti um deles se mexer quando agarrei o papel.
Obviamente por aqui, sargento.
O ralo.
Talvez possamos peg�-los na outra sa�da.
Nesse labirinto de esgotos? Ter�amos que cavar por toda a cidade para ach�-los.
N�o tem jeito.
Por�m, provou meu ponto.
N�o, sargento?
Ufa!
O que fazemos agora? Tentar de novo achar alimento ou voltar?
� quase dia.
Vamos para casa... pelo esgoto.
O que ser� que Kobick quis dizer com "provar o seu ponto"?
O que sugere que fa�amos, capit�o?
Ficar aqui mesmo...
perto de casa...
at� termos uma pista do que Kobick quis dizer.
- Bom dia, inspetor. - Bom dia, sar...
O secret�rio do Conselho Supremo o est� esperando.
Ele me fez v�rias perguntas, senhor.
� mesmo?
- Prazer em v�-lo novamente, sr. secret�rio. - Bom dia, inspetor.
- Como posso ajud�-lo? - O sargento teve a gentileza de me mostrar isso.
Entendi que � com esses pequenos objetos
que pretende capturar as pessoas da Terra.
Mais precisamente, com esse aqui.
Notar� a inscri��o no fundo...
"metal inella".
Vou mostrar-lhe como funciona.
Ent�o, este � o detector que nos custou tanto dinheiro, huh?
Um bom investimento, sr. secret�rio.
Essas s�o amostras de ouro, prata, platina e
v�rias ligas que conhecemos em nossa civiliza��o.
O metal "inella" � uma liga que n�o conhecemos. Foi desenvolvida na Terra.
Nota como atrai a aten��o do detector?
Ent�o, quando os pequeninos tiverem "inella" com eles,
se tornar�o um alvo para o detector
e poder�o ser capturados.
Exatamente, sr. secret�rio.
Bem, o sargento me disse que
tiveram dois dos pequeninos tr�s noites atr�s,
mas eles escaparam.
N�o por falha do detector.
N�o acontecer� novamente. Eu lhe asseguro.
E foi por isso que pediu mais dez desses aparelhos caros, hmm?
Precisamente por isso, sr. secret�rio.
Quando o Conselho o indicou para o seu cargo atual, esperava resultados imediatos.
Tais resultados n�o t�m aparecido.
Al�m disso, autorizou um gasto de larga soma de dinheiro.
Pode informar ao Conselho Supremo
que s� gasto a soma necess�ria
para conseguir a captura dos pequeninos.
Darei a sua mensagem, inspetor.
Boa ca�ada.
Muito bem!
- Se pode fazer melhor, sr. Fitzhugh, tente. - Posso cozinhar melhor que isso.
- O que est� acontecendo aqui? - Ele... Oh!
O que h�?
Betty ofendeu-se porque Fitzhugh n�o gostou dos biscoitos que ela fez.
Acho que nenhum dos dois quis ofender.
- O biscoi... ou�am... - Escute voc�, capit�o.
Estamos enlouquecendo. N�o botamos os p�s fora daqui h� tr�s dias.
- E o que quer que eu fa�a? - Nada.
Mas vou dar uma longa caminhada antes de ficar completamente insano.
- Vou com voc�. - Talvez encontremos alguma comida decente.
Com Kobick nos ca�ando...
Os �nicos visitantes que tivemos aqui nas �ltimas 72 horas foram dois esquilos.
E n�o creio que eles trabalhem para Kobick.
- Esperem um pouco. - N�o, n�o. Deixe-os ir. Mark est� certo.
N�o tem havido sinal de Kobick.
V�o melhorar esticando as pernas.
Est� vindo dal�.
Sem besteira dessa vez, sargento.
Ca�adores!
N�o sei quem s�o, mas v�m direto at� n�s.
Vamos. N�o, por aqui.
Mudaram de dire��o. Como se soubessem para onde vamos.
Vamos deixar isso aqui.
Por al�. Vamos, vamos.
Sim. � s� uma quest�o de tempo agora.
Mudaram de dire��o novamente.
Sabem exatamente onde estamos.
N�o podemos lev�-los at� a nave. Vamos por aqui.
Parece que est�o correndo, sargento.
- Valerie!
Voc� est� bem?
- Meu tornozelo. - Pode ficar de p�?
Darei um jeito.
N�o est�o muito � frente.
Movem-se mais devagar agora.
Fiquem absolutamente im�veis.
Pararam. Logo � frente.
Parece que � agora.
Devemos t�-los passado, inspetor.
Deve ser o �nico peda�o do material que algum deles usava.
Provavelmente est�o dispersos agora.
Bem, amanh� � um outro dia, sargento.
Salvos agora.
Daria uma grana para saber o que foi que acharam.
Foi o meu broche.
Deve ter arrebentado no mato.
De que era feito?
- N�o fa�o id�ia. - Ouro? Platina?
Era apenas uma pe�a comum de joalheria. Quem sabe do que era feito?
Bem, vamos voltar para a nave.
Deve haver um pista onde voc� o comprou.
Era alguma loja de especialidades?
N�o sei. Tive-o por anos.
Era caro?
Duvido. Eu mesma comprei.
Betty, lembra-se do broche?
Sim, era muito bonito.
Val, n�o tinha um anel de len�o que combinava com ele?
� mesmo.
Vou pegar.
- Olhe na caixa de j�ias. - Sim.
Me lembro agora. Era um conjunto.
Comprei em uma loja na Wilshire Boulevard.
Tem id�ia sobre o tipo de detector que usavam?
N�o sem olhar de perto.
Seja o que for � eficiente.
Levou direto ao broche de Val.
- Aqui est�. - Sim, � ele.
Isto � metal "inella".
- "Inella"? - Sim. Foi desenvolvido h� uns 10 anos.
� de uso comum na Terra.
Mark, o que carregava aquela vez no mercado?
O �nico metal que eu tinha era meu rel�gio,
de platina, e um anel de platina.
- S�. - Vejamos...
Tenho o meu rel�gio, de a�o.
Esta lanterna, de a�o.
E meu compasso.
"Inella."
� isso.
� o que os direciona. � nossa pedra-�m�.
- Capit�o, o que � uma pedra-�m�? Um magneto? - Correto, Barry.
�s vezes o problema mais desesperador � o de mais simples solu��o,
uma vez encontrada a chave.
Sr. Fitzhugh, proferiu a mais profunda verdade.
Obrigado, Dan.
Reuniremos todos os itens em nosso poder
deste temido metal inella
e os enterrarei no meio da floresta.
- Com uma �nica condi��o. - E qual �?
Que os tr�s cavalheiros retornem �quele mercado esta noite e o assaltem de fato!
Est� combinado, Fitzhugh.
Inspetor.
Est�o aqui na cidade.
- Perto? - � um sinal fraco, mas n�o podem estar longe.
Vamos!
- Qual caminho agora? - Viramos a esquina e atravessamos a rua.
J� se passou meia hora.
O vigia deve estar na frente, se cumpriu o hor�rio.
Esperemos que seja met�dico.
Esperem.
Algu�m est� atrasado para um encontro.
O encontro � conosco. Vamos! O esgoto!
Est�o aqui, senhor.
Foram para o subterr�neo de novo.
Sargento, esta noite colocarei uma rede motorizada
que aqueles pequeninos jamais atravessar�o.
Eu lhe prometo.
- De volta para a sede. - Sim, senhor.
- A comida! Onde est� a comida? - Nem entramos no mercado.
De algum modo misterioso, Kobick nos encontrou.
- Onde est�o Dan e Mark? - Nos separamos. Est�o...
- Como Kobick sabia que estavam l�? - N�o sei.
- Enterrei tudo duas horas atr�s. - Sei l�, estou desnorteado.
- Viu Dan? - Espere. Qual dos dois levava o metal inella?
- Ora, vamos... - Voc� ou Dan?
- N�o fui eu, por isso foi voc� ou Dan. - Acalme-se!
- Um de voc�s p�s nossas vidas em perigo. Quero saber quem. - Fui eu.
N�o foi de prop�sito.
Apenas esqueci.
Esqueceu o qu�?
Depois de toda a discuss�o que tivemos sobre o metal inella...
Voc� esqueceu o qu�?
Ele une um osso em minha perna.
Quebrei-a h� oito anos nas Olimp�adas.
Sim, eu me lembro. Li a respeito.
� aqui, abaixo do joelho, em dois lugares.
O cirurgi�o usou um pino met�lico para juntar o osso.
Claro, n�o preciso mais dele.
O osso j� se juntou h� muito tempo.
Mas o pino continua l�.
O metal foi originalmente desenvolvido para cirurgia.
Sinto, Dan. N�o tinha id�ia.
Nem eu.
Para mim era apenas um peda�o de metal. N�o sinta, Mark.
Se fosse ao contr�rio, eu o estaria mordendo.
Ent�o carrega um peda�o daquele terr�vel metal a� dentro?
O que podemos fazer?
Acho que apenas terei que partir.
N�o posso ficar com voc�s.
Mas esse � o �nico local seguro.
N�o comigo por perto.
Onde poder� ir que n�o seja apanhado?
Steve, lembra-se daquele p�ntano que atravessamos ao Norte um m�s atr�s?
- Sim. - Posso ficar l� por um longo tempo.
� uma boa id�ia, mas...
O gigante que entrar naquela areia movedi�a afundar� como uma rocha.
Suponho que sim.
Precisarei de comida e umas coisas.
Posso arranjar algo para voc�.
Alimento desidratado. � o que quer?
Sim. Obrigado, Betty. Isso servir�.
Dan, Chipper e eu vamos com voc�.
- N�o, Barry. - Mas vai precisar de algu�m para vigiar quando dormir.
Seremos �tima companhia. E n�o atrapalharemos. Juro.
Sei que n�o, Barry.
Mas at� eu me assentar e construir um abrigo...
- Entende, n�o? - Sim. Acho que o atrapalhar�amos.
Aguardarei que voc� e Chipper me visitem.
- Est� certo? - Est�.
Bem, que tal irmos logo andando Steve?
Est� bem.
- Por que n�o pegam aquele pacote juntos, Betty? - Certo.
- Vou buscar umas coisas que precisaremos. - Certo.
Aprendi numa breve excurs�o oficial na �sia. O que dizia?
Dizia que, j� que sua vida depender� disso,
por que n�o v� se suporta o seu peso?
Especialmente enquanto ainda estou por aqui.
Bem, se eu afundar estragarei um bom plano.
Certamente.
Vejamos agora. Amarre isso em volta da cintura.
Assim
- Est� pronto? - Sim.
Basta ir.
Devagar.
Como se sente?
N�o sei.
- Est� tudo bem? - Sim. Folgue mais.
Peguei.
- Est� bem? - Sim.
- Como se sente? - Me sinto muito seguro aqui.
Bom. Mas n�o vamos deixar piorar.
Acho que j� aprendemos o bastante. Saia.
Certo. Afrouxe a corda at� eu me virar.
Dan, im�vel!
Acima de sua cabe�a!
N�o posso mover as pernas!
Aguente, Dan.
Apresse-se!
Segure-se a�.
Me puxe.
Certo.
Vamos.
Dan.
V� logo, por favor.
Espere um pouco.
Estou esperando.
Ei!
Acho que tive a melhor id�ia que jamais tive! Lembra-se do dr. Brule?
Aquele m�dico que supervisionou quando voc� operou Barry de apendicite?
Certo! Ele odeia a tirania do governo dos gigantes.
Dan, ele nos ajudar� novamente.
Steve, ele est� preso. Confinado � solit�ria perp�tua.
Eu sei. Mas se falarmos com ele poderemos tirar o pino da sua perna.
- Dan, ele � um grande cirurgi�o. - O que est�...?
Quer esperar? E fique � dist�ncia de um grito deste lugar.
Est� bem.
Conseguiremos.
� rid�culo!
A id�ia em si j� � maluca, mas tentar realiz�-la da sala de Kobick...
O �nico modo de conseguirmos � da sala de Kobick.
Vamos, � um desperd�cio de tempo. Fitzhugh, vamos!
Quanto tempo voc�s v�o demorar?
Fique de vigia. E fora de vista.
Baterei na porta se houver perigo.
Telefonista. Posso ajud�-lo?
Telefonista, ligue-me com o diretor da pris�o estadual daqui da cidade.
- Eu aguardo. - Um momento.
- Espero que funcione. - Funcionar�.
- Se n�o funcionar n�o teremos perdido nada. - Exceto Dan.
Diretor Barmak falando.
Inspetor Kobick, sede S.I.D..
Sim, inspetor.
Nunca o vi, mas o conhe�o pela reputa��o.
- Por que me chama? - Voc� tem um dr. Brule sob sua cust�dia.
Sim, mas ele n�o est� muito bem.
Desde que possa ser trazido ao telefone e falar coerentemente,
o estado de sa�de dele n�o � importante.
Sim, posso traz�-lo at� aqui, mas...
N�o tenho certeza de que seja realmente quem diz ser, senhor.
Eu o parabenizo por sua cautela, diretor.
Me telefone de volta para 837-415.
Pode confirmar o n�mero com a Central de Seguran�a.
Sim. Farei isso inspetor.
Voc� estava certo. Foi bom termos ligado daqui.
Sim.
Como est�o indo? Bem?
Sim. Volte para o seu posto!
Algu�m vem vindo!
Inspetor?
Senhor?
� o diretor Barmak.
Inspetor?
Sim, diretor. O dr. Zale est� aqui. Ponha o dr. Brule na linha.
- Est� na linha. - Dr. Brule falando.
Doutor,
aqui � o dr. Zale.
N�o creio que se lembre de mim...
- Zale? - Isso mesmo, senhor.
O senhor supervisionou a primeira opera��o que eu realizei.
Que tipo de opera��o foi?
Uma apendicectomia em um garoto.
Um garoto muito pequeno.
Isso n�o parece ter requerido muita supervis�o, doutor.
Sim neste caso, senhor.
Era imposs�vel levar o garoto ao hospital,
assim, a cirurgia teve que se realizar sob condi��es muito primitivas.
Ah, sim, claro. Me lembro agora.
Foi um caso de apendicite aguda.
- Isso mesmo, senhor. - Sim. Estou lembrando de tudo agora.
Devo dizer que cuidou de tudo muito bem, dr. Zale.
- Obrigado, senhor. - Este novo problema... � s�rio?
Bem, n�o comparado ao outro.
Somente a remo��o de um objeto estranho da perna de um homem.
Mas, como o senhor sabe doutor,
pode ser uma tarefa bastante dif�cil.
De fato. A menos que o cirurgi�o proceda com a m�xima cautela,
podem haver complica��es arriscadas.
Como posso ajud�-lo, doutor?
Eu gostaria de ir � pris�o para uma consulta, mas
ando muito atarefado.
Ent�o pensei que talvez pudesse
enviar algu�m de confian�a do hospital para tomar notas.
Isso bastaria. Algu�m como a enfermeira Helg, talvez?
Ela � muito competente e de confian�a.
- Enfermeira Helg? - Sim.
Bom. Eu a enviarei amanh�.
Doutor, obrigado.
- Posso falar com o diretor? - Estou aqui, dr. Zale.
Ouvi tudo. Farei com que a enfermeira receba toda a coopera��o.
Obrigado, senhor. Boa noite.
Espero que a enfermeira esteja livre a essa hora da noite.
Sim. Bem, s� h� um meio de saber.
Terceiro andar cir�rgico. Enfermeira Helg.
Enfermeira,
Tenho uma mensagem para voc� do dr. Brule.
Sim?
� muito importante que eu lhe fale em particular.
Quem � voc�?
Um amigo do dr. Brule.
Sou da Terra.
H� um pequeno parque no terreno, ao Sul do hospital.
Ver� um banco l�.
O encontrarei l� em 20 minutos.
Certo.
Ela est� l�.
Seria mais f�cil falar com ela
se eu subisse naquele muro.
Enfermeira Helg! N�o, n�o. N�o se vire.
Estou em cima do muro, bem atr�s da sua cabe�a.
Qual � a mensagem do dr. Brule?
� um apelo de ajuda.
Um do meu grupo precisa de uma cirurgia.
Eu a farei, mas preciso dos conselhos do dr. Brule.
E como conseguir� isso?
Arranjei para que voc� o visite na pris�o amanh�
para transcrever suas t�cnicas numa cirurgia muito delicada.
Claro que isso � s� um disfarce.
O motivo real de sua visita � entregar a ele um r�dio transmissor-receptor.
Que opera��o � essa?
- � muito importante? - Sim, �.
Kobick encontrou um meio de detectar um metal especial
que n�s usamos normalmente.
Nos livramos de quase todo ele, exceto um pino cir�rgico na perna do meu co-piloto.
Temos que extra�-lo.
Onde pensa realizar a opera��o?
Na cidade.
Acho que � melhor que n�o saiba onde.
Creio que est� certo.
Preciso de umas 24 horas para estar pronto.
Tenho que pegar meu amigo onde ele est� escondido.
Quero que diga ao dr. Brule para aguardar a chamada amanh� � noite, na cela.
Precisar� de instrumentos cir�rgicos.
Grampos, suturas...
Tenho tudo isso.
S� n�o tenho anestesia.
Posso lhe dar uma lata de �ter.
N�o, ser� muito grande.
Ponha um pouco no menor vidro que encontrar.
Deixarei sob a hera, atr�s da lata de lixo.
Amanh� no final da noite.
Agora olhe.
Achar� o r�dio em cima do muro, logo atr�s de voc�.
Me d� alguns minutos para ir embora.
Naturalmente.
Um instrumento muito engenhoso, enfermeira Helg.
Sim, inspetor.
- Ouviu tudo, � claro. - O suficiente.
Ele n�o me disse onde ser� realizada a opera��o.
N�o se preocupe com isso.
Ir� encontrar-se com o dr. Brule exatamente como lhe pediram.
Quando tiverem come�ado a cirurgia os encontraremos.
- Todos eles. - Que esperteza.
Eu n�o teria pensado nisso.
Mais foi esperta o suficiente para me informar sobre esse encontro.
Ainda tenho muito tempo para viver, inspetor.
N�o quero pass�-lo na cadeia.
A hora mais perigosa ser� quando Dan estiver anestesiado
e eu operando.
At� tirar aquele metal da perna dele
ser�o um alvo parado para os detectores de Kobick.
Mark e eu temos uma resposta para isso.
- Quero que desenterre aquele metal que enterrou. - Por qu�?
Enquanto Steve tira o pino da perna de Dan,
o resto de n�s causar� um colapso nos detectores de Kobick,
espalhando inella por toda a cidade.
Excelente id�ia. Estava para sugeri-la.
Doutor, desculpe um paciente por perguntar,
mas, poderia me dizer onde planeja cortar a minha linda perna?
Isto �, em que hospital?
Bem, Dan, ser�...
no esgoto, bem atr�s do mercado de comida.
Oh, nada como viajar de primeira classe.
� o �nico jeito, Dan. � perto da pris�o
e poderei captar o sinal de r�dio do dr. Brule.
Est� bem?
Valerie, ter� que me ajudar na opera��o.
Ser� um prazer.
Agora ou�am: vamos pegar toalhas,
len��is, cobertores... e � melhor pegarem os instrumentos cir�rgicos.
Nos antecipamos.
Muito bem.
Pegarei o anest�sico a caminho.
- Sozinho? - Sim.
Fiquem longe do alcance dos detectores at� que eu prepare tudo para a opera��o.
Ent�o, eu chamarei. E Dan e Valerie poder�o ir.
O resto ficar� fora da cidade e aguardar�o nova ordem.
Prontos para irem em todas as dire��es com os peda�os do metal
quando eu disser.
- Fui claro? - Conte conosco, capit�o.
Claro, Steve.
Boa sorte, capit�o.
Dr. Brule! Est� a�, dr. Brule?
Brule falando.
Doutor, onde est�? Pode falar?
Estou em minha cela.
- Posso falar. - A enfermeira lhe explicou bem a opera��o?
Sim, me explicou tudo.
Conhe�o o seu problema e poderei aconselh�-lo a cada passo do caminho.
Bom.
Doutor. Voltarei a cham�-lo antes do amanhecer, quando Dan chegar aqui.
Estarei esperando.
Cooperou muito bem, doutor.
Seria in�til fazer outra coisa.
Steve! Steve!
Dan! Valerie!
Aqui.
- Mark! Mark, est� a�? - Aqui � Mark, Steve. Ou�o alto e claro.
Operaremos em 10 minutos. A seus postos e iniciem as manobras.
Iremos.
Ao trabalho. Boa sorte!
- Fizeram um bom tempo. - Sim.
Vou alertar o dr. Brule.
Prepare-o para a opera��o.
N�o. Voc� n�o deve operar.
Como nos encontrou?
Segui-o quando pegou o �ter.
- Por qu�? - Por que n�o operar?
N�o temos tempo para falar.
O inspetor Kobick sabe de todo o arranjo.
- Sabe de tudo, exceto este local. - Quem lhe contou?
- Fui eu. - Voc�?
N�o temos tempo para falar.
Farei a opera��o. Agora me entregue aquele homem. R�pido!
Entreg�-lo a voc�? Depois do que fez?
Voc�s n�o t�m outra escolha.
Eles v�o deixar o dr. Brule gui�-los at� parte da opera��o,
mas depois v�o par�-lo.
Kobick os quer im�veis at� poder localiz�-los.
Um momento. Por que dever�amos acreditar em voc�?
N�o, venham. Vamos dar o fora daqui agora mesmo.
Se o pino n�o for tirado da perna dele, cedo o tarde Kobick o pegar�.
Ent�o me arriscarei com Kobick.
Por favor, me escutem.
Sei como se sentem.
Foi absolutamente necess�rio que eu os denunciasse.
Sob nossa forma de governo, os telefones est�o grampeados.
As paredes t�m ouvidos.
Podiam ter ouvido quando voc� me chamou no hospital.
N�o podia correr esse risco.
Agora pensam que sou uma cidad� leal.
Tenho chance de ajud�-los.
- Dr. Brule sabe o que voc� fez? - Sim, contei tudo a ele.
Ele me instruiu como fazer a opera��o,
com instrumentos min�sculos que usamos em cirurgia �tica.
Mas falei com ele h� pouco. N�o deixou transparecer.
Acha que ele iria tra�-los de uma forma t�o est�pida?
E � melhor que n�o o traiam.
Prossiga com o plano como se estivesse de fato realizando uma opera��o.
Provavelmente ouvir�o tudo o que ele disser no r�dio
e ouvir�o quando voc� cham�-lo novamente.
Agora, posso ter o paciente?
Logo amanhecer�.
A decis�o � s� sua, Dan.
Acho que vou.
Me d� um impulso.
Capit�o,
farei a cirurgia no meu quarto no hospital.
Mas estaremos totalmente vulner�veis aos detectores l�.
- Pode ajudar? - Sim.
Meu pessoal est� iniciando uma a��o diversion�ria.
N�o deixe de fingir com o dr. Brule.
A cirurgia deve durar uma hora. H� um bosque ao Sul do hospital.
- Quando eu terminar, levarei Dan para l�. - Certo.
Valerie, n�o faz sentido voc� ficar aqui.
Por que n�o volta para ajudar os outros com o metal? Tudo bem?
Tudo bem.
Sim. Sim, direi ao inspetor agora mesmo.
As unidades informam positivo para o metal inella.
Est� espalhado por toda a cidade, inspetor.
S�o espertos. Usam t�ticas diversion�rias.
Bem, s�o ainda mais para pegarmos, sargento.
Libere os carros. Que cada unidade responda pelo sinal mais perto de si.
N�s tamb�m vamos para a rua.
Dr. Brule! Doutor!
N�o tente nada, doutor.
- Brule falando. - Pode falar?
Muito livremente, capit�o. O paciente est� pronto para a cirurgia?
Valerie, como est� ele?
Doutor, ele est� pronto.
- Como o planejado? - Exatamente como queria, doutor.
A fratura � logo abaixo do joelho da perna direita.
Deve haver uma fina cicatriz l�.
Deve ter apar�ncia prateada.
Sim, estou vendo.
Essa ser� a linha da sua incis�o.
Abra a linha para H. Q. 4.
Informe ao inspetor Kobick que a opera��o est� em andamento.
Doutor, fiz a incis�o.
Ver� duas bainhas musculares.
Se houver hemorragia, deve ter transeccionado um deles.
Seja extremamente cuidadoso com seu bisturi, doutor.
N�o se aflija, doutor. Terei cuidado.
Espl�ndido!
A opera��o est� em andamento, sargento.
Bom, senhor. Desejaria ter algo bom para informar.
O caminh�o de lixo foi negativo.
O carro 4 localizou o metal que estavam seguindo.
Um era uma j�ia comum em um pr�dio de dois andares.
O outro era um chaveiro alojado numa �rvore.
Encontraram um pequeno estilingue, que deve ser de um garoto da Terra.
Paci�ncia, sargento. O processo de elimina��o
eventualmente nos levar� ao lugar da opera��o.
O carro 63 pode ter encontrado, inspetor.
- Onde? - No Jablo Park.
Ent�o vamos, sargento. Vamos!
Deve estar na �rea onde h� diversas fibras grossas e brancas.
E, pr�ximo a elas, em azul e branco, outras muito mais delgadas,
que mais parecem cordas finas.
S�o tend�es e nervos...
- Em que est�gio est� agora, doutor? - No mais delicado.
O sucesso de toda a opera��o
depende de como ele agir nesse instante.
Serviu bem ao Estado, doutor.
Pena n�o podermos recompens�-lo.
A virtude � a nossa pr�pria recompensa, dizem.
Na certa uma armadilha de algum garoto.
Bastante grande para caber muitos pequeninos.
Muito bem, muito bem. Abram.
N�o pode haver muito mais dessas sobrando!
N�o h� outros sinais?
N�o, senhor. Parece que j� pegamos todos.
Espere um pouco!
H� mais um. Deve ser o que procuramos.
Onde?
Por al�... Na dire��o do hospital, eu diria.
O hospital. Claro, vamos!
Por que parou aqui?
Disse que o sinal estava vindo da �rea do hospital.
- � onde apontava, senhor. - Pr�ximo a nossa pr�pria sede?
� o que parece, senhor.
Steve?
Dan! Ei!
- Como est�? Bem? - Sim.
- Ela manteve a palavra, n�o? - Sim, usou anestesia local.
Vi tudo. Onde est�o os outros?
Voltaram � nave para esperar seu co-piloto.
Me levem para casa, ent�o. O que est�o esperando?
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