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PRONTO A MATAR
Parab�ns, Daniel. Parab�ns, Jacob.
N�o posso acreditar que os g�meos est�o com 10 anos.
- Pedra, papel, tesoura. - Fica o Jacob.
Um, dois...
Espera Daniel, estou atr�s de ti. Devagar.
Feliz anivers�rio. Daniel e Jacob.
Est� na hora do bolo. Vamos chamar as crian�as.
Jacob? Jacob?
Jacob! Meu beb�.
Jacob. Chamem uma ambul�ncia.
Jacob!
- Onde est� a equipa anti-bomba? - J� est�o a caminho.
Afastem estas pessoas daqui.
R�pido, temos menos de quatro minutos.
- Tirem estas pessoas daqui! - Ajudem-me.
O meu nome � Jacob. Vai ficar tudo bem.
Eu prometo, vamos tirar isso o mais r�pido poss�vel.
Tragam um maldito cobertor, aqui!
Isto parece trabalho do Billy Joe
tem C4 instalado no peito.
N�o � do feitio dele deixar isto ao ar livre.
N�o, ele instalou isto. Est� a tentar confundir-nos.
- Aposto que � ele. - �.
Queres saber? Provavelmente deve estar a ver-nos.
Como vai a vista?
Que est�s a fazer na minha casa?
A porta estava aberta e do modo que as coisas est�o por aqui...
N�o parece que seja a tua casa.
�, a velha acabou de ser despejada.
A diferen�a entre n�s dois �, tens de apanhar uma v�tima inocente,
mas gosto de pegar gente doente como tu.
Ouve-me...
Qual � a cor do fio... que tenho que cortar?
A que diz "Vai-te foder".
Qual � o fio, Billy?
Levanta-te!
Vamos!
Est� pronto para falar?
Qual � o fio, Billy? Qual?
Est�s pronto para me dizer?
Vamos l�, lixo branco!
Est� bem. Est� bem.
O suspeito est� pronto para colaborar.
Tenho uma indecis�o. Amarelo ou preto?
Tenta o rosa, paneleiro.
Diz-me, Billy, cortamos o amarelo ou preto?
O fio amarelo ou o preto?
- O preto. - Corta o amarelo.
Corta a porra do amarelo!
Estamos bem.
Tudo bem puto, assuma a posi��o, tu est�s preso,
encosta-te contra a parede e d�-me as m�os.
Vai-te foder!
Hei, parece que ele est� com solu�os.
que algu�m lhe d� um copo de �gua.
Est�s perto de decifrar esse c�digo?
Perto? N�o sei.
Este tipo � esperto, mas vou apanh�-lo.
Sabes que o CDO concedeu ao Billy Joe direito a apela��o?
- Porque isso n�o me surpreende. - Ele j� n�o vai andar mais, ou vai?
Se voltar, vai matar de novo muito mais depressa. Essa � a verdade.
- O que est�s a fazer aqui? - Senti saudades tuas.
Deves estar aqui h� muito tempo.
Estive no teu escrit�rio, � bastante assustador.
Porqu� todas essas escritas codificadas?
Aposto que � do caso Griftin.
Tens raz�o.
No homic�dio temos algumas vezes...
h� tipos assustadores que temos que trabalhar, e...
Esse em especial � muito assustador.
Matou quatro pessoas em cinco meses.
Andas a trabalhar muito.
Bem, tu bebes muito.
Tenho que trabalhar.
Parab�ns, Jacob.
Um, dois...
tr�s, quatro...
Cinco...
Sete, oito...
Nove, dez.
Preparado ou n�o, j� vou.
Jacob!
Ol�, querido. Procuras um encontro?
- Precisa de ajuda? - Pode ajudar-me?
Agrade�o, � muito bondoso da sua parte,
n�o consigo entender esta maldita coisa.
N�o h� problema, j� passei por isso.
Quando a lua sangra um homem de ser feito.
Na hora de uma grande degenera��o.
Ningu�m tem ouvidos para ouvir.
Ningu�m grita toda a verdade.
Mas eu ouvi a verdade.
Vi a paz.
Vi os vales.
Vi a terra por todo o lado deste Mundo.
E vi a vida.
- Eu vi. - Faz de novo.
- Faz de novo. - Cala a boca!
Fecha a tua boca suja.
Parece que o assassino est� novamente em ac��o.
Boa escolha, n�o foi s� morta, foi castigada tamb�m.
- Viste a inscri��o? - Sim.
- Est� aqui. - O que � que h� mais?
Causa da morte: Resultante de grandes hematomas de sangue.
Por outras palavras foi espancada at� � morte.
H� uma coisa interessante sobre estes casos.
Gosta de ficar um tempo com algumas, outras como esta pobre mulher...
Fez o trabalho muito depressa.
Sabes o que estava a pensar?
Parece que ele manipula as horas da morte.
Como se estivesse a olhar para o rel�gio ou algo.
Faz-me um favor, v� as horas em que foram mortas.
Drogada com certeza.
- Todas n�o s�o? - N�o, nem todas.
Acabei de falar com algumas pessoas onde ela foi encontrada.
Chama-se, J�ssica.
Trabalhava quase sempre fora do clube do "Blues".
- Al�? Sim Sr. - O que h� mais, irm�o?
� dif�cil confirmar se foi violentada.
Ela foi prostituta. Fez cesariana.
Teve pelo menos um filho. Ela foi amarrada...
- n�o importa como a v�. - Sim.
Pode passar-me uns cotonetes com um pouco de �lcool.
V� isto, este � o s�mbolo astrol�gico para a lua cheia.
O homem realmente est� a tentar dizer-nos algo.
Era o capit�o.
Quer reunir connosco, disse que est� a ter muita press�o da imprensa.
Sim, certeza que sim.
Eles tocam bem, blues.
Parece que o conhe�o. � pol�cia, n�o �?
Deixa-me perguntar uma coisa.
Conhecias uma garota, chamada J�ssica Trimble?
Sim. Ela trabalhava neste lugar para o Johns.
Nunca falei com ela, excepto quando pedia bebidas.
Se nunca falavas com ela como sabes o seu nome?
Vejo as not�cias.
Vi-te v�rias vezes. �s algu�m importante, n�o �s?
Sim querida, sou importante. Olha, preciso de ajuda.
Ben e Leon. O mais alto � o Leon. Conhecia-a.
Est� bem. Olha... tiveste sexo com ele?
N�o estou a perguntar pelas raz�es que possas estar a pensar.
Sim, n�o � t�o inteligente, mas mora no apartamento ao lado.
Hei rapaz, o que se passa?
H� algu�m � espera na frente?
N�o preciso de ningu�m na frente.
- Eu acho que precisas. - N�o, n�o perdoarei.
Tem educa��o com a pol�cia, viemos aqui fazer umas perguntas.
Cuidamos as �reas, somos educados e fazemos o nosso trabalho.
Agora, tenho algumas perguntas sobre a J�ssica Trimble.
Posso prender-te e levar-te para a esquadra ou podes falar agora.
Acho que vais falar com o meu punho.
D�-lhe agora.
Levanta-o. Levanta-o.
Embora, a isso.
Agora � a minha vez.
Vamos.
Est� na hora de brincar.
Queres brincar mais?
D� o teu melhor.
Leon fica no ch�o.
Meu amigo, Leon. Vais responder �s minhas perguntas agora?
- Vai-te foder!
Anda comigo, preciso do teu testemunho.
�s um pol�cia duro, querido.
- O que se passa a�, Leon? - Atirem nesse filho da puta!
Cuidado.
Merda.
Foda-se!
Detective King.
Dois suspeitos fugiram para o beco, um est� ferido.
Tudo bem, vamos apanh�-los.
Chama a ambul�ncia, outro homem ferido aqui.
Sim senhor.
Detective Anderson, esta � a Frankie Miller. � do FBI.
Fui designada para o caso Griftin.
Griftin. Maldita imprensa, parasitas!
O Jacob sabe disto?
Escute-me... vou dar-lhe permiss�o para onde ela quiser ir...
e para falar com quem precisar falar.
O King tem tudo registado numa fita, acho interessante ver o que h� nela.
Leve a transi��o com calma ou pode ficar feio.
Feio?
Est� bem, fa�a l� o relat�rio.
Neste momento, n�o sabemos como escolhe as v�timas.
O que temos s�o uma s�rie de crimes brutais.
- Com o corpo de hoje s�o cinco. - Qual � a marca deste tipo?
Deixa s�mbolos astrol�gicos nos corpos.
Em algumas ocasi�es deixa uma carta perto ou no corpo.
S�mbolos, cifras e merdas dessas. O Jacob j� come�ou a descodific�-los.
- Mas n�o completamente. - Onde diabos est� o Jacob?
A inten��o dele era estar aqui mas algo aconteceu.
Faz-nos passar por idiotas, n�o �?
Qual �?
A de vermelho, o namorado saiu.
Ela est� t�o b�bada que nem percebeu.
Prepara tudo.
- O teu namorado est� ali na esquina. - Est� bem.
Precisas de boleia?
Onde est� o teu namorado?
Parab�ns, Jacob.
Espera Daniel, estamos atr�s de ti.
Tu �s meu. Rapaz.
- Hei, desculpa-me pelo hor�rio. - Sou madrugador, queres uma bebida?
J� tentei deixar, mas...
Um copo n�o faz mal.
O que est� a aborrecer-te?
H� muita press�o. O capit�o est� chateado.
- Deram o caso ao FBI. - N�o significa nada.
Vai andar na linha do fogo, mas Jacob eu preciso desta pens�o.
N�o tens com que te preocupar, ningu�m te vai tirar a tua pens�o.
Obrigado, Jacob.
Provavelmente pare�o um verdadeiro paran�ico.
Avisa assim que souberes alguma coisa.
O que � que se passa companheiro?
Outra v�tima do Griftin.
- Onde est�? - L� em cima, vem comigo.
- A Celine foi a primeira a chegar. - Isso � verdade?
Porque essas cenas de crimes s�o sempre no �ltimo andar?
- Bom dia, querida. - Bom dia detectives.
- Como est�s? - Sorte n�o ter sido eu.
- Detective King, Frankie Miller, FBI. - Deus tenha piedade.
Disseram-me na esquadra que �amos... trabalhar juntos.
Bem, n�o estou aqui para atrapalhar ningu�m, apenas observar.
Possivelmente, oferecer a minha especialidade.
Eu adoraria as tuas especialidades.
Apesar da tua idade deves ser mais especial que n�s.
- Muito mais. - Percebes?
- Como vais, Kristen? - Como est�, Sr. King?
Vou bem. Est�o ocupados?
- Vai tudo bem. � tudo teu agora. - Sim, senhora.
Acho que n�o foi este o lugar onde foi morto.
N�o, olha as marcas dele por ter sido arrastado. Definitivamente n�o.
Se pudesses chegar um pouco mais para tr�s. D�-me um segundo.
� o seu Mundo.
Hematomas no pesco�o.
Parece que ele foi engasgado com um cabo.
- Deus tenha piedade. - V�s a marca na m�o?
Isso � a lua cheia a desfazer-se.
Duas mortes em dois dias. O nosso homem est� em ac��o.
Repara naquele espelho, por favor.
Tamb�m havia um espelho, na cena do crime da J�ssica Trimble.
Exactamente. Olha este aqui.
Como se pode ver as marcas deixadas quando arrastava o corpo...
V�o at� ao espelho, parece brincadeira para ele.
- Interessante. - Sim.
Tamb�m havia um espelho na cena do crime do Marshal.
Ele fazia sempre o mesmo.
Trabalhei num caso de homic�dio.
Ela investigou um homic�dio uma vez. Menos um.
V� se consegues trazer um fot�grafo aqui e embale estes sapatos.
Quero tirar fotos dessas marcas que foram feitas arrastadas pelo corpo.
Vamos fazer.
Fiquem todos por perto, tenho a certeza que essa miuda pode entret�-los.
O que dizes Storm? Ela � divertida.
Ficam?
N�o, odeio quando come�am a cheirar mal.
Divirtam-se meninas, no caso de acontecer algo com ele, chamem o 911.
Agente Miller? Queres que envie uma c�pia para o teu gabinete?
Obrigado, agrade�o.
Tive um caso numa lixeira que foi um completo pesadelo,
lixo por todos os lados, n�s tivemos que...
Que doce.
- Est�s bem? - J� me sinto bem.
Pensei que isto estava abandonado.
O andar inferior ainda tem inquilinos.
Vamos interrog�-los.
Onde vais.
Ter a certeza que est� tudo bem.
Agente Miller, n�o devemos envolver-nos nessa merda.
Metade das vezes as mulheres nem apresentam queixa.
Fizeste ou n�o? Diz, sen�o corto-te.
Por favor, tomaste muita droga. Acalma-te!
Afaste-se dela e ponha a faca no ch�o!
- Quem � voc�? - Uma agente federal, largue a faca.
- Ponha no ch�o! - Ponha a faca no ch�o!
Por favor n�o atire nele.
Vai atirar em mim?
Hei, ningu�m vai disparar, largue a faca e conversamos. Est� bem?
Sempre a trair-me, nunca sou bom o suficiente para ela.
Puta mentirosa.
Pensas que n�o vejo?
N�o gosto do que fazes por tr�s das minhas costas.
Est�o a mentir-te.
- Hei! Largue a faca ou atiro. - Dispare, estou me marimbando.
Se n�o tivesse com a arma e o distintivo...
n�o estaria a olhar-me nos olhos, puta.
Est� bem?
N�o era necess�rio sov�-lo.
Est�s bem, meu amor?
Desculpa...
Eu disse-te.
O empregado disse que a v�tima promovia vinho, Lans Milles.
Gostava de pagar em dinheiro, gostava de trocar de lugares...
h� algumas semanas... ele disse e citou, nunca vi um negociante mais dedicado,
Que gostava de passar o tempo com os filhos.
Foi o melhor chefe que j� tive.
Passar o tempo com os filhos.
Que merda � esta. Ele est� registado como violador.
Paga aos empregados em dinheiro.
Eu preciso de depoimentos de todos, muito r�pido, est�s a ouvir.
- Elucida-me. J� decifraste o c�digo? - Estou realmente muito perto.
Meus senhores preciso do que sabem sobre o Billy Joe.
Detective Anderson, �s o primeiro.
O capit�o diz que a tua coopera��o � esperada.
Aqui vai outra palavra sobre isso.
Como est� o teu tempo, querida. Porque acabaste de perder o almo�o.
Eu esperava que pud�ssemos falar num lugar um pouco mais...
Um pouco mais rom�ntico, talvez.
Menos formal.
Um pequeno incidente na cena do crime.
N�o est�s acostumada com o trabalho no campo, n�o �?
Eu fiz minha parte, com incid�ncia no comportamento.
�s tu quem nos faz perguntas?
Estamos a falar da psicologia de matar, detective,
n�o s� a investiga��o, n�o �s tu quem decide se eu estou qualificada.
Por favor...
Qual foi o teu envolvimento na deten��o do Billy Joe?
Estavas l� quando King fez a pris�o?
Est� bem, olha. Este tipo � muito perigoso.
Ele foi desonrado e dispensado depois de Tempestade no Deserto.
Foi treinado para ser estratega...
mas tamb�m lida com pequenas armas e � perito em explosivos.
N�o o podes deixar sair em liberdade.
Isso j� foi feito, a decis�o n�o foi nossa.
A testemunha negou-se a testemunhar no supremo tribunal.
Detectaram uso de for�a abusiva, usada pelo detective King,
inconstitucional e evid�ncia de DNA para ser suspeito.
Aquele animal devia receber pena de morte.
Certo.
Aqui est�, Sr. Bill...
Isto � um suave soco no saco.
Merda.
Esqueceram o meu sinalizador.
Por que n�o? � um cidad�o de novo, Sr. Hill.
Chame-me Billy Joel.
Onde est� o detective King?
Saiu.
Disse que ia � Morgue.
- Est� a evitar-me. - � o que tu desejas...
escuta desportista... � melhor ir com calma.
Eu n�o sei o que te ensinaram no maldito Distrito,
mas � bom ter a maldita certeza do que sabes o que est�s a fazer.
Como vais? O que se passa, amigo, est� tudo bem?
Estou a come�ar a ver-te mais do que � minha mulher.
Este � o meu tipo?
Meu, que pena.
Uma garota t�o bonita e nova como esta.
Terminar assim, n�o est� certo.
Onde est� o meu?
Olha � tua volta. Estou atolado em cad�veres.
E ele est� no fim da fila.
Oh, ele est� no fim da linha?
E eu posso querer um tratamento especial, sabes?
Espertinho. Sabes por que me tornei patologista?
Tu lidas com cad�veres. N�o te deixes levar com o t�tulo.
Esperto.
Que o Senhor tenha piedade... � como uma comich�o m�, aparece sempre.
Sim, olha, podemos falar um pouco?
O espect�culo acabou?
- Vou buscar um caf� na cafeteira. - Est�s com medo de qu�?
N�o tenho medo de nada.
O mais r�pido que eu passar por esta parte...
Mais r�pido eu te tiro da minha vida.
N�o, o mais r�pido que podermos para voltarmos a investigar o caso.
Diz-me o que precisas.
Pensava falar num lugar mais...
Mais encantador? Queres saber? Isto � um trabalho policial.
Chega aqui e anda conhecer a minha rapariga.
Est� bem...
Olha, vou directa ao assunto.
Tenho algumas perguntas sobre o relat�rio no caso do Billy Joe.
Isso est� tudo detalhado no meu relat�rio.
Tenho a certeza que sim, mas ainda precisamos falar sobre ele.
Olha, diz-me exactamente o que queres saber e eu dou-te tudo.
Sim....
est�s a brincar.
O senhor tenha piedade. Merda, j� te ligo.
Ent�o... o teu rapaz, o Billy Joe, acabou de sair...
e ao sair da pris�o ele matou mais tr�s pessoas.
Gostas disso?
- J� consegui, amigo. - J� o decifraste?
Eu decifrei o c�digo. A alma que matar � a alma com que fica...
No limite do espa�o, essa � a verdadeira religi�o.
Eu posso ler as palavras. S� n�o sei o que querem dizer.
Hei, desculpe.
Tenho uma pergunta para lhe fazer.
Este indiv�duo � um poeta, pelo menos ele acha que �.
Reconhece alguma coisa disto?
Nada que tenha visto antes, desculpe-me.
Ele gosta de astrologia...
esse tipo de poesia preocupado com o arcanjo, o oculto, sabe.
Sabe onde posso encontrar algo do g�nero, por aqui?
Esse n�o � o meu trabalho.
Pesquise a mat�ria.
Acho que ser educada tamb�m n�o � o seu trabalho.
Vamos fechar, teve sorte?
Tenha d�, aqui eu tenho todo o tipo de coisas para ver.
Como eu disse, estamos a fechar.
Eu n�o sei... eu s�... estou a preparar-me.
Vou arrumar isto tudo.
N�o faz mal. Posso fazer mais r�pido que voc�.
Hei. Voc� est� t�o boazinha de uma hora para outra, n�o �?
- � uma can��o de alma e morte. - O que � isso?
As linhas anotadas s�o de uma can��o. isso � o que procura, n�o �?
Onde acha que posso encontr�-las.
No clube de merda, West End, tudo sobre o mal.
Cantam as mesmas porcarias de m�sicas toda a noite.
Muitas notas de astrologia.
- Menina, ajudou-me muito. - Tenha uma boa noite.
Tem a certeza que n�o quer que eu guarde essas porcarias?
Ol�.
Merda idiota! Vai tu � merda!
Que vais fazer! Vai para o caralho.
S�o 5 d�lares para ti. Obrigada.
O que precisas, querido?
- Estou � procura de uma pessoa. - Todos n�s, n�o estamos?
Sim, senhora, acho que estamos.
- O nome da banda? - Sombra Amea�a de Morte.
- Voc� gosta? - � boa.
- Voc� � agente? - Talvez.
H� um demo a sair. Eu escrevi umas das can��es.
� isso que eu fa�o. Eu escrevo.
Pe�as de teatro na maioria. Algumas can��es.
Eu gosto de literatura.
� nisso que eu estou interessado. Limite dos espa�os.
- Gosta dessa? - N�o.
Sabe, eu gostei dessa literatura. Quem a escreveu?
A s�rio, � a do Lazerus...
ele mergulha nesses sinais de astrologia. Procurando a Siquis.
- Onde est� ele? - Olhe acol�... � o Lazerus.
Sai do caminho.
Vamos.
Hei, volta aqui.
Hei, roubou o meu carro.
Porra.
Sabes que vou te apanhar.
Foi por ali.
- Central, est� a ouvir-me? - Sim detective.
- Tiros de arma. - Qual sua localiza��o?
N�mero 57 no quarto andar.
Preciso de refor�os, preciso de viaturas, agora.
Preciso de viaturas, agora.
Entendido.
V�o para tr�s!
Feche a porta!
- S� quero falar. - Deixa-a ir.
Sai do caminho! Sai!
Toda a minha vida servi para a ordem do hemisf�rio.
Alguns entendem-me.
Muitos n�o apreciam o meu trabalho.
- E tu �s um deles. - � isso que pensas.
Amor � insuficiente e n�o terminei ainda.
Sabes amigo, pod�amos resolver isto aqui agora mesmo.
Tu �s o hemisf�rio. Tudo bem.
Agora j� te tenho.
Fica calmo.
Sente isto com aten��o.
Eu posso falar em tons.
Linguagem dos deuses.
Posso falar qualquer idioma, antigo ou n�o.
Eg�pcio, s�nscrito, hebreu...
Eu posso invocar os esp�ritos do bem e do mal.
Faz�-los aceitar o que eu pe�o, eu n�o o escolhi.
Mas tem escolhido... andar comigo.
Eu vou caminhar contigo.
Com for�a que invoca Deuses.
Anjos. Dem�nios.
Monstros.
Mas eu irei libert�-los.
At� n�s termos Orion.
Antes eu era cego.
agora posso ver.
Aleluia.
Bom dia.
Maldi��o, estava t�o fogosa ontem � noite, querida.
- Eu sei. - Sabes?
- Bom dia. - Bom dia.
Conhe�o a minha menina, n�o � menina?
Sai j� de cima de mim.
- Sai de cima. - Cala-te!
Devia ter-te matado ontem � noite, mas estavas t�o radiante.
Doce, fresca. N�o te mexas.
Ol�?
Agente Miller.
Desculpe pela demora eu sei...
- Sabe as regras. - Esta investiga��o est� a ser...
supervisionada pela minha ag�ncia... e temos autoridade para...
tudo relacionado com o caso Griftin. Entende?
- Vou tomar isso como um, sim. - Pode fazer o que quiser...
Vamos acabar j� com isto.
Pepe! Traz o quarenta e dois.
J� examinou cada uma das v�timas desde a primeira?
- Sim. - E a conta at� hoje � cinco?
Seis.. tr�s mulheres e tr�s homens.
E cada morte foi resultado de traumas profundos e agress�es?
Sim.
Nenhuma inconsist�ncia nos ferimentos das v�timas?
A �nica inconsist�ncia...
� que havia mais traumas nas v�timas femininas.
As mulheres apanharam menos?
N�o... ele torturava mais as mulheres, apresentavam mais traumas.
Sabe porque estamos interessados neste caso?
Quer saber a verdade. Estou a mandar os relat�rios para o seu departamento.
Errado. Infelizmente n�o � assim t�o simples.
Este foi o primeiro.
Foi bem cosido?
A carne encontrada debaixo das unhas condiz com o DNA da segunda v�tima.
- Certo? - Faz sentido, n�o �?
Bem, � ou n�o � comum o uso das unhas por mulheres...
para se defenderem contra homens e n�o por homens?
Para o inferno com os livros de detectives,
um homem faria qualquer coisa para se defender, arranhar, chutar, morder.
Eu j� vi de tudo. N�o parece estranho para mim.
Bem, a amostra que temos parece ser estranha.
- Em qual unha foi recolhida a amostra? - Bem no dedo indicador.
- Vou precisar de uma foto dessa unha. - Por qu�?
Fa�a isso, eu tenho que colocar no relat�rio at� esta noite.
Hei.
O que aconteceu com a tua m�o?
Nada.
- Quero falar contigo. - Est� bem.
- Tens uma estreia hoje � noite. - As noites t�m sempre estreias.
Consegui mudar o turno. Uma coisa diferente.
S� quis falar contigo primeiro, para saber o que achas.
Essa jogada vai ajudar-me a transformar numa detective, como tu.
Ent�o deves fazer isso.
Pensei que tivesses voltado para Washington senhorita?
O que te fez pensar nisso?
Porque est�s sem trabalho, Jacob resolveu isto.
Jacob � o poss�vel suspeito, nada mais.
Agora sou um pouco mais que isso, olha, eu tenho a carteira dele.
Nela eu encontrei um colar, s� estou � espera de uma confirma��o,
mas meu palpite � que o DNA disto coincide com o da prostituta morta
J�ssica Trimble e o indiv�duo com o nome de Lazerus Jones...
condenado por viola��o e que acabou de receber condicional...
Por causa disso � que ele � nosso c�o de fila. Precisas tomar notas.
Quando foi isso registado?
Porque n�o recebi os relat�rios do laborat�rio?
Eu gosto de manter essas coisas perto do meu peito, sabes?
- Esse n�o � o protocolo. - N�o sou muito com protocolos.
�ptimo, obrigado. Certo. O resultado do DNA confirma...
Lazerus Jones � Griftin.
Onde vais?
Vou ao endere�o dele, tamb�m podes vir, v� o que quiseres ver.
Est� na hora de a ensinar.
Mostra-me o que tens, senhorita.
Importa-se de me dizer onde vamos?
Essa � a carta de condu��o dele? �.
O endere�o � leg�timo, mas n�o tenho d�vidas que ele j� n�o est� aqui.
Avisaste os pol�cias?
Porque iria eu chamar os tipos de uniforme, madame?
Eu preciso da cena do crime preservada, al�m do mais somos detectives.
Lazerus Jones, Pol�cia de Nova York.
Limpo. Como eu disse, j� n�o est� c�.
Jesus Cristo.
Lazerus!
FBI. S� queremos conversar.
Jacob!
Algo n�o est� certo, amigo.
Algo n�o est� certo.
Por que trouxe o corpo para c�?
Se tiv�ssemos agido mais depressa, j� o t�nhamos apanhado.
Sim, t�nhamos.
Aquele tipo foi embora no momento que deixou cair a carteira.
Estou a dizer...
Eu acho que estou prestes a decifrar isto.
Lazerus est� a soletrar adivinha��es,
est� a dizer-nos o futuro com as charadas astrol�gicas.
Est� a ligar estes assassinatos com as fases da lua.
Nas �ltimas v�timas, vem a lua cheia,
quarto minguante, meia-lua, a pr�xima � a quarto crescente.
Digo-te que ele vai matar esta noite.
�.
Sabemos onde?
Estamos perto, amigo!
Esta constela��o, chamada a Coroa de Ariane, tem 9 estrelas nela.
Acredito que essas estrelas de alguma forma...
coordenam a localiza��o das mortes.
S� tenho de descobrir, como.
Eu vou para casa isolar-me para tentar solucionar isto.
Mantenha a agente ocupada, certo?
N�o te preocupes. Eu cuido dela.
- Ainda a trabalhar no caso, Griftin? - Sim.
- Est�s quase a conseguir? - Sim, definitivamente.
Est� a usar a dist�ncia entre as estrelas...
nesta constela��o da Coroa de Ariane e al�m disso...
Terminando na cidade de Memphis.
Uma escala que ele fez sozinho.
Se olhares este aqui.
E eu detecto todas as cenas do crime.
Colocamos em cima do diagrama da Coroa de Ariane e vemos que...
como se pode ver, faltam duas estrelas.
A pr�xima morte ser� num destes dois lugares.
Depois de decifrar este c�digo, sei que s� haver� um lugar
Jacob!
Tens uma impress�o errada dele.
- Jacob � um bom homem. - Isso � a tua opini�o.
Ouviste falar do caso do canibal do condado sul?
N�o.
Esse foi o primeiro caso que o Jacob e eu tivemos juntos.
Eu estudei o arquivo dele e n�o me lembro desse caso.
Pois eu lembro-me. Sete dias e sete noites.
A procurar sem descanso,
at� que finalmente o encurralamos num apartamento da zona sul.
E?
Ele estava l� dentro.
Eu queria pedir refor�os, mas o Jacob n�o me deixou...
T�nhamos que ser r�pidos.
Era muito t�pico dele.
- Eu era como tu. Duvidava dele. - Entraram sem refor�os?
Acertaste. N�o precis�vamos.
Eu protegia-o e ele protegia-me.
Tinha medo... n�o vou mentir. Tive medo.
Esse homem n�o era s� um assassino, era um maldito canibal.
E o que aconteceu?
Entramos muito lentamente... em sil�ncio.
Est�vamos t�o quietos que se ouvia um rato a mijar.
E ali estava ele, muito calmo. Abriu a porta muito lentamente...
e a� o vimos de costas para n�s.
Ajoelhado... sobre o corpo de um palha�o.
- Um palha�o?
Estava inclinado sobre ele, a com�-lo.
Comia a sua carne e chupava os ossos como fosse o melhor assado do mundo.
- � frente de voc�s? - Sim, � nossa frente.
Eu tremia e disse-lhe...
Alto, filho da puta!
E o Jacob... ficou ali como se tivesse gelo correndo nas veias.
Retirou a arma.
Ele virou-se lentamente.
Filho da puta! E depois?
Ficou l�, muito calmo,
como se n�o se importasse se est�vamos ou n�o ali.
- Est�s a gozar comigo! - N�o.
Ele tinha esse bra�o nas m�os, sangue por toda a porra da boca.
- E sabes o que nos disse? - O qu�?
O gosto disto parece-vos engra�ado?
Ah, j� percebi, estava a comer um palha�o.
Muito engra�ado!
Espera! Encontraram DNA do Jacob debaixo das unhas da �ltima v�tima.
Lazerus Jones! Pol�cia de Nova York, est�s preso!
Coloca as m�os para cima!
Disse para p�-las no ar, rapaz!
Mexe-te!
V�o l� para fora! V�o!
C�digo 12! Preciso de refor�os! Tiroteio.
Vou fazer uma idiotice.
Tu gostas disto, querido!?
�s um rapaz valente!
Gostas de apanhar mulheres indefesas?
Bater.
Ench�-las de bofet�es?
Ca�a-las.
Como assim?
S� d�s isso?
Isto � divertido!
Vem!
Queres um peda�o de mim?
Est� bem, querido.
D� o teu melhor golpe.
Sentes isto?
Vamos!
N�o!
Gostas de partir ossos, certo?
Acho que partiste uma costela.
J� chega, detective King! J� o agarr�mos!
Levem este tipo e d�em de comida aos peixes.
Ele � o isco.
N�o! o meu bra�o seu fodido, o meu bra�o!
Apenas n�o batem, talvez eu n�o esteja a entender.
Os factos s�o factos.
Os resultados do laborat�rio chegaram, o DNA encontrado...
nas unhas da mo�a morta no celeiro do Lazerus combina com as do Jacob.
- Tolice! Isso n�o pode ser verdade! - Os factos s� apontam numa direc��o.
tu viste, tinha um arranh�o recente no bra�o,
e o Lazerus desapareceu. Isto � se ele chegou existir.
Olha...
Estou de acordo em algo que prefiro morrer do que admitir. Ele � um g�nio...
mas acredito que � o mesmo g�nio para ca�ar os bandidos...
para encobrir os pr�prios crimes.
O Jacob matou a mi�da do celeiro.
Senhorita. Tu tens um monte de merda nessa cabe�a.
� o assassino perfeito... O assassino investiga o seu pr�prio crime,
e coloca num assassino em s�rie que ele mesmo j� est� a investigar.
O pior de tudo isto � que a mataste para chegar at� mim.
Tudo o que tinhas que fazer era chamar a porra do meu nome.
Para te dar um pouco de trabalho.
Sim, vais curvar-te e eu vou meter o meu p� no teu c�.
Vamos!
� como nos velhos tempos, n�o � Billy Joe?
- Queres mais? - Vem filho da puta.
Gostas disto, n�o �?
Onde vais, rapaz?
N�o vai haver apela��o desta vez.
Levanta-te, Billy.
Vamos!
Est�s a pedir por isto!
Aqui vai, filho da puta! Aqui vai!
Mataste-me.
Encontramo-nos no Inferno.
Por esta porta, embora, venham!
Jacob!
Certo.
Jacob!
Jacob!
� a Celine.
Est� morta.
E o Jacob?
Desapareceu.
Bom trabalho.
Storm, lamento pela Celine.
O Billy Joe matou-a e eu tratei dele � minha maneira.
Ele n�o poder� apelar.
Foi um bom companheiro.
Eu sei que os meus m�todos s�o n�o convencionais,
mas diabos, foi assim que cacei o Lazerus.
Leva esta confiss�o por mim, est� bem.
Vou ajudar-te um dia. Jacob.
Acabei de sair do telefone com o teu capit�o.
Disse que o Jacob apanhou o Lazerus h� duas horas.
Ele confessou tudo, inclusive implanta��o de provas contra o Jacob.
Pai.
- Ol�. - Pap�.
Tive tantas saudades, Charlie.
- Alex. - Obrigado.
- Sasha. - Obrigado, pai.
- Anna. - Obrigado.
Vamos ver o que pai trouxe.
- Leva as crian�as. - Obrigado.
Obrigado, �ptimo.
Vamos ali. Vem para c�.
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